Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

ainda a colega italiana - os dias seguintes

o dia acordou e com ele também nós despertamos para a realidade, fui a primeira a levantar-me da cama e fui devagarinho até à sala ver como estava a lorena. não encontrei ninguém, no sofá apenas estava o cobertor enrolado com a cobrimos na noite anterior, ao voltar ao quarto dei de caras com ela no corredor, nua e com um enorme sorriso nos lábios soltando um alegre buon giorno olhei para ela com alguma surpresa, não sabia qual iria ser a reacção dela neste “dia seguinte”. não foi! não teve qualquer reacção, nem sequer tocou no assunto e simplesmente seguiu caminho para se vestir.

 

fui ao quarto chamar novamente a “su” e fui tomar banho, já as 3 bem acordadas e à mesa do pequeno-almoço disse a lorena sorrindo e piscando o olho questa notte ho fatto un sogno troppo bello, con voiçê duas foi esta a forma dela expressar o seu agrado pelo que se passou o que nos agradou a nós também, é que nestas coisas nunca se sabe com é o “dia seguinte”.

depois do pequeno-almoço, já algo tardio, fomos cada uma às nossas vidas até porque o sábado já ia a meio e há sempre muito o que fazer no fim-de-semana.

 

a meio da tarde, estava eu às compras, toca o meu telefone, era a “su”, perguntava-me pelo número da lorena pois queria perguntar-lhe uma coisa humm, estranhei o que lhe queres? perguntei, curiosa como sempre! queria saber onde ela comprou aquela lingerie, é o máximo, queria uma para mim! sim, mas olha, ela deve ter trazido de italia sei lá! respondi eu. mas pelo sim, pelo não, liguei-lhe.


tinha razão, aquele conjunto tinha vindo de italia mas ela garantia que já tinha visto cá em portugal e indicou-nos uma loja/marca que ela sabia que tinha um modelo em tudo igual. liguei à “su” a dizer que já sabia onde havia, ela veio ter comigo e fomos às compras juntas.

encontramos realmente um modelo semelhante, era um pouquinho diferente, mas assentava tal e qual, fiquei fã, é de uma suavidade e leveza que parece que não temos nada vestido (e olhem que eu sei o que isso é) ;) e como neste diário os segredos são mesmo para partilhar digo-vos que em portugal a marca que vende o dito é a intimissimi (para a próxima compra quero um bom desconto) que podem encontrar em muitos ou quase todos os shoppings.


o fim-de-semana não teve mais motivos de interesse mas a volta ao trabalho na segunda-feira voltou a surpreender, ainda mal tinha chegado ao trabalho recebo um e-mail da lorena dizendo apenas –
almoso hoggi? (para quem não entende esta nossa linguagem mista isto quer dizer “se almoçamos hoje”).


ao almoço conversamos um pouco mais e abordamos “ao de leve” a nossa noite a 3 mulheres, percebi que era uma fantasia nunca antes realizada por ela mas, percebi também que ela ainda não estava totalmente satisfeita, ou melhor, que tanto ela como nós, sentíamos que faltava algo, claro que sim, faltava uma parte importante, só ela nos tinha experimentado e não tinha havido a reciprocidade que convém sempre nestas coisas, dar e receber, é assim que funciona, certo? ;) percebi que havia muita vontade da parte dela de estar “connosco” outra vez. sabia que a “su”, por motivos profissionais, estava pelo menos por uns tempos “de fora” dessa possibilidade e por isso não avancei muito no assunto e dei-lhe a entender que teria que se quisesse mais “brincadeira” tinha que esperar algum tempo pois sentia que ela estava “mortinha” para mais.

voltamos ambas ao trabalho com aquela sensação estranha no ar, para mim era um elogio enorme ter aquela mulher de quem todos falam e muitos “babam” cheia de desejos, por nós, 2 mulheres. há coisas curiosas nesta vida, não há? ;)


a meio da tarde recebo uma sms no telefone, apenas senti o vibrar mas não pude ver logo naquele momento pois estava a meio de uma coisa importante de trabalho, passado alguns minutos senti novamente o vibrar sinal de nova sms, fingi precisar de ir ao wc para ver quem era e o que se tratava, as sms eram da lorena, a primeira dizia “preciso di vedere te. havere tempo pera me hoggi?” rematada pela segunda “solo o no. respondi-lhe de imediato, não podia demorar-me demasiado no wc e porque aquelas sms me deixaram logo excitada, respondi no meu melhor italianês que ela já entende e bem spero te a casa mia a 9 pm, ok?”.


sai do wc, passei a cara por água fria, estava a ferver, compus-me o melhor que pude e sai para voltar ao trabalho. cruzei-me logo com a minha chefe no corredor que é que passa? a menina sente-se bem? (é nestes mesmos termos que ela me trata) sim, sim, foi só uma ligeira indisposição disse eu à pressa veja lá, se precisa ir ao médico diga que eu não gosto de gente aqui doente e a fingir que trabalha! não, está tudo óptimo! já estou bem! obrigada! :p (estúpida da velha).


fiz questão de sair à hora mesmo que me desse jeito sair mais cedo, detesto que aquela víbora me fale assim, parece que lhe devo sempre favores!


corri até casa e preparei-me para a chegada da minha convidada.

 

20h49 estava eu a relaxar um pouco em frente à tv quando toca a campainha, era a lorena, estava 10 minutos adiantada. se eu estava excitada com aquela situação ela devia estar mais ainda, subiu num segundo e entrou, vinha cheirosíssima, dava para sentir o cheiro do perfume dela logo ao sair do elevador, vinha também com um look diferente, com o cabelo todo apanhado e para cima. convidei-a a entrar e a sentar-se, ofereci-lhe um pouco da bebida que estava a beber. estava um ambiente algo estranho, como que se de repente se tivesse criado um novo gelo entre nós. começamos a conversar e ela perguntou-me se encontramos a lingerie onde ela tinha dito, disse que sim mas que achava que não era exactamente igual ao modelo que ela usava e fui buscar para ela ver. ela explicou que igual era mas a dela era de uma edição diferente, algo especial que tinham lançado na altura do dia dos namorados. disse-me que também tinha uma coisa para me mostrar, fiquei à espera para ver o que era, disse-me que tinha que fechar os olhos por uns momentos, fechei.


