Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

emergência sexual

quarta-feira à noite, cheguei do trabalho, tomei um belo banho e jantei qualquer coisa para enganar o estômago, sentei-me, ou melhor, recostei-me no sofá com a tv ligada para me fazer companhia pois nem sei o que estava a dar. sou quase acordada pelo som do telemóvel a vibrar em cima da mesinha de centro, alcancei-o a custo, era a lorena – que seria que ela queria a estas horas?

 

estou! – olá amiga, desculpa ligar esta hora mas preciso de ti! – acordei com a conversa – mas que é que se passa, o que aconteceu? – perguntei – sei que já é tarde mas posso ir a tua casa, preciso de falar contigo, é muito urgente! sim, claro, não há problema, podes vir, mas não queres dizer o que se passa? – falamos melhor aí, pode ser? certo, fico à tua espera então.

 

fiquei preocupada, o que se passaria com a lorena, não costuma ligar a estas horas e muito menos com aquela voz, fiquei num estado de nervos incrível desde que desliguei até que ela entrou pela porta. então, o que se passa amiga? que aconteceu? não é nada de grave, quer dizer, até é um pouco, mas não precisas preocupar-te. vou dizer-te uma coisa! diz! fala! – disse eu já para lá de nervosa. preciso de ti, és a única pessoa que me pode valer! – mas o que é que precisas! diz-me! como te posso ajudar? estás com algum problema? sim, estou!

 

fez-se um momento de silêncio na sala...

 

preciso muito de uma coisa e só tu me podes valer, não conheço mais ninguém! – estás com problemas de dinheiro, é isso? quanto precisas? – não, não, não é isso que preciso! é mais grave que isso! – mais grave?!

 

sim, preciso muito de... sexo!

 

sexo?!

 

sim, desculpa, eu sei que não devia estar a pedir-te isso assim desta forma mas estou “esfomeada”, não aguento mais, há 2 ou 3 dias que não penso noutra coisa, já olho para todos os homens na rua querendo “comê-los” e eu não quero isso. estou mesmo mal, vê que hoje no trabalho tive até que ir para o wc para me masturbar um pouco, mas nem isso me acalmou, preciso de mais!

 

fiquei parada de boca aberta a olhar para ela enquanto ela me contava tudo isto sem reacção, tudo isto parecia simplesmente surreal, será que estava a sonhar?

 

ajuda-me! podes? sei que não é justo nem normal pedir-te isto mas vê como estou! – dizendo isto levantou a saia e mostrou-me as cuequinhas molhadas, estavam realmente e visivelmente molhadas até de longe.

 

acordei para a realidade e a realidade é que uma mulher lindissima e acima de tudo minha amiga e companheira de já tantas aventuras precisava de mim para fazer aquilo que mais gosto – sexo! sorri-lhe e abracei-a. disse-lhe ao ouvido – não te preocupes, vou tratar de ti! senti naquele abraço um coisa incrivel, senti os mamilos dela no meio peito, estavam durissimos, a lorena estava à beira de um “ataque de sexo” e era realmente urgente tratar dela.

 

quase como duas loucas despimo-nos quase como que arrancando as roupas do corpo o mais depressa que pudemos, atirei-a para o sofá onde ela abriu de imediato as pernas “escancarando-me” aquela ratinha suculenta e sumarenta, tão sumarente que até nas coxas ela tinha humidade da ratinha, ajoeilhei-me junto dela, a ratinha dela exalava um odor intenso mas não de “mal lavada” nem nada que fosse repelente, pelo contrário, um odor doce a sexo que me excitou ainda mais. caí de boca nela lambendo-lhe a ratinha toda de cima a baixo de lado a lado, por dentro e por fora, a sofreguidão dela tinha-me contagiado e eu que gosto das coisas com uma certa calma estava tão sofrega quanto ela, já nem sabia o que estava a fazer, simplesmente estava, ora chupava, ora lambia toda por entre gemidos bem audiveis, contracções e espasmos que aconteciam ao ritmo das minhas investidas.

 

reparei que o clitóris dela estava enorme, duro e quente como nunca o tinha visto, quase parecia a “cabecinha” de um pequeno pénis a querer romper por entre os lábios, não contive e chupei-o com força como se um pénis se tratasse, ela quase saltou do sofá de prazer, sentia-a nos limites e descontrolada acabei mesmo por mordê-lo suavemente, à semelhança do que faço no masculino ;) ela não aguentou e teve um orgasmo ou uma série deles seguidos nesse momento, senti e percibi o que estava a acontecer e não parei. demorou uns bons minutos até que ela acalmasse e os espasmos parassem, ela acabará de ter multiplos orgasmos consecutivos uma coisa que eu própria só me lembro de ter tido 1 ou 2 vezes na vida.

 

estranhamente toda essa acção só parecia tê-la acalmado por uns breves minutos pois após respirar fundo partiu para cima de mim com tudo, o sexo oral praticado por ela estava perfeito, como sempre, mas a intensidade que ela estava a por na coisa estava a deixar-me louca e sem controlo, não demorei mais do que breves minutos a atingir um poderoso orgasmo com 2 dedos dela dentro de mim a estocar-me com força e a lingua a fazer maravilhas no meu clitoris.

