Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

aí estão novas revelações

 

 decidi terminar hoje mais uma “dúvida existencial”, e os resultados foram:

 

 resultados de mais uma "dúvida"

aqui ficam então as opiniões de quem sabe, as leitoras do diário (talvez com uns deditos masculinos ali pelo meio, mas, e a julgar pelos resultados, convenhamos, ficam sempre bem) ;)

 

 

beijinhos

 

mm

 

sinto-me: esclarecida
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:53

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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

mini-férias escaldantes - sexta-feira (a manhã)

o pequeno-almoço da sexta-feira foi terrível, não consegui olhar directamente para eles, a cada vez que o fazia recordava imediatamente o sucedido na noite anterior, aquilo estava mesmo a tomar conta de mim. precisava de espairecer um pouco, aliviar a cabeça e apesar de termos ido todos juntos até à barragem, decidi aventurar-me num passeio a sós pelas margens enquanto eles foram passear no jetski.

o passeio, apesar de algo solitário, estava agradável, uma brisa fresca corria entre as árvores e ajudava a  refrescar um pouco o calor tórrido que mais uma se fazia sentir naquele dia. passeei um bom tempo por ali, nem tenho noção de quanto, mas talvez mais de 1 hora, decidi voltar e sem saber porquê fui arrancando pelo caminho pedaços de casca dos pinheiro que ia partindo aos pedacinhos à medida que ia andando, acho que foi a forma que encontrei para me entreter, o facto é que um (ou vários) desses pedaços tinham aquela espécie de cerne dos pinheiros que se cola às mãos e a tudo e que é muito difícil de tirar. o pó castanho das cascas do pinheiro com o cerne transformou-se rapidamente numa pasta castanha horrível que não conseguia tirar das mãos, apanhei um pouco de areia do chão e tentei esfregar um pouco para que saísse, parecia estar a resultar mas muito lentamente, fui repetindo o processo sempre que apanhava uma zona de areia mais limpa e quando já pouco restava daquela cola e era mais a sujidade decidi ir lavar as mãos a ver o que acontecia. entrei pelo meio das árvores e dirigi-me na direcção da água, pensava que estaria mais perto, ainda tive que andar uns 2 ou 3 minutos até chegar junto dela, mas, ao aproximar-me reparei que estava alguém, ouvia pessoas, decidi aproximar-me com cautela pois não sabia o que podia encontrar e mais a mais estava ali sozinha e sem a mínima noção da distância que faltava para retornar ao meu ponto de saída. fui andando, vagarosamente, aproximando-me e tentando espreitar por entre as árvores, ao chegar já bem perto percebi que era a “su” e o namorado no jetski e o meu primeiro pensamento foi “aconteceu alguma coisa e precisam de ajuda” o que me fez aproximar mais rapidamente para tentar ajudar mas mais 3 ou 4 passos de aproximação deram-me uma noção totalmente diferente, afinal ninguém precisava de ajuda, muito pelo contrário, a “su” estava a safar-se muito bem no acto de “abocanhar o membro do parceiro” e eu ali fiquei, congelada pela imagem, agarrada a um tronco de árvore e com a respiração retida. não sabia o que fazer, ir embora? e se me vêem aqui? vão por certo pensar que os ando a espiar, que mal! tentei lentamente afastar-me de forma a que fosse impossível verem-me, encostei-me ligeiramente a um outro tronco de forma a ter vista sobre o acontecimento, estava com medo mas a minha curiosidade vence quase sempre. a “su” chupava-o bem, com força, olhando-o nos olhos e ele deliciava-se com o acto até que ele se veio por cima da cara e cabeça dela, uma enorme quantidade do seu néctar continuava a jorrar e ela continuava a chupar e a besuntar-se com ele. depois do acto ela lavou a cara e cabeça na água da barragem, mas parecia que o néctar dele teimava em não sair do cabelo dela, mergulhou diversas vezes tentando minimizar o aspecto mas parecia não estar satisfeita com o resultado e pedia-lhe a ele que visse se ainda tinha ou não.

enquanto eles se entretinham a “apagar as provas do crime” e saí dali, afastando-me de fininho e voltando ao meu caminho de volta ao ponto de encontro. enquanto voltava lembro de ter pensado da “su” – “ela é mesmo boa de boca” – não só no feminino mas também no masculino e ou era falta de memória minha ou a sua “arte” para o assunto tinha melhorado com o tempo ;)

cheguei finalmente ao ponto de encontro, ainda não estava ninguém por lá, estendi a minha toalha e  fui dar um mergulho também, precisava de me lavar e refrescar e ao bikini também que uma mulher também não é de ferro e a manchinha de humidade já se começava a notar. estava eu estendida ao sol há alguns minutos quando me apareceram os 2. olhei-os como se não os visse há horas e perguntei – então, esse passeio, foi bom?sim, foi muito bom! – responderam-me ambos – já estava a ficar preocupada com a vossa demora… - ah é, já chegaste hà muito tempo? – sim, quer dizer, não muito!

querem ir dar mais uma volta vocês? – perguntou o namorado da “su” – sim - disse a “su” - bora lá!mas não estás cansada de tanta volta? – perguntei-lhe eu – não, andamos a passear e fizemos umas pausas – disse-me ela sorrindo.

depois de devidamente equipadas lá fomos novamente com ela a conduzir. não fomos muito longe, andamos ali por perto mas mais pelo centro da barragem a velocidade lenta, não havia ninguém aquela hora por ali, estava tudo já a almoçar. olhei para o cabelo dela e vi que ainda tinha uma certa “marca do crime” e não pude evitar de virem à memória novamente aquelas imagens e num certo impulso encostei-me mais a ela e segurei-me em volta das ancas ao que ela reagiu dizendo – estou a ir depressa demais? estás com medo?não, porquê? – perguntei eu – nada, então são saudades minhas disse ela rindo! – quê? não percebi! – disse eu – disse que então estavas com saudades minhas – fiquei um pouco envergonhada com o comentário, mas não me fiquei e respondi – se fossem saudades tuas era assim – disse eu fazendo um gesto de lhe pegar nas mamas coisa impossível de fazer com o colete que tínhamos vestido. rimos as duas. mas aquele momento funcionou novamente como um certo “quebra gelo” entre nós, fazia tempo que não estávamos assim juntas e as coisas tinham mudado bastante, não sabia qual era a posição dela face a mim naquele momento e aquela brincadeira entre nós deu para “clarificar” um pouco que apesar das mudanças ainda havia a nossa ligação. esse momento deu-me coragem para avançar e passei-lhe as mãos das ancas para as virilhas, ela riu e disse – olha lá, olha lá! o que para mim foi a mesma coisa do que um “não me importo nada”. e não demorou até que vencesse o obstáculo do bikini dela e enfiasse os dedos dentro do bikini dela tocando-lhe a ratinha, ela reagiu novamente com um – ui, ui! – e eu, por aí fui seguindo “às apalpadelas”  tocando-lhe e massajando-lhe o clítoris e passeando-lhe os dedos entre os lábios. a coisa foi aquecendo e sabendo eu que ela devia estar já “quentinha” da sessão anterior ataquei enfiando-lhe 1 dedo na ratinha (porque não dava mais) e fui alternando entre a vagina e o clítoris até que ela se veio em plena barragem.

