Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

carta de leitora - pernas para que vos quero

Oi eu sei que tu sabes como me chamo pelo e-mail mas queria ficar anónima. Queria só dizer-te que tenho lido sempre todas as histórias que aqui pões e que me deixam sempre quente e com desejos de sexo. Não tenho namorado e no outro dia quando estava a acabar o meu turno na loja onde trabalho li mais um texto teu e fiquei mesmo com tusa. Fui ao armazém da loja contar uns produtos enquanto a minha colega já estava no turno dela a trabalhar e comecei a tocar-me lá dentro no meio das caixas de cartão a pensar na história que li e como não tinha nada com que me satisfazer porque aquilo é só caixas de produtos e coisas da loja resolvi usar uma perna de manequim que serve para expositor de meias, usei uma que é para meias mais pequenas e  como é de um plástico transparente e o pé é comprido e sem dedos consegui pôr saliva e enfiá-lo na cona e que tesão que me deu, ao principio custou um pouco mas depois escorregava bem e satisfez-me toda. Nesse dia saí mais tarde mas valeu bem a pena, fiquei tão excitada que agora só penso numa forma de levar umas dessas pernas para casa um dia para usar à vontade. Queria partilhar isto contigo porque nunca vi uma coisa assim e acho que tens razão no que dizes sempre que devemos experimentar o que nos apetece.

Continua sempre com este blog porque me inspira muito e acho que a muitas outras pessoas. Beijinhos da tua fã de Cascais.

 

cara leitora, como sempre, o seu anonimato será mantido. quanto ao seu relato, confesso que também nunca tinha ouvido falar de tal coisa ou me lembrado disso o que é uma novidade completa e como sempre bem-vinda a este espaço que também é, e se quer que seja, de partilha.

quanto às pernas de manequim não sei se será fácil levar uma para casa sem se arriscar a perder o emprego mas se conseguir peço-lhe que nos conte como foi ;)

beijinhos e obrigada pela partilha,

 

mm

sinto-me: deslumbrada
banda sonora: kylie minogue - spinning around
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:02

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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

mini-férias escaldantes - sexta-feira (a noite)

regressados a casa depois de mais uma tarde ao sol fui tomar banho enquanto que a “su” e o namorado estavam a falar sobre qualquer coisa com o carro que não percebi bem. ainda estava eu a meio do banho senti alguém bater na porta, era a “su” a perguntar se podia usar o quarto de banho uma vez que era o único na casa e estava  aflita. entrou e lá fez o seu xixi ;) e não só, porque depois disso resolveu despir o bikini e juntar-se a mim na banheira – e o teu namorado? – perguntei eu aflita – não está, foi ver se arranjava uma ficha de ligação qualquer do carro, acho que se esqueceu de a colocar e estragou-a no caminho para cámas porquê, estás com medo dele, é? – não, não é medo mas não sei se ele gostará muito da ideiadeixa lá, não há problema, ele não está mesmo e tu deixaste-me com água na boca e mel na cona desde a hora de almoço, sabias? – engoli em seco e engoli quase de seguida a língua dela dentro da minha boca, estava frenética e ao mesmo tempo que me beijava usava ambas as mãos para me tocar nas mamas e na ratinha, encostou-me novamente à parede como havia feito no wc do restaurante mas desta vez nos azulejos frios e abrindo-me as pernas começou a lamber-me a ratinha todinha, de cima a baixo e enfiando a ponta da língua dentro da minha vagina, comecei a gemer.

enquanto me continuava a tocar deixou de me lamber e passou a enfiar-me dois dedos dentro da ratinha ao mesmo tempo que como o polegar da mesma mão fazia movimentos circular no meu clítoris já bem duro de tesão. senti-a em busca de algo e finalmente vi que pegou na sua escova de cabelo e sem mais perguntas enfiou-me o cabo desta na ratinha, felizmente era relativamente fino e curto porque ela enfiou até não dar mais e ao mesmo tempo que a enfiava e tirava ligeiramente lambia-me o clítoris novamente. o cabo tinha a forma de uma espécie de anéis todos colados uns aos outros e sem separação entre eles o que dava uma sensação interessante dentro da vagina. atingi o orgasmo em pouco tempo enquanto a água que caia do chuveiro na parede me caia sobre os mamilos.

agora é a minha vez! – disse ela de pronto assim que retirou a escova do cabelo da minha ratinha. colocou-se dobrada para a frente pegando nas laterais da banheira e com a cabeça junto às torneiras, a água do chuveiro caia-lhe em cascata sobre as costas e colocando um dos pés sobre a lateral da banheira junto à parede disse-me – anda, agora é a minha vez! – confesso que a imagem era deslumbrante, a água que lhe caia e escorria pelas costas descia pelo meio do rabo e pingava na ratinha dela, exposta. ajoelhei-me na banheira já com alguma água no fundo e comecei assim mesmo, por trás, a lambê-la e a sorver parte daquela água que escorria da ratinha dela, senti-a o “mel” dela misturado com a água e após alguns minutos foi a vez de ela experimentar a escova que entretanto boiava na banheira. não tive “pena” dela e dei-lhe umas valentes estocadas até ao fundo como ela me havia feito mas não o fiz como se se tratasse de uma vingança ou de um qualquer “acerto de contas” mas sim como uma retribuição, estava a reciprocar o tratamento que tinha recebido da parte dela e ela aparentava estar a gostar.

atingiu um orgasmo que durou alguns segundos e recomposta beijou-me novamente, lavamo-nos mutuamente continuando aquele momento de partilha até que ouvimos bater na porta, era o namorado dela e o nervosismo deu-me para me apressar a sair da banheira e a enrolar-me na toalha – e agora? – perguntei eu nervosa – mas qual é afinal o teu problema? relaxa!estamos aqui! – disse ela – já vamos sair! e nisto saímos as duas embrulhadas em toalhas para fora. uau! – disse o namorado dela sentado na sala a ver-nos sair – duas mulheres juntas no banho, que maravilha! – disse ele com um certo tom de gozo mas com algum fundo de verdade, acredito. a “su”, como sempre, não se ficou e respondeu-lhe à letra – pois é meu querido, chegaste tarde, senão podias ter-te juntado a nós! – disse ela piscando-me o olho. eu engoli uma vez mais em seco e ele ficou com um olhar embasbacado sem saber muito bem o que dizer. envergonhada refugiei-me no meu quarto e fui-me vestir antes que a coisa descambasse.

sinto-me: uau
banda sonora: the pussycat dolls & a.r. rahman - jai ho you are my destiny
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:36

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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

sexo - a 2 é bom, a 3 é interessante, a 4 é fenomenal

depois daquela célebre tarde tivemos uns dias afastados, ausentei-me para o cumprimento dos deveres de filha na época natalicia, ou seja, visitar os pais.

