Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

o uso dos dildos - resultados finais

olá a todos, bem sei que o meu diário anda um bocadinho "parado" como alguns de vós afirmam e me fazem chegar essa "reclamação", mas acreditem que é bom sinal, é sinal que estou a preparar algo diferente e, espero, melhor.

 

hoje venho dar-vos conta dos resultados de mais uma dúvida existêncial, perguntava aos leitores deste diário se já usaram vibradores ou dildos e como, ou, se nunca o fizeram, se pensam vir a fazê-lo.

 

Estes foram os resultados das vossas respostas:

 

 - com 36%, saindo vencedor, ficou o "não, mas penso vir a fazê-lo";

 

 - logo seguido do "sim, em ambas as situações" com 21%, ou seja, já usaram e esse uso foi tanto a "solo" como com companhia;

 

 - no terceiro lugar com 19%, ficou o "sim, mas exclusivamente com o parceiro(a)";

 

 - e, por fim, ficaram empatados no último lugar com 12% as respostas "não, nem penso vir a usar" e o "sim, sozinho(a)", ou seja, são tantos aqueles que nunca usaram esse tipo de objecto como os que o usam exclusivamente para o prazer a "solo".

 

deixadas as conclusões fica o meu obrigada a todos que participaram e participam nas minhas "dúvidas", até breve.

 

sinto-me: ansiosa
banda sonora: within temptation - memories
publicado por diariodeumamulhermadura às 02:14

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Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

a “dolorosa” resposta e suas maravilhosas repercussões

a resposta lá chegou, finalmente, e após largos minutos de sofrimento ;) não sei se por estar ocupada ou se simplesmente para me provocar ainda mais, confesso que durante esses longos minutos olhei para o telefone umas 10 vezes ou mais, cheguei a pensar se me teria enganado na dedução e, de facto, a oferta não fosse dela.

 

mas não, tinha razão, e a resposta aí vinha anunciada pelo vibrar duplo do telefone – ainda bem que gostaste...

 

quê? e o resto? ela, decididamente, estava a provocar-me, a testar cuidadosa e premeditadamente os meus limites (e quem faz isso sou eu).

 

decidi não enviar resposta, já tinha feito a pergunta, se ela quisesse iria responder-me mais tarde ou mais cedo, tive mesmo que me acalmar, a minha chefe com o seu olho de rapina já me tinha perguntado – afinal o que se passa consigo hoje? parece que está com a cabaça nas nuvens! – nas nuvens não estava, mas sim no telefone, na resposta da lorena e na caixa que tinha no carro ;)

 

hora de almoço e nada, fui almoçar e tentar não pensar mais no assunto, na volta dei de caras com ela na porta com o maior dos sorrisos “sacanas”. estás bem? – perguntou ela – estou e tu? – também! resolvi vir responder-te in persona ;)

 

que bem! e que resposta tens para mim? – disse eu com um ar de quem não está nem aí ;)

 

basta dizeres quando tens tempo para a “aula” :) eu estou pronta! – ah, queres uma “aula” individual ou de grupo?

 

sorri – vou saber! depois digo-te, pode ser? – sim, claro, estarei à espera, acrescentando já de saida e ao passar por mim, quente e molhada como sempre!

 

até me arrepiei, aquela mulher estava mesma a sair-me mais “fresca” que a conta e estava a ganhar um “péssimo” hábito, aprender a provocar-me ;)

 

liguei à “su” e contei-lhe de todo o sucedido, ela riu a bom rir no telefone e disse, amiga, estás com sorte, dividimos essa aula, essa eu não perco por nada! vocês andam a divertir-se muito sem mim! fico ciumenta!

 

marcamos para a noite do dia seguinte, véspera de fim-de-semana com tempo para “estudar” o assunto sem correrias. à hora marcada lá estava ela, pontual como sempre entrou e depois dos cumprimentos foi logo perguntando – então, qual é a dúvida? o que querem saber?

 

queremos que nos ensines a usar esta cobra – disse a “su” já com o dito cujo fora da embalagem e agitando-o no ar.

 

muito fácil, é como todos os outros ;) só que duplamente melhor. e como é duplo, temos duplas possibilidades J

mas melhor que explicar o melhor é mostrar, não acham?

 

quem quer ser a primeira?

 

sem dar resposta alguma sentei-me de imediato no sofá à frente dela, ela cumprindo a sua função com todo o profissionalismo pegou no dildo e começou a massajar-me a ratinha por cima das cuequinhas mas o facto é que eu estava para lá de excitada com aquilo e também já tinha trocado umas brincadeiras dessas com a “su” antes dela chegar J levantei-me, baixei as cuequinhas e abri as pernas dizendo, mostra-me lá o que isso faz ;)

 

ela percebeu que eu já estava mais do que pronta para a acção e começou a introduzir o “brinquedo” na minha ratinha, aos poucos foi introduzindo, introduzindo e introduzindo até não poder mais, aquilo é gigantesco, é impossivel caber tudo dentro de uma ratinha só, mas faz sentido porque é suposto estar alguém do outro lado J

 

arrepiei-me com aquela sensação de constante penetração daquela cobra dentro de mim até ao fundo mas a lorena olhou para mim com um ar terno como que dizendo “calma, não te vou magoar”, relaxei, ou procurei relaxar o mais que pude, com o dildo a enxer-me as medidas por inteiro pensei, o que será que ela vai fazer agora?

