Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

a sauna (pouco) privativa

aproveitando o fim-de-semana prolongado e com mais um dia de folga tirado na sexta-feira rumamos eu e o meu namorado ao sul de espanha aproveitando uma “escapadinha” a preços convidativos numa agência de viagens na internet.

era assim uma espécie de um fim-de-semana romântico para “pôr a escrita em dia” após um período de algum afastamento por motivos de trabalho mutuo.

chegados ao hotel que apesar de ser de 4 estrelas não era nada do outro mundo mas tinha a localização ideia para este tipo de coisas, calmo e pacífico. pousamos as malas e fomos dar uma volta no próprio hotel para conhecermos os “cantos à casa”. percebemos que tinha até um bom serviço e detivemo-nos algum tempo junto do jacuzzi. olhamos um para o outro e como o hotel parecia realmente deserto não estivemos com meias medidas, tiramos a roupa e fomos para o jacuzzi, eu em cuequinha e soutien e ele em boxers mas dentro de água praticamente não dava para perceber o que tínhamos vestido caso aparecesse alguém e, como a minha lingerie era simples, lisa e preta, parecia tal qual um bikini portanto foi despreocupação completa.

após algum tempo de relax foram chegando algumas pessoas que, como seria normal foram entrando no jacuzzi e retirando todo o romantismo à coisa, decidimos sair e ir até ao quarto mas quando nos limpávamos num vestiário de apoio percebi que havia um espaço meio escondido que dava acesso a uma zona de sauna, cheguei junto e tinha um aviso que pedia para contactar o staff para usar a sauna e foi o que fizemos, ele disse que era necessário marcação mas que ainda estava ligada porque tinham saído uns clientes uns minutos antes e que se quiséssemos usar que poderíamos “reservar” o espaço naquele preciso momento. nem hesitamos e ainda molhados fomos directos à sauna, o calor, o suor e, principalmente o facto de estarmos em “privado” rapidamente transformou a sessão de sauna numa sessão de sexo maravilhosa e que tesão que me estava a dar aquela sensação de perigo eminente de poder alguém espreitar ou algum funcionário aparecer por lá, pelo sim pelo não mantive os olhos na porta enquanto ele me comia por trás deliciosamente, sentiu vir-se em simultâneo comigo num primeiro orgasmo mas a vontade era muita e não paramos sequer, continuamos até estar tudo novamente a 100% e o segundo orgasmo sim foi brutal, tanto o meu como o dele pouco depois dando-me tempo apenas para me sentar no degrau e por a boca a jeito para receber o jacto que foi todo direitinho para a minha boca esfomeada e sedenta daquele “leitinho quente”.

bebi-o todinho, não deixei uma gota e chupei-o até não restar nadinha daquele néctar precioso e gostoso, ele quase delirava de tão deliciado que estava. depois deitamo-nos nos degraus e relaxamos um pouco mas ai foi o grande momento da tarde, é que nem 5 minutos após termos acabado entra um funcionário do hotel a mostrar a sauna a um casal de clientes. pediu desculpas por incomodar mas que no registo dele não tinha nenhuma marcação para aquela hora. correu tudo bem, mas por pouco, por muito pouco…

 

p.s.: história escrita por mim mas vivida pela “su” no passado fim-de-semana o que faz dela e, pela primeira vez, oficialmente uma escritora do “diário” ;)

sinto-me: feliz, por eles.
banda sonora: cat e pedro abrunhosa - momento (uma espécie de céu)
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:14

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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

a volta de férias da lorena - a precisar de manutenção

 quem veio de férias foi a lorena que desaparecida à semanas resolveu dar noticias. como quase sempre o dar notícias foi mais ao estilo de um pedido de ajuda. ligou-me dizendo que tinha um problema, queria depilar-se (como eu e a “su”) em vez de rapar-se com lâmina como tinha feito recentemente por diversas vezes e queria saber onde podia ir. a hora já era alto tardia e assim de um minuto para o outro não dá para marcar depilação, tentei explicar-lhe mas ela insistia que queria naquele dia e a “su”, que estava comigo em casa diz – porque é que ela não vem até cá, podemos ajudá-la a fazer com cera fria.

ela aceitou de pronto e enquanto fomos ao supermercado comprar mais uma dose, não fosse a que tínhamos não chegar, a lorena chegou. então, que se passa? qual é a pressa? – perguntei eu – nenhuma, já devia ter feito e quanto maiores, pior! – respondeu ela simplesmente. sem mais explicações baixa rapidamente as calças de desporto que tinha vestidas e logo em seguida as cuequinhas e deitou-se no sofá onde já estava uma toalha como que a marcar o lugar. tens a certeza que queres fazer isto? – perguntei-lhe – porquê, vocês não fazem? qual é o mal? – perguntou ela. nenhum, anda lá, que a …… é um bocado chata, já devias saber disso – disse a “su” rindo.

primeira banda posta e a lorena aí sim perdeu um pouco a pose e perguntou – isso vai doer não vai? – humm, só um bocadinho – disse a “su”. pronta? – perguntou – sim, disse ela – e zás lá arrancou a “su” a primeira banda enquanto eu ajudava a segurar e a manter a pele esticada para doer menos possível. a lorena quase saltou do sofá gritando – isso dói davvero! calma – disse a “su”, as primeiras são sempre assim mas depois vais ver que passa logo - dizia-lhe enquanto punha a palma da mão sobre a virilha de onde tinha arrancado a banda – vês, saíram quase todos daqui – continuou – os teus pêlos até são fracos, vamos fazer isto num instante.

