Terça-feira, 23 de Junho de 2009

mini-férias escaldantes - sexta-feira (a manhã)

o pequeno-almoço da sexta-feira foi terrível, não consegui olhar directamente para eles, a cada vez que o fazia recordava imediatamente o sucedido na noite anterior, aquilo estava mesmo a tomar conta de mim. precisava de espairecer um pouco, aliviar a cabeça e apesar de termos ido todos juntos até à barragem, decidi aventurar-me num passeio a sós pelas margens enquanto eles foram passear no jetski.

o passeio, apesar de algo solitário, estava agradável, uma brisa fresca corria entre as árvores e ajudava a  refrescar um pouco o calor tórrido que mais uma se fazia sentir naquele dia. passeei um bom tempo por ali, nem tenho noção de quanto, mas talvez mais de 1 hora, decidi voltar e sem saber porquê fui arrancando pelo caminho pedaços de casca dos pinheiro que ia partindo aos pedacinhos à medida que ia andando, acho que foi a forma que encontrei para me entreter, o facto é que um (ou vários) desses pedaços tinham aquela espécie de cerne dos pinheiros que se cola às mãos e a tudo e que é muito difícil de tirar. o pó castanho das cascas do pinheiro com o cerne transformou-se rapidamente numa pasta castanha horrível que não conseguia tirar das mãos, apanhei um pouco de areia do chão e tentei esfregar um pouco para que saísse, parecia estar a resultar mas muito lentamente, fui repetindo o processo sempre que apanhava uma zona de areia mais limpa e quando já pouco restava daquela cola e era mais a sujidade decidi ir lavar as mãos a ver o que acontecia. entrei pelo meio das árvores e dirigi-me na direcção da água, pensava que estaria mais perto, ainda tive que andar uns 2 ou 3 minutos até chegar junto dela, mas, ao aproximar-me reparei que estava alguém, ouvia pessoas, decidi aproximar-me com cautela pois não sabia o que podia encontrar e mais a mais estava ali sozinha e sem a mínima noção da distância que faltava para retornar ao meu ponto de saída. fui andando, vagarosamente, aproximando-me e tentando espreitar por entre as árvores, ao chegar já bem perto percebi que era a “su” e o namorado no jetski e o meu primeiro pensamento foi “aconteceu alguma coisa e precisam de ajuda” o que me fez aproximar mais rapidamente para tentar ajudar mas mais 3 ou 4 passos de aproximação deram-me uma noção totalmente diferente, afinal ninguém precisava de ajuda, muito pelo contrário, a “su” estava a safar-se muito bem no acto de “abocanhar o membro do parceiro” e eu ali fiquei, congelada pela imagem, agarrada a um tronco de árvore e com a respiração retida. não sabia o que fazer, ir embora? e se me vêem aqui? vão por certo pensar que os ando a espiar, que mal! tentei lentamente afastar-me de forma a que fosse impossível verem-me, encostei-me ligeiramente a um outro tronco de forma a ter vista sobre o acontecimento, estava com medo mas a minha curiosidade vence quase sempre. a “su” chupava-o bem, com força, olhando-o nos olhos e ele deliciava-se com o acto até que ele se veio por cima da cara e cabeça dela, uma enorme quantidade do seu néctar continuava a jorrar e ela continuava a chupar e a besuntar-se com ele. depois do acto ela lavou a cara e cabeça na água da barragem, mas parecia que o néctar dele teimava em não sair do cabelo dela, mergulhou diversas vezes tentando minimizar o aspecto mas parecia não estar satisfeita com o resultado e pedia-lhe a ele que visse se ainda tinha ou não.

enquanto eles se entretinham a “apagar as provas do crime” e saí dali, afastando-me de fininho e voltando ao meu caminho de volta ao ponto de encontro. enquanto voltava lembro de ter pensado da “su” – “ela é mesmo boa de boca” – não só no feminino mas também no masculino e ou era falta de memória minha ou a sua “arte” para o assunto tinha melhorado com o tempo ;)

cheguei finalmente ao ponto de encontro, ainda não estava ninguém por lá, estendi a minha toalha e  fui dar um mergulho também, precisava de me lavar e refrescar e ao bikini também que uma mulher também não é de ferro e a manchinha de humidade já se começava a notar. estava eu estendida ao sol há alguns minutos quando me apareceram os 2. olhei-os como se não os visse há horas e perguntei – então, esse passeio, foi bom?sim, foi muito bom! – responderam-me ambos – já estava a ficar preocupada com a vossa demora… - ah é, já chegaste hà muito tempo? – sim, quer dizer, não muito!

