Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

carta de leitora - pernas para que vos quero

Oi eu sei que tu sabes como me chamo pelo e-mail mas queria ficar anónima. Queria só dizer-te que tenho lido sempre todas as histórias que aqui pões e que me deixam sempre quente e com desejos de sexo. Não tenho namorado e no outro dia quando estava a acabar o meu turno na loja onde trabalho li mais um texto teu e fiquei mesmo com tusa. Fui ao armazém da loja contar uns produtos enquanto a minha colega já estava no turno dela a trabalhar e comecei a tocar-me lá dentro no meio das caixas de cartão a pensar na história que li e como não tinha nada com que me satisfazer porque aquilo é só caixas de produtos e coisas da loja resolvi usar uma perna de manequim que serve para expositor de meias, usei uma que é para meias mais pequenas e  como é de um plástico transparente e o pé é comprido e sem dedos consegui pôr saliva e enfiá-lo na cona e que tesão que me deu, ao principio custou um pouco mas depois escorregava bem e satisfez-me toda. Nesse dia saí mais tarde mas valeu bem a pena, fiquei tão excitada que agora só penso numa forma de levar umas dessas pernas para casa um dia para usar à vontade. Queria partilhar isto contigo porque nunca vi uma coisa assim e acho que tens razão no que dizes sempre que devemos experimentar o que nos apetece.

Continua sempre com este blog porque me inspira muito e acho que a muitas outras pessoas. Beijinhos da tua fã de Cascais.

 

cara leitora, como sempre, o seu anonimato será mantido. quanto ao seu relato, confesso que também nunca tinha ouvido falar de tal coisa ou me lembrado disso o que é uma novidade completa e como sempre bem-vinda a este espaço que também é, e se quer que seja, de partilha.

quanto às pernas de manequim não sei se será fácil levar uma para casa sem se arriscar a perder o emprego mas se conseguir peço-lhe que nos conte como foi ;)

beijinhos e obrigada pela partilha,

 

mm

sinto-me: deslumbrada
banda sonora: kylie minogue - spinning around
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:02

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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

carta de uma leitora

Olá MM chamo-me Rita moro nos arredores de Coimbra e resolvi contar-te uma das minhas histórias já que nos contas tantas tuas. Sou casada à já uns quase dez anos mas tenho só 29. Casei muito cedo acho que por causa dos ciúmes do meu namorado da altura e agora marido. Ele sempre foi assim, mesmo que eu nunca tenha dado assim muitos motivos ele sempre teve ciúmes de mim e acha sempre que todos os homens estão a olhar para mim e para evitar um bocado isso acho que aceitei casar com ele muito cedo. Acontece que mesmo depois de casar os ciúmes não passaram e passados poucos meses voltaram com a mesma força que antes, era raro o dia que ele não me chateava por causa de outros homens ou quando iam na rua me perguntava quem era este ou aquele porque estavam a olhar pra mim etc. um dia chateie-me a sério com ele porque me quis fechar em casa só porque ia sair com umas amigas do trabalho e ele ficou possesso e até me disse que ia vestida que nem uma vadia. Saí de casa e fui para a minha mãe essa noite. No outro dia ele foi lá pedir-me desculpas e aquela cena toda a dizer que não ia repetir a cena e que estava fora de si por causa de uns problemas na empresa do pai onde ele trabalhava e que estava com problemas com fornecedores e mais não sei o quê. aceitei a voltar mas prometi a mim própria que não ia voltar a aceitar aquelas cenas e que se voltasse a dizer-me aquilo ia mesmo sair de casa de vez.

Passado um ano ou mais ele apareceu lá em casa com um colega de trabalho dele, o João, o João era um daqueles homens que faz acelerar o coração de uma mulher, era alto, moreno, forte, e tinha uns lábios grossos e uns olhos verdes lindos. Tiveram lá em casa na conversa a noite toda a comer petiscos e a beber cervejas. Beberam tanto que o João acabou por ter que ficar lá a dormir no sofá da sala porque não estava em condições de se ir embora. A meio da noite levantei-me para ir à casa de banho e nem me lembrei do João e ao abrir a porta como se nada fosse dei com ele lá dentro de coiso de fora, assustei-me e voltei a sair logo com vergonha e fiquei ali tipo à espera a pensar em como ia pedir-lhe desculpa quando saísse. Ele sai e eu olhei para ele engasgada quase não disse nada, fiz o meu xixi a pensar naquilo e pior, em como o coiso do João era grande. Ao sair dou com ele na sala e ai peço desculpa que não me lembrei que podia estar alguém e ele, ainda meio bêbado de certeza, responde-me com um piropo do estilo não faz mal que também não viste nada que não tivesses já visto ou algo assim. E eu espantada fiquei ali parada a pensar que por acaso nunca tinha visto mas não queria dizer isso mas pior que isso ri-me e disse que havia um ditado que dizia que o que era bom era para se ver. E piropo vai piropo volta e ele responde que quando há luz que se vê quando está escuro que se apalpa. Aquilo começou-me a dar calores e a imagem do tamanho do coiso dele não me saia da cabeça, queria voltar costas e ir-me embora mas algo não me deixava, ele percebeu isso e levantou-se e veio na minha direcção roçando o coiso ainda dentro das cuecas na minha perna. Assustei-me e quis fugir mas ele agarrou-me por um braço dizendo, onde vais, não te vais embora agora, então tu chamas por ele e agora queres ir embora como se não fosse nada contigo e faz-me tocá-lo e agarrá-lo. Era uma verdadeiro barrote, estava duro e quente e nem sequer ainda estava todo de pé, fez-me tocar-lhe mesmo que eu não estivesse a olhar, estava a sentir, fiquei com desejos e ele sentou-se e tirou-o todo para fora e disse anda cá, já lhe tocaste agora vem prová-lo e eu como que embruxada por ele ajoeilhei-me e comecei a chupá-lo e quanto mais chupava maior ele ficava e quase que me rasgava a boca. Disse para ele me avisar quando se tivesse para vir mas ele não avisou agarrou-me a cabeça para não fugir e quase me sufocou quando se veio para a minha garganta, já tinha provado mas nunca tinha engolido esporra antes disso e quase me vomitei, acho que só não vomitei porque não tinha lá nada dentro senão tinha mesmo vomitado e ele olhava para mim com cara de cabrão. Foi buscar um pano para limpar aquela porcaria toda e depois de tudo limpo ele ainda se vira e diz anda cá que agora tens que comer com ele. o caralho, disse-lhe eu, nem penses, não tomo pílula e ainda me fodo, azar o teu, vai pró cuzinho diz ele. o caralho, não querias mais nada, pensas que sou a puta da esquina ou quê. antes que a coisa desse para o torto que ele já tava a fazer barulho a mais e o meu marido ainda acordava fui à casa de banho buscar um preservativo e ele puxou-me as cuecas para baixo e sentou-me no colo dele enfiando-o o coiso todo dentro, até me mordi, a seguir deu-me com toda a força até se vir. Tratou-me como uma verdadeira puta sem querer saber se eu estava a gostar ou não. Acabou, murchou e eu fui-me lavar e voltei para a cama com o meu marido, depois dessa noite nunca mais lá foi a casa e só o voltei a ver de raspão mais uma ou duas vezes antes dele sair da firma e ir para outro lado mas a melhor parte é que o meu marido desde que levou com os cornos nunca mais foi tão ciumento. Portanto fica aqui este aviso para os maridos como o meu, se querem ser bem tratados, tratem bem as mulheres porque se as tratam que nem putas pode ser que um delas elas sejam mesmo.