 

quando recuperei olhei para ela, estava totalmente descabelada ;) aproximou-se de mim e disse-me – posso pedir-te mais uma coisa? sim, claro! – disse eu. podes ir buscar o strap-on e usá-lo em mim? não me leves a mal mas hoje preciso mesmo de algo duro dentro de mim para me matar esta fome. apenas sorri e corri a buscar o strap-on que tinha ficado comigo desde a “festa anterior”, ela ajudou-me a colocá-lo e a apertar as fitas, depois voltou-se de costas para mim, joelhando-se no sofá e apoiando-se no encosto do sofá e disse: - quero que me “comas” assim, por trás! não hesitei e enfiei-lhe o pénis de latex todo, estava realmente muito molhada, nem precisamos de usar lubrificante. comecei a experimentar a coisa (sou novata no assunto) penetrando e retirando levemente o “aparelho”, mas ela logo reclamou – dá-me com mais forza! quero me comas como se fosses um homem cheio de vontade! – e eu não estive por meias medidas, dei-lhe com força, com a força que pude ou tinha, enfiando o dildo bem fundo na ratinha dela e ouvindo-a gemer e gritar a cada estocada mais forte, estava no controlo e agora sim percebia o que ela queria dizer com o “dominar” quando usava o dito no namorado, continuei a penetrá-la o mais que pude, o pequeno pénis no interior também puxava por mim deslizando sobre o meu clitóris dando-me muito mais prazer do que eu podia pensar, mas a noite assim pedia, era uma noite que tinha começado intensa e intensa iria terminar com toda a certeza.

 

comecei a sentir pequenos orgasmos a cada estocada que lhe dava, segui pelo meu ritmo, estava a gostar e queria experimentar a vir-me assim, continuei por mais uns minutos assim até atingir um grande orgasmo, já tinha sentido um bastante grande da lorena uns minutos antes mas não tinha sequer parado 1 segundo, não lhe dei descanso e avançamos directamente para outro patamar ao que ela chegou pouco depois de mim.

 

caimos exaustas no sofá as duas, ela abraçou-me e disse-me ao ouvido: - obrigada! por tudo! nunca me irei esquecer deste dia!

 

sinto-me: louca
banda sonora: ez special - chama por mim
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:22

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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

fim-de-semana em barcelona – sex-hotel

fui com a “su” e mais 2 amigas passar um fim-de-semana a barcelona, uma das amigas trabalha numa agência de viagens e de vez em quando consegue umas “pechinchas” em voos e hotéis para estadias curtas.  era apenas a segunda vez que estava naquela cidade, a primeira tinha sido uns bons anos antes e tinha ido em “excursão” de autocarro ainda no liceu e foi horrivelmente dolorosa a viagem, tinha perdido toda a vontade de voltar lá mas assim era bem diferente até porque agora presto atenção em coisas que na altura não ligava a mínima.

chegadas ao hotel instalamo-nos nos quartos e fomos jantar ali mesmo na rua em baixo, conversa puxa conversa e já era tarde quando regressamos aos quartos e tínhamos que levantar cedo para aproveitar o sábado em barcelona.

ainda não estava deitada à 5 minutos quando comecei a ouvir um “pum pum pum” contínuo na parede do quarto – “su” que é isto? que é que se passa? – ficamos as duas em silêncio durante uns segundos a tentar perceber que “martelar” era aquele na nossa parede e não demorou muito mais para que percebêssemos, havia “festa” no quarto ao lado e da grande, ao inicio ainda comentei se seria alguém à pancada, mas rapidamente percebemos que a “pancada” era outra e a mulher não gemia, antes urrava que nem uma leoa (como disse a “su”). bolas, estão-lhe a “dar bem” – disse eu – a “dar bem” não, estão é a foder que nem uns animais – rematou a “su” no seu jeito peculiar de “mulher do norte” e sem papas na língua ;)

a “festa” durou ainda algum tempo e foi difícil adormecer com aquela “banda sonora” a “su” às tantas gritou mesmo – ou param com isso ou também quero! ;) mas acho que “para mal dos pecados dela” resolveram mesmo parar (ou mudar de local) ;)

pequeno-almoço de sábado - então meninas dormiram bem? – nem vos conto, tivemos festa a noite toda! – então? os residentes do quarto ao lado não nos deixaram dormir nada de jeito! – mas fizeram assim tanto barulho? – barulho não, urros, respondeu a “su” ;) rimos todas.

o dia foi passado em passeio e algumas compras, aliás, era para isso que as outras duas vinham, passei a tarde a tentar aguentar os olhos para não se fecharem (os cafés deles não fazem o mesmo efeito) e fui dormir cedo, a “su”, bem mais resistente que eu, foi para o quarto delas para a conversa mas não demorou muito a voltar e a acordar-me – anda cá ver isto, rápido! que foi? bolas “su” estava mesmo a adormecer! – anda cá, depressa! e lá fui eu “arrastada” por ela até ao quarto das outras duas, que estavam todas à janela. o que foi? que é que se passa? chega aqui, anda! olha para ali (não estava a ver nada) – onde? o quê? ali no andar de baixo do outro lado! o hotel fazia uma espécie de “u” formando um pequeno jardim/esplanada na parte interna e como o quarto delas era lateral dava para ver os outros quartos do outro lado. o que é que elas estavam a ver? um casal que num quarto no piso abaixo do nosso tinham relações sexuais de cortinas abertas, ou seja, nós parecíamos que estávamos no oceanário a ver os “peixinhos” no “aquário” só que estes peixinhos estavam a fazer muito mais do que nadar, estavam numa sessão realmente escaldante de sexo, do “puro e (aparentemente) do duro” o morenão era dotadíssimo e a loira que o acompanhava não lhe ficava nada atrás, era muito bonita, torneada e bronzeada, mostrando uma evidente marca de bikini fio-dental. acabavam de mudar de posição e ela estava agora debruçada no parapeito da janela e ele “bombando” por trás com nítida força que ela até ficava com a cara colada ao vidro e nós, as 4 voyeurs de serviço acotovelávamo-nos na pequena janela pelo melhor lugar para assistir à cena e que bem que eles “desempenhavam o papel” foi uma sensação impressionante, uma adrenalina, ver sexo assim, ao vivo e a cores e inesperadamente não tem nada a ver com ver um filme pornográfico é ali, tudo em tempo real e com “actores” reais passados alguns minutos ela vira-se repentinamente e baixa-se e alguém gritou no meu ouvido – olha ele vai vir-se! e veio-se mesmo, imenso,  em jactos sucessivos para a cara da loiraça que não parecia nada importada e até lambia a boca de gozo. fez-se um silencio sepulcral naquele quarto quebrado alguns segundos depois por um – uau, que cena! de uma delas.

