Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

inesperada sedução – continuação

no dia seguinte olhei diversas vezes para o cartão dele pensando se deveria ou não ligar-lhe, mas também o que tinha eu para lhe dizer, nada! esse era um problema, não tinha qualquer assunto que justificasse a minha chamada. peguei no telemóvel e entrei na agenda quase sem saber porquê, olhei para a semana seguinte e tinha uma “nota” para me lembrar qualquer coisa. entrei a ver o que era. que estúpida, claro, era o aniversário da “su” e eu que ainda não me tinha lembrado dela.

e foi então que se fez luz na minha cabecinha, claro, nem mais, o aniversário da “su” é uma desculpa mais do que perfeita para ligar para ele, vou tentar combinar com ele para tentar fazer uma festa-surpresa no bar. se o pensei melhor o fiz. liguei de imediato, era quase hora de almoço mas atendeu-me com uma voz de quem tinha acabado de ser acordado pelo telefonema (que estúpida pensei, ele deve deitar-se às tantas é normal que ainda esteja a dormir). pedi-lhe de imediato desculpas mas ele logo mudou de voz e disse que não havia problema, pelo contrário que era “até bom ser acordado pela minha voz” (um piropo atrevido mas com imensa classe) ;)

ainda meia atarantada lá lhe expliquei o motivo do meu telefonema e ele prontificou-se de imediato a ajudar-me a preparar a festa.

voltamos a falar mais uma ou duas vezes para combinarmos os detalhes durante essa semana e finalmente chegou o dia, o dia do aniversário da “su”.

há dias que via na cara dela alguma tristeza pelo facto de eu ainda não ter falado nada nem ter combinado coisa alguma com ela (pensava que tinha esquecido mesmo dela). liguei-lhe ao final da tarde perguntando-lhe se ela queria ir comigo ao tal bar novamente com a alegação de que queria ver o “rapagão” (o que em parte era verdade) ;) inicialmente quis recusar o convite mas após muita insistência minha lá aceitou, mal ela sabia o que a esperava...

mal chegamos dei, como combinado, um “bip” para o telemóvel dele, era esse o sinal que íamos entrar. sem suspeitar de nada ela entrou à frente e mal colocou os pés lá dentro rebentou o champanhe e a música começou a tocar. foram trazendo o bolo apenas com uma vela que ela apagou que enorme satisfação, foi impressionante a forma como a expressão dela mudou naquele momento, foi mesmo totalmente surpreendida pela festa. abraçou-se a mim e agradeceu-me imensas vezes ;)

entretanto o ritmo do bar, interrompido com a nossa entrada, “voltou ao normal” e lá nos sentamos num canto em “l” junto ao balcão. a “su” chamou o “rapagão” para se sentar connosco e comer uma fatia de bolo para lhe agradecer também a amabilidade em ter acedido a esta solicitação e lá ficamos os 3 entre dedos de conversa, o bolo, e algumas bebidas. já algumas horas passadas a “su” resolve pedir uma rodada de “shots” para nós, partilhada também pelos empregados do balcão do bar à qual se seguiu uma outra pedida por mim e, passados mais uns minutos, uma terceira pedida pela “rapagão”. já estávamos mais “para lá” do que “para cá” e os “shots” eram fortíssimos. mais dança para cá e para lá e já estávamos as duas bem bebidas e bem passadas, durante a noite tinha trocado alguns olhares e mesmo toques de coxas (sem querer) ;) no “rapagão” aos quais ele tinha respondido com sorrisos. nesse dia fechamos literalmente a casa, no final da noite éramos as únicas clientes que tinham restado. a “su” estava totalmente “apagada” do álcool e do cansaço e o “rapagão” ofereceu-se para nos levar a casa. fomos para minha casa, a “su” estava mesmo ko e não estava em condições de ficar sozinha. ele ajudou-me a “carregá-la” para cima e a deitá-la no sofá. ficamos um pouco mais à conversa na porta com ele já meio de saída e sem saber bem como trocamos um enorme beijo de língua daqueles bem molhados que arrepiam o corpo todo. agarrei-o pela cintura e puxei-o para dentro, olhei para a “su” que dormia profundamente no sofá. trocamos mais uns quantos beijos e “amassos”, estava excitadíssima por aquele desfecho, nem podia acreditar que aquilo estava a acontecer, mas se estava, era a hora de desfrutar do que a vida nos dá ;) e aproveitar o melhor que podia.

