Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

fora da hora de expediente

hoje tinha algo para contar ai meu diário, tinha, e tenho, mas algo surpreendente aconteceu entretanto e apesar de não ser assim tão significativo como isso, achei que deveria dedicar-lhe a página de hoje, até porque, ando meia adoentada e logo sem muita vontade de me dedicar à escrita no “papel virtual”.

 

há uns bons tempos atrás dei-vos conta de uma “suspeição” minha acerca da “cafona” da minha patrõa, aliás, nem se pode dizer que foi uma suspeição porque eu tive mesmo certeza daquilo que ouvi. falo da tal chamada telefónica de carácter sexual, pois bem, ontém, aconteceu muito pior.

 

com algumas pessoas de “fim-de-semana prolongado” estes dias têm sido pouco movimentados pelo escritório e ontem, meia adoentada (reflexos do carnaval) acabei por sair um pouco mais cedo que o costume, ela ficou. já estava à algum tempo em casa quando percebi que não tinha o meu telefone, fui procurá-lo ao carro e nada, na mala muito menos, lembrei-me que só podia ter ficado no escritório e precisava mesmo dele porque tinha lá um número de telefone de uma pessoa a quem precisava ligar “sem falta”.

 

meti-me no carro e voltei lá para buscá-lo, é verdade que reparei no carro da patrõa no parque mas nem estranhei porque ela por vezes deixa lá o carro durante dias. entrei e dirigi-me ao meu posto de trabalho para confirmar se tinha o telefone onde pensava. encontrei-o como pensava e quando já estava novamente de saida ouvi barulho vindo do gabinete da patrõa, estranhei, ou melhor, na verdade amendrontei-me com as letras todas pois não via a luz acesa mas o barulho e a conversa que ouvia, sem no entanto perceber o conteúdo, vinha mesmo de lá. o meu primeiro pensamento foi logo – está alguém cá dentro a roubar alguma coisa! – e agora? o que faço? mas enquanto decidia o que fazer pensei de novo, mas eu entrei com a chave, a porta estava trancada, um ladrão não iria arrombar a entrada e depois fechá-la depois de estar cá dentro e dada a altura não me parece que pudesse entrar por uma janela até porque não há janelas, apenas vidros e não são fáceis de partir, digo eu.

 

nesse pensamento resolvi aproximar-me da porta para tentar ouvir melhor o que se passava. ouvi claramente a voz dela, mas estava diferente, estava num tom muito meigo que não é nada habitual. como ia saber o que se passava, não podia simplemente abrir a porta para espreitar. e foi então que me lembrei da cortina, atrás de onde trabalho existe uma cortina dessas de laminas verticais habituais nos escritórios que fecha apenas um pequeno canto de um vidro que dá para dentro do gabinete dela, não sei para que serve, mas está, como sempre esteve, fechada, aliás, quase tapada com uma estante situada atrás de mim, mas, no topo, talvez desse para ver o que se passava.

 

armada em “espia” subi à minha cadeira e tentei espreitar pelo canto da cortina, dava para ver que afinal havia alguma luz no escritório, mas apenas o candeeiro da secretária ou algo semelhante, de resto não conseguia ver nada dali, tinha que ser do lado oposto para evitar o sentido das laminas da cortina que me tapavam a vista. com mil cuidados continuei a minha tarefa sem pensar sequer nas consequências que poderia enfrentar se fosse apanhada naquela tarefa. espreitei pelo outro lado e, aí sim, dava para ver um pouco, e do pouco que dava para ver percebi claramente que não estava sozinha, que estava acompanhada por um homem, homem esse que, sentado na cadeira dela disfrutava da boca dela, isso mesmo, ela estava a fazer-lhe  o chamado “broche”. nem acreditei no que os meus olhos viam, aquela “velha enrugada” estava em pleno escritório a fazer “horas extra” de acção bocal.

 

por ali fiquei, constantemente a lutar com a gravidade e com os sapatos que não tirei com receio da necessidade de uma “fuga rápida”. até que ela se levantou e pegando-o pela mão levou-o para o outro canto da secretária e com isso, lá se foram os meus esforços de “mirone” por “água a baixo”.

 

desci da cadeira e antes de sair ainda passei o ouvido novamente pela porta de onde saiu um audivel – hummm a tua língua sabe tão bem!

 

antes que fosse apanhada, saí tentando não fazer o minimo ruído que fosse e rumei a casa pensando que realmente a vida é mesmo uma caixinha cheia de surpresas. quanto ao homem, não conheci, nem sequer o consegui ver bem, mas, pelo aspecto, é bem mais novinho que a “velharia”. acho mesmo que nesta história foi a avózinha que acabou por comeu o lobo-mau. ;)

sinto-me: sei lá
banda sonora: alesha dixon - the boy does nothing
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:39

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Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

perturbada, inquieta ou será que virei preconceituosa?

querido diário, hoje tenho uma coisa a contar-te, mas, curiosamente, nem sei bem por onde começar. já diria a minha mãezinha, quando isto acontece, é sempre pelo início que se começa e então cá vai.

há umas semanas atrás cruzei-me na porta do trabalho com um “miúdo” que deve ter uns 18 ou 19 anos, notei que me olhou de cima a baixo como se fosse um scanner, até me olhei para ver o que se passava comigo mas estava tudo normal. acontece que desde então que tenho “esbarrado” com ele quase diariamente, o “puto” persegue-me e sempre com aquele olhar de quem me “despe toda com os olhos” (no mínimo). mas há mais e pior, percebi após alguns dias que o “puto” afinal é filho da minha patroa e que agora “finge” que se passou a dar bem com ela para justificar estar sempre por lá no emprego.

ando louca, sempre a olhar em volta a ver se o encontro nas minhas redondezas, sinto-me observada onde quer que esteja, estou mesmo a “passar-me dos carretos”. no outro dia até achei estranho não o ver por lá, pensei, finalmente ganhou juízo e foi passear, qual quê mais uns segundos e voltou aquela sensação de estar a ser observada, olhei e lá estava ele, desta vez meio incógnito, dentro do carro estacionado a tirar-me as medidas ao rabo pelo espelho.

