Terça-feira, 12 de Maio de 2009

os ares do campo

(a continuação)

foi uma cena impressionante, o alberto ria agora e soltava um audível - uuuuuuh! – como quem diz que foi algo alucinante até para ele, o pasquale estava visivelmente excitado e eu, bem, eu tinha os mamilos quase a romper-me o soutien de tão duros e as cuequinhas se não ensopadas pelo menos bem molhadinhas mas, na verdade, não sabia sequer o que fazer ou como agir perante tudo aquilo.

o alberto pegou entretanto na camera fotográfica para visualiazar as suas “obras de arte” e não resisti a espreitar também – uau!que maravilha de visões! – estavam um pouco claras demais mas davam perfeitamente para perceber todo aquele momento de grande sexualidade. enquanto passava as fotos uma a uma para as ver a todas senti uma mão tocando-me por baixo, virei-me rápida e abruptamente, era o alberto que me tinha tocado por baixo e se ria com o pasquale dizendo para mim em tom de riso – estás bem molhada!

não iria aceitar aquela provocação, como nunca aceito, pelo menos sem ripostar e sem demorar mais que uns 2 ou 3 segundos respondi de pronto – sim, estou e agora? qual de vocês é homem o suficiente para me tirar esta “fome”?  a principio ficaram algo embasbacados com tamanha resposta mas logo se acercaram de mim e olhando um para o outro disseram – somos os 2, tens coragem?

sem sequer pensar 2 vezes peguei no membro ainda semi-rijo do alberto e baixando-me abocanhei-o de uma vez só, sabia a sexo, sabia à ratinha da lorena e tudo isso me deixava ainda com mais tesão, chupei-o sem pedir permissão e enquanto isso o pasquale tirava a saia pelos pés, baixava-me as cuequinhas  e enfiava-me a língua entre os lábios da minha ratinha, lambeu-me toda por baixo incluindo o rabinho e começou-me a enfiar dedos dentro como se não fosse nada com ele, 1, 2 até 3. não aguentei um gemido profundo, parou um pouco e precebi que estava a colocar um preservativo, deitou-se de costas no tapete verde de erva e puxou-me para que me sentasse nele, assim fiz, montando aquele mastro duro e cavalgando-o enquanto continuava a chupar o alberto de pé ligeiramente encostado ao carro. carro onde permanecia a lorena, olhei para ela pelo canto do olho e estava sentada, mais acima e de novo de pernas abertas tocando-se à medida que nos olhava, desapareceu por uns segundos, percebi que fora à mala do carro buscar qualquer coisa - uma escova do cabelo?! para quê? – pensei eu enquanto continuava a minha cavalgada no pasquale e o sentia cada vez mais duro dentro de mim.

a escova, não era para pentear nada, até porque nada havia a pentear por ali mesmo ;) mas a lorena passou a usar o seu cabo redondo como masturbador, enfiando-a na ratinha até onde podia. senti que o alberto ia vir-se tirei a língua para fora e toquei-lhe levemente e apenas com a ponta por baixo do pénis dele até sentir um jacto de néctar quente sobre a minha boca, cara e queixo. não parei de cavalgar o pasquale, pelo contrário, agarrei-me às pernas dele e inclinando-me um pouco para a frente comecei a cavalgá-lo ainda com mais força e velocidade, senti-o gemer, senti que estava quase na hora, saltei de cima dele, arranquei-lhe o preservativo e masturbei-o, masturbei-o com força até ver um enorme jacto jorrar do membro dele e cair-me por cima das mãos escorrendo para a barriga dele.

estávamos todos satisfeitos, pelo menos assim me deu a entender, e sujos, limpamo-nos o melhor que pudemos com toalhetes húmidos, ajeitámo-nos e seguimos viagem, queríamos arranjar rapidamente um local onde ficar essa noite e estávamos todos a precisar de um banho e de descanso, mais do que qualquer outra coisa.

sinto-me:
banda sonora: pedro khima - dá-me sede
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:50

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

madrugada "insana"

depois de um belo banho a cama esperava-nos mas estava longe de imaginar o que ainda se viria a passar. ainda não eram 5 da madrugada senti a lorena levantar-se e andar pelo quarto algum tempo.  acordada pelo passeio perguntei-lhe o que se passava e ele disse-me – tive um sonho! – certo, teve um sonho, eu também tenho muitos mas e porque estaria ela ali de pé aquelas horas, tentei explorar mais e saber o que se passava, aí ela contou-me que teve um sonho louco em que fazia sexo com o pasquale enquanto eu estava com o namorado dela. pensei por 1 segundo e disse-lhe – ok e agora, como te sentes face a esse sonho?não percebo o que dizes!como te sentes, o que fez sentir esse sonho, repulsa, angustia?não, tesão! – disse-me ela lascivamente.

pensei por mais uns segundo e disse-lhe – estás preocupada com o alberto?não sei, acho que não!então a questão agora é se vais ou não vais propor-lhes issoe tu?eu, o quê?estás comigo? – ri demoradamente tentando fazer o menor barulho possível e quando parei de rir disse-lhe – não aceitei vir à aventura?

pegou-me na mão e abrimos vagarosamente a porta do quarto, olhamos em volta a ver se estava alguém e batemos na porta do quarto em frente, o dos rapazes. batemos várias vezes até que sentimos que alguém finalmente se mexia lá dentro, uns segundos depois a porta abriu-se aparecendo o pasquale a perguntar o que se passava, não dissemos nada, entramos apenas e fechamos a porta – algum problema? – disse ele mais uma vez – sim, mas pequeno – respondeu a lorena. o alberto permanecia a dormir quase profundamente, ela chegou-se junto dele e disse-lhe ao ouvido algo como “meu amor, confia em mim”, ele sorriu com os olhos ainda semi-cerrados e a lorena tirou-lhe os shorts com que ele dormia, pegou-lhe no membro e disse-me olhando nos meus olhos - toma, é teu! em seguida acercou-se do pasquale que sem pestanejar aceitou aquele jogo e já deitado antevia o que se ia passar, tirou os shorts dele também e começou a chupá-lo. eu, recebendo o recado, comecei a masturbar o adormecido alberto e a chupá-lo também levemente, senti-o a reagir ao toque a começar a ganhar lentamente outra forma. a lorena chupava a bom ritmo o pasquale que já mostrava grande parte do seu “potencial”. alcançou um preservativo e colocando-o com alguma dificuldade no pasquale deu-me um também em seguida, retirou as cuequinhas e colocou-se em cima do pasquale pegando-lhe no membro e tentando colocá-lo à entrada da sua ratinha, cuspiu na mão e passou-a “nela” para a humedecer um pouco mais eu olhava-a enquanto masturbava o alberto e segurava o preservativo na outra mão, ainda por abrir.

sentou-se nele e forçou um pouco a entrada, deslizando em seguida até meio, vi-a contorcer-se com uma certa expressão de dor e sei bem o que deveria estar a sentir. a mão que até aí segurava o membro do pasquale passou para o clítoris e ela tocava-se movimentos circulares enquanto se habituava ao tamanho, sentou-se até ao fundo lenta e progressivamente à medida que os movimentos no clítoris aumentavam de ritmo, nesse momento percebi exactamente como tinha estado e como e porquê me tinha sentido, ela estava perfeitamente cheia e começava agora a movimentar-se sentindo aquele pénis grande dentro dela. abri o preservativo e comecei a colocá-lo no alberto, ao desenrola-lo por completo ele abriu os olhos e antes que pudesse dizer algo sentei-me quase de uma só estocada nele, ele quase nem olhou para mim, olhava para a lorena que cavalgava o pasquale, trocou um olhar com ela e sorriu quase que para dentro passando em seguida as mãos pelo rosto como que testando se estaria mesmo acordado e a ver bem. em seguida, olhou para mim e sorrindo igualmente disse com uma enorme “lata” - ciao, che cosa stai facendo? – ao que eu respondi apenas vede, como quem diz, “espera que já vais ver” J

cavalguei-o sem remorsos nem grande carinho, queria dar-lhe prazer mas acima de tudo ter prazer, satisfazer-me, aproveitar aquele momento quase egoísta em que nós mulheres estávamos no comando e quase que subjugando os homens às nossas fantasias e desejos do momento.