passei-lhe a mão e senti-o já excitado, isso aqueceu-me mais ainda, enquanto nos roçávamos um no outro ele abria-me os botões da camisa e apalpava-me as mamas com força mas sem magoar (ele sabia o que fazia) puxou-me a saia para cima tocando-me na ratinha por fora das cuequinhas. passou leve e demoradamente o dedo pelo meio da minha ratinha marcando ainda mais as suas formas (a depilação faz o resto). era impressionante como aquele “rapagão” sabia tocar uma mulher, com firmeza. sentiu-me inevitavelmente molhada e num jogo de dedos afastou a minha cuequinha metendo um dedo dentro de mim, mordi o lábio e soltei um gemido, que dedos grandes tinha ele, aliás como as mãos, eram enormes. fui descendo lentamente escorregando pelo corpo bem trabalhado do “rapagão” enquanto ele colocava as mãos dele no meu peito e deslizando-as também aninhava-as entre as minhas maminhas e o soutien sem o retirar, baixou-se e disse-me ao ouvido – dás-me tesão, sabias? arrepiei-me, mas nada disse, apenas sorri desapertando-lhe o botão das calças.

ao abrir o “zip”, a primeira grande surpresa, cai-me um enorme pénis logo no colo. uau, disse eu, cabriolet  ;) pois, não gosto de usar cuecas, apertam-me – disse ele sorrindo. e final pude apreciar o excelente trabalho depilatório da minha amiga brasileira, com o qual, me confesso, tanto já tinha sonhado ;) estava fenomenal, perfeito, nem um pelinho, nada! estava liso e sedoso, a depilação total dava-lhe um aspecto ainda mais pujante e “avantajado”.

não hesitei nem mais um segundo e cai de língua nele lambendo-o desde a base até à ponta e vice-versa, ele gemeu de prazer e senti-o a ficar ainda mais excitado e rijo. lambi-lhe lenta, demoradamente a “cabecinha” em movimentos circulares com a ponta da língua que o fizeram delirar o que, modéstia à parte, fazem sempre ;)

a dada altura agarrou-me, levantou-me e deu-me novo beijo de língua daqueles de arrepiar, deitou-me na cama e enfiando os braços dentro da minha saia puxou-me as cuequinhas até meio das coxas, tirando o resto puxando com os dentes num misto de sensualidade e algum “instinto animal”. tirou-me os sapatos e beijou-me começando pelos pés e subindo pelas pernas, coxas e virilhas. ao perceber que também eu estava toda lisinha como ele riu-se e disse – que maravilha ;) passou a língua toda em volta da minha ratinha tocando levemente de quando em vez nos lábios arrepiando-me toda, depois, num repente, caiu de boca no meu clítoris dando-lhe uma chupadela vigorosa que me fez estremecer toda, quase tive um orgasmo naquele momento (ou se calhar até tive mesmo) foi uma espécie de pré-orgasmo de boa intensidade mais muito curto seguindo-se um vaguear de língua por toda a minha ratinha, abrindo-me e tocando apenas com ela enquanto as suas mãos me puxavam o soutien totalmente para baixo e me acariciavam os mamilos entumecidos. o misto de sensações era incrível era como se me tivesse a tocar no corpo todo e houvesse um estímulo contínuo que subia e descia pela minha coluna como um elevador num shopping movimentado. agarrei-o com força pelos cabelos, apertei a cabeça dele ainda mais contra mim e vim-me num orgasmo brutal tanto em duração como em intensidade. aquele “rapagão” estava realmente a “dar conta” de mim como eu gosto. virei-me na cama, tirei a saia, a camisa e o soutien, ficando completamente nua. ele fez o mesmo retirando a camisa aberta e as calças que andavam já há algum tempo pelos tornozelos. coloquei-me de gatas em cima da cama, alcancei a minha ratinha com a mão por entre as pernas e abrindo-a com os dedos disse-lhe – anda, mete-mo todo, mostra-me como é esse “pauzão” dentro de mim!

