Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

ainda a colega italiana - os dias seguintes

o dia acordou e com ele também nós despertamos para a realidade, fui a primeira a levantar-me da cama e fui devagarinho até à sala ver como estava a lorena. não encontrei ninguém, no sofá apenas estava o cobertor enrolado com a cobrimos na noite anterior, ao voltar ao quarto dei de caras com ela no corredor, nua e com um enorme sorriso nos lábios soltando um alegre buon giorno olhei para ela com alguma surpresa, não sabia qual iria ser a reacção dela neste “dia seguinte”. não foi! não teve qualquer reacção, nem sequer tocou no assunto e simplesmente seguiu caminho para se vestir.

 

fui ao quarto chamar novamente a “su” e fui tomar banho, já as 3 bem acordadas e à mesa do pequeno-almoço disse a lorena sorrindo e piscando o olho questa notte ho fatto un sogno troppo bello, con voiçê duas foi esta a forma dela expressar o seu agrado pelo que se passou o que nos agradou a nós também, é que nestas coisas nunca se sabe com é o “dia seguinte”.

depois do pequeno-almoço, já algo tardio, fomos cada uma às nossas vidas até porque o sábado já ia a meio e há sempre muito o que fazer no fim-de-semana.

 

a meio da tarde, estava eu às compras, toca o meu telefone, era a “su”, perguntava-me pelo número da lorena pois queria perguntar-lhe uma coisa humm, estranhei o que lhe queres? perguntei, curiosa como sempre! queria saber onde ela comprou aquela lingerie, é o máximo, queria uma para mim! sim, mas olha, ela deve ter trazido de italia sei lá! respondi eu. mas pelo sim, pelo não, liguei-lhe.


tinha razão, aquele conjunto tinha vindo de italia mas ela garantia que já tinha visto cá em portugal e indicou-nos uma loja/marca que ela sabia que tinha um modelo em tudo igual. liguei à “su” a dizer que já sabia onde havia, ela veio ter comigo e fomos às compras juntas.

encontramos realmente um modelo semelhante, era um pouquinho diferente, mas assentava tal e qual, fiquei fã, é de uma suavidade e leveza que parece que não temos nada vestido (e olhem que eu sei o que isso é) ;) e como neste diário os segredos são mesmo para partilhar digo-vos que em portugal a marca que vende o dito é a intimissimi (para a próxima compra quero um bom desconto) que podem encontrar em muitos ou quase todos os shoppings.


o fim-de-semana não teve mais motivos de interesse mas a volta ao trabalho na segunda-feira voltou a surpreender, ainda mal tinha chegado ao trabalho recebo um e-mail da lorena dizendo apenas –
almoso hoggi? (para quem não entende esta nossa linguagem mista isto quer dizer “se almoçamos hoje”).


ao almoço conversamos um pouco mais e abordamos “ao de leve” a nossa noite a 3 mulheres, percebi que era uma fantasia nunca antes realizada por ela mas, percebi também que ela ainda não estava totalmente satisfeita, ou melhor, que tanto ela como nós, sentíamos que faltava algo, claro que sim, faltava uma parte importante, só ela nos tinha experimentado e não tinha havido a reciprocidade que convém sempre nestas coisas, dar e receber, é assim que funciona, certo? ;) percebi que havia muita vontade da parte dela de estar “connosco” outra vez. sabia que a “su”, por motivos profissionais, estava pelo menos por uns tempos “de fora” dessa possibilidade e por isso não avancei muito no assunto e dei-lhe a entender que teria que se quisesse mais “brincadeira” tinha que esperar algum tempo pois sentia que ela estava “mortinha” para mais.

voltamos ambas ao trabalho com aquela sensação estranha no ar, para mim era um elogio enorme ter aquela mulher de quem todos falam e muitos “babam” cheia de desejos, por nós, 2 mulheres. há coisas curiosas nesta vida, não há? ;)


a meio da tarde recebo uma sms no telefone, apenas senti o vibrar mas não pude ver logo naquele momento pois estava a meio de uma coisa importante de trabalho, passado alguns minutos senti novamente o vibrar sinal de nova sms, fingi precisar de ir ao wc para ver quem era e o que se tratava, as sms eram da lorena, a primeira dizia “preciso di vedere te. havere tempo pera me hoggi?” rematada pela segunda “solo o no. respondi-lhe de imediato, não podia demorar-me demasiado no wc e porque aquelas sms me deixaram logo excitada, respondi no meu melhor italianês que ela já entende e bem spero te a casa mia a 9 pm, ok?”.