e se há coisa em que a “su” é boa é a transmitir confiança, talvez seja uma arte da profissão e a lorena lá se recostou novamente e se preparou para o outro lado. mais uns minutos e a chamada “linha do bikini” estava feita – e agora? – perguntou a “su” – agora o quê? – disse a lorena com cara de espanto – até onde vamos? – ah – disse ela – não, não quero assim, quero tudo feito! – tudo? – perguntei – sim, quero a fighetta toda. ok, tu é que mandas – diz a “su” ao mesmo tempo que mete “mãos à obra” preparando mais material. fui tentando ajudar como pude mas a tentação de ter as mãos literalmente em cima da “ratinha” da lorena estavam a perturbar-me embora estivéssemos a ser para lá de profissionais no procedimento, até que, ela resolve provocar a cena e respondendo à pergunta da “su” se estava a doer muito ela diz – se a …….. em vez de só carregar se massajar um bocadinho deve doer menos - e riu-se com aquele ar de safada dela. pensei para com os meus botões – ah é disso que queres, vais ver o que te espera! . na banda seguinte não segurei com tanta pressão como havia feito nas anteriores e o arrancar da mesma foi nitidamente mais doloroso, em vez disso e em vez de colocar a minha mão por cima acalmando a zona e sem mais perguntas enfiei-lhe o dedo indicador na vagina e comecei a fazer movimentos circulares no clítoris com o polegar ao mesmo tempo que lhe perguntava com alguma sacanice – é assim que está bom?sim, disse ela, está bom, mas podia melhorar! – queria perguntar de imediato “como” mas contive a pergunta e voltei a pensar para comigo o que lhe iria fazer a seguir. mais uma banda e desta vez foram dois dedos dentro dela até bem fundo fazendo-a abrir a boca seguidos do mesmo movimento do polegar e quando me preparava para parar e esperar por nova banda resolvi não parar e continuar, resolvi masturbá-la ao mesmo tempo que a “su” arrancava bandas e me lançava olhares de tesão ela gemia, gemia de dor e talvez também de prazer, a “su” já não se preocupava em ser tão “suave” com a depilação e percebia que naquele misto de gemidos havia muito prazer à mistura.

algumas dandas depois a depilação da fighetta estava completa, e bem vermelha, mas ela não parecia importar-se, nem sequer lembrar-se disso e empurrava-se contra os meus dedos tirando deles prazer. espera! – gritou a “su”, ainda não está completa, falta uma coisa! – olhei para ela com cara de espanto ao mesmo tempo que ela pegava nela e a fazia colocar-se de quatro, a lorena não ofereceu qualquer resistência nem sequer questionou qualquer procedimento. a “su” prepara mais material e pede-me ajuda – abre-a bem! – diz ela com uma banda na mão. afastei-lhe as nádegas o mais que pude e ela colocou-lhe a banda sobre o ânus fazendo-me sinal para continuar a masturbá-la o que fiz enquanto ela lhe arrancou aquele banda e mais uma outra em seguida. agora sim, serviço terminado! – diz a “su” com ar de glória – quase! - disse a lorena excitadíssima enquanto a puxava para junto dela e lhe punha as mãos sobre as mamas, a “su” foi em busca de um óleo para pôr para acalmar a pele e retirar os pequenos excessos de cera que ficaram enquanto eu continuava a masturbá-la enquanto lhe punha o óleo a “su” acabou por acariciá-la também “aqui” e “ali” e entre dar o trabalho por terminado e meter-lhe um dedo no rabinho mediou um segundo. eu já tinha a essa altura 3 dedos dentro dela e a “su” passou de 1 a 2 em duas pequenas estocadas, ela gemia que nem uma loba e acabou por se vir pouco depois.

ainda não refeita do orgasmo já a “su” perguntava – não queres ver como ficou? – quase que a arrastando até ao quarto mostrando-lhe o resultado final na porta do roupeiro, depois foi à carteira buscar um espelho de maquilhagem para que ela pudesse ver a totalidade da “obra”, a lorena sorriu, agradeceu e juntando as nossas cabeças demos um enorme beijo de língua a 3.

Antes de sair a “su” ainda lhe disse – olha lá, não te esqueças que nos fica a dever uma! – algo a que ela respondeu – eu sei, e tenciono pagar brevemente e com juros altos! ;)

sinto-me: bem
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:17

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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

mini-férias escaldantes – sábado - o último dia

depois da “vergonha” da noite de sexta-feira e do cansaço nada mais aconteceu de interessante e fomos todos deitar cedo “para cedo erguer” mas houve quem levasse o “dito” popular ainda mais à risca do que eu. ainda não eram 7 e meia da manhã quando me levantei para ir ao quarto de banho e já a cama do quarto da “su” gemia e rangia por todos os lados, espreitei, e a porta, como sempre, entreaberta, passei apressada mas não resisti a “deitar o olho” lá para dentro, a “su” montava o namorado como se de um touro mecânico se tratasse, ouvia a coxas dela a estalar quando batia nele de tal era o vigor da coisa.

ao entrar no quarto de banho pensei – estes abusam mesmo da sorte – e – de certeza que ela está a fazer de propósito só para me atiçarqualquer dia metem-se em trabalhos, à metem metem, oh se metem.