percebi que a conversa e a provocação tinha plena aceitação e foi isso que ele fez quase de imediato. antes, surpreendeu-me novamente, abrindo-me afastando-me as nádegas e dando-me um enorme beijo de língua no rabinho. não era a primeira vez que mo faziam, mas desta forma foi realmente inesperado, ele percebeu a minha surpresa e disse – desculpa, mas teve que ser, tens um rabinho muito apetitoso ;) sorrimos os 2.

o se seguiu foi uma sensação de sexo do puro e do duro (e do bom) com estocadas fortes, profundas e ritmadas que me fizeram vir mais 3 vezes sem que ele parasse 1 só segundo. variava o ritmo e a profundidade, ficava períodos de tempo só na entradinha num vaivém dentro e fora da minha ratinha fazendo-me sentir aquela “cabecinha” de boas dimensões a entrar e sair tocando-me no clítoris e alargando-me, ao que se seguia novo período em que me fazia sentir todo o seu comprimento e volume dentro de mim até me tocar no fundo. mudamos de posição mais 2 ou 3 vezes terminando (como eu tanto gosto) eu em cima dele a “cavalgar a toda a sela” ao meu ritmo e com toda a profundidade sentindo tudo e vendo a reacção e as expressões dele a cada “cavalgada”. senti-o estremecer e percebi que ia vir-se, ele também mo disse e foi então que saltei de cima dele, agarrei-lhe no “pau duro” e fi-lo vir-se para a minha boca e cara, os jactos pareciam não parar, inundou-me toda a cara e até o cabelo com o seu “leitinho quente”, dei-lhe algumas chupadelas puxando o restante e deixando-o escorrer pela minha cara caindo-me pelo queixo e pingando para cima dele. estávamos ambos bem cobertos pelo leitinho dele e foi então que ele levantando-se da cama me surpreendeu novamente dando-me novo beijo de língua apesar de eu ter a cara naquele “belo estado” ;) nunca ninguém o tinha feito e ele percebeu mais uma vez a minha surpresa e perguntou – o que foi? algum problema? não, nada, só não estava à espera desta ;) não há nenhum problema – disse ele, continuando – não tenho nojo de mim!

parei 1 segundo para pensar naquela frase que fazia todo o sentido, não é lógico alguém adorar vir-se para a nossa cara e depois ter nojo de nos tocar se o motivo do “nojo” é dele próprio. mas ele não se ficou por aí e continuando disse – até te digo mais – e dizendo isso retirou com o dedo uma parte do leitinho que eu tinha a escorrer-me para os olhos e bebeu-o.

realmente aquele homem era muito diferente de todos os que conheci antes em termos de mentalidade, era total e verdadeiramente open minded no verdadeiro sentido, nada parecia ser motivo de vergonha ou tabu e isso estava a cativar-me verdadeiramente. precisava de me lavar, o leitinho na cara é giro mas já estava a secar e essa sensação não é muito agradável pois dá imensa vontade de coçar ;) e também já tinha tido a minha máscara de beleza tempo suficiente ;)

voltava eu da casa de banho e de “deitar o olho” para ver se a “su” ainda respirava ;) quando fui novamente agarrada no corredor e puxada para dentro do quarto. o “rapagão” ainda não estava satisfeito, queria mais e eu estava perfeitamente na disposição de lho dar ;)