atingi vários orgasmos, nenhum daqueles que me deixasse “fora de serviço” mas estava a ser bom, muito bom, o lorena urrava que nem um leoa e a cada urro sentia uma estucada forte do alberto, como que a tentar acompanhá-la, acabou por se vir quase junto com a lorena que estava agora deitada sobre o pasquale.

mas eis que o alberto se levanta, retira o preservativo e ainda semi-erecto e a pingar, coloca-se junto deles, encostou-se à lorena que o sentiu por trás, molhado e quente, virou-se o que pôde e sorriu-lhe, trocaram um enorme beijo de língua enquanto ela continuava a mexer-se mantendo o pasquale em acção que era o único do grupo que parecia ainda não se ter vindo. mas a maior surpresa estava para vir nos segundos que se seguiram, o alberto, subindo na cama colocou-se por trás da lorena e começou a provocá-la roçando-lhe o pénis no fundo das costas e na entradinha do rabinho até que ela o alcançou e apertou mas ele rapidamente tirou-lhe a mão e empurrando-a para a frente encostou-lhe a “cabecinha” e começou a forçar a entrada, ela quis dizer que não, mas desta vez foi ele que não lhe deu hipóteses e, lubrificado pelo próprio néctar, foi empurrando o pénis até começar a penetrar o rabinho da lorena. eu estava calada, sentada na cama, mas extasiada com o que os meus olhos viam, a lorena ia ser duplamente penetrada por aqueles 2 - ai ai, vão rasgá-la toda – pensei. mas ela aguentou aquele primeiro impacto e após alguns minutos foi ela própria que se começou a movimentar eu estava excitadíssima com tudo aquilo, parecia de facto um verdadeiro sonho e não fosse o facto de os podes ouvir, de lhes poder até tocar e falando em tocar, foi esse mesmo o impulso, tocar-lhe, pegar-lhes nos membros que se iam introduzindo em ambos os buracos dilatados da lorena que gemia como nunca.

profundamente excitada fiz algo que nunca antes tinha feito, deitei-me ao lado deles e masturbei-me, masturbei-me como se estivesse sozinha e eles não passassem de um filme pornográfico de muitíssimo alta definição e a 3 dimensões, ouvi o pasquale finalmente a atingir o orgasmo dando algumas estucadas fortes na lorena que se agarrava os lençóis com toda a força, o alberto esse aproveitou a deixa para aumentar o ritmo e já com o membro do pasquale fora da lorena acabou por se vir dentro do rabinho dela, não resisti a espreitar enquanto retirava o membro do rabinho dela – que buracão! – pensei para comigo – deves estar para lá de dorida minha amiga! mas era excitante, muito excitante vê-la assim quase arruinada por aqueles 2 mastros mas satisfeita, acabei por atingir também um orgasmo por masturbação completo por uma palmada da lorena na minha ratinha enquanto estava de olhos fechados a desfrutar o momento.

estávamos todos prontos era para um belo sono, mas, afinal, estava mesmo era na hora era de um bom banho e do pequeno-almoço.

sinto-me: deliciosamente ensonada
banda sonora: mafalda veiga - abraça-me bem
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:59

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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

a noite de todas as loucuras

depois de um dia passado numa viagem com várias pausas para observar a paisagem, comer ou ir ao wc decidimos que era melhor parar e procurar um lugar onde passar a noite já que esta altura do ano é sempre muito procurada para férias e turismo e nós como bons aventureiros não tínhamos efectuado nenhuma reserva. circulamos lentamente pelas ruas com as cabeças fora do vidro procurando algo que nos indicasse um hotel e, de preferência, íamos começar a busca por algo não muito “chic” que o dinheiro não era muito.

à segunda tentativa descobrimos um local óptimo, era mesmo no centro e com vista sobre os canais e, curiosamente, e apesar de vista privilegiada, nem era muito caro. marcamos um quarto para os ragazzi e outro para as ragazze, pois apesar da lorena por certo querer ficar com o alberto eu não iria ficar a dormir com o pasquale, certo?

após um rápido instalar nos quartos fomos directos à “janta”, entrámos numa churrasqueira ali perto, não os ia levar por certo a comer uma pizza J. e eles também queriam provar algo tipicamente português. mal entrámos no restaurante sentimos logo aquele aroma a carne grelhada. olhei por breves segundos para o menu que dizia – especialidade: grelhada na mista à casa – nem pensei duas vezes, venha a tal “grelhada mista” bem regada com sangria.

já não me lembrava o bem que se come no norte do país e como as “doses” são verdadeiras “doses”de comida (aliás, devo ter engordado uns 5 quilos nesses dias). comemos bem e bebemos igualmente, rumamos ao hotel já meios “zonzos”, pelo menos eu e a lorena estávamos claramente “alegres”.

tínhamos entrado no quarto há pouco tempo quando decidi tomar um banho a meio do qual ouvi a campainha tocar, fechei por momentos a torneira do chuveiro para ouvir o que se passava, não sabia quem era e apesar da português da lorena já ser muito aceitável podiam não a entender e ela precisar da minha ajuda, mas percebi que era o alberto e que falavam num italiano de tal maneira rápido que nem eu, que já estou algo treinada, percebi nadinha.

ao sair do banho ele já não estava e sentada na cadeira do quarto a lorena olhava para mim com um ar deveras assustador – que foi?aconteceu alguma coisa?não, nada!então porque estás a olhar para mim assim?não, nada, estava só a pensar! enrolada na toalha do banho e enquanto procurava na mala por umas cuequinhas no meio do amontoado de roupa que tinha feito à pressa perguntei – quem tocou à porta? ouvi a campainha quanto estava no banho!ah sim, foram os “ragazzi”, queriam saber se queríamos ir à rua para um “giro”!hummm, estou um pouco cansada, mas se quiseres vai com eles, eu fico aqui não, também não estou com vontade e como não conheço o lugar, melhor fazer a visita amanhã com luz!  e dizendo isto pegou no telefone e ligou para eles.

nem um segundo depois tocaram novamente à campainha – espera, disse eu! – ainda estou semi-nua! – vestindo à pressa o soutien enquanto ela ia à porta ver o que se passava. não deu tempo para mais e só de cuequinhas e soutien enrolei-me na toalha para eles poderem entrar. mas afinal era só o alberto, o pasquale tinha ido à rua ver o ambiente e tirar umas fotos junto à ria. não querem mesmo sair? – perguntou ele mais uma vez – não, estamos cansadas! – respondeu a lorena - então, vão já dormir? – retorquiu ele. a lorena olhou para mim e eu pensando disse – dormir, não, ainda estou um pouco “zonza” da sangria, expliquei por gestos!então que vamos fazer? – e antes que eu pudesse dizer alguma coisa a lorena pega numa almofada da cama e começa a bater-me com ela dizendo lotta dei cuscini”. não tive grande reacção mas à segunda ou terceira pancada tive mesmo que pegar numa e dar-lhe também com ela, parecíamos umas loucas, umas verdadeiras crianças a lutar com as almofadas e o alberto ali, sentado na cadeira do quarto a ver. nisto ela dá-me um empurrão para cima da cama e atirando-se sobre mim num misto de almofadas a voar e pernas as espernear ela diz-me ao ouvido - mi piace leccare il tuo figa” – que é como quem diz em italiano, traduzindo à letra – “adoro lamber a tua cona”.

