Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

triângulo inesperado

fui buscar a “su” ao emprego, tínhamos combinado ir jantar a casa dela, o namorado estava for a em trabalho há algum tempo e quando assim acontece recebo sempre um pouco mais de atenção (não é amiga?) ;). mal entramos em casa dela ela atirou com as coisas que trazia na mão para um cadeira e sentou-se pesadamente no sofá. estou que nem posso – disse ela – cansada? – perguntei-lhe – e não só – respondeu – curiosa como sempre perguntei – mas porquê, passa-se alguma coisa?passa, passa-se que não tenho “pau” há mais de uma semana e isto quando a gente se habitua a tê-lo quase todos os dias, vou-te contar, é pior que a droga – ri-me e perguntei – mas isso está assim tão mau mesmo?se está amiga, ando com uma tusa que até tenho a cona inchada de falta dele -  uma resposta mesmo à “su”. bem, que exagero! – disse eu – ah é, não acreditas, então olha! – disse ela tirando a saia e afastando as cuequinhas. olhei e realmente o clítoris dela parecia sair mais do que nunca de entre os lábios – não estarás com alguma infecção?qual infecção, qual quê? o medicamento que eu preciso sei eu bem qual é! – disse ela rindo às gargalhadas. ajoelhando-me um pouco junto dela não pude evitar a enfiar a minha cabeça entre as pernas dela e a dar-lhe um toque de língua, estava quente, muito quente. e a forma como ela trouxe a assunto a conversa percebia-se facilmente que estava “necessitada” de uma ajudinha.

entre esse toque de língua e começarmos a amassarmo-nos no sofá foi uma questão de segundos e nenhuma pareceu importar-se com o “cheiro a cueca” que emanava de ambas, também estava com vontade “dela”, assim, despreocupadamente, as duas, como antes.

na verdade a surpresa que nos estava reservada era muitíssimo maior do que estaríamos à espera e no “bem-bom” do momento nem nos apercebemos logo que, afinal, e ao contrário do que estávamos à espera, não estávamos totalmente sozinhas. ao fundo, atrás da porta do quarto, o namorado da “su” que tinha chegado de viagem 2 dias mais cedo que o previsto e tinha resolvido fazer-lhe a surpresa de não a avisar estava também ele a ter uma surpresa tão grande quanto a nossa e, escondido, observava-nos à distância sem fazer o mínimo ruído. até que ele com a coisa já “bem quente” resolveu sair detrás da porta e aparecer junto de nós e já de mastro de fora e bem erguido. apanhámos o susto das nossas vidas, saltamos como duas molas uma para cada ponta do sofá como que querendo esconder o impossível, a “su” ainda tentou dizer qualquer coisa como que querendo justificar o injustificável mas ele, sem dizer uma só palavras, colocou-lhe a mão em frente da boca mandando-a calar e em seguida enfiando em vez dele o mastro dele até ao fundo da garganta dela. imóvel fiquei no canto para onde saltei com as mãos tentando cobrir a ratinha descoberta e com os mamilos a saltarem por cima do soutien ainda por tirar. ela chupou-o, mas não como já vira em outras ocasiões, desta vez ele mandava, ele era o “todo-poderoso” e ela apenas uma mera serva e ele enfiava e enfiava-lhe o mastro até ao fundo fazendo-a quase sufocar até que parou e sempre sem dizer uma palavra a virou de quatro para ele e lhe enfiou de uma só vez o mastro na ratinha fazendo-a gemer “alto e bom som”, tremi e mexi no meu canto com aquela penetração e ele olhou pela primeira vez para mim retirando os olhos em seguida e olhando novamente 2 ou 3 segundos depois. fixou-me, tremi, o que iria ele fazer – pensava. fez-me sinal, fingi não perceber e ele fez novamente, sinal para me aproximar e sempre sem abrir a boca e a mesmo tempo que penetrava demorada e profundamente a “su” fez-me colocar de quatro também ao lado dela. a “su” nem me olhava, tinha o olhar fixo no assento do sofá como se estivesse em estado de hipnose, mal me coloquei como me indicou e guiou senti os dedos dele a invadirem-me a ratinha, não sei quantos, mas mais do que um com toda a certeza, enfiou-mos com fez com ela, com força e de uma só vez e pegando nos cabelos da “su” começou a aumentar a cadencia das penetrações repetindo o mesmo em mim com os dedos. senti a “su” a vir-se, a vir-se prolongadamente à medida que ela a cavalgava e lhe puxava pelos cabelos. parou, de repente, tão de repente como havia começado e olhei por cima do ombro esperando vê-lo a vir-se mas não foi isso que aconteceu, pelo contrário, empurrou a “su” para o sofá fazendo-a deitar de lado e quase de frente para mim, senti os dedos dele a saírem também de dentro de mim e sem tempo para me virar para ver o que se passava senti algo quente e molhada que me tocava, senti-o penetrar-me e tentei “fugir” mas ele agarrou-me com força e meteu-o até ao fundo, senti-me a dilatar toda por dentro e quase me vim com aquela estocada que me tocou até ao fundo, depois foram mais umas quantas penetrações longas e senti as mãos firmes a segurarem-me nas ancas com força e pensei – vai-me rebentar toda. cavalgou-me com força por uns meros segundos, o tempo suficiente para me vir e, como havia feito antes, saiu abruptamente de dentro de mim quase me fazendo vir de novo naquele “saltar de rolha” e sentando-me no meio das duas agarrou-nos nas cabeças e aproximou-as ao mastro dele.

quase sem sabermos nem como nem porquê começamos a lambe-lo e a chupá-lo as duas e segundos depois forço-nos novamente ao mesmo tempo e com os narizes colados uma na outra e com o mastro a separar-nos as bocas veio-se brutalmente soltando um jacto enorme nas nossas caras, bocas, testas, cabelo e tudo o mais que por ali havia, nesse momento fechei os olhos e quando os voltei a abrir após sentir o parar dos jactos a “su” olhava-me fixamente e sorriu com a cara cheia de esperma e com a língua tocando na minha e no mastro dele que agora começava a murchar, trocámos nessa altura um longa beijo de língua, melado e com sabor ao néctar dele que, inesperadamente, era agora também meu.

 

consideração final: empresas de maquilhagem que me escutam, por favor, com uma certa urgência, um desmaquilhante capaz de retirar sem esforço esperma das pestanas no mercado, pode ser?

sinto-me: palavras para quê
banda sonora: the fray - you found me
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:07

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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

mini-férias escaldantes – sábado - o último dia

depois da “vergonha” da noite de sexta-feira e do cansaço nada mais aconteceu de interessante e fomos todos deitar cedo “para cedo erguer” mas houve quem levasse o “dito” popular ainda mais à risca do que eu. ainda não eram 7 e meia da manhã quando me levantei para ir ao quarto de banho e já a cama do quarto da “su” gemia e rangia por todos os lados, espreitei, e a porta, como sempre, entreaberta, passei apressada mas não resisti a “deitar o olho” lá para dentro, a “su” montava o namorado como se de um touro mecânico se tratasse, ouvia a coxas dela a estalar quando batia nele de tal era o vigor da coisa.

ao entrar no quarto de banho pensei – estes abusam mesmo da sorte – e – de certeza que ela está a fazer de propósito só para me atiçarqualquer dia metem-se em trabalhos, à metem metem, oh se metem.

fiz o meu xixi e voltei para o quarto, ao passar percebi que ele não estava apenas a ser montado como um touro mecânico mas que estava também vendado, isso mesmo, com uma daquelas “coisas para tapar os olhos” que nos dão nos aviões para dormir-mos. retornei ao quarto e tentei voltar a dormir e não pensar mais no assunto mas o facto é que mais do que ouvi-los, o facto de saber que os podia ver estar a deixar-me demasiado curiosa e a curiosidade sempre foi um dos meus “pontos fracos”. saltei novamente da cama e fui “espiá-los”, com jeitinho ;) escondida atrás da porta, na sombra, conseguia ver a maior parte do que se passava dentro do quarto pois o sol já iluminava o quarto rompendo por entre a cortina da janela. e eis que ela saltou abruptamente de cima dele, assustei-me e devo ter feito algum ruído pois ela olhou directamente para a porta, sorriu como se me tivesse visto ou simplesmente percebido que estava ali a observá-los e começou a masturbá-lo com força e com ambas as mãos e a gritar  - vem-te! vem-te agora! vem-te todo para mim! quero-o todo!  - e, a verdade é não tardou até que um enorme jacto jorrasse do pénis dele para o ar caindo por cima deles e salpicando tudo em volta. mas alguns jactos menores se seguiram direccionados pela “su” para o seu peito e aquele néctar escorria-lhe agora desde o queixo até às coxas, chupou-o em seguida algumas vezes e lambeu-lhe a cabeça do pénis todo em volta. voltei a “esconder-me” no quarto pois se não saísse dali em breve iria ser apanhada.

passamos o dia nunca troca de olhares estranha como que ambas querendo dizer uma à outra algo que não dissemos era a nossa ultima noite por ali, as “mini-férias” estavam a acabar e era preciso voltar. mas para finalizar as nossas noites por ali tínhamos combinado jantar fora de casa e por isso o dia de sol acabou mais cedo para nos podermos preparar para a saída. estávamos as duas no quarto de banho a prepararmo-nos quando me lembrei de uma coisa – que estúpida que eu sou! – disse eu – o que foi? – perguntou a “su” ainda dentro da banheira – esqueci-me de lavar a roupa hoje de manhã e agora não tenho cuecas lavadas para vestire é esse o problema? pensei que fosse algo importante – diz a “su” – se quiseres empresto-te umas minha,  ou então… - ou então o quê? – podes sempre ir sem cuecas, não era a primeira vez – diz ela rindo-se e rematando logo em seguida – é isso mesmo, vamos as duas sem cuecas, pelos bons e velhos tempos, topas?

como se eu alguma vez não tivesse “topado” algum dos desafios da “su” olhei para ela e sorri tentando não pensar nas possíveis consequências de mais aquele acto de rebeldia adolescente entre duas mulheres já com idade suficiente para ter juízo.

o jantar decorreu com normalidade e só não me esqueci totalmente que estava, como estava ;) porque a “su”, já com uns copitos a mais da conta, começou a querer enfiar-me um dos pés por entre as pernas. ao chegarmos a casa já todos bem bebidos disse que me ia deitar ao que a “su” retorquiu dizendo para ficar ali mais um pouco com eles na sala, estava cansada e um pouco zonza e recusei e à medida que ia andando em direcção ao quarto e, sem saber bem porquê, saiu-me o comentário – durmam bem e não façam muito barulho! – ao que ela respondeu – porquê costumamos acordar-te é? se te acordamos pedimos desculpa! – continuou ela sempre em tom de gozo – não não, não faz mal, fechem é a porta que eu posso precisar de ir ao quarto de banho a meio da noite! – e mal saiu, pensei  - ups, acho que não devia ter dito isto – e realmente não devia porque a resposta foi feroz – a meio da noite ou já de manhã! – disse ela num tom de suspense – que queres dizer como isso?nada nada, é que nunca se sabe quando é que nos dá a vontade… de ir ao quarto de banho! nesse momento se tivesse um buraco iria por certo enfiar-me dentro dele, devo ter ficado de todas as cores e, pior que isso, não tive mais respostas para ela o que é muito mas muito mau sinal.