fiz o meu xixi e voltei para o quarto, ao passar percebi que ele não estava apenas a ser montado como um touro mecânico mas que estava também vendado, isso mesmo, com uma daquelas “coisas para tapar os olhos” que nos dão nos aviões para dormir-mos. retornei ao quarto e tentei voltar a dormir e não pensar mais no assunto mas o facto é que mais do que ouvi-los, o facto de saber que os podia ver estar a deixar-me demasiado curiosa e a curiosidade sempre foi um dos meus “pontos fracos”. saltei novamente da cama e fui “espiá-los”, com jeitinho ;) escondida atrás da porta, na sombra, conseguia ver a maior parte do que se passava dentro do quarto pois o sol já iluminava o quarto rompendo por entre a cortina da janela. e eis que ela saltou abruptamente de cima dele, assustei-me e devo ter feito algum ruído pois ela olhou directamente para a porta, sorriu como se me tivesse visto ou simplesmente percebido que estava ali a observá-los e começou a masturbá-lo com força e com ambas as mãos e a gritar  - vem-te! vem-te agora! vem-te todo para mim! quero-o todo!  - e, a verdade é não tardou até que um enorme jacto jorrasse do pénis dele para o ar caindo por cima deles e salpicando tudo em volta. mas alguns jactos menores se seguiram direccionados pela “su” para o seu peito e aquele néctar escorria-lhe agora desde o queixo até às coxas, chupou-o em seguida algumas vezes e lambeu-lhe a cabeça do pénis todo em volta. voltei a “esconder-me” no quarto pois se não saísse dali em breve iria ser apanhada.

passamos o dia nunca troca de olhares estranha como que ambas querendo dizer uma à outra algo que não dissemos era a nossa ultima noite por ali, as “mini-férias” estavam a acabar e era preciso voltar. mas para finalizar as nossas noites por ali tínhamos combinado jantar fora de casa e por isso o dia de sol acabou mais cedo para nos podermos preparar para a saída. estávamos as duas no quarto de banho a prepararmo-nos quando me lembrei de uma coisa – que estúpida que eu sou! – disse eu – o que foi? – perguntou a “su” ainda dentro da banheira – esqueci-me de lavar a roupa hoje de manhã e agora não tenho cuecas lavadas para vestire é esse o problema? pensei que fosse algo importante – diz a “su” – se quiseres empresto-te umas minha,  ou então… - ou então o quê? – podes sempre ir sem cuecas, não era a primeira vez – diz ela rindo-se e rematando logo em seguida – é isso mesmo, vamos as duas sem cuecas, pelos bons e velhos tempos, topas?

como se eu alguma vez não tivesse “topado” algum dos desafios da “su” olhei para ela e sorri tentando não pensar nas possíveis consequências de mais aquele acto de rebeldia adolescente entre duas mulheres já com idade suficiente para ter juízo.

o jantar decorreu com normalidade e só não me esqueci totalmente que estava, como estava ;) porque a “su”, já com uns copitos a mais da conta, começou a querer enfiar-me um dos pés por entre as pernas. ao chegarmos a casa já todos bem bebidos disse que me ia deitar ao que a “su” retorquiu dizendo para ficar ali mais um pouco com eles na sala, estava cansada e um pouco zonza e recusei e à medida que ia andando em direcção ao quarto e, sem saber bem porquê, saiu-me o comentário – durmam bem e não façam muito barulho! – ao que ela respondeu – porquê costumamos acordar-te é? se te acordamos pedimos desculpa! – continuou ela sempre em tom de gozo – não não, não faz mal, fechem é a porta que eu posso precisar de ir ao quarto de banho a meio da noite! – e mal saiu, pensei  - ups, acho que não devia ter dito isto – e realmente não devia porque a resposta foi feroz – a meio da noite ou já de manhã! – disse ela num tom de suspense – que queres dizer como isso?nada nada, é que nunca se sabe quando é que nos dá a vontade… de ir ao quarto de banho! nesse momento se tivesse um buraco iria por certo enfiar-me dentro dele, devo ter ficado de todas as cores e, pior que isso, não tive mais respostas para ela o que é muito mas muito mau sinal.

refugiei-me no quarto sem saber o que dizer, estava bêbada mas perfeitamente consciente e como tal, muitíssimo envergonhada com tudo aquilo, entrei, sentei-me cama e ali fiquei, imóvel, a “su” deve ter reparado que não fiquei bem e alguns minutos depois bate-me à porta perguntando isso mesmo. entrou e baixou-se ao meu lado – o que foi?que é que tens?ficaste assim com o que eu disse? – não sei! - disse eu quase a chorar – vá anda, desculpa, foi uma brincadeira parva, vem connosco para a sala, não vais ficar aqui isolada que eu não deixo! – e dizendo isto arrastou-me para a sala enquanto secava as lágrimas que me teimavam em cair pela cara sem que as pudesse controlar. sentou-me no sofá e sentando-se ao meu lado disse-me ao ouvido – esquece, não se passa nada, está tudo bem e estamos entre amigos, certo?