 

no segundo dia fora, recebi uma sms da lorena desejando-me um feliz natal mas com uma espécie de post scriptum no final que dizia mais ou menos assim “quando estiveres de volta avisa-me, tenho algo para te propor”. realmente aquela italianinha estava muito sabida e já estava a conhecer-me bem demais ;) passei o dia seguinte sem pensar noutra coisa a não ser na “proposta” que ela teria para me fazer.

 

logo que pude rumei a casa e pelo caminho liguei-lhe, não me quis dizer pelo telefone do que se tratava, disse que era assunto para falarmos “ao vivo” e não pelo telefone mas acabou por me levantar um pouco a ponta do véu ao perguntar-me pela “su”.

 

a “su” deveria estar mais ou menos na mesma situação que eu, liguei-lhe logo para saber onde estava e quando chegava e para a acelerar contei-lhe logo da proposta da lorena, respondeu de imediato, vou à depilação agora encontramo-nos em tua casa daqui a 2 horas, pode ser?

 

bem mais de 2 horas depois lá estavamos as 2 em minha casa, sentadas no sofá a imaginar o que a lorena nos iria propor, estava a caminho, ela e claro, o alberto e a nossa imaginação já ia a mais de 1000.

 

chegaram! – gritou a “su” ao ouvir o elevador chegar e correu para a porta, nem lhes deu tempo de tocarem à campainha pois abriu logo tal era a sua ansiedade.

 

ficamos por alguns momentos os 4 sentados no sofá da sala a pseudo-conversar sem tocarmos no assunto que, na verdade, nos tinha ali reunido, como que sem saber por onde começar ou quem daria o primeiro passo até que o alberto se ausentou para ir ao wc e a lorena disse: amigas, tenho uma proposta para vos fazer, os nossos olhos devem ter esbugalhado e o mundo como que parou de girar enquanto ouviamos as suas palavras, no final,  olhamos umas para as outras e sorrimos. olhei para a “su”, peguei-lhe na mão e ela apenas disse no seu estilo peculiar “eu tou pronta”.

 

a lorena foi para dentro ao encontro do alberto enquanto nós nos punhamos mais confortáveis, ou seja, sem roupa, enquanto tirava os sapatos olhei para a “su” que já estava só de cuequinhas e disse: bolas, estás com pressa! rimos as duas.

 

fechamos as persianas, acendemos apenas o candeeiro de pé no canto da sala e algumas velas, alguns segundos depois entra a lorena trazendo pela mão o alberto envergando apenas uma toalha à cintura e de olhos vendados. sentou-o numa pequena poltrona que tenho num dos cantos da sala e colocando-se de pé por trás dele chamou-nos para junto deles.

ainda vendado começou a acariciá-lo passando-lhe as mãos pelo peito e beijando-o, retirou ela também o soutien juntando às caricias com as mãos o toque dos seus seios e mamilos pela nuca e ombros dele, alcançou as minhas mãos e juntou-as às dela acariciando suavemente o peito e abdomen do alberto e pediu, sempre sem falar, à “su” que se juntasse a nós também, agora o alberto tenha as nossas 6 mãos passeando e acariciando-lhe o peito, os ombros e o abdomen ao mesmo tempo que a lorena lhe tocava com os seios e mamilos na face. de quando em vez ele virava a face e tantava alcançar um dos mamilos, chupando-o, mas ela logo se afastava retirando-lhe esse “doce” e levando a provocação e a excitação ao máximo.

 

colocou-se lateralmente do lado esquerdo do alberto e pediu-me que me colocasse em igual posição à direita, abraçou-me puxando-me e apertando ligeiramente a cabeça do alberto entre as nossas 4 maminhas, beijámo-nos. a “su” estava agora encarregue das pernas e coxas do alberto e era já claro e notório um enorme alto que se erguia dentro da toalha e que a fazia abrir-se, o pénis do alberto estava a abrir caminho por entre a toalha e já espreitava ligeiramente pelo meio, a “su” estava extasiada com a visão e a lorena sorrindo disse-lhe que sim. ela não se fez rogada e agarrou-o com as duas mãos fazendo o alberto estremecer, estava visivelmente muito excitado.

 

deixamos por algum tempo que ele pudesse brincar com a lingua ora nos mamilos da lorena, ora nos meus enquanto a “su” o masturbava já com algum vigor, a lorena percebeu a vontade dela e tocando-lhe na cabeça levou-a até junto do pénis dele começando a “su” a chupá-lo e lambê-lo lentamente.

 

a lorena estava agora apostada em passar à acção e movimentando-se até junto de mim pegou na mão direita do alberto  que segurava no apoio dos braços da poltrona e guiou-a até às minhas cuequinhas, ou melhor dizendo, até à minha ratinha. fechei os olhos por um momento e tentei sentir apenas aquele toque, senti a mão da lorena a acariciar-me os ombros beijando-me em seguida como que dizendo-me relaxa e disfruta, percebi aquele gesto e confesso que sem saber bem porquê me deu imensa confiança começando a disfrutar de uma forma mais leve e relaxada daquele momento tão especial. quando abri os olhos a lorena já estava do seu lado disfrutando tal como eu da outra mão do alberto. senti a excitação a aumentar ainda mais, o alberto soltava já pequenos gemidos tal como a lorena que mordia o lábio, senti a minha ratinha invadida por 2 dedos molhados e quentes num movimento vai-vem contínuo e frenético. num movimento com tanto de brusco como de inesperado a lorena arrancou a venda do alberto que permaneceu de olhos cerrados de excitação e prazer, percebemos todas que estava prestes a vir-se e a lorena como que avisou a “su” disso mesmo, olha quem, a “su”, retirou-o da boca e masturbou-o vigorosamente até sentir um longo jacto a invadir-lhe a cara, olhos e cabelo, voltou a chupá-lo, sugando-lhe todo o nectar que restava, percebi que o tinha guardado na boca e o que iria fazer, levantando-se aproximou-se da lorena e, beijando-a, transferiu todo o nectar que tinha guardado na boca para ela dizendo-lhe em seguida: toma, é teu!