refugiei-me no quarto sem saber o que dizer, estava bêbada mas perfeitamente consciente e como tal, muitíssimo envergonhada com tudo aquilo, entrei, sentei-me cama e ali fiquei, imóvel, a “su” deve ter reparado que não fiquei bem e alguns minutos depois bate-me à porta perguntando isso mesmo. entrou e baixou-se ao meu lado – o que foi?que é que tens?ficaste assim com o que eu disse? – não sei! - disse eu quase a chorar – vá anda, desculpa, foi uma brincadeira parva, vem connosco para a sala, não vais ficar aqui isolada que eu não deixo! – e dizendo isto arrastou-me para a sala enquanto secava as lágrimas que me teimavam em cair pela cara sem que as pudesse controlar. sentou-me no sofá e sentando-se ao meu lado disse-me ao ouvido – esquece, não se passa nada, está tudo bem e estamos entre amigos, certo?

eles foram conversando e dizendo algumas piadas para aliviar o ambiente e passado algum tempo já estava a rir-me com eles o namorado dela a espaço lá foi dizendo que estávamos entre amigos e que se eu tinha algum problema podia contar sempre com eles e que já tinha ouvido falar tanto de mim que sentia que já nos conhecíamos à imenso tempo e essas coisas. entretanto ela foi buscar mais um copo com bebida e sentou-se num dos braços do sofá ao meu lado, olhou para mim, voltou a levantar-se e foi na direcção dele e ouvia dizer-lhe baixinho – não sais daí! voltou-se na minha direcção e sentou-se novamente no braço do sofá com o copo na mão, deu um golo e perguntou-me - queres? - tentei  alcançar o copo mas em vez disso ela encosta a boca dela na minha e despeja-me a bebida que tinha pela minha garganta engasgando-me e fazendo-me tossir, enquanto isso disse-me ao ouvido – bebemos do mesmo golo, ainda te lembras do que isso significa? é agora, o tudo ou nada, aperta ou larga, és tu quem manda!

(beber do mesmo golo de uma bebida alcoólica num beijo foi uma das “brincadeiras” ou melhor dizendo, pactos, que havíamos feito nos tempos de estudantes, significava que ia acontecer algo entre nós, normalmente sexo e que essa era a hora de dizer stop ou vai fundo, era, por assim dizer, um ponto de não-retorno, qualquer que fosse a resposta seria respeitada e nunca seria questionada, apertar a mão continuadamente equivalia a um não, o soltar equivaleria a um sim, sendo que qualquer que fosse a primeira resposta seria a definitiva)

se me recordo a ultima vez que havíamos feito isso fora há mais de 10 anos e naquele momento vieram-se à memória as todas as imagens desses tempos gloriosos e sorri – e o teu namorado? – não resisti em perguntar – não está cá! – disse ela. apertei ligeiramente na mão dela mas larguei logo em seguida dando-lhe o sinal verde que ela esperava. com um fulgor como se um vulcão tivesse entrado em erupção dentro dela começou a beijar-me e a percorrer-me freneticamente o corpo com as mãos, rapidamente desceu até às coxas e ajoelhando-se no chão frente ao sofá abriu-me as pernas e recordou-me nesse momento novamente que estava sem cuecas. enfiou-me a língua directamente na ratinha sentindo o meu gosto e brincando em seguida com o meu clítoris, estava excitadíssima, levantou-me as pernas apoiando-as nos braços do sofá e começou a meter-me os dedos na ratinha ao mesmo tempo que me chupava o clítoris fazendo-me gemer, meteu 1, depois 2 e 3 dedos na minha ratinha que latejava e se dilatava mais e mais a cada passagem, eu estava numa adrenalina imensa e não resisti a olhar por cima da cabeça dela para o namorado que sentado no sofá em frente permanecia boquiaberto, quase como congelado por tudo aquilo que se estava ali a passar. ela apercebeu-se disso e olhou também para trás na direcção dele havendo um troca de olhares de cumplicidade entre eles. naquilo continuamos por mais algum tempo até que eu atingi um bom orgasmo. passados alguns segundos levantei-me e deitei a “su” para trás no tapete da sala ficando com a cabeça quase aos pés do namorado, arranquei-lhe a roupa e cai-lhe de boca na ratinha que pingava já de tão molhada que estava, chupei-a e lambia lascivamente levantando de quando em vez os olhos para o namorado dela que quase babava. percebi segundos depois que ele se começava a tocar por cima das calças e como quem não quer a coisa numa lambidela ao ouvido da “su” disse-lhe isso mesmo. ela olhou para ele e disse – o que foi? queres alguma coisa? – vá tira-o para fora, tas à espera de quê? mas nada de misturas ok? – ele acenou que sim e num ápice baixou as calças e tirou o membro duro de dentro delas começando a tocar-se quase sobre as nossas cabeças, dediquei-me novamente à ratinha dela antes que se me dessem outros apetites e devorei-a o melhor que pude até ela atingir o orgasmo com o orgasmo dela o namorado também se quis vir e começou a masturbar-se com mais força mas logo ela lançou a mão ao membro dele e o apertou com força dizendo – ainda não! virando-se para mim perguntou-me – estás bem?estou! – disse eu – e agora? – disse ela fazendo sinal com a cabeça para o namorado – tu é que sabes! – disse-lhe eu – e ela pegando na minha mão levou-me até junto dela e colocou-me a minha mão com a dela no pénis do namorado e soltando a enorme pressão que fazia junto à cabeça começou a masturbá-lo com as nossas mãos juntas fazendo-o vir-se em menos de 5 segundos para os nossos corpos.

após esse momento, voltou a largar o pénis dele e a chegar-se a mim e lambeu-me os mamilos de onde também pingavam gotas do néctar do namorado e voltando-se para ele disse – espero que tenhas aproveitado e tirado o máximo deste momento porque não voltará a repetir-se!

e assim terminaram as nossas mini-férias.

sinto-me: deliciada
banda sonora: red hot chili peppers - the zephyr song
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:38

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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

um 2009 em grande

2009 era ainda “uma criança” com apenas 2 dias, desde o reveillon que nada sabia da lorena e do alberto que aproveitavam, sabe-se lá como, os últimos momentos antes da nova despedida.

 

também eu a aproveitar os meus últimos dias de férias (e que boas que foram) passeava relaxadamente de carro na marginal junto ao mar, estava um dia frio, ventoso e com cara de chuva a qualquer minuto. quanto ao vento, este já não era uma grande novidade, quando vou passear para esses lados ele está sempre ou quase sempre presente. senti o meu telefone vibrar em cima do banco do pendura, procurei um local para encostar o carro, afinal era apenas uma sms, do outro lado a lorena perguntava – o que fazes? – respondi de pronto – passeio de carro e vocês, estão bem? a resposta demorou a chegar e decidi voltar à estrada, continuei sempre pela marginal o mais possivel, por estranho que possa parecer adoro o mar em dias cinzentos, fica ainda mais misterioso e com um aspecto ainda mais poderoso que nos outros dias.

 

estava com fome, decidi parar e ir a um café comprar algo para comer, trouxe tudo comigo, não estava com paciência para me sentar em cafés sozinha além de que tinha deixado o carro apenas parado e não estacionado ali em frente.

 

ao chegar reparei numa nova sms no meu telefone (sim, tenho por mau hábito esquecer-me do telefone em cima do banco do carro, é até um dia...). era novamente a lorena que me respondia – nada, estamos aqui em casa, está frio para sair e além do mais estou “malessere”! – acabei por lhe ligar a perguntar que raio significa malessere”. após 2 minutos de conversa percebi que traduzindo “à letra” significa basicamente “estar mal” mas que o verdadeiro sentido em que é frequentemente usada essa expressão significa apenas – estar com o período! ;) (estamos sempre a aprender) ri e apenas disse em jeito de brincadeira que tinha sempre mais 2 buracos disponiveis ;)

 

continuei o meu passeio mas já em jeito de retorno a casa, o sol, que pouco apareceu durante todo o dia, já estava a dar mostras de se querer ir embora de vez, parei um pouco junto a uma falésia e saí do carro para ver o pôr-do-sol, é um momento que adoro mas que raramente tenho oportunidade de assistir assim, de frente para o mar vendo o sol esconder-se no horizonte. quando voltei ao carro tinha nova sms, ou melhor, uma mms, uma mensagem escrita acompanhada por uma imagem de anexo, a mensagem dizia apenas – queres? e qual não foi o meu espanto que ao abrir o ficheiro de imagem dou de caras com um pénis firme e hirto, como já dizia o outro. fiquei boquiaberta, não estava mesmo nada à espera daquilo, imagina que me tivesse a mostrar algo que estava a comer ou algo assim como é hábito, agora, aquilo foi, posso confessar, deveras surpreendente. fiquei até sem resposta, imagine-se, eu, sem resposta ;) fiquei alguns segundos a olhar para o telefone até que se fez luz na minha cabecinha e pensei – ah é isso! queres festa? então vais ter festa! e antes que pudesse pensar sequer duas vezes peguei no telefone coloquei-o à minha frente e abri a boca e estendi um pouco a língua como se estivesse digamos que a fazer algo, ouvi o clack eletrónico do telefone, virei-o e, perfeito, era mesmo aquilo, adicionar mensagem – aqui? enviar para – lorena – e lá foi ela, a mms ;)

 

nem precisei esperar muito tempo, alguns segundos depois tenho uma sms de volta dizendo – não tens mais nenhum lugar onde o queiras? esta italianinha estava mesmo a pedi-las e eu, como sempre, estava disponivel para lhe dar o “troco” que ela estava a pedir, e, mais uma vez, sem pensar duas vezes puxei as calças para baixo até aos joelhos, as cuequinhas fizeram-lhe companhia em seguida e com o telefone entre os joelhos abri-me o que pude expondo a entrada da minha ratinha e, clack outra vez. não ficou bem, muito tremida e escura, liguei o flash, e fiz mais uma foto, agora sim estava bem apesar de um pouco pálida ;) enviei de novo com a mensagem – aqui estaria mais quente e confortável e uma vez mais esperei pela resposta.