depois ela vira-se para mim e diz-me - anda, vamos trocar de posição que levas tu a mota para lá – percebei o que ela queria mas disse de pronto – nem pensar, não sei conduzir isso, fica para outra altura – seguimos viagem até ao ponto de encontro que a fome já era muita, no real sentido.

sinto-me: esfomeada
banda sonora: andré sardet - um mundo de cartão
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:41

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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

aconteceu – no wc do emprego

para não dizerem que conto apenas coisas passadas, venho aqui relatar agora mesmo algo que me aconteceu há poucos minutos.

 

estava eu, ainda quase a dormir, no ponto de trabalho há breves minutos quando senão me aparece quem, a lorena – que fazes aqui? – perguntei eu surpreendida com a visita nada habitual – vim levar umas coisas para a tua “capo” (chefe, patrõa, etc.) – ah, pensei que me vinhas fazer uma visita? ;) – sim, também! ;) – e tu achas que ela está aqui a estas horas?não, por isso que disse que vinha também fazer uma visita! ;) – queres um café enquanto esperas?eu também vou beber um que ainda não tomei e estou a dormir em pé ok, pode ser!

 

fomos à “cozinha” fazer o café que, já agora, melhorou, e muito, desde que puseram a nova marca (obrigada lavazza) ;) e a lorena sai-se com uma cena inesperada, enquanto bebia o café dela, sentou-se em cima da bancada ao lado da máquina e pernas entre-abertas – olha aí que ainda entra alguém! – disse-lhe eu meia assustada com o gesto – que foi? qual é o problema? – diz ela – problema seria que ficasse assim – e dizendo esta frase sobe um dos pés para a bancada abrindo ainda mais as pernas e escancarando-me as cuequinhas à vista. tu és mesmo impossivel! – disse eu – porquê, não gostas agora? ah já sei, pouco “caldo”, assim está bem? – diz ela novamente passando a pegar no café com uma mão e a passar um dedo nas cuequinhas fazendo sobressair ainda mais as formas da sua ratinha por detrás delas. mas tu estás louca? já viste se aparece aqui alguém? está sempre gente a entrar e sair daqui o dia inteiro!humm, já percebi! – disse ela dando um último golo no café e pegando-me pela mão. que foi? que estás a fazer? – disse eu, e me confesso, já com as pernas bambas.

 

abriu a porta do wc para deficientes motores e empurrou-me literalmente lá para dentro, fechando a porta em seguida – querias um local mais calmo, era isso? – ainda de café na mão fui forçada a bebê-lo quase num golo enquanto ela me encostava à parede e me puxava a saia para cima e as cuequinhas para baixo num movimento tão brusco que quase as rasgou, apoiando um joelho no chão abriu-me com ambas as mãos e chupou-me o clitóris com alguma força – gemi – aquela brusquidão toda estava a dar-me tesão e a adrenalina subia a cada segundo com o medo de sermos apanhadas por alguém a qualquer segundo, chupou-me e lambeu-me como ela tão bem sabe e metendo-me um dedo dentro começou a fazer movimentos em espiral enquanto me lambia o clitóris, não aguentei nem 2 minutos sem me vir, aliás, ao contrário do que costumo fazer, acho que me concentrei o mais que pude em tudo o que sentia para me vir rapidamente pois se, por um lado, não queria ser apanhada ali, por outro também não queria perder o momento com fingimentos ;)

 

lambeu-me a ratinha melada e disse – humm, que bem que sabe depois do café! – apenas lhe disse – és louca, totalmente louca, só pode! dizendo adeus com os dedos saiu porta-fora do wc dizendo – assim não é justo, mas ok, diz à tua “capo” que volto cerca da hora do almoço!

sinto-me: uau
banda sonora: katy perry - hot n cold
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:16

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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

fim-de-semana foto(porno)gráfico

depois de uma semana de intenso trabalho e muitas horas-extra não remuneradas chegou o tão esperado fim-de-semana. a “su” que esteve de míni-férias esta semana resolveu preparar um fim-de-semana diferente, aproveitamos e rumamos ao alentejo. as nossas viagens agora têm sido ainda mais animadas desde que ao grupo de sempre se juntou a lorena, que está sempre mortinha por alinhar em todas as nossas aventuras e desventuras. o alentejo é uma zona que eu a “su”adoramos para descansar e aproveitamos o facto da lorena não conhecer para fazer um pequeno “tour-relax” que sabe sempre bem nestas alturas.

 

chegadas ao destino, exaustas, tivemos direito aquilo que realmente precisávamos naquele momento, um belo banho e uma noite descansada de sono.

 

na manhã seguinte acordo com alguém a bater à porta do quarto, era a lorena – que fazes aqui? que horas são? 7,30 diz ela com um grande sorriso nos lábios, hora de ir comer! enquanto ela descia em busca do pequeno-almoço eu acordava a “su” e arranjava-me para sair.

 

na mesa do pequeno-almoço diz a lorena – ah, alguém trouxe una fotocamera?

 

olhamos umas para as outras como que à espera que alguém acusasse tal lembrança mas nada, ninguém se tinha lembrado de trazer máquina fotográfica e o passo seguinte foi o de tentar encontrar uma loja onde pudéssemos comprar uma mas áquela hora da manhã havia pouco a fazer, decidimos dar uma volta a pé pelo lindíssimo centro da cidade de évora, a lorena estava encantada, adorava cidades históricas, fazia-a lembra-se de casa, a cidade de génova de onde era natural apesar de muito diferente pois génova é uma cidade mais parecida com a baixa de lisboa, de frente para o mar.

