Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

flash noticioso de ultima hora

como já devem ter reparado e passando por cima de alguns assuntos que tenho abordado ultimamente (e que ainda não acabei) aconteceu algo que me leva a sobrepor este assunto ao meu diário, o que acontece é que tive um sonho curioso esta noite, nada de anormal, tenho muitos, mas hoje acordei de manhã particularmente húmida, tão húmida que jurei que o sonho tinha sido realidade. perdi a pouca vergonha que tenho e peguei no telefone, escrevi uma sms à “su” dizendo apenas – amiga, não leves a mal mas preciso mesmo de te fazer uma pergunta que não me sai da cabeça. onde é que aprendeste a fazer esses broches? – esperei alguns bons minutos, creio que mais de uma hora até pela resposta, cheguei a pensar que tinha ficado chateada ou sentida e que não me ia responder, mas, finalmente, a resposta chegou, agora mesmo e dizia apenas e só o seguinte – ah ah ah, muito fácil de responder a essa, estás preparada? filmes porno gay! falamos melhor ao almoço, podes?

e mesmo que não pudesse tinha que arranjar forma de poder, essa explicação só perco se morrer antes! ;) e, como sempre, claro que vos irie dar conta do que se passa logo que seja possível. até lá!

sinto-me: e esta hein
banda sonora: mia rose - let go
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:22

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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

fechando mais uma "dúvida" - costuma ver pornografia?

estas foram as respostas:

 

não, nunca

 5%

 

de vez em quando

 31%

 

muito raramente

 6%

 

frequentemente

 29%

 

muitas vezes

 18%

 

sempre

 12%

 

 

sinto-me: esclarecida
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:54

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Quinta-feira, 12 de Março de 2009

o que não é afinal pornografia?

dada a actual “dúvida existêncial”, prestes a terminar, questionei-me acerca do que seria na verdade pornografia. procurei respostas e descobri que segundo os dicionários mais actuais, a palavra pornografia provem do grego pórne (que significa prostituta) + gráphein (que significa descrever). fiquei assim a saber que pornografia é o acto de descrever (ou representar graficamente) uma prostituta.

 

então, mas se assim é, o que afinal uma prostituta?

 

os mesmos dicionários revelam que uma prostituta é um meretriz; uma mulher que pratica a prostituição; uma rameira.

 

certo, mas então se prostituta é a mulher que pratica a prostituição, o que é afinal considerado prostituição?

 

e prostituição é nada mais nada menos do que uma palavra de origem latina que se refere ao acto ou efeito de prostituir ou seja, praticar a libertinagem.

 

libertinagem?

 

então mas libertinagem não é o mesmo que devassidão, que significa ter uma vida de libertino e já agora, o que é um libertino?

 

do lat.  libertinu, filho de liberto, devasso; dissoluto; desregrado; lascivo; ímpio.

 

assim sendo, fiquei não só a saber que prostituição é um acto praticado por alguém que é desregrado mas que esse alguém é filho de liberto, ou seja, masculino, além de que é um acto ou efeito de desmoralizar, ou seja, tornar imoral, isto é,

violar os princípios da moral vigente; impuro. mas uma coisa impura é uma coisa que não é pura, isto é que tem mistura ou que não é virginal. e não ser virginal quer dizer somente que não é virgem.

 

então, tudo isto que dizer que prostituição é um acto praticado por alguém que não é virgem ou seja, que não é integro nem inocente e se não é inocente quer dizer que tem malícia ou seja, alguém que tem mau carácter ou mau temperamento.

 

resumindo tudo isto, temos que: pornografia é a descrição de um acto praticado por alguém que tem mau carácter ou mau temperamento.

 

mas calma, é que pornografia também é a representação (por escritos, desenhos, pinturas, filmes ou fotografias) de cenas ou objectos obscenos destinados a serem apresentados a um público e, do latim obscenu é alguém contrário à decência ou ao pudor, por assim dizer é alguém impuro e isso já sabemos onde nos leva.

 

afinal, pergunto-me, o que é que não é pornografia?

 

alguém me saberá responder?

 

 

sinto-me: confusa
banda sonora: joão pedro pais - um "volto já"
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:33

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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

fim-de-semana foto(porno)gráfico

depois de uma semana de intenso trabalho e muitas horas-extra não remuneradas chegou o tão esperado fim-de-semana. a “su” que esteve de míni-férias esta semana resolveu preparar um fim-de-semana diferente, aproveitamos e rumamos ao alentejo. as nossas viagens agora têm sido ainda mais animadas desde que ao grupo de sempre se juntou a lorena, que está sempre mortinha por alinhar em todas as nossas aventuras e desventuras. o alentejo é uma zona que eu a “su”adoramos para descansar e aproveitamos o facto da lorena não conhecer para fazer um pequeno “tour-relax” que sabe sempre bem nestas alturas.