eles foram conversando e dizendo algumas piadas para aliviar o ambiente e passado algum tempo já estava a rir-me com eles o namorado dela a espaço lá foi dizendo que estávamos entre amigos e que se eu tinha algum problema podia contar sempre com eles e que já tinha ouvido falar tanto de mim que sentia que já nos conhecíamos à imenso tempo e essas coisas. entretanto ela foi buscar mais um copo com bebida e sentou-se num dos braços do sofá ao meu lado, olhou para mim, voltou a levantar-se e foi na direcção dele e ouvia dizer-lhe baixinho – não sais daí! voltou-se na minha direcção e sentou-se novamente no braço do sofá com o copo na mão, deu um golo e perguntou-me - queres? - tentei  alcançar o copo mas em vez disso ela encosta a boca dela na minha e despeja-me a bebida que tinha pela minha garganta engasgando-me e fazendo-me tossir, enquanto isso disse-me ao ouvido – bebemos do mesmo golo, ainda te lembras do que isso significa? é agora, o tudo ou nada, aperta ou larga, és tu quem manda!

(beber do mesmo golo de uma bebida alcoólica num beijo foi uma das “brincadeiras” ou melhor dizendo, pactos, que havíamos feito nos tempos de estudantes, significava que ia acontecer algo entre nós, normalmente sexo e que essa era a hora de dizer stop ou vai fundo, era, por assim dizer, um ponto de não-retorno, qualquer que fosse a resposta seria respeitada e nunca seria questionada, apertar a mão continuadamente equivalia a um não, o soltar equivaleria a um sim, sendo que qualquer que fosse a primeira resposta seria a definitiva)

se me recordo a ultima vez que havíamos feito isso fora há mais de 10 anos e naquele momento vieram-se à memória as todas as imagens desses tempos gloriosos e sorri – e o teu namorado? – não resisti em perguntar – não está cá! – disse ela. apertei ligeiramente na mão dela mas larguei logo em seguida dando-lhe o sinal verde que ela esperava. com um fulgor como se um vulcão tivesse entrado em erupção dentro dela começou a beijar-me e a percorrer-me freneticamente o corpo com as mãos, rapidamente desceu até às coxas e ajoelhando-se no chão frente ao sofá abriu-me as pernas e recordou-me nesse momento novamente que estava sem cuecas. enfiou-me a língua directamente na ratinha sentindo o meu gosto e brincando em seguida com o meu clítoris, estava excitadíssima, levantou-me as pernas apoiando-as nos braços do sofá e começou a meter-me os dedos na ratinha ao mesmo tempo que me chupava o clítoris fazendo-me gemer, meteu 1, depois 2 e 3 dedos na minha ratinha que latejava e se dilatava mais e mais a cada passagem, eu estava numa adrenalina imensa e não resisti a olhar por cima da cabeça dela para o namorado que sentado no sofá em frente permanecia boquiaberto, quase como congelado por tudo aquilo que se estava ali a passar. ela apercebeu-se disso e olhou também para trás na direcção dele havendo um troca de olhares de cumplicidade entre eles. naquilo continuamos por mais algum tempo até que eu atingi um bom orgasmo. passados alguns segundos levantei-me e deitei a “su” para trás no tapete da sala ficando com a cabeça quase aos pés do namorado, arranquei-lhe a roupa e cai-lhe de boca na ratinha que pingava já de tão molhada que estava, chupei-a e lambia lascivamente levantando de quando em vez os olhos para o namorado dela que quase babava. percebi segundos depois que ele se começava a tocar por cima das calças e como quem não quer a coisa numa lambidela ao ouvido da “su” disse-lhe isso mesmo. ela olhou para ele e disse – o que foi? queres alguma coisa? – vá tira-o para fora, tas à espera de quê? mas nada de misturas ok? – ele acenou que sim e num ápice baixou as calças e tirou o membro duro de dentro delas começando a tocar-se quase sobre as nossas cabeças, dediquei-me novamente à ratinha dela antes que se me dessem outros apetites e devorei-a o melhor que pude até ela atingir o orgasmo com o orgasmo dela o namorado também se quis vir e começou a masturbar-se com mais força mas logo ela lançou a mão ao membro dele e o apertou com força dizendo – ainda não! virando-se para mim perguntou-me – estás bem?estou! – disse eu – e agora? – disse ela fazendo sinal com a cabeça para o namorado – tu é que sabes! – disse-lhe eu – e ela pegando na minha mão levou-me até junto dela e colocou-me a minha mão com a dela no pénis do namorado e soltando a enorme pressão que fazia junto à cabeça começou a masturbá-lo com as nossas mãos juntas fazendo-o vir-se em menos de 5 segundos para os nossos corpos.

após esse momento, voltou a largar o pénis dele e a chegar-se a mim e lambeu-me os mamilos de onde também pingavam gotas do néctar do namorado e voltando-se para ele disse – espero que tenhas aproveitado e tirado o máximo deste momento porque não voltará a repetir-se!

e assim terminaram as nossas mini-férias.

sinto-me: deliciada
banda sonora: red hot chili peppers - the zephyr song
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:38

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

mini-férias escaldantes - sexta-feira (a tarde)

o almoço num pequeno restaurante próximo foi “doloroso”, durante todo o tempo a “su” não parou de me provocar, sentada à minha frente e ao lado do namorado passou todo o tempo a tocar-me com os pés a esfregá-los nas minhas coxas e chegou mesmo ao cumulo de encostar um dos pés na minha ratinha e fazer movimentos com o “dedão”. não podia reagir, não podia sequer dizer nada e ela estava a aproveitar-se disso.