 

acabamos por esbarrar com uma loja de fotografia e a lorena comprou uma máquina, o senhor simpático que nos atendeu ficou tão embasbacado a olhar para ela que no final até lhe ofereceu um cartão de memória de mais capacidade ;) e lá começamos o passeio mais a sério.

 

a meio da tarde, já cansadas de andar resolvemos voltar ao hotel para relaxar um pouco e foi então que a paródia principal do fim-de-semana começou, enquanto a “su” foi ao wc, eu atirei-me para cima de uma das camas e a lorena, sentada num cadeirão que havia no quarto, via as fotografias do passeio, e foi nesse momento que tudo começou, a lorena resolveu começar a tirar-me fotos comigo deitada na cama, nisto chega a “su” do wc e vendo a cena começa a fazer “poses” no canto da parede e a lorena sempre a disparar flashes em todas as direcções, até ai tudo normal a risada era mais que muita com as figuras que íamos fazendo mas a “su” resolveu dar asas à sua (já conhecida veia artística) e começou a despir-se e a fazer poses mais “hot” à medida que a lorena ia tirando mais e mais fotos, a coisa começou mesmo a “aquecer” e não demorou muito até que a “su” já estivesse só de cuequinhas, de maminhas de fora e a fazer poses com os dedos entre dentes, a festa já ia alta e a “su” resolveu meter-me ao barulho saltando para cima de mim e puxando-me a saia para cima para a lorena me tirar fotos, puxou-me as cuequinhas para cima enfiando-as pelo meio do meu rabinho, e não só, e continuaram a sessão, voltei-me e puxei-lhe as dela com alguma força para baixo, senti-as rasgar mas ela nem se importou, puxei novamente e ela ficou nua em frente à camera da lorena que não parava de mandar flashes de luz para cima de nós.

 

puxei-a para mim pelos braços para cima da cama e agarrando-a com a cabeça dela junto à minha ratinha abrir-lhe as nádegas para a foto da lorena, imaginava como tinha ficado cada cena e isso estava a excitar-me, a “su” reclamando comigo de tal cena, virou-me e deu-me uma palmada no rabo, momento também registado pela lorena e com os dedos bem marcados, em seguida puxou-me as cuequinhas e meteu-me a língua por baixo tocando-me ao de leve na ratinha, virei-me e abri as pernas, foto da lorena e em seguida língua da “su” que com alguma sofreguidão me sugou as partes intimas, a lorena assistia e tirava fotos de quando em quando, senti-a aproximar-se e vi uma luz forte de um flash a invadir-me por baixo e por entre as pernas e foi o último flash de que me lembro, pois a língua da “su” fez-me esquecer tudo o que se passava em volta.

 

satisfeita pelo orgasmo que me foi oferecido daquela forma levantei-me para o retribuir e percebi que a lorena tinha pousado a máquina e estava a masturbar-se no cadeirão, não resisti a fazer uma pequena pausa e a ligar a máquina e, colocando-a em frente à ratinha da lorena de onde entravam e saíam os seus dedos molhados, disparar 2 ou 3 vezes, ela apenas sorriu e continuou a masturbar-se enquanto eu tomava conta da “su”.

 

ouvi-a gemer enquanto atingia o orgasmo e pouco depois a “su” também lá chegou, olhei para trás e levei com novo flash e com a frase - solo alla fine! J

sinto-me: pronta, para mais um!
banda sonora: brandi carlile - the story
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:17

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Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

a “dolorosa” resposta e suas maravilhosas repercussões

a resposta lá chegou, finalmente, e após largos minutos de sofrimento ;) não sei se por estar ocupada ou se simplesmente para me provocar ainda mais, confesso que durante esses longos minutos olhei para o telefone umas 10 vezes ou mais, cheguei a pensar se me teria enganado na dedução e, de facto, a oferta não fosse dela.

 

mas não, tinha razão, e a resposta aí vinha anunciada pelo vibrar duplo do telefone – ainda bem que gostaste...

 

quê? e o resto? ela, decididamente, estava a provocar-me, a testar cuidadosa e premeditadamente os meus limites (e quem faz isso sou eu).

 

decidi não enviar resposta, já tinha feito a pergunta, se ela quisesse iria responder-me mais tarde ou mais cedo, tive mesmo que me acalmar, a minha chefe com o seu olho de rapina já me tinha perguntado – afinal o que se passa consigo hoje? parece que está com a cabaça nas nuvens! – nas nuvens não estava, mas sim no telefone, na resposta da lorena e na caixa que tinha no carro ;)

 

hora de almoço e nada, fui almoçar e tentar não pensar mais no assunto, na volta dei de caras com ela na porta com o maior dos sorrisos “sacanas”. estás bem? – perguntou ela – estou e tu? – também! resolvi vir responder-te in persona ;)

 

que bem! e que resposta tens para mim? – disse eu com um ar de quem não está nem aí ;)

 

basta dizeres quando tens tempo para a “aula” :) eu estou pronta! – ah, queres uma “aula” individual ou de grupo?

 

sorri – vou saber! depois digo-te, pode ser? – sim, claro, estarei à espera, acrescentando já de saida e ao passar por mim, quente e molhada como sempre!

 

até me arrepiei, aquela mulher estava mesma a sair-me mais “fresca” que a conta e estava a ganhar um “péssimo” hábito, aprender a provocar-me ;)

 

liguei à “su” e contei-lhe de todo o sucedido, ela riu a bom rir no telefone e disse, amiga, estás com sorte, dividimos essa aula, essa eu não perco por nada! vocês andam a divertir-se muito sem mim! fico ciumenta!

 

marcamos para a noite do dia seguinte, véspera de fim-de-semana com tempo para “estudar” o assunto sem correrias. à hora marcada lá estava ela, pontual como sempre entrou e depois dos cumprimentos foi logo perguntando – então, qual é a dúvida? o que querem saber?

 

queremos que nos ensines a usar esta cobra – disse a “su” já com o dito cujo fora da embalagem e agitando-o no ar.

 

muito fácil, é como todos os outros ;) só que duplamente melhor. e como é duplo, temos duplas possibilidades J

mas melhor que explicar o melhor é mostrar, não acham?

 

quem quer ser a primeira?