 

chegadas ao destino, exaustas, tivemos direito aquilo que realmente precisávamos naquele momento, um belo banho e uma noite descansada de sono.

 

na manhã seguinte acordo com alguém a bater à porta do quarto, era a lorena – que fazes aqui? que horas são? 7,30 diz ela com um grande sorriso nos lábios, hora de ir comer! enquanto ela descia em busca do pequeno-almoço eu acordava a “su” e arranjava-me para sair.

 

na mesa do pequeno-almoço diz a lorena – ah, alguém trouxe una fotocamera?

 

olhamos umas para as outras como que à espera que alguém acusasse tal lembrança mas nada, ninguém se tinha lembrado de trazer máquina fotográfica e o passo seguinte foi o de tentar encontrar uma loja onde pudéssemos comprar uma mas áquela hora da manhã havia pouco a fazer, decidimos dar uma volta a pé pelo lindíssimo centro da cidade de évora, a lorena estava encantada, adorava cidades históricas, fazia-a lembra-se de casa, a cidade de génova de onde era natural apesar de muito diferente pois génova é uma cidade mais parecida com a baixa de lisboa, de frente para o mar.

 

acabamos por esbarrar com uma loja de fotografia e a lorena comprou uma máquina, o senhor simpático que nos atendeu ficou tão embasbacado a olhar para ela que no final até lhe ofereceu um cartão de memória de mais capacidade ;) e lá começamos o passeio mais a sério.

 

a meio da tarde, já cansadas de andar resolvemos voltar ao hotel para relaxar um pouco e foi então que a paródia principal do fim-de-semana começou, enquanto a “su” foi ao wc, eu atirei-me para cima de uma das camas e a lorena, sentada num cadeirão que havia no quarto, via as fotografias do passeio, e foi nesse momento que tudo começou, a lorena resolveu começar a tirar-me fotos comigo deitada na cama, nisto chega a “su” do wc e vendo a cena começa a fazer “poses” no canto da parede e a lorena sempre a disparar flashes em todas as direcções, até ai tudo normal a risada era mais que muita com as figuras que íamos fazendo mas a “su” resolveu dar asas à sua (já conhecida veia artística) e começou a despir-se e a fazer poses mais “hot” à medida que a lorena ia tirando mais e mais fotos, a coisa começou mesmo a “aquecer” e não demorou muito até que a “su” já estivesse só de cuequinhas, de maminhas de fora e a fazer poses com os dedos entre dentes, a festa já ia alta e a “su” resolveu meter-me ao barulho saltando para cima de mim e puxando-me a saia para cima para a lorena me tirar fotos, puxou-me as cuequinhas para cima enfiando-as pelo meio do meu rabinho, e não só, e continuaram a sessão, voltei-me e puxei-lhe as dela com alguma força para baixo, senti-as rasgar mas ela nem se importou, puxei novamente e ela ficou nua em frente à camera da lorena que não parava de mandar flashes de luz para cima de nós.

 

puxei-a para mim pelos braços para cima da cama e agarrando-a com a cabeça dela junto à minha ratinha abrir-lhe as nádegas para a foto da lorena, imaginava como tinha ficado cada cena e isso estava a excitar-me, a “su” reclamando comigo de tal cena, virou-me e deu-me uma palmada no rabo, momento também registado pela lorena e com os dedos bem marcados, em seguida puxou-me as cuequinhas e meteu-me a língua por baixo tocando-me ao de leve na ratinha, virei-me e abri as pernas, foto da lorena e em seguida língua da “su” que com alguma sofreguidão me sugou as partes intimas, a lorena assistia e tirava fotos de quando em quando, senti-a aproximar-se e vi uma luz forte de um flash a invadir-me por baixo e por entre as pernas e foi o último flash de que me lembro, pois a língua da “su” fez-me esquecer tudo o que se passava em volta.

 

satisfeita pelo orgasmo que me foi oferecido daquela forma levantei-me para o retribuir e percebi que a lorena tinha pousado a máquina e estava a masturbar-se no cadeirão, não resisti a fazer uma pequena pausa e a ligar a máquina e, colocando-a em frente à ratinha da lorena de onde entravam e saíam os seus dedos molhados, disparar 2 ou 3 vezes, ela apenas sorriu e continuou a masturbar-se enquanto eu tomava conta da “su”.