 

não demorou muito até ter resposta, ela colocou as mãos em volta das minhas ancas fazendo-me deitar um pouco mais e abocanhou a outra ponta do dildo como se de um pénis real se tratasse, nessa posição, começou a fazer movimentos pendulares penetrando-me com o dildo ao qual simultaneamente estava a simular um broche, confesso que foi excitante, as mãos sobre as minhas ancas prendendo-me e puxando-me fazendo-me sentir as penetrações profundas que ela me fazia com a boca.

 

o que ela não sabia é que nós também tinhamos uma surpresa para ela e aproveitando esta acção a “su” equipou-se a rigor com o strap-on, pois era definitivamente um dia para todos os testes, e já estava atrás da lorena tocando-lhe na ratinha com a mão, aquecendo-a para algo que ela não esperava. fiz-lhe sinal como que dando-lhe a indicação que era hora de pôr em prática o nosso plano, a “su” afastou-lhe as cuequinhas dela para o lado sem as tirar e, algo abruptamente, enfiou-lhe o strap-on na ratinha fazendo-a contorcer-se a fechar os olhos, olhou-me e piscou-me o olho como que dizendo – vocês são tramadas!

 

e assim continuamos com ela a usar a mão e maioritariamente a boca para me fazer atingir o orgasmo com o dildo duplo, ao mesmo tempo que a “su” lhe enfiava o strap-on. notei que a “su” estava a divertir-se imenso, ela adora dominar e aquela situação era perfeita para ela, estava literalmente a “foder” a lorena com toda a força e estava disso a retirar o maior dos prazeres. acabamos por nos vir todas, creio que a “su” com muito menos intensidade que nós, talvez porque estava mais preocupada em “rebentar” com a lorena do que em disfrutar do strap-on e eu sei coimo ele pode dar bom prazer mesmo a quem o tem colocado.

 

a lorena chamou a “su”, tirou-lhe o strap-on e mandou-nos deitar às duas no sofá para lados opostos, percebemos que era a hora de testar a coisa para aquilo que foi feita, puxou-nos uma para junto da outra ficando quase que ratinha com ratinha, enfiou cada uma das pontas nas nossas ratinhas e deixou espaço ao centro para colocar a mão dela e assim nos foi penetrando ora mais cá ora mais lá, a certa altura retirou a mão e disse – agora a solas, a coordenação de movimentos nessa altura já era bem mais fácil e foi uma sensação excelente, estarmos a fazer tudo e a sentir tudo em simultâneo e não “à vez” como sempre tinha acontecido.

 

acabei por atingir o orgasmo novamente primeiro e chamei a lorena para que tomasse o meu lugar, tinha estado nos ultimos minutos apenas como voyeur, masturbando-se, ela aceitou de pronto e passou a carregar com mais força a “su”, tanta que se tocavam os corpos fazendo desaparecer o gigante dildo dentro de ambas, senti a “su” a vir-se vigorosamente e pouco depois a lorena também atingiu o orgasmo.

 

depois de recuperadas ficamos um pouco à conversa e a lorena perguntou – então, gostaram?

 

claro, foi optimo! é realmente diferente, como uma coisa simples pode dar tantas possibilidades. e ainda não viram tudo! – disse a lorena – então? há ainda mais uma coisinha que se pode fazer com ele que vocês ainda não viram e dito isso voltou a enfiá-lo na ratinha, ficamos as duas embasbacadas a olhar para ela a ver o que dali ia sair, cuidadosamente ela pegou na outra ponta e sem desenfiar a que tinha na ratinha começou a introduzir a que restava no rabinho, isso mesmo, aquele dildo duplo permitia que ela efectuasse a si própria uma dupla penetração vaginal e anal, acabamos por ficar nós duas desta vez de voyeurs enquanto ela se auto-penetrava duplamente até atingir novo orgasmo.

 

uau! por essa realmente não esperavamos!

 

mas se pensam que a noite se ficou por aqui em termos de inovações e criatividade, enganam-se, faltou a última e mais luxuriosa das lembranças da “su”, mas essa é uma história que fica para uma outra página deste diário.

sinto-me: sem palavras
banda sonora: kt tunstall - other side of the world
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:21

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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

emergência sexual

quarta-feira à noite, cheguei do trabalho, tomei um belo banho e jantei qualquer coisa para enganar o estômago, sentei-me, ou melhor, recostei-me no sofá com a tv ligada para me fazer companhia pois nem sei o que estava a dar. sou quase acordada pelo som do telemóvel a vibrar em cima da mesinha de centro, alcancei-o a custo, era a lorena – que seria que ela queria a estas horas?

 

estou! – olá amiga, desculpa ligar esta hora mas preciso de ti! – acordei com a conversa – mas que é que se passa, o que aconteceu? – perguntei – sei que já é tarde mas posso ir a tua casa, preciso de falar contigo, é muito urgente! sim, claro, não há problema, podes vir, mas não queres dizer o que se passa? – falamos melhor aí, pode ser? certo, fico à tua espera então.

 

fiquei preocupada, o que se passaria com a lorena, não costuma ligar a estas horas e muito menos com aquela voz, fiquei num estado de nervos incrível desde que desliguei até que ela entrou pela porta. então, o que se passa amiga? que aconteceu? não é nada de grave, quer dizer, até é um pouco, mas não precisas preocupar-te. vou dizer-te uma coisa! diz! fala! – disse eu já para lá de nervosa. preciso de ti, és a única pessoa que me pode valer! – mas o que é que precisas! diz-me! como te posso ajudar? estás com algum problema? sim, estou!

 

fez-se um momento de silêncio na sala...

 

preciso muito de uma coisa e só tu me podes valer, não conheço mais ninguém! – estás com problemas de dinheiro, é isso? quanto precisas? – não, não, não é isso que preciso! é mais grave que isso! – mais grave?!

