Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

phonesex no trabalho

hoje nem pensava escrever nada no diário mas acabou de acontecer-me algo que vos tenho que contar – já! é que acabei de apanhar há minutos a minha patroa a fazer o chamado phonesex.

ia eu para levar-lhe umas coisas que ela me pediu ontem, com muita urgência, como sempre. bati na porta e ela não me respondeu, entrei devagarinho com receio que estivesse ao telefone com algum cliente ou alguém importante mas não, não estava sequer na secretária. achei estranho porque a acabara de ver entrar há poucos minutos e foi então que a ouvi, estava ao telemóvel dentro do wc (ela não se mistura com a ralé, tem wc privativo no gabinete) mas não estava propriamente a ter uma conversa normal estava digamos a falar com alguém em modo “alta-voz” e a conversa era nítida e claramente de teor puramente sexual, digo mais, ela estava mesmo a praticar phonesex, ou seja, uma conversa telefónica com alguém cujo objectivo é estimular sexualmente uma ou ambas as partes normalmente acompanhado de masturbação igualmente de um ou ambos ou envolvidos na conversa.

estou realmente boquiaberta, é que vocês não estão a ver, a mulher tem “ares” de quem nem cá está, é velha e antiquada em todos os sentidos, veste-se mal e é rude nas palavras e nos actos, acha-se uma “dama de ferro” uma margareth thatcher à portuguesa. pelo que sei é divorciada desde sempre e nunca a vi na companhia de qualquer homem.

realmente a minha alma pasma com este autentico fenómeno. será que a contagiei?

não sei mais o que diga, a mulher estava para ali a gemer que nem uma perdida com a voz de um homem que não faço sequer ideia de quem seja. é mesmo verdade que estamos sempre a aprender nesta vida, vejam só que até a “cafona” da minha patroa afinal tem laivos de sexualidade naquele corpinho “fora de prazo” (bolas, sou mesmo má ).

um último pensamento, acho que há coisas para os quais não estamos preparados nunca, uma dessas coisas é “apanharmos” os nossos patrões nestes preparos. estou quase chocada ;) e agora? entro para lhe levar os papéis, ou espero que ela me diga algo para assim ter a certeza que ela já acabou o “serviço”?

desta não estava nada eu à espera...

 

sinto-me: pasmada
banda sonora: toranja - carta
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:23

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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

“dirty talk” ou a excitação pela linguagem

todos sabemos que mais do que as coisas que são ditas, a forma como são ditas podem ter um carácter ora agressivo, ora cativante, repulsivo ou chamativo e saber dizer as coisas certas nos momentos certos é, sem dúvida alguma, uma arte que convém seriamente aprender.

este assunto veio “à berlinda” após um forward de um e-mail daqueles muito “manhosos” que me chegou já não sei de quem e que enviei de imediato à “su” (ela gosta sempre de estar a par das novidades) era um pequeno clip de vídeo totalmente porno que nem me dei ao trabalho de ver até ao final apesar de ter pouco mais de 1 minuto de duração. reply imediato da “su” – que treta ao menos podia ter som! voltei a abrir o ficheiro e realmente reparei que o clip de vídeo era mudo (o que ás vezes dá imenso jeito para não passar vergonhas no trabalho) mas pensei um pouco no que me tinha dito a “su” e no desinteresse imediato dela pelo facto de não ter som.

realmente uma cena de sexo “muda” perde muito da sua excitação mas porque é que o som é assim tão importante?

tínhamos combinado de almoçar juntas e mal chegamos lancei o assunto. olha lá, porque é que sem som as cenas de sexo perdem a piada? porque sim! – diz-me ela. o que dá “pica” é ouvir os gemidos, as palmadas e principalmente a conversa. a conversa? – perguntei eu. sim, eu adoro os filmes brasileiros por causa disso ;) riu-se. falam a nossa língua e tem muito mais impacto um “me fode” do que um “fuck me” apesar de em ambos os casos sabermos o que significa. pensei por alguns momentos no que me acabava de dizer a “su”. realmente ela tinha razão, recordei naquele momento um “ex-namorado” de tempos bem antigos com o qual tive uma experiencia a esse respeito e perguntei à “su”, e tu? falas muito? dizes o quê? ;) ri

ela na sua descontracção do costume diz-me – claro que falo! digo o quê? de tudo! mas depende daquilo que me dizem. acho que depende de como sou “puxada” para a conversa, quem me souber levar, vou aos extremos! e o que são os teus extremos? – perguntei eu curiosa como sempre. nem queiras saber! extremos mesmo, tudo amiga, digo tudo, digo coisas que nem sabia que sabia dizer – disse dando uma enorme gargalhada.