 

ouvi-a gemer enquanto atingia o orgasmo e pouco depois a “su” também lá chegou, olhei para trás e levei com novo flash e com a frase - solo alla fine! J

sinto-me: pronta, para mais um!
banda sonora: brandi carlile - the story
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:17

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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

novidades de última hora – a “su” pronunciou-se...

hoje o diário tem uma página especial, não por ser nenhuma data festiva ou que haja algo em concreto a festejar, mas, pela primeira vez vamos ter algo, digamos, muito interactivo e tremendamente intimo, do mais intimo que pode haver, acrescento.

 

a pedido da “su” irei transcrever um e-mail dela para mim e, de acordo com os desejos dela, dar inicio a uma espécie de desafio interactivo com todos os que frequentam este espaço.

 

 

10/09/2008 – 22:47

 

Olá amiga tdo em cima? Olha, sabes tive a ler o teu blog e vi que o pessoal curtiu a cena do mail das fotos. Fizeste bem em por isso lá.

Vi que até há pessoal que quer que tu lhe mandes as fotos =D lol

Podiamos fazer uma cena <se concordares claro> aceito que tu mandes uma foto que eu escolher <e só essa> mas com uma condiçâo quem quiser receber tem que primeiro mandar uma sua do mesmo estilo assim tipo troca de fotos tás a ver mas só podes mandar a que eu disser. Que axas?

Se tiveres de acordo diz coisas que eu já tenho uma ideia da foto mas quero ver ctg primeio e tb n sei se o pessoal vai alinhar ou n.

 

Bejufas

 

Ligo.te amanha pro work ok?

 

assim sendo, está lançado o desafio aos homens e mulheres deste país (e do mundo) pois todos e quaisquer que queiram participar nesta experiência interactiva radical são livres de o fazer.

 

lembro que o endereço de e-mail do diário é diariodemulher@sapo.pt.

 

a “su” pronunciou-se, aguardamos pelas vossas participações.

sinto-me: expectante
banda sonora: joss stone – right to be wrong
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:25

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

as fotos no e-mail

primeiro dia de volta ao trabalho, não, felizmente não dei de caras com a malfadada patroa até porque a senhora se encontra de férias ;) sento-me no meu computador, recosto-me na cadeira e abro o e-mail. no meio de um monte de porcarias “do costume” vejo um e-mail enorme da “su”, enorme no sentido em que demorou bastante a descarregar a informação para o computador “lá vem mais um video manhoso” – pensei eu com os meus botões.

 

curiosa resolvi abri-lo e ver do que se tratava, assim como assim estava sozinha e fosse o que fosse não iria correr riscos de ser apanhada. ;)

 

vi que não se tratava de um video mas sim de um conjunto de fotografias, o conteúdo, claro! era do mais porno que pode haver (não podia errar tanto). percebi que se tratava de algo pouco profissional, pelas fotos e pelo facto da modelo, ou dos modelos em causa, pois de vez em quando aparecia algo bastante masculino, estarem sempre de cara coberta ou cortada. não liguei muito, aliás, estava a ver aquilo com toda a descontracão e despreocupação e fui descendo ao longo do e-mail quando, sem saber bem porquê tive um “clique” daqueles que nos acordam – “espera lá!” – disse eu a mim própria – “eu conheço estas formas!” e conhecia mesmo, apesar da modelo não ter a cara visivel era-me clara e nitidamente familiar e bastava que tivesse prestado um minimo de atenção desde o início para perceber que era a “su”, isso mesmo, ela própria, e, literalmente, em “carne e osso” :o peguei no telefone e liguei-lhe no mesmo segundo, nem a deixei dizer nada, mal atendeu a chamada levou logo com um – “’oh minha taradona, as fotos são tuas!” – são quê? – perguntou ela do outro lado – não são nada, és tu, és tu que estás naquelas fotos minha porcalhona! J (nós ás vezes tratamo-nos assim, é normal, não liguem).