querem ir dar mais uma volta vocês? – perguntou o namorado da “su” – sim - disse a “su” - bora lá!mas não estás cansada de tanta volta? – perguntei-lhe eu – não, andamos a passear e fizemos umas pausas – disse-me ela sorrindo.

depois de devidamente equipadas lá fomos novamente com ela a conduzir. não fomos muito longe, andamos ali por perto mas mais pelo centro da barragem a velocidade lenta, não havia ninguém aquela hora por ali, estava tudo já a almoçar. olhei para o cabelo dela e vi que ainda tinha uma certa “marca do crime” e não pude evitar de virem à memória novamente aquelas imagens e num certo impulso encostei-me mais a ela e segurei-me em volta das ancas ao que ela reagiu dizendo – estou a ir depressa demais? estás com medo?não, porquê? – perguntei eu – nada, então são saudades minhas disse ela rindo! – quê? não percebi! – disse eu – disse que então estavas com saudades minhas – fiquei um pouco envergonhada com o comentário, mas não me fiquei e respondi – se fossem saudades tuas era assim – disse eu fazendo um gesto de lhe pegar nas mamas coisa impossível de fazer com o colete que tínhamos vestido. rimos as duas. mas aquele momento funcionou novamente como um certo “quebra gelo” entre nós, fazia tempo que não estávamos assim juntas e as coisas tinham mudado bastante, não sabia qual era a posição dela face a mim naquele momento e aquela brincadeira entre nós deu para “clarificar” um pouco que apesar das mudanças ainda havia a nossa ligação. esse momento deu-me coragem para avançar e passei-lhe as mãos das ancas para as virilhas, ela riu e disse – olha lá, olha lá! o que para mim foi a mesma coisa do que um “não me importo nada”. e não demorou até que vencesse o obstáculo do bikini dela e enfiasse os dedos dentro do bikini dela tocando-lhe a ratinha, ela reagiu novamente com um – ui, ui! – e eu, por aí fui seguindo “às apalpadelas”  tocando-lhe e massajando-lhe o clítoris e passeando-lhe os dedos entre os lábios. a coisa foi aquecendo e sabendo eu que ela devia estar já “quentinha” da sessão anterior ataquei enfiando-lhe 1 dedo na ratinha (porque não dava mais) e fui alternando entre a vagina e o clítoris até que ela se veio em plena barragem.

depois ela vira-se para mim e diz-me - anda, vamos trocar de posição que levas tu a mota para lá – percebei o que ela queria mas disse de pronto – nem pensar, não sei conduzir isso, fica para outra altura – seguimos viagem até ao ponto de encontro que a fome já era muita, no real sentido.

sinto-me: esfomeada
banda sonora: andré sardet - um mundo de cartão
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:41

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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

fim-de-semana em barcelona – sex-hotel

fui com a “su” e mais 2 amigas passar um fim-de-semana a barcelona, uma das amigas trabalha numa agência de viagens e de vez em quando consegue umas “pechinchas” em voos e hotéis para estadias curtas.  era apenas a segunda vez que estava naquela cidade, a primeira tinha sido uns bons anos antes e tinha ido em “excursão” de autocarro ainda no liceu e foi horrivelmente dolorosa a viagem, tinha perdido toda a vontade de voltar lá mas assim era bem diferente até porque agora presto atenção em coisas que na altura não ligava a mínima.

chegadas ao hotel instalamo-nos nos quartos e fomos jantar ali mesmo na rua em baixo, conversa puxa conversa e já era tarde quando regressamos aos quartos e tínhamos que levantar cedo para aproveitar o sábado em barcelona.