Obrigada e beijinhos

Rita

palavras para quê, a minha amiga rita já disse tudo. bom fim-de-semana a todos.

sinto-me: feliz pela partilha
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:49

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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

os ares do mar dão-me tesão

fui passear à beira-mar, de carro, nem saí, o vento que estava lá fora desencorajava qualquer um a aventuras. apesar disso uns quantos surfistas teimavam em não sair da água. estacionei o carro de frente para o mar e ali fiquei a olhá-lo e aos “maluquinhos” que nele se aventuravam. não percebo muito de surf mas o pouco que percebo faz-me dizer que aquilo não era surf coisa nenhuma, era apenas uma luta contra as ondas e o vento pois não vi ninguém capaz de se colocar em cima de uma das várias pranchas que por ali andavam. abri um pouco o vidro e senti o cheiro a mar, aquele cheiro que é salgado mas que é ao mesmo tempo doce. tive um desejo, desejo de me tocar, de me sentir naquele lugar com aquele cheiro a mar, lembrei-me que ainda estava “naqueles dias do mês” e que também me ajuda a estas vontades repentinas, mudei de lugar, saí da frente do volante e passei ao lugar do pendura, olhei em volta e para além de 2 ou 3 carros mais um menos distantes e dos “maluquinhos” surfistas não vi ninguém, abri as pernas e levantando a saia de pregas que trazia vestida (eu sei que já saiu de moda, mas eu uso) e espreitei para dentro das cuequinhas. o penso ainda tinha algum sangue e resolvi trocá-lo, alcancei a minha mala no banco de trás e retirei uma toalhita húmida, limpei-me e substitui o penso por um tampão, era inevitável, estava com uma tesão enorme, ao limpar-me arrepiei-me logo ao passar a toalhita fria pelo clítoris e decidi, é agora, é agora mesmo.

tampão colocado mas cuequinhas não vestidas comecei ali mesmo a tocar-me levemente, lá fora o sol punha-se mais cedo que o habitual, estava um pouco escuro o tempo e ao olhar novamente para fora apanhei um susto, um casal estava agora à frente do meu carro olhando o mar e eu nem dei por eles passarem, mas depois do susto inicial vi que estavam bem longe e, claro, mais interessados no mar do que em mim, provavelmente nem devem ter sequer reparado que estava ali alguém, voltei a tocar-me mas desta vez sem os perder de vista, que nunca se sabe. a certa altura ele apalpa-lhe o rabo, num apalpão daqueles bem por baixo que a “su” se ali estivesse diria que era para ver se tinha ovo e isso excitou-me, porquê, não sei, mas excitou-me, foi como se aquele apalpão de tivesse transmitido a mim e isso fez-me masturbar mais e mais até quase me vir. aguentei, respirei fundo e acalmei um pouco mas sem parar de me tocar, sentia já o tampão a ensopar de líquidos mas continuei apenas no clítoris e arredores, não queria correr o risco de fazer uma enorme porcaria dentro do carro, à segunda não resisti e continuei, fui até ao limite e vim-me, num orgasmo intenso, daqueles que só o clítoris nos dá, fechei-me ainda com a mão entre as pernas e fechei os olhos por uns segundos, ao abri-los olhei novamente para fora, não vi ninguém.

tirei outra toalhita e limpei-me novamente, o tampão estava ensopado mas pouco vermelho. coloquei um penso, vesti as cuequinhas e voltei a casa, era hora de voltar e deixar os ares do mar.

sinto-me: angelical
banda sonora: baia de cascais - delfins
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:54

