Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

fora da hora de expediente

hoje tinha algo para contar ai meu diário, tinha, e tenho, mas algo surpreendente aconteceu entretanto e apesar de não ser assim tão significativo como isso, achei que deveria dedicar-lhe a página de hoje, até porque, ando meia adoentada e logo sem muita vontade de me dedicar à escrita no “papel virtual”.

 

há uns bons tempos atrás dei-vos conta de uma “suspeição” minha acerca da “cafona” da minha patrõa, aliás, nem se pode dizer que foi uma suspeição porque eu tive mesmo certeza daquilo que ouvi. falo da tal chamada telefónica de carácter sexual, pois bem, ontém, aconteceu muito pior.

 

com algumas pessoas de “fim-de-semana prolongado” estes dias têm sido pouco movimentados pelo escritório e ontem, meia adoentada (reflexos do carnaval) acabei por sair um pouco mais cedo que o costume, ela ficou. já estava à algum tempo em casa quando percebi que não tinha o meu telefone, fui procurá-lo ao carro e nada, na mala muito menos, lembrei-me que só podia ter ficado no escritório e precisava mesmo dele porque tinha lá um número de telefone de uma pessoa a quem precisava ligar “sem falta”.

 

meti-me no carro e voltei lá para buscá-lo, é verdade que reparei no carro da patrõa no parque mas nem estranhei porque ela por vezes deixa lá o carro durante dias. entrei e dirigi-me ao meu posto de trabalho para confirmar se tinha o telefone onde pensava. encontrei-o como pensava e quando já estava novamente de saida ouvi barulho vindo do gabinete da patrõa, estranhei, ou melhor, na verdade amendrontei-me com as letras todas pois não via a luz acesa mas o barulho e a conversa que ouvia, sem no entanto perceber o conteúdo, vinha mesmo de lá. o meu primeiro pensamento foi logo – está alguém cá dentro a roubar alguma coisa! – e agora? o que faço? mas enquanto decidia o que fazer pensei de novo, mas eu entrei com a chave, a porta estava trancada, um ladrão não iria arrombar a entrada e depois fechá-la depois de estar cá dentro e dada a altura não me parece que pudesse entrar por uma janela até porque não há janelas, apenas vidros e não são fáceis de partir, digo eu.

 

nesse pensamento resolvi aproximar-me da porta para tentar ouvir melhor o que se passava. ouvi claramente a voz dela, mas estava diferente, estava num tom muito meigo que não é nada habitual. como ia saber o que se passava, não podia simplemente abrir a porta para espreitar. e foi então que me lembrei da cortina, atrás de onde trabalho existe uma cortina dessas de laminas verticais habituais nos escritórios que fecha apenas um pequeno canto de um vidro que dá para dentro do gabinete dela, não sei para que serve, mas está, como sempre esteve, fechada, aliás, quase tapada com uma estante situada atrás de mim, mas, no topo, talvez desse para ver o que se passava.

 

armada em “espia” subi à minha cadeira e tentei espreitar pelo canto da cortina, dava para ver que afinal havia alguma luz no escritório, mas apenas o candeeiro da secretária ou algo semelhante, de resto não conseguia ver nada dali, tinha que ser do lado oposto para evitar o sentido das laminas da cortina que me tapavam a vista. com mil cuidados continuei a minha tarefa sem pensar sequer nas consequências que poderia enfrentar se fosse apanhada naquela tarefa. espreitei pelo outro lado e, aí sim, dava para ver um pouco, e do pouco que dava para ver percebi claramente que não estava sozinha, que estava acompanhada por um homem, homem esse que, sentado na cadeira dela disfrutava da boca dela, isso mesmo, ela estava a fazer-lhe  o chamado “broche”. nem acreditei no que os meus olhos viam, aquela “velha enrugada” estava em pleno escritório a fazer “horas extra” de acção bocal.

 

por ali fiquei, constantemente a lutar com a gravidade e com os sapatos que não tirei com receio da necessidade de uma “fuga rápida”. até que ela se levantou e pegando-o pela mão levou-o para o outro canto da secretária e com isso, lá se foram os meus esforços de “mirone” por “água a baixo”.

 

desci da cadeira e antes de sair ainda passei o ouvido novamente pela porta de onde saiu um audivel – hummm a tua língua sabe tão bem!

 

antes que fosse apanhada, saí tentando não fazer o minimo ruído que fosse e rumei a casa pensando que realmente a vida é mesmo uma caixinha cheia de surpresas. quanto ao homem, não conheci, nem sequer o consegui ver bem, mas, pelo aspecto, é bem mais novinho que a “velharia”. acho mesmo que nesta história foi a avózinha que acabou por comeu o lobo-mau. ;)

sinto-me: sei lá
banda sonora: alesha dixon - the boy does nothing
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:39

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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

fantasias proibidas – os resultados finais

afinal parece que há mais que, como eu, têm “sonhos” onde o patronato está presente e em força, porque será?