ao abrir os olhos deparo-me com uma visão impressionante, ela tinha puxado a saia para cima e estava sentada no sofá à minha frente, de pernas abertas e sem cuequinhas =0 mas não era essa a “coisa” que ela me queria mostrar, o que ela me queria mostrar era que se apresentava agora dentro da “nossa moda”, como ela disse, ou seja, com a ratinha totalmente depilada (e com um aspecto delicioso) perguntei, mas como? como é que tu sabes? (relembro que na noite de sexta para sábado apenas ela ficou nua na nossa presença) e então ela contou-me que, ao acordar, foi à nossa procura pela casa e nos descobriu a dormir juntas e nuas e que reparou nessa altura que ambas tínhamos as ratinhas totalmente depiladas e resolveu entrar no “clube”.


no meio de risadas cheguei-me junto dela e beijei-a, ela retribuiu calorosamente e começamos nos “amassos” com os nossos corpos a tocarem-se por cima da roupa ainda vestida, abri-lhe a camisa e percebi que além de não ter trazido cuequinhas o soutien tamb]em tinha ficado em casa ;) e de dentro da camisa aberta saiam 2 voluptuosos seios, acariciei-os e chupei-os mas não por muito tempo, ela não deixou, afastou-me deitando-me no sofá dizendo no no, oggi è il mio tempo, ricordi? que é como quem diz “hoje quem manda aqui sou eu”. ;)

 

relaxei e deixei-me ir, ela tinha razão, hoje era a vez dela de mostrar o que vale. despiu-me delicadamente e foi-me acariciando com pequenos toque aqui e ali, sentia o queixo dela a deslizar pelo meu peito e barriga, senti-a a abrir-me os lábios da ratinha e a meter-me a língua bem dentro deles arrepiando-me todinha, voltou a fazê-lo vezes sem conta, como uma onda a rebentar na praia, enfiava-me a língua bem fundo na entrada da vagina e depois fazia-a deslizar suave e constante até ao clítoris. arrepiava-me a cada um destes movimentos, e foram tantos, dezenas, talvez centenas de vezes que o fez sem perder nem a localização nem o ritmo, uma coisa impressionante, escusado será dizer que fui aguentando o mais que pude até não dar mais e lhe apertar a cabeça entre as minhas coxas num orgasmo brutal, daqueles a bater no máximo da escala como diria a “su”.


após este orgasmo ficamos um bom tempo em carícias mútuas após o qual ela lá me deixou tratar da ratinha dela “`a minha maneira”, foi bem diferente da outra noite, desta vez explorei-a mais, meto-lhe os dedos dentro como eu gosto apesar de ela ter atingido o limite do confortável com 3, foi muito bom. após ela atingir também um belo orgasmo fizemos uma pausa, relaxamos e ela guiou-me até ao quarto onde ela ainda tinha ainda mais uma surpresa para mim.

 
deitou-me de lado e encaixou-se em mim, ao principio aquilo estava um pouco complicado até porque eu não sabia o que ela queria fazer mas depois com alguma entreajuda a coisa ficou perfeita, ficamos encaixadas uma na outra numa espécie de tesoura ou de “x” com as cabeças para lados opostos e as ratinhas encostadas e deslizando uma na outra, e que molhadas que estávamos ambas.

 

ao principio confesso que pensei que iria ser mais uma desilusão, não estava a perceber a excitação que poderia dar as ratinhas a tocarem-se e deslizarem uma sobre a outra, mutuamente, mas a verdade é que a conjugação de factores com o facto de estarmos totalmente depiladas e muito molhadas resultou em pleno e não demorou para que começasse a sentir bastante prazer com aqueles movimentos ora vaivém ora circulares que ela fazia sobre mim, decidi participar um pouco nesse trabalho e passamos a movimentarmo-nos as duas alternadamente ou em simultâneo e a coisa começou a aquecer e bem, percebi que à medida que os nossos fluidos iam secando as sensações eram menores e alcancei rapidamente o meu óleo favorito e deitei um pouco sobre nós, ela sorriu e acenou que sim, antevíamos o prazer, ela movimentava-se mais freneticamente e senti que estava prestes a atingir o orgasmo, olhou para mim e eu disse-lhe “vamos” passado segundos ela atinge um enorme orgasmo e como um choque eléctrico esse orgasmo propagou-se fazendo atingir um também. estamos exaustas e bem esfoliadas nas nossas ratinhas mas valeu a pena a experiencia e as sensações únicas que ela me transmitiu, nunca tinha pensado neste tipo de movimentos entre mulheres mas agora sabia que podiam funcionar e que bem que eles funcionavam.


a noite estava ganha e agora era preciso descansar, no dia seguinte havia trabalho e não queria correr o risco de aparecer com cara de “doente” em frente da estúpida da minha patroa.

banda sonora: tiago bettencourt - pó de arroz
sinto-me: duplamente maravilhada
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:44

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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

a colega italiana – novos desenvolvimentos

depois daquele primeiro episódio “curioso” nasceu entre nós uma amizade que perdurou mesmo quando ela voltou ao seu local de trabalho de origem. não há dia que ela não me mande 5 ou 6 e-mails pessoais ou simples fw, daqueles que mandamos (erradamente) para toda a nossa lista de contactos.

 

no outro dia convidei-a para jantar, aliás, para jantar comigo e com a “su”que entretanto arranjou um “furo” na sua agenda para estar comigo e por a conversa em dia. já tinha falado nela à “su” mas apenas pelo telefone, quando lhe contei a história da banana e ela estava também muito curiosa para a conhecer.

 

fomos jantar num sitio calmo, os dias tinham andado do pior que pode haver em termos de trabalho e de stress e precisavamos mesmo era relaxar. a “su”, como sempre, conhece tudo, e lá arranjou lugar para nós num restaurante (não muito caro) para os lados da marina de cascais.

 

quando chegamos (a lorena foi à boleia comigo) a “su” já estava à nossa espera, entramos sem demoras que a fome já apertava. era um restaurante italiano ;) e, como tal, deixamos a nossa amiga fazer as honras da casa e ajudar-nos na escolha dos pratos, ela lá foi dizendo que a comida italiana em italia é um pouco diferente da que temos em portugal mas fizemos um mix de pratos e comemos de tudo um pouco.

 

um jantar bem comido e bem regado com vinho italiano, pelos menos elas duas beberam que se fartaram, eu não é que não goste mas prefiro o retiro do lar para beber, até porque como estava a conduzir também não dava muito jeito ficarmos a pé. a lorena é assim mesmo, muito expontanea, quando vê ou ouve algo que lhe chama a atenção não se coibe de comentar e/ou perguntar coisas e tanto eu como a “su” gostamos disso. conversamos um pouco sobre as nossas vidas e, acima de tudo, rimos muito. desde que iniciei convivencia com a lorena não sei se foi ela que aprendeu muito melhor o português ou eu o italiano, mas o facto é que nos conseguimos entender quase perfeitamente.