 

sim, preciso muito de... sexo!

 

sexo?!

 

sim, desculpa, eu sei que não devia estar a pedir-te isso assim desta forma mas estou “esfomeada”, não aguento mais, há 2 ou 3 dias que não penso noutra coisa, já olho para todos os homens na rua querendo “comê-los” e eu não quero isso. estou mesmo mal, vê que hoje no trabalho tive até que ir para o wc para me masturbar um pouco, mas nem isso me acalmou, preciso de mais!

 

fiquei parada de boca aberta a olhar para ela enquanto ela me contava tudo isto sem reacção, tudo isto parecia simplesmente surreal, será que estava a sonhar?

 

ajuda-me! podes? sei que não é justo nem normal pedir-te isto mas vê como estou! – dizendo isto levantou a saia e mostrou-me as cuequinhas molhadas, estavam realmente e visivelmente molhadas até de longe.

 

acordei para a realidade e a realidade é que uma mulher lindissima e acima de tudo minha amiga e companheira de já tantas aventuras precisava de mim para fazer aquilo que mais gosto – sexo! sorri-lhe e abracei-a. disse-lhe ao ouvido – não te preocupes, vou tratar de ti! senti naquele abraço um coisa incrivel, senti os mamilos dela no meio peito, estavam durissimos, a lorena estava à beira de um “ataque de sexo” e era realmente urgente tratar dela.

 

quase como duas loucas despimo-nos quase como que arrancando as roupas do corpo o mais depressa que pudemos, atirei-a para o sofá onde ela abriu de imediato as pernas “escancarando-me” aquela ratinha suculenta e sumarenta, tão sumarente que até nas coxas ela tinha humidade da ratinha, ajoeilhei-me junto dela, a ratinha dela exalava um odor intenso mas não de “mal lavada” nem nada que fosse repelente, pelo contrário, um odor doce a sexo que me excitou ainda mais. caí de boca nela lambendo-lhe a ratinha toda de cima a baixo de lado a lado, por dentro e por fora, a sofreguidão dela tinha-me contagiado e eu que gosto das coisas com uma certa calma estava tão sofrega quanto ela, já nem sabia o que estava a fazer, simplesmente estava, ora chupava, ora lambia toda por entre gemidos bem audiveis, contracções e espasmos que aconteciam ao ritmo das minhas investidas.

 

reparei que o clitóris dela estava enorme, duro e quente como nunca o tinha visto, quase parecia a “cabecinha” de um pequeno pénis a querer romper por entre os lábios, não contive e chupei-o com força como se um pénis se tratasse, ela quase saltou do sofá de prazer, sentia-a nos limites e descontrolada acabei mesmo por mordê-lo suavemente, à semelhança do que faço no masculino ;) ela não aguentou e teve um orgasmo ou uma série deles seguidos nesse momento, senti e percibi o que estava a acontecer e não parei. demorou uns bons minutos até que ela acalmasse e os espasmos parassem, ela acabará de ter multiplos orgasmos consecutivos uma coisa que eu própria só me lembro de ter tido 1 ou 2 vezes na vida.

 

estranhamente toda essa acção só parecia tê-la acalmado por uns breves minutos pois após respirar fundo partiu para cima de mim com tudo, o sexo oral praticado por ela estava perfeito, como sempre, mas a intensidade que ela estava a por na coisa estava a deixar-me louca e sem controlo, não demorei mais do que breves minutos a atingir um poderoso orgasmo com 2 dedos dela dentro de mim a estocar-me com força e a lingua a fazer maravilhas no meu clitoris.

 

quando recuperei olhei para ela, estava totalmente descabelada ;) aproximou-se de mim e disse-me – posso pedir-te mais uma coisa? sim, claro! – disse eu. podes ir buscar o strap-on e usá-lo em mim? não me leves a mal mas hoje preciso mesmo de algo duro dentro de mim para me matar esta fome. apenas sorri e corri a buscar o strap-on que tinha ficado comigo desde a “festa anterior”, ela ajudou-me a colocá-lo e a apertar as fitas, depois voltou-se de costas para mim, joelhando-se no sofá e apoiando-se no encosto do sofá e disse: - quero que me “comas” assim, por trás! não hesitei e enfiei-lhe o pénis de latex todo, estava realmente muito molhada, nem precisamos de usar lubrificante. comecei a experimentar a coisa (sou novata no assunto) penetrando e retirando levemente o “aparelho”, mas ela logo reclamou – dá-me com mais forza! quero me comas como se fosses um homem cheio de vontade! – e eu não estive por meias medidas, dei-lhe com força, com a força que pude ou tinha, enfiando o dildo bem fundo na ratinha dela e ouvindo-a gemer e gritar a cada estocada mais forte, estava no controlo e agora sim percebia o que ela queria dizer com o “dominar” quando usava o dito no namorado, continuei a penetrá-la o mais que pude, o pequeno pénis no interior também puxava por mim deslizando sobre o meu clitóris dando-me muito mais prazer do que eu podia pensar, mas a noite assim pedia, era uma noite que tinha começado intensa e intensa iria terminar com toda a certeza.

 

comecei a sentir pequenos orgasmos a cada estocada que lhe dava, segui pelo meu ritmo, estava a gostar e queria experimentar a vir-me assim, continuei por mais uns minutos assim até atingir um grande orgasmo, já tinha sentido um bastante grande da lorena uns minutos antes mas não tinha sequer parado 1 segundo, não lhe dei descanso e avançamos directamente para outro patamar ao que ela chegou pouco depois de mim.