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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

mini-férias escaldantes – sábado - o último dia

depois da “vergonha” da noite de sexta-feira e do cansaço nada mais aconteceu de interessante e fomos todos deitar cedo “para cedo erguer” mas houve quem levasse o “dito” popular ainda mais à risca do que eu. ainda não eram 7 e meia da manhã quando me levantei para ir ao quarto de banho e já a cama do quarto da “su” gemia e rangia por todos os lados, espreitei, e a porta, como sempre, entreaberta, passei apressada mas não resisti a “deitar o olho” lá para dentro, a “su” montava o namorado como se de um touro mecânico se tratasse, ouvia a coxas dela a estalar quando batia nele de tal era o vigor da coisa.

ao entrar no quarto de banho pensei – estes abusam mesmo da sorte – e – de certeza que ela está a fazer de propósito só para me atiçarqualquer dia metem-se em trabalhos, à metem metem, oh se metem.

fiz o meu xixi e voltei para o quarto, ao passar percebi que ele não estava apenas a ser montado como um touro mecânico mas que estava também vendado, isso mesmo, com uma daquelas “coisas para tapar os olhos” que nos dão nos aviões para dormir-mos. retornei ao quarto e tentei voltar a dormir e não pensar mais no assunto mas o facto é que mais do que ouvi-los, o facto de saber que os podia ver estar a deixar-me demasiado curiosa e a curiosidade sempre foi um dos meus “pontos fracos”. saltei novamente da cama e fui “espiá-los”, com jeitinho ;) escondida atrás da porta, na sombra, conseguia ver a maior parte do que se passava dentro do quarto pois o sol já iluminava o quarto rompendo por entre a cortina da janela. e eis que ela saltou abruptamente de cima dele, assustei-me e devo ter feito algum ruído pois ela olhou directamente para a porta, sorriu como se me tivesse visto ou simplesmente percebido que estava ali a observá-los e começou a masturbá-lo com força e com ambas as mãos e a gritar  - vem-te! vem-te agora! vem-te todo para mim! quero-o todo!  - e, a verdade é não tardou até que um enorme jacto jorrasse do pénis dele para o ar caindo por cima deles e salpicando tudo em volta. mas alguns jactos menores se seguiram direccionados pela “su” para o seu peito e aquele néctar escorria-lhe agora desde o queixo até às coxas, chupou-o em seguida algumas vezes e lambeu-lhe a cabeça do pénis todo em volta. voltei a “esconder-me” no quarto pois se não saísse dali em breve iria ser apanhada.

passamos o dia nunca troca de olhares estranha como que ambas querendo dizer uma à outra algo que não dissemos era a nossa ultima noite por ali, as “mini-férias” estavam a acabar e era preciso voltar. mas para finalizar as nossas noites por ali tínhamos combinado jantar fora de casa e por isso o dia de sol acabou mais cedo para nos podermos preparar para a saída. estávamos as duas no quarto de banho a prepararmo-nos quando me lembrei de uma coisa – que estúpida que eu sou! – disse eu – o que foi? – perguntou a “su” ainda dentro da banheira – esqueci-me de lavar a roupa hoje de manhã e agora não tenho cuecas lavadas para vestire é esse o problema? pensei que fosse algo importante – diz a “su” – se quiseres empresto-te umas minha,  ou então… - ou então o quê? – podes sempre ir sem cuecas, não era a primeira vez – diz ela rindo-se e rematando logo em seguida – é isso mesmo, vamos as duas sem cuecas, pelos bons e velhos tempos, topas?

como se eu alguma vez não tivesse “topado” algum dos desafios da “su” olhei para ela e sorri tentando não pensar nas possíveis consequências de mais aquele acto de rebeldia adolescente entre duas mulheres já com idade suficiente para ter juízo.

o jantar decorreu com normalidade e só não me esqueci totalmente que estava, como estava ;) porque a “su”, já com uns copitos a mais da conta, começou a querer enfiar-me um dos pés por entre as pernas. ao chegarmos a casa já todos bem bebidos disse que me ia deitar ao que a “su” retorquiu dizendo para ficar ali mais um pouco com eles na sala, estava cansada e um pouco zonza e recusei e à medida que ia andando em direcção ao quarto e, sem saber bem porquê, saiu-me o comentário – durmam bem e não façam muito barulho! – ao que ela respondeu – porquê costumamos acordar-te é? se te acordamos pedimos desculpa! – continuou ela sempre em tom de gozo – não não, não faz mal, fechem é a porta que eu posso precisar de ir ao quarto de banho a meio da noite! – e mal saiu, pensei  - ups, acho que não devia ter dito isto – e realmente não devia porque a resposta foi feroz – a meio da noite ou já de manhã! – disse ela num tom de suspense – que queres dizer como isso?nada nada, é que nunca se sabe quando é que nos dá a vontade… de ir ao quarto de banho! nesse momento se tivesse um buraco iria por certo enfiar-me dentro dele, devo ter ficado de todas as cores e, pior que isso, não tive mais respostas para ela o que é muito mas muito mau sinal.

refugiei-me no quarto sem saber o que dizer, estava bêbada mas perfeitamente consciente e como tal, muitíssimo envergonhada com tudo aquilo, entrei, sentei-me cama e ali fiquei, imóvel, a “su” deve ter reparado que não fiquei bem e alguns minutos depois bate-me à porta perguntando isso mesmo. entrou e baixou-se ao meu lado – o que foi?que é que tens?ficaste assim com o que eu disse? – não sei! - disse eu quase a chorar – vá anda, desculpa, foi uma brincadeira parva, vem connosco para a sala, não vais ficar aqui isolada que eu não deixo! – e dizendo isto arrastou-me para a sala enquanto secava as lágrimas que me teimavam em cair pela cara sem que as pudesse controlar. sentou-me no sofá e sentando-se ao meu lado disse-me ao ouvido – esquece, não se passa nada, está tudo bem e estamos entre amigos, certo?