a tesão explodiu num segundo naquele momento e antes que eu conseguisse fazer a minha própria tradução do que havia ouvido já ela me enfiava um “dedinho maroto” “nela”, excitando-me ainda mais. puxou-me as cuequinhas apenas para o lado e sem as retirar caiu de boca e língua nela lambendo-me de forma frenética e lasciva, sentia a ponta da língua percorrer-me o interior dos lábios e cair sobre o meu clítoris dando-me verdadeiros “choques eléctricos”, senti-me a ficar molhada, muito molhada e o recalcamento da vontade de tive no carro estava agora a vir à tona, o alberto permanecia imóvel, quieto, calado, como que invisível mas eu sabia que ele estava ali e ela também, percebia-se essa tensão no ar numa espécie de “jogo de sedução” em que ela lhe mostrava às claras como fazia comigo. pela primeira vez suspeitei que fora algo preparado e não tão espontâneo assim mas que a língua dela era uma maravilha era e a minha tesão era confessadamente muita.

vim-me pela primeira vez, forte, intensamente, segurei-me aos cabelos dela enquanto vivia aquele orgasmo como se fossem as rédeas de um cavalo selvagem a galope. fiquei imóvel por uns momentos, recuperando o fôlego, olhei pelo canto e vi o alberto ainda sentado na mesma cadeira, como uma estátua, a lorena despia-se, passou pelo alberto e com as cuequinhas dela na mão passou-as pela cara dele dando-lhas a cheirar, subiu para a cama e deitou-se na cabeceira e disse – agora é a minha vez! anda cá, vem, faz-me vibrar como só tu sabes! – percebi a certa teatralização que estava a fazer e que não era comum, dirigindo-se a mim queria na verdade atingir sim e ainda mais o alberto. virei-me, quase nem me levantei, rastejei somente por entre as suas pernas e ao chegar no ponto mordi-lhe o clítoris – gritou! – por certo mais de prazer que de dor pois a mordidela nem foi forte mas o alberto quase saltou da cadeira e ela gostou disso, se gostou, percebeu que estava na “onda” dela e isso deu-lhe ainda mais “corda” para continuar. já bem envolvidas uma na outra e com a minha língua a fazê-la gemer senti um barulho, tentei olhar mas não consegui ver grande coisa, reparei no entanto que o alberto se tinha levantado da cadeira mas não consegui vislumbrar onde estaria.

continuei a devorar a ratinha molhada e gostosa da lorena que gemia a bom gemer e se contorcia dando-me a entender que estaria prestes a vir-se, senti novo barulho de gente a mexer-se no quarto e consegui a muito esforço reparar que o alberto estava de novo sentado na cadeira como se nada fosse, como se nunca se tivesse dali mexido sequer. a lorena atingiu o orgasmo e apertou-me contra ela fazendo o meu nariz quase penetrar por inteiro na sua vagina pulsante. senti algo que não consigo explicar mas senti que algo se estava a passar nas minhas costas e tentei virar-me mas a lorena puxou-me com força para ela, segurando-me a cabeça e impedindo-me de me virar no preciso momento em que senti uma forte e algo brusca penetração, senti-me a ser invadida, quase rompida por algo que não sabia o que era ou quem era, senti-me a ser quase rasgada por algo duro e volumoso e a lorena não parava de me segurar com força. a penetração foi completa, como se algo fosse introduzido até ao fundo da minha ratinha e tivesse parado ali mesmo. respirei fundo tentando “encaixar” aquele volume que me tinha invadido e que não podia ver o que era, sentia-me a latejar por dentro, sentia-me toda dilatada e com a minha ratinha a tentar ganhar elasticidade para tamanho volume introduzido assim de uma só vez como um comboio num túnel.

percebi que a lorena não me ia deixar ver o que se passava e que portanto pouco mais tinha a fazer senão esperar para perceber o que se passava, passou-me pela cabeça que o alberto me tivesse introduzido algum objecto, algum dildo volumoso na ratinha, mas não sentia calor, era algo quente, será que ele me estava a penetrar com o próprio pénis? – pensei – mas já não era a primeira vez que o sentia e apesar de bem dotado não me lembrava de alguma vez ter sentido algo assim a não ser na minha primeira vez, na minha primeira penetração. respirei fundo mais umas quantas vezes e senti que havia agora movimento, estava a sua penetrada num movimento pendular lento mais contínuo e a cada movimento sentia-me toda por dentro, sentia a minha ratinha a vibrar, a dilatar e contrair a cada passagem, sentia-me cheia, verdadeiramente cheia, sentia o fundo da minha ratinha a ser pressionada a cada penetração mais profunda num misto de dor mas prazer até que senti a lorena mexer-se e libertar-me um pouco mais a cabeça olhei de lado e vi o alberto, despido e de pé ao lado da cama e a lorena esticando-se para o alcançar e chupar, mas, se o alberto, estava ali de lado, quem me estava a penetrar e com o quê foi a duvida que rapidamente se acercou de mim, não resisti e olhei por entre as pernas por debaixo do corpo, vi um corpo de homem balançando-se nas minhas costas, e só nesse momento me lembrei do pasquale, era ele, só podia ser ele, tentei levantar a cabeça mas senti a mão da lorena rapidamente a baixar-ma contra a cama – ok – pensei – se não queres que veja eu faço-te a vontade. decidi então desfrutar apenas daquele momento e aproveitar. ao meu lado a lorena já estava de quatro, como eu, e atrás dela o alberto penetrava-a tal como o pasquale me fazia a mim, sincronizados, como se todos fossemos peças de uma mesma máquina, aguentei o mais que pude e vi-me umas três vezes antes dele puxar rapidamente o “monstro” para fora e, arrancando bruscamente o preservativo, fazê-lo jorrar abundantemente daquele néctar quente nas minhas costas, percebi que o alberto também estava no ponto e a lorena virou-se, inclinou a cabeça para trás e recebeu o néctar dele pelo queixo, peito, barriga, escorrendo abundantemente que nem uma cascata e juntando-se numa pequena poça no vale formado pelas suas coxas juntas e encostadas à barriga.

virei-me finalmente e vi o pasquale, estava suado e com um aspecto satisfeito, ainda algo firme olhei demoradamente o pénis dele, era de facto enorme, quase monstruoso mas tinha servido na perfeição para a minha satisfação. levantei-me da cama e senti vários pingos escorrerem pelas minhas costas e rabo e caírem no chão do quarto, dirigi-me a ele e peguei-lhe, ainda estava duro, não resisti a tocar-lhe e a acariciá-lo, parecia um brinquedo novo para mim, comecei a efectuar movimentos masturbatórios, levemente, a minha mão quase não conseguia envolvê-lo, senti que esta a tornar-se ainda mais firme e isso excitou-me, empurrei-o contra a parede e comecei a masturbá-lo com força e a um ritmo alucinante, cheguei mesmo a usar as duas mãos masturbando-o o mais rápido que pude, senti-o gemer, gemia cada vez mais alto e eu sentia a pele dele a ferver na minha mão mas eu queria mais, queria tudo, queria fazê-lo vir-se novamente com as minhas mãos, olhei para a lorena e para o alberto que trocavam olhares entre si ao mesmo tempo que nos olhavam, estiquei uma mão para ela à medida que o pasquale gemia mais e mais e eu sentia que se aproximava o momento desejado, ela, pegando-me na mão ao de leve, trocou um longo beijo de língua com o alberto e um ultimo olhar “cumplice” antes de se ajoelhar a meu lado e partilhar aquele membro juntando uma mão dela à minha. senti que ele se ia vir, senti o pulsar dele e colei a minha cara à da lorena em frente dele enquanto ele se vinha num novo jacto que nos invadiu as caras às duas, trocámos um beijo entre nós, de caras e bocas pingando daquele néctar. depois ela levantou-se e abraçou-se ao alberto que lhe abriu os braços e sorriu.