sai do wc, passei a cara por água fria, estava a ferver, compus-me o melhor que pude e sai para voltar ao trabalho. cruzei-me logo com a minha chefe no corredor que é que passa? a menina sente-se bem? (é nestes mesmos termos que ela me trata) sim, sim, foi só uma ligeira indisposição disse eu à pressa veja lá, se precisa ir ao médico diga que eu não gosto de gente aqui doente e a fingir que trabalha! não, está tudo óptimo! já estou bem! obrigada! :p (estúpida da velha).


fiz questão de sair à hora mesmo que me desse jeito sair mais cedo, detesto que aquela víbora me fale assim, parece que lhe devo sempre favores!


corri até casa e preparei-me para a chegada da minha convidada.

 

20h49 estava eu a relaxar um pouco em frente à tv quando toca a campainha, era a lorena, estava 10 minutos adiantada. se eu estava excitada com aquela situação ela devia estar mais ainda, subiu num segundo e entrou, vinha cheirosíssima, dava para sentir o cheiro do perfume dela logo ao sair do elevador, vinha também com um look diferente, com o cabelo todo apanhado e para cima. convidei-a a entrar e a sentar-se, ofereci-lhe um pouco da bebida que estava a beber. estava um ambiente algo estranho, como que se de repente se tivesse criado um novo gelo entre nós. começamos a conversar e ela perguntou-me se encontramos a lingerie onde ela tinha dito, disse que sim mas que achava que não era exactamente igual ao modelo que ela usava e fui buscar para ela ver. ela explicou que igual era mas a dela era de uma edição diferente, algo especial que tinham lançado na altura do dia dos namorados. disse-me que também tinha uma coisa para me mostrar, fiquei à espera para ver o que era, disse-me que tinha que fechar os olhos por uns momentos, fechei.


ao abrir os olhos deparo-me com uma visão impressionante, ela tinha puxado a saia para cima e estava sentada no sofá à minha frente, de pernas abertas e sem cuequinhas =0 mas não era essa a “coisa” que ela me queria mostrar, o que ela me queria mostrar era que se apresentava agora dentro da “nossa moda”, como ela disse, ou seja, com a ratinha totalmente depilada (e com um aspecto delicioso) perguntei, mas como? como é que tu sabes? (relembro que na noite de sexta para sábado apenas ela ficou nua na nossa presença) e então ela contou-me que, ao acordar, foi à nossa procura pela casa e nos descobriu a dormir juntas e nuas e que reparou nessa altura que ambas tínhamos as ratinhas totalmente depiladas e resolveu entrar no “clube”.


no meio de risadas cheguei-me junto dela e beijei-a, ela retribuiu calorosamente e começamos nos “amassos” com os nossos corpos a tocarem-se por cima da roupa ainda vestida, abri-lhe a camisa e percebi que além de não ter trazido cuequinhas o soutien tamb]em tinha ficado em casa ;) e de dentro da camisa aberta saiam 2 voluptuosos seios, acariciei-os e chupei-os mas não por muito tempo, ela não deixou, afastou-me deitando-me no sofá dizendo no no, oggi è il mio tempo, ricordi? que é como quem diz “hoje quem manda aqui sou eu”. ;)