 

se ela já se tinha mostrado pouco inibida no dia-a-dia então no nosso meio e com uns copitos a festa era geral e mais cedo ou mais tarde a conversa teria (inevitavelmente) que ir parar ao tema de sempre – sexo.

 

falamos e falamos, rimos e disparatamos até que chegou a hora de ir para casa, mas o estado assim o pedia que evitassemos muitas viagens e fomos todas para a minha. fiz questão de a pôr à vontade com o espaço e tudo o que precisasse, perguntou se podia tomar um banho que não conseguia dormir “suja”, a “su” num dos seus repentismos habituais perguntou-lhe logo se ela precisava de ajuda no banho, ao que ela recusou, sorrindo.

 

passados segundos voltou à sala já enrolada numa toalha a perguntar-me se por acaso tinha uma escova de dentes a mais, claro que sim, tenho sempre! e disse-lhe novamente que estava em casa, podia tirar da gaveta por baixo do lavatório ao que ela respondeu - em casa não estou, mas quase! estranhei a resposta e perguntei – porquê? falta-te alguma coisa que precises? – não, disse ela, mas se estivesse em casa andava nua, adoro andar nua em casa! olhem só o que ela foi dizer, respondi de pronto, se quiseres anda, ninguém leva a mal! e mal tinha acabdo a frase já ela soltava um “yupi” de alegria (também alcoolica) e atirava a toalha ao ar ficando apenas de soutien e de cuequinha.

 

uau, disse logo a “su”, que lindo conjunto tu tens – referindo-se à cuequinha e soutien que por acaso eram realmente muito bonitos, ela ou não percebeu ou fez-se despercebida e segurando por baixo das copas do soutien e puxando ligeiramente para cima disse – sim, são duas! rindo em seguida.

 

ficamos um bocadinho palermas com mais esta atitude, a italianita tinha atitude mesmo, postura rebelde, como nós gostamos. ;)

 

ela foi tomar o banho e nós duas ficamos na sala a comentar a lingerie dela ;) era um conjunto realmente muito bonito com uma cuequinha com uma forma “sui generis” nem era normal nem era tanga, era algo intermédio que lhe assentava muito bem nas formas redondinhas mas, curiosamente, bem firmes e sem uma única estria (segundo o olho atento da “su”). era sem dúvida uma mulher muito bonita vestida e igualmente linda despida ;) segundo a “su” ela tinha corpo de brasileira e não de italiana (vá-se lá saber de onde ela conhece mais italianas para comparar ;)

 

confesso que aquela cena me deu uma certa “vontade” de ver até onde é que ela dava, mas nem abri a boca sobre o assunto senão a “su” era bem capaz de estar a fim de uma das dela. mas nem precisei de abrir a boca que ela saiu-se logo com um “olha lá, achas que ela alinhava num ménage feminino?” – e eu sei lá “su”, não te ponhas a dar-me ideias, ela nem nos conhece bem ainda é capaz de levar a mal. nisto entra ela de novo na sala, enrolada na toalha mas desta vez notoriamente acabada de sair do banho. se isso for possivel estava ainda mais arrebatadora, acho que qualquer homem (ou mulher) lhe cairia o queixo ao ter aquela visão, como nos aconteceu a nós duas.

 

dirigiu-se a mim e perguntou-me se tinha alguma loção de corpo que ela pudesse usar. claro que sim, levantei-me e fui buscá-lo enquanto ela se sentou no sofá junto da “su” – está aqui! disse-lhe eu, fazendo em seguida uma pausa trocando um olhar com a “su” – queres ajuda para pôr? não resisti, tinha mesmo que fazer esta pergunta.

 

ela olhou-nos por um instante e acenou com a cabeça que sim, virando-me as costas para que pudesse começar, sentei-me atrás dela e comecei a passar o creme massajando levemente aquela pele macia, libertou mais a toalha para que pudesse descer e pude reparar que estava totalmente nua, continuei a massajar-lhe as costas enquanto a “su” já pegava no frasco para me “ajudar”, começando a espalhar-me creme nas pernas. senti que ela estava a gostar, e muito, da massagem e que à medida que iamos avançando ela se ia descontraindo mais e mais.

 

finalizadas as costas ela abriu a toalha mostrando-nos totalmente as suas formas femininas, deitando-se em seguida de barriga para baixo em cima dela. estava realmenente muito bem cuidada e tinha umas linhas muito bonitas, um peito bonito de dimensões bastante boas e muito firme, a ratinha estava delicadamente aparada e depilada com as virilhas bem cavadas deixando um fio de um dedo de largura apenas no centro.

 

passamos a massajá-la nas costas, braços, coxas e pernas a 4 mãos, contornando as suas formas e de vez em quando subindo pelo interior das coxas até quase tocar na ratinha dela, sentia soltar pequeninos gemidos cada vez que isso acontecia e não demorou até que entrasse a 100% no jogo, voltando-se ao contrário e dizendo - ora é l'altra faccia! que é como quem diz – falta o outro lado!

 

comecei bela barriga também ela firme e trabalhada mas logo ela me guiou as mãos para o peito, e que peito ;)

 

a “su” continuava nas pernas mas começou a “abusar” um pouco mais tocando-lhe directa e diversas vezes na ratinha, situaçoes que a faziam estremecer, após algum tempo pegou-me na mão e guiou-a até a ratinha dela começando a masturbar-se usando a minha mão. os movimentos foram acelerando o ritmo e não me coibi de lhe começar a enfiar um dedo na ratinha cada vez que a mão descia, ela parecia estar a adorar o que nos deu ainda mais vontade de continuar, algu]em me puxava o braço para o lado, era a “su” já cheia de vontade de lhe enfiar a lingua (ela não perdoa mesmo) e assim fez mas apenas por breves segundos pois ela rapidamente atingiu o orgasmo, segurou-nos nas mãos e puxou-nos para ela abraçando-nos uma de cada lado.

 

e a noite por ali ficou, ela acabou por adormecer no extase do orgasmo, deixamos as conversas para o dia seguinte, tapamo-la e fomos também nós dormir, ou, pelo menos, fomos para a cama (que mulher também não é de ferro). ;)

 

banda sonora: scissor sisters - i don't feel like dancin
sinto-me: deslumbrada
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:47

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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

a banana e a colega italiana

após prolongada ausência (aposto que nem sentiram a menor falta) retomo o meu diário com um acontecimento dos primeiros dias após a volta ao trabalho.