(to be continued)

sinto-me: maravilhada
banda sonora: jason mraz - i'm yours
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:28

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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

a fantasia da lorena

noite de cinema em minha casa, a “su” ainda meio engripada não pode vir, a lorena mais colada que nunca ao alberto que estava a poucos dias de voltar para italia e eu tentando não fazer apenas de “vela” no meio deles ;)

 

o filme era uma “estreia” na máquina lá da esquina e nenhum de nós ainda o tinha visto, para mim a vida estava facilitada com as legendas em português já para eles, iam percebendo pela acção e perguntando de quando em vez o que se passava ou o que “este” ou “aquela” tinham dito.

 

às vezes a cabeça viajava fora do filme e pensava como seria o nosso convivio depois que o alberto se fosse, mas o nicolas cage lá me levava de volta ao filme ;)

 

acabamos a sessão eram perto das 11 e meia e a lorena levantando-se do sofá dizendo que tanta acção lhe tinha dado fome, onde poderiamos ir comer áquela hora. aqui em casa, respondi-lhe eu, fora já deve estar tudo fechado ou a fechar. enquanto preparavamos um snack para todos diz a lorena, não tenho sono nenhum, os filmes de acção fazem-me mais efeito que o café para despertar, fico toda excitada! – sem querer ri – ela perguntou porquê – tentei explicar que excitada em português também tem o mesmo significado, mas que normalmente é mais usada quando falamos que excitação sexual – ao que ela ripostou de pronto, sim e quem disse que também não estou excitada nesse ponto! – mas por causa do filme? – perguntei eu meia parva, eu também gosto do nicolas cage mas não tanto assim – disse rindo. sim! – respondeu ela com toda a convicção, mas não pelo actor, pelo filme, as cenas de acção deixam-se excitada a todos os níveis – mas o filme tinha tanta violência! – disse eu – sim, é isso que me excita – excita-te a violência? – perguntei de novo – sim! sabes... acho que adorava ser violati... – como? violada? és louca? – não, não me entendeste bem, não estou a dizer mesmo violata por um desconhecido mas algo semelhante a isso. ah, já percebi, estás a falar de uma espécie de simulação de violação – sim, é isso! então e o alberto, não te satisfaz essa fantasia? – sim, quer dizer, já tentamos, mas não dá, é dificil porque sei que é ele e mesmo que tente lutar ele não reage como reagiria outra pessoa.

 

fomos até à sala comer os snacks e enquanto o faziamos pensava em mais esta revelação impressionante da lorena, ela fantasiava ser violada, realmente, há malucos para tudo ;)

 

ficamos um pouco ainda na conversa até chegar à hora deles estarem de saída, a lorena aproveitou para ir ao wc antes de sair e eu aproveitei para “atacar” o alberto, ele ficou surpreendido da lorena me ter falado nessa fantasia, segundo ele, até com ele ela demorou imenso tempo a revelar-lhe essa “faceta oculta”.

 

fizemos logo ali um “acordo de cavalheiros”, iamos tentar dar à lorena algo especial. corri ao meu quarto a buscar umas coisas, apagamos todas as luzes e escondemo-nos, ouvimos o autoclismo, a lorena devia estar a sair do wc a qualquer segundo.

 

abriu a porta e viu tudo escuro, escondida atrás da porta do meu quarto vi-a-a apenas por uma fresta para que não me visse. chamou por nós, ninguém fez o menor ruído, caminhou em direcção à sala arrastando as mãos pelas paredes, sabia que ela iria tentar ligar as luzes da sala mal entrasse e coloquei o alberto estrategicamente no outro extremo junto ao outro interruptor.

 

ela entrou na sala e, apalpando caminho pela parede tentou alcançar o interruptor das luzes, ligou-o mas quase não chegaram a acender-se porque no outro extremo o alberto apagou-as de novo. gritou! – que se passa! que é que vocês estão a fazer? tentou de novo acender as luzes que foram novamente apagadas de pronto. estava a ficar assustada, era notório, gritava connosco para aparecermos. sorrateiramente fui-me aproximando dela por trás com um saco de pano reutilizável que costumo usar nas compras (foi o melhor que consegui arranjar em tão pouco tempo). voltou a tentar acender as luzes e foi aí que “ataquei” enfiando-lhe o saco na cabeça. ela reagiu verdadeiramente em pânico tentando arrancá-lo de pronto e se não fosse o alberto estar logo ali a agarrar-lhe os braços com força ela tinha conseguido tirar o saco e estragar todo este nosso trabalho ;) ela esperneava e tentava dar pontapés em tudo e todos, aind apanhei com 2 ou 3 e o alberto perdeu a conta a quantos levou. imobilizámo-la no chão após largos minutos de luta, via-se e sentia-se a respiração ofegante dela, gritando a espaços che è? che vogliono? – que é como quem diz – “o que se passa, o que querem?”.

 

sentiamos que ela estava num dilema, acreditavamos que pensava que eramos nós, mas, no entanto, não tinha a certeza absoluta disso, prendemos-lhe as mãos atrás das costas o melhor que pudemos sem a magoar muito, usámos para isso um cinto meu e um pano da cozinha que entretanto fui buscar enquanto ele a segurava. tentava morder o saco de pano que tinha na cabeça tentando dessa forma puxá-lo para algum lado. dei um pequeno nó nas alças para ajustar mais mas deixando um espaço seguro para entrar mais ar, mantivemos o ambiente com pouquissima luz, apenas o suficiente para que vissemos o que estavamos a fazer, não queriamos correr o risco de ela nos ver mesmo que através do saco que não era assim tão escuro.

 

olhamos por um segundo um para o outro, e agora? tinhamos que a tirar dali, no chão pouco conseguiriamos fazer com ela, pelo menos sem a magoar. ajudei o alberto a pegar nela e a levá-la para o sofá, ela esperniou violentamente e gritou novamente, quase que a deixámos cair :o

 

olhei novamente para o alberto, era hora de agir. meia apalermada ainda com a ideia do que estavamos ou iriamos fazer dirigi-me para ela e tentei desapertar-lhe um botão da camisa mas o alberto num repente que até a mim me assustou agarrou-me as mãos e fez-me sinal com a cabeça que não. em seguida, agarrando ambos os lados da camisa um pouco abaixo das golas deu um puxão violento rasgando algum tecido e arrancando a maioria dos botões ao mesmo tempo que ela soltava um audível non! assustei-me com aquele gesto, mas percebi de pronto, estavamos a “violá-la” não podia simplesmente despi-la como se nada fosse.

 

o albertou olhou novamente para mim e com um ar lascivo e algo selvagem apalpou-lhe com força os seios apertando-os nas mãos, piscando-me em seguida o olho ;)

 

respirei fundo e pensei “tens que entrar neste papel, começaste agora tens que acabar”. corri de novo à cozinha a buscar uma faca e encostei-lha à barriga para que senti-se o frio da lâmina e percebesse que era algo cortante, depois, com uma tesoura (não consegui com a faca mas não digam a ninguém) cortei-lhe as alças do soutien fazendo-o cair um pouco e entremostrando os mamilos, alcancei um deles e torci-o com alguma força, ela soltou novo grito mas estava surpreendentemente calada, apesar de continuar a tremer tinha parado de lutar com todas as forças, talvez estivesse esgotada ou talvez já se tivesse apercebido mesmo de que eramos nós.