eles foram conversando e dizendo algumas piadas para aliviar o ambiente e passado algum tempo já estava a rir-me com eles o namorado dela a espaço lá foi dizendo que estávamos entre amigos e que se eu tinha algum problema podia contar sempre com eles e que já tinha ouvido falar tanto de mim que sentia que já nos conhecíamos à imenso tempo e essas coisas. entretanto ela foi buscar mais um copo com bebida e sentou-se num dos braços do sofá ao meu lado, olhou para mim, voltou a levantar-se e foi na direcção dele e ouvia dizer-lhe baixinho – não sais daí! voltou-se na minha direcção e sentou-se novamente no braço do sofá com o copo na mão, deu um golo e perguntou-me - queres? - tentei  alcançar o copo mas em vez disso ela encosta a boca dela na minha e despeja-me a bebida que tinha pela minha garganta engasgando-me e fazendo-me tossir, enquanto isso disse-me ao ouvido – bebemos do mesmo golo, ainda te lembras do que isso significa? é agora, o tudo ou nada, aperta ou larga, és tu quem manda!

(beber do mesmo golo de uma bebida alcoólica num beijo foi uma das “brincadeiras” ou melhor dizendo, pactos, que havíamos feito nos tempos de estudantes, significava que ia acontecer algo entre nós, normalmente sexo e que essa era a hora de dizer stop ou vai fundo, era, por assim dizer, um ponto de não-retorno, qualquer que fosse a resposta seria respeitada e nunca seria questionada, apertar a mão continuadamente equivalia a um não, o soltar equivaleria a um sim, sendo que qualquer que fosse a primeira resposta seria a definitiva)

se me recordo a ultima vez que havíamos feito isso fora há mais de 10 anos e naquele momento vieram-se à memória as todas as imagens desses tempos gloriosos e sorri – e o teu namorado? – não resisti em perguntar – não está cá! – disse ela. apertei ligeiramente na mão dela mas larguei logo em seguida dando-lhe o sinal verde que ela esperava. com um fulgor como se um vulcão tivesse entrado em erupção dentro dela começou a beijar-me e a percorrer-me freneticamente o corpo com as mãos, rapidamente desceu até às coxas e ajoelhando-se no chão frente ao sofá abriu-me as pernas e recordou-me nesse momento novamente que estava sem cuecas. enfiou-me a língua directamente na ratinha sentindo o meu gosto e brincando em seguida com o meu clítoris, estava excitadíssima, levantou-me as pernas apoiando-as nos braços do sofá e começou a meter-me os dedos na ratinha ao mesmo tempo que me chupava o clítoris fazendo-me gemer, meteu 1, depois 2 e 3 dedos na minha ratinha que latejava e se dilatava mais e mais a cada passagem, eu estava numa adrenalina imensa e não resisti a olhar por cima da cabeça dela para o namorado que sentado no sofá em frente permanecia boquiaberto, quase como congelado por tudo aquilo que se estava ali a passar. ela apercebeu-se disso e olhou também para trás na direcção dele havendo um troca de olhares de cumplicidade entre eles. naquilo continuamos por mais algum tempo até que eu atingi um bom orgasmo. passados alguns segundos levantei-me e deitei a “su” para trás no tapete da sala ficando com a cabeça quase aos pés do namorado, arranquei-lhe a roupa e cai-lhe de boca na ratinha que pingava já de tão molhada que estava, chupei-a e lambia lascivamente levantando de quando em vez os olhos para o namorado dela que quase babava. percebi segundos depois que ele se começava a tocar por cima das calças e como quem não quer a coisa numa lambidela ao ouvido da “su” disse-lhe isso mesmo. ela olhou para ele e disse – o que foi? queres alguma coisa? – vá tira-o para fora, tas à espera de quê? mas nada de misturas ok? – ele acenou que sim e num ápice baixou as calças e tirou o membro duro de dentro delas começando a tocar-se quase sobre as nossas cabeças, dediquei-me novamente à ratinha dela antes que se me dessem outros apetites e devorei-a o melhor que pude até ela atingir o orgasmo com o orgasmo dela o namorado também se quis vir e começou a masturbar-se com mais força mas logo ela lançou a mão ao membro dele e o apertou com força dizendo – ainda não! virando-se para mim perguntou-me – estás bem?estou! – disse eu – e agora? – disse ela fazendo sinal com a cabeça para o namorado – tu é que sabes! – disse-lhe eu – e ela pegando na minha mão levou-me até junto dela e colocou-me a minha mão com a dela no pénis do namorado e soltando a enorme pressão que fazia junto à cabeça começou a masturbá-lo com as nossas mãos juntas fazendo-o vir-se em menos de 5 segundos para os nossos corpos.

após esse momento, voltou a largar o pénis dele e a chegar-se a mim e lambeu-me os mamilos de onde também pingavam gotas do néctar do namorado e voltando-se para ele disse – espero que tenhas aproveitado e tirado o máximo deste momento porque não voltará a repetir-se!

e assim terminaram as nossas mini-férias.

sinto-me: deliciada
banda sonora: red hot chili peppers - the zephyr song
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:38

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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

o aspirador nasal infantil ou algo muito à frente

uma jovem leitora na sequencia da última participação e ainda acerca do fecho da última “dúvida existencial” resolveu contribuir com uma experiencia que mais do que conter uma informação curiosa tem, para mim, uma carácter de inovação e criatividade fabulosos. assim, a tal jovem diz que há uns aninhos quando ainda era mais jovem (e menor) efectuou uma grande descoberta, descobriu algures no fundo de uma gaveta um apetrecho que segundo ela serviu no passado para retirar o congestionamento nasal da sua irmã mais nova, era uma espécie de “bombinha” que se pressiona fazendo o ar sair e inserida na narina congestionada é depois largada fazendo uma espécie de vácuo que suga a porcaria para dentro de um reservatório. acontece que esta nossa “menina travessa” resolveu retirar a ponta que se insere no nariz e apenas com a “bombinha” andou a fazer o tal vácuo mas sobre o seu clitóris. segundo ela dá um orgasmo brutal mas, mal feito ou exagerando na dose dá também uns dores “dos diabos” e pode até ficar com pequenos derrames internos.