 

com muita gente ainda a gozar as suas férias houve necessidade de relocalizar, como a administração tanto gosta de dizer, pessoal de uns departamentos para outros de forma a colmatar algumas ausências importantes no desenrolar do trabalho. foi com surpresa que,  finalmente, tive o prazer de conhecer a “tão badalada”, pelo sector masculino, colega italiana. já tinha ouvido falar tanto dela que foi como se já a conhecesse, os homens naquela casa não se calam 1 minuto por causa dela e quase que se babam, quando não o fazem mesmo, a falar dela.

 

era realmente uma mulher muito bonita, cabelos longos, pretos e muito brilhantes de bem cuidados que estavam e depois, o contraste abismal, uns fabulosos olhos cor azul-água que saltavam à vista de todos.

 

confesso que a pela forma lasciva com que os homens falavam dela a fazia um pouco mais elegante, não que fosse gorda ou “malfeita”, muito pelo contrário, mas tinha feito mentalmente uma imagem dela mais magricela, ao contrário da realidade onde se notavam de forma bem vincada as proeminentes curvas.

 

apesar da comunicação ter sido um pouco estranha no inicio pois ela ainda fala pouco o português, entendemo-nos perfeitamente num misto de “italianês” com “portuguiano”.

 

realmente estava embasbacada com aqueles olhos que ela tinha, eram lindos mesmo, confesso que passei mais tempo no primeiro dia a olhar para ela do que a trabalhar, se calhar foi por isso  mesmo que fiquei com o trabalho todo atrasado ;)

 

o dia passou-se e chegou a hora do lanche, como o café onde costumava ir lanchar também ele estava de férias tinha trazido lanche de casa, nada de especial, umas bolachas e uma ou outra peça de fruta e foi então que a colega italiana se revelou. estava eu sentada a preparar-me para lanchar quando chega ela vindo da fotocopiadora e me diz num português muito “cantado” - uau, banane! percebendo o tom de “chacota” respondi de pronto, - sim, rindo, também queres uma? tenho aqui! solicitação à qual ela respondeu de pronto com uma provocação – no, grazie, non posso mangiare banane sul luogo di lavoro (o que quer dizer, não posso comer banana no trabalho) – porquê, faz-me mal! – disse eu fazendo sinais com a mão na barriga! - no, io sono molto eccitata! respondeu ela rindo-se a bom rir. percebi de imediato, o meu italiano não é assim tão mau, ela estava a gozar comigo dizendo que não podia comer banana no trabalho que ficava muito excitada, mas esta foi uma brincadeira que acabou por quebrar decididamente o gelo entre nós.

 

como quem tem por habito ler este diário saberá, não sou nada de me ficar para trás nestas provocações e desafios e partindo desse pressuposto teórico até começar a comer a banana de forma “pouco ortodoxa”, e nada aconselhável para um ambiente de local trabalho, foram apenas segundos, e muito poucos ;)

 

chupei e lambi a banana toda como se de outra coisa se tratasse sempre sorrindo entre dentes e olhando pelo canto do olho para a colega. ela ficou de boca aberta a olhar-me com uma cara de total espanto e talvez até algum “choque” durante todo o tempo, no final, depois da banana comida, perguntei-lhe rindo se afinal queria a banana que tinha para lhe oferecer ou se já estava excitada o suficiente.

 

ela respondeu apenas - amo questo lavoro! non intorno agli altri! que é como quem diz, já não quero voltar para o outro lugar onde estava.

banda sonora: nate james - the message
sinto-me:
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:41

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Terça-feira, 1 de Julho de 2008

masturbação – poderosa terapia anti-stress

tenho andado stressada, já o saberão pois já dei disso conta, bem como dos motivos desse mesmo stress no meu último post. e para quando o stress aperta e não dá sequer vontade de estar com outras pessoas há uma terapia “a solo” que descobri há já muito tempo atrás mas que parece não ter perdido eficácia com o passar do tempo, antes pelo contrário, parece cada vez mais apurada, isso mesmo – a masturbação, mas não uma masturbação qualquer, mas não uma masturbação à pressa, “a correr” ou com tempo contado, nem sequer uma masturbação espontânea, do momento ou por impulso. antes aquilo a que chamo “vim” ou “masturbação vip”. e como é que é essa “masturbação vip”? é fácil, eu explico.

em primeiro lugar, e como já disse, não é “espontânea”, tem hora e local marcado ou, melhor dizendo, é necessário “reservar” espaço e tempo para que ela ocorra sem perturbações de qualquer espécie.

em seguida devemos tratar de nós como se nos estivéssemos a preparar para o “encontro das nossas vidas” e não como algo que como é para nós não precisamos “caprichar”, precisamos sim, aliás, exactamente por ser de nós para nós é que devemos cuidar ainda mais todos os detalhes. um banho demorado de espuma ou sais pode ser uma importante parte dos “preliminares”.

devemos também pensar no que queremos ou nos apetece fazer e preparar antecipadamente o que precisamos ou podemos vir a precisar, se gostamos de usar acessórios, lubrificantes ou seja lá o que for devemos ter “tudo à mão” e não interromper o processo a meio só porque nos lembramos de fazer “isto” ou “aquilo”.

como disse antes, nesse “período reservado” não há espaço para telefones, campainhas ou outros motivos de interrupção ou distracção, o rádio ou a tv são acessórios que poderão ser usados mas convém que não seja quando estão a dar as noticias ou algo do género.

eu é assim que faço, um belo banho seguido de uma auto-massagem com óleo para ficar macia, hidratada e sedosa. coloco uma lingerie “sexy” (tal e qual como se fosse para alguém), preparo o que preciso e coloco junto do local escolhido (isto se decidi usar algo mais que as mãos  ), desligo o telemóvel e começo a sessão vagarosa e suavemente como se tivesse todo o tempo do mundo, toco-me nos seios em movimentos circulares da base para o centro em direcção aos mamilos pondo-os duros, depois desço vagarosamente e massajo as pernas e as coxas em direcção às virilhas.

quando chego à ratinha gosto de passar um bom tempo tocando-me suavemente por cima das cuequinhas sentindo-me a ficar molhada e as cuequinhas a ficarem húmidas. depois de bem húmida gosto de passar um dedo pelo centro, abrindo os lábios e provando o meu sabor, depois coloco a mão dentro das cuequinhas (sem as tirar) e vou-me tocando mais em baixo, mais em cima, brincando bastante com os lábios, o clítoris, a entrada da vagina e até mesmo o buraquinho do rabinho, uso diferentes dedos e diferentes partes do dedo, por vezes a unha (com cuidado) e vou metendo também a ponta dos dedos na vagina. gosto também de dar pequenas palmadinhas junto ao clítoris, são como pequenos choques eléctricos, muito estimulantes

quando por fim tiro as cuequinhas e me abro toda, é a hora de mudar também bastante de ritmo, vou introduzindo e retirando 1, 2 ou mais dedos na vagina com algum ritmo num movimento deslizando a palma da mão, acompanhando a forma de concha da minha ratinha tocando a palma da mão no restante. por vezes volto às palmadinhas mas desta vez com a mão mais em concha fazendo um movimento de uma certa “sucção” (que só resulta plenamente quando bem depilada).