 

caimos exaustas no sofá as duas, ela abraçou-me e disse-me ao ouvido: - obrigada! por tudo! nunca me irei esquecer deste dia!

 

sinto-me: louca
banda sonora: ez special - chama por mim
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:22

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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

problemas com "dúvidas existênciais"

olá a todos, venho aqui colocar apenas um pequeno post it entre duas páginas do meu diário somente para vos dizer que, como alguns terão reparado, tenho tido alguns problemas com as "dúvidas existênciais" que tenho colocado aos leitores, no que diz respeito ao site onde tinha a "questão", assim, resolvi repetir a última pergunta usando um outro site que permite a gestão deste tipo de coisas, a todos quantos já tinham participado as minhas desculpas, pedindo que o voltem a fazer.

 

obrigada,

 

mm

publicado por diariodeumamulhermadura às 09:19

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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

o dia “d” – de dildo

tinha chegado o tão aguardado dia, finalmente iriamos ter o nosso encontro a 3 novamente para concretizar os desejos da lorena (e não só) a “su” estava excitadissima, já me tinha ligado umas 4 vezes a perguntar se estava tudo certo e se sempre iriamos a casa dela na hora combinada. pela quarta vez disse que sim, que estava tudo certissimo e que eu levaria a lorena comigo.

 

saimos do trabalho e fomos directas para casa da “su”, o brilho nos olhos da lorena revelavam a excitação com que estava para concretizar os seus desejos mais intimos, pelo caminho perguntou-me umas 10 vezes também se realmente não nos importavamos e se nos sentiamos confortáveis com a situação. apenas lhe disse que não era nada nosso hábito fazermos coisas contra-vontade e muito menos que não gostassemos – relaxa – disse sorrindo e passando-lhe a mão pela perna.

 

reparei que trazia com ela um saco de papel, perguntei o que era mas ela disfarçou dizendo que eram coisas delas que “poderia precisar”.

 

chegadas a casa da “su” fomos logo recebidas pela anfitreã da noite em trajes sensuais, tinha apenas uma camisola de alças justa de onde “saltavam” desde logo à vista os mamilos, pois estava sem soutien e uns shorts que ela tinha comprado a quando da nossa ultima visita à loja da lingerie.

 

ponham-se à vontade, já sabem que a casa é vossa, não há cerimónias, certo lorena? ela sorriu lembrando-se do episódio anterior quando disse que se se sentisse realmente em casa andaria nua.

 

o apartamento da “su” é um pouco menor que o meu e para termos espaço (como ela disse) resolveu montar uma “love pool” (não sei porque lhe chamou assim mas foi ela que deu o nome). e o que é uma “love pool”? basicamente são diversos colchões colocados lado a lado no chão formando uma espécie de cama gigante e ladeados por almofadas, muitas almofadas (isso não falta em casa da “su”).

 

a lorena achou gira a ideia e perguntou se podia experimentar – claro! – disse a “su” – mas atenção que a regra da “love pool” é que ninguém pode entrar ou sair daqui vestido ou calçado, percebes?

 

parece que a lorena percebeu perfeitamente pois começou logo a descalçar-se a despir-se para entrar na “love pool”. ficou só em cuequinhas e soutien e saltando para dentro do “ringue” deitou-se no meio e acenou com a cabeça dizendo que era muito confortável, levantou os braços como que nos chamando para dentro e eu perguntei – já? e o jantar? ao que ela respondeu de pronto – dieta! rindo em seguida.

 

ainda estava eu a pensar na resposta dela e já a “su” tinha saltado para dentro do recinto e que fazia companhia, enquanto eu me descaçava já elas trocavam algumas carícias e “amassos”, despi-me o mais rápido que pude e juntei-me à festa ;) estavamos as 3 enroscadas entre pernas e braços e sentia diversos toques e caricias sem saber muito bem de quem igualmente acariciava os seios, os peitos, os rabos que me apareciam pela frente, estava uma coisa um pouco confusa mas estava a ser de certa forma excitante também por isso, a “su” pediu um momento e levantou-se, olhei para ela e ela sorrindo disse – podem continuar sem mim uns segundos não podem? e foi isso que fizemos, continuamos naquele roçar de corpos já bem mais aquecidos e com gestos e toques bem mais definidos reparei que as luzes se tinham apagado, era a “su” que estava a substituir as luzes electricas por velas que colocava em volta de onde estavamos (a uma distancia segura). se o ambiente já estava quente, mais quente ficou, agora a escuridão e as sombras apenas deixavam transparecer alguns pedaços de pele, muitas vezes irreconheciveis, senti alguém desapertar-me o soutien e tirei-o, atirando-o para longe (para não acertar nas velas). mas terminei esse gesto senti logo uma lingua tomando conta de um dos meus mamilos, procurei a cabeça de quem o fazia para saber quem era, curiosamente e para minha surpresa era a lorena, também percebi que o soutien dela também já se tinha perdidos algures no processo ;) deitei-me para trás e deixei-a debruçar-se sobre mim chupando-me os mamilos com alguma força seguindo-se alguns movimentos suaves com a lingua em volta. senti-a gemer, percebi que provavelmente a “su” já estaria a tomar conta dela pelo outro lado, percorri o corpo dela com as mãos e fui até às cuequinhas, ainda estavam vestidas, procurei e apalpei um pouco mais, percebi que estavam afastadas para um dos lados e que a “su”estava já a penetrá-la com um dedo na ratinha, ajudei-a colocando os meus sobre o clítoris e fazendo movimentos mais intensos ela gemeu novamente e, desta vez, com mais intensidade.