 

questiono-me igualmente porque será que o pessoal mais “velho” tira vantagem nas fantasias, será pela experiência?

 

como vêm, parece que tenho o final de uma dúvida e também o inicio de muitas outras.

 fantasias proibidas

obrigado a todos pelas participações e contribuição para este esclarecimento.

 

sinto-me: parcialmente esclarecida
banda sonora: natalie imbruglia - shiver
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:12

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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

os males que fazem as férias

3º dia de férias, 4:36 da madrugada era a hora que marcava o relógio quando acordei sobressaltada, tinha acabado de ter um pesadelo impressionantemente estúpido. é verdade que todos os pesadelos tem normalmente algo de estúpido implícito e que normalmente são coisas que não fazem sentido mas o que acabara de ter era realmente estúpido ao quadrado.

não sei se posso dizer que foi realmente um pesadelo, na verdade foi talvez um mero sonho que pelo seu conteúdo classifico como pesadelo. ainda nem estava bem em mim, eu nem queria acreditar que tinha acabado de um sonho erótico que envolvia a minha patroa

como já aqui contei por mais do que uma vez a mulher é hedionda e não pensem que digo isso apenas por ser minha patroa ou por ser mulher, que nós as mulheres temos muito a mania de ter ódios de estimação pelas nossas semelhantes só por serem mulheres e serem mais ricas, mais poderosas ou simplesmente mais elegantes ou bonitas que nós.

o primeiro pensamento foi mesmo esse - “não pode ser!”, seguido do segundo - “estas férias estão mesmo a fazer-me mal!”. mas pior que isso ainda foi constatar um facto inegável, eu estava molhadíssima de tesão. não sei se era a falta de sexo “a sério” que me estava a deixar assim, mas se era precisava fazer algo urgente pois já estava a ter sonhos eróticos com a mulher menos erótica que conheço.

quanto ao sonho, foi um pouco como todos os sonhos, surreal, o local era nitidamente um escritório e ela continuava a ser minha patroa mas todo o resto nada tinha a ver com a realidade, o espaço não era o local onde trabalho nem nenhum outro espaço que me seja minimamente familiar. entrei no sonho sendo chamada por ela (como é normal) e a dirigir-me ao gabinete junto dela, enquanto ela mexia nuns papéis olhei e reparei que ela estava vestida de forma diferente, mais moderna e com um look mais executivo e muito mais consentâneo com a função que exerce (o que não acontece na vida real), além disso reparei que tinha uma tatuagem, (ah ah ah ah) isso mesmo, uma tatuagem no seio direito que aparecia semi-coberta pelo bonito soutien em tons bordeaux acetinado. olhou para mim e compôs-se como quem me tinha apanhado a observá-la. saí do gabinete e voltei ao meu lugar.

passados alguns minutos ela volta a chamar-me, falando-me num tom de voz totalmente fora do habitual e muito mais amigável diz-me – precisava que me desses aqui uma opinião numa coisa – sim, respondi eu, - reparei que olhaste há pouco para o meu soutien (fiquei roxa de vergonha, no sonho) o que é que achas dele? – o que acho? como? – sim, se gostas ou não gostas, mas quero que sejas sincera, estou farta de gente que me bajula e me diz que sim quando pensam o contrário! – eu não vi assim muito bem, mas acho que é bonito! – tens a certeza? não estas a dizer isso só para me agradares? – não, não, é verdade, gosto!

enquanto falávamos ela desabotoou o botão do casaco, abrindo-o e dando-me a ver o soutien quase na sua totalidade, era de facto muito bonito mas algo de muito estranho se passava na sua atitude, tudo aquilo me parecia estranho e não demorou muito até que “a coisa piorasse” – eu também gosto muito dele, comprei-o ontem, é um conjunto completo – e dizendo isto inclina-se na cadeira e puxando a saia para cima mostrando-me as cuequinhas e o cinto de ligas que lhe seguravam as meias, tudo nos mesmos tons. fiquei em choque, e os olhos quase me saltaram das orbitas “a mulher não está boa da marmita” – pensei eu.

mas fui interrompida nesse meu pensamento porque ela não fazia tenções de parar por ali, continuando – e são tão suaves – disse ela com um ar meloso passando ambas as mãos pelas copas do soutien – pois, devem ser devem! – disse-lhe eu sem saber bem o que fazer ou dizer naquela situação totalmente constrangedora. nisto esticou-me a mão e disse-me – olha aqui, sente como é macia! – e sem saber bem como nem porquê estou a sentir a textura da lingerie dela sendo a minha mão guiada pela dela que me segura pelo pulso.

apesar de já ter percebido, não sou assim tão inocentezinha (nem em sonhos), que o alcance da coisa era bem maior do que apenas sentir a suavidade da lingerie, senti-me constrangida ao perceber que o meu toque estava a fazer com que os mamilos dela estivessem a despertar e a aparecer nas copas do soutien, ela estava visivelmente a ficar excitada e não se coibiu de usar a mão livre para se começar a tocar nas cuequinhas dizendo – olha para isto! olha o que me fazes fazer! estou toda excitada! – eu? - perguntei-me a mim própria – ela é que está aqui nestes preparos parece uma gata no cio e eu é que sou a culpada?