 

fez-se uma pausa seguida de uma gargalhada enorme do outro lado do telefone – pois sou – dizia ela com a maior das descontracções – que é que achas? – o que é que eu acho? não acho nada! – mas achas mal? – não, não é isso, só não estava à espera de uma destas – pois, nem eu, mas aconteceu, e só te digo amiga, foi para lá de excitante uns 100 km – excitante? o quê? tirar as fotos? – tirar, ver depois, tudo! – olha, tenho que desligar agora, falamos mais logo para te contar tudo, almoçamos? – sim, podes crer que quero saber tudo dessa aventura, até logo então.

sinto-me: curiosa para saber detalhes
banda sonora: linkin park - leave out all the rest
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:51

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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

6ª feira – lady’s night

sexta-feira, final de dia e de semana de trabalho, toca o telefone, era a “su” e que raridade, há perto de uma semana que não sabia nada dela, tinha-me dito que me ia ligar e até àquele momento estava uma completa desaparecida. então amiga, que é feito de ti? – disse-lhe eu com um certo tom irónico. olha, tive uma semana que nem te conto, só tive tempo para te ligar agora. ah é? então e querias falar-me de quê? queria fazer-te uma proposta! eh lá! ;) oh, deixa-te disso, ouve lá! fazermos uma lady’s night! fazermos uma lady’s night? como é isso? isso todas as discos e bares têm às sextas, não te estou a perceber. não! não é nada disso! é uma espécie de festa “caseira” mas só de mulheres estás a ver? a ver estou, só não estou é a ver onde é que isso tem piada ;) mas queres ou não queres? mas e com quem é que vamos fazer essa festa só de mulheres? exactamente por isso é que preciso saber se queres ou não fazer a festa, tenho que combinar com a “mulherada”. ok, que seja o que deus quiser! chama lá a “mulherada” então, mas não chames muita gente senão é uma confusão. não, claro que não, somos nós 2 e mais 2 ou 3 pessoas. quem? conheço? depois vês!

fiquei com uma certa “pulga atrás da orelha”, não gosto nada de “ir ás cegas” seja para onde for, gosto de conhecer bem o chão que piso ;) mas realmente não tinha mesmo nada mais interessante que fazer ou onde ir.

chegada a casa da “su” ainda não estava ninguém, ela estava a fazer de propósito para me “tramar alguma”, eu sentia-o. então, a “mulherada” não vem? vem, mas só daqui a uns 15 ou 20 minutos. então porque me disseste a mim tão cedo? para me ajudares a preparar as coisas ora essa! ah ok!

passada uma boa meia-hora tocam finalmente à campainha eram 3 moças, amigas da “su”, 2 delas eu conhecia de vista, já tínhamos estado algumas vezes juntas a outra era uma total desconhecida. passadas as apresentações começamos a festa pela parte da comida até porque vinha quente e estava a arrefecer. a noite foi longa e sem pressas, depois do jantar seguiram-se uma serie de jogos e brincadeiras da ordem onde há sempre bebida metida “ao barulho” e a primeira surpresa da noite. vamos pôr-nos mais à vontade? – disse a “su”. mais à vontade como? e dito isto e enquanto eu pensava o que ela quereria dizer com “mais à vontade” aparecem-me as 3 moças em trajes de cama. ah, olha, esqueci-me de te dizer, além de uma lady’s night, a festa inclui uma “festa de pijama”. ah, obrigada por me informares, só eu é que não trouxe nada! não faz mal, eu não te disse porque tenho ali já tudo para ti.