ainda não estava deitada à 5 minutos quando comecei a ouvir um “pum pum pum” contínuo na parede do quarto – “su” que é isto? que é que se passa? – ficamos as duas em silêncio durante uns segundos a tentar perceber que “martelar” era aquele na nossa parede e não demorou muito mais para que percebêssemos, havia “festa” no quarto ao lado e da grande, ao inicio ainda comentei se seria alguém à pancada, mas rapidamente percebemos que a “pancada” era outra e a mulher não gemia, antes urrava que nem uma leoa (como disse a “su”). bolas, estão-lhe a “dar bem” – disse eu – a “dar bem” não, estão é a foder que nem uns animais – rematou a “su” no seu jeito peculiar de “mulher do norte” e sem papas na língua ;)

a “festa” durou ainda algum tempo e foi difícil adormecer com aquela “banda sonora” a “su” às tantas gritou mesmo – ou param com isso ou também quero! ;) mas acho que “para mal dos pecados dela” resolveram mesmo parar (ou mudar de local) ;)

pequeno-almoço de sábado - então meninas dormiram bem? – nem vos conto, tivemos festa a noite toda! – então? os residentes do quarto ao lado não nos deixaram dormir nada de jeito! – mas fizeram assim tanto barulho? – barulho não, urros, respondeu a “su” ;) rimos todas.

o dia foi passado em passeio e algumas compras, aliás, era para isso que as outras duas vinham, passei a tarde a tentar aguentar os olhos para não se fecharem (os cafés deles não fazem o mesmo efeito) e fui dormir cedo, a “su”, bem mais resistente que eu, foi para o quarto delas para a conversa mas não demorou muito a voltar e a acordar-me – anda cá ver isto, rápido! que foi? bolas “su” estava mesmo a adormecer! – anda cá, depressa! e lá fui eu “arrastada” por ela até ao quarto das outras duas, que estavam todas à janela. o que foi? que é que se passa? chega aqui, anda! olha para ali (não estava a ver nada) – onde? o quê? ali no andar de baixo do outro lado! o hotel fazia uma espécie de “u” formando um pequeno jardim/esplanada na parte interna e como o quarto delas era lateral dava para ver os outros quartos do outro lado. o que é que elas estavam a ver? um casal que num quarto no piso abaixo do nosso tinham relações sexuais de cortinas abertas, ou seja, nós parecíamos que estávamos no oceanário a ver os “peixinhos” no “aquário” só que estes peixinhos estavam a fazer muito mais do que nadar, estavam numa sessão realmente escaldante de sexo, do “puro e (aparentemente) do duro” o morenão era dotadíssimo e a loira que o acompanhava não lhe ficava nada atrás, era muito bonita, torneada e bronzeada, mostrando uma evidente marca de bikini fio-dental. acabavam de mudar de posição e ela estava agora debruçada no parapeito da janela e ele “bombando” por trás com nítida força que ela até ficava com a cara colada ao vidro e nós, as 4 voyeurs de serviço acotovelávamo-nos na pequena janela pelo melhor lugar para assistir à cena e que bem que eles “desempenhavam o papel” foi uma sensação impressionante, uma adrenalina, ver sexo assim, ao vivo e a cores e inesperadamente não tem nada a ver com ver um filme pornográfico é ali, tudo em tempo real e com “actores” reais passados alguns minutos ela vira-se repentinamente e baixa-se e alguém gritou no meu ouvido – olha ele vai vir-se! e veio-se mesmo, imenso,  em jactos sucessivos para a cara da loiraça que não parecia nada importada e até lambia a boca de gozo. fez-se um silencio sepulcral naquele quarto quebrado alguns segundos depois por um – uau, que cena! de uma delas.

delas não posso dizer que não sei, mas eu mal dormi nessa noite, acordei com as cuequinhas ensopadas mas o sono que tinha fez-me resistir a uma sessão de “dedo” na minha ratinha que estava bem desejosa de tal tratamento, a “su” senti-a mexer bastante durante a noite mas se não resistiu, fez algo discreto e para o qual não precisou de ajuda ;)

 

sinto-me: humida
banda sonora: nelly & kelly rowland - dilemma
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:04

