Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

emergência sexual

quarta-feira à noite, cheguei do trabalho, tomei um belo banho e jantei qualquer coisa para enganar o estômago, sentei-me, ou melhor, recostei-me no sofá com a tv ligada para me fazer companhia pois nem sei o que estava a dar. sou quase acordada pelo som do telemóvel a vibrar em cima da mesinha de centro, alcancei-o a custo, era a lorena – que seria que ela queria a estas horas?

 

estou! – olá amiga, desculpa ligar esta hora mas preciso de ti! – acordei com a conversa – mas que é que se passa, o que aconteceu? – perguntei – sei que já é tarde mas posso ir a tua casa, preciso de falar contigo, é muito urgente! sim, claro, não há problema, podes vir, mas não queres dizer o que se passa? – falamos melhor aí, pode ser? certo, fico à tua espera então.

 

fiquei preocupada, o que se passaria com a lorena, não costuma ligar a estas horas e muito menos com aquela voz, fiquei num estado de nervos incrível desde que desliguei até que ela entrou pela porta. então, o que se passa amiga? que aconteceu? não é nada de grave, quer dizer, até é um pouco, mas não precisas preocupar-te. vou dizer-te uma coisa! diz! fala! – disse eu já para lá de nervosa. preciso de ti, és a única pessoa que me pode valer! – mas o que é que precisas! diz-me! como te posso ajudar? estás com algum problema? sim, estou!

 

fez-se um momento de silêncio na sala...

 

preciso muito de uma coisa e só tu me podes valer, não conheço mais ninguém! – estás com problemas de dinheiro, é isso? quanto precisas? – não, não, não é isso que preciso! é mais grave que isso! – mais grave?!

 

sim, preciso muito de... sexo!

 

sexo?!

 

sim, desculpa, eu sei que não devia estar a pedir-te isso assim desta forma mas estou “esfomeada”, não aguento mais, há 2 ou 3 dias que não penso noutra coisa, já olho para todos os homens na rua querendo “comê-los” e eu não quero isso. estou mesmo mal, vê que hoje no trabalho tive até que ir para o wc para me masturbar um pouco, mas nem isso me acalmou, preciso de mais!

 

fiquei parada de boca aberta a olhar para ela enquanto ela me contava tudo isto sem reacção, tudo isto parecia simplesmente surreal, será que estava a sonhar?

 

ajuda-me! podes? sei que não é justo nem normal pedir-te isto mas vê como estou! – dizendo isto levantou a saia e mostrou-me as cuequinhas molhadas, estavam realmente e visivelmente molhadas até de longe.

 

acordei para a realidade e a realidade é que uma mulher lindissima e acima de tudo minha amiga e companheira de já tantas aventuras precisava de mim para fazer aquilo que mais gosto – sexo! sorri-lhe e abracei-a. disse-lhe ao ouvido – não te preocupes, vou tratar de ti! senti naquele abraço um coisa incrivel, senti os mamilos dela no meio peito, estavam durissimos, a lorena estava à beira de um “ataque de sexo” e era realmente urgente tratar dela.

 

quase como duas loucas despimo-nos quase como que arrancando as roupas do corpo o mais depressa que pudemos, atirei-a para o sofá onde ela abriu de imediato as pernas “escancarando-me” aquela ratinha suculenta e sumarenta, tão sumarente que até nas coxas ela tinha humidade da ratinha, ajoeilhei-me junto dela, a ratinha dela exalava um odor intenso mas não de “mal lavada” nem nada que fosse repelente, pelo contrário, um odor doce a sexo que me excitou ainda mais. caí de boca nela lambendo-lhe a ratinha toda de cima a baixo de lado a lado, por dentro e por fora, a sofreguidão dela tinha-me contagiado e eu que gosto das coisas com uma certa calma estava tão sofrega quanto ela, já nem sabia o que estava a fazer, simplesmente estava, ora chupava, ora lambia toda por entre gemidos bem audiveis, contracções e espasmos que aconteciam ao ritmo das minhas investidas.

 

reparei que o clitóris dela estava enorme, duro e quente como nunca o tinha visto, quase parecia a “cabecinha” de um pequeno pénis a querer romper por entre os lábios, não contive e chupei-o com força como se um pénis se tratasse, ela quase saltou do sofá de prazer, sentia-a nos limites e descontrolada acabei mesmo por mordê-lo suavemente, à semelhança do que faço no masculino ;) ela não aguentou e teve um orgasmo ou uma série deles seguidos nesse momento, senti e percibi o que estava a acontecer e não parei. demorou uns bons minutos até que ela acalmasse e os espasmos parassem, ela acabará de ter multiplos orgasmos consecutivos uma coisa que eu própria só me lembro de ter tido 1 ou 2 vezes na vida.