deu-me um conjunto de babydoll  e cueca em cetim azul clarinho, era um pouco “descapotável” mas como estava tudo mais ou menos para o mesmo não me importei. os jogos continuaram e os copos também e passado algum tempo já estávamos todas bem “bebidas”. foi então que a “su” resolveu rebentar literalmente com a festa. propondo uma sessão de cinema. oh “su”, cinema agora? já ninguém está a ver nada, mas antes que pudesse terminar a frase já estava o dvd a passar na tv, como percebi de imediato não era propriamente um romance, nem uma comédia, muito menos um policial, mas lá que tinha muita acção isso tinha ;) era um porno daqueles impressionantes que nem nos vídeo clubes existem, ela arranjou-o na internet não sei como e tinha cenas realmente brutais. ao primeiro gajo nú e de “mastro armado” surgiram as primeiras reacções da “mulherada” gritando e assobiando e daí para a frente foi sempre “a descer” ou “subir” depende da perspectiva pois os calores começaram a ser muitos e o álcool que ia passando sobre diversas formas de bebida ajuda às desinibições e foi então que a festa se mudou da tv para o centro da sala da “su”, uma das amigas dela por um comentário ao filme foi de imediato desafiada a fazer um strip no centro do grupo e não é que ela não se fez rogada (realmente nunca conhecemos de verdade as pessoas) a mais menina do grupo com ar de quem “não parte um prato” estava a “partir a loiça toda” despindo-se ao ritmo das palmas e gritos do restante grupo. mas como se a coisa não estivesse quente o suficiente, ela resolveu puxar uma das outras amigas para o strip, e passamos a assistir a uma cena hilariante mais profundamente erótica, duas mulheres roçando-se e esfregando-se uma na outra no centro da sala e a coisa estava nitidamente a aquecer e a excitação era geral. do mero “esfreganço” à acção foi um pequeno passo e mais apertão daqui mais mordidela no mamilo dali a coisa começou realmente a ficar muito quente. na assistência já havia quem tivesse abandonado os pijamas e assistisse já só de soutien e cuequinha e com cuequinha fio-dental, foi nesse momento que percebi que a coisa ia ser mais do que uma festa de pijama, a miúda foi literalmente atacada por todas as outras no centro da sala e já com o strip acabado foi a vez de uma coisa totalmente sexual sendo apalpada, tocada, beijada e mordida por todas (incluindo eu) ;) a mais “assanhada” parecia essa que não conhecia antes que não teve problemas em ir directamente ao assunto enfiando-lhe um dedo na ratinha e começando a fazê-la gemer eu e a “su” já estávamos cada uma com um mamilo dela por nossa conta e eu já sentia também uma mão a entrar-me pelas cuequinhas e a tocar-me, a confusão era imensa e já eu confesso que já nem sabia quem era quem, percebi depois que quem me estava a tocar era a miúda que estava deitada ao centro e não só a mim, pois usava ambas as mãos para me tocar a mim e à “su”, a mais “assanhada” estava a surpreender (pelo menos a mim que não a conhecia) pois dava palmadas com alguma violência na ratinha da menina ao que ela gemia e mordia os lábios a bom morder. não deixou mesmo que nenhuma de nós lhe chegasse perto, estava apostada em fazê-la vir-se e assim conseguiu chupando o clítoris igualmente com força. depois foi ela a “próxima” deitando ao centro e abrindo as pernas e com as mãos afastando a própria ratinha. virou-se para mim e disse-me – anda cá! come-me! e eu já na fase em que não há retorno possível, cá vai disto, foi a primeira ratinha que chupei sem ser a da “su”, foi totalmente diferente, mas não deixou de ser uma boa sensação. a “su” aproveitou o momento para se deitar por baixo de mim e com a cabeça entre as minha pernas passou a chupar-me também, fê-lo de maneira diferente, nunca a tinha sentido assim, foi mais “forte” em tudo, aliás, sinto que também eu fui mais “agressiva” que o costume, os cheiros e os odores misturavam-se e o que era uma festa passou a uma orgia de certa forma selvagem, no final creio que todas ficaram satisfeitas, pelos menos eu fiquei, e ficou para a historia uma noite única que realmente como a “su” bem me disse ao ouvido depois de me fazer vir pela ultima vez (vez, e tu que não queria a festa, nem sabias o que ias perder!).

 

sinto-me: em outra dimensão
banda sonora: scissor sisters - i don't feel like dancing
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:27

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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

um comboio rápido demais

o relógio marcava 7h50 de uma manhã de agosto que começava quente e se anunciava tórrida. a estação de s. apolónia estava quase deserta. o meu olhar vazio para a linha era apenas cortado por um ou outro turista com ar de nórdico de mochila às costas que passeavam de um lado para o outro parecendo não saber muito bem para onde ir. o comboio era às 8, ou, pelo menos era essa a hora para a qual estava previsto. estava desejosa que chegasse depressa e a espera e o calor estavam infernais (detesto esperar). ia visitar familiares ao norte numa daquelas visitas anuais e quase de cortesia encomendada pela minha mãe.

finalmente chegou e, curiosamente, na hora prevista, entrei e procurei o meu lugar. não sabendo bem porquê não era à janela (e eu quero sempre lugares à janela) como não estava quase ninguém resolvi mudar de lugar, o comboio ia quase vazio, não iria ter o usar de estar a usar um lugar comprado por outra pessoa. o alfa pendular iniciou o seu andamento, realmente este comboio nada tinha a ver com os que me lembrava da minha infância quando fazia esta viagem todos os anos, religiosamente.