 

relaxei e deixei-me ir, ela tinha razão, hoje era a vez dela de mostrar o que vale. despiu-me delicadamente e foi-me acariciando com pequenos toque aqui e ali, sentia o queixo dela a deslizar pelo meu peito e barriga, senti-a a abrir-me os lábios da ratinha e a meter-me a língua bem dentro deles arrepiando-me todinha, voltou a fazê-lo vezes sem conta, como uma onda a rebentar na praia, enfiava-me a língua bem fundo na entrada da vagina e depois fazia-a deslizar suave e constante até ao clítoris. arrepiava-me a cada um destes movimentos, e foram tantos, dezenas, talvez centenas de vezes que o fez sem perder nem a localização nem o ritmo, uma coisa impressionante, escusado será dizer que fui aguentando o mais que pude até não dar mais e lhe apertar a cabeça entre as minhas coxas num orgasmo brutal, daqueles a bater no máximo da escala como diria a “su”.


após este orgasmo ficamos um bom tempo em carícias mútuas após o qual ela lá me deixou tratar da ratinha dela “`a minha maneira”, foi bem diferente da outra noite, desta vez explorei-a mais, meto-lhe os dedos dentro como eu gosto apesar de ela ter atingido o limite do confortável com 3, foi muito bom. após ela atingir também um belo orgasmo fizemos uma pausa, relaxamos e ela guiou-me até ao quarto onde ela ainda tinha ainda mais uma surpresa para mim.

 
deitou-me de lado e encaixou-se em mim, ao principio aquilo estava um pouco complicado até porque eu não sabia o que ela queria fazer mas depois com alguma entreajuda a coisa ficou perfeita, ficamos encaixadas uma na outra numa espécie de tesoura ou de “x” com as cabeças para lados opostos e as ratinhas encostadas e deslizando uma na outra, e que molhadas que estávamos ambas.

 

ao principio confesso que pensei que iria ser mais uma desilusão, não estava a perceber a excitação que poderia dar as ratinhas a tocarem-se e deslizarem uma sobre a outra, mutuamente, mas a verdade é que a conjugação de factores com o facto de estarmos totalmente depiladas e muito molhadas resultou em pleno e não demorou para que começasse a sentir bastante prazer com aqueles movimentos ora vaivém ora circulares que ela fazia sobre mim, decidi participar um pouco nesse trabalho e passamos a movimentarmo-nos as duas alternadamente ou em simultâneo e a coisa começou a aquecer e bem, percebi que à medida que os nossos fluidos iam secando as sensações eram menores e alcancei rapidamente o meu óleo favorito e deitei um pouco sobre nós, ela sorriu e acenou que sim, antevíamos o prazer, ela movimentava-se mais freneticamente e senti que estava prestes a atingir o orgasmo, olhou para mim e eu disse-lhe “vamos” passado segundos ela atinge um enorme orgasmo e como um choque eléctrico esse orgasmo propagou-se fazendo atingir um também. estamos exaustas e bem esfoliadas nas nossas ratinhas mas valeu a pena a experiencia e as sensações únicas que ela me transmitiu, nunca tinha pensado neste tipo de movimentos entre mulheres mas agora sabia que podiam funcionar e que bem que eles funcionavam.


a noite estava ganha e agora era preciso descansar, no dia seguinte havia trabalho e não queria correr o risco de aparecer com cara de “doente” em frente da estúpida da minha patroa.

sinto-me: duplamente maravilhada
banda sonora: tiago bettencourt - pó de arroz
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:44

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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

a colega italiana – novos desenvolvimentos

depois daquele primeiro episódio “curioso” nasceu entre nós uma amizade que perdurou mesmo quando ela voltou ao seu local de trabalho de origem. não há dia que ela não me mande 5 ou 6 e-mails pessoais ou simples fw, daqueles que mandamos (erradamente) para toda a nossa lista de contactos.

 

no outro dia convidei-a para jantar, aliás, para jantar comigo e com a “su”que entretanto arranjou um “furo” na sua agenda para estar comigo e por a conversa em dia. já tinha falado nela à “su” mas apenas pelo telefone, quando lhe contei a história da banana e ela estava também muito curiosa para a conhecer.

 

fomos jantar num sitio calmo, os dias tinham andado do pior que pode haver em termos de trabalho e de stress e precisavamos mesmo era relaxar. a “su”, como sempre, conhece tudo, e lá arranjou lugar para nós num restaurante (não muito caro) para os lados da marina de cascais.