 

entretanto e como ela demorava, fui andando, com esta brincadeira já estava a ficar tarde e escuro e não sou grande fã de viagens longas à noite e sozinha. alguns minutos após ter iniciado a viagem recebi nova sms de resposta – sim, aí tudo fica melhor, até a minha língua! como estava a conduzir nem respondi, precisava de parar dali a pouco para meter combustível e teria então tempo para uma resposta como deve ser. mas ela não deixou, não demorou 2 minutos para que recebesse nova sms com o texto – então ficaste timida com a minha língua? não gostaste da minha oferta? acelerei um pouco mais para chegar à área de serviço e poder responder, antes mesmo de meter combustível encostei, agarrei no telefone e escrevi – timida, eu? por mim só se for a tua língua para começar e resto para acabar! ;)

 

ainda a bomba marcava pouco mais de € 5,00 já sentia o telefone lá dentro a vibrar, acabei de encher o depósito e fui pagar, com a excitação que aquela brincadeira me estava a dar tive receio de ler mais uma sms ou ver mais uma mms e atirar-me ao empregado quando fosse pagar ;)

 

de volta ao carro, li a sms dela que dizia apenas – onde estás? demoras? respondi – a caminho de casa, mais uns 15 a 20 minutos e já lá estou. do outro lado recebi apenas, então apressa-te que já estamos no café “da squinas” (era “café da esquina”).

 

viram-me chegar de carro e enquanto entrava para o parque aproveitaram e entraram comigo, mal olhei para eles não consegui deixar de esboçar um sorriso, reparei que estavam ambos bem agasalhados, perguntei se em italia não fazia frio ;) ao chegar em casa percebi os agasalhos, por debaixo da gabardina preta a lorena trazia apenas a lingerie, linda por sinal, e umas meias presas por um cinto de ligas :o o alberto debaixo do casaco desportivo comprido também só umas calças estilo fato de esqui e nada mais por baixo.

 

pedi-lhes 1 minuto para me lavar pois aquele passeio atribulado tinha-me deixado toda “melosa”, quando voltei à sala, já bem mais fresca e menos vestida reparei de pronto que os italianitos já se tinham adiantado e a lorena já tratava “de boca” o alberto. fiquei a observa-los por uns segundos até que a lorena me viu e me disse – vens ou só olhas? aproximei-me e sentei-me no sofá ao lado deles, a lorena mudou rapidamente de lado, sem me perguntar nada tirou-me as cuequinhas e começou a lamber-me toda de ponta a ponta enquanto masturbava o alberto que olhava deliciado para nós duas, depois passou a alternar entre chupadelas no alberto e lambidelas em mim numa espécie de teaser a nós 2.

 

anda, disse-me colocando-me de joelhos no sofá apoiada sobre o encosto, o alberto levantou-se também a pedido dela e perdi-o de vista, sentia apenas a mão dela que por baixo entre as minhas coxas continuava a massajar-me a ratinha e conseguia ouvir o barulho das chupadelas que estava a dar ao alberto nas minhas costas. senti-a afastar-me as nádegas e voltar a lamber-me mesmo na entradinha da ratinha, um compasso de espera e senti algo que percebi segundos mais tarde que era o pénis do alberto encostado em mim, senti a cabecinha a começar a entrar vagarosa e suavemente até estar toda dentro de mim, soltei um gemido profundo, sentia que a lorena estava a controlar a penetração dele, sentia a mão dela entre mim e ele era ela que estava a segurar no pénis dele e a controlar tudo.

 

ouvi um estridente clap de uma palmada forte mas não senti nada, apenas um estermecer, a lorena acabara de dar uma enorme palmada no rabo do alberto, era como que o sinal de partida, o soltar final das rédeas para ele poder “correr prado fora” e foi o que ele fez, começando a cavalgar por mim dentro com algum vigor e profundidade. mais uma palmada e mais ritmo, as palmadas sucediam-se e o ritmo aumentava a cada uma delas, a cavalgada estava a ficar intensa e apesar de estar confortável e a ter imenso prazer por momentos tive receio do que me pudesse acontecer, à mente vieram-me imagens muito recentes de um alberto algo “animalesco” mas, estava tão bom e eu prestes a vir-me que esqueci tudo, confesso até que me esqueci de quem estava por trás de mim, que esqueci a presença da lorena e a relação que existe entre eles e apenas disfrutei do “prazer carnal” que estava a ter. tive 2 orgasmos quase seguidos sem descanso pois nem o alberto e muito menos a lorena me deixaram descansar a cada palmada que ele levava sentia-o  penetrar-me até aos limites e tocar-me bem lá no fundo. após o segundo orgasmo decidi fazer algo que não fazia há muito, uma técnica há muito desenvolvida e aperfeiçoada, concentrei-me e contraí o mais que pude as paredes da minha vagina e assim me mative por alguns segundos, contraíndo e contraíndo, quase sem respirar, o resultado, o de sempre, fi-lo vir-se quase de imediato, a lorena, ao perceber o momento, puxou-lhe o pénis para fora e encostando-o à entrada da minha ratinha fê-lo inundar-me em jactos consecutivos, aliás, parecia que não ia parar mais. senti também nessa altura a língua dela por ali, tocando-me, quando me virei estava um verdadeiro “lago” atrás de mim e tinha as costas cheias do néctar do alberto até ao cabelo, a lorena estava também ela cheia do mesmo, no cabelo, na cara, na boca, por todo o lado, estavamos todas lambuzadas e a precisar de um banho mas felizes, acima de tudo, felizes.

sinto-me: no céu e no inferno
banda sonora: jack johnson & friends - upside down
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:59

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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

a fantasia da lorena

noite de cinema em minha casa, a “su” ainda meio engripada não pode vir, a lorena mais colada que nunca ao alberto que estava a poucos dias de voltar para italia e eu tentando não fazer apenas de “vela” no meio deles ;)

 

o filme era uma “estreia” na máquina lá da esquina e nenhum de nós ainda o tinha visto, para mim a vida estava facilitada com as legendas em português já para eles, iam percebendo pela acção e perguntando de quando em vez o que se passava ou o que “este” ou “aquela” tinham dito.

 

às vezes a cabeça viajava fora do filme e pensava como seria o nosso convivio depois que o alberto se fosse, mas o nicolas cage lá me levava de volta ao filme ;)

 

acabamos a sessão eram perto das 11 e meia e a lorena levantando-se do sofá dizendo que tanta acção lhe tinha dado fome, onde poderiamos ir comer áquela hora. aqui em casa, respondi-lhe eu, fora já deve estar tudo fechado ou a fechar. enquanto preparavamos um snack para todos diz a lorena, não tenho sono nenhum, os filmes de acção fazem-me mais efeito que o café para despertar, fico toda excitada! – sem querer ri – ela perguntou porquê – tentei explicar que excitada em português também tem o mesmo significado, mas que normalmente é mais usada quando falamos que excitação sexual – ao que ela ripostou de pronto, sim e quem disse que também não estou excitada nesse ponto! – mas por causa do filme? – perguntei eu meia parva, eu também gosto do nicolas cage mas não tanto assim – disse rindo. sim! – respondeu ela com toda a convicção, mas não pelo actor, pelo filme, as cenas de acção deixam-se excitada a todos os níveis – mas o filme tinha tanta violência! – disse eu – sim, é isso que me excita – excita-te a violência? – perguntei de novo – sim! sabes... acho que adorava ser violati... – como? violada? és louca? – não, não me entendeste bem, não estou a dizer mesmo violata por um desconhecido mas algo semelhante a isso. ah, já percebi, estás a falar de uma espécie de simulação de violação – sim, é isso! então e o alberto, não te satisfaz essa fantasia? – sim, quer dizer, já tentamos, mas não dá, é dificil porque sei que é ele e mesmo que tente lutar ele não reage como reagiria outra pessoa.

 

fomos até à sala comer os snacks e enquanto o faziamos pensava em mais esta revelação impressionante da lorena, ela fantasiava ser violada, realmente, há malucos para tudo ;)

 

ficamos um pouco ainda na conversa até chegar à hora deles estarem de saída, a lorena aproveitou para ir ao wc antes de sair e eu aproveitei para “atacar” o alberto, ele ficou surpreendido da lorena me ter falado nessa fantasia, segundo ele, até com ele ela demorou imenso tempo a revelar-lhe essa “faceta oculta”.

 

fizemos logo ali um “acordo de cavalheiros”, iamos tentar dar à lorena algo especial. corri ao meu quarto a buscar umas coisas, apagamos todas as luzes e escondemo-nos, ouvimos o autoclismo, a lorena devia estar a sair do wc a qualquer segundo.

 

abriu a porta e viu tudo escuro, escondida atrás da porta do meu quarto vi-a-a apenas por uma fresta para que não me visse. chamou por nós, ninguém fez o menor ruído, caminhou em direcção à sala arrastando as mãos pelas paredes, sabia que ela iria tentar ligar as luzes da sala mal entrasse e coloquei o alberto estrategicamente no outro extremo junto ao outro interruptor.

 

ela entrou na sala e, apalpando caminho pela parede tentou alcançar o interruptor das luzes, ligou-o mas quase não chegaram a acender-se porque no outro extremo o alberto apagou-as de novo. gritou! – que se passa! que é que vocês estão a fazer? tentou de novo acender as luzes que foram novamente apagadas de pronto. estava a ficar assustada, era notório, gritava connosco para aparecermos. sorrateiramente fui-me aproximando dela por trás com um saco de pano reutilizável que costumo usar nas compras (foi o melhor que consegui arranjar em tão pouco tempo). voltou a tentar acender as luzes e foi aí que “ataquei” enfiando-lhe o saco na cabeça. ela reagiu verdadeiramente em pânico tentando arrancá-lo de pronto e se não fosse o alberto estar logo ali a agarrar-lhe os braços com força ela tinha conseguido tirar o saco e estragar todo este nosso trabalho ;) ela esperneava e tentava dar pontapés em tudo e todos, aind apanhei com 2 ou 3 e o alberto perdeu a conta a quantos levou. imobilizámo-la no chão após largos minutos de luta, via-se e sentia-se a respiração ofegante dela, gritando a espaços che è? che vogliono? – que é como quem diz – “o que se passa, o que querem?”.

 

sentiamos que ela estava num dilema, acreditavamos que pensava que eramos nós, mas, no entanto, não tinha a certeza absoluta disso, prendemos-lhe as mãos atrás das costas o melhor que pudemos sem a magoar muito, usámos para isso um cinto meu e um pano da cozinha que entretanto fui buscar enquanto ele a segurava. tentava morder o saco de pano que tinha na cabeça tentando dessa forma puxá-lo para algum lado. dei um pequeno nó nas alças para ajustar mais mas deixando um espaço seguro para entrar mais ar, mantivemos o ambiente com pouquissima luz, apenas o suficiente para que vissemos o que estavamos a fazer, não queriamos correr o risco de ela nos ver mesmo que através do saco que não era assim tão escuro.