 

nessa altura já o alberto estava de olhos bem abertos e a ver toda a cena, com tudo aquilo não tinha chegado a perder grande parte da sua excitação e estava com o seu membro bem erecto. era a vez da lorena que se sentou de pronto em cima dele e o começou a cavalgar. a “su” apressou-se a deitar-me no sofá ao lado e a retirar-me as cuequinhas enroladas pela mão do alberto, caindo-me em seguida de boca e lingua na minha ratinha.

 

a “su”, fazendo uma pequena pausa, correu ao armário dos “brinquedos” e trouxe-os a todos, dispondo-os na mesinha de apoio, em seguida tirou as cuequinhas dela e deitou-se por cima de mim ficando a chupar-mo-nos e lamber-mo-nos mutuamente num maravilhoso 69 enquanto olhavamos a espaços a lorena frenética na sua cavalgada sobre o alberto.

 

alguns minutos passados senti-mo-la vir-se e a ele também, quase simultaneamente, mas desta vez o nectar ficou mesmo apenas e só para ela e bem dentro dela.

 

enquanto eles se refaziam dos seus orgasmos, a “su” colocava-me o famoso “strap-on” e deitando-se em seguida no sofá bem encostada a eles disse-me: anda, é agora a vez de seres o meu homem e me dares prazer. comecei a penetrá-la com o “strap-on” ajustando-me também ao tal detalhe interior para que tivesse também algum prazer mas pouco depois senti algo a penetrar-me, era a lorena que usando o outro vibrador me estava a penetrar a ratinha, fui uma sensação estranha mais ao mesmo tempo saborosa, penetrar e sentir-me penetrada ao mesmo tempo e ela estava a ir fundo mesmo, enfiava-me o vibrador até não dar mais e isso fazia-me a mim estocar também a “su” com mais força fazendo-a gemer alto e bom som.

 

quem também gostou da ideia foi o alberto que logo se aproveitou da posição felina da lorena e a agarrou por trás, a confusão era brutal, uma espécie de sequencia de penetrações onde o único que não estava a ser penetrado por ninguém era mesmo o alberto ;)

 

a primeira a vir-se desta vez foi mesmo a “su” e foi um orgasmo daqueles que eu bem senti, pouco depois as penetrações da lorena na minha ratinha que entretanto resolveu ligar a vibração também produziram efeitos orgásmicos, quanto a eles 2 lá continuavam de 4, percebi que o alberto preparava algo, ao inicio a lorena retraiu-se um pouco, ele queria o rabinho dela. posicionamo-nos melhor, fiquei frente-a-frente com a lorena segurando-a no meu colo e enquanto que a “su” lhe acariciava a ratinha em movimentos circulares sobre o clitoris o alberto lá ia “abrindo caminho” no rabinho dela, aos poucos.

 

para facilitar um pouco a tarefa que ia árdua e dificil, a “su”correu a buscar um pouco do meu óleo que foi deitando suavemente sobre a entradinha já ligeiramente dilatada, com o óleo foi um ápice enquanto a ponta entrou no rabinho dela e o resto, já diz o ditado, é só empurrar ;) com a sua tarefa cumprida a “su” voltou à posição de estimuladora clitorial ;) enquanto eu lhe continuava a acariciar os mamilos que estavam agora enormes e duros.

 

a habituação veio depressa e com ela os movimentos aumentaram de ritmo e senti que ela começava realmente a sentir verdadeiro prazer, numa penetração mais profunda ela acabou por se agarrar e aproximar mais de mim e foi então que tive uma grande ideia, ainda com o “strap-on” colocado, deitei-me no sofá e puxei-a mais para cima de mim, o alberto acompanhou o movimento, olhei nos olhos da lorena nos quais se notava uma certa surpresa, a “su” veio em auxilio e com a ajuda de todos colocamos a lorena em cima de mim sem que o alberto deixa-se de lhe penetrar o rabinho, aprontei o “dildo” e cá vai disto que amanhã é tarde, como diz a “su” ;) enfiei-lho na ratinha, soltou um gemido longo e profundo agarrando-se com força a mim, chegando mesmo a vincar-me as unhas, esperou 3 ou 4 segundos de olhos fechados, depois olhou-me fixamente, sorriu e disse sono impossibili, que é como quem diz que “sou tramada” ;)

 

fomos ganhando ritmo e ligação naquela dança de corpos e se a 3 estava muito interessante, melhor ficou quando a “su” resolveu subir para o sofá e colocar-se  por cima de mim, quase que sentada na minha cara, disfrutando a espaços quer da minha lingua, quer da lingua da lorena que, no balanço, muitas das vezes lá chegava e assim permanecemos durante mais um grande orgasmo da lorena e até que o alberto atingir também o seu último da sessão derramando ainda algum líquido que lhe sobrava por cima da entrada dilatada do rabinho da lorena.

 

se a 2 era bom, a 3 estava interessante, a 4 foi uma coisa verdadeiramente fenomenal foi a conclusão que todos retiramos, exaustos acabamos por ir ao banho e dormir todos em minha casa. se o natal fora interessante, este caminho até à passagem de ano começava a revelar-se inesperadamente fabuloso.

sinto-me: apaixonada
banda sonora: natasha bedingfield - these words
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:02

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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

a luxuriosa lembrança da “su”

a noite estava terminada e bem terminada, pensavamos nós, e os brinquedos já bem limpos e desinfectados, preparavam-se para ser guardados até próxima oportunidade, mas eis que a “su” num dos seus habituais rasgos de criatividade resolve pegar no “brinquedo novo” e diz ela – esperem aí! ainda falta testar uma coisa! – ficamos ambas a olhar para ela como que a pensar do que é que ela se havia lembrado agora.

 

sentada no sofá e já com o “dito” numa mão e o frasco do lubrificante na outra via os olhos dela brilharem de emoção, algo em grande ela estava a preparar, mas o que seria?

 

untou o dildo com lubrificante e depois olhou-o bem de frente como que dizendo – és meu! em seguida retirou as cuequinhas e atirou-as na minha direcção, pegou nele e começou a introduzi-lo na ratinha, eu e a lorena permaneciamos de pé, estupefactas e surpreendidas, o que seria que ela ia fazer que ainda não tivesse sido feito?

 

à medida que ela ia introduzindo o dildo, masturbando-se e vibrando com ele fomo-nos aproximando dela como que atraídas pelo suspense do que se iria passar, sentamo-nos bem junto a ela, no chão e ficamos a observar a cena como se de um filme se tratasse.

