Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

mini-férias escaldantes - sexta-feira (a tarde)

o almoço num pequeno restaurante próximo foi “doloroso”, durante todo o tempo a “su” não parou de me provocar, sentada à minha frente e ao lado do namorado passou todo o tempo a tocar-me com os pés a esfregá-los nas minhas coxas e chegou mesmo ao cumulo de encostar um dos pés na minha ratinha e fazer movimentos com o “dedão”. não podia reagir, não podia sequer dizer nada e ela estava a aproveitar-se disso.

quando no final do almoço me levantei para ir ao wc ela levantou-se e veio comigo e nesse preciso momento sabia que ela não vinha apenas e só fazer-me companhia. entrou comigo, o wc era extremamente pequeno mal cabiam 2 pessoas dentro. fingi que nada se passava e que não imaginava sequer o que ela estaria a pensar, fiz o meu “xixi” com toda a normalidade e recompus-me, mas antes que pudesse dizer algo ela beijou-me com sofreguidão, quase me tirando a respiração ao mesmo tempo que me empurrava contra a parede do wc e me enfiava abruptamente a mão dentro do bikini e os dedos dentro da ratinha, e foram logo 2 de uma vez só, contive um gemido profundo para que não fosse audível, afinal a velha porta de madeira pintada de azul além de ter imensas frestas, por baixo tinha um enorme espaço que dava até para ver os pés de quem passava lá fora.

assim continuou aquele “amasso” com ela puxando-me definitivamente o bikini para baixo até meio das coxas e a enfiar-me os dedos na ratinha já para lá de molhada enquanto me apertava e chupava um dos mamilos já fora do top. aquela adrenalina, o risco, o medo, a excitação e a agressividade lactente e presente naquele momento fizeram-se vir em pouco tempo momento que ela aproveitou para se baixar e lamber-me o clítoris enquanto a minha ratinha pulsava por dentro.

lavámo-nos o melhor que pudemos e regressamos à mesa onde o namorado dela já bebia café – demoraram vocês – disse ele – até já pedi café para mim, querem?não obrigada – disse eu – estava complicado – disse a “su” – o quarto de banho estava superpovoado – rematou ela sorrindo.

era tempo de descansar, desfrutar um pouco da sombra, do ar puro e da companhia porque, afinal de contas, essa seria a nossa última noite por lá, no sábado à tarde regressaríamos às nossas vidas ocupadas e não sabemos quando poderemos repetir.

sinto-me: nostalgica
banda sonora: michael gray - the weekend
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:33

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

aconteceu – no wc do emprego (continuação)

e não é que ela cumpriu a promessa e voltou mesmo. ainda o relógio não marcava 12:30 já ela lá estava, cumprimentou-me como se não me visse há pelo menos 12 século e perguntou se a “chefa” estava. entrou para falar com ela e apesar de estarem mais 3 pessoas na sala ainda conseguiu com um gesto e um olhar apontar-me novamente para a porta do wc. senti um arrepio de cima a baixo. acho que as férias lhe fizeram mal, ou demasiado bem, se antes andava, como diz a “su”, e passo a citar: com ela a pinchar; agora parece que afinal a fera que havia dentro dela despertou ainda mais e estava de garras mais afiadas que nunca.

 

ao sair, minutos depois, ainda conseguiu atirar-me um “xoxo” e a passar a porta e sem se voltar fez-me aquele sinal tão dela e que bem conheço que quer dizer qualquer coisa como – se precisares de alguma coisa, liga-me!

sinto-me: carnavalesca
banda sonora: andré sardet – adivinha quanto gosto de ti
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:44

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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

aconteceu – no wc do emprego

para não dizerem que conto apenas coisas passadas, venho aqui relatar agora mesmo algo que me aconteceu há poucos minutos.

 

estava eu, ainda quase a dormir, no ponto de trabalho há breves minutos quando senão me aparece quem, a lorena – que fazes aqui? – perguntei eu surpreendida com a visita nada habitual – vim levar umas coisas para a tua “capo” (chefe, patrõa, etc.) – ah, pensei que me vinhas fazer uma visita? ;) – sim, também! ;) – e tu achas que ela está aqui a estas horas?não, por isso que disse que vinha também fazer uma visita! ;) – queres um café enquanto esperas?eu também vou beber um que ainda não tomei e estou a dormir em pé ok, pode ser!