depois é a fase mais hard com, ou sem acessórios (na maioria das vezes sem), trato da minha ratinha pelo menos com 2 dedos em movimentos vaivém frenéticos misturados com toques circulares no clítoris com a outra mão até me vir por completo num orgasmo daqueles de saltar e ficar a tremer por dentro durante uns bons minutos.

qual é o meu “segredo” para esses orgasmos brutais, já me têm perguntado algumas pessoas, inclusivamente pelo e-mail aqui do blog. o segredo, se assim se pode dizer, é tocarmo-nos onde gostamos, é explorarmo-nos sem medos nem tabus e, no meu caso, resulta muito bem “pausar” quando sentimos que estamos prestes a atingir o orgasmo, e ir “pausando”, moderando a intensidade e ir tendo “micro-orgasmos” ou “quase orgasmos” culminando com um último daqueles que vêm mesmo das profundezas e o qual somos incapazes de parar.

comigo, resulta! e o stress, vai-se todo

caso o stress seja mesmo grande, é apenas uma questão de repetir a dose as vezes necessárias até o eliminar por completo  ;) diz quem sabe que é uma das melhores terapias para evitar a depressão ou para curar quem sofre de uma.

 

sinto-me: curada
banda sonora: keane - is it any wonder
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:21

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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

inesperada sedução – continuação

no dia seguinte olhei diversas vezes para o cartão dele pensando se deveria ou não ligar-lhe, mas também o que tinha eu para lhe dizer, nada! esse era um problema, não tinha qualquer assunto que justificasse a minha chamada. peguei no telemóvel e entrei na agenda quase sem saber porquê, olhei para a semana seguinte e tinha uma “nota” para me lembrar qualquer coisa. entrei a ver o que era. que estúpida, claro, era o aniversário da “su” e eu que ainda não me tinha lembrado dela.

e foi então que se fez luz na minha cabecinha, claro, nem mais, o aniversário da “su” é uma desculpa mais do que perfeita para ligar para ele, vou tentar combinar com ele para tentar fazer uma festa-surpresa no bar. se o pensei melhor o fiz. liguei de imediato, era quase hora de almoço mas atendeu-me com uma voz de quem tinha acabado de ser acordado pelo telefonema (que estúpida pensei, ele deve deitar-se às tantas é normal que ainda esteja a dormir). pedi-lhe de imediato desculpas mas ele logo mudou de voz e disse que não havia problema, pelo contrário que era “até bom ser acordado pela minha voz” (um piropo atrevido mas com imensa classe) ;)

ainda meia atarantada lá lhe expliquei o motivo do meu telefonema e ele prontificou-se de imediato a ajudar-me a preparar a festa.

voltamos a falar mais uma ou duas vezes para combinarmos os detalhes durante essa semana e finalmente chegou o dia, o dia do aniversário da “su”.

há dias que via na cara dela alguma tristeza pelo facto de eu ainda não ter falado nada nem ter combinado coisa alguma com ela (pensava que tinha esquecido mesmo dela). liguei-lhe ao final da tarde perguntando-lhe se ela queria ir comigo ao tal bar novamente com a alegação de que queria ver o “rapagão” (o que em parte era verdade) ;) inicialmente quis recusar o convite mas após muita insistência minha lá aceitou, mal ela sabia o que a esperava...

mal chegamos dei, como combinado, um “bip” para o telemóvel dele, era esse o sinal que íamos entrar. sem suspeitar de nada ela entrou à frente e mal colocou os pés lá dentro rebentou o champanhe e a música começou a tocar. foram trazendo o bolo apenas com uma vela que ela apagou que enorme satisfação, foi impressionante a forma como a expressão dela mudou naquele momento, foi mesmo totalmente surpreendida pela festa. abraçou-se a mim e agradeceu-me imensas vezes ;)

entretanto o ritmo do bar, interrompido com a nossa entrada, “voltou ao normal” e lá nos sentamos num canto em “l” junto ao balcão. a “su” chamou o “rapagão” para se sentar connosco e comer uma fatia de bolo para lhe agradecer também a amabilidade em ter acedido a esta solicitação e lá ficamos os 3 entre dedos de conversa, o bolo, e algumas bebidas. já algumas horas passadas a “su” resolve pedir uma rodada de “shots” para nós, partilhada também pelos empregados do balcão do bar à qual se seguiu uma outra pedida por mim e, passados mais uns minutos, uma terceira pedida pela “rapagão”. já estávamos mais “para lá” do que “para cá” e os “shots” eram fortíssimos. mais dança para cá e para lá e já estávamos as duas bem bebidas e bem passadas, durante a noite tinha trocado alguns olhares e mesmo toques de coxas (sem querer) ;) no “rapagão” aos quais ele tinha respondido com sorrisos. nesse dia fechamos literalmente a casa, no final da noite éramos as únicas clientes que tinham restado. a “su” estava totalmente “apagada” do álcool e do cansaço e o “rapagão” ofereceu-se para nos levar a casa. fomos para minha casa, a “su” estava mesmo ko e não estava em condições de ficar sozinha. ele ajudou-me a “carregá-la” para cima e a deitá-la no sofá. ficamos um pouco mais à conversa na porta com ele já meio de saída e sem saber bem como trocamos um enorme beijo de língua daqueles bem molhados que arrepiam o corpo todo. agarrei-o pela cintura e puxei-o para dentro, olhei para a “su” que dormia profundamente no sofá. trocamos mais uns quantos beijos e “amassos”, estava excitadíssima por aquele desfecho, nem podia acreditar que aquilo estava a acontecer, mas se estava, era a hora de desfrutar do que a vida nos dá ;) e aproveitar o melhor que podia.