sei que nunca fui preconceituosa mas esta situação está a enervar-me, é que o “miúdo” para além da idade que tem, age como se tivesse ainda menos, pelo menos é assim que eu penso. começo a pensar que até seria bom (vejam só) se todos os homens que são assim fossem como os “das obras” que gritam de cima do andaime uma mão-cheia de piropos quando passamos e nós viramo-nos mandamo-los “apanhar naquele sítio” e pronto, está resolvido o assunto.

sinto que qualquer dia destes dou um “aperto” daqueles ao “pirralho” que ele se fica a lembrar bem de mim de outra forma, mas confesso que tenho um certo receio dos “efeitos secundários” desse “aperto”. por enquanto cá vou levando a minha vidinha tentando não pensar a toda a hora no “caso” e esperar que ele não abuse muito das fotos e dos vídeos que já o vi fazer com o telemóvel, é que realmente nunca pensei que algo assim me deixasse perturbada a este ponto, alguns, com toda a certeza, dirão que é a “divina factura” de tantas que já fiz ;)

 

 

sinto-me: danada
banda sonora: simon webbe - coming around again
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:07

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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

inesperada sedução – continuação

no dia seguinte olhei diversas vezes para o cartão dele pensando se deveria ou não ligar-lhe, mas também o que tinha eu para lhe dizer, nada! esse era um problema, não tinha qualquer assunto que justificasse a minha chamada. peguei no telemóvel e entrei na agenda quase sem saber porquê, olhei para a semana seguinte e tinha uma “nota” para me lembrar qualquer coisa. entrei a ver o que era. que estúpida, claro, era o aniversário da “su” e eu que ainda não me tinha lembrado dela.

e foi então que se fez luz na minha cabecinha, claro, nem mais, o aniversário da “su” é uma desculpa mais do que perfeita para ligar para ele, vou tentar combinar com ele para tentar fazer uma festa-surpresa no bar. se o pensei melhor o fiz. liguei de imediato, era quase hora de almoço mas atendeu-me com uma voz de quem tinha acabado de ser acordado pelo telefonema (que estúpida pensei, ele deve deitar-se às tantas é normal que ainda esteja a dormir). pedi-lhe de imediato desculpas mas ele logo mudou de voz e disse que não havia problema, pelo contrário que era “até bom ser acordado pela minha voz” (um piropo atrevido mas com imensa classe) ;)

ainda meia atarantada lá lhe expliquei o motivo do meu telefonema e ele prontificou-se de imediato a ajudar-me a preparar a festa.

voltamos a falar mais uma ou duas vezes para combinarmos os detalhes durante essa semana e finalmente chegou o dia, o dia do aniversário da “su”.

há dias que via na cara dela alguma tristeza pelo facto de eu ainda não ter falado nada nem ter combinado coisa alguma com ela (pensava que tinha esquecido mesmo dela). liguei-lhe ao final da tarde perguntando-lhe se ela queria ir comigo ao tal bar novamente com a alegação de que queria ver o “rapagão” (o que em parte era verdade) ;) inicialmente quis recusar o convite mas após muita insistência minha lá aceitou, mal ela sabia o que a esperava...

mal chegamos dei, como combinado, um “bip” para o telemóvel dele, era esse o sinal que íamos entrar. sem suspeitar de nada ela entrou à frente e mal colocou os pés lá dentro rebentou o champanhe e a música começou a tocar. foram trazendo o bolo apenas com uma vela que ela apagou que enorme satisfação, foi impressionante a forma como a expressão dela mudou naquele momento, foi mesmo totalmente surpreendida pela festa. abraçou-se a mim e agradeceu-me imensas vezes ;)

entretanto o ritmo do bar, interrompido com a nossa entrada, “voltou ao normal” e lá nos sentamos num canto em “l” junto ao balcão. a “su” chamou o “rapagão” para se sentar connosco e comer uma fatia de bolo para lhe agradecer também a amabilidade em ter acedido a esta solicitação e lá ficamos os 3 entre dedos de conversa, o bolo, e algumas bebidas. já algumas horas passadas a “su” resolve pedir uma rodada de “shots” para nós, partilhada também pelos empregados do balcão do bar à qual se seguiu uma outra pedida por mim e, passados mais uns minutos, uma terceira pedida pela “rapagão”. já estávamos mais “para lá” do que “para cá” e os “shots” eram fortíssimos. mais dança para cá e para lá e já estávamos as duas bem bebidas e bem passadas, durante a noite tinha trocado alguns olhares e mesmo toques de coxas (sem querer) ;) no “rapagão” aos quais ele tinha respondido com sorrisos. nesse dia fechamos literalmente a casa, no final da noite éramos as únicas clientes que tinham restado. a “su” estava totalmente “apagada” do álcool e do cansaço e o “rapagão” ofereceu-se para nos levar a casa. fomos para minha casa, a “su” estava mesmo ko e não estava em condições de ficar sozinha. ele ajudou-me a “carregá-la” para cima e a deitá-la no sofá. ficamos um pouco mais à conversa na porta com ele já meio de saída e sem saber bem como trocamos um enorme beijo de língua daqueles bem molhados que arrepiam o corpo todo. agarrei-o pela cintura e puxei-o para dentro, olhei para a “su” que dormia profundamente no sofá. trocamos mais uns quantos beijos e “amassos”, estava excitadíssima por aquele desfecho, nem podia acreditar que aquilo estava a acontecer, mas se estava, era a hora de desfrutar do que a vida nos dá ;) e aproveitar o melhor que podia.

passei-lhe a mão e senti-o já excitado, isso aqueceu-me mais ainda, enquanto nos roçávamos um no outro ele abria-me os botões da camisa e apalpava-me as mamas com força mas sem magoar (ele sabia o que fazia) puxou-me a saia para cima tocando-me na ratinha por fora das cuequinhas. passou leve e demoradamente o dedo pelo meio da minha ratinha marcando ainda mais as suas formas (a depilação faz o resto). era impressionante como aquele “rapagão” sabia tocar uma mulher, com firmeza. sentiu-me inevitavelmente molhada e num jogo de dedos afastou a minha cuequinha metendo um dedo dentro de mim, mordi o lábio e soltei um gemido, que dedos grandes tinha ele, aliás como as mãos, eram enormes. fui descendo lentamente escorregando pelo corpo bem trabalhado do “rapagão” enquanto ele colocava as mãos dele no meu peito e deslizando-as também aninhava-as entre as minhas maminhas e o soutien sem o retirar, baixou-se e disse-me ao ouvido – dás-me tesão, sabias? arrepiei-me, mas nada disse, apenas sorri desapertando-lhe o botão das calças.