 

olhamos por um segundo um para o outro, e agora? tinhamos que a tirar dali, no chão pouco conseguiriamos fazer com ela, pelo menos sem a magoar. ajudei o alberto a pegar nela e a levá-la para o sofá, ela esperniou violentamente e gritou novamente, quase que a deixámos cair :o

 

olhei novamente para o alberto, era hora de agir. meia apalermada ainda com a ideia do que estavamos ou iriamos fazer dirigi-me para ela e tentei desapertar-lhe um botão da camisa mas o alberto num repente que até a mim me assustou agarrou-me as mãos e fez-me sinal com a cabeça que não. em seguida, agarrando ambos os lados da camisa um pouco abaixo das golas deu um puxão violento rasgando algum tecido e arrancando a maioria dos botões ao mesmo tempo que ela soltava um audível non! assustei-me com aquele gesto, mas percebi de pronto, estavamos a “violá-la” não podia simplesmente despi-la como se nada fosse.

 

o albertou olhou novamente para mim e com um ar lascivo e algo selvagem apalpou-lhe com força os seios apertando-os nas mãos, piscando-me em seguida o olho ;)

 

respirei fundo e pensei “tens que entrar neste papel, começaste agora tens que acabar”. corri de novo à cozinha a buscar uma faca e encostei-lha à barriga para que senti-se o frio da lâmina e percebesse que era algo cortante, depois, com uma tesoura (não consegui com a faca mas não digam a ninguém) cortei-lhe as alças do soutien fazendo-o cair um pouco e entremostrando os mamilos, alcancei um deles e torci-o com alguma força, ela soltou novo grito mas estava surpreendentemente calada, apesar de continuar a tremer tinha parado de lutar com todas as forças, talvez estivesse esgotada ou talvez já se tivesse apercebido mesmo de que eramos nós.

 

mas, mal o alberto lhe puxou a saia para cima, voltou a espernear e a gritar com toda a força acertando-lhe com mais uns quantos pontapés. comecei a temer pelo barulho, apesar de não ter muitos, já todos os vizinhos deviam ter ouvido aquela gritaria, apagamos quase todas as luzes e tiramos-lhe o saco da cabeça, enquanto o substituíamos por uma venda e por uma mordaça improvisada. acho que foi a parte que mais me custou de toda a cena pois o alberto teve que lhe segurar a cabeça entre-pernas contra o sofá para poder pôr-lhe a venda e a mordaça.

 

mais uma tarefa concluida, faltava o principal, consumar o acto em toda a sua plenitude, puxamos o resta da saia para cima e o alberto arrancou-lhe as cuequinhas enquanto eu tentava ajudar a segurar-lhe as pernas. já com a ratinha exposta não parava de tentar gritar e espernear e estavamos com outro problema, o alberto não estava assim muito, digamos, firme. seguramente não o suficiente para a poder penetrar, ainda mais estando ela a dar a luta que estava, era preciso fazer algo. decidi tocar na lorena, enfiar-lhe os dedos na ratinha, mas mais uma vez tive que ser estimulada pelo alberto a fazê-lo mais violentamente. enquanto ele lhe segurava com força as pernas eu tentava metir 2 dedos na ratinha dela que não estava muito húmida, o alberto aproximou-se e cuspiu-lhe fazendo sinal para fazer agora. enfie e enfiei, enqueci-me mesmo por momento de quem era e tentar encarnar o papel da violadora.

 

a lorena continuava a lutar com todas as forças o alberto mal a conseguia segurar e não dava mostras de se conseguir excitar muito com aquilo, decidi ir mais longe, precisava de excitar o alberto, usei a outra mão, abri com força espaço entre as coxas da lorena e meti-lhe um dedo no rabinho, isso ele gostou, percebi que sim e que finalmente estava a começar a excitar-se ao ver-me penetrar com os dedos ambos os buraquinhos da lorena mas não era suficiente, respirei novamente fundo e pensei “olha amiga, é por ti, espero que não te chateies comigo”, alcancei o “coiso” do alberto e comecei a masturbá-lo ao mesmo tempo que tocava na lorena, cheguei mesmo a chupá-lo algumas vezes até o sentir mais firme, depois peguei nele e enfiei-o todo de uma só vez na ratinha da lorena ela gemia e não parava de fazer força tentando evitar o que já não podia, mas assim mesmo lutava. naquele embalo o alberto já não parava e agarrando-lhe nos cabelos encostou-a com força a cara ao sofá e começou a penetrá-la como se ela fosse apenas carne, um buraco de carne. não sei no que pensava enquanto a penetrava daquela forma animalesca mas não demorou muito até que se viesse para a cara dela enchendo-lhe a mordaça e venda do seu nectar.

 

estavamos todos estoirados, retirámos a mordaça à lorena que já não gritava, apenas gemia, libertamos-lhe as mãos de trás das costas e tivemos até que a ajudar a tirar a venda que ela sozinha já não conseguia de tão exausta. olhou para nós mas nem sei o que viu, sobre o alberto caído no sofá caiu ela também aninhando-se no peito dele, não dissemos nada, ninguém disse uma palavra.

 

corri a buscar um cobertor para os tapar e eles ali ficaram algumas horas recuperando desde imenso esforço. guardariamos a conversa para mais tarde, muito mais tarde.

 

sinto-me: sem palavras
banda sonora: rita redshoes - the begining song
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:55

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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

sexo - a 2 é bom, a 3 é interessante, a 4 é fenomenal

depois daquela célebre tarde tivemos uns dias afastados, ausentei-me para o cumprimento dos deveres de filha na época natalicia, ou seja, visitar os pais.

 

no segundo dia fora, recebi uma sms da lorena desejando-me um feliz natal mas com uma espécie de post scriptum no final que dizia mais ou menos assim “quando estiveres de volta avisa-me, tenho algo para te propor”. realmente aquela italianinha estava muito sabida e já estava a conhecer-me bem demais ;) passei o dia seguinte sem pensar noutra coisa a não ser na “proposta” que ela teria para me fazer.

 

logo que pude rumei a casa e pelo caminho liguei-lhe, não me quis dizer pelo telefone do que se tratava, disse que era assunto para falarmos “ao vivo” e não pelo telefone mas acabou por me levantar um pouco a ponta do véu ao perguntar-me pela “su”.

 

a “su” deveria estar mais ou menos na mesma situação que eu, liguei-lhe logo para saber onde estava e quando chegava e para a acelerar contei-lhe logo da proposta da lorena, respondeu de imediato, vou à depilação agora encontramo-nos em tua casa daqui a 2 horas, pode ser?

 

bem mais de 2 horas depois lá estavamos as 2 em minha casa, sentadas no sofá a imaginar o que a lorena nos iria propor, estava a caminho, ela e claro, o alberto e a nossa imaginação já ia a mais de 1000.

 

chegaram! – gritou a “su” ao ouvir o elevador chegar e correu para a porta, nem lhes deu tempo de tocarem à campainha pois abriu logo tal era a sua ansiedade.

 

ficamos por alguns momentos os 4 sentados no sofá da sala a pseudo-conversar sem tocarmos no assunto que, na verdade, nos tinha ali reunido, como que sem saber por onde começar ou quem daria o primeiro passo até que o alberto se ausentou para ir ao wc e a lorena disse: amigas, tenho uma proposta para vos fazer, os nossos olhos devem ter esbugalhado e o mundo como que parou de girar enquanto ouviamos as suas palavras, no final,  olhamos umas para as outras e sorrimos. olhei para a “su”, peguei-lhe na mão e ela apenas disse no seu estilo peculiar “eu tou pronta”.

 

a lorena foi para dentro ao encontro do alberto enquanto nós nos punhamos mais confortáveis, ou seja, sem roupa, enquanto tirava os sapatos olhei para a “su” que já estava só de cuequinhas e disse: bolas, estás com pressa! rimos as duas.

 

fechamos as persianas, acendemos apenas o candeeiro de pé no canto da sala e algumas velas, alguns segundos depois entra a lorena trazendo pela mão o alberto envergando apenas uma toalha à cintura e de olhos vendados. sentou-o numa pequena poltrona que tenho num dos cantos da sala e colocando-se de pé por trás dele chamou-nos para junto deles.

ainda vendado começou a acariciá-lo passando-lhe as mãos pelo peito e beijando-o, retirou ela também o soutien juntando às caricias com as mãos o toque dos seus seios e mamilos pela nuca e ombros dele, alcançou as minhas mãos e juntou-as às dela acariciando suavemente o peito e abdomen do alberto e pediu, sempre sem falar, à “su” que se juntasse a nós também, agora o alberto tenha as nossas 6 mãos passeando e acariciando-lhe o peito, os ombros e o abdomen ao mesmo tempo que a lorena lhe tocava com os seios e mamilos na face. de quando em vez ele virava a face e tantava alcançar um dos mamilos, chupando-o, mas ela logo se afastava retirando-lhe esse “doce” e levando a provocação e a excitação ao máximo.

 

colocou-se lateralmente do lado esquerdo do alberto e pediu-me que me colocasse em igual posição à direita, abraçou-me puxando-me e apertando ligeiramente a cabeça do alberto entre as nossas 4 maminhas, beijámo-nos. a “su” estava agora encarregue das pernas e coxas do alberto e era já claro e notório um enorme alto que se erguia dentro da toalha e que a fazia abrir-se, o pénis do alberto estava a abrir caminho por entre a toalha e já espreitava ligeiramente pelo meio, a “su” estava extasiada com a visão e a lorena sorrindo disse-lhe que sim. ela não se fez rogada e agarrou-o com as duas mãos fazendo o alberto estremecer, estava visivelmente muito excitado.

 

deixamos por algum tempo que ele pudesse brincar com a lingua ora nos mamilos da lorena, ora nos meus enquanto a “su” o masturbava já com algum vigor, a lorena percebeu a vontade dela e tocando-lhe na cabeça levou-a até junto do pénis dele começando a “su” a chupá-lo e lambê-lo lentamente.