- anda aqui! preciso muito da tua ajuda! – e dizendo isto puxa-me ficando eu de joelhos em frente à cadeira onde ela já estava quase deitada. puxou a saia ainda mais para cima e abriu as pernas pousando-as uma de cada lado dos apoios para os braços, puxou as cuequinhas para o lado e começou a enfiar 2 dedos de uma vez dentro da ratinha que jorrava líquidos do seu interior como eu nunca tinha visto antes – ajuda-me! – gritava ela! – mete-me os teus dedos! – não! com força! não sou nenhuma menina, fode-me a cona toda! com força! vai! mais força! – quase forçada por todo este ímpeto fiz o que me ordenava e poucos segundos volvidos já enfiava 3 dedos dentro dela a grande ritmo, ela não parava de gritar e de me pedir mais e mais e eu meti-lhe mesmo a mão toda dentro continuando a forçar um pouco a sua entrada que não oferecia muita resistência.

alguns minutos depois veio-se num enorme espasmo e num movimento de fecho súbito das pernas que me entalou a mão lá dentro, senti-a as contracções internas dela, olhou para mim, puxou-me para ela e deu-me um beijo na boca e foi nesse preciso momento que acordei no estado que já vos contei, molhada, quente e confusa, como poderia ter tido um sonho destes com uma mulher tão asquerosa?

a verdade é que aconteceu e era notório no meu corpo que me havia dado tesão assim sendo, adivinhem quem “pagou as favas” no meio da madrugada, claro, o meu querido desodorizante que me ajudou a satisfazer aquela necessidade imensa. tentei pensar em tudo menos no sonho, mas a verdade é que não consegui e acabei por transportar tudo aquilo que sonhei para o acto de me masturbar, até tenho vergonha só de pensar – “que mal me estavam a fazer estas férias!” – pensei antes de adormecer novamente.

sinto-me: envergonhada
banda sonora: pink – just like a pill
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:49

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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

phonesex no trabalho

hoje nem pensava escrever nada no diário mas acabou de acontecer-me algo que vos tenho que contar – já! é que acabei de apanhar há minutos a minha patroa a fazer o chamado phonesex.

ia eu para levar-lhe umas coisas que ela me pediu ontem, com muita urgência, como sempre. bati na porta e ela não me respondeu, entrei devagarinho com receio que estivesse ao telefone com algum cliente ou alguém importante mas não, não estava sequer na secretária. achei estranho porque a acabara de ver entrar há poucos minutos e foi então que a ouvi, estava ao telemóvel dentro do wc (ela não se mistura com a ralé, tem wc privativo no gabinete) mas não estava propriamente a ter uma conversa normal estava digamos a falar com alguém em modo “alta-voz” e a conversa era nítida e claramente de teor puramente sexual, digo mais, ela estava mesmo a praticar phonesex, ou seja, uma conversa telefónica com alguém cujo objectivo é estimular sexualmente uma ou ambas as partes normalmente acompanhado de masturbação igualmente de um ou ambos ou envolvidos na conversa.

estou realmente boquiaberta, é que vocês não estão a ver, a mulher tem “ares” de quem nem cá está, é velha e antiquada em todos os sentidos, veste-se mal e é rude nas palavras e nos actos, acha-se uma “dama de ferro” uma margareth thatcher à portuguesa. pelo que sei é divorciada desde sempre e nunca a vi na companhia de qualquer homem.

realmente a minha alma pasma com este autentico fenómeno. será que a contagiei?

não sei mais o que diga, a mulher estava para ali a gemer que nem uma perdida com a voz de um homem que não faço sequer ideia de quem seja. é mesmo verdade que estamos sempre a aprender nesta vida, vejam só que até a “cafona” da minha patroa afinal tem laivos de sexualidade naquele corpinho “fora de prazo” (bolas, sou mesmo má ).

um último pensamento, acho que há coisas para os quais não estamos preparados nunca, uma dessas coisas é “apanharmos” os nossos patrões nestes preparos. estou quase chocada ;) e agora? entro para lhe levar os papéis, ou espero que ela me diga algo para assim ter a certeza que ela já acabou o “serviço”?

desta não estava nada eu à espera...

 

sinto-me: pasmada
banda sonora: toranja - carta
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:23

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