 

quando chegamos (a lorena foi à boleia comigo) a “su” já estava à nossa espera, entramos sem demoras que a fome já apertava. era um restaurante italiano ;) e, como tal, deixamos a nossa amiga fazer as honras da casa e ajudar-nos na escolha dos pratos, ela lá foi dizendo que a comida italiana em italia é um pouco diferente da que temos em portugal mas fizemos um mix de pratos e comemos de tudo um pouco.

 

um jantar bem comido e bem regado com vinho italiano, pelos menos elas duas beberam que se fartaram, eu não é que não goste mas prefiro o retiro do lar para beber, até porque como estava a conduzir também não dava muito jeito ficarmos a pé. a lorena é assim mesmo, muito expontanea, quando vê ou ouve algo que lhe chama a atenção não se coibe de comentar e/ou perguntar coisas e tanto eu como a “su” gostamos disso. conversamos um pouco sobre as nossas vidas e, acima de tudo, rimos muito. desde que iniciei convivencia com a lorena não sei se foi ela que aprendeu muito melhor o português ou eu o italiano, mas o facto é que nos conseguimos entender quase perfeitamente.

 

se ela já se tinha mostrado pouco inibida no dia-a-dia então no nosso meio e com uns copitos a festa era geral e mais cedo ou mais tarde a conversa teria (inevitavelmente) que ir parar ao tema de sempre – sexo.

 

falamos e falamos, rimos e disparatamos até que chegou a hora de ir para casa, mas o estado assim o pedia que evitassemos muitas viagens e fomos todas para a minha. fiz questão de a pôr à vontade com o espaço e tudo o que precisasse, perguntou se podia tomar um banho que não conseguia dormir “suja”, a “su” num dos seus repentismos habituais perguntou-lhe logo se ela precisava de ajuda no banho, ao que ela recusou, sorrindo.

 

passados segundos voltou à sala já enrolada numa toalha a perguntar-me se por acaso tinha uma escova de dentes a mais, claro que sim, tenho sempre! e disse-lhe novamente que estava em casa, podia tirar da gaveta por baixo do lavatório ao que ela respondeu - em casa não estou, mas quase! estranhei a resposta e perguntei – porquê? falta-te alguma coisa que precises? – não, disse ela, mas se estivesse em casa andava nua, adoro andar nua em casa! olhem só o que ela foi dizer, respondi de pronto, se quiseres anda, ninguém leva a mal! e mal tinha acabdo a frase já ela soltava um “yupi” de alegria (também alcoolica) e atirava a toalha ao ar ficando apenas de soutien e de cuequinha.

 

uau, disse logo a “su”, que lindo conjunto tu tens – referindo-se à cuequinha e soutien que por acaso eram realmente muito bonitos, ela ou não percebeu ou fez-se despercebida e segurando por baixo das copas do soutien e puxando ligeiramente para cima disse – sim, são duas! rindo em seguida.

 

ficamos um bocadinho palermas com mais esta atitude, a italianita tinha atitude mesmo, postura rebelde, como nós gostamos. ;)

 

ela foi tomar o banho e nós duas ficamos na sala a comentar a lingerie dela ;) era um conjunto realmente muito bonito com uma cuequinha com uma forma “sui generis” nem era normal nem era tanga, era algo intermédio que lhe assentava muito bem nas formas redondinhas mas, curiosamente, bem firmes e sem uma única estria (segundo o olho atento da “su”). era sem dúvida uma mulher muito bonita vestida e igualmente linda despida ;) segundo a “su” ela tinha corpo de brasileira e não de italiana (vá-se lá saber de onde ela conhece mais italianas para comparar ;)

 

confesso que aquela cena me deu uma certa “vontade” de ver até onde é que ela dava, mas nem abri a boca sobre o assunto senão a “su” era bem capaz de estar a fim de uma das dela. mas nem precisei de abrir a boca que ela saiu-se logo com um “olha lá, achas que ela alinhava num ménage feminino?” – e eu sei lá “su”, não te ponhas a dar-me ideias, ela nem nos conhece bem ainda é capaz de levar a mal. nisto entra ela de novo na sala, enrolada na toalha mas desta vez notoriamente acabada de sair do banho. se isso for possivel estava ainda mais arrebatadora, acho que qualquer homem (ou mulher) lhe cairia o queixo ao ter aquela visão, como nos aconteceu a nós duas.