delas não posso dizer que não sei, mas eu mal dormi nessa noite, acordei com as cuequinhas ensopadas mas o sono que tinha fez-me resistir a uma sessão de “dedo” na minha ratinha que estava bem desejosa de tal tratamento, a “su” senti-a mexer bastante durante a noite mas se não resistiu, fez algo discreto e para o qual não precisou de ajuda ;)

 

sinto-me: humida
banda sonora: nelly & kelly rowland - dilemma
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:04

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Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

voyeurismo de roupeiro

estou eu descansadamente em casa desfrutando do meu sofá novo quando toca o telemóvel, a “su”, quem mais. estou! então, que é que passa para a senhora ligar a estas horas? nem te passa! vem para cá já! mas o que é que se passa? anda cá já te conto, preciso de ti aqui agora!

saí numa correria só para ver o que passava de tão grave com a “su” nem sequer mudei de roupa, fui mesmo em “pijama” e chinelos, meti-me no carro e passados 10 minutos estava lá. então! o que foi? não estás bem a ver a cena! que cena! conta lá, desembucha! daqui a menos de 30 minutos vem aí uma “pita” ter comigo! uma “pita”? que “pita”? fazes o favor de me contar tudo como deve ser! ok, é assim, há uns tempos “conheci” uma miúda na “net”, conversávamos de vez em quando pelo msn “na boa” só que agora ela quer conhecer-me ao vivo. conhecer-te! mas porquê? não sei! esse é o problema! e eu não quero estar aqui sozinha quando ela chegar, entendes! mas então porque é que te vais encontrar com ela e ainda por cima em tua casa? és mas é louca tu! oh pá que é que queres, fomos conversando e conversando e contando esta e aquela experiencia e a miúda agora quer falar comigo cara-a-cara. mas foi isso que combinaram? sim, eu bem tentei que fosse num shopping ou algo assim mas ela não quis. bem amiga, isso não me cheira nada bem! mas é “pita” que “pita”, quantos anos tem ela? tem 18! bem, eu nem vou dizer mais nada! metes-te em confusões e depois eu “apanho por tabela”! bolas, os amigos servem para isso não? eu não preciso que faças nada! só preciso que estejas aqui em casa caso a coisa dê para o torto de alguma forma. mas e o que é que lhe vais dizer? ela não se quis encontrar contigo em público e vai querer falar contigo na minha presença? não, aí é que está, ela não pode saber que está aqui mais alguém!

decididamente tu estás louca, só pode! e pode saber-se como e onde é que me vou esconder? oh pá, ficas no quarto, ali à porta para ouvires o que se está a passar, se eu precisar de ajuda, grito! que filme, eu não acredito no que tu me foste meter logo hoje que tinha tirado a noite para descansar um bocadinho. olha, agora já cá estás, não há volta! sim, já sei, “ajoelhou, vai ter que rezar”.

toca o telemóvel dela, só uma vez. olha, ela vem aí! já me deu um toque para eu saber que está a subir. quarto! e lá fui eu.

conversa para aqui e ali na sala e eu fechada no quarto que nem “animal de estimação” quando se tem visitas em casa mas a verdade é a perturbação inicial estava a dar lugar à curiosidade. quem seria essa “pita”? e o que quereria ela? quem me dera ser uma mosquinha para estar na sala a ver o que se passa.

não sou uma mosquinha, mas quando quero sei ser bem “cusca” e fartei-me de estar fechada, resolvi “avançar no terreno” como quem anda sobre um campo de minas, sair do quarto e aproximar-me da porta da sala para ouvir melhor a conversa e, quem sabe, ver o que se estava a passar. consegui por entre a fresta da porta vislumbrar a “pita” era realmente uma miúda com cara de ter 18 anos ou nem isso, loira, de cabelos compridos, pele morena do sol (ou solário) e com um ar desportivo. via que estavam a conversar mas perdia quase tudo da conversa, não conseguia perceber o contexto.

a dada altura ela levanta-se e vira-se, percebi que estava a mostrar à “su” uma tatuagem tipo “tribal” que tinha no fundo das costas, depois mostrou algo que julgo ser outra no peito esquerdo mas que não consegui perceber o que era e opss que é que ela estava a fazer? arrisquei e avancei mais espreitando pela porta em vez de pela fresta. ela tinha outra tatuagem e que tatuagem, ou melhor, a tatuagem não percebi o que era mas percebi que era digamos já na zona púbica pois vi que baixou os calções e que a tatuagem estava numa zona de pele mais clara, ou seja, a parte que não fica exposta ao sol. a “pita” era atrevidota! percebi que tinha também um piercing no umbigo e algo “fora do comum” pois não era apenas uma bolinha ou algo assim, era algo comprido que se prolongava um pouco pela barriga.