passei-lhe a mão e senti-o já excitado, isso aqueceu-me mais ainda, enquanto nos roçávamos um no outro ele abria-me os botões da camisa e apalpava-me as mamas com força mas sem magoar (ele sabia o que fazia) puxou-me a saia para cima tocando-me na ratinha por fora das cuequinhas. passou leve e demoradamente o dedo pelo meio da minha ratinha marcando ainda mais as suas formas (a depilação faz o resto). era impressionante como aquele “rapagão” sabia tocar uma mulher, com firmeza. sentiu-me inevitavelmente molhada e num jogo de dedos afastou a minha cuequinha metendo um dedo dentro de mim, mordi o lábio e soltei um gemido, que dedos grandes tinha ele, aliás como as mãos, eram enormes. fui descendo lentamente escorregando pelo corpo bem trabalhado do “rapagão” enquanto ele colocava as mãos dele no meu peito e deslizando-as também aninhava-as entre as minhas maminhas e o soutien sem o retirar, baixou-se e disse-me ao ouvido – dás-me tesão, sabias? arrepiei-me, mas nada disse, apenas sorri desapertando-lhe o botão das calças.

ao abrir o “zip”, a primeira grande surpresa, cai-me um enorme pénis logo no colo. uau, disse eu, cabriolet  ;) pois, não gosto de usar cuecas, apertam-me – disse ele sorrindo. e final pude apreciar o excelente trabalho depilatório da minha amiga brasileira, com o qual, me confesso, tanto já tinha sonhado ;) estava fenomenal, perfeito, nem um pelinho, nada! estava liso e sedoso, a depilação total dava-lhe um aspecto ainda mais pujante e “avantajado”.

não hesitei nem mais um segundo e cai de língua nele lambendo-o desde a base até à ponta e vice-versa, ele gemeu de prazer e senti-o a ficar ainda mais excitado e rijo. lambi-lhe lenta, demoradamente a “cabecinha” em movimentos circulares com a ponta da língua que o fizeram delirar o que, modéstia à parte, fazem sempre ;)

a dada altura agarrou-me, levantou-me e deu-me novo beijo de língua daqueles de arrepiar, deitou-me na cama e enfiando os braços dentro da minha saia puxou-me as cuequinhas até meio das coxas, tirando o resto puxando com os dentes num misto de sensualidade e algum “instinto animal”. tirou-me os sapatos e beijou-me começando pelos pés e subindo pelas pernas, coxas e virilhas. ao perceber que também eu estava toda lisinha como ele riu-se e disse – que maravilha ;) passou a língua toda em volta da minha ratinha tocando levemente de quando em vez nos lábios arrepiando-me toda, depois, num repente, caiu de boca no meu clítoris dando-lhe uma chupadela vigorosa que me fez estremecer toda, quase tive um orgasmo naquele momento (ou se calhar até tive mesmo) foi uma espécie de pré-orgasmo de boa intensidade mais muito curto seguindo-se um vaguear de língua por toda a minha ratinha, abrindo-me e tocando apenas com ela enquanto as suas mãos me puxavam o soutien totalmente para baixo e me acariciavam os mamilos entumecidos. o misto de sensações era incrível era como se me tivesse a tocar no corpo todo e houvesse um estímulo contínuo que subia e descia pela minha coluna como um elevador num shopping movimentado. agarrei-o com força pelos cabelos, apertei a cabeça dele ainda mais contra mim e vim-me num orgasmo brutal tanto em duração como em intensidade. aquele “rapagão” estava realmente a “dar conta” de mim como eu gosto. virei-me na cama, tirei a saia, a camisa e o soutien, ficando completamente nua. ele fez o mesmo retirando a camisa aberta e as calças que andavam já há algum tempo pelos tornozelos. coloquei-me de gatas em cima da cama, alcancei a minha ratinha com a mão por entre as pernas e abrindo-a com os dedos disse-lhe – anda, mete-mo todo, mostra-me como é esse “pauzão” dentro de mim!

percebi que a conversa e a provocação tinha plena aceitação e foi isso que ele fez quase de imediato. antes, surpreendeu-me novamente, abrindo-me afastando-me as nádegas e dando-me um enorme beijo de língua no rabinho. não era a primeira vez que mo faziam, mas desta forma foi realmente inesperado, ele percebeu a minha surpresa e disse – desculpa, mas teve que ser, tens um rabinho muito apetitoso ;) sorrimos os 2.

o se seguiu foi uma sensação de sexo do puro e do duro (e do bom) com estocadas fortes, profundas e ritmadas que me fizeram vir mais 3 vezes sem que ele parasse 1 só segundo. variava o ritmo e a profundidade, ficava períodos de tempo só na entradinha num vaivém dentro e fora da minha ratinha fazendo-me sentir aquela “cabecinha” de boas dimensões a entrar e sair tocando-me no clítoris e alargando-me, ao que se seguia novo período em que me fazia sentir todo o seu comprimento e volume dentro de mim até me tocar no fundo. mudamos de posição mais 2 ou 3 vezes terminando (como eu tanto gosto) eu em cima dele a “cavalgar a toda a sela” ao meu ritmo e com toda a profundidade sentindo tudo e vendo a reacção e as expressões dele a cada “cavalgada”. senti-o estremecer e percebi que ia vir-se, ele também mo disse e foi então que saltei de cima dele, agarrei-lhe no “pau duro” e fi-lo vir-se para a minha boca e cara, os jactos pareciam não parar, inundou-me toda a cara e até o cabelo com o seu “leitinho quente”, dei-lhe algumas chupadelas puxando o restante e deixando-o escorrer pela minha cara caindo-me pelo queixo e pingando para cima dele. estávamos ambos bem cobertos pelo leitinho dele e foi então que ele levantando-se da cama me surpreendeu novamente dando-me novo beijo de língua apesar de eu ter a cara naquele “belo estado” ;) nunca ninguém o tinha feito e ele percebeu mais uma vez a minha surpresa e perguntou – o que foi? algum problema? não, nada, só não estava à espera desta ;) não há nenhum problema – disse ele, continuando – não tenho nojo de mim!

parei 1 segundo para pensar naquela frase que fazia todo o sentido, não é lógico alguém adorar vir-se para a nossa cara e depois ter nojo de nos tocar se o motivo do “nojo” é dele próprio. mas ele não se ficou por aí e continuando disse – até te digo mais – e dizendo isso retirou com o dedo uma parte do leitinho que eu tinha a escorrer-me para os olhos e bebeu-o.