 

estava toda molhada, quase pingavam gotas da ratinha dela, percebia pelo toque que por vezes a “su” metia também a língua lambendo-lhe a entradinha. a lorena por sua vez já descia pelo meu corpo e retirava-me as cuequinhas para começar a tratar da minha ratinha como só ela sabe, só o antecipar daquela língua em mim já me fazia vibrar quase como um pré-orgasmo.

 

expectativas concretizadas, ela caiu de boca em mim tal como da outra vez e fazia-me delirar desde logo na ponta da sua língua, senti movimento, era a “su” que se reposicionava e se colocava sobre a minha cabeça, estava já sem os shorts e prontinha para que eu a chupasse também, baixou-se sobre a minha cabeça para que a alcançasse, percorri a ratinha dela de ponta a ponta com a minha lingua e apenas fazendo uso dela abri-lhe os lábios e comecei a lambe-la de uma forma mais profunda e ritmada mas em breve tive que parar pois a lingua fervorosa da lorena não me dava descanso e já me estava a fazer atingir um brutal orgasmo.

 

ainda meia atordoada senti a “su” deitar-se ao meu lado, trocou comigo um par de beijos molhados e creio que fez o mesmo com a lorena puxando-a para ela, após algumas movimentações percebi que estavam agora ambas deitadas de lado iniciando um 69, o rabo sa lorena estava quase colado à minha cabeça e ouvia a lingua da “su” a “chapinhar” na ratinha dela para lá de molhada, num impulso virei-me de lado também e meti também a minha lingua, por trás, ficando uma coisa da qual nunca tinha ouvido falar mas que soube para lá de bem, um 696 em que os “6” eramos eu e a “su”e o 9 a lorena, tivemos um bom tempo naquela brincadeira ora tocando com as nossas linguas ora na ratinha ora alternando ela na ratinha e eu arrisquei e comecei a lamber-lhe o rabinho, ela aceitou e após estar bem molhado comecei a meter-lhe um dedo ao que ela reagiu apenas respirando fundo, deixei de sentir a lingua da “su” o que era sinal de que também ela estava prestes a experimentar um orgamo, segundos antes dela senti a lorena a gemer e a contorcer-se, estava também ela a ter um orgasmo e massajei-lhe vigorosamente toda a ratinha e em especial o clítoris enquanto ela o atingia. a “su” não demorou a gemer “alto e bom som” como é seu hábito, demonstrando claramente que também estava a ser bem tratada ;)

 

depois, um momento de pausa, de relax, e de calmia nas respirações ofegantes. a lorena levantou-se, pensei que talvez fosse ao wc mas ouvia mexer em coisas, após pensar 1 segundo lembrei-me que seria no saco que ela trazia consigo, andou pela sala e senti-a apalpando as paredes em busco do interruptor da luz, ligou as luzes e gritou “surpresa”, olhamos ambas para ela num repente, e meio encadeadas pela luz forte, ela tinha algo na mão, era um vibrador, ou melhor, era um dildo (é um pénis artificial mas sem vibração) mas não era um dildo comum, tinha algo mais, tinha umas fitas pretas em volta e uma base triangular, olhei para a “su”, e ela expert, como sempre, na matéria, riu e disse – é um strap-on! um strap-on? – perguntei eu com um ar de ignorante.

 

chamou a lorena para a “pool” e pegou no strap-on para me mostrar. basicamente um strap-on é isso mesmo, um pénis de latex preso a um triangulo de onde saem uma fitas, serve para uma mulher colocar à cintura ficando com um pénis e foi isso que a “su” ajudou a lorena a fazer ;) este tinha uma particularidade, tinha também uma espécie de outro pequeno pénis no interior do triangulo que, ao ser colocado, ficava semi-introduzido na vagina da utilizadora ;)

 

lorena equipada e com grande estilo e pose perguntou – alguém quer? a “su” nem tempo me deu para pensar e colocou-se logo de quatro dizendo – uau, come-me! a lorena percebeu perfeitamente a provocação e com algum jeito introduziu o pénis de latex da ratinha da “su” que suspirou, a lorena perguntou se ela estava bem ao que ela se virou olhando o mais que p|ode para ela e disse – não, está tudo muito parado, quero acção! a lorena riu e com uma pose bem mais concentrada começou a efectuar movimentos introduzindo e retirando o aparelho que ia ficando mais molhado e com um melhor deslizar a cada penetração, a “su” começou a gemer e a lorena a dar-lhe com mais força, parecia que o pequeno pénis no interior também estava a fazer efeito pois ela também mostrava uma face de prazer mordendo o lábio inferior a cada movimento.

 

já a coisa ia bem avançada e ritmada e eu estava ali, imovel a olhar, a “su” gritou-me quase que me acordando daquele transe dizendo – vai ao meu quarto buscar uma surpresa também para a nossa amiga! percebi de imediato, ela referia-se ao plug, ao tal que compramos da outra vez. preparei-o e enquanto ela estocava com força a ratinha da “su” passei-lhe um pouco de lubrificante e comecei a forçar a entrada do rabinho dela, ela contraiu-se um pouco, esperei, mas depois com uma das mãos afastou uma das nádegas como que me dizendo “podes meter” e foi o que eu fiz, sabendo da nossa experiencia fiz igual, meti-o aos poucos até ficar todo dentro do rabinho dela, depois esperei um pouco para que se habituasse, quando mais eu enfiava o plug no rabinho dela mais ela “dava com força” na “su” que já falava no seu linguajar de descontrolo pedindo-lhe que a “fodesse” e “mais” e “mais”, comecei a movimentar um pouco o plug num vai-vem suave e constante que ela estava a aceitar muito bem, estava a excitá-la aquilo, notava-se nitidamente, passados segundos atingiram ambas novamente um orgasmo quase simultâneo e cairam exaustas, acabámos por adormecer as 3 na nossa “love pool”.