 

até ali nada de muito novo ou especial se tinha passado, mas o melhor ainda estava para vir, com o dildo bem enfiado dentro dela sentia à procura da outra ponta e era isso mesmo que ela queira, alcançou-a e pensei para comigo mesmo - olha, afinal ela quer testar também a “dupla penetração”, mas percebi rapidamente que me tinha enganado, ao contrário do que tinha pensado, ela não estava a tentar testar a dupla penetração, ou melhor, estar até estava, mas de uma outra forma, ela estava a tentar penetrar-se com ambas as pontas na ratinha, uma dupla penetração vaginal J

 

não estava a ser fácil e olhei para a lorena como quem diz – vamos ajuda-la? – ela percebeu o meu olhar e passou logo à acção, apesar de ela já estar bem dilatada e lubrificada o dildo era grande, ou melhor, ficava larguissimo com os dois pénis lado-a-lado mas nada que uns empurrõezitos mais fortes à mistura com a lingua da lorena no clitoris dela a estimular e excitar mais a coisa não resolvessem e finalmente entrou, entrou todo, ficou com amabas as pontas enfiadas na ratinha a forçarem a entrada, nessa altura ela gemia a bom gemer e pouco mais podiamos fazer do que mexer levemente no dildo agora quase dobrado ao meio. a cada toque ela gemia e agarrava-se com toda a força no sofá, ela estava realmente muito dilatada e o dildo naquele posição estava constantemente a força-la nesse sentido.

 

acabou por atingir o orgasmo alguns segundos depois e com as enormes contracções do mesmo expulsar o dildo do seu interior, estava com um buracão enorme na ratinha, nem a quando daquela brincadeira com a mão a tinha visto tão dilatada e, ao mesmo tempo, tão satisfeita ;)

sinto-me: especial
banda sonora: 3 doors down - away from the sun
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:31

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Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

a “dolorosa” resposta e suas maravilhosas repercussões

a resposta lá chegou, finalmente, e após largos minutos de sofrimento ;) não sei se por estar ocupada ou se simplesmente para me provocar ainda mais, confesso que durante esses longos minutos olhei para o telefone umas 10 vezes ou mais, cheguei a pensar se me teria enganado na dedução e, de facto, a oferta não fosse dela.

 

mas não, tinha razão, e a resposta aí vinha anunciada pelo vibrar duplo do telefone – ainda bem que gostaste...

 

quê? e o resto? ela, decididamente, estava a provocar-me, a testar cuidadosa e premeditadamente os meus limites (e quem faz isso sou eu).

 

decidi não enviar resposta, já tinha feito a pergunta, se ela quisesse iria responder-me mais tarde ou mais cedo, tive mesmo que me acalmar, a minha chefe com o seu olho de rapina já me tinha perguntado – afinal o que se passa consigo hoje? parece que está com a cabaça nas nuvens! – nas nuvens não estava, mas sim no telefone, na resposta da lorena e na caixa que tinha no carro ;)

 

hora de almoço e nada, fui almoçar e tentar não pensar mais no assunto, na volta dei de caras com ela na porta com o maior dos sorrisos “sacanas”. estás bem? – perguntou ela – estou e tu? – também! resolvi vir responder-te in persona ;)

 

que bem! e que resposta tens para mim? – disse eu com um ar de quem não está nem aí ;)

 

basta dizeres quando tens tempo para a “aula” :) eu estou pronta! – ah, queres uma “aula” individual ou de grupo?

 

sorri – vou saber! depois digo-te, pode ser? – sim, claro, estarei à espera, acrescentando já de saida e ao passar por mim, quente e molhada como sempre!

 

até me arrepiei, aquela mulher estava mesma a sair-me mais “fresca” que a conta e estava a ganhar um “péssimo” hábito, aprender a provocar-me ;)

 

liguei à “su” e contei-lhe de todo o sucedido, ela riu a bom rir no telefone e disse, amiga, estás com sorte, dividimos essa aula, essa eu não perco por nada! vocês andam a divertir-se muito sem mim! fico ciumenta!

 

marcamos para a noite do dia seguinte, véspera de fim-de-semana com tempo para “estudar” o assunto sem correrias. à hora marcada lá estava ela, pontual como sempre entrou e depois dos cumprimentos foi logo perguntando – então, qual é a dúvida? o que querem saber?

 

queremos que nos ensines a usar esta cobra – disse a “su” já com o dito cujo fora da embalagem e agitando-o no ar.

 

muito fácil, é como todos os outros ;) só que duplamente melhor. e como é duplo, temos duplas possibilidades J

mas melhor que explicar o melhor é mostrar, não acham?

 

quem quer ser a primeira?

 

sem dar resposta alguma sentei-me de imediato no sofá à frente dela, ela cumprindo a sua função com todo o profissionalismo pegou no dildo e começou a massajar-me a ratinha por cima das cuequinhas mas o facto é que eu estava para lá de excitada com aquilo e também já tinha trocado umas brincadeiras dessas com a “su” antes dela chegar J levantei-me, baixei as cuequinhas e abri as pernas dizendo, mostra-me lá o que isso faz ;)

 

ela percebeu que eu já estava mais do que pronta para a acção e começou a introduzir o “brinquedo” na minha ratinha, aos poucos foi introduzindo, introduzindo e introduzindo até não poder mais, aquilo é gigantesco, é impossivel caber tudo dentro de uma ratinha só, mas faz sentido porque é suposto estar alguém do outro lado J

 

arrepiei-me com aquela sensação de constante penetração daquela cobra dentro de mim até ao fundo mas a lorena olhou para mim com um ar terno como que dizendo “calma, não te vou magoar”, relaxei, ou procurei relaxar o mais que pude, com o dildo a enxer-me as medidas por inteiro pensei, o que será que ela vai fazer agora?

 

não demorou muito até ter resposta, ela colocou as mãos em volta das minhas ancas fazendo-me deitar um pouco mais e abocanhou a outra ponta do dildo como se de um pénis real se tratasse, nessa posição, começou a fazer movimentos pendulares penetrando-me com o dildo ao qual simultaneamente estava a simular um broche, confesso que foi excitante, as mãos sobre as minhas ancas prendendo-me e puxando-me fazendo-me sentir as penetrações profundas que ela me fazia com a boca.

