Terça-feira, 14 de Julho de 2009

a saga dos filmes porno gay

o almoço mais aguardado dos últimos tempos chegou e finalmente iria saber olhos-nos-olhos com a “su” o que ela é que ela queria dizer com o facto de dizer ter aprendido a fazer ”broches” em filmes porno gay. a pergunta veio logo ainda estávamos a puxar a cadeira para nos sentarmos. ela sorriu e explicou – então, é simples, a descoberta aconteceu por acaso quando estava a “brincar na net” e me aparece um clip daqueles promocionais de sites para adultos com 2 homens. fiquei curiosa com o acontecimento e resolvi assistir. a coisa durava uns 30 segundos ou menos e não tinha nada de especial nem foi daí que retirei a técnica mas deixou-me curiosa acerca do assunto e a curiosidade foi ao extremo de continuar a procurar pelo assunto e nomeadamente em material “amador” e não em produções de entretenimento comercial. então às tantas encontrei um filme amador ou classificado como tal em que 2 homens se satisfaziam mutuamente oralmente e ao assistir à coisa fiquei a perceber que usavam algumas técnicas diferentes do usual e comecei a “anotar” mentalmente essas coisitas e a juntá-las umas às outras. a certa altura lembrei-me disso e lembrei-me de uma conversa que tivemos as duas há muito muito tempo lembras-te? quando falamos nas diferenças de ter sexo oral com um homem ou uma mulher – sim, sim, lembro-me muito bem disso! ;) - e então foi isso, se nessa altura chegamos à conclusão que as mulheres ganham por vezes vantagem porque sabem onde e como gostam de ser tocadas e onde, resolvi aplicar o mesmo para o homens e testar essa ideia. amiga os resultados foram brutais, fabulosos mesmo, ele ficou deslumbrado  e disse que nunca se tinha vindo assim com sexo oral e eu foi praticando e estudando ;), simples, não!sim, se pusermos as coisas assim parece realmente simples, nunca tinha pensado nisso! - pois não, nem tu nem muita gente acho eu. mas agora que já sabes o segredo vê se lá se fazes os teus próprios estudos e se te “cultivas na arte de bem abocanhar”.

desta conversa retirei uma lição fundamental, não apenas que se pode aprender a fazer broches na net, mas que acima de tudo quanto menos forem os nossos tabus e preconceitos mais aprendemos nesta vida e melhores seremos em muitas coisas, onde o sexo, claro, também se inclui. Confesso que ontem mesmo não resisti a procurar alguma dessa “informação” e, ao contrário do que pensava, são tantos os filmes gay como hetero disponíveis na internet nos mais variados locais e se houver a tal “open mind”, quem sabe que mais lições se poderão daí retirar.

sinto-me: estudiosa da matéria
banda sonora: coldplay – talk
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:40

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

mini-férias escaldantes – quinta-feira (o dia)

acordamos todos muito cedo no dia seguinte, a excitação era grande dentro daquela casa, todos queriam ir experimentar o jetski, ou melhor, todos, menos eu. confesso que estava com um certo receio de me meter na água com aquilo até porque não fazia a mínima ideia de como se conduzia.

assim mesmo tomamos o pequeno-almoço e fomos directos à barragem, o local era lindíssimo, não conhecia nem sequer fazia a mínima ideia de que existia com espaços verdejantes junto à água que brilhava cintilante com o sol forte que já se fazia sentir naquela manhã – hoje vai estar quente – disse o namorado da “su” – aqui é assim mesmo, podem estar 20 ou 25 graus mesmo aqui ao lado mas na barragem estão sempre mais de 30. seguimos os concelhos de quem já conhecia a zona e dedicamo-nos ao protector solar enquanto ele punha e compunha, virava e revirava apetrechos para por o jetski junto à água. percebi que aquilo não era mesmo uma tarefa fácil e foi necessária a ajuda de todos para o passo final.

já com tudo pronto reparamos num pormenor, só havia 2 coletes, mas, de qualquer das formas o jetski apesar de grande estava feito apenas para 2 pessoas de cada vez. deixei-os irem primeiro passear e estendi a toalha junto à água. estava-se mesmo bem, nunca pensei que estivesse tanto calor por ali. dali a pouco voltaram, a “su” desafiou-me de imediato a ir com o namorado dar uma volta. apesar de algum receio aceitei, estava com imenso calor e uns salpicos de água fresca iam calhar bem. depois de inúmeros avisos para ele ir devagar e tudo mais lá fomos, o passeio era muito agradável e apercebi-me que não havia nenhuma dificuldade em conduzir aquele veiculo, só mesmo muitos cuidados pois só havia acelerador e não travão, a volta demorou uns 10 ou 15 minutos pela albufeira e foi muito agradável.

estendi-me novamente ao sol ao lado da “su” e ficamos à conversa enquanto o namorado continuou o seu passeio e brincadeiras com o jetski. sem a presença dele foi tempo de por alguma “escrita em dia” da nossa parte e ela contar-me um pouco mais acerca deles.

curiosamente ela falou-me também sobre este diário e da forma como “acompanhou” algumas aventuras mas recentes, falamos um pouco sobre isso também e ela do nada pergunta-me - trouxeste máquina fotográfica? sim, por acaso trouxe, está aí no meu saco. ela foi buscá-la e tirámos algumas fotos ridículas do estilo auto-retratos com as duas a tentar caber na fotografia. depois foi hora dela começar a “aparvalhar”, disse-me – andas com bastantes “contribuições” no teu diário mas poucas fotos tuas - e nisto começa a tirar-me algumas fotos palermas comigo deitada na toalha.

nisto chega o namorado dela e era tempo de ir almoçar, arrumamos as coisas e lá fomos. o sol também estava fortíssimo e não era nada bom estar ali assim muito tempo.

a tarde trouxe mais passeios e jogos, estava realmente um dia divertido e sobretudo relaxante a meio da tarde o namorado dela pergunta – não querem ir dar uma volta com a mota as duas?e podemos? - perguntei eu de pronto – não é preciso uma carta de condução para isso?ser preciso é – disse ele – mas não está ninguém a esta hora, não há problema, a sério, não se afastem é muito!. ainda com mais medo lá fomos, com a “su” aos comandos, lenta e progressivamente ganhando confiança, também não queríamos dar muito nas vistas que éramos tão novatas que percebessem logo que não sabíamos conduzir aquilo muito menos teríamos carta para isso.

a meio do passeio fomos dar a um pequeno recanto onde fazia um pequenina praia – isto é mesmo muito giro! – disse eu – pois é, já cá viemos mais vezes mas apenas passear, foi a primeira que trouxemos a mota de água. e deixa lá amiga que este passeio realmente me está a dar umas ideias bem jeitosas. eu nem quero saber no que vai nessa cabecinha, não quero mesmo! – disse eu – e não vais saber mesmo, é segredo! – disse ela com “ar de caso”.

sinto-me: bronzeada
banda sonora: nickelback - gotta be somebody
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:14

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