Terça-feira, 13 de Maio de 2008

experiencias anais

quero contar-vos hoje mais um segredo, ou vários, que mais uma vez surgem das minhas longas conversas com a “su”.

enquanto lia algo semelhante a um estudo numa revista da moda na esplanada há uns dias (e que bem que se estava) a “su” comenta – olha olha, havia de ser bonito! o que é que havia de ser bonito? – perguntei eu. diz aqui que segundo um estudo recente as mulheres europeias têm mudado as suas mentalidades e têm-se dedicado a práticas sexuais mais excêntricas, como exemplo diz que mais de 50% afirma praticar sexo anal regularmente e que uma percentagem significativa diz mesmo que substituiu uma parte do sexo vaginal pelo anal como forma de obtenção de mais prazer e melhor satisfazerem os parceiros.

pois, realmente não sei se concordo muito, vaginal é vaginal. olha lá, e tu? eu o quê? tu, dás muito o cuzinho ou nem por isso?

fogo “su”, estás mesmo directa, é sem vaselina nem nada ;) rimos as duas. por acaso é, nunca usei disso! só óleo johnson para bebé ;) mas conta lá, vá!

oh pá, que é queres que te diga, de vez em quando, lá calha, mas não substituo uma boa “queca” à antiga, é um complemento que muito de vez em quando lá aparece. e gostas? claro! se não, não o fazia não achas? sim, tens razão!

mas olha que nem sempre foi assim, houve alturas que detestava, abominava mesmo. então porquê? olha por causa de um palerma com quem andei na universidade, lembras-te do rui? eina que mal, aquele idiota do cabelinho à freak? sim, esse, foi ele o primeiro que me quis ir ao rabinho. e tu deixaste? fui-me esquivando algumas vezes mas o gajo um dia apanhou-me a jeito e lá lhe fiz a vontade, a verdade é que também estava desejosa de experimentar, mas saiu-me, literalmente, o tiro pela culatra ;) ahahaha, gostei dessa, bem metida. mas porque, foi assim tão mau? o gajo era um palerma, só eu é que parece que não via isso, percebia menos da coisa do que eu, e achava que era chegar ali, mandar duas cuspidelas para o rabo e pimba cá vai disto. bolas, imagino! foi muito má mesmo a experiencia, só dor e mais dor e nada de prazer, e depois o gajo era um bruto do caraças, queria lá saber que eu gritasse ou que o mandasse parar. deu-me cabo do cu todo, literalmente, fudeu-me toda. mas o pior é que fiquei com esse trauma durante imenso tempo e não deixei ninguém sequer aproximar-se.

até um dia! sim até um dia que felizmente dei com aquele do banco, a sério? esse “copinho de leite” foi-te ao rabinho? não posso acreditar nisso. oh oh, se foi, foi excelente, demoramos horas a preparar a coisa, bem lubrificados, com calma, foi-me dilatando e quando o meteu lá dentro tivemos um bom bocado só assim parados até me habituar, depois foi um espectáculo, pela primeira vez senti mesmo prazer no sexo anal e para o final até lhe pedi que se viesse dentro. a serio? bem, o “copinho de leite” saiu-se em grande, já vi. podes crer que sim, muito atencioso e carinhoso, melhor “enrabadela” que já tive ;)

acho que depois já tive outros bons momentos, mas essa ficou-me sempre porque perdi o trauma e passei a saber como desfrutar e quando, porque nem sempre me apetece e quando não apetece nem vale a pena começar.

sim, nem mais, eu também sou assim, mas confesso que apesar de já ter experimentado mais do uma vez ainda não consegui passar do ardor, é uma questão de jeito, teu e dele, lava-te extremamente bem e vai tu por cima e testa até onde te sentes confortável, vais ver que depois de conheceres os cantos à casa a coisa muda de figura;)

olha que esta não estava eu à espera, ter lições de sexo anal tuas, está bem está, o que a vida nos surpreende.