estavam muito animadas as duas, não pareciam precisar de mim para coisa alguma até que já mais escondida ouvi chorar. espreitei para fora. a “pita” estava a chorar e a ser consolada para “su”, algo se passava. não posso acreditar! trocaram um beijo! elas trocaram um beijo, mas porquê?  - raios partam a surdez, nunca mais oiço música com auscultadores ;)

agora ela pedia qualquer coisa, a “su” dizia que não, fiquei atenta, nunca se sabe quando teria que intervir. levantaram-se ambas, e vinham na minha direcção. tive que fugir para o quarto. estavam no corredor, ouvia-as perfeitamente agora mas ao contrário de anteriormente não podia ver nada. ela perguntou se podia usar o wc a “su” indicou-lhe onde era. ouvi alguém chamar-me baixinho e abrir a porta. era a “su”. que é que se passa? quem é ela? que é que quer afinal? oh pá, é muito complexo de explicar agora depois falamos! mal acabou de dizer estas palavras ouvimos a porta do wc a abrir, a “su” já dentro do quarto empurra-me para dentro do roupeiro. chiuuuu! ela vem ai! se antes me estava a sentir que nem “animal de estimação” agora a coisa tinha piorado, estava dentro do roupeiro do quarto da “su” no meio dos casacos e companhia, felizmente que como o roupeiro dela tem uma faixa em vidro era possível ter alguma luz lá dentro e havia também um pequeno degrau, daqueles tipo banco que serve para chegarmos aos pontos mais altos que dava para eu me sentar e esperar! e agora? quanto tempo iria ter que ali ficar? tentei espreitar pelo vidro para ver o que se passava, estavam as duas sentadas na cama frente a frente de mãos dadas. a “su” perguntava, mas tu tens a certeza? tenho! sei bem o que quero e nunca me arrependo das coisas que faço! trocaram mais um beijo, desta vez tinha a certeza que foi um beijo e bem demorado e estavam a “amassar-se” uma à outra, eu não acredito! estas estão-se a comer e eu aqui dentro do roupeiro feita parva – pensei.

era mais do certinho, elas estavam a acariciar-se e a beijar-se longamente e a “pita” não parecia nada incomodada com a coisa, pelo contrário, avançava a passos largos não resisti a entreabrir a porta deslizante do roupeiro. está mais alguém em casa, perguntou ela assustada? não, não está ninguém, porquê? pareceu-me ouvir barulho – opsss. foi a cama, não te preocupes, já te disse que moro sozinha. passado o momento de pânico no qual eu não me atrevi sequer a respirar lá continuaram as duas e eu, continuei também, fechada no roupeiro. ao menos agora tinha uma fresta por onde entrava o ar e espreitava o olho ;)

os “amassos” continuavam e a coisa aquecia e de que maneira. a “pita” estava já sem camisola e com as maminhas de fora, parecia realmente muito “fresca” a miúda, e com “tudo no sítio”. a “su” também tirou a camisola e ainda não tinha tirado totalmente o soutien já a “pita” tinha caído de boca chupando-lhe um dos mamilos como se fosse um lollypop. a miúda estava realmente sedenta e não demorou muito para que explorasse o resto do corpo da “su”, parou no umbigo dizendo – tens um umbigo muito bonito ficava-te bem um piercing ;) a “su” apenas sorriu, via-se que estava já naquela fase de querer sentir o que ela tinha para lhe dar. eu também já estava para lá de quente com aquele cenário todo mas pouco ou nada podia fazer, não podia correr o risco de ser descoberta, as reacções seriam imprevisíveis.

ajoelhou-se fora da cama e disse – posso? claro! – disse a “su”, mas com jeitinho ;) puxou-lhe as cuequinhas para baixo até aos pés e tirou-as passando-as em seguida pela cara cheirando-as =o – cheiras deliciosamente – a “su” que nem viu o que ela fez apenas acenou com a cabeça. já sei ao que cheiras, posso ver qual o teu sabor? – perguntou ela enquanto passava um dedo pela rachinha da “su” de cima para baixo e vice-versa. desta vez não teve sequer resposta, a “su” apenas alcançou a cabeça dela com as mãos e fez com que a sua cara mergulhasse literalmente na sua ratinha, conheço este estado da “su” é quando quer “mais acção” e “menos conversa” ;) e a “pita” não se fez rogada, caiu de boca e língua e devorou-lhe totalmente a ratinha, não havendo milímetro onde ela não tenha lambido e chupado como se não houvesse amanhã. a “su” contorcia-se e gemia de prazer, depois a miúda dedicou-se inteiramente ao clítoris da “su”, chupou-o demorada e ritmadamente quase como se tivesse a chupar um pénis em miniatura e assim a fez vir-se. abraçou-se a ela e perguntou – gostaste? foi bom? foi óptimo! – disse a “su” – adorei! para quem está a fazer isto pela primeira vez digo-te que te portaste lindamente. fui por instinto, acho que procurei fazer aquilo que a mim me dá prazer na esperança que funcionasse contigo também ;) e funcionou! muito bom!

quando ela já se levantava e procurava as suas roupas a “su” disse – onde vais? embora! foi isso que combinamos, não foi?. sim, mas eu não te deixo ir assim, nem penses! anda cá! e dito isso, pegou na miúda, deitou-a na cama e retirou-lhe o resto da roupa. nessa altura pude perceber que eu realmente estava “na moda” pois também ela usava a ratinha toda depilada e era facto, tinha mesmo uma tatuagem, algo escrito num formato em arco na zona ausente de pêlos.

foi então a vez da “su” cair de boca na ratinha dela, abrindo-a com as duas mãos e lambendo bem fundo no seu interior de tons rosa clarinho realmente lindo. ela estava totalmente molhada, sentia-se até de longe e queria ver tudo o que se estava a passar levantando a cabeça da cama. a “su” disse-lhe, relaxa, deita-te e aproveita! deixa o resto comigo que estás em boas mãos!

eu ali dentro já estava para lá de “quente” com tudo aquilo, era como assistir a um filme pornográfico “ao vivo”, sentia-me molhada e quente, os meus mamilos inchados deixavam transparecer claramente a “tesão” que sentia e o pior é que nada podia fazer, a minha vontade era abrir a porta e juntar-me às duas mas não foi nada disso que fiz, sabia que “não podia estar ali” e assumi a missão de “vigia” tentando cumpri-la sem pensar em mais nada.