 

o que ela não sabia é que nós também tinhamos uma surpresa para ela e aproveitando esta acção a “su” equipou-se a rigor com o strap-on, pois era definitivamente um dia para todos os testes, e já estava atrás da lorena tocando-lhe na ratinha com a mão, aquecendo-a para algo que ela não esperava. fiz-lhe sinal como que dando-lhe a indicação que era hora de pôr em prática o nosso plano, a “su” afastou-lhe as cuequinhas dela para o lado sem as tirar e, algo abruptamente, enfiou-lhe o strap-on na ratinha fazendo-a contorcer-se a fechar os olhos, olhou-me e piscou-me o olho como que dizendo – vocês são tramadas!

 

e assim continuamos com ela a usar a mão e maioritariamente a boca para me fazer atingir o orgasmo com o dildo duplo, ao mesmo tempo que a “su” lhe enfiava o strap-on. notei que a “su” estava a divertir-se imenso, ela adora dominar e aquela situação era perfeita para ela, estava literalmente a “foder” a lorena com toda a força e estava disso a retirar o maior dos prazeres. acabamos por nos vir todas, creio que a “su” com muito menos intensidade que nós, talvez porque estava mais preocupada em “rebentar” com a lorena do que em disfrutar do strap-on e eu sei coimo ele pode dar bom prazer mesmo a quem o tem colocado.

 

a lorena chamou a “su”, tirou-lhe o strap-on e mandou-nos deitar às duas no sofá para lados opostos, percebemos que era a hora de testar a coisa para aquilo que foi feita, puxou-nos uma para junto da outra ficando quase que ratinha com ratinha, enfiou cada uma das pontas nas nossas ratinhas e deixou espaço ao centro para colocar a mão dela e assim nos foi penetrando ora mais cá ora mais lá, a certa altura retirou a mão e disse – agora a solas, a coordenação de movimentos nessa altura já era bem mais fácil e foi uma sensação excelente, estarmos a fazer tudo e a sentir tudo em simultâneo e não “à vez” como sempre tinha acontecido.

 

acabei por atingir o orgasmo novamente primeiro e chamei a lorena para que tomasse o meu lugar, tinha estado nos ultimos minutos apenas como voyeur, masturbando-se, ela aceitou de pronto e passou a carregar com mais força a “su”, tanta que se tocavam os corpos fazendo desaparecer o gigante dildo dentro de ambas, senti a “su” a vir-se vigorosamente e pouco depois a lorena também atingiu o orgasmo.

 

depois de recuperadas ficamos um pouco à conversa e a lorena perguntou – então, gostaram?

 

claro, foi optimo! é realmente diferente, como uma coisa simples pode dar tantas possibilidades. e ainda não viram tudo! – disse a lorena – então? há ainda mais uma coisinha que se pode fazer com ele que vocês ainda não viram e dito isso voltou a enfiá-lo na ratinha, ficamos as duas embasbacadas a olhar para ela a ver o que dali ia sair, cuidadosamente ela pegou na outra ponta e sem desenfiar a que tinha na ratinha começou a introduzir a que restava no rabinho, isso mesmo, aquele dildo duplo permitia que ela efectuasse a si própria uma dupla penetração vaginal e anal, acabamos por ficar nós duas desta vez de voyeurs enquanto ela se auto-penetrava duplamente até atingir novo orgasmo.

 

uau! por essa realmente não esperavamos!

 

mas se pensam que a noite se ficou por aqui em termos de inovações e criatividade, enganam-se, faltou a última e mais luxuriosa das lembranças da “su”, mas essa é uma história que fica para uma outra página deste diário.

sinto-me: sem palavras
banda sonora: kt tunstall - other side of the world
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:21

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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

surpresa sexual por via postal

cheguei a casa depois de um dia de trabalho extremamente cansativo, abro a caixa do correio e vejo um aviso para levantar uma encomenda postal - uma encomenda postal? – pensei, não me lembrava de ter encomendado coisa alguma que pudesse vir por essa via, que estranho!

 

no dia seguinte, ao sair de casa, lembrei-me do aviso e levei-o comigo, estava curiosa para saber o que raio seria essa encomenda postal que ainda por cima não tinha informação nenhuma do remetente.

 

não consegui conter a curiosidade, esperei um pouco e passei nos correios mesmo antes de ir para o trabalho, mesmo correndo o risco de chegar atrasada eu tinha que saber que raio de encomenda era aquela e de quem vinha pois inclusivamente poucas pessoas têm a minha morada de casa e quando normalmente encomendo alguma coisa por via postal costumo colocar a morada do emprego pois assim é mais fácil receber a encomenda, tudo isto me parecia tão estranho.

 

levantei a encomenda nos correios, uma caixa relativamente pequena, mais ou menos do tamanho de uma caixa de sapatos, branca, lisa e sem qualquer indicação de quem ou de onde vinha. no remetente apenas duas iniciais - “a. i.”, rapidamente fiz uma busca na minha agenda mental a ver se conseguia decifrar aquele código, poderia ser “ana isabel”, tirando o facto de não conhecer nenhuma, ou “antónio inácio” que também não faço a menor ideia  de quem seja, de quem seria aquela encomenda e mais, o que estaria dentro daquela caixa imaculada.

 

pelo sim, pelo não levei-a comigo para o carro, “sentei-a” no banco do pendura e olhei para ela umas quantas vezes antes de decidir abri-la, depois pensei comigo mesma – oh pá, não sejas tonta, o que poderá estar ai dentro, não és ninguém famoso para ser uma bomba ;)

 

abri a caixa, dentro tinha um bilhete e um embrulho um pouco mais pequeno mas desta vez envolvido em papel vermelho vivo. se curiosa estava, mais curiosa fiquei, abri o bilhete que dizia apenas – una pequena oferta para una grande persona – percebi rapidamente pelo “português” que só poderia ser da lorena, rasguei rapidamente o embrulho e dei de caras com... mais um brinquedo para a colecção ;) um dildo, mas não um dildo qualquer, um dildo duplo, ou seja, um dildo daqueles maleáveis e translúcidos, comprido e com um formato masculino em cada um dos lados, uma espécie de “serpente de duas cabeças”, uma em cada extremidade ;)

 

surpreendida por tamanha oferta guardei tudo na caixa e rumei ao trabalho que já estava atrasadissima, pelo caminho escrevi uma sms à lorena dizendo apenas – obrigada pela oferta, por certo vai ser muito útil. não tive qualquer resposta e já no trabalho não contive os meus impulsos e enviei nova sms acrescentando – só tenho um problema, não sei como como usar, queres ensinar-me?