 

sinto-me: sem comentários
banda sonora: hands on approach - let's be in love
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:17

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

revistas e descanso... ou nem tanto

segundo dia de férias ou melhor deverei dizer, quase-férias, o mesmo para fazer que no anterior, ou seja, nada! a praia continuava pouco ou nada agradável para ir a banhos mas achei que pelo menos daria para apanhar um arzinho, pelo caminho parei num quiosque e comprei uma daquelas revistas à “su” mas que é o que apetece ler quando não estamos com a mínima atenção e disponibilidade mental (atenção amiga que não te estou a chamar burra).

sentada ao sol, se bem que vestida pois ainda não tinha tido coragem para me despir com aquele fresquinho todo, comecei a folhear a dita revista despreocupadamente e sem grande interesse lendo apenas as “gordas” e vendo as fotos ;) até que... algo que despertou de súbito o interesse. tirei os óculos de sol e coloquei-os na cabeça para ver e ler bem aquilo que estava naquele artigo sobre as novidades “hi-tec” para senhoras, ou como dizia o título “lady’s new gadget”.

o artigo era sobre um tal de “ohmibod”. e o que é o “ohmibod” para quem, como eu, nunca tinha ouvido falar dele, é uma espécie de acessório para usar com o ipod, mas não é apenas mais um acessório para o ipod, é o acessório que nos faz literalmente vibrar de prazer. já lá chegaram? eu explico, é um vibrador (nem mais nem menos) que se conecta ao mais comum dos ipod e que nos faz vibrar ao ritmo das nossas playlists, nada mais a propósito depois do dia que tinha tido e das descobertas que tinha feito, mas a minha primeira reacção foi mesmo – isto existe? parece que sim, existe mesmo e segundo o artigo tem feito sucesso pelo mundo, ao que dizem, até quem não era grande fã de música ritmada passou a possuir no seu ipod um conjunto de faixas tecno e outras que tal, parece que quanto mais “batida” tiver, melhor! ;)

realmente há coisas que parece que nos aparecem aos olhos de propósito, já sei o que comprar quando voltar a ir de férias, não vá a coisa repetir-se como este ano. ;)

e porque o diário também é serviço à comunidade ;) as interessadas poderão consultar aqui o site mais novo “amiguinho” do ipod ou nosso. fico à espera de feedback de alguém que já tenha experimentado e me queira contar que tal é ;)

sinto-me: curiosa
banda sonora: lulla bye - a bigger plan
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:40

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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

rexona women um “deo roll-on” de grandes sensações

de férias mas retida entre 4 paredes e pior, sozinha, os desarranjos e descombinações de ultima hora assim o justificavam pelo menos por mais 2 ou 3 dias. o tédio era grande e a praia apesar de ali tão perto não me cativava minimamente pois conseguia ouvir o vento lá fora e eu detesto praia com vento. nada para fazer, se ao menos tivesse a “su” para coscuvilhar ao telefone, mas nem isso era possível. resolvi desfazer as malas e arrumar tudo muito arrumadinho em gavetas e cabides como quem vai ficar 6 meses e não 15 dias.

 

a verdade é que tinha planeado muita coisa para estes dias e a espera estava a deixar-me louca e pior que louca, louca de tesão, isso mesmo, estava com uma daquelas vontades que só eu sei e nada melhor que fazer trabalhos domésticos para “cortar” essas vontades, é melhor que um banho frio, mas nesse dia nem isso me valeu, estava mesmo “assanhada”, sentia-me desejosa por um bom “pau duro” dentro de mim (o verão faz-me destas coisas) e lembrei-me que nem sequer o vibrador tinha trazido, achei que não iria precisar, que iria ter melhor, que engano.

 

a caminho da casa de banho para colocar os meus objectos de higiene pessoal tive uma visão (nada de religioso, muito pelo contrário) o meu desodorizante, o meu rexona women que mudou recentemente de embalagem (só faço publicidade porque estes senhores merecem mesmo) e que grande e maravilhosa mudança, não sei quem o pensou, mas está realmente perfeito para uma mulher, ou pelo menos para uma mulher como eu ;) nem pensei duas vezes, descolei cuidadosa e o mais rapidamente possível todos os autocolantes da embalagem, lavei-a, tirei num ápices as cuequinhas e “cá vai disto” enfiei-o directamente na minha ratinha já para lá de molhada de desejo e que bom que era o raio do desodorizante, digo-vos mesmo, não fica nada atrás de algumas coisitas realmente feitas e pensadas para esse efeito que há por ai e com ele brinquei longa e demoradamente aproveitando tudo o que ele me podia dar naquele momento de grande necessidade.

 

após alguns minutos tive um principio de orgasmo que decidi não reprimir e levar até ao orgasmo propriamente dito em segundos caindo em seguida de costas na cama. ali, deitada, olhei uma vez mais para o desodorizante beijei-o e disse-lhe: “obrigada rexona women” por esta evolução.