ao contrário da miúda que tinha usado apenas a língua a “su” não teve com meias medidas e deu uma boa dose de “estocadas” com os dedos na ratinha dela, ela até saltava a cada vez que ela a penetrava ao mesmo tempo que lhe lambia o clítoris em movimentos circulares (como só ela sabe fazer) ;) até que ela se veio, muito, gemeu alto, muito alto mesmo e arregalou os olhos como se fosse a primeira vez que estivesse a sentir um orgasmo e não soubesse muito bem o que aquilo era ficando imóvel em seguida, exausta e satisfeita. alguns minutos depois levantou-se e sorriu com um brilho imenso nos olhos para a “su” – espectacular! – disse ela. nunca tinha sentido nada assim! a “su” sorriu de volta dizendo – eu não te disse que estavas em boas mãos!

vestiu-se assim mesmo – não queres tomar ao menos um duche – perguntou a “su”. não, estou bem! tomo quando chegar a casa, já é tardíssimo e preciso ir senão os meus pais põe a polícia atrás de mim ;) não sei o que diga, um obrigada parece-me pouco! fico com uma divida eterna para contigo! não é nada pouco, e não tens que agradecer, estivemos nisto juntas, certo? demos e recebemos e quando assim é está tudo certo, ninguém deve nada a ninguém! despediram-se com um beijinho “normal” a caminho da porta de saída e lá foi ela. saltei do roupeiro usando as poucas forças que me restavam, as minhas costas estavam do pior daquela posição tanto tempo. a “su” ofereceu-me um banho e uma massagem para me compensar e eu aceitei. acabei por passar lá o resto da noite tentando perceber o que se tinha passado ali e o que havia assistido.

 

sinto-me: duplamente babada
banda sonora: leona lewis - better in time
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:53

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Terça-feira, 1 de Julho de 2008

masturbação – poderosa terapia anti-stress

tenho andado stressada, já o saberão pois já dei disso conta, bem como dos motivos desse mesmo stress no meu último post. e para quando o stress aperta e não dá sequer vontade de estar com outras pessoas há uma terapia “a solo” que descobri há já muito tempo atrás mas que parece não ter perdido eficácia com o passar do tempo, antes pelo contrário, parece cada vez mais apurada, isso mesmo – a masturbação, mas não uma masturbação qualquer, mas não uma masturbação à pressa, “a correr” ou com tempo contado, nem sequer uma masturbação espontânea, do momento ou por impulso. antes aquilo a que chamo “vim” ou “masturbação vip”. e como é que é essa “masturbação vip”? é fácil, eu explico.

em primeiro lugar, e como já disse, não é “espontânea”, tem hora e local marcado ou, melhor dizendo, é necessário “reservar” espaço e tempo para que ela ocorra sem perturbações de qualquer espécie.

em seguida devemos tratar de nós como se nos estivéssemos a preparar para o “encontro das nossas vidas” e não como algo que como é para nós não precisamos “caprichar”, precisamos sim, aliás, exactamente por ser de nós para nós é que devemos cuidar ainda mais todos os detalhes. um banho demorado de espuma ou sais pode ser uma importante parte dos “preliminares”.

devemos também pensar no que queremos ou nos apetece fazer e preparar antecipadamente o que precisamos ou podemos vir a precisar, se gostamos de usar acessórios, lubrificantes ou seja lá o que for devemos ter “tudo à mão” e não interromper o processo a meio só porque nos lembramos de fazer “isto” ou “aquilo”.

como disse antes, nesse “período reservado” não há espaço para telefones, campainhas ou outros motivos de interrupção ou distracção, o rádio ou a tv são acessórios que poderão ser usados mas convém que não seja quando estão a dar as noticias ou algo do género.

eu é assim que faço, um belo banho seguido de uma auto-massagem com óleo para ficar macia, hidratada e sedosa. coloco uma lingerie “sexy” (tal e qual como se fosse para alguém), preparo o que preciso e coloco junto do local escolhido (isto se decidi usar algo mais que as mãos  ), desligo o telemóvel e começo a sessão vagarosa e suavemente como se tivesse todo o tempo do mundo, toco-me nos seios em movimentos circulares da base para o centro em direcção aos mamilos pondo-os duros, depois desço vagarosamente e massajo as pernas e as coxas em direcção às virilhas.

quando chego à ratinha gosto de passar um bom tempo tocando-me suavemente por cima das cuequinhas sentindo-me a ficar molhada e as cuequinhas a ficarem húmidas. depois de bem húmida gosto de passar um dedo pelo centro, abrindo os lábios e provando o meu sabor, depois coloco a mão dentro das cuequinhas (sem as tirar) e vou-me tocando mais em baixo, mais em cima, brincando bastante com os lábios, o clítoris, a entrada da vagina e até mesmo o buraquinho do rabinho, uso diferentes dedos e diferentes partes do dedo, por vezes a unha (com cuidado) e vou metendo também a ponta dos dedos na vagina. gosto também de dar pequenas palmadinhas junto ao clítoris, são como pequenos choques eléctricos, muito estimulantes

quando por fim tiro as cuequinhas e me abro toda, é a hora de mudar também bastante de ritmo, vou introduzindo e retirando 1, 2 ou mais dedos na vagina com algum ritmo num movimento deslizando a palma da mão, acompanhando a forma de concha da minha ratinha tocando a palma da mão no restante. por vezes volto às palmadinhas mas desta vez com a mão mais em concha fazendo um movimento de uma certa “sucção” (que só resulta plenamente quando bem depilada).

depois é a fase mais hard com, ou sem acessórios (na maioria das vezes sem), trato da minha ratinha pelo menos com 2 dedos em movimentos vaivém frenéticos misturados com toques circulares no clítoris com a outra mão até me vir por completo num orgasmo daqueles de saltar e ficar a tremer por dentro durante uns bons minutos.

qual é o meu “segredo” para esses orgasmos brutais, já me têm perguntado algumas pessoas, inclusivamente pelo e-mail aqui do blog. o segredo, se assim se pode dizer, é tocarmo-nos onde gostamos, é explorarmo-nos sem medos nem tabus e, no meu caso, resulta muito bem “pausar” quando sentimos que estamos prestes a atingir o orgasmo, e ir “pausando”, moderando a intensidade e ir tendo “micro-orgasmos” ou “quase orgasmos” culminando com um último daqueles que vêm mesmo das profundezas e o qual somos incapazes de parar.

comigo, resulta! e o stress, vai-se todo

caso o stress seja mesmo grande, é apenas uma questão de repetir a dose as vezes necessárias até o eliminar por completo  ;) diz quem sabe que é uma das melhores terapias para evitar a depressão ou para curar quem sofre de uma.