 

e a resposta, foi...

sinto-me: expectante
banda sonora: colbie caillat - realize
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:01

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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

emergência sexual

quarta-feira à noite, cheguei do trabalho, tomei um belo banho e jantei qualquer coisa para enganar o estômago, sentei-me, ou melhor, recostei-me no sofá com a tv ligada para me fazer companhia pois nem sei o que estava a dar. sou quase acordada pelo som do telemóvel a vibrar em cima da mesinha de centro, alcancei-o a custo, era a lorena – que seria que ela queria a estas horas?

 

estou! – olá amiga, desculpa ligar esta hora mas preciso de ti! – acordei com a conversa – mas que é que se passa, o que aconteceu? – perguntei – sei que já é tarde mas posso ir a tua casa, preciso de falar contigo, é muito urgente! sim, claro, não há problema, podes vir, mas não queres dizer o que se passa? – falamos melhor aí, pode ser? certo, fico à tua espera então.

 

fiquei preocupada, o que se passaria com a lorena, não costuma ligar a estas horas e muito menos com aquela voz, fiquei num estado de nervos incrível desde que desliguei até que ela entrou pela porta. então, o que se passa amiga? que aconteceu? não é nada de grave, quer dizer, até é um pouco, mas não precisas preocupar-te. vou dizer-te uma coisa! diz! fala! – disse eu já para lá de nervosa. preciso de ti, és a única pessoa que me pode valer! – mas o que é que precisas! diz-me! como te posso ajudar? estás com algum problema? sim, estou!

 

fez-se um momento de silêncio na sala...

 

preciso muito de uma coisa e só tu me podes valer, não conheço mais ninguém! – estás com problemas de dinheiro, é isso? quanto precisas? – não, não, não é isso que preciso! é mais grave que isso! – mais grave?!

 

sim, preciso muito de... sexo!

 

sexo?!

 

sim, desculpa, eu sei que não devia estar a pedir-te isso assim desta forma mas estou “esfomeada”, não aguento mais, há 2 ou 3 dias que não penso noutra coisa, já olho para todos os homens na rua querendo “comê-los” e eu não quero isso. estou mesmo mal, vê que hoje no trabalho tive até que ir para o wc para me masturbar um pouco, mas nem isso me acalmou, preciso de mais!

 

fiquei parada de boca aberta a olhar para ela enquanto ela me contava tudo isto sem reacção, tudo isto parecia simplesmente surreal, será que estava a sonhar?

 

ajuda-me! podes? sei que não é justo nem normal pedir-te isto mas vê como estou! – dizendo isto levantou a saia e mostrou-me as cuequinhas molhadas, estavam realmente e visivelmente molhadas até de longe.

 

acordei para a realidade e a realidade é que uma mulher lindissima e acima de tudo minha amiga e companheira de já tantas aventuras precisava de mim para fazer aquilo que mais gosto – sexo! sorri-lhe e abracei-a. disse-lhe ao ouvido – não te preocupes, vou tratar de ti! senti naquele abraço um coisa incrivel, senti os mamilos dela no meio peito, estavam durissimos, a lorena estava à beira de um “ataque de sexo” e era realmente urgente tratar dela.

 

quase como duas loucas despimo-nos quase como que arrancando as roupas do corpo o mais depressa que pudemos, atirei-a para o sofá onde ela abriu de imediato as pernas “escancarando-me” aquela ratinha suculenta e sumarenta, tão sumarente que até nas coxas ela tinha humidade da ratinha, ajoeilhei-me junto dela, a ratinha dela exalava um odor intenso mas não de “mal lavada” nem nada que fosse repelente, pelo contrário, um odor doce a sexo que me excitou ainda mais. caí de boca nela lambendo-lhe a ratinha toda de cima a baixo de lado a lado, por dentro e por fora, a sofreguidão dela tinha-me contagiado e eu que gosto das coisas com uma certa calma estava tão sofrega quanto ela, já nem sabia o que estava a fazer, simplesmente estava, ora chupava, ora lambia toda por entre gemidos bem audiveis, contracções e espasmos que aconteciam ao ritmo das minhas investidas.

 

reparei que o clitóris dela estava enorme, duro e quente como nunca o tinha visto, quase parecia a “cabecinha” de um pequeno pénis a querer romper por entre os lábios, não contive e chupei-o com força como se um pénis se tratasse, ela quase saltou do sofá de prazer, sentia-a nos limites e descontrolada acabei mesmo por mordê-lo suavemente, à semelhança do que faço no masculino ;) ela não aguentou e teve um orgasmo ou uma série deles seguidos nesse momento, senti e percibi o que estava a acontecer e não parei. demorou uns bons minutos até que ela acalmasse e os espasmos parassem, ela acabará de ter multiplos orgasmos consecutivos uma coisa que eu própria só me lembro de ter tido 1 ou 2 vezes na vida.

 

estranhamente toda essa acção só parecia tê-la acalmado por uns breves minutos pois após respirar fundo partiu para cima de mim com tudo, o sexo oral praticado por ela estava perfeito, como sempre, mas a intensidade que ela estava a por na coisa estava a deixar-me louca e sem controlo, não demorei mais do que breves minutos a atingir um poderoso orgasmo com 2 dedos dela dentro de mim a estocar-me com força e a lingua a fazer maravilhas no meu clitoris.

 

quando recuperei olhei para ela, estava totalmente descabelada ;) aproximou-se de mim e disse-me – posso pedir-te mais uma coisa? sim, claro! – disse eu. podes ir buscar o strap-on e usá-lo em mim? não me leves a mal mas hoje preciso mesmo de algo duro dentro de mim para me matar esta fome. apenas sorri e corri a buscar o strap-on que tinha ficado comigo desde a “festa anterior”, ela ajudou-me a colocá-lo e a apertar as fitas, depois voltou-se de costas para mim, joelhando-se no sofá e apoiando-se no encosto do sofá e disse: - quero que me “comas” assim, por trás! não hesitei e enfiei-lhe o pénis de latex todo, estava realmente muito molhada, nem precisamos de usar lubrificante. comecei a experimentar a coisa (sou novata no assunto) penetrando e retirando levemente o “aparelho”, mas ela logo reclamou – dá-me com mais forza! quero me comas como se fosses um homem cheio de vontade! – e eu não estive por meias medidas, dei-lhe com força, com a força que pude ou tinha, enfiando o dildo bem fundo na ratinha dela e ouvindo-a gemer e gritar a cada estocada mais forte, estava no controlo e agora sim percebia o que ela queria dizer com o “dominar” quando usava o dito no namorado, continuei a penetrá-la o mais que pude, o pequeno pénis no interior também puxava por mim deslizando sobre o meu clitóris dando-me muito mais prazer do que eu podia pensar, mas a noite assim pedia, era uma noite que tinha começado intensa e intensa iria terminar com toda a certeza.