 

dirigiu-se a mim e perguntou-me se tinha alguma loção de corpo que ela pudesse usar. claro que sim, levantei-me e fui buscá-lo enquanto ela se sentou no sofá junto da “su” – está aqui! disse-lhe eu, fazendo em seguida uma pausa trocando um olhar com a “su” – queres ajuda para pôr? não resisti, tinha mesmo que fazer esta pergunta.

 

ela olhou-nos por um instante e acenou com a cabeça que sim, virando-me as costas para que pudesse começar, sentei-me atrás dela e comecei a passar o creme massajando levemente aquela pele macia, libertou mais a toalha para que pudesse descer e pude reparar que estava totalmente nua, continuei a massajar-lhe as costas enquanto a “su” já pegava no frasco para me “ajudar”, começando a espalhar-me creme nas pernas. senti que ela estava a gostar, e muito, da massagem e que à medida que iamos avançando ela se ia descontraindo mais e mais.

 

finalizadas as costas ela abriu a toalha mostrando-nos totalmente as suas formas femininas, deitando-se em seguida de barriga para baixo em cima dela. estava realmenente muito bem cuidada e tinha umas linhas muito bonitas, um peito bonito de dimensões bastante boas e muito firme, a ratinha estava delicadamente aparada e depilada com as virilhas bem cavadas deixando um fio de um dedo de largura apenas no centro.

 

passamos a massajá-la nas costas, braços, coxas e pernas a 4 mãos, contornando as suas formas e de vez em quando subindo pelo interior das coxas até quase tocar na ratinha dela, sentia soltar pequeninos gemidos cada vez que isso acontecia e não demorou até que entrasse a 100% no jogo, voltando-se ao contrário e dizendo - ora é l'altra faccia! que é como quem diz – falta o outro lado!

 

comecei bela barriga também ela firme e trabalhada mas logo ela me guiou as mãos para o peito, e que peito ;)

 

a “su” continuava nas pernas mas começou a “abusar” um pouco mais tocando-lhe directa e diversas vezes na ratinha, situaçoes que a faziam estremecer, após algum tempo pegou-me na mão e guiou-a até a ratinha dela começando a masturbar-se usando a minha mão. os movimentos foram acelerando o ritmo e não me coibi de lhe começar a enfiar um dedo na ratinha cada vez que a mão descia, ela parecia estar a adorar o que nos deu ainda mais vontade de continuar, algu]em me puxava o braço para o lado, era a “su” já cheia de vontade de lhe enfiar a lingua (ela não perdoa mesmo) e assim fez mas apenas por breves segundos pois ela rapidamente atingiu o orgasmo, segurou-nos nas mãos e puxou-nos para ela abraçando-nos uma de cada lado.

 

e a noite por ali ficou, ela acabou por adormecer no extase do orgasmo, deixamos as conversas para o dia seguinte, tapamo-la e fomos também nós dormir, ou, pelo menos, fomos para a cama (que mulher também não é de ferro). ;)

 

sinto-me: deslumbrada
banda sonora: scissor sisters - i don't feel like dancin
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:47

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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

fantasias proibidas – os resultados finais

afinal parece que há mais que, como eu, têm “sonhos” onde o patronato está presente e em força, porque será?

 

questiono-me igualmente porque será que o pessoal mais “velho” tira vantagem nas fantasias, será pela experiência?

 

como vêm, parece que tenho o final de uma dúvida e também o inicio de muitas outras.

 fantasias proibidas

obrigado a todos pelas participações e contribuição para este esclarecimento.

 

sinto-me: parcialmente esclarecida
banda sonora: natalie imbruglia - shiver
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:12

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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

fetiches – haverá limites para a imaginação?

há tempos, em grupo de amigos, conversavamos sobre o tema, os fetiches, e se os há do mais “fora do comum” que possamos pensar. provavelmente já todos ouvimos falar de pessoas que gostam “disto” ou “daquilo”, ou já lemos nalguma revista ou jornal sobre o assunto, mas, naquele pequeno grupo de pessoas tão intimas umas das outras haveria tanto a revelar.