 

foi realmente uma experiência muito boa e inesperada da qual me surgiu a ideia de escrever ao fabricante perguntando para quando uma embalagem de 150 ml a 200 ml em vez dos normais 50 ml ;)

 

 

sinto-me: deliciada
banda sonora: clã - sexto andar
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:59

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Terça-feira, 1 de Julho de 2008

masturbação – poderosa terapia anti-stress

tenho andado stressada, já o saberão pois já dei disso conta, bem como dos motivos desse mesmo stress no meu último post. e para quando o stress aperta e não dá sequer vontade de estar com outras pessoas há uma terapia “a solo” que descobri há já muito tempo atrás mas que parece não ter perdido eficácia com o passar do tempo, antes pelo contrário, parece cada vez mais apurada, isso mesmo – a masturbação, mas não uma masturbação qualquer, mas não uma masturbação à pressa, “a correr” ou com tempo contado, nem sequer uma masturbação espontânea, do momento ou por impulso. antes aquilo a que chamo “vim” ou “masturbação vip”. e como é que é essa “masturbação vip”? é fácil, eu explico.

em primeiro lugar, e como já disse, não é “espontânea”, tem hora e local marcado ou, melhor dizendo, é necessário “reservar” espaço e tempo para que ela ocorra sem perturbações de qualquer espécie.

em seguida devemos tratar de nós como se nos estivéssemos a preparar para o “encontro das nossas vidas” e não como algo que como é para nós não precisamos “caprichar”, precisamos sim, aliás, exactamente por ser de nós para nós é que devemos cuidar ainda mais todos os detalhes. um banho demorado de espuma ou sais pode ser uma importante parte dos “preliminares”.

devemos também pensar no que queremos ou nos apetece fazer e preparar antecipadamente o que precisamos ou podemos vir a precisar, se gostamos de usar acessórios, lubrificantes ou seja lá o que for devemos ter “tudo à mão” e não interromper o processo a meio só porque nos lembramos de fazer “isto” ou “aquilo”.

como disse antes, nesse “período reservado” não há espaço para telefones, campainhas ou outros motivos de interrupção ou distracção, o rádio ou a tv são acessórios que poderão ser usados mas convém que não seja quando estão a dar as noticias ou algo do género.

eu é assim que faço, um belo banho seguido de uma auto-massagem com óleo para ficar macia, hidratada e sedosa. coloco uma lingerie “sexy” (tal e qual como se fosse para alguém), preparo o que preciso e coloco junto do local escolhido (isto se decidi usar algo mais que as mãos  ), desligo o telemóvel e começo a sessão vagarosa e suavemente como se tivesse todo o tempo do mundo, toco-me nos seios em movimentos circulares da base para o centro em direcção aos mamilos pondo-os duros, depois desço vagarosamente e massajo as pernas e as coxas em direcção às virilhas.

quando chego à ratinha gosto de passar um bom tempo tocando-me suavemente por cima das cuequinhas sentindo-me a ficar molhada e as cuequinhas a ficarem húmidas. depois de bem húmida gosto de passar um dedo pelo centro, abrindo os lábios e provando o meu sabor, depois coloco a mão dentro das cuequinhas (sem as tirar) e vou-me tocando mais em baixo, mais em cima, brincando bastante com os lábios, o clítoris, a entrada da vagina e até mesmo o buraquinho do rabinho, uso diferentes dedos e diferentes partes do dedo, por vezes a unha (com cuidado) e vou metendo também a ponta dos dedos na vagina. gosto também de dar pequenas palmadinhas junto ao clítoris, são como pequenos choques eléctricos, muito estimulantes

quando por fim tiro as cuequinhas e me abro toda, é a hora de mudar também bastante de ritmo, vou introduzindo e retirando 1, 2 ou mais dedos na vagina com algum ritmo num movimento deslizando a palma da mão, acompanhando a forma de concha da minha ratinha tocando a palma da mão no restante. por vezes volto às palmadinhas mas desta vez com a mão mais em concha fazendo um movimento de uma certa “sucção” (que só resulta plenamente quando bem depilada).

depois é a fase mais hard com, ou sem acessórios (na maioria das vezes sem), trato da minha ratinha pelo menos com 2 dedos em movimentos vaivém frenéticos misturados com toques circulares no clítoris com a outra mão até me vir por completo num orgasmo daqueles de saltar e ficar a tremer por dentro durante uns bons minutos.

qual é o meu “segredo” para esses orgasmos brutais, já me têm perguntado algumas pessoas, inclusivamente pelo e-mail aqui do blog. o segredo, se assim se pode dizer, é tocarmo-nos onde gostamos, é explorarmo-nos sem medos nem tabus e, no meu caso, resulta muito bem “pausar” quando sentimos que estamos prestes a atingir o orgasmo, e ir “pausando”, moderando a intensidade e ir tendo “micro-orgasmos” ou “quase orgasmos” culminando com um último daqueles que vêm mesmo das profundezas e o qual somos incapazes de parar.

comigo, resulta! e o stress, vai-se todo

caso o stress seja mesmo grande, é apenas uma questão de repetir a dose as vezes necessárias até o eliminar por completo  ;) diz quem sabe que é uma das melhores terapias para evitar a depressão ou para curar quem sofre de uma.