quando no final do almoço me levantei para ir ao wc ela levantou-se e veio comigo e nesse preciso momento sabia que ela não vinha apenas e só fazer-me companhia. entrou comigo, o wc era extremamente pequeno mal cabiam 2 pessoas dentro. fingi que nada se passava e que não imaginava sequer o que ela estaria a pensar, fiz o meu “xixi” com toda a normalidade e recompus-me, mas antes que pudesse dizer algo ela beijou-me com sofreguidão, quase me tirando a respiração ao mesmo tempo que me empurrava contra a parede do wc e me enfiava abruptamente a mão dentro do bikini e os dedos dentro da ratinha, e foram logo 2 de uma vez só, contive um gemido profundo para que não fosse audível, afinal a velha porta de madeira pintada de azul além de ter imensas frestas, por baixo tinha um enorme espaço que dava até para ver os pés de quem passava lá fora.

assim continuou aquele “amasso” com ela puxando-me definitivamente o bikini para baixo até meio das coxas e a enfiar-me os dedos na ratinha já para lá de molhada enquanto me apertava e chupava um dos mamilos já fora do top. aquela adrenalina, o risco, o medo, a excitação e a agressividade lactente e presente naquele momento fizeram-se vir em pouco tempo momento que ela aproveitou para se baixar e lamber-me o clítoris enquanto a minha ratinha pulsava por dentro.

lavámo-nos o melhor que pudemos e regressamos à mesa onde o namorado dela já bebia café – demoraram vocês – disse ele – até já pedi café para mim, querem?não obrigada – disse eu – estava complicado – disse a “su” – o quarto de banho estava superpovoado – rematou ela sorrindo.

era tempo de descansar, desfrutar um pouco da sombra, do ar puro e da companhia porque, afinal de contas, essa seria a nossa última noite por lá, no sábado à tarde regressaríamos às nossas vidas ocupadas e não sabemos quando poderemos repetir.

sinto-me: nostalgica
banda sonora: michael gray - the weekend
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:33

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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

mini-férias escaldantes – quinta-feira (a noite)

depois do jantar a moleza própria dos ambientes de praia e relax instalou-se e não demorou muito até que fossemos dormir. talvez por ter ido dormir tão cedo, o que não é nada habitual no meu dia-a-dia, acordei a meio da noite, procurei o telemóvel e vi que pouco passava das 2 horas da madrugada, levantei-me e meio às apalpadelas dirigi-me ao quarto de banho usando o telemóvel como lanterna para não tropeçar em nada já que o espaço me era desconhecido assim na escuridão da noite.

ao sair da porta do quarto deparo-me com um cenário de todo inesperado, a porta do quarto da “su” e do namorado estava entreaberta e de lá surgiam uma vez mais alguns ruídos e muitos gemidos – estes gajos não param – pensei. pelo que parece sou a única cansada com o dia de ontem. tentar passar com extremo cuidado para não fazer qualquer barulho, mas, ao passar pela porta não resisti a “deitar o olho” para dentro do quarto, estavam mesmo no “bem bom” enroscados um no outro, passei o mais rapidamente que pude e fui ao quarto de banho. na volta, o impulso foi novamente mais forte do que eu, e apesar de ter a perfeita consciência da invasão de privacidade que estava a perpetrar não resisti novamente a ver o que passava, continuavam em “plena acção”, com o namorado por cima dela na chamada “posição do missionário” e, por mais radicais ou inovadores que sejamos, quem não gosta de uma bela “posição do missionário”?

de repente, um impulso, ainda mais “violador da privacidade” alheia, mas fazer o quê, sou assim mesmo, peguei no telemóvel e coloquei –o no modo “sem som”, liguei a função de camera e tentando manter-me o mais firme possível carreguei na tecla para disparar da forma mais silenciosa possível, o resultado, muito mau, diria mesmo que péssimo e quase imperceptível mas levei alegre e satisfeita aquele “recuerdo” para o meu quarto, tinha acabado de fazer uma foto dos 2 em “pleno acto” e sem que eles fizessem a menor ideia disso e isso tinha tanto de ilegal como de excitante.

não, não fiz nada disso que estão a pensar, apesar da excitação que me deu aquele momento de voyeurismo não me masturbei nem usei a dita foto para outras viagens na imaginação. só pensava numa coisa, queria muito contar à “su” que tinha feito essa foto mas, na verdade tinha muito receio de o fazer, da sua reacção, de poder com isso comprometer toda a nossa relação. passei grande parte da noite a pensar no assunto e só adormeci altas horas da madrugada.

sinto-me: nem sei
banda sonora: pedro khima – dá-me sede
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:02

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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

actualização dos e-mails dos leitores(as)

olá a todos(as), venho uma vez mais agradecer as palavras e imagens que me têm chegado via e-mail, com as quais me tenho “deliciado”.

um leitor anónimo (e que quer permanecer assim) enviou-me uma fotografia para me mostrar o estado em que a leitura do diário o deixa. ainda bem caro leitor ;) fico lisonjeada com tamanho gesto da sua parte. devo acrescentar que adorei a ideia.

adorei também mais uma série da luana que agradeceu o destaque que lhe dei (eu  é que agradeço) e resolveu acrescentar mais umas fotografias às que já tinha anteriormente enviado.