 

em primeiro lugar chegamos à brilhante conclusão de que todos, sem excepção, tinha um ou vários fetiches, se no capitulo dos homens havia um mais do que comum, as mulheres revelavam-se mais criativas e originais. mas porque será que todos os homens gostam ou gostariam de estar com duas mulheres ao mesmo tempo? – questionei-me. terão vocês dois “coisos” para usar simultaneamente em cada uma delas? rimos todos, mas o facto é que nenhum deles conseguiu explicar o porquê desse fetiche masculino universal.

 

no que aos fetiches estranhos o “j”, mais conhecido pelo nome artístico de “johnny bravo” revelou-nos um dos seus “fantasmas no armário”, quando andava na faculdade teve umas saídas com uma miúda que, basicamente, e resumindo a coisa, só queria que ele lhe desse pancada, mas, segundo ele, não eram cá “pancadinhas amorosas” era pancada mesmo da “grossa”, daquela de deixar marcas. pior do que isso é que, ao que parece, ela pagava mais ou menos na mesma moeda e passando a citar o “j”: “...num broche de 5 minutos deixou-me inactivo para 15 dias...”.

 

violências à parte de muito mais se falou em termos de fetiches e a certa altura a “tê” sai-se-me com esta: “o que eu mais gosto é de meter o dedinho no cuzinho do meu namorado, é logo!”, é logo? mas é logo o quê? – perguntei eu, curiosa e desbocada como sempre – é logo! ele vêm-se logo! – respondeu ela já meio envergonhada com o meu questionário.

 

já tinha ouvido falar desse assunto, ou melhor, de que os homens tinha zonas muito sensíveis no ânus ou junto dele, mas que fazer isso os fizesse vir “na hora” era novo para mim.

 

a “su” sempre sem pejos em abordar as suas experiências mais ou menos bizarras resolveu contar ao grupo uma história que eu já conhecia de há muito, uma experiência de um daqueles “namorados de verão” dela, o gajo adorava enfiar-lhe o “coiso” até à garganta e sem sequer avisar, diz ela que só pensou que ia morrer sufocada, por sorte não tinha comido, senão tinha vomitado tudo.

 

realmente há cada um/uma, porque será? será que o sexo dito normal não é interessante o suficiente? o que serão na verdade os fetiches e quem os inventou? eu confesso que sempre me excitou o risco, a adrenalina, os locais públicos, o ar-livre, a sensação de poder estar a ser vista por algum mirone e, digamos, a minha fantasia sexual mais arrojada neste contexto acho que era mesmo o confessionário, isso mesmo, aqueles locais das igrejas onde as pessoas confessam os seus pecados, um pouco como eu faço neste meu diário.

sinto-me: bem
banda sonora: brandi carlile - the story
publicado por diariodeumamulhermadura às 13:13

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

as fotos no e-mail

primeiro dia de volta ao trabalho, não, felizmente não dei de caras com a malfadada patroa até porque a senhora se encontra de férias ;) sento-me no meu computador, recosto-me na cadeira e abro o e-mail. no meio de um monte de porcarias “do costume” vejo um e-mail enorme da “su”, enorme no sentido em que demorou bastante a descarregar a informação para o computador “lá vem mais um video manhoso” – pensei eu com os meus botões.

 

curiosa resolvi abri-lo e ver do que se tratava, assim como assim estava sozinha e fosse o que fosse não iria correr riscos de ser apanhada. ;)