primeira paragem, estação do oriente, nunca a tinha visto desta perspectiva, era realmente um local muito bonito para quem viaja dentro do comboio e pode apreciar as vistas sem um “mar de gente” como era o caso, mas também pouco passava das 8 da manhã. um homem de meia-idade de fato e gravata e carregando uma pasta preta entrou na carruagem onde eu seguia e olhando para o talão que tinha na mão procurava o seu lugar. chegou junto de mim e sentou-se na fila imediatamente à frente. pensei de imediato, “bolas, estava a ver que ele ia querer o meu lugar, era mesmo azar”. como não tinha nada para fazer decidi observa-lo. mal se sentou tirou um computador portátil da pasta e ligou-o. estava a trabalhar em qualquer coisa que não percebi muito bem o que era, mas parecia qualquer coisa de engenharia pois tinha uns desenhos e esquemas. fui tão “descarada” na minha “cusquice” que ele sentiu-se observado e olhou para trás. sentei-me envergonhada, que raio de ideia a minha andar a bisbilhotar no trabalho do homem. passados alguns minutos voltei a olhar e o documento de trabalho tinha dado lugar a um caixa de entrada de e-mails que ele estava a consultar. obviamente que não me ia meter nos assuntos dele mas as risadas que vinham do seu lugar chamam-me a atenção. percebi que estava a ver filmes enviados por e-mail, eram uma espécie de clips de vídeo com acidentes e outras situações mais ou menos cómicas. ouvi um bip-bip contínuo durante alguns segundos, ele fechou o ecrã do computador e olhou em volta. dirigiu-se a mim – desculpe, posso por ventura mudar-me para junto de si?é que tenho bilhete para esse lugar porque aí tem tomada para ligar o computador. ah, claro que sim, eu é que peço desculpa por estar a ocupar o seu lugar, é que gosto de ir à janela e não sei como comprei o lugar errado. não tem problema, só preciso mesmo de ligar o computador porque está sem bateria.

sentou-me ao meu lado e voltou a ligar o computador e a ver os tais vídeos que eu ia espreitando aqui e ali. a certa altura ele abre um ficheiro completamente pornográfico ;) daqueles que recebo da “su” quase diariamente, era terrível aquele ficheiro porque abre uma imensidão de fotografias e quanto mais tentamos fechá-las mais imagens abrem em cascata. não me consegui conter e ri-me. ele percebendo que eu tinha visto o que era ainda ficou mais atrapalhado e envergonhado e fecham o ecrã. para quebrar aquele gelo que se instalou disse-lhe – é fácil, basta carregar na tecla “esc” que isso fecha tudo! ele riu-se ainda meio envergonhado, abriu de novo o computador e carregou na tecla fechando o programa. obrigado – disse ele. os meus amigos às vezes lembram-se de cada uma que só me fazem passar vergonhas. não faz mal, todos recebemos coisas dessas no e-mail, até achei engraçado foi ver a reacção dos outros imaginando a minha quando isso me aconteceu no trabalho ;)

aquele momento acabou por “quebrar o gelo” e dar início a uma conversa. fiquei a saber que ele ia a caminho do porto para uma reunião de negócios. passamos um bom tempo à conversa e quando dei pelo comboio parar novamente já estávamos em coimbra. disse-lhe que a minha viagem era só até espinho e ao chegarmos ao meu destino ele surpreendeu-me. perguntou-me se tinha um tempo ou se estava com muita pressa para o meu compromisso. disse-lhe a verdade, não estava com pressa nenhuma e ele acabou por sair comigo em espinho e convidou-me para um café. sentamo-nos numa esplanada à beira-mar. vinha um ventinho muito apetecível do mar que ajudava a refrescar um pouco. conversa puxa conversa e já era quase hora de almoço. perguntei-lhe se não tinha o compromisso e se estava a atrasar. disse que a reunião dele era só à tarde, mas que ia sempre com muita antecedência para o caso de acontecer alguma coisa pelo caminho ter tempo e não chegar atrasado. era um tipo interessante, bem-parecido, mas tinha aspecto e conversa de quem se dedicara ao trabalho a 100% e se tinha esquecido de viver “as coisas boas da vida”. sem querer (ou talvez não) toquei-lhe com o pé na perna ao cruzar as minhas e apercebi-me de como isso tinha mexido com ele. era realmente um tipo “estranho” parecia que qualquer troca de olhares normal na conversa era assumido quase como uma provocação. comecei a ter um certo receio do que dali poderia vir. queria ir-me embora mas já tinha dito que não estava com pressa e foi então que “magiquei” um plano arriscado mas que poderia ser a minha salvação.