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Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

voyeurismo de roupeiro

estou eu descansadamente em casa desfrutando do meu sofá novo quando toca o telemóvel, a “su”, quem mais. estou! então, que é que passa para a senhora ligar a estas horas? nem te passa! vem para cá já! mas o que é que se passa? anda cá já te conto, preciso de ti aqui agora!

saí numa correria só para ver o que passava de tão grave com a “su” nem sequer mudei de roupa, fui mesmo em “pijama” e chinelos, meti-me no carro e passados 10 minutos estava lá. então! o que foi? não estás bem a ver a cena! que cena! conta lá, desembucha! daqui a menos de 30 minutos vem aí uma “pita” ter comigo! uma “pita”? que “pita”? fazes o favor de me contar tudo como deve ser! ok, é assim, há uns tempos “conheci” uma miúda na “net”, conversávamos de vez em quando pelo msn “na boa” só que agora ela quer conhecer-me ao vivo. conhecer-te! mas porquê? não sei! esse é o problema! e eu não quero estar aqui sozinha quando ela chegar, entendes! mas então porque é que te vais encontrar com ela e ainda por cima em tua casa? és mas é louca tu! oh pá que é que queres, fomos conversando e conversando e contando esta e aquela experiencia e a miúda agora quer falar comigo cara-a-cara. mas foi isso que combinaram? sim, eu bem tentei que fosse num shopping ou algo assim mas ela não quis. bem amiga, isso não me cheira nada bem! mas é “pita” que “pita”, quantos anos tem ela? tem 18! bem, eu nem vou dizer mais nada! metes-te em confusões e depois eu “apanho por tabela”! bolas, os amigos servem para isso não? eu não preciso que faças nada! só preciso que estejas aqui em casa caso a coisa dê para o torto de alguma forma. mas e o que é que lhe vais dizer? ela não se quis encontrar contigo em público e vai querer falar contigo na minha presença? não, aí é que está, ela não pode saber que está aqui mais alguém!

decididamente tu estás louca, só pode! e pode saber-se como e onde é que me vou esconder? oh pá, ficas no quarto, ali à porta para ouvires o que se está a passar, se eu precisar de ajuda, grito! que filme, eu não acredito no que tu me foste meter logo hoje que tinha tirado a noite para descansar um bocadinho. olha, agora já cá estás, não há volta! sim, já sei, “ajoelhou, vai ter que rezar”.

toca o telemóvel dela, só uma vez. olha, ela vem aí! já me deu um toque para eu saber que está a subir. quarto! e lá fui eu.

conversa para aqui e ali na sala e eu fechada no quarto que nem “animal de estimação” quando se tem visitas em casa mas a verdade é a perturbação inicial estava a dar lugar à curiosidade. quem seria essa “pita”? e o que quereria ela? quem me dera ser uma mosquinha para estar na sala a ver o que se passa.

não sou uma mosquinha, mas quando quero sei ser bem “cusca” e fartei-me de estar fechada, resolvi “avançar no terreno” como quem anda sobre um campo de minas, sair do quarto e aproximar-me da porta da sala para ouvir melhor a conversa e, quem sabe, ver o que se estava a passar. consegui por entre a fresta da porta vislumbrar a “pita” era realmente uma miúda com cara de ter 18 anos ou nem isso, loira, de cabelos compridos, pele morena do sol (ou solário) e com um ar desportivo. via que estavam a conversar mas perdia quase tudo da conversa, não conseguia perceber o contexto.

a dada altura ela levanta-se e vira-se, percebi que estava a mostrar à “su” uma tatuagem tipo “tribal” que tinha no fundo das costas, depois mostrou algo que julgo ser outra no peito esquerdo mas que não consegui perceber o que era e opss que é que ela estava a fazer? arrisquei e avancei mais espreitando pela porta em vez de pela fresta. ela tinha outra tatuagem e que tatuagem, ou melhor, a tatuagem não percebi o que era mas percebi que era digamos já na zona púbica pois vi que baixou os calções e que a tatuagem estava numa zona de pele mais clara, ou seja, a parte que não fica exposta ao sol. a “pita” era atrevidota! percebi que tinha também um piercing no umbigo e algo “fora do comum” pois não era apenas uma bolinha ou algo assim, era algo comprido que se prolongava um pouco pela barriga.

