Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

quando até o porno corre mal

 

enviaram-me há dias por e-mail uma série de pequenos clipes de vídeos pornográficos “made in brasil” ou, pelo menos, com interpretes brasileiros na sequencia de uma conversa que tinha tido com essa pessoa acerca da facilidade em produzir um filme porno (pensava eu).

a colectânea servia para me mostrar que realmente, há pessoas mesmo sem jeito nenhum, ou como comentava essa pessoa em bom português – “há gente que nem foder sabe!”. ao ler a frase pensei, se tu soubesses que há tanta mas tanta gente assim e pior que nem sabe disso…

adiante, os tais clipes mostravam parte de um filme e passo a explicar o rol de estupidezes que ele continha:

 

take 1 – uma menina tentava a muito custo ser penetrada no rabinho por um rapagão, a muito custo ou a muito medo, não percebi bem. o que acontece é que ela estava por cima dele e apoiada com os pés nas coxas dele (má ideia) o que no meio do receio que ele se esticasse e metesse mais do que a cabecinha (que devia ser o acordado em contrato) ela escorrega e então é que foi todo e de uma só estocada;

 

take 2 – nitidamente o rapagão não se controlou numa das cenas e veio-se fora de tempo facto que em vez de ser cortado na cena antes ficou assim a meio com a garota com cara de poucos amigos e ele apertando o membro;

 

take 3 – cena final, empolgado, arranca o preservativo, fisgando os dentes com aparelho da moça no processo e seguidamente e com esta de boca bem aberta, solta dois potentes jactos, destino 1 – olho direito; destino 2 – dentro de uma narina;

 

take 4 – para finalizar tamanha parvoíce, mais cómica que pornográfica, a moça ainda tentou fazer umas flores com o restante do que não lhe subiu pelos olhos ou nariz e, ao querer engolir o dito néctar… ela fez caretas, ela puxou o vómito, ela mudou de cor, escondeu a cara da câmara, tudo o que possam imaginar no capitulo do que não se deve fazer e, após conseguir a tamanho custo o feito fez uma cara de tigresa para a câmara como se nós não tivéssemos assistido ao resto, perfeitamente ridículo.

 

razão para dizer mesmo, estes, nem foder sabem!

publicado por diariodeumamulhermadura às 11:18

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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

flash noticioso de ultima hora

como já devem ter reparado e passando por cima de alguns assuntos que tenho abordado ultimamente (e que ainda não acabei) aconteceu algo que me leva a sobrepor este assunto ao meu diário, o que acontece é que tive um sonho curioso esta noite, nada de anormal, tenho muitos, mas hoje acordei de manhã particularmente húmida, tão húmida que jurei que o sonho tinha sido realidade. perdi a pouca vergonha que tenho e peguei no telefone, escrevi uma sms à “su” dizendo apenas – amiga, não leves a mal mas preciso mesmo de te fazer uma pergunta que não me sai da cabeça. onde é que aprendeste a fazer esses broches? – esperei alguns bons minutos, creio que mais de uma hora até pela resposta, cheguei a pensar que tinha ficado chateada ou sentida e que não me ia responder, mas, finalmente, a resposta chegou, agora mesmo e dizia apenas e só o seguinte – ah ah ah, muito fácil de responder a essa, estás preparada? filmes porno gay! falamos melhor ao almoço, podes?

e mesmo que não pudesse tinha que arranjar forma de poder, essa explicação só perco se morrer antes! ;) e, como sempre, claro que vos irie dar conta do que se passa logo que seja possível. até lá!

sinto-me: e esta hein
banda sonora: mia rose - let go
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:22

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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

6ª feira – lady’s night

sexta-feira, final de dia e de semana de trabalho, toca o telefone, era a “su” e que raridade, há perto de uma semana que não sabia nada dela, tinha-me dito que me ia ligar e até àquele momento estava uma completa desaparecida. então amiga, que é feito de ti? – disse-lhe eu com um certo tom irónico. olha, tive uma semana que nem te conto, só tive tempo para te ligar agora. ah é? então e querias falar-me de quê? queria fazer-te uma proposta! eh lá! ;) oh, deixa-te disso, ouve lá! fazermos uma lady’s night! fazermos uma lady’s night? como é isso? isso todas as discos e bares têm às sextas, não te estou a perceber. não! não é nada disso! é uma espécie de festa “caseira” mas só de mulheres estás a ver? a ver estou, só não estou é a ver onde é que isso tem piada ;) mas queres ou não queres? mas e com quem é que vamos fazer essa festa só de mulheres? exactamente por isso é que preciso saber se queres ou não fazer a festa, tenho que combinar com a “mulherada”. ok, que seja o que deus quiser! chama lá a “mulherada” então, mas não chames muita gente senão é uma confusão. não, claro que não, somos nós 2 e mais 2 ou 3 pessoas. quem? conheço? depois vês!

fiquei com uma certa “pulga atrás da orelha”, não gosto nada de “ir ás cegas” seja para onde for, gosto de conhecer bem o chão que piso ;) mas realmente não tinha mesmo nada mais interessante que fazer ou onde ir.

chegada a casa da “su” ainda não estava ninguém, ela estava a fazer de propósito para me “tramar alguma”, eu sentia-o. então, a “mulherada” não vem? vem, mas só daqui a uns 15 ou 20 minutos. então porque me disseste a mim tão cedo? para me ajudares a preparar as coisas ora essa! ah ok!