de qualquer das formas, aqui fica a aventura desta leitora e, porque não, a sugestão para quem se ousar a testá-la, corram já à farmácia mais próxima, eu, pelo sim pelo não e como nestas coisas não gosto de falar sem saber vou lá já daqui a pouco.

sinto-me: tenho que experimentar!
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:22

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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

outros diários – partilha com partilha se paga

uma leitora dos arredores de lisboa resolveu partilhar comigo e, consequentemente, com todos vós, uma página do seu próprio diário. diz ela que “amor com amor se paga” ou neste caso “partilha com partilha se paga” e assim resolveu contar-nos um pormenor da sua vida pessoal e sentimental que aconteceu há cerca de 5 anos.

diz então no e-mail que me enviou: (…) eu já paguei por sexo é verdade e não tenho vergonha de admitir. foi numa altura difícil da minha vida, o meu marido foi trabalhar para fora do país por necessidades de dinheiro e eu fiquei cá sozinha, estou nos quarentas e nunca tive filhos e numa noite de vontades resolvi fazer o que nunca fiz antes, pus os palitos no meu marido. foi com um miúdo dos seus desasseis ou desassete anos vizinho lá do prédio e ao contrário da minha amiga esta minha experiencia com um pretito foi do melhor que já tive. fingi que a televisão estava desprogramada e toquei à minha vizinha à procura do filho dela eram umas nove da noite. o filho prestou-se a ajudar-me a sintonizar o canal que não estava bom. era o sexyhot aquele canal pornográfico da tv por cabo que o meu marido assinava e gostava de ver para se excitar antes de irmos para a cama nas noites em que havia festa. ele consertou aquilo em menos de 2 minutos e ficou a ver-se lindamente. assustou-se quando viu a imagem como se tivesse feito algo errado mas disse-lhe para ter calma que era mesmo esse canal que não estava a funcionar. perguntei-lhe se gostava de ver mas ele não respondeu, ficou calado e quase branco. puxei-o para o sofá e disse-lhe uma vez mais para ver um bocadinho comigo só para ver se estava tudo bem e não voltava a falhar o canal e depois disse que parecia estar tudo bem e perguntei mais uma vez se ele gostava daquilo ele num sorriso meio tímido disse que sim e eu abrindo as pernas na frente dele disse-lhe e disto gostas? ele ficou branco de novo mas disse-lhe para ele não ter medo, peguei na mão dele e meti-a na minha cona já molhada, sentia-o a ficar excitado e não o larguei mais, comecei a despir-lhe as calças e a sentir-lhe o pau duro dentro delas, puxei-as ate a baixo e sem dizer mais nada tirei-lhe o pau para fora das cuecas e comecei a chupá-lo com força, gostas? perguntava-lhe? queres mais? ele só dizia que sim com a cabeça e pouco depois tentou afastar-me a cabeça porque se ia vir, não deixei e como pude continuei até sentir a esporra quente na minha boca. enquanto ele recuperava as forças tirei a saia e as cuecas e comecei novamente a tocar-lhe até o sentir ficar rijo. tinha uma pauzão enorme e grosso o maior que já tinha visto na vida. quando já estava bem duro de novo sentei-me em cima dele e enfiei a muito custo aquele pau todo na cona, não estava mesmo habituada a barrotes daquele tamanho, senti-me cheia daquele chouriço preto e comecei a montá-lo com força, tava cheia de tesão e aquele broche só me deixou a cona ainda mais quente. montei-o um bom tempo até que me satisfiz, ele também estava quase lá e enfiando o pau dele no meio das minhas mamas fiz o resto até acabar. dei-lhe uma toalha para se limpar e antes dele sair peguei em duas notas de vinte dobradinhas e meti-as no bolso dele dizendo obrigada pelos serviços. foi a única vez que meti os palitos ao meu marido e depois dessa noite nunca mais tive nada com ele mas valeu pela primeira e única vez, foram os quarenta euros mais bem gastos que já tive (…)

e que dizer perante esta pérola da nossa amiga?

eu estou sem palavras, digam vocês de vossa justiça!

sinto-me: como já disse
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:43

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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