 

comecei a sentir pequenos orgasmos a cada estocada que lhe dava, segui pelo meu ritmo, estava a gostar e queria experimentar a vir-me assim, continuei por mais uns minutos assim até atingir um grande orgasmo, já tinha sentido um bastante grande da lorena uns minutos antes mas não tinha sequer parado 1 segundo, não lhe dei descanso e avançamos directamente para outro patamar ao que ela chegou pouco depois de mim.

 

caimos exaustas no sofá as duas, ela abraçou-me e disse-me ao ouvido: - obrigada! por tudo! nunca me irei esquecer deste dia!

 

sinto-me: louca
banda sonora: ez special - chama por mim
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:22

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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

mais revelações escaldantes da colega italiana

3 da manhã, acordo cheia de fome e frio no meio da “love pool”, a “su” e a lorena estão ambas a dormir e enroscadas uma na outra (por isso que só eu tenho frio). mas mal me levanto a lorena abre logo os olhos, acabamos por acordas as 3 e levantarmo-nos para tomar um belo banho e comer qualquer coisa, a “su” teve a brilhante ideia de descongelar uma pizza para comermos, sim, vocês não sabem mas a “su” tem a mania de comprar pizzas na pizzaria e leva-as para casa mas não as come, congela-as, sim, isso mesmo que leram ;)

 

entre dentadas na pizza fomos conversando e a “su” chutou logo acerca do strap-on – sim senhora, a menina da maneira como usa aquilo vê-se que não era a primeira vez! mas espera lá, não tinha sido a primeira vez que tinhas sexo com mulheres? a lorena riu, corou e mudou de côr umas 3 vezes até dizer alguma coisa. depois, respirou fundo e soltou mais uma revelação bombástica – sim, é verdade! não foi a primeira vez que usei o strap-on, confessou, mas também é verdade que foi com vocês a minha primeira experiência com mulheres!

 

quê? – ficamos as duas meias parvas a olhar uma para a outra.

 

mas a algum custo ela lá nos foi fazendo a revelação - sim, sabem, é que já o usei algumas vezes mas com o meu namorado.

 

 

 

com quem? como? o quê?

 

sim, é isso, ele gostava que de vez em quando fosse eu a fazer de homem. mas espera lá – gritava a “su” – tu estás a querer dizer-nos que lhe ias tu ao rabinho com isso? sim, era isso mesmo, sorriu. sempre tivemos uma relação muito aberta e sempre gostamos de experiências novas, um dia, experimentamos isso e depois fizemo-lo mais umas quantas vezes, ele de vez em quando gostava disso e eu, ao incio estranhei, mas depois não sei, a sensação de controlo, de dominio, é muito diferente ;)

 

a conversa entre dentadas de pizza durou até de manhã e a lorena revelava-se cada vez mais um membro importante do nosso grupo ;)

 

sinto-me: sem palavras
banda sonora: red hot chili peppers - snow (hey oh)
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:05

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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

rexona women um “deo roll-on” de grandes sensações

de férias mas retida entre 4 paredes e pior, sozinha, os desarranjos e descombinações de ultima hora assim o justificavam pelo menos por mais 2 ou 3 dias. o tédio era grande e a praia apesar de ali tão perto não me cativava minimamente pois conseguia ouvir o vento lá fora e eu detesto praia com vento. nada para fazer, se ao menos tivesse a “su” para coscuvilhar ao telefone, mas nem isso era possível. resolvi desfazer as malas e arrumar tudo muito arrumadinho em gavetas e cabides como quem vai ficar 6 meses e não 15 dias.

 

a verdade é que tinha planeado muita coisa para estes dias e a espera estava a deixar-me louca e pior que louca, louca de tesão, isso mesmo, estava com uma daquelas vontades que só eu sei e nada melhor que fazer trabalhos domésticos para “cortar” essas vontades, é melhor que um banho frio, mas nesse dia nem isso me valeu, estava mesmo “assanhada”, sentia-me desejosa por um bom “pau duro” dentro de mim (o verão faz-me destas coisas) e lembrei-me que nem sequer o vibrador tinha trazido, achei que não iria precisar, que iria ter melhor, que engano.

 

a caminho da casa de banho para colocar os meus objectos de higiene pessoal tive uma visão (nada de religioso, muito pelo contrário) o meu desodorizante, o meu rexona women que mudou recentemente de embalagem (só faço publicidade porque estes senhores merecem mesmo) e que grande e maravilhosa mudança, não sei quem o pensou, mas está realmente perfeito para uma mulher, ou pelo menos para uma mulher como eu ;) nem pensei duas vezes, descolei cuidadosa e o mais rapidamente possível todos os autocolantes da embalagem, lavei-a, tirei num ápices as cuequinhas e “cá vai disto” enfiei-o directamente na minha ratinha já para lá de molhada de desejo e que bom que era o raio do desodorizante, digo-vos mesmo, não fica nada atrás de algumas coisitas realmente feitas e pensadas para esse efeito que há por ai e com ele brinquei longa e demoradamente aproveitando tudo o que ele me podia dar naquele momento de grande necessidade.

 

após alguns minutos tive um principio de orgasmo que decidi não reprimir e levar até ao orgasmo propriamente dito em segundos caindo em seguida de costas na cama. ali, deitada, olhei uma vez mais para o desodorizante beijei-o e disse-lhe: “obrigada rexona women” por esta evolução.