ao abrir o “zip”, a primeira grande surpresa, cai-me um enorme pénis logo no colo. uau, disse eu, cabriolet  ;) pois, não gosto de usar cuecas, apertam-me – disse ele sorrindo. e final pude apreciar o excelente trabalho depilatório da minha amiga brasileira, com o qual, me confesso, tanto já tinha sonhado ;) estava fenomenal, perfeito, nem um pelinho, nada! estava liso e sedoso, a depilação total dava-lhe um aspecto ainda mais pujante e “avantajado”.

não hesitei nem mais um segundo e cai de língua nele lambendo-o desde a base até à ponta e vice-versa, ele gemeu de prazer e senti-o a ficar ainda mais excitado e rijo. lambi-lhe lenta, demoradamente a “cabecinha” em movimentos circulares com a ponta da língua que o fizeram delirar o que, modéstia à parte, fazem sempre ;)

a dada altura agarrou-me, levantou-me e deu-me novo beijo de língua daqueles de arrepiar, deitou-me na cama e enfiando os braços dentro da minha saia puxou-me as cuequinhas até meio das coxas, tirando o resto puxando com os dentes num misto de sensualidade e algum “instinto animal”. tirou-me os sapatos e beijou-me começando pelos pés e subindo pelas pernas, coxas e virilhas. ao perceber que também eu estava toda lisinha como ele riu-se e disse – que maravilha ;) passou a língua toda em volta da minha ratinha tocando levemente de quando em vez nos lábios arrepiando-me toda, depois, num repente, caiu de boca no meu clítoris dando-lhe uma chupadela vigorosa que me fez estremecer toda, quase tive um orgasmo naquele momento (ou se calhar até tive mesmo) foi uma espécie de pré-orgasmo de boa intensidade mais muito curto seguindo-se um vaguear de língua por toda a minha ratinha, abrindo-me e tocando apenas com ela enquanto as suas mãos me puxavam o soutien totalmente para baixo e me acariciavam os mamilos entumecidos. o misto de sensações era incrível era como se me tivesse a tocar no corpo todo e houvesse um estímulo contínuo que subia e descia pela minha coluna como um elevador num shopping movimentado. agarrei-o com força pelos cabelos, apertei a cabeça dele ainda mais contra mim e vim-me num orgasmo brutal tanto em duração como em intensidade. aquele “rapagão” estava realmente a “dar conta” de mim como eu gosto. virei-me na cama, tirei a saia, a camisa e o soutien, ficando completamente nua. ele fez o mesmo retirando a camisa aberta e as calças que andavam já há algum tempo pelos tornozelos. coloquei-me de gatas em cima da cama, alcancei a minha ratinha com a mão por entre as pernas e abrindo-a com os dedos disse-lhe – anda, mete-mo todo, mostra-me como é esse “pauzão” dentro de mim!

percebi que a conversa e a provocação tinha plena aceitação e foi isso que ele fez quase de imediato. antes, surpreendeu-me novamente, abrindo-me afastando-me as nádegas e dando-me um enorme beijo de língua no rabinho. não era a primeira vez que mo faziam, mas desta forma foi realmente inesperado, ele percebeu a minha surpresa e disse – desculpa, mas teve que ser, tens um rabinho muito apetitoso ;) sorrimos os 2.

o se seguiu foi uma sensação de sexo do puro e do duro (e do bom) com estocadas fortes, profundas e ritmadas que me fizeram vir mais 3 vezes sem que ele parasse 1 só segundo. variava o ritmo e a profundidade, ficava períodos de tempo só na entradinha num vaivém dentro e fora da minha ratinha fazendo-me sentir aquela “cabecinha” de boas dimensões a entrar e sair tocando-me no clítoris e alargando-me, ao que se seguia novo período em que me fazia sentir todo o seu comprimento e volume dentro de mim até me tocar no fundo. mudamos de posição mais 2 ou 3 vezes terminando (como eu tanto gosto) eu em cima dele a “cavalgar a toda a sela” ao meu ritmo e com toda a profundidade sentindo tudo e vendo a reacção e as expressões dele a cada “cavalgada”. senti-o estremecer e percebi que ia vir-se, ele também mo disse e foi então que saltei de cima dele, agarrei-lhe no “pau duro” e fi-lo vir-se para a minha boca e cara, os jactos pareciam não parar, inundou-me toda a cara e até o cabelo com o seu “leitinho quente”, dei-lhe algumas chupadelas puxando o restante e deixando-o escorrer pela minha cara caindo-me pelo queixo e pingando para cima dele. estávamos ambos bem cobertos pelo leitinho dele e foi então que ele levantando-se da cama me surpreendeu novamente dando-me novo beijo de língua apesar de eu ter a cara naquele “belo estado” ;) nunca ninguém o tinha feito e ele percebeu mais uma vez a minha surpresa e perguntou – o que foi? algum problema? não, nada, só não estava à espera desta ;) não há nenhum problema – disse ele, continuando – não tenho nojo de mim!

parei 1 segundo para pensar naquela frase que fazia todo o sentido, não é lógico alguém adorar vir-se para a nossa cara e depois ter nojo de nos tocar se o motivo do “nojo” é dele próprio. mas ele não se ficou por aí e continuando disse – até te digo mais – e dizendo isso retirou com o dedo uma parte do leitinho que eu tinha a escorrer-me para os olhos e bebeu-o.