voltei a chupa-lo até ele ficar bem rijo, o que não demorou quase nada, deitei-o na cama e disse-lhe com firmeza – agora mando eu! ele apenas sorriu e disse – quero ver isso então! ele coitado não me conhecia, pois, caso contrário, saberia que não deveria lançar-me esse tipo de desafios sob pena de ter que “arcar com as consequências” e assim sendo não me fiz rogada, saltei para cima dele e dei-lhe com força, realmente a sensação da depilação total de ambos era fenomenal deslizávamos um no outro como seda e a pele em contacto directo proporcionava sensações ainda mais alucinantes. decidi surpreende-lo, aquele beijo de língua no meu rabinho ainda me estava bem presente na memória e queria dizer qualquer coisa, não hesitei, coloquei a mão atrás e espalhei os líquidos que saiam de mim e se iam acumulando para a zona do rabinho, peguei-lhe no “pau rijo” e coloquei-o na entrada no meu cuzinho, não era nada fácil “devorar” aquele pau enorme e o meu cuzinho estava um pouco desabituado dessas andanças, mas quando a vontade é muita, não há nada que não se consiga e lentamente lá foi furando e aninhando-se dentro de mim. via a cara de satisfação dele o que me dava alguma confiança extra, ficamos assim mexendo devagarinho até me habituar às dimensões xl do “rapagão” e lentamente lá fui começando a cavalgar com ele no cuzinho. sentia-me cheia, literalmente, o pau dele preenchia-me por completo fazendo-me sentir um misto de dor e prazer sendo que a dose de prazer era manifestamente muito maior que a pequena dor que sentia. alguns minutos depois a dor passou por completo e a cavalgada começou a ganhar outro ritmo. entretanto ele já decidira acrescentar a sua mão ao jogo tocando-me e estimulando-me o clítoris de forma a aumentar o meu prazer. mete-me mais – pedi-lhe eu – mete-me os dedos na cona, agora! quero sentir-te todo! quero-me vir assim! e ele assim fez, estimulando-me mais uma vez com imensa técnica e qualidade, pouco minutos depois senti o momento do orgasmo a aproximar-se, isso fez-me contrair-me mais o que o fez explodir a ele também. viemo-nos quase ao mesmo tempo tendo um bom orgasmo ao sentir aquele leitinho mais uma vez a escorrer em mim e desta vez por dentro.

ficamos alguns minutos deitados lado a lado na cama sem dizer nada, era já quase manhã, e os primeiros raios de sol já rompiam pelas janelas. já mais retemperados fomos ao merecido banho. mas as surpresas ainda não tinham acabado. ao sairmos do banho e ainda enrolados nas toalhas fomos surpreendidos pela “su” que tinha acordado e com uma cara de poucos amigos perguntava – o que é que se passa aqui? Então eu é que faço anos e vocês é que têm festa?

olhámos ambos para ela e apenas rimos.

 

sinto-me: sem mais comentários
banda sonora: perfume/rui veloso - intervalo
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:40

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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

aniversário “vibrante”

era um dia como tantos outros, uma sexta-feira à tarde, véspera do tão aguardado fim-de-semana. estava exausta, a semana de trabalho tinha sido pesadíssima inclusivamente com horas-extra em quase todos os dias da semana, os “deadlines” assim o obrigaram.

toca o telemóvel, pelo som que vem da mala só pode ser a “su”. tou, olá, tudo bem? sim, tudo, olha, onde é que vamos jantar hoje? jantar hoje? porquê? hellooo, estás a brincar comigo, certo? brincar, porquê? que dia é hoje? sei lá! deixa-me ver. eu não acredito! não me digas que te esqueceste? completamente, eu só posso estar a ficar louca. estás estás, estavas era a ver se eu não me lembrava. onde é que vamos? sei lá, a sério que não me tinha lembrado. pensas tu e dizes-me. não, nada disso, a aniversariante és tu. então, espera lá, queres ir ao italiano, àquele perto da praia? claro que sim! ok então vou tentar marcar mesa e já te digo a hora.

pois é, a minha cabeça andava mesmo a quilómetros de distância, com o trabalho e cansaço esqueci-me que fazia anos. ou será que o meu subconsciente me tinha feito esquecer propositadamente a data por estar a mudar de algarismo das dezenas? sinceramente não sei, mas confesso que interrompi por uns momentos o trabalho e pensei, bolas, já. já vou fazer 30 anos. que é que aconteceu desde os 25 que eu não me lembro de nada, olha, vou passar a ser “trintinha” ;) ri-me sozinha e voltei ao trabalho.