passada uma boa meia-hora tocam finalmente à campainha eram 3 moças, amigas da “su”, 2 delas eu conhecia de vista, já tínhamos estado algumas vezes juntas a outra era uma total desconhecida. passadas as apresentações começamos a festa pela parte da comida até porque vinha quente e estava a arrefecer. a noite foi longa e sem pressas, depois do jantar seguiram-se uma serie de jogos e brincadeiras da ordem onde há sempre bebida metida “ao barulho” e a primeira surpresa da noite. vamos pôr-nos mais à vontade? – disse a “su”. mais à vontade como? e dito isto e enquanto eu pensava o que ela quereria dizer com “mais à vontade” aparecem-me as 3 moças em trajes de cama. ah, olha, esqueci-me de te dizer, além de uma lady’s night, a festa inclui uma “festa de pijama”. ah, obrigada por me informares, só eu é que não trouxe nada! não faz mal, eu não te disse porque tenho ali já tudo para ti.

deu-me um conjunto de babydoll  e cueca em cetim azul clarinho, era um pouco “descapotável” mas como estava tudo mais ou menos para o mesmo não me importei. os jogos continuaram e os copos também e passado algum tempo já estávamos todas bem “bebidas”. foi então que a “su” resolveu rebentar literalmente com a festa. propondo uma sessão de cinema. oh “su”, cinema agora? já ninguém está a ver nada, mas antes que pudesse terminar a frase já estava o dvd a passar na tv, como percebi de imediato não era propriamente um romance, nem uma comédia, muito menos um policial, mas lá que tinha muita acção isso tinha ;) era um porno daqueles impressionantes que nem nos vídeo clubes existem, ela arranjou-o na internet não sei como e tinha cenas realmente brutais. ao primeiro gajo nú e de “mastro armado” surgiram as primeiras reacções da “mulherada” gritando e assobiando e daí para a frente foi sempre “a descer” ou “subir” depende da perspectiva pois os calores começaram a ser muitos e o álcool que ia passando sobre diversas formas de bebida ajuda às desinibições e foi então que a festa se mudou da tv para o centro da sala da “su”, uma das amigas dela por um comentário ao filme foi de imediato desafiada a fazer um strip no centro do grupo e não é que ela não se fez rogada (realmente nunca conhecemos de verdade as pessoas) a mais menina do grupo com ar de quem “não parte um prato” estava a “partir a loiça toda” despindo-se ao ritmo das palmas e gritos do restante grupo. mas como se a coisa não estivesse quente o suficiente, ela resolveu puxar uma das outras amigas para o strip, e passamos a assistir a uma cena hilariante mais profundamente erótica, duas mulheres roçando-se e esfregando-se uma na outra no centro da sala e a coisa estava nitidamente a aquecer e a excitação era geral. do mero “esfreganço” à acção foi um pequeno passo e mais apertão daqui mais mordidela no mamilo dali a coisa começou realmente a ficar muito quente. na assistência já havia quem tivesse abandonado os pijamas e assistisse já só de soutien e cuequinha e com cuequinha fio-dental, foi nesse momento que percebi que a coisa ia ser mais do que uma festa de pijama, a miúda foi literalmente atacada por todas as outras no centro da sala e já com o strip acabado foi a vez de uma coisa totalmente sexual sendo apalpada, tocada, beijada e mordida por todas (incluindo eu) ;) a mais “assanhada” parecia essa que não conhecia antes que não teve problemas em ir directamente ao assunto enfiando-lhe um dedo na ratinha e começando a fazê-la gemer eu e a “su” já estávamos cada uma com um mamilo dela por nossa conta e eu já sentia também uma mão a entrar-me pelas cuequinhas e a tocar-me, a confusão era imensa e já eu confesso que já nem sabia quem era quem, percebi depois que quem me estava a tocar era a miúda que estava deitada ao centro e não só a mim, pois usava ambas as mãos para me tocar a mim e à “su”, a mais “assanhada” estava a surpreender (pelo menos a mim que não a conhecia) pois dava palmadas com alguma violência na ratinha da menina ao que ela gemia e mordia os lábios a bom morder. não deixou mesmo que nenhuma de nós lhe chegasse perto, estava apostada em fazê-la vir-se e assim conseguiu chupando o clítoris igualmente com força. depois foi ela a “próxima” deitando ao centro e abrindo as pernas e com as mãos afastando a própria ratinha. virou-se para mim e disse-me – anda cá! come-me! e eu já na fase em que não há retorno possível, cá vai disto, foi a primeira ratinha que chupei sem ser a da “su”, foi totalmente diferente, mas não deixou de ser uma boa sensação. a “su” aproveitou o momento para se deitar por baixo de mim e com a cabeça entre as minha pernas passou a chupar-me também, fê-lo de maneira diferente, nunca a tinha sentido assim, foi mais “forte” em tudo, aliás, sinto que também eu fui mais “agressiva” que o costume, os cheiros e os odores misturavam-se e o que era uma festa passou a uma orgia de certa forma selvagem, no final creio que todas ficaram satisfeitas, pelos menos eu fiquei, e ficou para a historia uma noite única que realmente como a “su” bem me disse ao ouvido depois de me fazer vir pela ultima vez (vez, e tu que não queria a festa, nem sabias o que ias perder!).

 

sinto-me: em outra dimensão
banda sonora: scissor sisters - i don't feel like dancing
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:27

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