 

sinto-me: curada
banda sonora: keane - is it any wonder
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:21

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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

aniversário “vibrante”

era um dia como tantos outros, uma sexta-feira à tarde, véspera do tão aguardado fim-de-semana. estava exausta, a semana de trabalho tinha sido pesadíssima inclusivamente com horas-extra em quase todos os dias da semana, os “deadlines” assim o obrigaram.

toca o telemóvel, pelo som que vem da mala só pode ser a “su”. tou, olá, tudo bem? sim, tudo, olha, onde é que vamos jantar hoje? jantar hoje? porquê? hellooo, estás a brincar comigo, certo? brincar, porquê? que dia é hoje? sei lá! deixa-me ver. eu não acredito! não me digas que te esqueceste? completamente, eu só posso estar a ficar louca. estás estás, estavas era a ver se eu não me lembrava. onde é que vamos? sei lá, a sério que não me tinha lembrado. pensas tu e dizes-me. não, nada disso, a aniversariante és tu. então, espera lá, queres ir ao italiano, àquele perto da praia? claro que sim! ok então vou tentar marcar mesa e já te digo a hora.

pois é, a minha cabeça andava mesmo a quilómetros de distância, com o trabalho e cansaço esqueci-me que fazia anos. ou será que o meu subconsciente me tinha feito esquecer propositadamente a data por estar a mudar de algarismo das dezenas? sinceramente não sei, mas confesso que interrompi por uns momentos o trabalho e pensei, bolas, já. já vou fazer 30 anos. que é que aconteceu desde os 25 que eu não me lembro de nada, olha, vou passar a ser “trintinha” ;) ri-me sozinha e voltei ao trabalho.

combinei a hora com a “su” no restaurante e saí do trabalho à pressa para ter tempo ao menos de tomar banho e por algo mais decente para tão célebre comemoração.

atrasada como quase sempre, lá cheguei. a “su” já lá estava à espera para me dar os parabéns, chiu, disse-lhe eu. ainda alguém ouve e me perguntam quantos faço. achas? e não me digas que tens vergonha de fazer 30 anos? vergonha não tenho, mas parece que fui apanhada de surpresa, não estava nada à espera. deixa-te disso, vamos mas é jantar.

o jantar foi óptimo e muito bem regado com vinho e as conversas da ordem, no final do jantar ela entrega-me um saco de embrulho e diz-me: toma! é para ti, espero que gostes! mal agradeci comecei logo a querer abrir aquilo à força e com a maior rapidez possível (sou viciada em abrir prendas, não aguento mesmo) a “su” põe a mão por cima como que me acalmando e dizendo: cuidado que pode ser que não queiras tirar assim para fora do embrulho. e tinha razão, se não fosse isso tinha apanhado mais uma vergonhaça, era um body preto, lindíssimo, em transparência mas não rendado (como ela sabe que eu gosto) bem cavado e fio-dental, vinha acompanhado de um cartãozinho que dizia, espero que te fique “a matar” e que com ele vestido ou já despido tenhas muitas alegrias ;) assinado “su”.

muito bom amiga, adorei, a prenda e a mensagem. mandei vir uns “limoncellos” para brindarmos. para quem não sabe o “limoncello” é um licor de limão que, basicamente, tem na sua composição limão, açúcar e muito álcool. tanto álcool que apesar de ser guardado no congelador (deve beber-se assim bem gelado mesmo) nunca congela. è uma bebida tipicamente italiana e esta sempre presente nos bons restaurantes italianos, portanto se querem saber se um restaurante italiano é bom ou não, perguntem se tem “limoncello” ;)

terminado o jantar e já meias zonzas (o raio do licor bate mesmo forte) fomos para minha casa pois já não estávamos em grandes condições de ir para lado algum. ao chegarmos a “su” volta a surpreender-me retirando da mala dela um novo embrulho. toma amiga, este guardei para te entregar em casa, sei como és com os embrulhos ;)

o quê? mais? abre vá! no papel de embrulho estava escrito apenas: “toda a mulher de 30 deve ter um”. abri rapidamente o embrulho pois não consigo mesmo conter a minha curiosidade.

era

um

vibrador

um vibrador “realistic” (como dizia na caixa) de dimensões bastante “avantajadas” e vinha acompanhado de uns pacotes de lubrificante que diziam “for complete pleasure”. confesso que fiquei meio aparvalhada com tamanha oferta.

ela sentiu isso e perguntou se não tinha gostado ou se a tinha ofendido de alguma forma. claro que não, só não estava à espera ;) rimos.

vai lá por o que te dei, quero ver como te fica – disse a “su”. o quê? o vibrador? perguntei eu no gozo ;) não, o body primeiro, o vibrador também posso ver mas experimentas depois ;) responde ela como sempre nunca se deixando ficar atrás.

e lá fui eu, despir-me e vestir-me para a passagem de modelos em lingerie a ter lugar na “passerelle” da minha sala entre o sofá e a mesa de centro.