 

sinto-me: rainha do dia
banda sonora: tribalistas - já sei namorar
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:06

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Sábado, 10 de Maio de 2008

um “engate” original

há uns tempos atrás, fui, como é habito, com a “su” matar o vicio. os leitores ainda não sabem mas “matar o vicio” significa comprar roupa e, no meu caso, mais propriamente lingerie. sim, admito, sou uma viciada em lingerie, há muito que perdi a conta das cuequinhas, soutiens e similares que tenho, muitos deles que nem sequer usei ou usei apenas uma ou duas vezes, mas sou assim, há quem seja viciada em sapatos (não é “su”) e há quem seja viciada em lingerie.

 

mas como ia contando fui com a “su” matar esse meu vicio. entramos numa loja que costumamos frequentar e lá fomos vendo, revendo e remexendo em tudo. passados alguns minutos há um homem na casa dos trinta e muitos que se dirige a nós, mais propriamente à “su” e lhe pede ajuda. ela fica meio aparvalhada e responde com alguma rudeza – por acaso o senhor acha que eu trabalho aqui? o homem pediu delicadamente desculpas dizendo que não era sua intenção melindra-la, ele não a havia confundido com uma das funcionarias da loja que estavam, como sempre, bem identificadas, o que ele queria era ajuda dela para escolher um conjunto de lingerie para oferecer, pois, segundo ele, queria comprar para uma “amiga” e não sabia escolher nem os tamanhos e a “amiga” era em tudo semelhante à “su”.

 

a “su” lá moderou o feitiozinho difícil dela e soltou uma das “bocas” dela retorquido – já percebi que já me tirou as medidas todas. o homem sorriu e disse que sim, mas com boas intenções. claramente este homem não conhecia a “su” e não sabia que não pode provocar este instinto de provocação linguistica com ela porque ela responde sempre à letra. remate da “su”- ah é, com boas intenções, isso é que é uma pena ;)

 

despertada pela troca de “provocações” com o dito homem (que não era nada de deitar fora) lá foi com ele em busca da lingerie. perguntou que tipo de conjunto queria e essas coisas. ele apenas disse, gostaria que escolhesse como se fosse para si. e ela não se fez rogada, escolheu logo do mais sensual e provocante que havia na loja, vermelho e mini, como ela gosta. o homem agradeceu e dirigiu-se à caixa para pagar enquanto nós voltamos à nossa azafama. quando finalmente nos dirigimos à caixa para pagar as nossas compras tivemos a surpresa das surpresas, uma das funcionarias entrou à “su” um embrulho dizendo que era para ela. percebemos de imediato que só podia ser do homem e era mesmo, dentro tinha um cartão de visita dele com uma pequena mensagem nas costas dizendo: obrigado pela ajuda, espero que fique tão bem em si como imaginei que ficaria. a “su” quase caiu de costas e foi a primeira vez que a vi realmente envergonhada.

 

saímos da loja e fomos almoçar, ao almoço conversamos sobre o sucedido e perguntei-lhe – então, vais ligar? vou, claro que sim, para agradecer! só? riu-se e disse: quem sabe?

 

a verdade é conheço bem a “su” e sei que adora surpresas e ser surpreendida e aquele gesto caiu-lhe em muito boas graças.

 

sei que lhe ligou mais tarde e que se encontraram, mas o diário é meu e não estou aqui para contar a aventuras da “su” que não me dizem respeito ;) mas sei que a lingerie ficou bem e que o homem deu por bem empregue o seu gesto.

 

inclui esta historia no meu diário porque apesar de não ter ocorrido directamente comigo, estava presente e me fez pensar, realmente há gente que ainda sabe “galantear” uma mulher com algo mais do que um “posso conhecer-te?” da moda.

 

sinto-me: contente e invejosa
banda sonora: one republic - stop and stare
publicado por diariodeumamulhermadura às 03:30

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