estará tudo (muito em breve) na secção dos “segredos dos leitores” para vosso “deleite” J

beijinhos

mm

sinto-me: bem
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:39

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

madrugada "insana"

depois de um belo banho a cama esperava-nos mas estava longe de imaginar o que ainda se viria a passar. ainda não eram 5 da madrugada senti a lorena levantar-se e andar pelo quarto algum tempo.  acordada pelo passeio perguntei-lhe o que se passava e ele disse-me – tive um sonho! – certo, teve um sonho, eu também tenho muitos mas e porque estaria ela ali de pé aquelas horas, tentei explorar mais e saber o que se passava, aí ela contou-me que teve um sonho louco em que fazia sexo com o pasquale enquanto eu estava com o namorado dela. pensei por 1 segundo e disse-lhe – ok e agora, como te sentes face a esse sonho?não percebo o que dizes!como te sentes, o que fez sentir esse sonho, repulsa, angustia?não, tesão! – disse-me ela lascivamente.

pensei por mais uns segundo e disse-lhe – estás preocupada com o alberto?não sei, acho que não!então a questão agora é se vais ou não vais propor-lhes issoe tu?eu, o quê?estás comigo? – ri demoradamente tentando fazer o menor barulho possível e quando parei de rir disse-lhe – não aceitei vir à aventura?

pegou-me na mão e abrimos vagarosamente a porta do quarto, olhamos em volta a ver se estava alguém e batemos na porta do quarto em frente, o dos rapazes. batemos várias vezes até que sentimos que alguém finalmente se mexia lá dentro, uns segundos depois a porta abriu-se aparecendo o pasquale a perguntar o que se passava, não dissemos nada, entramos apenas e fechamos a porta – algum problema? – disse ele mais uma vez – sim, mas pequeno – respondeu a lorena. o alberto permanecia a dormir quase profundamente, ela chegou-se junto dele e disse-lhe ao ouvido algo como “meu amor, confia em mim”, ele sorriu com os olhos ainda semi-cerrados e a lorena tirou-lhe os shorts com que ele dormia, pegou-lhe no membro e disse-me olhando nos meus olhos - toma, é teu! em seguida acercou-se do pasquale que sem pestanejar aceitou aquele jogo e já deitado antevia o que se ia passar, tirou os shorts dele também e começou a chupá-lo. eu, recebendo o recado, comecei a masturbar o adormecido alberto e a chupá-lo também levemente, senti-o a reagir ao toque a começar a ganhar lentamente outra forma. a lorena chupava a bom ritmo o pasquale que já mostrava grande parte do seu “potencial”. alcançou um preservativo e colocando-o com alguma dificuldade no pasquale deu-me um também em seguida, retirou as cuequinhas e colocou-se em cima do pasquale pegando-lhe no membro e tentando colocá-lo à entrada da sua ratinha, cuspiu na mão e passou-a “nela” para a humedecer um pouco mais eu olhava-a enquanto masturbava o alberto e segurava o preservativo na outra mão, ainda por abrir.

sentou-se nele e forçou um pouco a entrada, deslizando em seguida até meio, vi-a contorcer-se com uma certa expressão de dor e sei bem o que deveria estar a sentir. a mão que até aí segurava o membro do pasquale passou para o clítoris e ela tocava-se movimentos circulares enquanto se habituava ao tamanho, sentou-se até ao fundo lenta e progressivamente à medida que os movimentos no clítoris aumentavam de ritmo, nesse momento percebi exactamente como tinha estado e como e porquê me tinha sentido, ela estava perfeitamente cheia e começava agora a movimentar-se sentindo aquele pénis grande dentro dela. abri o preservativo e comecei a colocá-lo no alberto, ao desenrola-lo por completo ele abriu os olhos e antes que pudesse dizer algo sentei-me quase de uma só estocada nele, ele quase nem olhou para mim, olhava para a lorena que cavalgava o pasquale, trocou um olhar com ela e sorriu quase que para dentro passando em seguida as mãos pelo rosto como que testando se estaria mesmo acordado e a ver bem. em seguida, olhou para mim e sorrindo igualmente disse com uma enorme “lata” - ciao, che cosa stai facendo? – ao que eu respondi apenas vede, como quem diz, “espera que já vais ver” J

cavalguei-o sem remorsos nem grande carinho, queria dar-lhe prazer mas acima de tudo ter prazer, satisfazer-me, aproveitar aquele momento quase egoísta em que nós mulheres estávamos no comando e quase que subjugando os homens às nossas fantasias e desejos do momento.

atingi vários orgasmos, nenhum daqueles que me deixasse “fora de serviço” mas estava a ser bom, muito bom, o lorena urrava que nem um leoa e a cada urro sentia uma estucada forte do alberto, como que a tentar acompanhá-la, acabou por se vir quase junto com a lorena que estava agora deitada sobre o pasquale.