 

estranhamente toda essa acção só parecia tê-la acalmado por uns breves minutos pois após respirar fundo partiu para cima de mim com tudo, o sexo oral praticado por ela estava perfeito, como sempre, mas a intensidade que ela estava a por na coisa estava a deixar-me louca e sem controlo, não demorei mais do que breves minutos a atingir um poderoso orgasmo com 2 dedos dela dentro de mim a estocar-me com força e a lingua a fazer maravilhas no meu clitoris.

 

quando recuperei olhei para ela, estava totalmente descabelada ;) aproximou-se de mim e disse-me – posso pedir-te mais uma coisa? sim, claro! – disse eu. podes ir buscar o strap-on e usá-lo em mim? não me leves a mal mas hoje preciso mesmo de algo duro dentro de mim para me matar esta fome. apenas sorri e corri a buscar o strap-on que tinha ficado comigo desde a “festa anterior”, ela ajudou-me a colocá-lo e a apertar as fitas, depois voltou-se de costas para mim, joelhando-se no sofá e apoiando-se no encosto do sofá e disse: - quero que me “comas” assim, por trás! não hesitei e enfiei-lhe o pénis de latex todo, estava realmente muito molhada, nem precisamos de usar lubrificante. comecei a experimentar a coisa (sou novata no assunto) penetrando e retirando levemente o “aparelho”, mas ela logo reclamou – dá-me com mais forza! quero me comas como se fosses um homem cheio de vontade! – e eu não estive por meias medidas, dei-lhe com força, com a força que pude ou tinha, enfiando o dildo bem fundo na ratinha dela e ouvindo-a gemer e gritar a cada estocada mais forte, estava no controlo e agora sim percebia o que ela queria dizer com o “dominar” quando usava o dito no namorado, continuei a penetrá-la o mais que pude, o pequeno pénis no interior também puxava por mim deslizando sobre o meu clitóris dando-me muito mais prazer do que eu podia pensar, mas a noite assim pedia, era uma noite que tinha começado intensa e intensa iria terminar com toda a certeza.

 

comecei a sentir pequenos orgasmos a cada estocada que lhe dava, segui pelo meu ritmo, estava a gostar e queria experimentar a vir-me assim, continuei por mais uns minutos assim até atingir um grande orgasmo, já tinha sentido um bastante grande da lorena uns minutos antes mas não tinha sequer parado 1 segundo, não lhe dei descanso e avançamos directamente para outro patamar ao que ela chegou pouco depois de mim.

 

caimos exaustas no sofá as duas, ela abraçou-me e disse-me ao ouvido: - obrigada! por tudo! nunca me irei esquecer deste dia!

 

sinto-me: louca
banda sonora: ez special - chama por mim
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:22

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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

sexo anal – “no alternar é que está o ganho”

a conversa entre dentadas de pizza, como já disse ontem, não se ficou por ali, o assunto seguinte foi inevitavelmente, o mesmo, o sexo anal (já que era nisso mesmo que estavamos) além do mais havia algo que me tinha despertado a curiosidade e que ainda não tinha perguntado, por uma questão de “delicadeza”, mas já que a “su” fez o favor de abrir o livro da lorena, eu continuei a folheá-lo ;)

 

- então e tu, gostas de o penetrar? perguntei eu já com ela “fisgada” – sim, no inicio foi estranho mas a intimidade e o envolvimento foram tão grandes que passei a gostar e muito. e ele? – perguntei novamente – ele também gosta, claro! – não, não era isso que quero dizer, se ele também gosta do teu? ah ah ah! - riu a lorena – é claro que sim, todo o italiano é doido por um “culo”! são muito mais as vezes que ele vai ao meu do que eu ao dele ;) riu.

 

eu sei que noutras culturas esse é um assunto um pouco, como se diz, “tabù”, mas para nós em italia é muito comum e não só nas cidades e nos lugares mais “evoluídos” se posso dizer assim, mesmo na aldeias, e a minha mãe nasceu numa do interior da toscania, era muito comum até as “ragazzas” mais novas e das familias mais religiosas que queriam ir virgens para o casamento darem o “culito” ao namorado para protegerem o più sacro.

 

ora aqui está mais uma lição de cultura italiana daquela que não vem nos livros – pensei eu, alto – exactamente! – disse a “su”, parece que voltámos à escola, só que esta tem matérias mais interessantes ;) rimos todas.

 

acabei por lhe contar as minhas experiências nessa campo, tanto as boas, como as más (quem não sabe do que estou a falar procure nas páginas mais antigas deste diário e encontrará) e ela ficou chocada principalmente com a má experiência, como pode alguém ter uma atitude tão “anti-sexual” – chegou a perguntar.