realmente aquele homem era muito diferente de todos os que conheci antes em termos de mentalidade, era total e verdadeiramente open minded no verdadeiro sentido, nada parecia ser motivo de vergonha ou tabu e isso estava a cativar-me verdadeiramente. precisava de me lavar, o leitinho na cara é giro mas já estava a secar e essa sensação não é muito agradável pois dá imensa vontade de coçar ;) e também já tinha tido a minha máscara de beleza tempo suficiente ;)

voltava eu da casa de banho e de “deitar o olho” para ver se a “su” ainda respirava ;) quando fui novamente agarrada no corredor e puxada para dentro do quarto. o “rapagão” ainda não estava satisfeito, queria mais e eu estava perfeitamente na disposição de lho dar ;)

voltei a chupa-lo até ele ficar bem rijo, o que não demorou quase nada, deitei-o na cama e disse-lhe com firmeza – agora mando eu! ele apenas sorriu e disse – quero ver isso então! ele coitado não me conhecia, pois, caso contrário, saberia que não deveria lançar-me esse tipo de desafios sob pena de ter que “arcar com as consequências” e assim sendo não me fiz rogada, saltei para cima dele e dei-lhe com força, realmente a sensação da depilação total de ambos era fenomenal deslizávamos um no outro como seda e a pele em contacto directo proporcionava sensações ainda mais alucinantes. decidi surpreende-lo, aquele beijo de língua no meu rabinho ainda me estava bem presente na memória e queria dizer qualquer coisa, não hesitei, coloquei a mão atrás e espalhei os líquidos que saiam de mim e se iam acumulando para a zona do rabinho, peguei-lhe no “pau rijo” e coloquei-o na entrada no meu cuzinho, não era nada fácil “devorar” aquele pau enorme e o meu cuzinho estava um pouco desabituado dessas andanças, mas quando a vontade é muita, não há nada que não se consiga e lentamente lá foi furando e aninhando-se dentro de mim. via a cara de satisfação dele o que me dava alguma confiança extra, ficamos assim mexendo devagarinho até me habituar às dimensões xl do “rapagão” e lentamente lá fui começando a cavalgar com ele no cuzinho. sentia-me cheia, literalmente, o pau dele preenchia-me por completo fazendo-me sentir um misto de dor e prazer sendo que a dose de prazer era manifestamente muito maior que a pequena dor que sentia. alguns minutos depois a dor passou por completo e a cavalgada começou a ganhar outro ritmo. entretanto ele já decidira acrescentar a sua mão ao jogo tocando-me e estimulando-me o clítoris de forma a aumentar o meu prazer. mete-me mais – pedi-lhe eu – mete-me os dedos na cona, agora! quero sentir-te todo! quero-me vir assim! e ele assim fez, estimulando-me mais uma vez com imensa técnica e qualidade, pouco minutos depois senti o momento do orgasmo a aproximar-se, isso fez-me contrair-me mais o que o fez explodir a ele também. viemo-nos quase ao mesmo tempo tendo um bom orgasmo ao sentir aquele leitinho mais uma vez a escorrer em mim e desta vez por dentro.

ficamos alguns minutos deitados lado a lado na cama sem dizer nada, era já quase manhã, e os primeiros raios de sol já rompiam pelas janelas. já mais retemperados fomos ao merecido banho. mas as surpresas ainda não tinham acabado. ao sairmos do banho e ainda enrolados nas toalhas fomos surpreendidos pela “su” que tinha acordado e com uma cara de poucos amigos perguntava – o que é que se passa aqui? Então eu é que faço anos e vocês é que têm festa?

olhámos ambos para ela e apenas rimos.

 

sinto-me: sem mais comentários
banda sonora: perfume/rui veloso - intervalo
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:40

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Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

inesperada sedução – na depilação

a caminho de mais uma visita à minha amiga das “depilações arrasadoras” pensava em como a minha vida andava chata e sem graça ultimamente, estava literalmente como o tempo que fazia, cinzento, chuvoso e sem a menor vontade de melhorar.

mal entrei na sala de espera o meu dia melhorou a “olhos vistos”  um “homenzão daqueles” aguardava sentado junto à entrada. que faria ele ali - pensei eu para comigo mesma – devia estar à espera da namorada ou mulher - pensei eu uma vez mais.

não passaram mais do que alguns minutos para que ela aparecesse por detrás da sua porta soltando um dos seus “ois” que enchem a casa. dirigiu-se a mim e olhando para o “rapagão” disse: “menina você num tem nenhum lugar onde ir? é que aqui vai demorar um pouco!” percebi de imediato pelo olhar dela que quem estava à minha frente na sessão de “arranca pêlos” era o “rapagão” mas como não tinha mesmo o que fazer nem onde ir decidi esperar ali mesmo.

a sessão estava mesmo demorada, ouvia alguns “gemidos” do interior do gabinete dela realmente se para nós não é nada fácil expormo-nos às ceras imagino para eles. depois de mais de 1 hora lá se abriu a porta e ele saiu, troquei com ele um olhar “matador” na saída como que cobiçando aquele pedaço de homem, coisa que não costumo fazer mas, como disse, a minha vida anda mesmo sem graça nos últimos dias

depois de ela preparar a sala chegou a minha vez e lá entrei. enquanto me preparava para o “massacre” a conversa não podia ser outra – o rapagão que acabara de sair. a minha curiosidade era muita, mas tinha vergonha de perguntar fosse o que fosse, sabia como ela era profissional no seu trabalho e por certo não iria fazer muita conversa acerca do cliente anterior (como eu não iria gostar que fizesse com o seguinte a meu respeito, certo?). mas não resisti a lançar uma “farpa” dizendo – não sei como aguentas aqui dentro com um homem daqueles  é o meu trabalho menina – respondeu ela. mas vêm aqui muitos homens? perguntei eu admirada. muito não, mas alguns sim, nos últimos 2 anos têm vindo mais. os homens também estão querendo se por bonitos num sabia não?

mas vem tirar os pêlos?! eu gosto de ver os homens com pêlos ;) claro, não macacos, mas com pêlos, acho muito masculino. ah, é uma opção né? tem quem não goste. muitos não gostam ou pela sua profissão preferem não ter pêlos e tudo mais. a conversa parou rapidinho quando a primeira placa de cera foi arrancada da minha virilha direita que foi menina – disse ela? ainda não está habituada não? já fizemos algumas vezes, não vai se amedrontar agora vai? tá sabendo, até homem que nessas coisas de sofrer é bem mais fraco que nós faz isso! faz? não consegui conter-me e perguntei. ele também  fez as virilhas? ah menina, tava pensando o quê, tem homem que faz tudo, igual a você! ;) achei que ela estava a gozar comigo, não era capaz de imaginar um homem com cera em volta do seu “mais que tudo” e arrancar mas ela explicou-me que há muitos que o fazem, alguns cortam primeiro outros colocam uma loção que amacia o pêlo e abre os poros de forma a não magoar tanto pois os pêlos deles são bem mais grossos e fortes mas fazem.