uau diz ela assobiando em seguida. se eu fosse homem não me escapavas. e sendo mulher, escapo?

com esta até ela se admirou, realmente eu estava com uma tiradas fortíssimas já parecia “ela”. mas após alguns segundos para engolir o “sapo” faltava a resposta da ordem – hum, realmente, não sei se escapas não! ;) rimos que nem duas loucas, o que, bem vistas as coisas, até somos.

depois da passagem de modelos e já eu ia pronta para me por em trajes mais “decentes” diz ela – agora falta o outro! qual outro? estas a gozar? não, não estou. quero ver como te ficam as prendas que te dei.

mas estás mesmo a falar a sério? achas que vou agora experimentar o vibrador aqui e agora, na tua frente. porquê, tens vergonha é? nunca pensei, depois de tudo o que já passamos. não, não é nada disso, só que, sei lá, nem sei bem como usar isso. ah, então é isso, precisas de ajuda. mas quanto a isso não há problema, sabes quem que eu te ajudo sempre.

fiquei meio “bloqueada” com a resposta mas como sempre o meu espírito aventureiro é mais do que despertado pela “su” e pelos seus constantes devaneios.

mas olha lá, e tu sabes usar isto? – perguntei eu. claro, achas que não tenho um? tens? claro, como te disse, todas as mulheres de 30 têm que ter um, o meu já tenho desde o ano passado ;) então vá, ensina-me! mas ensina-me bem senão tenho que te estar sempre a pedir para me ajudares cada vez que o quiser usar ;) espera aí que eu já te atendo – diz ela.

limpou o vibrador com umas toalhitas desinfectantes e foi pondo o lubrificante enquanto eu me deitava no sofá. tirei as cuequinha e diz-me logo ela – é lá, podias ter avisado que estavas assim tão excitada que escusava de gastar tanto lubrificante ;) cala-te! vais-me enviar essa coisa ou não? não precisas de pedir mais vezes, toma lá. e não é que a parvinha me mete aquilo tudo assim quase a sangue-frio e de uma só estocada. até vi estrelas. foda-se! não exageres! assim rebentas-me com a “ratinha” toda. então, não estavas com pressa? só fiz o que me pediste ;)

vá, ok, sem brincadeiras, vamos lá agora por isto em condições. à medida que ia movimentando o vibrador  dentro de mim as sensações eram engraçadas, o lubrificante que ela pôs dava uma sensação de calor que não esperava, confesso que estava à espera de sentir algo frio e impessoal mas a sensação de suavidade e calor até que era bem interessante. ok, diz ela, agora vem a melhor parte. então porquê, que é que vais fazer? disse logo eu meio em pânico. calma, não te preocupes, vou só ligar aqui a coisa, isto chama-se vibrador por alguma coisa, certo?

pois era, estava a desfrutar tanto do calor e suavidade que nem me lembrei que não sentia vibração alguma. ligou e a primeira sensação foi arrepiante, parecia que tinha ligado uma “epilady” dentro de mim, mas ela acalmou-me e mandou-me relaxar, retirou o aparelho de dentro de mim e começou a massajar-me os lábios da ratinha com a vibração, a sensação melhorou, mas confesso que o barulho me fazia alguma confusão, ao chegar ao clítoris deu-se a explosão, aquela sensação de vibração parecia que me dava micro-choques eléctricos que me faziam saltar num misto de prazer e cócegas, senti-me extremamente molhada depois disso e ela voltou a enfiar o vibrador dentro de mim e desta vez executava movimentos mais amplos e profundos à medida que a sentia aumentar também a intensidade da vibração. não era igual a ter sexo com um homem nem nada parecido mas confesso que estava a ter mais prazer com aquilo do que esperava.

passados alguns minutos comecei a ter uma espécie de pequenos orgasmos consecutivos como pequenas réplicas antecipando o que ai vinha, a grande erupção, e que grande orgasmo tive eu, agarrei-lhe os braços com força (até lhe vinquei as unhas) e vim-me de uma forma brutal durante largos segundos, até porque ela não tirava o vibrador de dentro de mim e quanto mais me contraia com o orgasmo mais o sentia vibrar e era como um ciclo vicioso que parecia não ter fim. não consegui aguentar aquela sensação muito mais tempo e mandei-a parar. estava exausta, tinha tido um orgasmo incrivelmente longo e que me havia deixado quase ko.

recuperei por alguns segundos e ouvi a “su”, então, que tal é a prenda? óptima! respondi de imediato, só não sei se vai funcionar sempre assim. se precisares de umas dicas ou de uma mãozinha, já sabes ;)

e tu? não queres testar a máquina? hoje não posso amiga, estou naqueles dias, mas não rejeito o convite, guardo-o apenas para daqui a mais uns dias, pode ser? ;)

sempre que quiseres amiga, sempre que quiseres.

 

sinto-me: impressionada
banda sonora: lighthouse family - i wish
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:11

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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

noites quentes da queima

o aproximar da data fez-me recordar um episódio que se passou há já uns bons aninhos, éramos nós (eu e a “su”) duas estudantes a tempo inteiro a lutar para terminarmos os nossos cursos entre outras coisas ;)

estávamos na penúltima noite da “queima” e ambas retidas em casa a estudar para um exame, que porcaria de noite. da janela aberta para “arejar” os pensamentos ouvíamos ao longe a festa lá fora e o pessoal alegremente alcoolizado aos gritos, uma animação ;)

vira-se a “su” no seu jeito peculiar: foda-se! sempre a mesma merda, o pessoal a curtir e a gente com os cornos enfiados nestas fotocópias mal-cheirosas, sim, a “su” tem uma mania que desenvolveu durante a faculdade que é a de achar que as fotocópias cheiram pior que um esgoto a céu-aberto. realmente, é uma treta mesmo, também estou farta disto. bora sair! – diz ela com os olhos a brilhar. achas mesmo? a estas horas? vamos fazer o quê? apanhar o pessoal bêbado do chão? a estas horas já ninguém nos conhece sequer e daqui a meia-hora fecha a “barraca” (que é como chamávamos ao recinto das festas estudantis). ah, mas não pode ser, hoje apetece-me apanhar uma “cabra” – diz ela mais uma vez. mas espera aí que eu já te atendo. e dizendo estas palavras saiu porta-fora voltando passados alguns minutos com uma garrafa de vodka de uma marca que nunca tinha visto ou ouvido falar e até hoje nunca mais voltei a ver. que é isso, perguntei-lhe. isto é do melhor, diz ela.