comecei, por assim dizer, a ser mais insistente com as provocações, digamos que “a expor-me mais”, deitei-me para trás na cadeira como que procurando o céu por detrás daquele chapéu-de-sol amarelo que me protegia dele. percebi logo que a posição era o suficiente para que ele me pudesse “observar” mais descaradamente sem ser rapidamente apanhado. olhou directamente para as minhas pernas e fixou-se nas minhas coxas bastante expostas pela posição. passados alguns minutos debrucei-me para falar com ele dando-lhe a olhar toda a profundidade do meu “generoso” decote. notei que estava excitadíssimo e isso começava a notar-se, estava a ter uma erecção, ele estava a ficar “de pau feito” com aquelas coisas e o meu plano estava a resultar. resolvi abusar (e ver até onde é que aquilo ia) rodei e afastei ligeiramente a cadeira e fui, lentamente, entreabrindo as pernas para que ele pudesse observar directamente para dentro delas. felizmente estava com as cuequinhas nesse dia e deve ter sido só isso que ele viu, o que imaginou não faço ideia, mas é um facto que alguns segundos depois saiu a correr dizendo que tinha que ir ao wc e foi a chance que eu estava à espera para ir à minha vida.

nitidamente aquele homem estava a precisar de uma mulher mas não iria ser eu com toda a certeza, assim ficamos, acabei por faze-lo ejacular (ao que parece) nas calças e tudo isto sem sequer lhe tocar, o que apesar da nítida necessidade em que ele estava, me fez bem ao ego saber que ainda tenho qualidades que me permitem coisas destas ;)

 

sinto-me:
banda sonora: pedro khima - o gesto que é meu
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:07

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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

engolir ou não, eis a questão

conversa com a “su” ao telefone (em hora de expediente)  olha amiga, sabes que mais, estou chocada com um mail que tenho aqui. chocada, tu? que é que se passa, deve ser grave? não me digas que te mandaram pedofilia ou algo do género, olha que ainda vais presa. não, não foi nada disso! mas eu mando-te para tu veres e mais logo falamos que agora não posso. está bem, fico à espera então. o assunto diz: “contra a osteoporose”, tchau!

contra a osteoporose? fiquei curiosa, que é que a osteoporose tem para a deixar chocada, bem sei que é uma doença complexa e que afecta muito as mulheres mas daí a ser motivo de choque. esperei pelo mail dela e passados alguns minutos lá estava ela a aparecer. realmente era verdade, o assunto dizia “contra a osteoporose xxx” o que já acrescenta um pouco sobre o tipo de conteúdo. assim sendo espreitei com o maior dos cuidados para o mail e vi que tinha um anexo de clip de vídeo. percebi logo que seria mais uma das pornografias típicas da “su” mas o que seria para a deixar (até a ela) chocada.

esperei mais uns bons minutos até à hora do lanche, quando o pessoal vai ao café para minimizar os riscos de ser “apanhada”. abri o vídeo e confesso que me deixou um pouco confusa. o clip tinha apenas alguns segundos (menos de 1 minuto) e confesso que o tive que voltar a passar para raciocinar o que ali se passava. o vídeo retratava uma jovem (ao que parece) japonesa ou chinesa (oriental era de certeza) que bebia “leitinho” por um enorme copo. acontece é que as “vacas” dadoras desse “leitinho” eram várias e, ao que parece, estava um grupo de homens continuamente a masturbar-se e a virem-se para dentro destes copos. aí percebi o “trocadilho” derivado do slogan que não sei quem inventou acerca dos “copos de leite contra a osteoporose”.

não foi assim uma coisa muito agradável de ver, até porque as meninas estavam nitidamente a fazer um enorme “frete” e engasgavam-se e tudo o mais mas também não sei porque ficou estava tão chocada a “su” que é toda “prá frentex” com essas coisas e está sempre tão bem informada acerca do assunto. aguardei pela hora de saída para falar melhor com ela.

acabei por ir buscá-la ao emprego e viemos a conversar pelo caminho. então mas diz lá que é que te chocou assim tanto? bolas, tu não viste? a gaja estava a beber 1 litro de esporra de uma vez que até se vomitava  e ainda por cima aquilo já devia estar mais do que azedo, que nojo!

ok, esta imagem mental que a “su” me estava a dar, esta sim era realmente nojenta mas havia ali qualquer coisa que me estava a ultrapassar. azedo ou doce? disse-lhe eu. doce? sim, queres ver que nunca engoliste leitinho doce? eu não! “su” minha parva, tu não me digas que nunca engoliste o leitinho. engolir já engoli um bocadito mas não tudo e mete-me um bocado de nojo que é que queres. bem, ok, são opções, eu, quando posso e confio claro, não perco uma oportunidade de encher a boca dele e engolir para ele ver. ficam loucos! mas porquê? é assim tão bom? não é mau, mas o sabor muda, umas vezes mais ácido outras até bem docinho, parece mel

bem amiga, as coisas que eu descubro, tu gostas mesmo disso! sim, gosto, é bom! há quem goste de se “sujar” com ele, eu gosto de sentir aquele jacto quente dentro de mim ou então de o engolir todinho. são opções! cada uma escolhe a sua, certo?