 

sem dar resposta alguma sentei-me de imediato no sofá à frente dela, ela cumprindo a sua função com todo o profissionalismo pegou no dildo e começou a massajar-me a ratinha por cima das cuequinhas mas o facto é que eu estava para lá de excitada com aquilo e também já tinha trocado umas brincadeiras dessas com a “su” antes dela chegar J levantei-me, baixei as cuequinhas e abri as pernas dizendo, mostra-me lá o que isso faz ;)

 

ela percebeu que eu já estava mais do que pronta para a acção e começou a introduzir o “brinquedo” na minha ratinha, aos poucos foi introduzindo, introduzindo e introduzindo até não poder mais, aquilo é gigantesco, é impossivel caber tudo dentro de uma ratinha só, mas faz sentido porque é suposto estar alguém do outro lado J

 

arrepiei-me com aquela sensação de constante penetração daquela cobra dentro de mim até ao fundo mas a lorena olhou para mim com um ar terno como que dizendo “calma, não te vou magoar”, relaxei, ou procurei relaxar o mais que pude, com o dildo a enxer-me as medidas por inteiro pensei, o que será que ela vai fazer agora?

 

não demorou muito até ter resposta, ela colocou as mãos em volta das minhas ancas fazendo-me deitar um pouco mais e abocanhou a outra ponta do dildo como se de um pénis real se tratasse, nessa posição, começou a fazer movimentos pendulares penetrando-me com o dildo ao qual simultaneamente estava a simular um broche, confesso que foi excitante, as mãos sobre as minhas ancas prendendo-me e puxando-me fazendo-me sentir as penetrações profundas que ela me fazia com a boca.

 

o que ela não sabia é que nós também tinhamos uma surpresa para ela e aproveitando esta acção a “su” equipou-se a rigor com o strap-on, pois era definitivamente um dia para todos os testes, e já estava atrás da lorena tocando-lhe na ratinha com a mão, aquecendo-a para algo que ela não esperava. fiz-lhe sinal como que dando-lhe a indicação que era hora de pôr em prática o nosso plano, a “su” afastou-lhe as cuequinhas dela para o lado sem as tirar e, algo abruptamente, enfiou-lhe o strap-on na ratinha fazendo-a contorcer-se a fechar os olhos, olhou-me e piscou-me o olho como que dizendo – vocês são tramadas!

 

e assim continuamos com ela a usar a mão e maioritariamente a boca para me fazer atingir o orgasmo com o dildo duplo, ao mesmo tempo que a “su” lhe enfiava o strap-on. notei que a “su” estava a divertir-se imenso, ela adora dominar e aquela situação era perfeita para ela, estava literalmente a “foder” a lorena com toda a força e estava disso a retirar o maior dos prazeres. acabamos por nos vir todas, creio que a “su” com muito menos intensidade que nós, talvez porque estava mais preocupada em “rebentar” com a lorena do que em disfrutar do strap-on e eu sei coimo ele pode dar bom prazer mesmo a quem o tem colocado.

 

a lorena chamou a “su”, tirou-lhe o strap-on e mandou-nos deitar às duas no sofá para lados opostos, percebemos que era a hora de testar a coisa para aquilo que foi feita, puxou-nos uma para junto da outra ficando quase que ratinha com ratinha, enfiou cada uma das pontas nas nossas ratinhas e deixou espaço ao centro para colocar a mão dela e assim nos foi penetrando ora mais cá ora mais lá, a certa altura retirou a mão e disse – agora a solas, a coordenação de movimentos nessa altura já era bem mais fácil e foi uma sensação excelente, estarmos a fazer tudo e a sentir tudo em simultâneo e não “à vez” como sempre tinha acontecido.

 

acabei por atingir o orgasmo novamente primeiro e chamei a lorena para que tomasse o meu lugar, tinha estado nos ultimos minutos apenas como voyeur, masturbando-se, ela aceitou de pronto e passou a carregar com mais força a “su”, tanta que se tocavam os corpos fazendo desaparecer o gigante dildo dentro de ambas, senti a “su” a vir-se vigorosamente e pouco depois a lorena também atingiu o orgasmo.

 

depois de recuperadas ficamos um pouco à conversa e a lorena perguntou – então, gostaram?

 

claro, foi optimo! é realmente diferente, como uma coisa simples pode dar tantas possibilidades. e ainda não viram tudo! – disse a lorena – então? há ainda mais uma coisinha que se pode fazer com ele que vocês ainda não viram e dito isso voltou a enfiá-lo na ratinha, ficamos as duas embasbacadas a olhar para ela a ver o que dali ia sair, cuidadosamente ela pegou na outra ponta e sem desenfiar a que tinha na ratinha começou a introduzir a que restava no rabinho, isso mesmo, aquele dildo duplo permitia que ela efectuasse a si própria uma dupla penetração vaginal e anal, acabamos por ficar nós duas desta vez de voyeurs enquanto ela se auto-penetrava duplamente até atingir novo orgasmo.

 

uau! por essa realmente não esperavamos!

 

mas se pensam que a noite se ficou por aqui em termos de inovações e criatividade, enganam-se, faltou a última e mais luxuriosa das lembranças da “su”, mas essa é uma história que fica para uma outra página deste diário.

sinto-me: sem palavras
banda sonora: kt tunstall - other side of the world
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:21

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Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

emergência sexual

quarta-feira à noite, cheguei do trabalho, tomei um belo banho e jantei qualquer coisa para enganar o estômago, sentei-me, ou melhor, recostei-me no sofá com a tv ligada para me fazer companhia pois nem sei o que estava a dar. sou quase acordada pelo som do telemóvel a vibrar em cima da mesinha de centro, alcancei-o a custo, era a lorena – que seria que ela queria a estas horas?

 

estou! – olá amiga, desculpa ligar esta hora mas preciso de ti! – acordei com a conversa – mas que é que se passa, o que aconteceu? – perguntei – sei que já é tarde mas posso ir a tua casa, preciso de falar contigo, é muito urgente! sim, claro, não há problema, podes vir, mas não queres dizer o que se passa? – falamos melhor aí, pode ser? certo, fico à tua espera então.

 

fiquei preocupada, o que se passaria com a lorena, não costuma ligar a estas horas e muito menos com aquela voz, fiquei num estado de nervos incrível desde que desliguei até que ela entrou pela porta. então, o que se passa amiga? que aconteceu? não é nada de grave, quer dizer, até é um pouco, mas não precisas preocupar-te. vou dizer-te uma coisa! diz! fala! – disse eu já para lá de nervosa. preciso de ti, és a única pessoa que me pode valer! – mas o que é que precisas! diz-me! como te posso ajudar? estás com algum problema? sim, estou!

 

fez-se um momento de silêncio na sala...

 

preciso muito de uma coisa e só tu me podes valer, não conheço mais ninguém! – estás com problemas de dinheiro, é isso? quanto precisas? – não, não, não é isso que preciso! é mais grave que isso! – mais grave?!