 

mas, mal o alberto lhe puxou a saia para cima, voltou a espernear e a gritar com toda a força acertando-lhe com mais uns quantos pontapés. comecei a temer pelo barulho, apesar de não ter muitos, já todos os vizinhos deviam ter ouvido aquela gritaria, apagamos quase todas as luzes e tiramos-lhe o saco da cabeça, enquanto o substituíamos por uma venda e por uma mordaça improvisada. acho que foi a parte que mais me custou de toda a cena pois o alberto teve que lhe segurar a cabeça entre-pernas contra o sofá para poder pôr-lhe a venda e a mordaça.

 

mais uma tarefa concluida, faltava o principal, consumar o acto em toda a sua plenitude, puxamos o resta da saia para cima e o alberto arrancou-lhe as cuequinhas enquanto eu tentava ajudar a segurar-lhe as pernas. já com a ratinha exposta não parava de tentar gritar e espernear e estavamos com outro problema, o alberto não estava assim muito, digamos, firme. seguramente não o suficiente para a poder penetrar, ainda mais estando ela a dar a luta que estava, era preciso fazer algo. decidi tocar na lorena, enfiar-lhe os dedos na ratinha, mas mais uma vez tive que ser estimulada pelo alberto a fazê-lo mais violentamente. enquanto ele lhe segurava com força as pernas eu tentava metir 2 dedos na ratinha dela que não estava muito húmida, o alberto aproximou-se e cuspiu-lhe fazendo sinal para fazer agora. enfie e enfiei, enqueci-me mesmo por momento de quem era e tentar encarnar o papel da violadora.

 

a lorena continuava a lutar com todas as forças o alberto mal a conseguia segurar e não dava mostras de se conseguir excitar muito com aquilo, decidi ir mais longe, precisava de excitar o alberto, usei a outra mão, abri com força espaço entre as coxas da lorena e meti-lhe um dedo no rabinho, isso ele gostou, percebi que sim e que finalmente estava a começar a excitar-se ao ver-me penetrar com os dedos ambos os buraquinhos da lorena mas não era suficiente, respirei novamente fundo e pensei “olha amiga, é por ti, espero que não te chateies comigo”, alcancei o “coiso” do alberto e comecei a masturbá-lo ao mesmo tempo que tocava na lorena, cheguei mesmo a chupá-lo algumas vezes até o sentir mais firme, depois peguei nele e enfiei-o todo de uma só vez na ratinha da lorena ela gemia e não parava de fazer força tentando evitar o que já não podia, mas assim mesmo lutava. naquele embalo o alberto já não parava e agarrando-lhe nos cabelos encostou-a com força a cara ao sofá e começou a penetrá-la como se ela fosse apenas carne, um buraco de carne. não sei no que pensava enquanto a penetrava daquela forma animalesca mas não demorou muito até que se viesse para a cara dela enchendo-lhe a mordaça e venda do seu nectar.

 

estavamos todos estoirados, retirámos a mordaça à lorena que já não gritava, apenas gemia, libertamos-lhe as mãos de trás das costas e tivemos até que a ajudar a tirar a venda que ela sozinha já não conseguia de tão exausta. olhou para nós mas nem sei o que viu, sobre o alberto caído no sofá caiu ela também aninhando-se no peito dele, não dissemos nada, ninguém disse uma palavra.

 

corri a buscar um cobertor para os tapar e eles ali ficaram algumas horas recuperando desde imenso esforço. guardariamos a conversa para mais tarde, muito mais tarde.

 

sinto-me: sem palavras
banda sonora: rita redshoes - the begining song
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:55

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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

sexo - a 2 é bom, a 3 é interessante, a 4 é fenomenal

depois daquela célebre tarde tivemos uns dias afastados, ausentei-me para o cumprimento dos deveres de filha na época natalicia, ou seja, visitar os pais.

 

no segundo dia fora, recebi uma sms da lorena desejando-me um feliz natal mas com uma espécie de post scriptum no final que dizia mais ou menos assim “quando estiveres de volta avisa-me, tenho algo para te propor”. realmente aquela italianinha estava muito sabida e já estava a conhecer-me bem demais ;) passei o dia seguinte sem pensar noutra coisa a não ser na “proposta” que ela teria para me fazer.

 

logo que pude rumei a casa e pelo caminho liguei-lhe, não me quis dizer pelo telefone do que se tratava, disse que era assunto para falarmos “ao vivo” e não pelo telefone mas acabou por me levantar um pouco a ponta do véu ao perguntar-me pela “su”.

 

a “su” deveria estar mais ou menos na mesma situação que eu, liguei-lhe logo para saber onde estava e quando chegava e para a acelerar contei-lhe logo da proposta da lorena, respondeu de imediato, vou à depilação agora encontramo-nos em tua casa daqui a 2 horas, pode ser?

 

bem mais de 2 horas depois lá estavamos as 2 em minha casa, sentadas no sofá a imaginar o que a lorena nos iria propor, estava a caminho, ela e claro, o alberto e a nossa imaginação já ia a mais de 1000.

 

chegaram! – gritou a “su” ao ouvir o elevador chegar e correu para a porta, nem lhes deu tempo de tocarem à campainha pois abriu logo tal era a sua ansiedade.

 

ficamos por alguns momentos os 4 sentados no sofá da sala a pseudo-conversar sem tocarmos no assunto que, na verdade, nos tinha ali reunido, como que sem saber por onde começar ou quem daria o primeiro passo até que o alberto se ausentou para ir ao wc e a lorena disse: amigas, tenho uma proposta para vos fazer, os nossos olhos devem ter esbugalhado e o mundo como que parou de girar enquanto ouviamos as suas palavras, no final,  olhamos umas para as outras e sorrimos. olhei para a “su”, peguei-lhe na mão e ela apenas disse no seu estilo peculiar “eu tou pronta”.

 

a lorena foi para dentro ao encontro do alberto enquanto nós nos punhamos mais confortáveis, ou seja, sem roupa, enquanto tirava os sapatos olhei para a “su” que já estava só de cuequinhas e disse: bolas, estás com pressa! rimos as duas.

 

fechamos as persianas, acendemos apenas o candeeiro de pé no canto da sala e algumas velas, alguns segundos depois entra a lorena trazendo pela mão o alberto envergando apenas uma toalha à cintura e de olhos vendados. sentou-o numa pequena poltrona que tenho num dos cantos da sala e colocando-se de pé por trás dele chamou-nos para junto deles.

ainda vendado começou a acariciá-lo passando-lhe as mãos pelo peito e beijando-o, retirou ela também o soutien juntando às caricias com as mãos o toque dos seus seios e mamilos pela nuca e ombros dele, alcançou as minhas mãos e juntou-as às dela acariciando suavemente o peito e abdomen do alberto e pediu, sempre sem falar, à “su” que se juntasse a nós também, agora o alberto tenha as nossas 6 mãos passeando e acariciando-lhe o peito, os ombros e o abdomen ao mesmo tempo que a lorena lhe tocava com os seios e mamilos na face. de quando em vez ele virava a face e tantava alcançar um dos mamilos, chupando-o, mas ela logo se afastava retirando-lhe esse “doce” e levando a provocação e a excitação ao máximo.

 

colocou-se lateralmente do lado esquerdo do alberto e pediu-me que me colocasse em igual posição à direita, abraçou-me puxando-me e apertando ligeiramente a cabeça do alberto entre as nossas 4 maminhas, beijámo-nos. a “su” estava agora encarregue das pernas e coxas do alberto e era já claro e notório um enorme alto que se erguia dentro da toalha e que a fazia abrir-se, o pénis do alberto estava a abrir caminho por entre a toalha e já espreitava ligeiramente pelo meio, a “su” estava extasiada com a visão e a lorena sorrindo disse-lhe que sim. ela não se fez rogada e agarrou-o com as duas mãos fazendo o alberto estremecer, estava visivelmente muito excitado.