a saga dos filmes porno gay

o almoço mais aguardado dos últimos tempos chegou e finalmente iria saber olhos-nos-olhos com a “su” o que ela é que ela queria dizer com o facto de dizer ter aprendido a fazer ”broches” em filmes porno gay. a pergunta veio logo ainda estávamos a puxar a cadeira para nos sentarmos. ela sorriu e explicou – então, é simples, a descoberta aconteceu por acaso quando estava a “brincar na net” e me aparece um clip daqueles promocionais de sites para adultos com 2 homens. fiquei curiosa com o acontecimento e resolvi assistir. a coisa durava uns 30 segundos ou menos e não tinha nada de especial nem foi daí que retirei a técnica mas deixou-me curiosa acerca do assunto e a curiosidade foi ao extremo de continuar a procurar pelo assunto e nomeadamente em material “amador” e não em produções de entretenimento comercial. então às tantas encontrei um filme amador ou classificado como tal em que 2 homens se satisfaziam mutuamente oralmente e ao assistir à coisa fiquei a perceber que usavam algumas técnicas diferentes do usual e comecei a “anotar” mentalmente essas coisitas e a juntá-las umas às outras. a certa altura lembrei-me disso e lembrei-me de uma conversa que tivemos as duas há muito muito tempo lembras-te? quando falamos nas diferenças de ter sexo oral com um homem ou uma mulher – sim, sim, lembro-me muito bem disso! ;) - e então foi isso, se nessa altura chegamos à conclusão que as mulheres ganham por vezes vantagem porque sabem onde e como gostam de ser tocadas e onde, resolvi aplicar o mesmo para o homens e testar essa ideia. amiga os resultados foram brutais, fabulosos mesmo, ele ficou deslumbrado  e disse que nunca se tinha vindo assim com sexo oral e eu foi praticando e estudando ;), simples, não!sim, se pusermos as coisas assim parece realmente simples, nunca tinha pensado nisso! - pois não, nem tu nem muita gente acho eu. mas agora que já sabes o segredo vê se lá se fazes os teus próprios estudos e se te “cultivas na arte de bem abocanhar”.

desta conversa retirei uma lição fundamental, não apenas que se pode aprender a fazer broches na net, mas que acima de tudo quanto menos forem os nossos tabus e preconceitos mais aprendemos nesta vida e melhores seremos em muitas coisas, onde o sexo, claro, também se inclui. Confesso que ontem mesmo não resisti a procurar alguma dessa “informação” e, ao contrário do que pensava, são tantos os filmes gay como hetero disponíveis na internet nos mais variados locais e se houver a tal “open mind”, quem sabe que mais lições se poderão daí retirar.

sinto-me: estudiosa da matéria
banda sonora: coldplay – talk
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:40

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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

mini-férias escaldantes - sexta-feira (a noite)

regressados a casa depois de mais uma tarde ao sol fui tomar banho enquanto que a “su” e o namorado estavam a falar sobre qualquer coisa com o carro que não percebi bem. ainda estava eu a meio do banho senti alguém bater na porta, era a “su” a perguntar se podia usar o quarto de banho uma vez que era o único na casa e estava  aflita. entrou e lá fez o seu xixi ;) e não só, porque depois disso resolveu despir o bikini e juntar-se a mim na banheira – e o teu namorado? – perguntei eu aflita – não está, foi ver se arranjava uma ficha de ligação qualquer do carro, acho que se esqueceu de a colocar e estragou-a no caminho para cámas porquê, estás com medo dele, é? – não, não é medo mas não sei se ele gostará muito da ideiadeixa lá, não há problema, ele não está mesmo e tu deixaste-me com água na boca e mel na cona desde a hora de almoço, sabias? – engoli em seco e engoli quase de seguida a língua dela dentro da minha boca, estava frenética e ao mesmo tempo que me beijava usava ambas as mãos para me tocar nas mamas e na ratinha, encostou-me novamente à parede como havia feito no wc do restaurante mas desta vez nos azulejos frios e abrindo-me as pernas começou a lamber-me a ratinha todinha, de cima a baixo e enfiando a ponta da língua dentro da minha vagina, comecei a gemer.

enquanto me continuava a tocar deixou de me lamber e passou a enfiar-me dois dedos dentro da ratinha ao mesmo tempo que como o polegar da mesma mão fazia movimentos circular no meu clítoris já bem duro de tesão. senti-a em busca de algo e finalmente vi que pegou na sua escova de cabelo e sem mais perguntas enfiou-me o cabo desta na ratinha, felizmente era relativamente fino e curto porque ela enfiou até não dar mais e ao mesmo tempo que a enfiava e tirava ligeiramente lambia-me o clítoris novamente. o cabo tinha a forma de uma espécie de anéis todos colados uns aos outros e sem separação entre eles o que dava uma sensação interessante dentro da vagina. atingi o orgasmo em pouco tempo enquanto a água que caia do chuveiro na parede me caia sobre os mamilos.

agora é a minha vez! – disse ela de pronto assim que retirou a escova do cabelo da minha ratinha. colocou-se dobrada para a frente pegando nas laterais da banheira e com a cabeça junto às torneiras, a água do chuveiro caia-lhe em cascata sobre as costas e colocando um dos pés sobre a lateral da banheira junto à parede disse-me – anda, agora é a minha vez! – confesso que a imagem era deslumbrante, a água que lhe caia e escorria pelas costas descia pelo meio do rabo e pingava na ratinha dela, exposta. ajoelhei-me na banheira já com alguma água no fundo e comecei assim mesmo, por trás, a lambê-la e a sorver parte daquela água que escorria da ratinha dela, senti-a o “mel” dela misturado com a água e após alguns minutos foi a vez de ela experimentar a escova que entretanto boiava na banheira. não tive “pena” dela e dei-lhe umas valentes estocadas até ao fundo como ela me havia feito mas não o fiz como se se tratasse de uma vingança ou de um qualquer “acerto de contas” mas sim como uma retribuição, estava a reciprocar o tratamento que tinha recebido da parte dela e ela aparentava estar a gostar.

atingiu um orgasmo que durou alguns segundos e recomposta beijou-me novamente, lavamo-nos mutuamente continuando aquele momento de partilha até que ouvimos bater na porta, era o namorado dela e o nervosismo deu-me para me apressar a sair da banheira e a enrolar-me na toalha – e agora? – perguntei eu nervosa – mas qual é afinal o teu problema? relaxa!estamos aqui! – disse ela – já vamos sair! e nisto saímos as duas embrulhadas em toalhas para fora. uau! – disse o namorado dela sentado na sala a ver-nos sair – duas mulheres juntas no banho, que maravilha! – disse ele com um certo tom de gozo mas com algum fundo de verdade, acredito. a “su”, como sempre, não se ficou e respondeu-lhe à letra – pois é meu querido, chegaste tarde, senão podias ter-te juntado a nós! – disse ela piscando-me o olho. eu engoli uma vez mais em seco e ele ficou com um olhar embasbacado sem saber muito bem o que dizer. envergonhada refugiei-me no meu quarto e fui-me vestir antes que a coisa descambasse.