fiquei em choque, percebi pela conversa dela que o “rapagão” além de bonito “como tudo” ainda partilhava comigo o facto de andar limpo e liso que nem um bebé ;) ri sozinha imaginando a cena. imaginação interrompida por mais umas quantas placas de cera a serem violentamente arrancadas (estou obviamente a brincar ela é um amor).

quase de saída ela pergunta-me, mas porque tanta pergunta com o homem? ficou mesmo vidrada nele! ;) não, mas achei interessante. é, né? um pedaço de mau caminho! disse-me ela com uma cara bem safadinha que nunca lhe tinha conhecido ;) ah pode ser dar uma espreitadela ali no bar, sabe onde é? sei, porquê? acho que ele é sócio lá agora. por dentro os meus olhos queriam saltar das orbitas mas não queria dar “parte fraca” em frente dela e disse apenas – ah é, ok! com um ar desinteressado! despedi-me dela e sai. ainda não tinha posto os 2 pés fora do salão já estava com o telemóvel na mão para ligar à “su”.

“tou” “su”, olha, temos programa para hoje à noite! temos? – disse ela com uma voz nada interessada. temos, depois conto-te!

convidei a “su” para jantar e contei-lhe a cena toda. ela também ficou surpreendida mas nem tanto, pois conhece alguns “amigos” que fazem depilação total só não o fazem com cera. mas conversa adiante, vamos ver o “rapagão”? – pergunto eu. ver?  - diz ela. sim, sei onde ele trabalha e podíamos lá ir “passar o olho”. já estou a ver tudo – diz a “su”. não estás, mas vais ver, anda!

saímos de casa e passados alguns minutos estávamos na porta do tal bar. mas entramos demos logo de caras com ele ao fundo da sala. procuramos uma mesa bem “colocada” e sentamo-nos. apresentei o indivíduo à “su” sem ele saber ;) e ali começamos as duas entre drinks a apreciar o “pão” e a dizer disparates, como é habitual

a certa altura da noite ele vê-nos e dirige-se à nossa mesa. cumprimenta-nos e apresenta-nos o estabelecimento. confesso que fiquei desapontada. não deu o mínimo sinal de se lembrar de mim de à umas horas atrás. estava esta nesta luta interna sem saber se me ia embora e nunca mais lá voltava a por os pés ou se por outro lado “mudava de frequência” e “curtia” o resto da noite quando nisto ele volta à nossa mesa oferecendo-nos 2 bebidas e dizendo com “voz de cama”  – não esperava voltar a vê-la tão cedo. confesso que me arrepiei toda, se tivesse pêlos “lá no sítio” também eles se teriam arrepiado ;) o homem além de ser lindo, transpirava charme e classe.

acabamos por trocar contactos na saída, que já era tarde e no dia seguinte era dia de trabalho mas, como nesta história, ficou apenas o cheiro, faltou o sabor...

 

sinto-me: alucinada, deslumbrada, etc.
banda sonora: lenny kravitz - we want peace
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:29

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Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

algarve “swing” surpresa

verão de 2002, eu e a “su” tínhamos acabado de nos separar em termos de habitação. estávamos até bastante longe uma da outra e raramente nos encontrávamos, mas nunca perdíamos o contacto diário pelo telefone, e-mail ou “messenger “ (no trabalho) ;) tínhamos combinado tirar uns dias de férias ao mesmo tempo para que pudéssemos pôr a conversa em dia.

algarve foi o destino escolhido, uma tia da “su” tinha um apartamento de veraneio junto à praia da rocha em portimão que ela costuma alugar aos turistas. estávamos ainda na segunda quinzena de junho e como nessa altura não havia muita procura ela pediu-lho para passarmos uns dias.

já não nos falávamos “cara-a-cara” há uns 2 meses, o emprego mudou-nos de cidade e fez-nos afastar um pouco, mas apenas da vista porque continuávamos unidas como sempre.

mal nos instalámo-nos, pusemos logo os bikinis e rumamos à praia. não estava um dia particularmente quente, o sol escondia-se por entre as muitas nuvens e raramente aparecia, mas isso não nos fez esmorecer. era para a praia que vínhamos e para a praia fomos.

sentamo-nos no areal que parecia imenso naquele dia e meio embrulhadas nas toalhas lá começamos a por a conversa em dia.

pela praia passeavam apenas alguns casais de “bifes” já vermelhões que nem lagostas e no mar alguns surfistas tentavam apanhar algumas ondas quase imaginarias.

então e como é que estamos de “gajos” pergunta a “su”. na mesma, respondo eu, pois é amiga, parece que afastadas perdemos a força ;) juntas formamos uma espécie de íman que atrai os gajos todos, rimos as duas numa enorme gargalhada. mas a verdade é que era mais ou menos isso, talvez porque quando afastadas nos dedicávamos quase exclusivamente ao trabalho e tudo o resto nos passava ao lado.

como não tínhamos muito o que fazer e estava até um certo frio resolvemos “gozar” com os surfistas que no mar fingiam apanhar ondas pois de ondas nem sinal, mas o gozo durou pouco que eles resolveram sair da água e vieram sentar-se e mudar de fato perto de onde nos estávamos. eram uns miúdos mas muito bem compostos fisicamente (e como eu adoro carninha) ;) muito atléticos mas muito elegantes e definidos com os quadradinhos dos abdominais a saírem todos, percebemos pela conversa que eram “locais”, ficamos ali a admirar a cena, semi-ocultas por entre os óculos de sol.