 

deixamos por algum tempo que ele pudesse brincar com a lingua ora nos mamilos da lorena, ora nos meus enquanto a “su” o masturbava já com algum vigor, a lorena percebeu a vontade dela e tocando-lhe na cabeça levou-a até junto do pénis dele começando a “su” a chupá-lo e lambê-lo lentamente.

 

a lorena estava agora apostada em passar à acção e movimentando-se até junto de mim pegou na mão direita do alberto  que segurava no apoio dos braços da poltrona e guiou-a até às minhas cuequinhas, ou melhor dizendo, até à minha ratinha. fechei os olhos por um momento e tentei sentir apenas aquele toque, senti a mão da lorena a acariciar-me os ombros beijando-me em seguida como que dizendo-me relaxa e disfruta, percebi aquele gesto e confesso que sem saber bem porquê me deu imensa confiança começando a disfrutar de uma forma mais leve e relaxada daquele momento tão especial. quando abri os olhos a lorena já estava do seu lado disfrutando tal como eu da outra mão do alberto. senti a excitação a aumentar ainda mais, o alberto soltava já pequenos gemidos tal como a lorena que mordia o lábio, senti a minha ratinha invadida por 2 dedos molhados e quentes num movimento vai-vem contínuo e frenético. num movimento com tanto de brusco como de inesperado a lorena arrancou a venda do alberto que permaneceu de olhos cerrados de excitação e prazer, percebemos todas que estava prestes a vir-se e a lorena como que avisou a “su” disso mesmo, olha quem, a “su”, retirou-o da boca e masturbou-o vigorosamente até sentir um longo jacto a invadir-lhe a cara, olhos e cabelo, voltou a chupá-lo, sugando-lhe todo o nectar que restava, percebi que o tinha guardado na boca e o que iria fazer, levantando-se aproximou-se da lorena e, beijando-a, transferiu todo o nectar que tinha guardado na boca para ela dizendo-lhe em seguida: toma, é teu!

 

nessa altura já o alberto estava de olhos bem abertos e a ver toda a cena, com tudo aquilo não tinha chegado a perder grande parte da sua excitação e estava com o seu membro bem erecto. era a vez da lorena que se sentou de pronto em cima dele e o começou a cavalgar. a “su” apressou-se a deitar-me no sofá ao lado e a retirar-me as cuequinhas enroladas pela mão do alberto, caindo-me em seguida de boca e lingua na minha ratinha.

 

a “su”, fazendo uma pequena pausa, correu ao armário dos “brinquedos” e trouxe-os a todos, dispondo-os na mesinha de apoio, em seguida tirou as cuequinhas dela e deitou-se por cima de mim ficando a chupar-mo-nos e lamber-mo-nos mutuamente num maravilhoso 69 enquanto olhavamos a espaços a lorena frenética na sua cavalgada sobre o alberto.

 

alguns minutos passados senti-mo-la vir-se e a ele também, quase simultaneamente, mas desta vez o nectar ficou mesmo apenas e só para ela e bem dentro dela.

 

enquanto eles se refaziam dos seus orgasmos, a “su” colocava-me o famoso “strap-on” e deitando-se em seguida no sofá bem encostada a eles disse-me: anda, é agora a vez de seres o meu homem e me dares prazer. comecei a penetrá-la com o “strap-on” ajustando-me também ao tal detalhe interior para que tivesse também algum prazer mas pouco depois senti algo a penetrar-me, era a lorena que usando o outro vibrador me estava a penetrar a ratinha, fui uma sensação estranha mais ao mesmo tempo saborosa, penetrar e sentir-me penetrada ao mesmo tempo e ela estava a ir fundo mesmo, enfiava-me o vibrador até não dar mais e isso fazia-me a mim estocar também a “su” com mais força fazendo-a gemer alto e bom som.

 

quem também gostou da ideia foi o alberto que logo se aproveitou da posição felina da lorena e a agarrou por trás, a confusão era brutal, uma espécie de sequencia de penetrações onde o único que não estava a ser penetrado por ninguém era mesmo o alberto ;)

 

a primeira a vir-se desta vez foi mesmo a “su” e foi um orgasmo daqueles que eu bem senti, pouco depois as penetrações da lorena na minha ratinha que entretanto resolveu ligar a vibração também produziram efeitos orgásmicos, quanto a eles 2 lá continuavam de 4, percebi que o alberto preparava algo, ao inicio a lorena retraiu-se um pouco, ele queria o rabinho dela. posicionamo-nos melhor, fiquei frente-a-frente com a lorena segurando-a no meu colo e enquanto que a “su” lhe acariciava a ratinha em movimentos circulares sobre o clitoris o alberto lá ia “abrindo caminho” no rabinho dela, aos poucos.

 

para facilitar um pouco a tarefa que ia árdua e dificil, a “su”correu a buscar um pouco do meu óleo que foi deitando suavemente sobre a entradinha já ligeiramente dilatada, com o óleo foi um ápice enquanto a ponta entrou no rabinho dela e o resto, já diz o ditado, é só empurrar ;) com a sua tarefa cumprida a “su” voltou à posição de estimuladora clitorial ;) enquanto eu lhe continuava a acariciar os mamilos que estavam agora enormes e duros.

 

a habituação veio depressa e com ela os movimentos aumentaram de ritmo e senti que ela começava realmente a sentir verdadeiro prazer, numa penetração mais profunda ela acabou por se agarrar e aproximar mais de mim e foi então que tive uma grande ideia, ainda com o “strap-on” colocado, deitei-me no sofá e puxei-a mais para cima de mim, o alberto acompanhou o movimento, olhei nos olhos da lorena nos quais se notava uma certa surpresa, a “su” veio em auxilio e com a ajuda de todos colocamos a lorena em cima de mim sem que o alberto deixa-se de lhe penetrar o rabinho, aprontei o “dildo” e cá vai disto que amanhã é tarde, como diz a “su” ;) enfiei-lho na ratinha, soltou um gemido longo e profundo agarrando-se com força a mim, chegando mesmo a vincar-me as unhas, esperou 3 ou 4 segundos de olhos fechados, depois olhou-me fixamente, sorriu e disse sono impossibili, que é como quem diz que “sou tramada” ;)

 

fomos ganhando ritmo e ligação naquela dança de corpos e se a 3 estava muito interessante, melhor ficou quando a “su” resolveu subir para o sofá e colocar-se  por cima de mim, quase que sentada na minha cara, disfrutando a espaços quer da minha lingua, quer da lingua da lorena que, no balanço, muitas das vezes lá chegava e assim permanecemos durante mais um grande orgasmo da lorena e até que o alberto atingir também o seu último da sessão derramando ainda algum líquido que lhe sobrava por cima da entrada dilatada do rabinho da lorena.

 

se a 2 era bom, a 3 estava interessante, a 4 foi uma coisa verdadeiramente fenomenal foi a conclusão que todos retiramos, exaustos acabamos por ir ao banho e dormir todos em minha casa. se o natal fora interessante, este caminho até à passagem de ano começava a revelar-se inesperadamente fabuloso.

sinto-me: apaixonada
banda sonora: natasha bedingfield - these words
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:02

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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

o segundo dia – o grande teste

passei a noite a pensar naquela célebre frase da lorena e o que na verdade ela quereria dizer com aquilo, será que ela estaria verdadeiramente disposta a “tamanho altruísmo” ;). esta questão já vem de há muito, dos tempos de faculdade quando eu a “su” ficamos primeiro amigas e depois inseparáveis, chegamos a fazer reparos do mesmo género e a pensar em iguais coisas (partilhas) mas, na verdade, nunca o conseguimos verdadeiramente fazer e à luz da amizade especial e única que temos nunca o forçamos, simplesmente nunca nos sentimos verdadeiramente preparadas para partilhar dessa forma algo que era nosso, sem na verdade ser, um homem, um namorado.