passado uns segundos vejo-a caminhar da cozinha para o quarto com 2 copos cheios de gelo, a garrafa debaixo do braço e um compal “fresh” de laranja que estava aberto no frigorífico há dias e que ninguém acabava. isto é um bocado “puxado” mas com o “fresquinho” marcha tudo.

pusemos clara e imediatamente as fotocopias de lado e fizemos um brinde às noites de porcaria que passamos a estudar enquanto os outros se afogam em álcool ;)

alguns brindes depois e com a cabeça já meio anestesiada começamos com as nossas conversas do costume que vão sempre ou quase sempre parar no mesmo assunto: sexo.

e dizia a “su”, o que apetecia agora era um belo “minete” para relaxar. ao que eu respondo de pronto e já com o álcool a falar, vê lá se queres que tu faça ;) desafio lançado começou a “peixeirada” respondendo ela com um sonoro: importava-me pouco!

palavra puxa palavra e o assunto vai parar aí mesmo, às experiencias sexuais e mais propriamente às homossexuais, e passados alguns minutos ambas chegamos à mesma conclusão, nenhuma de nós tinha realmente experimentado mas ambas tínhamos muita curiosidade acerca do assunto. a “su” dizia, é pá, uma mulher deve ser óptimo, sabemos onde é que sabe bem e como escusamos de andar a “guiar” os gajos ;) e ria-se.

às tantas dou por ela a ouvir as minhas aventuras com a mão dentro dos shorts que ela sempre usava como pijama e a tocar-se. olha lá, mas tu estás a tocar-te minha parva? disse eu de imediato mas sentindo uma certa emotividade pelo sucedido e por ela se estar a masturbar com algo que era muito íntimo e muito meu. porquê? importas-te? eu não, a ratinha é tua e a mão também ;) ri-me por um bom bocado.  a verdade é que aquela vodka tinha ajudado a retirar as poucas inibições que nós tínhamos uma com a outra e agora contávamos histórias e vivencias ao ritmo que as mãozinhas marotas passeavam dentro das cuequinhas. sim, já não era só a “su” também eu me tocava e me excitava ao ver a minha amiga tocando-se e gemendo de prazer ao ritmo da conversa.

sentadas no chão de alcatifa e encostadas à cama partilhávamos momentos de grande intimidade que nunca pensei a vir a partilhar, muito menos com uma mulher. ela estava frenética e pedia-me que lhe alcançasse a garrafa, queria um golo directamente dela pois o “fresh” também já se tinha ido.

toma, bebe um golo também, à nossa amizade e ao momento, dizia ela. ao levar a garrafa à boca apercebi-me que dela emanavam já os cheiros e os líquidos dela e bebi, brindando e brincando com ela dizendo, agora é vodka com sabor à tua “ratinha”. ela riu-se com olhar lascivo, como que se tivesse acendido alguma luzinha naquela cabecinha. vira-se e diz: ah, isso não vale, agora quero eu beber um golo com sabor à tua ;) rimos as duas. pouso a garrafa no chão, levanto com dificuldade o meu rabo do chão e dispo as calças do meu pijama junto com as cuecas já ensopadas, pego na garrafa de novo e levo o gargalo à minha ratinha esfregando-o bem no líquido que escorria abundantemente, passei-a à “su” dizendo: é assim que queres?

excitada com a imagem mental de a ver beber pela garrafa que acabara de esfregar em mim nem reparei que ela não bebeu logo, fez um compasso de espera e disse: não, não é assim que quero, é assim. e dizendo isso virou a garrafa vertendo a vodka por cima do meu clítoris e rapidamente colocou lá a boca e bebeu dali mesmo. não podia acreditar, a “su” estava literalmente a fazer-me o tal “minete” que ela queria, a mim. não tive reacção e apenas ali fiquei, desfrutando daquele misto de arrepios provocados ora pela vodka ora pela língua dela. após alguns segundos atingi o orgasmo e que orgasmo, toda eu estremeci e não consegui conter um gemido bem alto. ela levantou-se, alcançou a minha boca, beijou-me e disse: é assim que sabe a tua ;) rindo-se em seguida.

depois disso não tinha como “dar parte fraca” era ali e agora que ia ter aquela experiencia memorável, a “su” já estava bem passada do álcool mas ainda bem consciente, deitei-a no chão e tirei-lhe os shorts e as cuecas também elas igualmente ensopadas, tinha uns lábios carnudos, bem mais carnudos que os meus e foi num segundo que cai de boca naquela “ratinha” e lambi cada centímetro dela, queria muito prova-la e retribuir à “su” a experiencia de orgasmo que ela me tinha dado, aproveitei para explorar um pouco mais fundo enfiando a língua na vagina dela e percebi que ela gostou, após poucos minutos senti-a retorcer-se e puxar a minha cabeça de encontro à “ratinha” dela com alguma força e dizendo: ai vou-me virrrr!

após este momento não falamos mais nada, deitamo-nos as duas na cama e abraçadas trocamos 2 ou 3 beijinhos carinhosos e adormecemos.

 

sinto-me: feliz por estas memórias
banda sonora: shania twain - man, i feel like a woman
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:39

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