 

sinto-me: deleitada
banda sonora: m.a.u. - cum sexy cum
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:52

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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

“dirty talk” ou a excitação pela linguagem

todos sabemos que mais do que as coisas que são ditas, a forma como são ditas podem ter um carácter ora agressivo, ora cativante, repulsivo ou chamativo e saber dizer as coisas certas nos momentos certos é, sem dúvida alguma, uma arte que convém seriamente aprender.

este assunto veio “à berlinda” após um forward de um e-mail daqueles muito “manhosos” que me chegou já não sei de quem e que enviei de imediato à “su” (ela gosta sempre de estar a par das novidades) era um pequeno clip de vídeo totalmente porno que nem me dei ao trabalho de ver até ao final apesar de ter pouco mais de 1 minuto de duração. reply imediato da “su” – que treta ao menos podia ter som! voltei a abrir o ficheiro e realmente reparei que o clip de vídeo era mudo (o que ás vezes dá imenso jeito para não passar vergonhas no trabalho) mas pensei um pouco no que me tinha dito a “su” e no desinteresse imediato dela pelo facto de não ter som.

realmente uma cena de sexo “muda” perde muito da sua excitação mas porque é que o som é assim tão importante?

tínhamos combinado de almoçar juntas e mal chegamos lancei o assunto. olha lá, porque é que sem som as cenas de sexo perdem a piada? porque sim! – diz-me ela. o que dá “pica” é ouvir os gemidos, as palmadas e principalmente a conversa. a conversa? – perguntei eu. sim, eu adoro os filmes brasileiros por causa disso ;) riu-se. falam a nossa língua e tem muito mais impacto um “me fode” do que um “fuck me” apesar de em ambos os casos sabermos o que significa. pensei por alguns momentos no que me acabava de dizer a “su”. realmente ela tinha razão, recordei naquele momento um “ex-namorado” de tempos bem antigos com o qual tive uma experiencia a esse respeito e perguntei à “su”, e tu? falas muito? dizes o quê? ;) ri

ela na sua descontracção do costume diz-me – claro que falo! digo o quê? de tudo! mas depende daquilo que me dizem. acho que depende de como sou “puxada” para a conversa, quem me souber levar, vou aos extremos! e o que são os teus extremos? – perguntei eu curiosa como sempre. nem queiras saber! extremos mesmo, tudo amiga, digo tudo, digo coisas que nem sabia que sabia dizer – disse dando uma enorme gargalhada.

não estava satisfeita, queria saber mais – vá lá, dá-me exemplos! estás tímida hoje ou quê? tímida? eu? mas queres saber exactamente o quê? o que dizes é para ti, é a forma como o tratas, é o quê? é tudo! há coisas que digo sempre ou quase sempre, eles passam-se, do estilo: “fode-me a coninha toda” ou “dá-me com mais força” ou ainda “quero-te todo dentro de mim”, mas quando vou a extremos sou bem capaz de dizer bem pior, do estilo, deixa-me pensar: “rebenta-me com a cona toda” ou “mete-me esse caralhão todo no cú” ou ainda, a pior: “trata-me como uma puta” ou “vem-te na minha cara”.

bem, tu realmente “dás-lhe forte” na linguagem. e que tal? ficam doidos amiga, ficam alucinados, vão buscar forças não sei onde para me dar tudo o peço e ainda mais ;) mas porquê? não me digas que não falas? falar falo, mas talvez não tanto assim. se calhar sou mais soft, mas reconheço que quando “puxo pelo língua” eles também puxam por tudo. e que é dizes? sei lá, digo, coisas semelhantes às tuas: “mete-me mais fundo”, “quero-o todo”, “quero a tua língua na minha ratinha”, “quero chupar-to” e gosto de perguntar, do estilo “queres a minha coninha agora, queres? ou o meu cuzinho?” isso creio que é o meu extremo. ah, mas tens que experimentar mais amiga, abusa deles, eles gostam, ou melhor, adoram.

saí daquele almoço a pensar, realmente, ouvimos tanto “palavrão” que nos repulsa no dia-a-dia que por vezes nos esquecemos que no momento e local certo, podem fazer verdadeiras maravilhas pela nossa satisfação sexual.

 

sinto-me: tentada
banda sonora: ez special - chama por mim
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:49

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