sinto-me: uau
banda sonora: the pussycat dolls & a.r. rahman - jai ho you are my destiny
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:36

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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

mini-férias escaldantes - sexta-feira (a manhã)

o pequeno-almoço da sexta-feira foi terrível, não consegui olhar directamente para eles, a cada vez que o fazia recordava imediatamente o sucedido na noite anterior, aquilo estava mesmo a tomar conta de mim. precisava de espairecer um pouco, aliviar a cabeça e apesar de termos ido todos juntos até à barragem, decidi aventurar-me num passeio a sós pelas margens enquanto eles foram passear no jetski.

o passeio, apesar de algo solitário, estava agradável, uma brisa fresca corria entre as árvores e ajudava a  refrescar um pouco o calor tórrido que mais uma se fazia sentir naquele dia. passeei um bom tempo por ali, nem tenho noção de quanto, mas talvez mais de 1 hora, decidi voltar e sem saber porquê fui arrancando pelo caminho pedaços de casca dos pinheiro que ia partindo aos pedacinhos à medida que ia andando, acho que foi a forma que encontrei para me entreter, o facto é que um (ou vários) desses pedaços tinham aquela espécie de cerne dos pinheiros que se cola às mãos e a tudo e que é muito difícil de tirar. o pó castanho das cascas do pinheiro com o cerne transformou-se rapidamente numa pasta castanha horrível que não conseguia tirar das mãos, apanhei um pouco de areia do chão e tentei esfregar um pouco para que saísse, parecia estar a resultar mas muito lentamente, fui repetindo o processo sempre que apanhava uma zona de areia mais limpa e quando já pouco restava daquela cola e era mais a sujidade decidi ir lavar as mãos a ver o que acontecia. entrei pelo meio das árvores e dirigi-me na direcção da água, pensava que estaria mais perto, ainda tive que andar uns 2 ou 3 minutos até chegar junto dela, mas, ao aproximar-me reparei que estava alguém, ouvia pessoas, decidi aproximar-me com cautela pois não sabia o que podia encontrar e mais a mais estava ali sozinha e sem a mínima noção da distância que faltava para retornar ao meu ponto de saída. fui andando, vagarosamente, aproximando-me e tentando espreitar por entre as árvores, ao chegar já bem perto percebi que era a “su” e o namorado no jetski e o meu primeiro pensamento foi “aconteceu alguma coisa e precisam de ajuda” o que me fez aproximar mais rapidamente para tentar ajudar mas mais 3 ou 4 passos de aproximação deram-me uma noção totalmente diferente, afinal ninguém precisava de ajuda, muito pelo contrário, a “su” estava a safar-se muito bem no acto de “abocanhar o membro do parceiro” e eu ali fiquei, congelada pela imagem, agarrada a um tronco de árvore e com a respiração retida. não sabia o que fazer, ir embora? e se me vêem aqui? vão por certo pensar que os ando a espiar, que mal! tentei lentamente afastar-me de forma a que fosse impossível verem-me, encostei-me ligeiramente a um outro tronco de forma a ter vista sobre o acontecimento, estava com medo mas a minha curiosidade vence quase sempre. a “su” chupava-o bem, com força, olhando-o nos olhos e ele deliciava-se com o acto até que ele se veio por cima da cara e cabeça dela, uma enorme quantidade do seu néctar continuava a jorrar e ela continuava a chupar e a besuntar-se com ele. depois do acto ela lavou a cara e cabeça na água da barragem, mas parecia que o néctar dele teimava em não sair do cabelo dela, mergulhou diversas vezes tentando minimizar o aspecto mas parecia não estar satisfeita com o resultado e pedia-lhe a ele que visse se ainda tinha ou não.

enquanto eles se entretinham a “apagar as provas do crime” e saí dali, afastando-me de fininho e voltando ao meu caminho de volta ao ponto de encontro. enquanto voltava lembro de ter pensado da “su” – “ela é mesmo boa de boca” – não só no feminino mas também no masculino e ou era falta de memória minha ou a sua “arte” para o assunto tinha melhorado com o tempo ;)

cheguei finalmente ao ponto de encontro, ainda não estava ninguém por lá, estendi a minha toalha e  fui dar um mergulho também, precisava de me lavar e refrescar e ao bikini também que uma mulher também não é de ferro e a manchinha de humidade já se começava a notar. estava eu estendida ao sol há alguns minutos quando me apareceram os 2. olhei-os como se não os visse há horas e perguntei – então, esse passeio, foi bom?sim, foi muito bom! – responderam-me ambos – já estava a ficar preocupada com a vossa demora… - ah é, já chegaste hà muito tempo? – sim, quer dizer, não muito!

querem ir dar mais uma volta vocês? – perguntou o namorado da “su” – sim - disse a “su” - bora lá!mas não estás cansada de tanta volta? – perguntei-lhe eu – não, andamos a passear e fizemos umas pausas – disse-me ela sorrindo.