 

sim, preciso muito de... sexo!

 

sexo?!

 

sim, desculpa, eu sei que não devia estar a pedir-te isso assim desta forma mas estou “esfomeada”, não aguento mais, há 2 ou 3 dias que não penso noutra coisa, já olho para todos os homens na rua querendo “comê-los” e eu não quero isso. estou mesmo mal, vê que hoje no trabalho tive até que ir para o wc para me masturbar um pouco, mas nem isso me acalmou, preciso de mais!

 

fiquei parada de boca aberta a olhar para ela enquanto ela me contava tudo isto sem reacção, tudo isto parecia simplesmente surreal, será que estava a sonhar?

 

ajuda-me! podes? sei que não é justo nem normal pedir-te isto mas vê como estou! – dizendo isto levantou a saia e mostrou-me as cuequinhas molhadas, estavam realmente e visivelmente molhadas até de longe.

 

acordei para a realidade e a realidade é que uma mulher lindissima e acima de tudo minha amiga e companheira de já tantas aventuras precisava de mim para fazer aquilo que mais gosto – sexo! sorri-lhe e abracei-a. disse-lhe ao ouvido – não te preocupes, vou tratar de ti! senti naquele abraço um coisa incrivel, senti os mamilos dela no meio peito, estavam durissimos, a lorena estava à beira de um “ataque de sexo” e era realmente urgente tratar dela.

 

quase como duas loucas despimo-nos quase como que arrancando as roupas do corpo o mais depressa que pudemos, atirei-a para o sofá onde ela abriu de imediato as pernas “escancarando-me” aquela ratinha suculenta e sumarenta, tão sumarente que até nas coxas ela tinha humidade da ratinha, ajoeilhei-me junto dela, a ratinha dela exalava um odor intenso mas não de “mal lavada” nem nada que fosse repelente, pelo contrário, um odor doce a sexo que me excitou ainda mais. caí de boca nela lambendo-lhe a ratinha toda de cima a baixo de lado a lado, por dentro e por fora, a sofreguidão dela tinha-me contagiado e eu que gosto das coisas com uma certa calma estava tão sofrega quanto ela, já nem sabia o que estava a fazer, simplesmente estava, ora chupava, ora lambia toda por entre gemidos bem audiveis, contracções e espasmos que aconteciam ao ritmo das minhas investidas.

 

reparei que o clitóris dela estava enorme, duro e quente como nunca o tinha visto, quase parecia a “cabecinha” de um pequeno pénis a querer romper por entre os lábios, não contive e chupei-o com força como se um pénis se tratasse, ela quase saltou do sofá de prazer, sentia-a nos limites e descontrolada acabei mesmo por mordê-lo suavemente, à semelhança do que faço no masculino ;) ela não aguentou e teve um orgasmo ou uma série deles seguidos nesse momento, senti e percibi o que estava a acontecer e não parei. demorou uns bons minutos até que ela acalmasse e os espasmos parassem, ela acabará de ter multiplos orgasmos consecutivos uma coisa que eu própria só me lembro de ter tido 1 ou 2 vezes na vida.

 

estranhamente toda essa acção só parecia tê-la acalmado por uns breves minutos pois após respirar fundo partiu para cima de mim com tudo, o sexo oral praticado por ela estava perfeito, como sempre, mas a intensidade que ela estava a por na coisa estava a deixar-me louca e sem controlo, não demorei mais do que breves minutos a atingir um poderoso orgasmo com 2 dedos dela dentro de mim a estocar-me com força e a lingua a fazer maravilhas no meu clitoris.

 

quando recuperei olhei para ela, estava totalmente descabelada ;) aproximou-se de mim e disse-me – posso pedir-te mais uma coisa? sim, claro! – disse eu. podes ir buscar o strap-on e usá-lo em mim? não me leves a mal mas hoje preciso mesmo de algo duro dentro de mim para me matar esta fome. apenas sorri e corri a buscar o strap-on que tinha ficado comigo desde a “festa anterior”, ela ajudou-me a colocá-lo e a apertar as fitas, depois voltou-se de costas para mim, joelhando-se no sofá e apoiando-se no encosto do sofá e disse: - quero que me “comas” assim, por trás! não hesitei e enfiei-lhe o pénis de latex todo, estava realmente muito molhada, nem precisamos de usar lubrificante. comecei a experimentar a coisa (sou novata no assunto) penetrando e retirando levemente o “aparelho”, mas ela logo reclamou – dá-me com mais forza! quero me comas como se fosses um homem cheio de vontade! – e eu não estive por meias medidas, dei-lhe com força, com a força que pude ou tinha, enfiando o dildo bem fundo na ratinha dela e ouvindo-a gemer e gritar a cada estocada mais forte, estava no controlo e agora sim percebia o que ela queria dizer com o “dominar” quando usava o dito no namorado, continuei a penetrá-la o mais que pude, o pequeno pénis no interior também puxava por mim deslizando sobre o meu clitóris dando-me muito mais prazer do que eu podia pensar, mas a noite assim pedia, era uma noite que tinha começado intensa e intensa iria terminar com toda a certeza.

 

comecei a sentir pequenos orgasmos a cada estocada que lhe dava, segui pelo meu ritmo, estava a gostar e queria experimentar a vir-me assim, continuei por mais uns minutos assim até atingir um grande orgasmo, já tinha sentido um bastante grande da lorena uns minutos antes mas não tinha sequer parado 1 segundo, não lhe dei descanso e avançamos directamente para outro patamar ao que ela chegou pouco depois de mim.

 

caimos exaustas no sofá as duas, ela abraçou-me e disse-me ao ouvido: - obrigada! por tudo! nunca me irei esquecer deste dia!

 

sinto-me: louca
banda sonora: ez special - chama por mim
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:22

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Sábado, 18 de Outubro de 2008

quem é a "mulher madura"? – sobre mim

decidi aceder a um pedido/desafio que me foi colocado vir e-mail por uma leitora/amiga do diário. achei giro o desafio porque é um jogo que costumo fazer entre amigos(as) e que também vem a propósito de um tema que será página do diário muito em breve.

 

o pedido/desafio tinha a ver com uma séria de perguntas à qual deveria dar respostas rápidas (e sinceras) de forma a que me pudessem conhecer melhor em poucos segundos, desafio lançado, desafio aceite cara patrícia ;)

 

nome: -------------------------

 

idade: trinta e poucos anos

 

sexo: feminino

 

orientação sexual: não me considero uma verdadeira bisexual, creio antes que sou uma heterosexual com um certo fascinio por uma ou outra mulher e que de vez em quando prefere uma boa mulher a um mau homem.