 

a lorena estava agora apostada em passar à acção e movimentando-se até junto de mim pegou na mão direita do alberto  que segurava no apoio dos braços da poltrona e guiou-a até às minhas cuequinhas, ou melhor dizendo, até à minha ratinha. fechei os olhos por um momento e tentei sentir apenas aquele toque, senti a mão da lorena a acariciar-me os ombros beijando-me em seguida como que dizendo-me relaxa e disfruta, percebi aquele gesto e confesso que sem saber bem porquê me deu imensa confiança começando a disfrutar de uma forma mais leve e relaxada daquele momento tão especial. quando abri os olhos a lorena já estava do seu lado disfrutando tal como eu da outra mão do alberto. senti a excitação a aumentar ainda mais, o alberto soltava já pequenos gemidos tal como a lorena que mordia o lábio, senti a minha ratinha invadida por 2 dedos molhados e quentes num movimento vai-vem contínuo e frenético. num movimento com tanto de brusco como de inesperado a lorena arrancou a venda do alberto que permaneceu de olhos cerrados de excitação e prazer, percebemos todas que estava prestes a vir-se e a lorena como que avisou a “su” disso mesmo, olha quem, a “su”, retirou-o da boca e masturbou-o vigorosamente até sentir um longo jacto a invadir-lhe a cara, olhos e cabelo, voltou a chupá-lo, sugando-lhe todo o nectar que restava, percebi que o tinha guardado na boca e o que iria fazer, levantando-se aproximou-se da lorena e, beijando-a, transferiu todo o nectar que tinha guardado na boca para ela dizendo-lhe em seguida: toma, é teu!

 

nessa altura já o alberto estava de olhos bem abertos e a ver toda a cena, com tudo aquilo não tinha chegado a perder grande parte da sua excitação e estava com o seu membro bem erecto. era a vez da lorena que se sentou de pronto em cima dele e o começou a cavalgar. a “su” apressou-se a deitar-me no sofá ao lado e a retirar-me as cuequinhas enroladas pela mão do alberto, caindo-me em seguida de boca e lingua na minha ratinha.

 

a “su”, fazendo uma pequena pausa, correu ao armário dos “brinquedos” e trouxe-os a todos, dispondo-os na mesinha de apoio, em seguida tirou as cuequinhas dela e deitou-se por cima de mim ficando a chupar-mo-nos e lamber-mo-nos mutuamente num maravilhoso 69 enquanto olhavamos a espaços a lorena frenética na sua cavalgada sobre o alberto.

 

alguns minutos passados senti-mo-la vir-se e a ele também, quase simultaneamente, mas desta vez o nectar ficou mesmo apenas e só para ela e bem dentro dela.

 

enquanto eles se refaziam dos seus orgasmos, a “su” colocava-me o famoso “strap-on” e deitando-se em seguida no sofá bem encostada a eles disse-me: anda, é agora a vez de seres o meu homem e me dares prazer. comecei a penetrá-la com o “strap-on” ajustando-me também ao tal detalhe interior para que tivesse também algum prazer mas pouco depois senti algo a penetrar-me, era a lorena que usando o outro vibrador me estava a penetrar a ratinha, fui uma sensação estranha mais ao mesmo tempo saborosa, penetrar e sentir-me penetrada ao mesmo tempo e ela estava a ir fundo mesmo, enfiava-me o vibrador até não dar mais e isso fazia-me a mim estocar também a “su” com mais força fazendo-a gemer alto e bom som.

 

quem também gostou da ideia foi o alberto que logo se aproveitou da posição felina da lorena e a agarrou por trás, a confusão era brutal, uma espécie de sequencia de penetrações onde o único que não estava a ser penetrado por ninguém era mesmo o alberto ;)

 

a primeira a vir-se desta vez foi mesmo a “su” e foi um orgasmo daqueles que eu bem senti, pouco depois as penetrações da lorena na minha ratinha que entretanto resolveu ligar a vibração também produziram efeitos orgásmicos, quanto a eles 2 lá continuavam de 4, percebi que o alberto preparava algo, ao inicio a lorena retraiu-se um pouco, ele queria o rabinho dela. posicionamo-nos melhor, fiquei frente-a-frente com a lorena segurando-a no meu colo e enquanto que a “su” lhe acariciava a ratinha em movimentos circulares sobre o clitoris o alberto lá ia “abrindo caminho” no rabinho dela, aos poucos.

 

para facilitar um pouco a tarefa que ia árdua e dificil, a “su”correu a buscar um pouco do meu óleo que foi deitando suavemente sobre a entradinha já ligeiramente dilatada, com o óleo foi um ápice enquanto a ponta entrou no rabinho dela e o resto, já diz o ditado, é só empurrar ;) com a sua tarefa cumprida a “su” voltou à posição de estimuladora clitorial ;) enquanto eu lhe continuava a acariciar os mamilos que estavam agora enormes e duros.

 

a habituação veio depressa e com ela os movimentos aumentaram de ritmo e senti que ela começava realmente a sentir verdadeiro prazer, numa penetração mais profunda ela acabou por se agarrar e aproximar mais de mim e foi então que tive uma grande ideia, ainda com o “strap-on” colocado, deitei-me no sofá e puxei-a mais para cima de mim, o alberto acompanhou o movimento, olhei nos olhos da lorena nos quais se notava uma certa surpresa, a “su” veio em auxilio e com a ajuda de todos colocamos a lorena em cima de mim sem que o alberto deixa-se de lhe penetrar o rabinho, aprontei o “dildo” e cá vai disto que amanhã é tarde, como diz a “su” ;) enfiei-lho na ratinha, soltou um gemido longo e profundo agarrando-se com força a mim, chegando mesmo a vincar-me as unhas, esperou 3 ou 4 segundos de olhos fechados, depois olhou-me fixamente, sorriu e disse sono impossibili, que é como quem diz que “sou tramada” ;)

 

fomos ganhando ritmo e ligação naquela dança de corpos e se a 3 estava muito interessante, melhor ficou quando a “su” resolveu subir para o sofá e colocar-se  por cima de mim, quase que sentada na minha cara, disfrutando a espaços quer da minha lingua, quer da lingua da lorena que, no balanço, muitas das vezes lá chegava e assim permanecemos durante mais um grande orgasmo da lorena e até que o alberto atingir também o seu último da sessão derramando ainda algum líquido que lhe sobrava por cima da entrada dilatada do rabinho da lorena.

 

se a 2 era bom, a 3 estava interessante, a 4 foi uma coisa verdadeiramente fenomenal foi a conclusão que todos retiramos, exaustos acabamos por ir ao banho e dormir todos em minha casa. se o natal fora interessante, este caminho até à passagem de ano começava a revelar-se inesperadamente fabuloso.

sinto-me: apaixonada
banda sonora: natasha bedingfield - these words
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:02

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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

o segundo dia – o grande teste

passei a noite a pensar naquela célebre frase da lorena e o que na verdade ela quereria dizer com aquilo, será que ela estaria verdadeiramente disposta a “tamanho altruísmo” ;). esta questão já vem de há muito, dos tempos de faculdade quando eu a “su” ficamos primeiro amigas e depois inseparáveis, chegamos a fazer reparos do mesmo género e a pensar em iguais coisas (partilhas) mas, na verdade, nunca o conseguimos verdadeiramente fazer e à luz da amizade especial e única que temos nunca o forçamos, simplesmente nunca nos sentimos verdadeiramente preparadas para partilhar dessa forma algo que era nosso, sem na verdade ser, um homem, um namorado.

 

por volta das 3 e meia da tarde dirigi-me a minha casa, a lorena tinha finalmente ligado a dizer que a “costa estava livre” ;) e dentro de minutos estaria tudo pronto para eu voltar ao meu espaço ;)

 

antes de entrar toquei à campainha e ela demorou um pouco até abrir a porta, será que estão realmente prontos? – pensei – pouco depois apareceu a lorena que veio entreabrir-me a porta. ao entrar percebi que estava ainda apenas em lingerie e de pronto lhe disse que só precisava de apanhar umas coisas e que voltava a sair para que eles se pudessem aprontar sem pressas. ela apressou-se a dizer que não e que estava assim apenas porque tinha acontecido um pequeno acidente com a roupa dela que se tinha molhado um pouco e que estava a secar mais uns minutos e já estava pronta, o alberto é que ainda estava no banho mas que também não devia demorar mais do que alguns minutos.

 

sentamo-nos então as duas no sofá um pouco à conversa, ela estava visivelmente “na lua” de excitação, pelos vistos a noite, e a manhã, tinham corrido mesmo muito bem. agradeceu-me a generosidade de lhes ter dado aquela oportunidade mais umas 100 vezes e garantiu que tinham cuidado bem da casa.

 

não resisti a perguntar se tinha sido bom, ela apenas disse – bom? foi maravilhoso! – rindo em seguida - só que pensar no bom que foi fico logo toda molhada! – rematou. demos as duas uma gargalhada.

 

e a vossa noite – perguntou ela – foi boa também? – sim, mas dormimos muito pouco, ficamos à conversa quase toda a noite. olha! - chegou-se a mim e dizendo-me ao ouvido – sabes o que o alberto adorou? – o quê? – perguntei eu já a 1000 de curiosidade como sempre – do meu novo estilo! – novo estilo? – perguntei sem perceber – sim, da minha como dizes “ratinia” radere – percebi rapidamente a que se estava a referir com o gesto que fez e ri com o “ratinia” dela, pisquei-lhe o olho e perguntei – mas ainda está boa? – sim, está! estão a começar a aparecer alguns pequeninos mas tudo bem, disse mostrando-me. espera!, eu ajudo-te! – que vais fazer? puxei da minha maravilhosa pinça milagrosa comprada em paris há séculos mas que é optima e perguntei, queres que te ajude a tirar só esses 2 ou 3 que já estão a ficar grandes? – se achas que podes fazer isso, por mim, tudo bem!

 

baixei-me junto dela e afastei-lhe um pouco as cuequinhas, puxei um primeiro pelito, não tendo reacção perguntei se tinha doído – não, nem senti! – puxei mais 2 ou 3 visivelmente maiores e perguntei, tens mais? – espera! retirou as cuequinhas e abriu um pouco os lábios e disse – podes ajudar-me a tirar esses mais dentro? engoli em seco - aquela visão rosada é sempre deslumbrante e é dificil ficar-lhe indiferente mas tentei manter o meu “profissionalismo” ao máximo até porque ao contrário de outros tempos, agora ela tinha o namorado ali mesmo ao lado no wc.

 

ok, terminei, vê se está bom! – sim, acho que está optimo! por dentro está bom? – perguntou ela? e eu sorrindo não me lembrei de outra coisa, num ápice dei-lhe uma lambidela bem dentro da ratinha e disse – está optima! rindo em seguida! -capricciosa – disse ela – não perdes uma possibilità! e não perco mesmo J

 

e agora? – disse ela - agora o quê? – perguntei eu – vês, assim deixaste-me excitada – excitada? – sim! – disse ela ao mesmo tempo que me pegava na minha mão e a levava até à ratinha dela – engoli em seco uma vez mais. olha o alberto que deve estar ai a chegar – disse-lhe eu algo constrangida, mas ela respondeu – deixa, ele já sabe! – mas percebendo a minha hesitação concluiu –não faz mal, não te preocupes, eu entendo que não te sintas à vontade. era mais do que evidente que ela já conhecia as minhas fraquezas e mais do que isso, já sabia explorá-las, antes que pudesse dizer mais alguma coisa já eu estava de lingua bem enfiada na  “ratinia” dela.