estavam muito animadas as duas, não pareciam precisar de mim para coisa alguma até que já mais escondida ouvi chorar. espreitei para fora. a “pita” estava a chorar e a ser consolada para “su”, algo se passava. não posso acreditar! trocaram um beijo! elas trocaram um beijo, mas porquê?  - raios partam a surdez, nunca mais oiço música com auscultadores ;)

agora ela pedia qualquer coisa, a “su” dizia que não, fiquei atenta, nunca se sabe quando teria que intervir. levantaram-se ambas, e vinham na minha direcção. tive que fugir para o quarto. estavam no corredor, ouvia-as perfeitamente agora mas ao contrário de anteriormente não podia ver nada. ela perguntou se podia usar o wc a “su” indicou-lhe onde era. ouvi alguém chamar-me baixinho e abrir a porta. era a “su”. que é que se passa? quem é ela? que é que quer afinal? oh pá, é muito complexo de explicar agora depois falamos! mal acabou de dizer estas palavras ouvimos a porta do wc a abrir, a “su” já dentro do quarto empurra-me para dentro do roupeiro. chiuuuu! ela vem ai! se antes me estava a sentir que nem “animal de estimação” agora a coisa tinha piorado, estava dentro do roupeiro do quarto da “su” no meio dos casacos e companhia, felizmente que como o roupeiro dela tem uma faixa em vidro era possível ter alguma luz lá dentro e havia também um pequeno degrau, daqueles tipo banco que serve para chegarmos aos pontos mais altos que dava para eu me sentar e esperar! e agora? quanto tempo iria ter que ali ficar? tentei espreitar pelo vidro para ver o que se passava, estavam as duas sentadas na cama frente a frente de mãos dadas. a “su” perguntava, mas tu tens a certeza? tenho! sei bem o que quero e nunca me arrependo das coisas que faço! trocaram mais um beijo, desta vez tinha a certeza que foi um beijo e bem demorado e estavam a “amassar-se” uma à outra, eu não acredito! estas estão-se a comer e eu aqui dentro do roupeiro feita parva – pensei.

era mais do certinho, elas estavam a acariciar-se e a beijar-se longamente e a “pita” não parecia nada incomodada com a coisa, pelo contrário, avançava a passos largos não resisti a entreabrir a porta deslizante do roupeiro. está mais alguém em casa, perguntou ela assustada? não, não está ninguém, porquê? pareceu-me ouvir barulho – opsss. foi a cama, não te preocupes, já te disse que moro sozinha. passado o momento de pânico no qual eu não me atrevi sequer a respirar lá continuaram as duas e eu, continuei também, fechada no roupeiro. ao menos agora tinha uma fresta por onde entrava o ar e espreitava o olho ;)

os “amassos” continuavam e a coisa aquecia e de que maneira. a “pita” estava já sem camisola e com as maminhas de fora, parecia realmente muito “fresca” a miúda, e com “tudo no sítio”. a “su” também tirou a camisola e ainda não tinha tirado totalmente o soutien já a “pita” tinha caído de boca chupando-lhe um dos mamilos como se fosse um lollypop. a miúda estava realmente sedenta e não demorou muito para que explorasse o resto do corpo da “su”, parou no umbigo dizendo – tens um umbigo muito bonito ficava-te bem um piercing ;) a “su” apenas sorriu, via-se que estava já naquela fase de querer sentir o que ela tinha para lhe dar. eu também já estava para lá de quente com aquele cenário todo mas pouco ou nada podia fazer, não podia correr o risco de ser descoberta, as reacções seriam imprevisíveis.