realmente aquele homem era muito diferente de todos os que conheci antes em termos de mentalidade, era total e verdadeiramente open minded no verdadeiro sentido, nada parecia ser motivo de vergonha ou tabu e isso estava a cativar-me verdadeiramente. precisava de me lavar, o leitinho na cara é giro mas já estava a secar e essa sensação não é muito agradável pois dá imensa vontade de coçar ;) e também já tinha tido a minha máscara de beleza tempo suficiente ;)

voltava eu da casa de banho e de “deitar o olho” para ver se a “su” ainda respirava ;) quando fui novamente agarrada no corredor e puxada para dentro do quarto. o “rapagão” ainda não estava satisfeito, queria mais e eu estava perfeitamente na disposição de lho dar ;)

voltei a chupa-lo até ele ficar bem rijo, o que não demorou quase nada, deitei-o na cama e disse-lhe com firmeza – agora mando eu! ele apenas sorriu e disse – quero ver isso então! ele coitado não me conhecia, pois, caso contrário, saberia que não deveria lançar-me esse tipo de desafios sob pena de ter que “arcar com as consequências” e assim sendo não me fiz rogada, saltei para cima dele e dei-lhe com força, realmente a sensação da depilação total de ambos era fenomenal deslizávamos um no outro como seda e a pele em contacto directo proporcionava sensações ainda mais alucinantes. decidi surpreende-lo, aquele beijo de língua no meu rabinho ainda me estava bem presente na memória e queria dizer qualquer coisa, não hesitei, coloquei a mão atrás e espalhei os líquidos que saiam de mim e se iam acumulando para a zona do rabinho, peguei-lhe no “pau rijo” e coloquei-o na entrada no meu cuzinho, não era nada fácil “devorar” aquele pau enorme e o meu cuzinho estava um pouco desabituado dessas andanças, mas quando a vontade é muita, não há nada que não se consiga e lentamente lá foi furando e aninhando-se dentro de mim. via a cara de satisfação dele o que me dava alguma confiança extra, ficamos assim mexendo devagarinho até me habituar às dimensões xl do “rapagão” e lentamente lá fui começando a cavalgar com ele no cuzinho. sentia-me cheia, literalmente, o pau dele preenchia-me por completo fazendo-me sentir um misto de dor e prazer sendo que a dose de prazer era manifestamente muito maior que a pequena dor que sentia. alguns minutos depois a dor passou por completo e a cavalgada começou a ganhar outro ritmo. entretanto ele já decidira acrescentar a sua mão ao jogo tocando-me e estimulando-me o clítoris de forma a aumentar o meu prazer. mete-me mais – pedi-lhe eu – mete-me os dedos na cona, agora! quero sentir-te todo! quero-me vir assim! e ele assim fez, estimulando-me mais uma vez com imensa técnica e qualidade, pouco minutos depois senti o momento do orgasmo a aproximar-se, isso fez-me contrair-me mais o que o fez explodir a ele também. viemo-nos quase ao mesmo tempo tendo um bom orgasmo ao sentir aquele leitinho mais uma vez a escorrer em mim e desta vez por dentro.

ficamos alguns minutos deitados lado a lado na cama sem dizer nada, era já quase manhã, e os primeiros raios de sol já rompiam pelas janelas. já mais retemperados fomos ao merecido banho. mas as surpresas ainda não tinham acabado. ao sairmos do banho e ainda enrolados nas toalhas fomos surpreendidos pela “su” que tinha acordado e com uma cara de poucos amigos perguntava – o que é que se passa aqui? Então eu é que faço anos e vocês é que têm festa?

olhámos ambos para ela e apenas rimos.

 

sinto-me: sem mais comentários
banda sonora: perfume/rui veloso - intervalo
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:40

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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

sexo em locais públicos – fim-de-semana alentejano

 

um dos muitos “fetiches” que coloquei em prática com o meu “ex” da altura foi o chamado “sexo em locais públicos”, outro dia contei-vos acerca da experiencia no provador de uma loja. hoje quero contar-vos acerca de outra experiencia, mas desta vez, literalmente, ao ar-livre.

era um fim-de-semana prolongado tinha à muito decidido meter um dia de férias e aproveitar a “ponte” para fazermos um fim-de-semana a 2. o meu “ex” tinha um emprego por conta própria que lhe permitia certos “luxos” como estes sem ter que dar explicações a ninguém.

estava um belíssimo dia de sol e rumamos para o alentejo, ele tinha alugado um quarto numa quinta de turismo rural e iam ser uns dias para total descanso longe do mundo e das correrias do dia-a-dia.

ainda não tínhamos chegado ao destino, passeávamos a uma velocidade moderada por uma estrada secundária ladeada por campos de girassóis. estavam abertos, com umas cores fabulosas contrastando com um céu azul apenas salpicado aqui e ali por pequenas nuvens brancas. podemos parar um bocadinho? – disse eu. sim, claro! quero ir ali ver os girassóis de perto. saí do carro e pulando, literalmente, a cerca entrei pelo campo de girassóis dentro. era magnífico, os girassóis estavam altíssimos, com uns 2 metros de altura ou mais cobriam-nos e escondiam-nos por completo. olha que ainda aí aparece o dono disso! – gritou ele lá do fundo. e foi aí que tive uma ideia brilhante, estava disposta a surpreende-lo por completo e era simplesmente o momento e o local perfeito para isso. chamei-o. o que foi? - disse ele. anda cá ver uma coisa!

à medida que o sentia avançando por entre os girassóis e o ia guiando com a minha voz decidi despir-me com alguma rapidez. deixei de o ouvir. perguntou – para onde agora? por aqui, não vês o sítio por onde passei? avançou novamente e passou quase na minha frente mas sem me ver. os girassóis naquela zona estavam mesmo bastante densos e noutras zonas apareciam algumas clareiras.

coloquei-me atrás dele e aproximei-me. ele sentindo o movimento voltou-se e foi aí que teve a visão do que tinha feito. estava completamente nua, tinha ficado apenas com os sapatos. uau! – disse ele. que é que estás a fazer assim? porquê? não gostas? anda cá! quero-te! aqui e agora!

abraçamo-nos e beijamo-nos longamente enquanto ele se ia despindo também com a minha ajuda. baixei-me puxando-lhe os boxers para baixo e abocanhando-lhe logo o zezinho que já estava algo excitado. chupei-o com força e alguma profundidade ficando imediatamente duro, muito duro mesmo. senti que ele, como eu, estava excitadíssimo com toda a situação. chupei-o por mais uns minutos, colocando-me em seguida “de gatas” no chão e dizendo-lhe – anda, quero-me que fodas por trás! ele ficou louco! ele adorava comer-me naquela posição. enfiou-me o pau duríssimo na ratinha que já pingava de tesão e deu-me uma estocada até ao fundo fazendo-me abrir a boca e gemer de prazer. e por ali continuou dando-me com força, com muita força mesmo, senti que ele estava realmente excitado e pedi-lhe que me fodesse mais e mais – quero com mais força! fode-me! mais! – disse-lhe por diversas vezes. largou-me a cintura e pegou-me nas maminhas continuando a dar-me estocadas fortíssimas até ao fundo. sentia-o todo dentro de mim e que duro que estava, já me tinha feito vir duas vezes quando ouvi - ai, vou-me vir! vem-te, vem-te! – disse-lhe eu. quero que te venhas para as minhas costas! quero sentir o teu leitinho quente em cima de mim! e passados segundos foi isso mesmo que senti, um enorme jacto de leitinho que me invadiu as costas por inteiro ao qual se seguiram outros cobrindo-me as costas de leitinho quente. nunca o tinha visto a ter um orgasmo tão longo e com tanta quantidade de leitinho, tal como nunca o tinha sentido tão duro e tão grande. beijamo-nos. ele correu ao carro para buscar algo onde me pudesse limpar para me voltar a vestir.