 

passados alguns segundo ouvi-mos a porta do wc abrir-se e senti-a nesse mesmo momento saltar de susto e querer “fugir-me” mas nesse momento fui eu que a segurei firme - “não havia problema não era, então agora daqui não sais” – pensei eu para comigo própria. senti-a de olhos colados na entrada da sala onde esperava ver no próximo segundo o alberto a aparecer, mas não apareceu, passados mais alguns segundos continuou sem aparecer e a adrenalina a mais de 1000 de ambas relaxou um pouquinho. ouvi-a dizer baixinho – foi-se vestir!

 

continuei vigorosamente a chupá-la a lambê-la, notei que ao contrários de outros momentos, estava totalmente silenciosa, mordia os lábios e engolia como podia os seus habituais gemidos, estava molhadissima e ainda mais excitada pela adrenalina daquele momento, senti-a prestes a atingir o orgasmo e a perder levemente o controlo sobre um ou outro gemido que mesmo que ligeiramente se tornava audivel e veio-se mesmo, cerrou os olhos, mordeu fortemente o lábio inferior e apertando-me a cabeça entre as coxas de tal forma até quase me asfixiar.

 

quando finalmente levantei a cabeça do meio das suas coxas, o susto! e a vergonha! o alberto estava ali mesmo, a 2 metros de nós, semi-nú, com uma toalha enrolada em volta da cintura, pasmado, congelado, trocamos olhares sucessivos entre todos sem dizermos uma única palavra durante vários minutos, ou se calhar foram apenas segundos mas que pareceram uma eternidade, a lorena estendeu o braço para ele e ele deu um passo de uns 2 centimetros em frente - venuto amore mio – disse ela, estendendo-lhe uma vez mais o braço, aproximou-se lenta e vagorosamente dela, reclinada no sofá e visivelmente ainda a disfrutar do orgasmo que lhe tinha proporcionado.

 

olhando os 2, mantive-me calada o tempo todo, imóvel, sentada no chão. chegado junto dela, ela pega-lhe no braço e vai deslizando a mão dela até ao cotovelo dele sempre sem perderem o olhar fixo um no outro, e é então que ela passa a mão para a cintura dele e passando suavemente na parte da frente da toalha disse – amore mio, che è questo? – foi aí, e apenas nesse momento que notei que realmente algo de volumoso se passava dentro da toalha do alberto ;)

 

trocaram mais um olhar já mais expressivo e algo sorridente e é então que ela alcança dentro da toalha o membro erecto do namorado e o começa a acariciar em movimentos masturbatórios sem no entanto o mostrar e foi então que ela própria se admirou com algo que sentiu e enfiando rapidamente a cabeça dentro da toalha disse - wow, che bellezza - è buono? è per voi – respondeu o alberto.

 

o alberto tinha aproveitado o tempo no wc não só para fazer a barba mas para rapar de igual modo os seus próprios pêlos púbicos dedicando a “obra” à lorena. ela sorriu e agora sim puxando o belo membro do namorado para fora colocou-o na sua boca e começou a chupá-lo de ponta a ponta, eu ali fiquei, sem dizer nada, até parecia que não estava lá, eles pareciam ignorar a minha presença e a lorena depois do orgasmo que tinha recebido e do “presente” do namorado estava agora a retribuir-lhe a oferta.

 

ela realmente sabia o que fazia, confesso que me senti pela segunda vez principiante na “arte” ao vê-la deliciar-se com o pénis do alberto que ficava visivelmente cada vez mais duro e maior. e assim, bem duro e firme ela meteu-lhe a boca e foi descendo, lenta e progressivamente até praticamente lhe tocar com os lábios no tronco, ela, literalmente, engoliu-lhe todo o pénis até à garganta durante vários segundos, depois veio o meu susto, ela parecia que ia vomitar, ao retirar a boca um mar de líquidos mais ou menos gosmentos invadiu tudo mas ela não se preocupou, retirou os excessos e continuou a chupá-lo vigorosamente, ele parecia estar a adorar a coisa e começava a gemer e foi que então que ela parece ter-se lembrado da minha presença, olhou-me e sorriu com o pénis dele dentro da boca depois olhou para ele e fez sinal com a cabeça. esticou-me o braço e segurou-me na mão puxando-me para junto deles, deixou o pénis do namorado por uns breves segundos e disse-me ao ouvido – queres juntar-te a nós?

 

pensei por breves segundos e perguntei – posso? tens a certeza? – sim, claro! sorrindo-me e puxando-me mais para eles. em seguida retirou a boca novamente do pénis do alberto e continuando a masturbá-lo beijou-me, trocámos um longo beijo de língua enquanto ela o masturbava, fiquei excitadissima e aí realmente com vontade em participar mas não quis agir, tinha meda de ser mal interpretada ou recebida apesar da oferta mas a lorena agiu por mim e pegando no pénis do namorado encostou-mo à boca. acedi, abri a boca e deixei-o entrar, chupei-o levemente como que me habientando a ele mas logo ela me levou uma das mãos e me fez agarrá-lo com força como que me dizendo “estou a oferecer-to, agarra-o” e assim fiz, comecei a chupá-lo de uma forma mais relaxada e ritmada ela entretanto movimentou-se e foi para trás dele, olhei e percebi que estava a lamber-lhe toda a zona que vai dos testiculos ao anús e ele parecia adorar a sensação, senti-o “saltar” e percebi que ela lhe tinha introduzido a ponta de um dedo no rabinho e lhe lambia os testiculos ao mesmo tempo que movimentava o dedo em circularmente.

 

percebi-o a gemer mais vigorosamente e a forçar mais o pénis dentro da minha boca, a lorena também percebeu e juntou-se rapidamente a mim, ele estava para se vir, ela segurou-lhe no pénis e masturbava-o dentro da minha boca, perguntou-me ao ouvido se havia problema – disse de pronto que não. voltámos a beijarmo-nos numa troca frenética de línguas enquanto as nossas mãos juntas masturbavam o alberto que se veio naquele preciso momento num gemido profundo soltando vários jactos consecutivos do seu nectar que nos invadiram as caras e as bocas ao mesmo tempo que nos beijávamos.

 

cheias do seu néctar até ao cabelo trocámos ainda diversos beijos e a lorena lambeu-me toda a cara depois chupou ainda algum restante do pénis do alberto e ofereceu-mo de novo para eu chupar o que fiz sem hesitar.

 

fui uma experiência única, nunca antes realizada desta forma e fiquei altamente surpreendida com o altruísmo e a coragem da lorena em oferecer sem medos o namorado, foi uma prova de confiança na minha pessoa que poucas teriam a coragem de ter e isso ficou-me gravado desde esse dia. a lorena entrou numa nova esfera da minha caixa de pandora, a esfera que até este dia só tinha sido atingida pela “su”.

 

quanto ao alberto, confesso que gostei, que tinha até saudades de “um homem” e de um bom pénis, mas confesso igualmente que tudo o que fiz fi-lo sem conseguir dirigir-lhe o olhar uma só vez, dito assim soa um pouco a “objecto” mas é essa a verdade, ainda não atingi esse nível que considero supremo e quase inatingivel, mas, e para começar, foi, como dizem os brasileiros, “bom demais”.

 

depois de mais um banho para todos (invidualmente) ;) e de eles saírem não resisti a ligar à “su” a contar o que tinha acontecido, ela ficou verde de inveja mas, como lhe disse, era preciso ter calma, o natal ainda mal tinha começado.

 

 

p.s.: peço a todos desculpas pelos atrasos registados na actualização do diário, mas desta vez a culpa foi do sapo que, vá-se lá saber porquê, me tem impedido de inserir novos posts.

sinto-me: diabólica
banda sonora: bob sinclar - give a little love
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:57

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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

a colega italiana – novos desenvolvimentos

depois daquele primeiro episódio “curioso” nasceu entre nós uma amizade que perdurou mesmo quando ela voltou ao seu local de trabalho de origem. não há dia que ela não me mande 5 ou 6 e-mails pessoais ou simples fw, daqueles que mandamos (erradamente) para toda a nossa lista de contactos.

 

no outro dia convidei-a para jantar, aliás, para jantar comigo e com a “su”que entretanto arranjou um “furo” na sua agenda para estar comigo e por a conversa em dia. já tinha falado nela à “su” mas apenas pelo telefone, quando lhe contei a história da banana e ela estava também muito curiosa para a conhecer.

 

fomos jantar num sitio calmo, os dias tinham andado do pior que pode haver em termos de trabalho e de stress e precisavamos mesmo era relaxar. a “su”, como sempre, conhece tudo, e lá arranjou lugar para nós num restaurante (não muito caro) para os lados da marina de cascais.

 

quando chegamos (a lorena foi à boleia comigo) a “su” já estava à nossa espera, entramos sem demoras que a fome já apertava. era um restaurante italiano ;) e, como tal, deixamos a nossa amiga fazer as honras da casa e ajudar-nos na escolha dos pratos, ela lá foi dizendo que a comida italiana em italia é um pouco diferente da que temos em portugal mas fizemos um mix de pratos e comemos de tudo um pouco.

 

um jantar bem comido e bem regado com vinho italiano, pelos menos elas duas beberam que se fartaram, eu não é que não goste mas prefiro o retiro do lar para beber, até porque como estava a conduzir também não dava muito jeito ficarmos a pé. a lorena é assim mesmo, muito expontanea, quando vê ou ouve algo que lhe chama a atenção não se coibe de comentar e/ou perguntar coisas e tanto eu como a “su” gostamos disso. conversamos um pouco sobre as nossas vidas e, acima de tudo, rimos muito. desde que iniciei convivencia com a lorena não sei se foi ela que aprendeu muito melhor o português ou eu o italiano, mas o facto é que nos conseguimos entender quase perfeitamente.

 

se ela já se tinha mostrado pouco inibida no dia-a-dia então no nosso meio e com uns copitos a festa era geral e mais cedo ou mais tarde a conversa teria (inevitavelmente) que ir parar ao tema de sempre – sexo.

 

falamos e falamos, rimos e disparatamos até que chegou a hora de ir para casa, mas o estado assim o pedia que evitassemos muitas viagens e fomos todas para a minha. fiz questão de a pôr à vontade com o espaço e tudo o que precisasse, perguntou se podia tomar um banho que não conseguia dormir “suja”, a “su” num dos seus repentismos habituais perguntou-lhe logo se ela precisava de ajuda no banho, ao que ela recusou, sorrindo.