não estava satisfeita, queria saber mais – vá lá, dá-me exemplos! estás tímida hoje ou quê? tímida? eu? mas queres saber exactamente o quê? o que dizes é para ti, é a forma como o tratas, é o quê? é tudo! há coisas que digo sempre ou quase sempre, eles passam-se, do estilo: “fode-me a coninha toda” ou “dá-me com mais força” ou ainda “quero-te todo dentro de mim”, mas quando vou a extremos sou bem capaz de dizer bem pior, do estilo, deixa-me pensar: “rebenta-me com a cona toda” ou “mete-me esse caralhão todo no cú” ou ainda, a pior: “trata-me como uma puta” ou “vem-te na minha cara”.

bem, tu realmente “dás-lhe forte” na linguagem. e que tal? ficam doidos amiga, ficam alucinados, vão buscar forças não sei onde para me dar tudo o peço e ainda mais ;) mas porquê? não me digas que não falas? falar falo, mas talvez não tanto assim. se calhar sou mais soft, mas reconheço que quando “puxo pelo língua” eles também puxam por tudo. e que é dizes? sei lá, digo, coisas semelhantes às tuas: “mete-me mais fundo”, “quero-o todo”, “quero a tua língua na minha ratinha”, “quero chupar-to” e gosto de perguntar, do estilo “queres a minha coninha agora, queres? ou o meu cuzinho?” isso creio que é o meu extremo. ah, mas tens que experimentar mais amiga, abusa deles, eles gostam, ou melhor, adoram.

saí daquele almoço a pensar, realmente, ouvimos tanto “palavrão” que nos repulsa no dia-a-dia que por vezes nos esquecemos que no momento e local certo, podem fazer verdadeiras maravilhas pela nossa satisfação sexual.

 

sinto-me: tentada
banda sonora: ez special - chama por mim
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:49

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Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

fetiches por cuequinhas

estava eu a beber o meu cafezinho do final de tarde de verão na esplanada, desfrutando do sol já baixo e do som do mar quando sou interpelada pela “su”. olha lá, já viste aquele ali? que é que tem? não pára de olhar para as tuas pernas, está a ver se dás uma hipótese e ele te topa as cuequinhas. quê? se me vê as cuecas? para quê? queres ver que não sabes que os gajos são viciados em ver as nossas cuequinhas. há gente mesmo louca, faz tudo por um bom “upskirt”. há mais isso tem nome técnico e tudo? claro que tem, chama-se “upskirt” ou, traduzindo, “saia-acima”, é uma verdadeira religião.

ok, confesso que uma lingerie bonita pode ser muito interessante, mas daí a haver viciados em cuequinhas, são viciados em quê? não vêem nada mesmo, a menos que estejamos sem elas ;) rimos as duas lembrando um outro assunto que fica para outro dia ;)

sim, mas isso é isso que lhes dá “pica”, imaginarem que podem ver ou o que podem ver a qualquer momento, bem como imaginar o que está por detrás do tecido muitas vezes transparente, como tu gostas ;)

mas se ele quer ver cuequinhas, então cuequinhas vai ter? que é que vais fazer? não sejas louca? chiuuu, abre lá as perninhas! és mais é louca, vou agora abrir as pernas ao gajo que nem conheço e além do mais é feio que se farta ;) nada disso, abre as pernas mas não directamente para ele, desvia-te um pouco para o lado só para vermos o que ele faz. assim fiz e, realmente, não demorou mais do que alguns segundos para que o homem mudasse de mesa de forma a tentar “ver a cena”. o homem é louco, não abro mais as pernas coisa nenhuma, ainda me ataca. não ataca nada, vamos lá as duas, ao mesmo tempo, estás preparada? (ela sabe que detesto estes desafios) estou! se é assim, cá vai disto! e dizendo isto abrimos ambas as pernas de forma quase a escancarar as ratinhas aos olhos de um individuo de bigode, com cara de louco e que não conhecíamos de lado nenhum. o homem mudou literalmente de cor, ficou boquiaberto e quase a babar olhando directa e prolongadamente para o interior das nossas saias. a “su” ria-se que nem uma perdida, quase descaradamente. cala-te! ele ainda nos “topa” a cena. quero que ele se lixe! – diz ela rapidamente, não queria ver cuecas, aqui tem! e são bem bonitas! ;) rimos as duas.

passados alguns minutos nisto o homem sai apressadamente da mesa onde estava e vai embora. a “su” grita – olha olha o gajo, vai-se embora, aposto que vai “bater uma” à nossa custa! vai o quê? claro que vai, aposto que se vai tocar pensando naquilo que viu e que não viu mas imaginou.

está bem, mas vamos embora, está a ficar tarde e essa ideia agora deixou-me pouco confortável, ainda está por aí nalguma esquina à nossa espera para nos agarrar. isso é que era bonito. levava logo e não eram poucas.

confesso que mais tarde fiz uma busca no google pelo tal “upskirt” e percebi que realmente, e como a “su” dizia, parece quase uma religião. ao que parece, sem querer, hoje tínhamos “dado missa” ;)

 

sinto-me: curiosa acerca do assunto
banda sonora: entre aspas - uma pequena flor
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:49

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