assim que saímos do campo de girassóis e entramos no carro ouvimos um barulho de motor. olhamos em volta e vimos um agricultor no seu tractor que acabava de chegar junto a nós, olhou-nos mas não disse nada. arrancamos com o carro e olhamos um para o outro – foi por pouco – pensamos, mas estávamos ambos tão saciados que nem nos preocupamos com isso. o hotel esperava-nos e o fim-de-semana prolongado acabara de começar.

banda sonora: alicia keys - no one
sinto-me: maravilhada
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:01

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Sábado, 7 de Junho de 2008

Sexo, Futebol ou Ambos?

não podia ficar indiferente ao facto do país inteiro andar com novamente com a "panca" do euro e do futebol. confesso que a selecção não me excita muito, nem sequer o cristiano ronaldo ou outros tais. nem sempre a carne "nova" é tenra e há muita que apesar de nova já está bem "amassada" ;)

 

mas em que pensam mais os portugueses, futebol ou sexo? no me caso digo apenas que passo bem sem futebol, já sem sexo ;)

 

uma colega minha dizia acerca do assunto em jeito de brincadeira, o marido dela era um louco por futebol e pelo sporting que parecia que era a única coisa neste momento capaz do o excitar, como achei que o verde não lhe iria ficar muito bem, sugeri que ligasse o rádio durante um jogo do sporting e lhe saltasse para cima, podia ser que a coisa assim melhorasse ;)

 

mas, como não sou muito apreciadora, a ver vamos o que arranjo hoje como programa já que a vontade de ver homens a correr atrás de coisas redondas (sendo que nenhuma delas me pertence) não me está a fascinar muito, além de que, os turcos são, digamos, feínhos demais para o meu gosto.

 

mas pronto, que ganhe portugal e que possamos comemorar bem no final ;)

 

banda sonora: hino nacional
sinto-me: patriota acima de tudo
publicado por diariodeumamulhermadura às 18:53

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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

“dirty talk” ou a excitação pela linguagem

todos sabemos que mais do que as coisas que são ditas, a forma como são ditas podem ter um carácter ora agressivo, ora cativante, repulsivo ou chamativo e saber dizer as coisas certas nos momentos certos é, sem dúvida alguma, uma arte que convém seriamente aprender.

este assunto veio “à berlinda” após um forward de um e-mail daqueles muito “manhosos” que me chegou já não sei de quem e que enviei de imediato à “su” (ela gosta sempre de estar a par das novidades) era um pequeno clip de vídeo totalmente porno que nem me dei ao trabalho de ver até ao final apesar de ter pouco mais de 1 minuto de duração. reply imediato da “su” – que treta ao menos podia ter som! voltei a abrir o ficheiro e realmente reparei que o clip de vídeo era mudo (o que ás vezes dá imenso jeito para não passar vergonhas no trabalho) mas pensei um pouco no que me tinha dito a “su” e no desinteresse imediato dela pelo facto de não ter som.

realmente uma cena de sexo “muda” perde muito da sua excitação mas porque é que o som é assim tão importante?

tínhamos combinado de almoçar juntas e mal chegamos lancei o assunto. olha lá, porque é que sem som as cenas de sexo perdem a piada? porque sim! – diz-me ela. o que dá “pica” é ouvir os gemidos, as palmadas e principalmente a conversa. a conversa? – perguntei eu. sim, eu adoro os filmes brasileiros por causa disso ;) riu-se. falam a nossa língua e tem muito mais impacto um “me fode” do que um “fuck me” apesar de em ambos os casos sabermos o que significa. pensei por alguns momentos no que me acabava de dizer a “su”. realmente ela tinha razão, recordei naquele momento um “ex-namorado” de tempos bem antigos com o qual tive uma experiencia a esse respeito e perguntei à “su”, e tu? falas muito? dizes o quê? ;) ri

ela na sua descontracção do costume diz-me – claro que falo! digo o quê? de tudo! mas depende daquilo que me dizem. acho que depende de como sou “puxada” para a conversa, quem me souber levar, vou aos extremos! e o que são os teus extremos? – perguntei eu curiosa como sempre. nem queiras saber! extremos mesmo, tudo amiga, digo tudo, digo coisas que nem sabia que sabia dizer – disse dando uma enorme gargalhada.

não estava satisfeita, queria saber mais – vá lá, dá-me exemplos! estás tímida hoje ou quê? tímida? eu? mas queres saber exactamente o quê? o que dizes é para ti, é a forma como o tratas, é o quê? é tudo! há coisas que digo sempre ou quase sempre, eles passam-se, do estilo: “fode-me a coninha toda” ou “dá-me com mais força” ou ainda “quero-te todo dentro de mim”, mas quando vou a extremos sou bem capaz de dizer bem pior, do estilo, deixa-me pensar: “rebenta-me com a cona toda” ou “mete-me esse caralhão todo no cú” ou ainda, a pior: “trata-me como uma puta” ou “vem-te na minha cara”.

bem, tu realmente “dás-lhe forte” na linguagem. e que tal? ficam doidos amiga, ficam alucinados, vão buscar forças não sei onde para me dar tudo o peço e ainda mais ;) mas porquê? não me digas que não falas? falar falo, mas talvez não tanto assim. se calhar sou mais soft, mas reconheço que quando “puxo pelo língua” eles também puxam por tudo. e que é dizes? sei lá, digo, coisas semelhantes às tuas: “mete-me mais fundo”, “quero-o todo”, “quero a tua língua na minha ratinha”, “quero chupar-to” e gosto de perguntar, do estilo “queres a minha coninha agora, queres? ou o meu cuzinho?” isso creio que é o meu extremo. ah, mas tens que experimentar mais amiga, abusa deles, eles gostam, ou melhor, adoram.

saí daquele almoço a pensar, realmente, ouvimos tanto “palavrão” que nos repulsa no dia-a-dia que por vezes nos esquecemos que no momento e local certo, podem fazer verdadeiras maravilhas pela nossa satisfação sexual.

 

banda sonora: ez special - chama por mim
sinto-me: tentada
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:49

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