mas eis que o alberto se levanta, retira o preservativo e ainda semi-erecto e a pingar, coloca-se junto deles, encostou-se à lorena que o sentiu por trás, molhado e quente, virou-se o que pôde e sorriu-lhe, trocaram um enorme beijo de língua enquanto ela continuava a mexer-se mantendo o pasquale em acção que era o único do grupo que parecia ainda não se ter vindo. mas a maior surpresa estava para vir nos segundos que se seguiram, o alberto, subindo na cama colocou-se por trás da lorena e começou a provocá-la roçando-lhe o pénis no fundo das costas e na entradinha do rabinho até que ela o alcançou e apertou mas ele rapidamente tirou-lhe a mão e empurrando-a para a frente encostou-lhe a “cabecinha” e começou a forçar a entrada, ela quis dizer que não, mas desta vez foi ele que não lhe deu hipóteses e, lubrificado pelo próprio néctar, foi empurrando o pénis até começar a penetrar o rabinho da lorena. eu estava calada, sentada na cama, mas extasiada com o que os meus olhos viam, a lorena ia ser duplamente penetrada por aqueles 2 - ai ai, vão rasgá-la toda – pensei. mas ela aguentou aquele primeiro impacto e após alguns minutos foi ela própria que se começou a movimentar eu estava excitadíssima com tudo aquilo, parecia de facto um verdadeiro sonho e não fosse o facto de os podes ouvir, de lhes poder até tocar e falando em tocar, foi esse mesmo o impulso, tocar-lhe, pegar-lhes nos membros que se iam introduzindo em ambos os buracos dilatados da lorena que gemia como nunca.

profundamente excitada fiz algo que nunca antes tinha feito, deitei-me ao lado deles e masturbei-me, masturbei-me como se estivesse sozinha e eles não passassem de um filme pornográfico de muitíssimo alta definição e a 3 dimensões, ouvi o pasquale finalmente a atingir o orgasmo dando algumas estucadas fortes na lorena que se agarrava os lençóis com toda a força, o alberto esse aproveitou a deixa para aumentar o ritmo e já com o membro do pasquale fora da lorena acabou por se vir dentro do rabinho dela, não resisti a espreitar enquanto retirava o membro do rabinho dela – que buracão! – pensei para comigo – deves estar para lá de dorida minha amiga! mas era excitante, muito excitante vê-la assim quase arruinada por aqueles 2 mastros mas satisfeita, acabei por atingir também um orgasmo por masturbação completo por uma palmada da lorena na minha ratinha enquanto estava de olhos fechados a desfrutar o momento.

estávamos todos prontos era para um belo sono, mas, afinal, estava mesmo era na hora era de um bom banho e do pequeno-almoço.

sinto-me: deliciosamente ensonada
banda sonora: mafalda veiga - abraça-me bem
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:59

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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

a noite de todas as loucuras

depois de um dia passado numa viagem com várias pausas para observar a paisagem, comer ou ir ao wc decidimos que era melhor parar e procurar um lugar onde passar a noite já que esta altura do ano é sempre muito procurada para férias e turismo e nós como bons aventureiros não tínhamos efectuado nenhuma reserva. circulamos lentamente pelas ruas com as cabeças fora do vidro procurando algo que nos indicasse um hotel e, de preferência, íamos começar a busca por algo não muito “chic” que o dinheiro não era muito.

à segunda tentativa descobrimos um local óptimo, era mesmo no centro e com vista sobre os canais e, curiosamente, e apesar de vista privilegiada, nem era muito caro. marcamos um quarto para os ragazzi e outro para as ragazze, pois apesar da lorena por certo querer ficar com o alberto eu não iria ficar a dormir com o pasquale, certo?

após um rápido instalar nos quartos fomos directos à “janta”, entrámos numa churrasqueira ali perto, não os ia levar por certo a comer uma pizza J. e eles também queriam provar algo tipicamente português. mal entrámos no restaurante sentimos logo aquele aroma a carne grelhada. olhei por breves segundos para o menu que dizia – especialidade: grelhada na mista à casa – nem pensei duas vezes, venha a tal “grelhada mista” bem regada com sangria.

já não me lembrava o bem que se come no norte do país e como as “doses” são verdadeiras “doses”de comida (aliás, devo ter engordado uns 5 quilos nesses dias). comemos bem e bebemos igualmente, rumamos ao hotel já meios “zonzos”, pelo menos eu e a lorena estávamos claramente “alegres”.

tínhamos entrado no quarto há pouco tempo quando decidi tomar um banho a meio do qual ouvi a campainha tocar, fechei por momentos a torneira do chuveiro para ouvir o que se passava, não sabia quem era e apesar da português da lorena já ser muito aceitável podiam não a entender e ela precisar da minha ajuda, mas percebi que era o alberto e que falavam num italiano de tal maneira rápido que nem eu, que já estou algo treinada, percebi nadinha.

ao sair do banho ele já não estava e sentada na cadeira do quarto a lorena olhava para mim com um ar deveras assustador – que foi?aconteceu alguma coisa?não, nada!então porque estás a olhar para mim assim?não, nada, estava só a pensar! enrolada na toalha do banho e enquanto procurava na mala por umas cuequinhas no meio do amontoado de roupa que tinha feito à pressa perguntei – quem tocou à porta? ouvi a campainha quanto estava no banho!ah sim, foram os “ragazzi”, queriam saber se queríamos ir à rua para um “giro”!hummm, estou um pouco cansada, mas se quiseres vai com eles, eu fico aqui não, também não estou com vontade e como não conheço o lugar, melhor fazer a visita amanhã com luz!  e dizendo isto pegou no telefone e ligou para eles.