 

por volta das 3 e meia da tarde dirigi-me a minha casa, a lorena tinha finalmente ligado a dizer que a “costa estava livre” ;) e dentro de minutos estaria tudo pronto para eu voltar ao meu espaço ;)

 

antes de entrar toquei à campainha e ela demorou um pouco até abrir a porta, será que estão realmente prontos? – pensei – pouco depois apareceu a lorena que veio entreabrir-me a porta. ao entrar percebi que estava ainda apenas em lingerie e de pronto lhe disse que só precisava de apanhar umas coisas e que voltava a sair para que eles se pudessem aprontar sem pressas. ela apressou-se a dizer que não e que estava assim apenas porque tinha acontecido um pequeno acidente com a roupa dela que se tinha molhado um pouco e que estava a secar mais uns minutos e já estava pronta, o alberto é que ainda estava no banho mas que também não devia demorar mais do que alguns minutos.

 

sentamo-nos então as duas no sofá um pouco à conversa, ela estava visivelmente “na lua” de excitação, pelos vistos a noite, e a manhã, tinham corrido mesmo muito bem. agradeceu-me a generosidade de lhes ter dado aquela oportunidade mais umas 100 vezes e garantiu que tinham cuidado bem da casa.

 

não resisti a perguntar se tinha sido bom, ela apenas disse – bom? foi maravilhoso! – rindo em seguida - só que pensar no bom que foi fico logo toda molhada! – rematou. demos as duas uma gargalhada.

 

e a vossa noite – perguntou ela – foi boa também? – sim, mas dormimos muito pouco, ficamos à conversa quase toda a noite. olha! - chegou-se a mim e dizendo-me ao ouvido – sabes o que o alberto adorou? – o quê? – perguntei eu já a 1000 de curiosidade como sempre – do meu novo estilo! – novo estilo? – perguntei sem perceber – sim, da minha como dizes “ratinia” radere – percebi rapidamente a que se estava a referir com o gesto que fez e ri com o “ratinia” dela, pisquei-lhe o olho e perguntei – mas ainda está boa? – sim, está! estão a começar a aparecer alguns pequeninos mas tudo bem, disse mostrando-me. espera!, eu ajudo-te! – que vais fazer? puxei da minha maravilhosa pinça milagrosa comprada em paris há séculos mas que é optima e perguntei, queres que te ajude a tirar só esses 2 ou 3 que já estão a ficar grandes? – se achas que podes fazer isso, por mim, tudo bem!

 

baixei-me junto dela e afastei-lhe um pouco as cuequinhas, puxei um primeiro pelito, não tendo reacção perguntei se tinha doído – não, nem senti! – puxei mais 2 ou 3 visivelmente maiores e perguntei, tens mais? – espera! retirou as cuequinhas e abriu um pouco os lábios e disse – podes ajudar-me a tirar esses mais dentro? engoli em seco - aquela visão rosada é sempre deslumbrante e é dificil ficar-lhe indiferente mas tentei manter o meu “profissionalismo” ao máximo até porque ao contrário de outros tempos, agora ela tinha o namorado ali mesmo ao lado no wc.

 

ok, terminei, vê se está bom! – sim, acho que está optimo! por dentro está bom? – perguntou ela? e eu sorrindo não me lembrei de outra coisa, num ápice dei-lhe uma lambidela bem dentro da ratinha e disse – está optima! rindo em seguida! -capricciosa – disse ela – não perdes uma possibilità! e não perco mesmo J

 

e agora? – disse ela - agora o quê? – perguntei eu – vês, assim deixaste-me excitada – excitada? – sim! – disse ela ao mesmo tempo que me pegava na minha mão e a levava até à ratinha dela – engoli em seco uma vez mais. olha o alberto que deve estar ai a chegar – disse-lhe eu algo constrangida, mas ela respondeu – deixa, ele já sabe! – mas percebendo a minha hesitação concluiu –não faz mal, não te preocupes, eu entendo que não te sintas à vontade. era mais do que evidente que ela já conhecia as minhas fraquezas e mais do que isso, já sabia explorá-las, antes que pudesse dizer mais alguma coisa já eu estava de lingua bem enfiada na  “ratinia” dela.

 

passados alguns segundo ouvi-mos a porta do wc abrir-se e senti-a nesse mesmo momento saltar de susto e querer “fugir-me” mas nesse momento fui eu que a segurei firme - “não havia problema não era, então agora daqui não sais” – pensei eu para comigo própria. senti-a de olhos colados na entrada da sala onde esperava ver no próximo segundo o alberto a aparecer, mas não apareceu, passados mais alguns segundos continuou sem aparecer e a adrenalina a mais de 1000 de ambas relaxou um pouquinho. ouvi-a dizer baixinho – foi-se vestir!

 

continuei vigorosamente a chupá-la a lambê-la, notei que ao contrários de outros momentos, estava totalmente silenciosa, mordia os lábios e engolia como podia os seus habituais gemidos, estava molhadissima e ainda mais excitada pela adrenalina daquele momento, senti-a prestes a atingir o orgasmo e a perder levemente o controlo sobre um ou outro gemido que mesmo que ligeiramente se tornava audivel e veio-se mesmo, cerrou os olhos, mordeu fortemente o lábio inferior e apertando-me a cabeça entre as coxas de tal forma até quase me asfixiar.

 

quando finalmente levantei a cabeça do meio das suas coxas, o susto! e a vergonha! o alberto estava ali mesmo, a 2 metros de nós, semi-nú, com uma toalha enrolada em volta da cintura, pasmado, congelado, trocamos olhares sucessivos entre todos sem dizermos uma única palavra durante vários minutos, ou se calhar foram apenas segundos mas que pareceram uma eternidade, a lorena estendeu o braço para ele e ele deu um passo de uns 2 centimetros em frente - venuto amore mio – disse ela, estendendo-lhe uma vez mais o braço, aproximou-se lenta e vagorosamente dela, reclinada no sofá e visivelmente ainda a disfrutar do orgasmo que lhe tinha proporcionado.

 

olhando os 2, mantive-me calada o tempo todo, imóvel, sentada no chão. chegado junto dela, ela pega-lhe no braço e vai deslizando a mão dela até ao cotovelo dele sempre sem perderem o olhar fixo um no outro, e é então que ela passa a mão para a cintura dele e passando suavemente na parte da frente da toalha disse – amore mio, che è questo? – foi aí, e apenas nesse momento que notei que realmente algo de volumoso se passava dentro da toalha do alberto ;)

 

trocaram mais um olhar já mais expressivo e algo sorridente e é então que ela alcança dentro da toalha o membro erecto do namorado e o começa a acariciar em movimentos masturbatórios sem no entanto o mostrar e foi então que ela própria se admirou com algo que sentiu e enfiando rapidamente a cabeça dentro da toalha disse - wow, che bellezza - è buono? è per voi – respondeu o alberto.

 

o alberto tinha aproveitado o tempo no wc não só para fazer a barba mas para rapar de igual modo os seus próprios pêlos púbicos dedicando a “obra” à lorena. ela sorriu e agora sim puxando o belo membro do namorado para fora colocou-o na sua boca e começou a chupá-lo de ponta a ponta, eu ali fiquei, sem dizer nada, até parecia que não estava lá, eles pareciam ignorar a minha presença e a lorena depois do orgasmo que tinha recebido e do “presente” do namorado estava agora a retribuir-lhe a oferta.