 

fomos à “cozinha” fazer o café que, já agora, melhorou, e muito, desde que puseram a nova marca (obrigada lavazza) ;) e a lorena sai-se com uma cena inesperada, enquanto bebia o café dela, sentou-se em cima da bancada ao lado da máquina e pernas entre-abertas – olha aí que ainda entra alguém! – disse-lhe eu meia assustada com o gesto – que foi? qual é o problema? – diz ela – problema seria que ficasse assim – e dizendo esta frase sobe um dos pés para a bancada abrindo ainda mais as pernas e escancarando-me as cuequinhas à vista. tu és mesmo impossivel! – disse eu – porquê, não gostas agora? ah já sei, pouco “caldo”, assim está bem? – diz ela novamente passando a pegar no café com uma mão e a passar um dedo nas cuequinhas fazendo sobressair ainda mais as formas da sua ratinha por detrás delas. mas tu estás louca? já viste se aparece aqui alguém? está sempre gente a entrar e sair daqui o dia inteiro!humm, já percebi! – disse ela dando um último golo no café e pegando-me pela mão. que foi? que estás a fazer? – disse eu, e me confesso, já com as pernas bambas.

 

abriu a porta do wc para deficientes motores e empurrou-me literalmente lá para dentro, fechando a porta em seguida – querias um local mais calmo, era isso? – ainda de café na mão fui forçada a bebê-lo quase num golo enquanto ela me encostava à parede e me puxava a saia para cima e as cuequinhas para baixo num movimento tão brusco que quase as rasgou, apoiando um joelho no chão abriu-me com ambas as mãos e chupou-me o clitóris com alguma força – gemi – aquela brusquidão toda estava a dar-me tesão e a adrenalina subia a cada segundo com o medo de sermos apanhadas por alguém a qualquer segundo, chupou-me e lambeu-me como ela tão bem sabe e metendo-me um dedo dentro começou a fazer movimentos em espiral enquanto me lambia o clitóris, não aguentei nem 2 minutos sem me vir, aliás, ao contrário do que costumo fazer, acho que me concentrei o mais que pude em tudo o que sentia para me vir rapidamente pois se, por um lado, não queria ser apanhada ali, por outro também não queria perder o momento com fingimentos ;)

 

lambeu-me a ratinha melada e disse – humm, que bem que sabe depois do café! – apenas lhe disse – és louca, totalmente louca, só pode! dizendo adeus com os dedos saiu porta-fora do wc dizendo – assim não é justo, mas ok, diz à tua “capo” que volto cerca da hora do almoço!

sinto-me: uau
banda sonora: katy perry - hot n cold
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:16

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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

phonesex no trabalho

hoje nem pensava escrever nada no diário mas acabou de acontecer-me algo que vos tenho que contar – já! é que acabei de apanhar há minutos a minha patroa a fazer o chamado phonesex.

ia eu para levar-lhe umas coisas que ela me pediu ontem, com muita urgência, como sempre. bati na porta e ela não me respondeu, entrei devagarinho com receio que estivesse ao telefone com algum cliente ou alguém importante mas não, não estava sequer na secretária. achei estranho porque a acabara de ver entrar há poucos minutos e foi então que a ouvi, estava ao telemóvel dentro do wc (ela não se mistura com a ralé, tem wc privativo no gabinete) mas não estava propriamente a ter uma conversa normal estava digamos a falar com alguém em modo “alta-voz” e a conversa era nítida e claramente de teor puramente sexual, digo mais, ela estava mesmo a praticar phonesex, ou seja, uma conversa telefónica com alguém cujo objectivo é estimular sexualmente uma ou ambas as partes normalmente acompanhado de masturbação igualmente de um ou ambos ou envolvidos na conversa.

estou realmente boquiaberta, é que vocês não estão a ver, a mulher tem “ares” de quem nem cá está, é velha e antiquada em todos os sentidos, veste-se mal e é rude nas palavras e nos actos, acha-se uma “dama de ferro” uma margareth thatcher à portuguesa. pelo que sei é divorciada desde sempre e nunca a vi na companhia de qualquer homem.

realmente a minha alma pasma com este autentico fenómeno. será que a contagiei?

não sei mais o que diga, a mulher estava para ali a gemer que nem uma perdida com a voz de um homem que não faço sequer ideia de quem seja. é mesmo verdade que estamos sempre a aprender nesta vida, vejam só que até a “cafona” da minha patroa afinal tem laivos de sexualidade naquele corpinho “fora de prazo” (bolas, sou mesmo má ).

um último pensamento, acho que há coisas para os quais não estamos preparados nunca, uma dessas coisas é “apanharmos” os nossos patrões nestes preparos. estou quase chocada ;) e agora? entro para lhe levar os papéis, ou espero que ela me diga algo para assim ter a certeza que ela já acabou o “serviço”?

desta não estava nada eu à espera...

 

sinto-me: pasmada
banda sonora: toranja - carta
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:23

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