tão depressa como chegaram se foram, com as pranchas debaixo dos braços fortes e os calções a deixarem transparecer uns belos “rabiosques” ;)

estava na hora do almoço e rumamos nos também a um snack-bar próximo que já conhecemos de outros tempos. sentamo-nos na esplanada que estava fechada lateralmente com os toldos de plástico de forma a quebrar o vento, ali sim, estava-se muito bem. ocupamos um lugar mesmo na primeira fila e ao centro e pusemos as pernas em cima de um pequeno muro. estava quente e sabia mesmo bem aquele quentinho.

estamos nós já a comer e reparamos que ao fundo, dentro do café, estavam os surfistas já a finalizar a refeição e nas despedidas, dois deles ficaram e dirigiram-se à parte da esplanada sentando-se numa mesa ao nosso lado, reparamos que eram iguais ;) isso mesmo, eram gémeos, tão idênticos mesmo que era quase impossível distingui-los. a única forma de o fazer era mesmo pela roupa, pois, curiosamente, usavam os mesmos modelos mas em cores diferentes. a “su” decidiu logo fazer amizades metendo-se com eles fazendo uma piada ao facto de serem iguais.

palavra puxa palavra e conversa puxa conversa ficamos umas 2 horas ou mais nisto. acabamos por nos despedirmos deles combinando um jantar lá em casa nessa mesma noite e já eram 5 de tarde.

e agora “su” que é que vamos fazer? deixa comigo, conheço isto como as palmas das minhas mãos. fomos até uma rua meio escondida no meio da parte antiga bater a uma porta de uma casa tipicamente algarvia onde a “su” conhecia uma senhora que segundo ela fazia um arroz de marisco de “chorar por mais”, encomendamos o arroz à senhora que nos avisou logo que ia ficar meio “pobrezinho” porque era muito em cima da hora e não dava tempo de ela ir escolher os ingredientes.

tudo pronto, na hora marcada lá chegaram eles, bem vestidos e perfumados, trocamos um olhar de surpresa entre nós.

entre servirem os aperitivos que eles próprios trouxeram e começarem a arrumar as coisas para o jantar a nossa surpresa ia aumentando, estes rapazinhos eram mesmo muito “educados”.

o jantar foi longo e bem regado com um belo vinho por eles escolhido e a conversa claro, já ia bem animada, levamos estrategicamente as coisas para a cozinha e deixamo-los na sala. ainda não tínhamos passado totalmente a porta e já estava a “su” - e agora? como é? olha, logo se vê, disse-lhe eu rindo.

mais alguns drinks e algumas conversas “apimentadas” e sem sabermos bem como já estávamos aos pares, a “su” sempre mais despachada nestas coisas já se amassava com um deles no sofá e eu segui-lhe o exemplo.

momentos depois percebi que ela se estava a levantar e a conduzi-lo ao quarto do fundo e não passou muito mais tempo até que os começamos a ouvir a gemer, ouvi-los assim tão próximos e sabendo exactamente o que se estava a passar excitou-me de uma maneira que nunca pensei e era chegada a minha hora de desfrutar plenamente daquele rapazinho educado e cheiroso.

estávamos em quartos contíguos e as paredes eram extremamente finas e mal isoladas como se usava na altura e ambos ouvíamos tudo o que se passava em cada um dos quartos, e a excitação que isso dava era imensa. fodemos de todas as maneiras possíveis e imaginarias e tive um conjunto de bons e intensos orgasmos. ele também estava bem satisfeito e repousava um pouco a recuperar as forças. sai do quarto e fui à casa de banho. nem 2 minutos depois oiço a “su” a bater à porta. entrou e disse: grandes bombas! olha que se eu grito tu não me ficas atrás ;) rimos mais uma vez.

ainda eu mal me tinha levantado da sanita já estava a “su” nas suas divagações, sabes o que era mesmo bom agora? não “su” diz lá. fazermos uma troca. que troca? estás parvinha ou quê? assim, sem mais nem menos. não, uma troca sem eles saberem. fiquei mais confusa ainda.

plano da “su” era irmos ao quarto, colocar-mos uma venda em cada um dos rapazes e fazermos um jogo, sem que eles se apercebessem trocávamos de quarto de modo a que cada uma experimentasse ambos sem que eles soubessem.

era um jogo arriscado mas, para variar, alinhei e eles também foram na cantiga. depois de mais uma sessão de gemidos em tudo idêntica à anterior voltamos aos quartos de origem e caímos todos exaustos na cama onde adormecemos.

acordamos cedíssimo com o sol a bater nas nossas caras pois esquecemo-nos de fechar as portadas, levantamo-nos todos e fomos até à sala, mas os rapazes estavam com um ar “suspeito” um riso contido que não percebíamos muito bem o significado, será que eles se tinham apercebido que tínhamos feito?

na cozinha enquanto preparávamos algo para comer, a “su” dizia, só pode eles “toparam-nos” mas também, que se lixe!

o pequeno-almoço foi assim meio estranho com toda a gente a parecer ter algo para dizer mas ninguém tinha coragem de dar o primeiro passo. foi então que um deles não se contendo mais riu-se e falou. olhem, desculpem lá o nosso riso, nós não vos queríamos faltar ao respeito mas é que nós percebemos logo o jogo de ontem de vocês. rimos a duas meio envergonhadas. ok não faz mal ;) não, continuo ele, mas é que há outra coisa, não é por isso que nos estávamos a rir, mas sim porque nós pensamos e fizemos o mesmo ;) riram-se eles que nem loucos ficando nós com cara de parvas a olhar.

depois de raciocinarmos uns segundos finalmente acordamos e percebemos o que eles nos estavam a querer dizer, ou seja, quando nós trocamos de quarto eles já o tinham feito anteriormente e acabamos por estar sempre com a mesma pessoa ;)

ok, já diz o ditado que “amor com amor se paga” rimos todos a bom rir num misto de vergonha e comédia pelo momento algo anedótico.

antes de sairmos em direcção à praia rematou o outro, mas olhem não há problema, podemos sempre voltar, se quiserem ;)

quem sabe, quem sabe! – dissemos nós rindo.