 

idade com que teve a primeira experiência sexual: a 2 com quase 19 anos, sozinha com 16.

 

melhor experiencia sexual: ainda está para vir ;) mas já tive muitas e muito boas.

 

pior experiencia sexual: dificil escolher apenas 1, creio que 2, por motivos bem diferentes e das quais já falei aqui no diário (o africano) e a (praia), a pior no sentido da insatisfação foi mesmo a do africano.

 

melhor “piropo” que já recebi: “só de sentir o teu cheiro fico logo com tesão”

 

pior “piropo”que já recebi: “quanto é que queres para me fazeres um broche?”

 

parte que mais gosto do meu corpo: o meu rabo :)

 

parte que menos gosto do meu corpo: as orelhas, são um pouco grandes :)

 

já fizeste fotos/videos nua ou a fazer sexo?: já, mas nunca os mostrei a ninguém ;)

 

pior embaraço sexual: aos 16/17 anos quando fui apanhada pela minha mãe a masturbar-me.

 

gostas mais de provocar ou ser provocada?: ambos, sou uma provocadora, admito-o, mas adoro quando sou eu a provocada.

 

momento sexual que mais te marcou: a primeira vez com a “su”, mudou a minha vida ou pelo menos a forma de ver a vida.

 

melhor posição sexual: não ficar só numa ;) mas gosto muito de ficar de 4 (na minha vertente submissa) e por cima (na minha vertente dominadora).

 

 

e pronto, aqui estão as respostas ao inquérito/jogo, o original que me foi enviado era bem mais extenso mas creio que algumas das perguntas não fazem muito sentido para aqui e portanto as respostas a essas perguntas ficam no segredo dos deuses, pode ser patrícia?

 

quem quiser entrar no jogo sinta-se à vontade para o fazer.

 

sinto-me: divertida
banda sonora: ez special - my explanation
publicado por diariodeumamulhermadura às 03:19

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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

a colega italiana – novos desenvolvimentos

depois daquele primeiro episódio “curioso” nasceu entre nós uma amizade que perdurou mesmo quando ela voltou ao seu local de trabalho de origem. não há dia que ela não me mande 5 ou 6 e-mails pessoais ou simples fw, daqueles que mandamos (erradamente) para toda a nossa lista de contactos.

 

no outro dia convidei-a para jantar, aliás, para jantar comigo e com a “su”que entretanto arranjou um “furo” na sua agenda para estar comigo e por a conversa em dia. já tinha falado nela à “su” mas apenas pelo telefone, quando lhe contei a história da banana e ela estava também muito curiosa para a conhecer.

 

fomos jantar num sitio calmo, os dias tinham andado do pior que pode haver em termos de trabalho e de stress e precisavamos mesmo era relaxar. a “su”, como sempre, conhece tudo, e lá arranjou lugar para nós num restaurante (não muito caro) para os lados da marina de cascais.

 

quando chegamos (a lorena foi à boleia comigo) a “su” já estava à nossa espera, entramos sem demoras que a fome já apertava. era um restaurante italiano ;) e, como tal, deixamos a nossa amiga fazer as honras da casa e ajudar-nos na escolha dos pratos, ela lá foi dizendo que a comida italiana em italia é um pouco diferente da que temos em portugal mas fizemos um mix de pratos e comemos de tudo um pouco.

 

um jantar bem comido e bem regado com vinho italiano, pelos menos elas duas beberam que se fartaram, eu não é que não goste mas prefiro o retiro do lar para beber, até porque como estava a conduzir também não dava muito jeito ficarmos a pé. a lorena é assim mesmo, muito expontanea, quando vê ou ouve algo que lhe chama a atenção não se coibe de comentar e/ou perguntar coisas e tanto eu como a “su” gostamos disso. conversamos um pouco sobre as nossas vidas e, acima de tudo, rimos muito. desde que iniciei convivencia com a lorena não sei se foi ela que aprendeu muito melhor o português ou eu o italiano, mas o facto é que nos conseguimos entender quase perfeitamente.

 

se ela já se tinha mostrado pouco inibida no dia-a-dia então no nosso meio e com uns copitos a festa era geral e mais cedo ou mais tarde a conversa teria (inevitavelmente) que ir parar ao tema de sempre – sexo.

 

falamos e falamos, rimos e disparatamos até que chegou a hora de ir para casa, mas o estado assim o pedia que evitassemos muitas viagens e fomos todas para a minha. fiz questão de a pôr à vontade com o espaço e tudo o que precisasse, perguntou se podia tomar um banho que não conseguia dormir “suja”, a “su” num dos seus repentismos habituais perguntou-lhe logo se ela precisava de ajuda no banho, ao que ela recusou, sorrindo.

 

passados segundos voltou à sala já enrolada numa toalha a perguntar-me se por acaso tinha uma escova de dentes a mais, claro que sim, tenho sempre! e disse-lhe novamente que estava em casa, podia tirar da gaveta por baixo do lavatório ao que ela respondeu - em casa não estou, mas quase! estranhei a resposta e perguntei – porquê? falta-te alguma coisa que precises? – não, disse ela, mas se estivesse em casa andava nua, adoro andar nua em casa! olhem só o que ela foi dizer, respondi de pronto, se quiseres anda, ninguém leva a mal! e mal tinha acabdo a frase já ela soltava um “yupi” de alegria (também alcoolica) e atirava a toalha ao ar ficando apenas de soutien e de cuequinha.

 

uau, disse logo a “su”, que lindo conjunto tu tens – referindo-se à cuequinha e soutien que por acaso eram realmente muito bonitos, ela ou não percebeu ou fez-se despercebida e segurando por baixo das copas do soutien e puxando ligeiramente para cima disse – sim, são duas! rindo em seguida.