 

passados segundos voltou à sala já enrolada numa toalha a perguntar-me se por acaso tinha uma escova de dentes a mais, claro que sim, tenho sempre! e disse-lhe novamente que estava em casa, podia tirar da gaveta por baixo do lavatório ao que ela respondeu - em casa não estou, mas quase! estranhei a resposta e perguntei – porquê? falta-te alguma coisa que precises? – não, disse ela, mas se estivesse em casa andava nua, adoro andar nua em casa! olhem só o que ela foi dizer, respondi de pronto, se quiseres anda, ninguém leva a mal! e mal tinha acabdo a frase já ela soltava um “yupi” de alegria (também alcoolica) e atirava a toalha ao ar ficando apenas de soutien e de cuequinha.

 

uau, disse logo a “su”, que lindo conjunto tu tens – referindo-se à cuequinha e soutien que por acaso eram realmente muito bonitos, ela ou não percebeu ou fez-se despercebida e segurando por baixo das copas do soutien e puxando ligeiramente para cima disse – sim, são duas! rindo em seguida.

 

ficamos um bocadinho palermas com mais esta atitude, a italianita tinha atitude mesmo, postura rebelde, como nós gostamos. ;)

 

ela foi tomar o banho e nós duas ficamos na sala a comentar a lingerie dela ;) era um conjunto realmente muito bonito com uma cuequinha com uma forma “sui generis” nem era normal nem era tanga, era algo intermédio que lhe assentava muito bem nas formas redondinhas mas, curiosamente, bem firmes e sem uma única estria (segundo o olho atento da “su”). era sem dúvida uma mulher muito bonita vestida e igualmente linda despida ;) segundo a “su” ela tinha corpo de brasileira e não de italiana (vá-se lá saber de onde ela conhece mais italianas para comparar ;)

 

confesso que aquela cena me deu uma certa “vontade” de ver até onde é que ela dava, mas nem abri a boca sobre o assunto senão a “su” era bem capaz de estar a fim de uma das dela. mas nem precisei de abrir a boca que ela saiu-se logo com um “olha lá, achas que ela alinhava num ménage feminino?” – e eu sei lá “su”, não te ponhas a dar-me ideias, ela nem nos conhece bem ainda é capaz de levar a mal. nisto entra ela de novo na sala, enrolada na toalha mas desta vez notoriamente acabada de sair do banho. se isso for possivel estava ainda mais arrebatadora, acho que qualquer homem (ou mulher) lhe cairia o queixo ao ter aquela visão, como nos aconteceu a nós duas.

 

dirigiu-se a mim e perguntou-me se tinha alguma loção de corpo que ela pudesse usar. claro que sim, levantei-me e fui buscá-lo enquanto ela se sentou no sofá junto da “su” – está aqui! disse-lhe eu, fazendo em seguida uma pausa trocando um olhar com a “su” – queres ajuda para pôr? não resisti, tinha mesmo que fazer esta pergunta.

 

ela olhou-nos por um instante e acenou com a cabeça que sim, virando-me as costas para que pudesse começar, sentei-me atrás dela e comecei a passar o creme massajando levemente aquela pele macia, libertou mais a toalha para que pudesse descer e pude reparar que estava totalmente nua, continuei a massajar-lhe as costas enquanto a “su” já pegava no frasco para me “ajudar”, começando a espalhar-me creme nas pernas. senti que ela estava a gostar, e muito, da massagem e que à medida que iamos avançando ela se ia descontraindo mais e mais.

 

finalizadas as costas ela abriu a toalha mostrando-nos totalmente as suas formas femininas, deitando-se em seguida de barriga para baixo em cima dela. estava realmenente muito bem cuidada e tinha umas linhas muito bonitas, um peito bonito de dimensões bastante boas e muito firme, a ratinha estava delicadamente aparada e depilada com as virilhas bem cavadas deixando um fio de um dedo de largura apenas no centro.

 

passamos a massajá-la nas costas, braços, coxas e pernas a 4 mãos, contornando as suas formas e de vez em quando subindo pelo interior das coxas até quase tocar na ratinha dela, sentia soltar pequeninos gemidos cada vez que isso acontecia e não demorou até que entrasse a 100% no jogo, voltando-se ao contrário e dizendo - ora é l'altra faccia! que é como quem diz – falta o outro lado!

 

comecei bela barriga também ela firme e trabalhada mas logo ela me guiou as mãos para o peito, e que peito ;)

 

a “su” continuava nas pernas mas começou a “abusar” um pouco mais tocando-lhe directa e diversas vezes na ratinha, situaçoes que a faziam estremecer, após algum tempo pegou-me na mão e guiou-a até a ratinha dela começando a masturbar-se usando a minha mão. os movimentos foram acelerando o ritmo e não me coibi de lhe começar a enfiar um dedo na ratinha cada vez que a mão descia, ela parecia estar a adorar o que nos deu ainda mais vontade de continuar, algu]em me puxava o braço para o lado, era a “su” já cheia de vontade de lhe enfiar a lingua (ela não perdoa mesmo) e assim fez mas apenas por breves segundos pois ela rapidamente atingiu o orgasmo, segurou-nos nas mãos e puxou-nos para ela abraçando-nos uma de cada lado.

 

e a noite por ali ficou, ela acabou por adormecer no extase do orgasmo, deixamos as conversas para o dia seguinte, tapamo-la e fomos também nós dormir, ou, pelo menos, fomos para a cama (que mulher também não é de ferro). ;)

 

sinto-me: deslumbrada
banda sonora: scissor sisters - i don't feel like dancin
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:47

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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

fetiches – haverá limites para a imaginação?

há tempos, em grupo de amigos, conversavamos sobre o tema, os fetiches, e se os há do mais “fora do comum” que possamos pensar. provavelmente já todos ouvimos falar de pessoas que gostam “disto” ou “daquilo”, ou já lemos nalguma revista ou jornal sobre o assunto, mas, naquele pequeno grupo de pessoas tão intimas umas das outras haveria tanto a revelar.

 

em primeiro lugar chegamos à brilhante conclusão de que todos, sem excepção, tinha um ou vários fetiches, se no capitulo dos homens havia um mais do que comum, as mulheres revelavam-se mais criativas e originais. mas porque será que todos os homens gostam ou gostariam de estar com duas mulheres ao mesmo tempo? – questionei-me. terão vocês dois “coisos” para usar simultaneamente em cada uma delas? rimos todos, mas o facto é que nenhum deles conseguiu explicar o porquê desse fetiche masculino universal.

 

no que aos fetiches estranhos o “j”, mais conhecido pelo nome artístico de “johnny bravo” revelou-nos um dos seus “fantasmas no armário”, quando andava na faculdade teve umas saídas com uma miúda que, basicamente, e resumindo a coisa, só queria que ele lhe desse pancada, mas, segundo ele, não eram cá “pancadinhas amorosas” era pancada mesmo da “grossa”, daquela de deixar marcas. pior do que isso é que, ao que parece, ela pagava mais ou menos na mesma moeda e passando a citar o “j”: “...num broche de 5 minutos deixou-me inactivo para 15 dias...”.

 

violências à parte de muito mais se falou em termos de fetiches e a certa altura a “tê” sai-se-me com esta: “o que eu mais gosto é de meter o dedinho no cuzinho do meu namorado, é logo!”, é logo? mas é logo o quê? – perguntei eu, curiosa e desbocada como sempre – é logo! ele vêm-se logo! – respondeu ela já meio envergonhada com o meu questionário.

 

já tinha ouvido falar desse assunto, ou melhor, de que os homens tinha zonas muito sensíveis no ânus ou junto dele, mas que fazer isso os fizesse vir “na hora” era novo para mim.

 

a “su” sempre sem pejos em abordar as suas experiências mais ou menos bizarras resolveu contar ao grupo uma história que eu já conhecia de há muito, uma experiência de um daqueles “namorados de verão” dela, o gajo adorava enfiar-lhe o “coiso” até à garganta e sem sequer avisar, diz ela que só pensou que ia morrer sufocada, por sorte não tinha comido, senão tinha vomitado tudo.

 

realmente há cada um/uma, porque será? será que o sexo dito normal não é interessante o suficiente? o que serão na verdade os fetiches e quem os inventou? eu confesso que sempre me excitou o risco, a adrenalina, os locais públicos, o ar-livre, a sensação de poder estar a ser vista por algum mirone e, digamos, a minha fantasia sexual mais arrojada neste contexto acho que era mesmo o confessionário, isso mesmo, aqueles locais das igrejas onde as pessoas confessam os seus pecados, um pouco como eu faço neste meu diário.

sinto-me: bem
banda sonora: brandi carlile - the story
publicado por diariodeumamulhermadura às 13:13

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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

caraíbas – sol, praia e sexo

as férias estavam a correr bem melhor após o novo bikini, o sol e a temperatura convidavam a um banho nas águas azul-turquesa e lá fui eu. quando voltei tinha vizinhos, um casal tinha-se instalado ao meu lado. percebi após alguns minutos que eram italianos e acabamos por trocar dois dedos de conversa num misto de italiano, português e inglês  eram de génova e estavam ali em lua-de-mel. deviam ter mais ou menos a minha idade, talvez até menos e estavam ambos muito bem cuidados do físico. o tom de pele deles indicava que já por ali estavam há uns dias. ele morenão, ela loirita, formavam um casal muito giro e sensual. ela meteu conversa comigo dizendo que gostava muito do meu bikini (fiquei ainda mais orgulhosa com a compra). o dela também lhe ficava muito bem, mas se o meu era “pequenino” o dela era uma miniatura. disse-lhe que inveja a coragem dela para o vestir mas que lhe ficava muito bem. rimos e conversamos um bom bocado. confessou-me que não costumava vestir coisas tão mínimas pela europa mas que tinha sido uma prenda “especial” do marido para a lua-de-mel.

ele vestia uma daquelas “sungas” à brasileiro (e pelos vistos à italiano) altamente sensuais e que deixavam igualmente transparecer as suas formas e dimensões ;). é verdade, confesso, não resisti a olhar diversas vezes para ele apreciando as ditas “formas e dimensões”. acabamos por ir almoçar juntos ali mesmo num restaurante esplanada dentro do areal. depois do almoço eles foram fazer uma “sesta” (pensava que eram só os espanhóis) e eu fiquei à sombra a ler um livro na mesma esplanada, resguardando a minha pele “branco-lixivia” daqueles raios de sol violentos.

passadas algumas horas voltaram à praia já eu estava de volta à espreguiçadeira e quase a dormir. convidaram-me para um mergulho no mar e como não tinha mais o que fazer mesmo, lá fui. tinha tido como objectivo destas férias “fugir” de tudo e de todos, mas confesso que aquela surpreendente companhia desconhecida e bem-humorada me estava a fazer melhor que o completo isolamento. mais uns minutos e decidi recolher-me ao quarto, tomar um demorado banho e vestir algo diferente para a noite. estava disposta a ver como era a noite daquele local e se valeria a pena ou não.