 

vi que não se tratava de um video mas sim de um conjunto de fotografias, o conteúdo, claro! era do mais porno que pode haver (não podia errar tanto). percebi que se tratava de algo pouco profissional, pelas fotos e pelo facto da modelo, ou dos modelos em causa, pois de vez em quando aparecia algo bastante masculino, estarem sempre de cara coberta ou cortada. não liguei muito, aliás, estava a ver aquilo com toda a descontracão e despreocupação e fui descendo ao longo do e-mail quando, sem saber bem porquê tive um “clique” daqueles que nos acordam – “espera lá!” – disse eu a mim própria – “eu conheço estas formas!” e conhecia mesmo, apesar da modelo não ter a cara visivel era-me clara e nitidamente familiar e bastava que tivesse prestado um minimo de atenção desde o início para perceber que era a “su”, isso mesmo, ela própria, e, literalmente, em “carne e osso” :o peguei no telefone e liguei-lhe no mesmo segundo, nem a deixei dizer nada, mal atendeu a chamada levou logo com um – “’oh minha taradona, as fotos são tuas!” – são quê? – perguntou ela do outro lado – não são nada, és tu, és tu que estás naquelas fotos minha porcalhona! J (nós ás vezes tratamo-nos assim, é normal, não liguem).

 

fez-se uma pausa seguida de uma gargalhada enorme do outro lado do telefone – pois sou – dizia ela com a maior das descontracções – que é que achas? – o que é que eu acho? não acho nada! – mas achas mal? – não, não é isso, só não estava à espera de uma destas – pois, nem eu, mas aconteceu, e só te digo amiga, foi para lá de excitante uns 100 km – excitante? o quê? tirar as fotos? – tirar, ver depois, tudo! – olha, tenho que desligar agora, falamos mais logo para te contar tudo, almoçamos? – sim, podes crer que quero saber tudo dessa aventura, até logo então.

sinto-me: curiosa para saber detalhes
banda sonora: linkin park - leave out all the rest
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:51

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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

os males que fazem as férias

3º dia de férias, 4:36 da madrugada era a hora que marcava o relógio quando acordei sobressaltada, tinha acabado de ter um pesadelo impressionantemente estúpido. é verdade que todos os pesadelos tem normalmente algo de estúpido implícito e que normalmente são coisas que não fazem sentido mas o que acabara de ter era realmente estúpido ao quadrado.

não sei se posso dizer que foi realmente um pesadelo, na verdade foi talvez um mero sonho que pelo seu conteúdo classifico como pesadelo. ainda nem estava bem em mim, eu nem queria acreditar que tinha acabado de um sonho erótico que envolvia a minha patroa

como já aqui contei por mais do que uma vez a mulher é hedionda e não pensem que digo isso apenas por ser minha patroa ou por ser mulher, que nós as mulheres temos muito a mania de ter ódios de estimação pelas nossas semelhantes só por serem mulheres e serem mais ricas, mais poderosas ou simplesmente mais elegantes ou bonitas que nós.

o primeiro pensamento foi mesmo esse - “não pode ser!”, seguido do segundo - “estas férias estão mesmo a fazer-me mal!”. mas pior que isso ainda foi constatar um facto inegável, eu estava molhadíssima de tesão. não sei se era a falta de sexo “a sério” que me estava a deixar assim, mas se era precisava fazer algo urgente pois já estava a ter sonhos eróticos com a mulher menos erótica que conheço.

quanto ao sonho, foi um pouco como todos os sonhos, surreal, o local era nitidamente um escritório e ela continuava a ser minha patroa mas todo o resto nada tinha a ver com a realidade, o espaço não era o local onde trabalho nem nenhum outro espaço que me seja minimamente familiar. entrei no sonho sendo chamada por ela (como é normal) e a dirigir-me ao gabinete junto dela, enquanto ela mexia nuns papéis olhei e reparei que ela estava vestida de forma diferente, mais moderna e com um look mais executivo e muito mais consentâneo com a função que exerce (o que não acontece na vida real), além disso reparei que tinha uma tatuagem, (ah ah ah ah) isso mesmo, uma tatuagem no seio direito que aparecia semi-coberta pelo bonito soutien em tons bordeaux acetinado. olhou para mim e compôs-se como quem me tinha apanhado a observá-la. saí do gabinete e voltei ao meu lugar.