depois de devidamente equipadas lá fomos novamente com ela a conduzir. não fomos muito longe, andamos ali por perto mas mais pelo centro da barragem a velocidade lenta, não havia ninguém aquela hora por ali, estava tudo já a almoçar. olhei para o cabelo dela e vi que ainda tinha uma certa “marca do crime” e não pude evitar de virem à memória novamente aquelas imagens e num certo impulso encostei-me mais a ela e segurei-me em volta das ancas ao que ela reagiu dizendo – estou a ir depressa demais? estás com medo?não, porquê? – perguntei eu – nada, então são saudades minhas disse ela rindo! – quê? não percebi! – disse eu – disse que então estavas com saudades minhas – fiquei um pouco envergonhada com o comentário, mas não me fiquei e respondi – se fossem saudades tuas era assim – disse eu fazendo um gesto de lhe pegar nas mamas coisa impossível de fazer com o colete que tínhamos vestido. rimos as duas. mas aquele momento funcionou novamente como um certo “quebra gelo” entre nós, fazia tempo que não estávamos assim juntas e as coisas tinham mudado bastante, não sabia qual era a posição dela face a mim naquele momento e aquela brincadeira entre nós deu para “clarificar” um pouco que apesar das mudanças ainda havia a nossa ligação. esse momento deu-me coragem para avançar e passei-lhe as mãos das ancas para as virilhas, ela riu e disse – olha lá, olha lá! o que para mim foi a mesma coisa do que um “não me importo nada”. e não demorou até que vencesse o obstáculo do bikini dela e enfiasse os dedos dentro do bikini dela tocando-lhe a ratinha, ela reagiu novamente com um – ui, ui! – e eu, por aí fui seguindo “às apalpadelas”  tocando-lhe e massajando-lhe o clítoris e passeando-lhe os dedos entre os lábios. a coisa foi aquecendo e sabendo eu que ela devia estar já “quentinha” da sessão anterior ataquei enfiando-lhe 1 dedo na ratinha (porque não dava mais) e fui alternando entre a vagina e o clítoris até que ela se veio em plena barragem.

depois ela vira-se para mim e diz-me - anda, vamos trocar de posição que levas tu a mota para lá – percebei o que ela queria mas disse de pronto – nem pensar, não sei conduzir isso, fica para outra altura – seguimos viagem até ao ponto de encontro que a fome já era muita, no real sentido.

sinto-me: esfomeada
banda sonora: andré sardet - um mundo de cartão
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:41

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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

contas em dia & marias e maneis

hoje foi dia de pôr as “contas em dia” aqui no diário e isso significa normalmente colocar aos olhos de todos as “prendinhas” que me vão chegando (e que bom que é recebê-las) pelo e-mail.

para quem quiser conferir as novidades é só passar na secção respectiva.

mas hoje é também um dia especial, isto porque uma das participações é de uma “senhora maria”, maria porque tem nome, maria porque é verdadeiro e maria porque segundo ela, na sua geração, todas as mulheres eram “marias de qualquer coisa”.

na verdade, esta leitora maria, já passada dos 60 como ela me fez saber, fez-me pensar muito enquanto lia o e-mail que me escreveu. agradeço as suas lindas e verdadeiras palavras e sobretudo, sábias, de quem realmente sabe da vida.

não vou aqui transcrever o e-mail porque é muito pessoal mas realço, comentando, alguns pontos que considero os mais fortes e mais verdadeiros. é bem verdade cara maria, a juventude que se pensa por vezes muito “modernaça” acaba, muitas vezes sem saber, por apenas voltar às raízes, às suas próprias raízes, aquelas que muitas das vezes renega como se fossem motivo de vergonha para alguém. antes de haverem grandes cidades só haviam pequenas cidades e antes delas vilas e aldeias e nelas reside a pureza da vida e também, como me fez ver, da sexualidade.

a leitora maria lembra-me que “jogos de pepinos” (cenouras e outros vegetais e etc e tais) já eram “entretenimento da sua mocidade” para as mais “afoitas”, o sexo (homem-mulher) não era bem aceite nem visto e as “vontades” todos e todas as tínhamos como vocês têm agora (ou mais ainda).

ela conta ainda que as “experiências transcendentes” na forma como falamos delas agora, da homossexualidade ou bissexualidade, das “amigas” mais “amigas” sempre existiram, só que na altura chamávamos-lhe “primas”, que sempre foram “primas” ou de onde acham que vem a expressão “quanto mais prima, mais se lhe arrima”.

a amiga maria, que recusa ser dona de algo mais do que o seu próprio nariz, lembra também acerca das visitas ao campo, ao pinhal ou a outra qualquer lugar campestre - “oh minha amiga, nós estávamos lá os 365 dias por ano” – “não havia capots de carros, mas havia carros de bois e na falta deles muito feno onde deitar”.

e assim, seguindo as ideias que foi lendo aqui no diário, resolveu pegar no seu “manel” e lançar-se na aventura, na aventura de reviver o passado à luz do presente, pela primeira vez “rapei a passarinha” e “olhe que até gosto, fica mais fresca agora para o verão” – diz com um sorriso implícito. e pronto, o resto, foi o que se viu ou o que vai ver agora.

tive curiosidade e perguntei-lhe como conseguiu fazer as fotografias e enviá-las por e-mail. respondeu-me que era “velha” mas não era “burra” e desde que se reformou há cerca de 2 anos e meio que tem frequentado diversos cursos de computadores e internet que existem na junta de freguesia onde mora “aquilo das rendas, ponto-cruz e tricots não é para mim, aquilo é para gente velha de espírito e ainda nova de corpo”, “eu sou o contrário, já vejo muito mal para essas coisas mas ainda apalpo muito bem” – rematou.

há dias assim, em que nos sentimos realmente pequeninos no mundo e mesmo achando-me “madura”, senti que estou bem mais “verde” do que pensava.

o meu obrigada à maria, ao manel,  e a todas as marias e maneis que por aí andam, incógnitos.

sinto-me: de lágrima no canto do olho
banda sonora: christina aguilera - beautiful
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:48

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