combinei a hora com a “su” no restaurante e saí do trabalho à pressa para ter tempo ao menos de tomar banho e por algo mais decente para tão célebre comemoração.

atrasada como quase sempre, lá cheguei. a “su” já lá estava à espera para me dar os parabéns, chiu, disse-lhe eu. ainda alguém ouve e me perguntam quantos faço. achas? e não me digas que tens vergonha de fazer 30 anos? vergonha não tenho, mas parece que fui apanhada de surpresa, não estava nada à espera. deixa-te disso, vamos mas é jantar.

o jantar foi óptimo e muito bem regado com vinho e as conversas da ordem, no final do jantar ela entrega-me um saco de embrulho e diz-me: toma! é para ti, espero que gostes! mal agradeci comecei logo a querer abrir aquilo à força e com a maior rapidez possível (sou viciada em abrir prendas, não aguento mesmo) a “su” põe a mão por cima como que me acalmando e dizendo: cuidado que pode ser que não queiras tirar assim para fora do embrulho. e tinha razão, se não fosse isso tinha apanhado mais uma vergonhaça, era um body preto, lindíssimo, em transparência mas não rendado (como ela sabe que eu gosto) bem cavado e fio-dental, vinha acompanhado de um cartãozinho que dizia, espero que te fique “a matar” e que com ele vestido ou já despido tenhas muitas alegrias ;) assinado “su”.

muito bom amiga, adorei, a prenda e a mensagem. mandei vir uns “limoncellos” para brindarmos. para quem não sabe o “limoncello” é um licor de limão que, basicamente, tem na sua composição limão, açúcar e muito álcool. tanto álcool que apesar de ser guardado no congelador (deve beber-se assim bem gelado mesmo) nunca congela. è uma bebida tipicamente italiana e esta sempre presente nos bons restaurantes italianos, portanto se querem saber se um restaurante italiano é bom ou não, perguntem se tem “limoncello” ;)

terminado o jantar e já meias zonzas (o raio do licor bate mesmo forte) fomos para minha casa pois já não estávamos em grandes condições de ir para lado algum. ao chegarmos a “su” volta a surpreender-me retirando da mala dela um novo embrulho. toma amiga, este guardei para te entregar em casa, sei como és com os embrulhos ;)

o quê? mais? abre vá! no papel de embrulho estava escrito apenas: “toda a mulher de 30 deve ter um”. abri rapidamente o embrulho pois não consigo mesmo conter a minha curiosidade.

era

um

vibrador

um vibrador “realistic” (como dizia na caixa) de dimensões bastante “avantajadas” e vinha acompanhado de uns pacotes de lubrificante que diziam “for complete pleasure”. confesso que fiquei meio aparvalhada com tamanha oferta.

ela sentiu isso e perguntou se não tinha gostado ou se a tinha ofendido de alguma forma. claro que não, só não estava à espera ;) rimos.

vai lá por o que te dei, quero ver como te fica – disse a “su”. o quê? o vibrador? perguntei eu no gozo ;) não, o body primeiro, o vibrador também posso ver mas experimentas depois ;) responde ela como sempre nunca se deixando ficar atrás.

e lá fui eu, despir-me e vestir-me para a passagem de modelos em lingerie a ter lugar na “passerelle” da minha sala entre o sofá e a mesa de centro.

uau diz ela assobiando em seguida. se eu fosse homem não me escapavas. e sendo mulher, escapo?

com esta até ela se admirou, realmente eu estava com uma tiradas fortíssimas já parecia “ela”. mas após alguns segundos para engolir o “sapo” faltava a resposta da ordem – hum, realmente, não sei se escapas não! ;) rimos que nem duas loucas, o que, bem vistas as coisas, até somos.

depois da passagem de modelos e já eu ia pronta para me por em trajes mais “decentes” diz ela – agora falta o outro! qual outro? estas a gozar? não, não estou. quero ver como te ficam as prendas que te dei.

mas estás mesmo a falar a sério? achas que vou agora experimentar o vibrador aqui e agora, na tua frente. porquê, tens vergonha é? nunca pensei, depois de tudo o que já passamos. não, não é nada disso, só que, sei lá, nem sei bem como usar isso. ah, então é isso, precisas de ajuda. mas quanto a isso não há problema, sabes quem que eu te ajudo sempre.