 

e fantasias, tens muitas ou esta era a última? – perguntou a “su”. ultima? – disse ela surpreendida com a questão – cada vez que cumpro uma, parece que mais 10 aparecem de novo, o sexo é como o futebol, quanto mais se treina e mais jogos se faz, mais golos se marca, maiss se quer correr, jogar e marcar, melhorar o desempenho, ter um melhor contrato, ir para uma melhor equipa, não digo com isto que é preciso mudar de parceiro ;) mas às vezes é preciso algo diferente, algo que nos faça sonhar, que nos estimule todos os sentidos e é isso que sempre procuro. o alberto, o meu namorado, também é assim, por isso que sempre nos demos bem e nunca tivemos problemas no nosso relacionamento, sempre foi sincero, posso dizer-vos que já lhe contei das outras vezes que tive sexo com vocês ;) contaste? – gritámos as duas em coro – sim, claro! é esse o nosso segredo para nos mantermos juntos, honestidade! e ele? que é que ele disse? – disse para ter cuidado, para escolher bem as companhias, para não correr riscos desnecessários e, pesando isso, para me divertir o melhor que pudesse. ah, mas sem homens! ;)

 

ele deixa-te ter sexo com mulheres mas não com homens, é isso? – não, não creio que seja isso, já falamos até na possibilidade de podermos incluir outras pessoas na nossa sexualidade, sejam homens ou mulheres, simplesmente nunca aconteceu antes mas acredito que se chegarmos a esse ponto, e acredito que um dia chegaremos, com outro homem ele quer ter uma palavra a dizer e, acima de tudo, estar presente ;)

 

uau, era um homem assim que eu precisava! – diz a “su”. e eu, e eu – digo eu. talvez tenham sorte ;) mas atenção que este é meu e eu sou uma fera quando tenho concorrência ;) remantando em seguida com, senão a melhor, uma das melhores frases na noite, “quanto muito posso talvez emprestá-lo um pouquinho”.

 

ficamos as duas a olhar uma para a outra boquiabertas e sem reacção, não dissemos uma palavra mas os nossos olhares cruzaram-se como que dizendo em coro: “quando! quando!”.

 

 

sinto-me: sem comentários - continuação
banda sonora: madonna - give it 2 me
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:52

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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

mais revelações escaldantes da colega italiana

3 da manhã, acordo cheia de fome e frio no meio da “love pool”, a “su” e a lorena estão ambas a dormir e enroscadas uma na outra (por isso que só eu tenho frio). mas mal me levanto a lorena abre logo os olhos, acabamos por acordas as 3 e levantarmo-nos para tomar um belo banho e comer qualquer coisa, a “su” teve a brilhante ideia de descongelar uma pizza para comermos, sim, vocês não sabem mas a “su” tem a mania de comprar pizzas na pizzaria e leva-as para casa mas não as come, congela-as, sim, isso mesmo que leram ;)

 

entre dentadas na pizza fomos conversando e a “su” chutou logo acerca do strap-on – sim senhora, a menina da maneira como usa aquilo vê-se que não era a primeira vez! mas espera lá, não tinha sido a primeira vez que tinhas sexo com mulheres? a lorena riu, corou e mudou de côr umas 3 vezes até dizer alguma coisa. depois, respirou fundo e soltou mais uma revelação bombástica – sim, é verdade! não foi a primeira vez que usei o strap-on, confessou, mas também é verdade que foi com vocês a minha primeira experiência com mulheres!

 

quê? – ficamos as duas meias parvas a olhar uma para a outra.

 

mas a algum custo ela lá nos foi fazendo a revelação - sim, sabem, é que já o usei algumas vezes mas com o meu namorado.

 

 

 

com quem? como? o quê?

 

sim, é isso, ele gostava que de vez em quando fosse eu a fazer de homem. mas espera lá – gritava a “su” – tu estás a querer dizer-nos que lhe ias tu ao rabinho com isso? sim, era isso mesmo, sorriu. sempre tivemos uma relação muito aberta e sempre gostamos de experiências novas, um dia, experimentamos isso e depois fizemo-lo mais umas quantas vezes, ele de vez em quando gostava disso e eu, ao incio estranhei, mas depois não sei, a sensação de controlo, de dominio, é muito diferente ;)

 

a conversa entre dentadas de pizza durou até de manhã e a lorena revelava-se cada vez mais um membro importante do nosso grupo ;)

 

sinto-me: sem palavras
banda sonora: red hot chili peppers - snow (hey oh)
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:05

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