 

sinto-me: envergonhada
banda sonora: jennifer lopez - let's get loud
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:32

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

vamos fazer algo verdadeiramente louco

segunda-feira, dia chato, mais chato e mais aborrecido ainda quando não se fez nada de jeito. entre uma manhã de entrevista para um possível emprego e uma tarde passada a olhar para montras de shopping sem comprar nada a escolha é difícil sobre qual o pior momento do dia.

ainda a viver com a “su” na nossa fase pós-universitária mas com ela com mais sorte do que eu em termos de emprego, os dias estavam um tédio mesmo.

cerca das 8 horas chega a “su” com aquele ar de atarefada de “dona de casa” com sacos de supermercado misturados com a pasta do trabalho e um casaco que foi buscar à lavandaria.

recebo-a no sofá, nem me mexi, apenas disse: olá. então, que é que se passa contigo, estás doente ou quê? não, estou para lá de entediada, o dia foi uma verdadeira porcaria. ok, já percebi que não correu muito bem, mas deixa lá que estamos juntas nesse barco, hoje o meu também foi para esquecer.

e jantar? - diz ela. não me apetece nada, não me apetece sequer pensar em ir para a cozinha. olha, a mim também não, estou que nem posso dos meus pés. pedimos uma pizza? – diz ela olhando para mim e soltando uma gargalhada. não me consegui conter e apesar da neura com que estava ri também. a risada tinha a ver não com a pizza em si mas com o entregador de pizzas de um restaurante ali próximo de casa. era um miúdo com os seus 18 ou 19 anos com um ar atlético, alto e bastante engraçadinho. numa maluqueira da “su” algum tempo antes, que lhe deu para lhe lançar “olhares penetrantes” durante uma entrega de comida ficou algo “no ar” e cada vez que foi lá a casa depois disso olhou-nos sempre de maneira diferente.

pizza? pode ser. não estou mesmo com muita vontade de pensar noutra coisa, pede tu. lá foi ela para o telefone e passado um pouco grita, 25 minutos, pode ser? já não é mau gritei eu, mas preferia 1 horinha bem aviada. o que eu não sabia era que ela ainda estava ao telefone e passei uma vergonhaça logo ali.

podias ter avisado “su”, eu sabia lá que ainda não tinhas desligado. olha, acontece, agora ficaram a saber todos os teus gostos ;) e riu-se.

se já não estava muito animada a situação ainda me deixou mais chateada, detesto passar vergonhas, como já devem ter percebido por posts anteriores, fico furiosa. mas desta vez a culpa era mesmo minha e não tinha em quem descarregar, nisto diz a “su”: vamos fazer algo verdadeiramente louco!

quê? “su” hoje não estou com muita paciência para essas coisas. não, a sério, vamos, vamos, vais ver que te animas logo. sim, claro, e que tipo de coisa “verdadeiramente louca” é essa, posso saber?

podes, claro que podes, até porque vais fazer parte dela ;) vamos atacar o rapaz das pizzas! vamos quê? tu não estás boa da cabeça! vamos atacar o rapaz das pizzas? porquê? estás a ver se nos metes nalguma alhada.

nada disso, já viste como ele olha para nós daquele aquele dia? ele está mortinho por acção. mas acção que acção? que é que estás a pensar fazer? e correu para a sala frenética como sempre a contar-me o seu plano “mirabolante”.

estás louca – disse-lhe eu de pronto. não estou nada! vai ser o máximo! alinhas ou não alinhas?

ela sabe que eu detesto que ela diga isso, ela sabe que eu não suporto esse tipo de desafios e mais uma vez assim me “comprou”.

tocam à campainha, era, pois claro, o rapaz da pizza, subiu e entregou a pizza como sempre, recebeu o dinheiro e quando já se ia embora a “su” grita: não tem chouriço! o rapaz ficou boquiaberto de espanto e perguntou - há algum problema? há! diz a “su”, a pizza não tem chouriço! sim, é verdade diz ele tentando ser educado, mas não me lembro de ter pedido com chouriço. pedi sim diz ela, eu quero sempre com chouriço! e quero agora! e dizendo isto lança mão aos “apetrechos” do rapaz em busca do seu chouriço ao mesmo tempo que eu fecho a porta de casa e me encosto a ela. o rapaz mudou de cor umas 10 vezes seguidas, sem saber o que dizer ou fazer, acho até que ia morrendo de estar tanto tempo sem respirar, mas a “su” não se fez rogada, começou, iria acabar, como sempre.

abriu-lhe num ápice as calças e literalmente devorou-lhe o pénis, fazendo desaparecer dentro da boca, o rapaz permanecia branco como a parede e sem reacção, apenas dizia coisas que soavam a: mas, mas, olha, eu não posso, sem que nada disso fizesse parar os intentos da “su” que lhe chupava o, mais composto “zezinho”.

ás tantas, já com ele resignado e encostado ao móvel do hall de entrada a desfrutar do momento, ela pára e grita para mim – vais ficar ai a olhar? ajuda-me aqui! e lá fui eu para a confusão, de facto o rapazito tinha um “zezinho” de fazer inveja, era totalmente proporcional ao resto, atlético e forte e brincamos de “ora para ti, ora para mim” uns quantos minutos até que ele num impulso profundo se veio e como veio para a cara da “su” que entretanto tinha percebido que estava na hora e o masturbava a bom ritmo.

levantou-se a “su” e foi directa à casa de banho limpar-se o rapaz ainda meio boquiaberto arrumou como pode o “zezinho” e foi por mim empurrado para fora de casa, ao sair olhou com apreensão o relógio e disse: estou tramado! respondi-lhe – não estás nada, diz que não tínhamos dinheiro e tivemos que o ir buscar.

adeus, disse-lhe eu enquanto esperava no patamar pelo elevador, juntando-se a mim nas despedidas a “su” já mais “composta” que rematou – espero que tenhas gostado da gorjeta.

fechamos a porta, olhamos uma para a outra e ri-mo-nos que nem duas perdidas. com tudo isto a pizza ficou fria, será que iríamos ligar a reclamar do serviço? ;)

sinto-me: louca
banda sonora: melanie c - the moment you believe
publicado por diariodeumamulhermadura às 02:54

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Sábado, 26 de Abril de 2008

homens mais novos, mais velhos ou assim-assim?

outra coisa que não gosto e que me esqueci de dizer no primeiro post é de cronologias, dizem que isso é um defeito mais ou menos grave mas para mim pouco importa, por mim todos os reis e rainhas de portugal podiam ter vivido na mesma dinastia todas em alegre “festarola” que para mim estava tudo óptimo. assim sendo, as historias que apresento são traços soltos, são folhas mais ou menos caídas de um diário em mau estado de conservação devido ao seu uso quase excessivo.