fiquei meio “bloqueada” com a resposta mas como sempre o meu espírito aventureiro é mais do que despertado pela “su” e pelos seus constantes devaneios.

mas olha lá, e tu sabes usar isto? – perguntei eu. claro, achas que não tenho um? tens? claro, como te disse, todas as mulheres de 30 têm que ter um, o meu já tenho desde o ano passado ;) então vá, ensina-me! mas ensina-me bem senão tenho que te estar sempre a pedir para me ajudares cada vez que o quiser usar ;) espera aí que eu já te atendo – diz ela.

limpou o vibrador com umas toalhitas desinfectantes e foi pondo o lubrificante enquanto eu me deitava no sofá. tirei as cuequinha e diz-me logo ela – é lá, podias ter avisado que estavas assim tão excitada que escusava de gastar tanto lubrificante ;) cala-te! vais-me enviar essa coisa ou não? não precisas de pedir mais vezes, toma lá. e não é que a parvinha me mete aquilo tudo assim quase a sangue-frio e de uma só estocada. até vi estrelas. foda-se! não exageres! assim rebentas-me com a “ratinha” toda. então, não estavas com pressa? só fiz o que me pediste ;)

vá, ok, sem brincadeiras, vamos lá agora por isto em condições. à medida que ia movimentando o vibrador  dentro de mim as sensações eram engraçadas, o lubrificante que ela pôs dava uma sensação de calor que não esperava, confesso que estava à espera de sentir algo frio e impessoal mas a sensação de suavidade e calor até que era bem interessante. ok, diz ela, agora vem a melhor parte. então porquê, que é que vais fazer? disse logo eu meio em pânico. calma, não te preocupes, vou só ligar aqui a coisa, isto chama-se vibrador por alguma coisa, certo?

pois era, estava a desfrutar tanto do calor e suavidade que nem me lembrei que não sentia vibração alguma. ligou e a primeira sensação foi arrepiante, parecia que tinha ligado uma “epilady” dentro de mim, mas ela acalmou-me e mandou-me relaxar, retirou o aparelho de dentro de mim e começou a massajar-me os lábios da ratinha com a vibração, a sensação melhorou, mas confesso que o barulho me fazia alguma confusão, ao chegar ao clítoris deu-se a explosão, aquela sensação de vibração parecia que me dava micro-choques eléctricos que me faziam saltar num misto de prazer e cócegas, senti-me extremamente molhada depois disso e ela voltou a enfiar o vibrador dentro de mim e desta vez executava movimentos mais amplos e profundos à medida que a sentia aumentar também a intensidade da vibração. não era igual a ter sexo com um homem nem nada parecido mas confesso que estava a ter mais prazer com aquilo do que esperava.

passados alguns minutos comecei a ter uma espécie de pequenos orgasmos consecutivos como pequenas réplicas antecipando o que ai vinha, a grande erupção, e que grande orgasmo tive eu, agarrei-lhe os braços com força (até lhe vinquei as unhas) e vim-me de uma forma brutal durante largos segundos, até porque ela não tirava o vibrador de dentro de mim e quanto mais me contraia com o orgasmo mais o sentia vibrar e era como um ciclo vicioso que parecia não ter fim. não consegui aguentar aquela sensação muito mais tempo e mandei-a parar. estava exausta, tinha tido um orgasmo incrivelmente longo e que me havia deixado quase ko.

recuperei por alguns segundos e ouvi a “su”, então, que tal é a prenda? óptima! respondi de imediato, só não sei se vai funcionar sempre assim. se precisares de umas dicas ou de uma mãozinha, já sabes ;)

e tu? não queres testar a máquina? hoje não posso amiga, estou naqueles dias, mas não rejeito o convite, guardo-o apenas para daqui a mais uns dias, pode ser? ;)

sempre que quiseres amiga, sempre que quiseres.

 

sinto-me: impressionada
banda sonora: lighthouse family - i wish
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:11

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