 

ficamos um bocadinho palermas com mais esta atitude, a italianita tinha atitude mesmo, postura rebelde, como nós gostamos. ;)

 

ela foi tomar o banho e nós duas ficamos na sala a comentar a lingerie dela ;) era um conjunto realmente muito bonito com uma cuequinha com uma forma “sui generis” nem era normal nem era tanga, era algo intermédio que lhe assentava muito bem nas formas redondinhas mas, curiosamente, bem firmes e sem uma única estria (segundo o olho atento da “su”). era sem dúvida uma mulher muito bonita vestida e igualmente linda despida ;) segundo a “su” ela tinha corpo de brasileira e não de italiana (vá-se lá saber de onde ela conhece mais italianas para comparar ;)

 

confesso que aquela cena me deu uma certa “vontade” de ver até onde é que ela dava, mas nem abri a boca sobre o assunto senão a “su” era bem capaz de estar a fim de uma das dela. mas nem precisei de abrir a boca que ela saiu-se logo com um “olha lá, achas que ela alinhava num ménage feminino?” – e eu sei lá “su”, não te ponhas a dar-me ideias, ela nem nos conhece bem ainda é capaz de levar a mal. nisto entra ela de novo na sala, enrolada na toalha mas desta vez notoriamente acabada de sair do banho. se isso for possivel estava ainda mais arrebatadora, acho que qualquer homem (ou mulher) lhe cairia o queixo ao ter aquela visão, como nos aconteceu a nós duas.

 

dirigiu-se a mim e perguntou-me se tinha alguma loção de corpo que ela pudesse usar. claro que sim, levantei-me e fui buscá-lo enquanto ela se sentou no sofá junto da “su” – está aqui! disse-lhe eu, fazendo em seguida uma pausa trocando um olhar com a “su” – queres ajuda para pôr? não resisti, tinha mesmo que fazer esta pergunta.

 

ela olhou-nos por um instante e acenou com a cabeça que sim, virando-me as costas para que pudesse começar, sentei-me atrás dela e comecei a passar o creme massajando levemente aquela pele macia, libertou mais a toalha para que pudesse descer e pude reparar que estava totalmente nua, continuei a massajar-lhe as costas enquanto a “su” já pegava no frasco para me “ajudar”, começando a espalhar-me creme nas pernas. senti que ela estava a gostar, e muito, da massagem e que à medida que iamos avançando ela se ia descontraindo mais e mais.

 

finalizadas as costas ela abriu a toalha mostrando-nos totalmente as suas formas femininas, deitando-se em seguida de barriga para baixo em cima dela. estava realmenente muito bem cuidada e tinha umas linhas muito bonitas, um peito bonito de dimensões bastante boas e muito firme, a ratinha estava delicadamente aparada e depilada com as virilhas bem cavadas deixando um fio de um dedo de largura apenas no centro.

 

passamos a massajá-la nas costas, braços, coxas e pernas a 4 mãos, contornando as suas formas e de vez em quando subindo pelo interior das coxas até quase tocar na ratinha dela, sentia soltar pequeninos gemidos cada vez que isso acontecia e não demorou até que entrasse a 100% no jogo, voltando-se ao contrário e dizendo - ora é l'altra faccia! que é como quem diz – falta o outro lado!

 

comecei bela barriga também ela firme e trabalhada mas logo ela me guiou as mãos para o peito, e que peito ;)

 

a “su” continuava nas pernas mas começou a “abusar” um pouco mais tocando-lhe directa e diversas vezes na ratinha, situaçoes que a faziam estremecer, após algum tempo pegou-me na mão e guiou-a até a ratinha dela começando a masturbar-se usando a minha mão. os movimentos foram acelerando o ritmo e não me coibi de lhe começar a enfiar um dedo na ratinha cada vez que a mão descia, ela parecia estar a adorar o que nos deu ainda mais vontade de continuar, algu]em me puxava o braço para o lado, era a “su” já cheia de vontade de lhe enfiar a lingua (ela não perdoa mesmo) e assim fez mas apenas por breves segundos pois ela rapidamente atingiu o orgasmo, segurou-nos nas mãos e puxou-nos para ela abraçando-nos uma de cada lado.

 

e a noite por ali ficou, ela acabou por adormecer no extase do orgasmo, deixamos as conversas para o dia seguinte, tapamo-la e fomos também nós dormir, ou, pelo menos, fomos para a cama (que mulher também não é de ferro). ;)

 

sinto-me: deslumbrada
banda sonora: scissor sisters - i don't feel like dancin
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:47

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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

os males que fazem as férias

3º dia de férias, 4:36 da madrugada era a hora que marcava o relógio quando acordei sobressaltada, tinha acabado de ter um pesadelo impressionantemente estúpido. é verdade que todos os pesadelos tem normalmente algo de estúpido implícito e que normalmente são coisas que não fazem sentido mas o que acabara de ter era realmente estúpido ao quadrado.

não sei se posso dizer que foi realmente um pesadelo, na verdade foi talvez um mero sonho que pelo seu conteúdo classifico como pesadelo. ainda nem estava bem em mim, eu nem queria acreditar que tinha acabado de um sonho erótico que envolvia a minha patroa

como já aqui contei por mais do que uma vez a mulher é hedionda e não pensem que digo isso apenas por ser minha patroa ou por ser mulher, que nós as mulheres temos muito a mania de ter ódios de estimação pelas nossas semelhantes só por serem mulheres e serem mais ricas, mais poderosas ou simplesmente mais elegantes ou bonitas que nós.

o primeiro pensamento foi mesmo esse - “não pode ser!”, seguido do segundo - “estas férias estão mesmo a fazer-me mal!”. mas pior que isso ainda foi constatar um facto inegável, eu estava molhadíssima de tesão. não sei se era a falta de sexo “a sério” que me estava a deixar assim, mas se era precisava fazer algo urgente pois já estava a ter sonhos eróticos com a mulher menos erótica que conheço.

quanto ao sonho, foi um pouco como todos os sonhos, surreal, o local era nitidamente um escritório e ela continuava a ser minha patroa mas todo o resto nada tinha a ver com a realidade, o espaço não era o local onde trabalho nem nenhum outro espaço que me seja minimamente familiar. entrei no sonho sendo chamada por ela (como é normal) e a dirigir-me ao gabinete junto dela, enquanto ela mexia nuns papéis olhei e reparei que ela estava vestida de forma diferente, mais moderna e com um look mais executivo e muito mais consentâneo com a função que exerce (o que não acontece na vida real), além disso reparei que tinha uma tatuagem, (ah ah ah ah) isso mesmo, uma tatuagem no seio direito que aparecia semi-coberta pelo bonito soutien em tons bordeaux acetinado. olhou para mim e compôs-se como quem me tinha apanhado a observá-la. saí do gabinete e voltei ao meu lugar.