 

certo dia, convida-me a “su” para irmos a um barzito onde já não íamos há algum tempo, o local era engraçado, com um aspecto algo rústico, mas o ambiente costumava ser bom, media luz, musica qb para permitir uma conversa relaxada e sem gritos, aquilo que eu gosto.

 

a certa altura da noite vira-se a “su” e diz-me olha lá, já viste o “puto” que está ali no balcão a comer-te com os olhos? aviso já que a “su” é mesmo assim, e eu também, não temos “papas na língua” e tratamos os assuntos todos por tu. não me lixes – disse eu como quem despreza o comentário mas deitando como sempre o olho para verificar a situação ;) e não é que era mesmo verdade, lá estava o tal “puto” encostado ao balcão com um ar meio embasbacado a olhar-me fixamente como quem me está a tirar todas as medidas.

 

decidimos, como sempre, tirar partido da situação e apimentar a coisa, estávamos de frente para ele sentadas numa espécie de sofá corrido que faz uma forma de u para o centro e a “su” encosta-se logo ao meu ouvido e pergunta no tom dela que eu bem conheço – como estás hoje? ao qual eu respondo como quase sempre – para matar!

 

estas frases são uma espécie de código que desenvolvemos entre nós faz anos e que significam basicamente o mesmo que o aparecimento da luz verde num semáforo para uma dezenas de carros à espera há minutos. e dito isso ela dá-me um dos seus célebres encostos de anca empurrando-me para o lado o suficiente para que deixasse de estar atrás da mesa, nisto, a acção começa e a nossa conversa muda para um modo que só nos conhecemos e que não vou, pelo menos para já, revelar, mas que serve para os deixar “no ponto”.

 

alguns cruzamentos e descruzamentos de pernas mais tarde, toques de língua e colar e descolar de lábios nas bebidas num misto onde se junta a troca de olhares fulminantes ele finalmente aproxima-se da nossa mesa. com um ar educado cumprimenta-nos e pergunta se nos pode fazer companhia. aceitamos e começamos naquela troca de apresentações mais ou menos escusada mas que serve apenas para “quebrar o gelo” se bem que este gelo já estava bem derretido.

 

conversa puxa conversa e faço o sinal à “su”, o sinal significa wc agora e claro está, as duas ;)

 

chegadas lá digo de imediato para a “su”, olha lá, tu não estás boa da cabeça, ele é um “puto” mesmo, temos idade para ser tias dele ;) vais começar hoje a ter preconceitos desses é? – pergunta ela com aquele ar de “su” quando as coisas não funcionam bem como ela quer. não, decididamente não, não tenho, nunca tive e nem nunca irei ter preconceitos, muito menos desse tipo. então, vamos embora! – diz ela com aquele olhar que eu bem sei dando-me a palmadinha da ordem no rabo (coisas dela).

 

chegadas à mesa, o esquema é que eu estou um pouco tonta da bebida e a “su” não sabe conduzir, será que o miúdo nos vai dar uma boleia? de facto raramente levamos carro para a night, gostamos do nosso “copito” e já somos ligeiramente irresponsáveis com algumas coisas, essa não é o caso.

 

levou-nos a casa, primeiro à “su” que ficava mais a caminho ;) e depois a mim, na verdade moramos actualmente bem pertinho uma da outra mas nem sempre foi assim.

 

retribui a gentileza da boleia perguntando-lhe se queria subir, sabia que a viagem dele até casa ainda iria ser longa e queria oferecer-lhe ao menos um cafézito para ajudar à viagem. aceitou de pronto e subimos, disse-lhe para se colocar à vontade que ia fazer o café para ambos, que também estava a precisar.

 

após alguns minutos encontrei-me com ele na sala onde nos sentámos a beber o café e a continuar um pouco a conversa, os olhos dele não desgrudavam de mim, percorria-me num segundo dos pés à cabeça. pedi-lhe desculpa se o estava a atrasar para o seu retorno a casa ao que ele respondeu de pronto – não, tenho todo o tempo do mundo. confesso que aquela frase me excitou, gosto quando eles se dispõe assim, sem horas, sem compromissos, quando podemos esquecer o relógio.

 

encostei-me mais a ele senti melhor o seu cheiro, e que bom que era, gosto do teu perfume disse-lhe eu quase ao ouvido, senti-o arrepiar-se com a situação, trocamos olhar mais próximos, beijamo-nos (e que bem que o miúdo beijava). era tão “fresco”, os homens mais velhos têm na maioria das vezes um hálito tão mais pesado, talvez porque não fumava e tinha um aspecto cuidado este “puto” me soube tão bem.

 

amassamo-nos por algum tempo no sofá, trocamos algumas palavras ao ouvido, excitamo-nos mutuamente e, a grande surpresa, ao contrario da maioria dos homens que conheci antes, este presenteou-me com uma enorme surpresa, ao contrario do que normalmente acontece foi ele quem “ajoelhou” e que bem que “rezou”, nem sequer me tirou a cuequinha que disse num tom muito engraçado, é muito gira, apenas a afastou para o lado e, aqui me confesso, me deu o melhor “beijo de língua” na ratinha que já tive ;) antes que eu tivesse tempo de dizer alguma coisa já tinha experimentado 2 orgasmos de alto calibre ou, na linguagem da “su”, graus 6 e 7 na escala de richter (a “su” classifica os homens na escala de richter).

 

depois foi a minha vez de o provar e tanto que ele tinha para provar ;) foi uma noite longa, muito longa, tão longa que durou até cerca das 9 da manhã do dia seguinte ;) classificação final: grau 8 na escala de richter.

 

logo que saiu, e como sempre fazemos, liguei à “su” e disse apenas - amiga, vem cá ter agora, precisamos urgentemente de conversar.

 

 

comentário final: os homens deviam manter-se todos entre os 20 e os 25 anos de idade

sinto-me: a babar por mais
banda sonora: clã - vamos esta noite
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:30

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