 

ela realmente sabia o que fazia, confesso que me senti pela segunda vez principiante na “arte” ao vê-la deliciar-se com o pénis do alberto que ficava visivelmente cada vez mais duro e maior. e assim, bem duro e firme ela meteu-lhe a boca e foi descendo, lenta e progressivamente até praticamente lhe tocar com os lábios no tronco, ela, literalmente, engoliu-lhe todo o pénis até à garganta durante vários segundos, depois veio o meu susto, ela parecia que ia vomitar, ao retirar a boca um mar de líquidos mais ou menos gosmentos invadiu tudo mas ela não se preocupou, retirou os excessos e continuou a chupá-lo vigorosamente, ele parecia estar a adorar a coisa e começava a gemer e foi que então que ela parece ter-se lembrado da minha presença, olhou-me e sorriu com o pénis dele dentro da boca depois olhou para ele e fez sinal com a cabeça. esticou-me o braço e segurou-me na mão puxando-me para junto deles, deixou o pénis do namorado por uns breves segundos e disse-me ao ouvido – queres juntar-te a nós?

 

pensei por breves segundos e perguntei – posso? tens a certeza? – sim, claro! sorrindo-me e puxando-me mais para eles. em seguida retirou a boca novamente do pénis do alberto e continuando a masturbá-lo beijou-me, trocámos um longo beijo de língua enquanto ela o masturbava, fiquei excitadissima e aí realmente com vontade em participar mas não quis agir, tinha meda de ser mal interpretada ou recebida apesar da oferta mas a lorena agiu por mim e pegando no pénis do namorado encostou-mo à boca. acedi, abri a boca e deixei-o entrar, chupei-o levemente como que me habientando a ele mas logo ela me levou uma das mãos e me fez agarrá-lo com força como que me dizendo “estou a oferecer-to, agarra-o” e assim fiz, comecei a chupá-lo de uma forma mais relaxada e ritmada ela entretanto movimentou-se e foi para trás dele, olhei e percebi que estava a lamber-lhe toda a zona que vai dos testiculos ao anús e ele parecia adorar a sensação, senti-o “saltar” e percebi que ela lhe tinha introduzido a ponta de um dedo no rabinho e lhe lambia os testiculos ao mesmo tempo que movimentava o dedo em circularmente.

 

percebi-o a gemer mais vigorosamente e a forçar mais o pénis dentro da minha boca, a lorena também percebeu e juntou-se rapidamente a mim, ele estava para se vir, ela segurou-lhe no pénis e masturbava-o dentro da minha boca, perguntou-me ao ouvido se havia problema – disse de pronto que não. voltámos a beijarmo-nos numa troca frenética de línguas enquanto as nossas mãos juntas masturbavam o alberto que se veio naquele preciso momento num gemido profundo soltando vários jactos consecutivos do seu nectar que nos invadiram as caras e as bocas ao mesmo tempo que nos beijávamos.

 

cheias do seu néctar até ao cabelo trocámos ainda diversos beijos e a lorena lambeu-me toda a cara depois chupou ainda algum restante do pénis do alberto e ofereceu-mo de novo para eu chupar o que fiz sem hesitar.

 

fui uma experiência única, nunca antes realizada desta forma e fiquei altamente surpreendida com o altruísmo e a coragem da lorena em oferecer sem medos o namorado, foi uma prova de confiança na minha pessoa que poucas teriam a coragem de ter e isso ficou-me gravado desde esse dia. a lorena entrou numa nova esfera da minha caixa de pandora, a esfera que até este dia só tinha sido atingida pela “su”.

 

quanto ao alberto, confesso que gostei, que tinha até saudades de “um homem” e de um bom pénis, mas confesso igualmente que tudo o que fiz fi-lo sem conseguir dirigir-lhe o olhar uma só vez, dito assim soa um pouco a “objecto” mas é essa a verdade, ainda não atingi esse nível que considero supremo e quase inatingivel, mas, e para começar, foi, como dizem os brasileiros, “bom demais”.

 

depois de mais um banho para todos (invidualmente) ;) e de eles saírem não resisti a ligar à “su” a contar o que tinha acontecido, ela ficou verde de inveja mas, como lhe disse, era preciso ter calma, o natal ainda mal tinha começado.

 

 

p.s.: peço a todos desculpas pelos atrasos registados na actualização do diário, mas desta vez a culpa foi do sapo que, vá-se lá saber porquê, me tem impedido de inserir novos posts.

sinto-me: diabólica
banda sonora: bob sinclar - give a little love
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:57

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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

o natal de todas as festividades

a época das festas foi excelente e cheia de apetitosas novidades, tantas que nem tempo houve para ir dando conta delas à medida que iam acontecendo, mas agora sim, que a coisa acalmou um pouco, chegou a hora de “pôr a escrita em dia” ;)

 

começando pelo natal e pelas surpresas das quais já vos comecei a dar conta, o alberto, namorado da lorena, resolveu fazer uma chegada de surpresa uns dias mais cedo que o previsto e finalmente pudemos conhecê-lo, combinamos “de emergência” um jantar um pouco tardio para que a “su” também pudesse estar presente. e deixem-me que vos diga, o alberto é realmente um “homemzão”, alto, atlético e muito charmoso. o alberto tem aquele aspecto algo “desleixado” de barba por fazer há 2 ou 3 dias e, por outro lado, extremamente bem vestido, dando-lhe aquele “ar” de galant de cinema que só muito poucos homens sabem ter.

 

o jantar correu de uma forma engraçada com a lorena a fazer um pouco de interprete visto que ele, ao contrário dela, ainda não está familiarizado com o nosso “italianês”. a lorena estava excitadissima, via-se, sentia-se, tinha um brilho imenso naqueles olhos já por si sempre deslumbrantes e notámos que passaram o jantar a trocar pequenas carícias nas coxas um do outro (isto segundo o olho-clínico da “su”).

 

depois do jantar troquei duas ou três palavras com a “su” e decidi fazer-lhes eu também uma surpresa, é sabido que a lorena vive habitualmente num quarto arrendado e que a privacidade por lá não é muito grande, assim, decidi por-lhes a minha casa à disposição nessa noite, indo dormir a casa da “su”. eles ao inicio ficaram de certa forma constrangidos com a situação, pois tinham pensado ir para um hotel mas depois de lhes passar a chave para as mãos lá cederam, aceitaram e agradeceram a oferta.

 

o noite deles teve ser sido bombástica pois só pude voltar a entrar em casa no dia seguinte lá para meio da tarde ;) mas, como esperava, portaram-se lindamente e cuidaram das minhas coisas como se deles fossem.

 

já a minha noite em casa da “su” foi passada mais a conversar e a disparatar do que a dormir, devemos ter adormecido já altas horas, pelos menos 4 da madrugada ou mais, e adivinhem o que estivemos a “cuscar”, nem mais, o alberto, a lorena e o que se estaria a passar em minha casa. ;) a “su” estava doida de todo, passou o jantar a tirar as medidas ao alberto e a noite a comentar como ele deveria ser na cama ;) a conversa por aí seguiu e a certa altura fomos bater numa frase da lorena de há uns tempos atrás quando falamos deles e da relação que eles tinham, “... atenção que ele é meu... quanto muito posso talvez emprestá-lo um pouquinho ...“, bloqueamos as duas por momentos, olhámos uma para a outra (será?) e rimos às gargalhadas em seguida.

 

depois dessa conversa a minha cabeça viajou longe nessa noite em pensamentos, ideias e sonhos ;) nada mais, mas essa frase tinha ressuscitado “velhas” ideias e tanto eu como a “su” estavamos mais do que dispostas a ver até que ponto tinha sido uma mera brincadeira ou um verdadeiro desabafo.

sinto-me: curiosa
banda sonora: sting & craig david - rise and fall
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:00

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