passados alguns minutos ela volta a chamar-me, falando-me num tom de voz totalmente fora do habitual e muito mais amigável diz-me – precisava que me desses aqui uma opinião numa coisa – sim, respondi eu, - reparei que olhaste há pouco para o meu soutien (fiquei roxa de vergonha, no sonho) o que é que achas dele? – o que acho? como? – sim, se gostas ou não gostas, mas quero que sejas sincera, estou farta de gente que me bajula e me diz que sim quando pensam o contrário! – eu não vi assim muito bem, mas acho que é bonito! – tens a certeza? não estas a dizer isso só para me agradares? – não, não, é verdade, gosto!

enquanto falávamos ela desabotoou o botão do casaco, abrindo-o e dando-me a ver o soutien quase na sua totalidade, era de facto muito bonito mas algo de muito estranho se passava na sua atitude, tudo aquilo me parecia estranho e não demorou muito até que “a coisa piorasse” – eu também gosto muito dele, comprei-o ontem, é um conjunto completo – e dizendo isto inclina-se na cadeira e puxando a saia para cima mostrando-me as cuequinhas e o cinto de ligas que lhe seguravam as meias, tudo nos mesmos tons. fiquei em choque, e os olhos quase me saltaram das orbitas “a mulher não está boa da marmita” – pensei eu.

mas fui interrompida nesse meu pensamento porque ela não fazia tenções de parar por ali, continuando – e são tão suaves – disse ela com um ar meloso passando ambas as mãos pelas copas do soutien – pois, devem ser devem! – disse-lhe eu sem saber bem o que fazer ou dizer naquela situação totalmente constrangedora. nisto esticou-me a mão e disse-me – olha aqui, sente como é macia! – e sem saber bem como nem porquê estou a sentir a textura da lingerie dela sendo a minha mão guiada pela dela que me segura pelo pulso.

apesar de já ter percebido, não sou assim tão inocentezinha (nem em sonhos), que o alcance da coisa era bem maior do que apenas sentir a suavidade da lingerie, senti-me constrangida ao perceber que o meu toque estava a fazer com que os mamilos dela estivessem a despertar e a aparecer nas copas do soutien, ela estava visivelmente a ficar excitada e não se coibiu de usar a mão livre para se começar a tocar nas cuequinhas dizendo – olha para isto! olha o que me fazes fazer! estou toda excitada! – eu? - perguntei-me a mim própria – ela é que está aqui nestes preparos parece uma gata no cio e eu é que sou a culpada?

- anda aqui! preciso muito da tua ajuda! – e dizendo isto puxa-me ficando eu de joelhos em frente à cadeira onde ela já estava quase deitada. puxou a saia ainda mais para cima e abriu as pernas pousando-as uma de cada lado dos apoios para os braços, puxou as cuequinhas para o lado e começou a enfiar 2 dedos de uma vez dentro da ratinha que jorrava líquidos do seu interior como eu nunca tinha visto antes – ajuda-me! – gritava ela! – mete-me os teus dedos! – não! com força! não sou nenhuma menina, fode-me a cona toda! com força! vai! mais força! – quase forçada por todo este ímpeto fiz o que me ordenava e poucos segundos volvidos já enfiava 3 dedos dentro dela a grande ritmo, ela não parava de gritar e de me pedir mais e mais e eu meti-lhe mesmo a mão toda dentro continuando a forçar um pouco a sua entrada que não oferecia muita resistência.

alguns minutos depois veio-se num enorme espasmo e num movimento de fecho súbito das pernas que me entalou a mão lá dentro, senti-a as contracções internas dela, olhou para mim, puxou-me para ela e deu-me um beijo na boca e foi nesse preciso momento que acordei no estado que já vos contei, molhada, quente e confusa, como poderia ter tido um sonho destes com uma mulher tão asquerosa?

a verdade é que aconteceu e era notório no meu corpo que me havia dado tesão assim sendo, adivinhem quem “pagou as favas” no meio da madrugada, claro, o meu querido desodorizante que me ajudou a satisfazer aquela necessidade imensa. tentei pensar em tudo menos no sonho, mas a verdade é que não consegui e acabei por transportar tudo aquilo que sonhei para o acto de me masturbar, até tenho vergonha só de pensar – “que mal me estavam a fazer estas férias!” – pensei antes de adormecer novamente.

sinto-me: envergonhada
banda sonora: pink – just like a pill
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:49

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