 

foi realmente uma experiência muito boa e inesperada da qual me surgiu a ideia de escrever ao fabricante perguntando para quando uma embalagem de 150 ml a 200 ml em vez dos normais 50 ml ;)

 

 

sinto-me: deliciada
banda sonora: clã - sexto andar
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:59

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

plug and play (big) adventures

olha lá, o que vais tu fazer com isso agora? – diz a “su” para mim na saída da loja – vou guardar e oferecer-to no natal! – respondi eu ainda com algum mau génio. eh lá que ela está mesmo brava hoje! calma amiga, foi só uma pergunta. é que a mim estava-me mesmo a apetecer experimentar o meu ;) és louca! agora! como? – ela aproxima-se de mim e diz-me ao ouvido – queres ir até minha casa para vermos se isto é mesmo bom ou não? – arrepiei-me toda, ela sabe perfeitamente que falar-me assim ao ouvido é “muita maldade” derreto-me toda. olhei para ela, ri-me, respirei fundo e disse – bora lá! ;)

chegadas a casa dela a “su” não está cá com meias medidas, baixa as calças mesmo na entrada da porta, tira a camisa já no sofá e que nem uma criança com um brinquedo novo vai de abrir o pacote. quanto fechei a porta e olhei para ela já ela estava só de soutien e cuecas com um sorriso lascivo de volta do saco. eu não acredito! já estás assim? – não vou perder mais tempo, desde que pus as mãos nisto na loja que estou “cheia de tesão” para o experimentar ;)

ai amiga, desculpa! – o que foi? que é que aconteceu? – abri o teu sem querer, são iguais por fora e agora? – agora olha “abriu vai ter que enfiar”! – disse eu rindo que nem uma doida aproveitando as deixas da “su”. quê? tu é que tás louca! onde é que eu tenho cona para uma “bisarma” dessas? – quero lá saber! é o destino! não o querias no natal ele vingou-se e quis-te a ti agora! ;)

mas estás a falar a sério? ok, se não queres se quer tentar não vou ser eu que te vou obrigar, certo? fogo! sabes que não gosto que me fales assim! alem de que quem faz esse papel sou eu e não tu. pois é amiga, a vida dá muitas voltas e chegou a hora de provares um pouco dos teus “feitiços” ;) ok, aceito o desafio, dá cá isso! e pegando no enorme plug ficou ali a olhar para ele. ai ai e agora? espera, vou buscar um pouco do óleo johnsons para ver se ajuda.

plug bem besuntado de óleo passei-lho para a mão e disse, é agora! cala-te, eu sei que é agora! – disse ela nervosa. acho que nunca a tinha visto assim nervosa por iniciar uma experiencia mas percebo perfeitamente pois eu também estava e “não era nada comigo”.

colocou o plug no chão e ele de imediato ficou colado com a tal ventosa, ok, vamos a isto mas com jeitinho! – disse ela falando para o plug ;) tirou as cuequinhas e com os dedos engordurados do óleo passou na entradinha da ratinha, colocou um pé de cada lado do plug e baixou-se colocando-se de cócoras com a ponta do plug apontada à ratinha, baixou-se mais deixando que ele começasse a entrar devagarinho. até entrou um bom bocado, mais do que estava à espera. então, que tal? – perguntei eu? – não está mal, é grosso que se farta mas desliza imenso e é macio. e lá foi tentando baixando-se e levantando-se em movimentos lentos. olha, sabes que mais! – diz ela – isto nem é assim tão difícil, esta posição é que me mata, está muito baixo. tentamos pensar numa solução para pôr o plug mais alto e mudamo-lo para o canto da mesinha de centro, assim estava bem melhor. sentada no sofá apreciava agora directamente de frente a cena, ela estava a safar-se bem mais uns centímetros e o plug desaparecia dentro dela. estás a gostar? – perguntei eu – hum hum respondeu ela acenando com a cabeça e já gemendo e foi então que ela se sentou literalmente em cima dele e o “engoliu” por completo, quase saltei do sofá mas ela parecia estar a adorar, apenas gemeu mais forte e continuou a “cavalgar” o plug agora com bastante mais força e ritmo.

passou-me o nervosismo também a mim e comecei a ganhar “tesão” também assistindo a tudo aquilo, ajoeilhei-me junto dela e lambi-lhe o clítoris enquanto ela cavalgava, sabia a óleo mas não se pode ter tudo ;) ela olhou para mim e sorriu olhando para o saco como que me dizendo “tens ali um se quiseres”. percebi o “toque” e decidi experimenta-lo, mal me dirigi ao saco ela riu-se novamente e acenou que sim novamente com a cabeça. sentei-me no sofá em frente dela e apenas tirei as cuequinhas pois estava de saia e peguei no “médio” começando a passa-lo na minha ratinha molhando-o com o meu próprio liquido que se soltava abundantemente da minha ratinha, realmente eram muito mais lisos e macios que o vibrador e não demorou muito até que o introduzisse dentro de mim e começasse a desliza-lo num vaivém ritmado dentro de mim enquanto olhava para a “su” a cavalgar o “gigante”. quase sem querer meti-o todo dentro, deslizava mesmo muito bem  ;) a “su” estava a vir-se gritando e gemendo dando-me a entender que a “coisa” estava muito boa para o lado dela, deitei-me e relaxei desfrutando ao máximo do meu.

passados alguns minutos senti uma mão a tocar-me, era a “su” pegando no meu plug e a meter-mo com mais força para dentro, retirou-o e caiu de boca em mim chupando-me o clítoris e lambendo-me bem fundo, senti um daqueles míni-orgasmos de antecipação muito bons (adoro). senti-a novamente a meter-me o plug mas percebi rapidamente que não era o mesmo. abri os olhos para ver o que se estava a passar e tentei agarrar-lhe a mão – está quieta! – gritou ela – não estavas bem como estavas? – deita-te e aproveita – olha que tu tem cuidado! – disse eu a medo – claro que sim, relaxa, estou só a brincar um bocadinho com este para o sentires.

e brincadeira vai, brincadeira vem que fui sentindo a minha ratinha a dilatar mas como não me estava a doer não dei importância, estava a senti-lo deslizar bem e isso estava a dar-me imenso prazer, num segundo senti um ultimo alargamento e um súbito relax na pressão, olhei e percebi que ela me tinha metido o “gigante” todo na ratinha sem que eu tivesse percebido, sorri e disse-lhe – tu és tramada! já estás satisfeita? – ainda não disse-me ela passando a fazer movimentos circulares com ele todo enfiado dentro e a chupar-me o clítoris ao mesmo tempo. senti rapidamente um calor a tomar conta de mim e breves segundos depois explodi num enorme orgasmo, senti-o todo, a minha vagina contraía-se mas como estava tão cheia senti todas as contracções internas de uma forma bem mais notória e diferenciada.

trocamos um beijos e dissemos quase ao mesmo tempo  - muito bom! rimos em seguida. a caminho do banho diz-me a “su” – gostaste da tua compra? quando queres experimenta-lo no rabo?

não respondi sequer.

sinto-me: no céu
banda sonora: ez special - alguém como tu
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:47

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