Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

triângulo inesperado

fui buscar a “su” ao emprego, tínhamos combinado ir jantar a casa dela, o namorado estava for a em trabalho há algum tempo e quando assim acontece recebo sempre um pouco mais de atenção (não é amiga?) ;). mal entramos em casa dela ela atirou com as coisas que trazia na mão para um cadeira e sentou-se pesadamente no sofá. estou que nem posso – disse ela – cansada? – perguntei-lhe – e não só – respondeu – curiosa como sempre perguntei – mas porquê, passa-se alguma coisa?passa, passa-se que não tenho “pau” há mais de uma semana e isto quando a gente se habitua a tê-lo quase todos os dias, vou-te contar, é pior que a droga – ri-me e perguntei – mas isso está assim tão mau mesmo?se está amiga, ando com uma tusa que até tenho a cona inchada de falta dele -  uma resposta mesmo à “su”. bem, que exagero! – disse eu – ah é, não acreditas, então olha! – disse ela tirando a saia e afastando as cuequinhas. olhei e realmente o clítoris dela parecia sair mais do que nunca de entre os lábios – não estarás com alguma infecção?qual infecção, qual quê? o medicamento que eu preciso sei eu bem qual é! – disse ela rindo às gargalhadas. ajoelhando-me um pouco junto dela não pude evitar a enfiar a minha cabeça entre as pernas dela e a dar-lhe um toque de língua, estava quente, muito quente. e a forma como ela trouxe a assunto a conversa percebia-se facilmente que estava “necessitada” de uma ajudinha.

entre esse toque de língua e começarmos a amassarmo-nos no sofá foi uma questão de segundos e nenhuma pareceu importar-se com o “cheiro a cueca” que emanava de ambas, também estava com vontade “dela”, assim, despreocupadamente, as duas, como antes.

na verdade a surpresa que nos estava reservada era muitíssimo maior do que estaríamos à espera e no “bem-bom” do momento nem nos apercebemos logo que, afinal, e ao contrário do que estávamos à espera, não estávamos totalmente sozinhas. ao fundo, atrás da porta do quarto, o namorado da “su” que tinha chegado de viagem 2 dias mais cedo que o previsto e tinha resolvido fazer-lhe a surpresa de não a avisar estava também ele a ter uma surpresa tão grande quanto a nossa e, escondido, observava-nos à distância sem fazer o mínimo ruído. até que ele com a coisa já “bem quente” resolveu sair detrás da porta e aparecer junto de nós e já de mastro de fora e bem erguido. apanhámos o susto das nossas vidas, saltamos como duas molas uma para cada ponta do sofá como que querendo esconder o impossível, a “su” ainda tentou dizer qualquer coisa como que querendo justificar o injustificável mas ele, sem dizer uma só palavras, colocou-lhe a mão em frente da boca mandando-a calar e em seguida enfiando em vez dele o mastro dele até ao fundo da garganta dela. imóvel fiquei no canto para onde saltei com as mãos tentando cobrir a ratinha descoberta e com os mamilos a saltarem por cima do soutien ainda por tirar. ela chupou-o, mas não como já vira em outras ocasiões, desta vez ele mandava, ele era o “todo-poderoso” e ela apenas uma mera serva e ele enfiava e enfiava-lhe o mastro até ao fundo fazendo-a quase sufocar até que parou e sempre sem dizer uma palavra a virou de quatro para ele e lhe enfiou de uma só vez o mastro na ratinha fazendo-a gemer “alto e bom som”, tremi e mexi no meu canto com aquela penetração e ele olhou pela primeira vez para mim retirando os olhos em seguida e olhando novamente 2 ou 3 segundos depois. fixou-me, tremi, o que iria ele fazer – pensava. fez-me sinal, fingi não perceber e ele fez novamente, sinal para me aproximar e sempre sem abrir a boca e a mesmo tempo que penetrava demorada e profundamente a “su” fez-me colocar de quatro também ao lado dela. a “su” nem me olhava, tinha o olhar fixo no assento do sofá como se estivesse em estado de hipnose, mal me coloquei como me indicou e guiou senti os dedos dele a invadirem-me a ratinha, não sei quantos, mas mais do que um com toda a certeza, enfiou-mos com fez com ela, com força e de uma só vez e pegando nos cabelos da “su” começou a aumentar a cadencia das penetrações repetindo o mesmo em mim com os dedos. senti a “su” a vir-se, a vir-se prolongadamente à medida que ela a cavalgava e lhe puxava pelos cabelos. parou, de repente, tão de repente como havia começado e olhei por cima do ombro esperando vê-lo a vir-se mas não foi isso que aconteceu, pelo contrário, empurrou a “su” para o sofá fazendo-a deitar de lado e quase de frente para mim, senti os dedos dele a saírem também de dentro de mim e sem tempo para me virar para ver o que se passava senti algo quente e molhada que me tocava, senti-o penetrar-me e tentei “fugir” mas ele agarrou-me com força e meteu-o até ao fundo, senti-me a dilatar toda por dentro e quase me vim com aquela estocada que me tocou até ao fundo, depois foram mais umas quantas penetrações longas e senti as mãos firmes a segurarem-me nas ancas com força e pensei – vai-me rebentar toda. cavalgou-me com força por uns meros segundos, o tempo suficiente para me vir e, como havia feito antes, saiu abruptamente de dentro de mim quase me fazendo vir de novo naquele “saltar de rolha” e sentando-me no meio das duas agarrou-nos nas cabeças e aproximou-as ao mastro dele.

quase sem sabermos nem como nem porquê começamos a lambe-lo e a chupá-lo as duas e segundos depois forço-nos novamente ao mesmo tempo e com os narizes colados uma na outra e com o mastro a separar-nos as bocas veio-se brutalmente soltando um jacto enorme nas nossas caras, bocas, testas, cabelo e tudo o mais que por ali havia, nesse momento fechei os olhos e quando os voltei a abrir após sentir o parar dos jactos a “su” olhava-me fixamente e sorriu com a cara cheia de esperma e com a língua tocando na minha e no mastro dele que agora começava a murchar, trocámos nessa altura um longa beijo de língua, melado e com sabor ao néctar dele que, inesperadamente, era agora também meu.

 

consideração final: empresas de maquilhagem que me escutam, por favor, com uma certa urgência, um desmaquilhante capaz de retirar sem esforço esperma das pestanas no mercado, pode ser?

sinto-me: palavras para quê
banda sonora: the fray - you found me
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:07

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