 

sinto-me: curada
banda sonora: keane - is it any wonder
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:21

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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

sexo e virgindade – até que idade?

li no outro dia um post num blog de uma “amiga” (que não conheço) que falava sobre sexo, sobre virgindade e sobre o facto de a ter “perdido” aos 14 anos e de como isso influenciou a vida dela. o assunto tocou-me bastante pois para quem me lê deve imaginar que devo ter sido uma das miúdas “assanhadas” que aos 12 anos já andam atrás dos rapazes (mais velhos) em busca de algo que nem sequer sabem muito bem o que é. pois não podiam estar mais errados. a verdade é que tive a minha primeira relação sexual cerca dos 20 anos de idade não porque não tenha tido oportunidades antes e muito menos porque tivesse alguma meta ou reserva mental a esse respeito. fi-lo quando achei que era o momento certo, quanto tive vontade de o fazer, quando o meu corpo mo pediu e quando assim é podemos afirmar com alguma certeza que era o “momento certo”.

tinha muitas colegas de escola que já uns bons anos antes saltavam em cima dos namorados e tremiam cada vez que a menstruação atrasava e que suspeitavam que poderiam estar grávidas. acho que foi esse o meu grande ensinamento, aprendi convivendo com quem fazia muitas asneiras, com quem convivia com o sexo como algo que se tem que fazer porque assim os rapazes não nos trocam por outras. convivi com pessoas que faziam broches a metade da escola porque sim mas faziam-nos com preservativo pois tinham nojo de tocar com a boca no pénis. tudo isso me parecia tão errado, tão estúpido, tão ignorante e, talvez por isso, nunca o fiz.

o sexo tem cheiro, tem sabor, é assim que é a realidade para quem sabe dela desfrutar plenamente. quem tiver nojo de chupar um pénis pois que não o chupe, tal como quem tiver nojo de lamber uma ratinha que o não faça. há alguma sensação melhor que a de nos sentirmos livres, realmente livres, de fazermos o que nos sabe bem sem sermos forçados a nada? para mim não há! e é esse pensamento e essa sensação que quero sempre transportar para o sexo.

se a “virgindade” é um estado que devemos abandonar quando sentimos que é o momento certo o mesmo se aplica na hora de parar. qual é a idade de parar de ter relações sexuais, alguém sabe? 40? 50? 70? 90? para mim é quando deixar de me sentir bem fazendo-o, quando deixar de ter prazer com o sexo, aí é a hora certa para parar. tal como quando deixar de ter prazer em viver é a hora certa para morrer! sei que é polémico, eu sei, eu sou assim!

vi igualmente num programa de televisão uma “avozinha” alemã que do alto dos seus 80 e tal anos dizia que adorava ter relações sexuais, que ainda sentia prazer nisso, não como quando tinha 20 anos mas que sentia. o marido, um senhor da mesma idade, já não ia lá nem com vigaras mas adorava que ela o tocasse e acariciasse. ambos há uns anos atrás tinham decidido comprar um “dildo” para que a esposa continuasse a ter prazer vaginal e ambos viviam felizes com a situação. é assim que eu quero ser! pois se tive alguns anos de atraso em relação às minhas colegas de escola, hoje, acredito que estou quilómetros à frente delas, em prazer e em satisfação pessoal.

eu, sou assim, e sou feliz!

 

sinto-me: pensativa
banda sonora: hands on approach - let's be in love
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:00

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Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

falando de sexo – a vegetariana

sexta-feira à noite, jantar em minha casa, a “su” tinha como sempre trazido uma das suas preciosidades culinárias para jantarmos, a sua famosa lasanha (do lidl) ;)

lasanha no forno a aquecer e a conversa também, olha lá qual foi a coisa mais estranha que já te propuseram fazer na cama? quê? qual foi a coisa mais estranha, mais bizarra, mais fora do comum que já te propuseram fazer? sei lá “su”, tanta coisa ;) rimos as duas. ok, há uma que na altura achei uma loucura total e ainda hoje acho ;) sexo num elevador. e chegaste a fazer? mais ou menos, chegar chegamos mas foi tudo muito rápido e eu detesto rapidinhas, a menos que a seguir haja mais no programa ;) mas porquê essa pergunta agora? por nada em especial, estava aqui a olhar para o teu frigorifico e lembrei-me de uma coisa. para o meu frigorífico? não me digas que já fizeste dentro de um frigorífico ou te propuseram isso?  ri. não, não foi nada disso! mas já fiz uma que nunca te contei ;) riu-se envergonhada (o que é coisa para além de rara, muito difícil de acontecer). então, desembucha, conta lá o que foi? propuseram-me umas brincadeiras com uns acessórios diferentes. sim, mas o que é que isso tem a ver com o meu frigorifico? tem, no sentido em parte desses acessórios estão dentro dele! o quê?

eu explico, digamos que usamos como “dildos” frutas e vegetais. uau! grande cena! e que tal? muito giro, mas acima de tudo muito diferente. mas conta lá isso melhor que eu quero pormenores. sim, mas a lasanha já está pronta, vamos para a mesa que já te conto o resto.

fomos jantando e conversando mais sobre esta experiência transcendente, frutas e vegetais, é verdade que já tinha visto vários mails sobre o assunto ;) e até ouvido falar sobre isso, mas nunca tinha conhecido alguém que tivesse experimentado e o admitisse.

sim, foi isso, experimentei diversas coisas e digo-te que as sensações são bem diferentes ;). mas experimentaste o quê? então olha, banana, cenoura e até pepino. pepino? bem, espero que não tenha sido dos grandes ;) gargalhada. não, foi um médio ;) mas há quem use mais coisas, tipo maçarocas de milho e tudo o que tenha uma forma adequada

bem, e que tal a sensação? é interessante, mas não tem nada a ver com a coisa real nem sequer com um vibrador, é muito mais frio e arrepiante, mas é um arrepio que também consegue dar um certo prazer e depois varia a banana é mais soft, a cenoura é gelada e o pepino como deves calcular “enche tudo” e tem aqueles pontinhos salientes como alguns vibradores que são o máximo ;)

acabamos de jantar e fomos para a cozinha lavar a loiça ao sair a “su” deitou o olho para as bananas na fruteira, apenas lhe disse – não te ponhas com ideias e rimos as duas.

 

sinto-me: curiosa e espantada
banda sonora: da weasel - toque toque
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:27

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