ajoelhou-se fora da cama e disse – posso? claro! – disse a “su”, mas com jeitinho ;) puxou-lhe as cuequinhas para baixo até aos pés e tirou-as passando-as em seguida pela cara cheirando-as =o – cheiras deliciosamente – a “su” que nem viu o que ela fez apenas acenou com a cabeça. já sei ao que cheiras, posso ver qual o teu sabor? – perguntou ela enquanto passava um dedo pela rachinha da “su” de cima para baixo e vice-versa. desta vez não teve sequer resposta, a “su” apenas alcançou a cabeça dela com as mãos e fez com que a sua cara mergulhasse literalmente na sua ratinha, conheço este estado da “su” é quando quer “mais acção” e “menos conversa” ;) e a “pita” não se fez rogada, caiu de boca e língua e devorou-lhe totalmente a ratinha, não havendo milímetro onde ela não tenha lambido e chupado como se não houvesse amanhã. a “su” contorcia-se e gemia de prazer, depois a miúda dedicou-se inteiramente ao clítoris da “su”, chupou-o demorada e ritmadamente quase como se tivesse a chupar um pénis em miniatura e assim a fez vir-se. abraçou-se a ela e perguntou – gostaste? foi bom? foi óptimo! – disse a “su” – adorei! para quem está a fazer isto pela primeira vez digo-te que te portaste lindamente. fui por instinto, acho que procurei fazer aquilo que a mim me dá prazer na esperança que funcionasse contigo também ;) e funcionou! muito bom!

quando ela já se levantava e procurava as suas roupas a “su” disse – onde vais? embora! foi isso que combinamos, não foi?. sim, mas eu não te deixo ir assim, nem penses! anda cá! e dito isso, pegou na miúda, deitou-a na cama e retirou-lhe o resto da roupa. nessa altura pude perceber que eu realmente estava “na moda” pois também ela usava a ratinha toda depilada e era facto, tinha mesmo uma tatuagem, algo escrito num formato em arco na zona ausente de pêlos.

foi então a vez da “su” cair de boca na ratinha dela, abrindo-a com as duas mãos e lambendo bem fundo no seu interior de tons rosa clarinho realmente lindo. ela estava totalmente molhada, sentia-se até de longe e queria ver tudo o que se estava a passar levantando a cabeça da cama. a “su” disse-lhe, relaxa, deita-te e aproveita! deixa o resto comigo que estás em boas mãos!

eu ali dentro já estava para lá de “quente” com tudo aquilo, era como assistir a um filme pornográfico “ao vivo”, sentia-me molhada e quente, os meus mamilos inchados deixavam transparecer claramente a “tesão” que sentia e o pior é que nada podia fazer, a minha vontade era abrir a porta e juntar-me às duas mas não foi nada disso que fiz, sabia que “não podia estar ali” e assumi a missão de “vigia” tentando cumpri-la sem pensar em mais nada.

ao contrário da miúda que tinha usado apenas a língua a “su” não teve com meias medidas e deu uma boa dose de “estocadas” com os dedos na ratinha dela, ela até saltava a cada vez que ela a penetrava ao mesmo tempo que lhe lambia o clítoris em movimentos circulares (como só ela sabe fazer) ;) até que ela se veio, muito, gemeu alto, muito alto mesmo e arregalou os olhos como se fosse a primeira vez que estivesse a sentir um orgasmo e não soubesse muito bem o que aquilo era ficando imóvel em seguida, exausta e satisfeita. alguns minutos depois levantou-se e sorriu com um brilho imenso nos olhos para a “su” – espectacular! – disse ela. nunca tinha sentido nada assim! a “su” sorriu de volta dizendo – eu não te disse que estavas em boas mãos!

vestiu-se assim mesmo – não queres tomar ao menos um duche – perguntou a “su”. não, estou bem! tomo quando chegar a casa, já é tardíssimo e preciso ir senão os meus pais põe a polícia atrás de mim ;) não sei o que diga, um obrigada parece-me pouco! fico com uma divida eterna para contigo! não é nada pouco, e não tens que agradecer, estivemos nisto juntas, certo? demos e recebemos e quando assim é está tudo certo, ninguém deve nada a ninguém! despediram-se com um beijinho “normal” a caminho da porta de saída e lá foi ela. saltei do roupeiro usando as poucas forças que me restavam, as minhas costas estavam do pior daquela posição tanto tempo. a “su” ofereceu-me um banho e uma massagem para me compensar e eu aceitei. acabei por passar lá o resto da noite tentando perceber o que se tinha passado ali e o que havia assistido.

 

sinto-me: duplamente babada
banda sonora: leona lewis - better in time
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:53

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