o jantar era “buffet” uma mistura de tudo um pouco, desde as caraíbas à europa e até áfrica. sentei-me numa mesa ao fundo da sala e decidi começar a provar um pouco daquelas iguarias. estava eu a deliciar-me com uma salada de lagosta quando ouvi um “buona sera”, eram eles de novo e estavam deslumbrantes, ela de vestido de gala todo branco muito fino e transparente com apliques em prateado, parecia quase um daqueles vestidos de “danças de salão” e ele também muito elegante de fato mas sem camisa mostrando o peito musculado. pareciam duas estrelas de cinema na noite dos óscares. acabei por passar a noite com eles e fomos juntos beber uns “drinks” depois do jantar.

a noite foi muito gira e acabamos por nos conhecer melhor, combinamos encontrarmo-nos no dia seguinte na praia mais ou menos no mesmo local mas sem hora marcada porque nestas coisas de férias não há espaço para a ditadura dos relógios.

no dia seguinte quando cheguei à praia lá estavam eles a desfrutar do sol e do mar, reparei que a sunga do marido tinha mudado de cor e se no azul que tinha antes já era o que era, nem vos digo de como ficava em branco e molhada, digamos que era quase como se estivesse “nú” aos meus olhos. pela primeira vez senti real inveja dela, ele era muito bom mesmo. confesso que nessa manhã fiquei largos minutos perdida na sunga dele, tão perdida que a certa altura fui “caçada” pela mulher a olhar para ele. assustei-me ao ver que tinha sido “apanhada” e pedi-lhe desculpas, ela riu-se e disse: não faz mal, eu sei o que tenho! e estou habituada a que muitas mulheres o desejem. somos muito liberais nessas coisas, somos muito unidos, inseparáveis mesmo, por isso que não tenho medo de o “perder”. sorri também ainda meio envergonhada e acabei por comer à pressa e me refugiar do sol mais cedo do que o normal e, desta vez, no quarto.

deitada na cama tentando ler o livro mas aquelas formas não me saiam da cabeça, o homem era mesmo “bom demais”.

saí apenas ao final da tarde e fui para a piscina mas não demorou nem uma hora para que nos voltássemos a encontrar, algo tinha mudado, sentia-o. podia ser só o meu receio pelos pensamentos que tinha tido, mas sentia que algo tinha mudado. convidaram-me a ir para outra piscina, uma mais pequena e mais reservada na parte destinada aos casais em lua-de-mel, pensei em recusar mas acabei por ir, era uma zona muito mais reservada do hotel, de acesso quase exclusivo e sem janelas para evitar “mirones”. entramos os 3 na água mas após alguns minutos reparei que a mulher tinha saído e estava enrolada na toalha. vou subir! divirtam-se! e piscando-me o olho saiu. assustei-me um pouco. que é que ela quereria dizer com “divirtam-se”. percebi rapidamente, o marido aproximou-se e encostando-se a mim fez-me “senti-lo”, arrepiei-me toda e os meus mamilos denunciaram-me de imediato explodindo de tão duros. tocou-me e eu não consegui recusa-lo, não consegui afasta-lo de mim nem sequer questionar qualquer coisa do que estava a acontecer. colocou-me as mãos grandes e fortes na barriga e subindo lentamente retirou-me o top do lugar aconchegando as minhas maminhas nas suas mãos. eu está já a “ferver por dentro” e ele pegando-me ao colo, levantou-me como uma pena e colocou-me no bordo da piscina. abrindo-me as pernas puxou-me as cuequinhas do bikini para o lado e chupou-me de imediato o clítoris com alguma força. não contive um longo gemido. continuou a lamber-me toda num vulcão de sensações, nunca tinha sentido uma língua assim, parecia que torcia e retorcia entrando e saindo de mim, tocando em tudo o que era lugar. não demorou muito até que me viesse num orgasmo enorme, muito alto na escala da “su” ;) ainda não me tinha refeito da sensação e reparei que a mulher já estava ao nosso lado, olhou para mim, sorriu e disse: agora, o resto é para mim e dizendo isto sentou-se numa espreguiçadeira, baixou-lhe a sunga e chupou-o todo de ponta a ponta. fiquei inebriada com tudo aquilo, pasmada com o que me estava a acontecer. chupou-o e lambeu-o por algum tempo até que ele se veio num jacto que lhe invadiu a cara e a boca. com o dedo ele apanhou tudo o que tinha saído e guiou-o para a boca dela que o engoliu todinho, depois, deram um enorme beijo de língua com as bocas meladas do "néctar" dele e piscando-me o olho despedindo-se de mim.

saí da piscina rapidamente e dirigi-me ao quarto. entrei na banheira, deitei-me e pensei: estas férias realmente estavam a ser inesquecíveis.

 

sinto-me: boquiaberta de espanto
banda sonora: david fonseca - rocket man
publicado por diariodeumamulhermadura às 03:07

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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

vamos fazer algo verdadeiramente louco

segunda-feira, dia chato, mais chato e mais aborrecido ainda quando não se fez nada de jeito. entre uma manhã de entrevista para um possível emprego e uma tarde passada a olhar para montras de shopping sem comprar nada a escolha é difícil sobre qual o pior momento do dia.

ainda a viver com a “su” na nossa fase pós-universitária mas com ela com mais sorte do que eu em termos de emprego, os dias estavam um tédio mesmo.

cerca das 8 horas chega a “su” com aquele ar de atarefada de “dona de casa” com sacos de supermercado misturados com a pasta do trabalho e um casaco que foi buscar à lavandaria.

recebo-a no sofá, nem me mexi, apenas disse: olá. então, que é que se passa contigo, estás doente ou quê? não, estou para lá de entediada, o dia foi uma verdadeira porcaria. ok, já percebi que não correu muito bem, mas deixa lá que estamos juntas nesse barco, hoje o meu também foi para esquecer.

e jantar? - diz ela. não me apetece nada, não me apetece sequer pensar em ir para a cozinha. olha, a mim também não, estou que nem posso dos meus pés. pedimos uma pizza? – diz ela olhando para mim e soltando uma gargalhada. não me consegui conter e apesar da neura com que estava ri também. a risada tinha a ver não com a pizza em si mas com o entregador de pizzas de um restaurante ali próximo de casa. era um miúdo com os seus 18 ou 19 anos com um ar atlético, alto e bastante engraçadinho. numa maluqueira da “su” algum tempo antes, que lhe deu para lhe lançar “olhares penetrantes” durante uma entrega de comida ficou algo “no ar” e cada vez que foi lá a casa depois disso olhou-nos sempre de maneira diferente.

pizza? pode ser. não estou mesmo com muita vontade de pensar noutra coisa, pede tu. lá foi ela para o telefone e passado um pouco grita, 25 minutos, pode ser? já não é mau gritei eu, mas preferia 1 horinha bem aviada. o que eu não sabia era que ela ainda estava ao telefone e passei uma vergonhaça logo ali.

podias ter avisado “su”, eu sabia lá que ainda não tinhas desligado. olha, acontece, agora ficaram a saber todos os teus gostos ;) e riu-se.

se já não estava muito animada a situação ainda me deixou mais chateada, detesto passar vergonhas, como já devem ter percebido por posts anteriores, fico furiosa. mas desta vez a culpa era mesmo minha e não tinha em quem descarregar, nisto diz a “su”: vamos fazer algo verdadeiramente louco!

quê? “su” hoje não estou com muita paciência para essas coisas. não, a sério, vamos, vamos, vais ver que te animas logo. sim, claro, e que tipo de coisa “verdadeiramente louca” é essa, posso saber?

podes, claro que podes, até porque vais fazer parte dela ;) vamos atacar o rapaz das pizzas! vamos quê? tu não estás boa da cabeça! vamos atacar o rapaz das pizzas? porquê? estás a ver se nos metes nalguma alhada.

nada disso, já viste como ele olha para nós daquele aquele dia? ele está mortinho por acção. mas acção que acção? que é que estás a pensar fazer? e correu para a sala frenética como sempre a contar-me o seu plano “mirabolante”.

estás louca – disse-lhe eu de pronto. não estou nada! vai ser o máximo! alinhas ou não alinhas?

ela sabe que eu detesto que ela diga isso, ela sabe que eu não suporto esse tipo de desafios e mais uma vez assim me “comprou”.

tocam à campainha, era, pois claro, o rapaz da pizza, subiu e entregou a pizza como sempre, recebeu o dinheiro e quando já se ia embora a “su” grita: não tem chouriço! o rapaz ficou boquiaberto de espanto e perguntou - há algum problema? há! diz a “su”, a pizza não tem chouriço! sim, é verdade diz ele tentando ser educado, mas não me lembro de ter pedido com chouriço. pedi sim diz ela, eu quero sempre com chouriço! e quero agora! e dizendo isto lança mão aos “apetrechos” do rapaz em busca do seu chouriço ao mesmo tempo que eu fecho a porta de casa e me encosto a ela. o rapaz mudou de cor umas 10 vezes seguidas, sem saber o que dizer ou fazer, acho até que ia morrendo de estar tanto tempo sem respirar, mas a “su” não se fez rogada, começou, iria acabar, como sempre.

abriu-lhe num ápice as calças e literalmente devorou-lhe o pénis, fazendo desaparecer dentro da boca, o rapaz permanecia branco como a parede e sem reacção, apenas dizia coisas que soavam a: mas, mas, olha, eu não posso, sem que nada disso fizesse parar os intentos da “su” que lhe chupava o, mais composto “zezinho”.

ás tantas, já com ele resignado e encostado ao móvel do hall de entrada a desfrutar do momento, ela pára e grita para mim – vais ficar ai a olhar? ajuda-me aqui! e lá fui eu para a confusão, de facto o rapazito tinha um “zezinho” de fazer inveja, era totalmente proporcional ao resto, atlético e forte e brincamos de “ora para ti, ora para mim” uns quantos minutos até que ele num impulso profundo se veio e como veio para a cara da “su” que entretanto tinha percebido que estava na hora e o masturbava a bom ritmo.

levantou-se a “su” e foi directa à casa de banho limpar-se o rapaz ainda meio boquiaberto arrumou como pode o “zezinho” e foi por mim empurrado para fora de casa, ao sair olhou com apreensão o relógio e disse: estou tramado! respondi-lhe – não estás nada, diz que não tínhamos dinheiro e tivemos que o ir buscar.

adeus, disse-lhe eu enquanto esperava no patamar pelo elevador, juntando-se a mim nas despedidas a “su” já mais “composta” que rematou – espero que tenhas gostado da gorjeta.

fechamos a porta, olhamos uma para a outra e ri-mo-nos que nem duas perdidas. com tudo isto a pizza ficou fria, será que iríamos ligar a reclamar do serviço? ;)

sinto-me: louca
banda sonora: melanie c - the moment you believe
publicado por diariodeumamulhermadura às 02:54

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