passados alguns minutos ela volta a chamar-me, falando-me num tom de voz totalmente fora do habitual e muito mais amigável diz-me – precisava que me desses aqui uma opinião numa coisa – sim, respondi eu, - reparei que olhaste há pouco para o meu soutien (fiquei roxa de vergonha, no sonho) o que é que achas dele? – o que acho? como? – sim, se gostas ou não gostas, mas quero que sejas sincera, estou farta de gente que me bajula e me diz que sim quando pensam o contrário! – eu não vi assim muito bem, mas acho que é bonito! – tens a certeza? não estas a dizer isso só para me agradares? – não, não, é verdade, gosto!

enquanto falávamos ela desabotoou o botão do casaco, abrindo-o e dando-me a ver o soutien quase na sua totalidade, era de facto muito bonito mas algo de muito estranho se passava na sua atitude, tudo aquilo me parecia estranho e não demorou muito até que “a coisa piorasse” – eu também gosto muito dele, comprei-o ontem, é um conjunto completo – e dizendo isto inclina-se na cadeira e puxando a saia para cima mostrando-me as cuequinhas e o cinto de ligas que lhe seguravam as meias, tudo nos mesmos tons. fiquei em choque, e os olhos quase me saltaram das orbitas “a mulher não está boa da marmita” – pensei eu.

mas fui interrompida nesse meu pensamento porque ela não fazia tenções de parar por ali, continuando – e são tão suaves – disse ela com um ar meloso passando ambas as mãos pelas copas do soutien – pois, devem ser devem! – disse-lhe eu sem saber bem o que fazer ou dizer naquela situação totalmente constrangedora. nisto esticou-me a mão e disse-me – olha aqui, sente como é macia! – e sem saber bem como nem porquê estou a sentir a textura da lingerie dela sendo a minha mão guiada pela dela que me segura pelo pulso.

apesar de já ter percebido, não sou assim tão inocentezinha (nem em sonhos), que o alcance da coisa era bem maior do que apenas sentir a suavidade da lingerie, senti-me constrangida ao perceber que o meu toque estava a fazer com que os mamilos dela estivessem a despertar e a aparecer nas copas do soutien, ela estava visivelmente a ficar excitada e não se coibiu de usar a mão livre para se começar a tocar nas cuequinhas dizendo – olha para isto! olha o que me fazes fazer! estou toda excitada! – eu? - perguntei-me a mim própria – ela é que está aqui nestes preparos parece uma gata no cio e eu é que sou a culpada?

- anda aqui! preciso muito da tua ajuda! – e dizendo isto puxa-me ficando eu de joelhos em frente à cadeira onde ela já estava quase deitada. puxou a saia ainda mais para cima e abriu as pernas pousando-as uma de cada lado dos apoios para os braços, puxou as cuequinhas para o lado e começou a enfiar 2 dedos de uma vez dentro da ratinha que jorrava líquidos do seu interior como eu nunca tinha visto antes – ajuda-me! – gritava ela! – mete-me os teus dedos! – não! com força! não sou nenhuma menina, fode-me a cona toda! com força! vai! mais força! – quase forçada por todo este ímpeto fiz o que me ordenava e poucos segundos volvidos já enfiava 3 dedos dentro dela a grande ritmo, ela não parava de gritar e de me pedir mais e mais e eu meti-lhe mesmo a mão toda dentro continuando a forçar um pouco a sua entrada que não oferecia muita resistência.

alguns minutos depois veio-se num enorme espasmo e num movimento de fecho súbito das pernas que me entalou a mão lá dentro, senti-a as contracções internas dela, olhou para mim, puxou-me para ela e deu-me um beijo na boca e foi nesse preciso momento que acordei no estado que já vos contei, molhada, quente e confusa, como poderia ter tido um sonho destes com uma mulher tão asquerosa?

a verdade é que aconteceu e era notório no meu corpo que me havia dado tesão assim sendo, adivinhem quem “pagou as favas” no meio da madrugada, claro, o meu querido desodorizante que me ajudou a satisfazer aquela necessidade imensa. tentei pensar em tudo menos no sonho, mas a verdade é que não consegui e acabei por transportar tudo aquilo que sonhei para o acto de me masturbar, até tenho vergonha só de pensar – “que mal me estavam a fazer estas férias!” – pensei antes de adormecer novamente.

sinto-me: envergonhada
banda sonora: pink – just like a pill
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:49

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

revistas e descanso... ou nem tanto

segundo dia de férias ou melhor deverei dizer, quase-férias, o mesmo para fazer que no anterior, ou seja, nada! a praia continuava pouco ou nada agradável para ir a banhos mas achei que pelo menos daria para apanhar um arzinho, pelo caminho parei num quiosque e comprei uma daquelas revistas à “su” mas que é o que apetece ler quando não estamos com a mínima atenção e disponibilidade mental (atenção amiga que não te estou a chamar burra).

sentada ao sol, se bem que vestida pois ainda não tinha tido coragem para me despir com aquele fresquinho todo, comecei a folhear a dita revista despreocupadamente e sem grande interesse lendo apenas as “gordas” e vendo as fotos ;) até que... algo que despertou de súbito o interesse. tirei os óculos de sol e coloquei-os na cabeça para ver e ler bem aquilo que estava naquele artigo sobre as novidades “hi-tec” para senhoras, ou como dizia o título “lady’s new gadget”.

o artigo era sobre um tal de “ohmibod”. e o que é o “ohmibod” para quem, como eu, nunca tinha ouvido falar dele, é uma espécie de acessório para usar com o ipod, mas não é apenas mais um acessório para o ipod, é o acessório que nos faz literalmente vibrar de prazer. já lá chegaram? eu explico, é um vibrador (nem mais nem menos) que se conecta ao mais comum dos ipod e que nos faz vibrar ao ritmo das nossas playlists, nada mais a propósito depois do dia que tinha tido e das descobertas que tinha feito, mas a minha primeira reacção foi mesmo – isto existe? parece que sim, existe mesmo e segundo o artigo tem feito sucesso pelo mundo, ao que dizem, até quem não era grande fã de música ritmada passou a possuir no seu ipod um conjunto de faixas tecno e outras que tal, parece que quanto mais “batida” tiver, melhor! ;)

realmente há coisas que parece que nos aparecem aos olhos de propósito, já sei o que comprar quando voltar a ir de férias, não vá a coisa repetir-se como este ano. ;)

e porque o diário também é serviço à comunidade ;) as interessadas poderão consultar aqui o site mais novo “amiguinho” do ipod ou nosso. fico à espera de feedback de alguém que já tenha experimentado e me queira contar que tal é ;)

sinto-me: curiosa
banda sonora: lulla bye - a bigger plan
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:40

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