nem um segundo depois tocaram novamente à campainha – espera, disse eu! – ainda estou semi-nua! – vestindo à pressa o soutien enquanto ela ia à porta ver o que se passava. não deu tempo para mais e só de cuequinhas e soutien enrolei-me na toalha para eles poderem entrar. mas afinal era só o alberto, o pasquale tinha ido à rua ver o ambiente e tirar umas fotos junto à ria. não querem mesmo sair? – perguntou ele mais uma vez – não, estamos cansadas! – respondeu a lorena - então, vão já dormir? – retorquiu ele. a lorena olhou para mim e eu pensando disse – dormir, não, ainda estou um pouco “zonza” da sangria, expliquei por gestos!então que vamos fazer? – e antes que eu pudesse dizer alguma coisa a lorena pega numa almofada da cama e começa a bater-me com ela dizendo lotta dei cuscini”. não tive grande reacção mas à segunda ou terceira pancada tive mesmo que pegar numa e dar-lhe também com ela, parecíamos umas loucas, umas verdadeiras crianças a lutar com as almofadas e o alberto ali, sentado na cadeira do quarto a ver. nisto ela dá-me um empurrão para cima da cama e atirando-se sobre mim num misto de almofadas a voar e pernas as espernear ela diz-me ao ouvido - mi piace leccare il tuo figa” – que é como quem diz em italiano, traduzindo à letra – “adoro lamber a tua cona”.

a tesão explodiu num segundo naquele momento e antes que eu conseguisse fazer a minha própria tradução do que havia ouvido já ela me enfiava um “dedinho maroto” “nela”, excitando-me ainda mais. puxou-me as cuequinhas apenas para o lado e sem as retirar caiu de boca e língua nela lambendo-me de forma frenética e lasciva, sentia a ponta da língua percorrer-me o interior dos lábios e cair sobre o meu clítoris dando-me verdadeiros “choques eléctricos”, senti-me a ficar molhada, muito molhada e o recalcamento da vontade de tive no carro estava agora a vir à tona, o alberto permanecia imóvel, quieto, calado, como que invisível mas eu sabia que ele estava ali e ela também, percebia-se essa tensão no ar numa espécie de “jogo de sedução” em que ela lhe mostrava às claras como fazia comigo. pela primeira vez suspeitei que fora algo preparado e não tão espontâneo assim mas que a língua dela era uma maravilha era e a minha tesão era confessadamente muita.

vim-me pela primeira vez, forte, intensamente, segurei-me aos cabelos dela enquanto vivia aquele orgasmo como se fossem as rédeas de um cavalo selvagem a galope. fiquei imóvel por uns momentos, recuperando o fôlego, olhei pelo canto e vi o alberto ainda sentado na mesma cadeira, como uma estátua, a lorena despia-se, passou pelo alberto e com as cuequinhas dela na mão passou-as pela cara dele dando-lhas a cheirar, subiu para a cama e deitou-se na cabeceira e disse – agora é a minha vez! anda cá, vem, faz-me vibrar como só tu sabes! – percebi a certa teatralização que estava a fazer e que não era comum, dirigindo-se a mim queria na verdade atingir sim e ainda mais o alberto. virei-me, quase nem me levantei, rastejei somente por entre as suas pernas e ao chegar no ponto mordi-lhe o clítoris – gritou! – por certo mais de prazer que de dor pois a mordidela nem foi forte mas o alberto quase saltou da cadeira e ela gostou disso, se gostou, percebeu que estava na “onda” dela e isso deu-lhe ainda mais “corda” para continuar. já bem envolvidas uma na outra e com a minha língua a fazê-la gemer senti um barulho, tentei olhar mas não consegui ver grande coisa, reparei no entanto que o alberto se tinha levantado da cadeira mas não consegui vislumbrar onde estaria.

continuei a devorar a ratinha molhada e gostosa da lorena que gemia a bom gemer e se contorcia dando-me a entender que estaria prestes a vir-se, senti novo barulho de gente a mexer-se no quarto e consegui a muito esforço reparar que o alberto estava de novo sentado na cadeira como se nada fosse, como se nunca se tivesse dali mexido sequer. a lorena atingiu o orgasmo e apertou-me contra ela fazendo o meu nariz quase penetrar por inteiro na sua vagina pulsante. senti algo que não consigo explicar mas senti que algo se estava a passar nas minhas costas e tentei virar-me mas a lorena puxou-me com força para ela, segurando-me a cabeça e impedindo-me de me virar no preciso momento em que senti uma forte e algo brusca penetração, senti-me a ser invadida, quase rompida por algo que não sabia o que era ou quem era, senti-me a ser quase rasgada por algo duro e volumoso e a lorena não parava de me segurar com força. a penetração foi completa, como se algo fosse introduzido até ao fundo da minha ratinha e tivesse parado ali mesmo. respirei fundo tentando “encaixar” aquele volume que me tinha invadido e que não podia ver o que era, sentia-me a latejar por dentro, sentia-me toda dilatada e com a minha ratinha a tentar ganhar elasticidade para tamanho volume introduzido assim de uma só vez como um comboio num túnel.

percebi que a lorena não me ia deixar ver o que se passava e que portanto pouco mais tinha a fazer senão esperar para perceber o que se passava, passou-me pela cabeça que o alberto me tivesse introduzido algum objecto, algum dildo volumoso na ratinha, mas não sentia calor, era algo quente, será que ele me estava a penetrar com o próprio pénis? – pensei – mas já não era a primeira vez que o sentia e apesar de bem dotado não me lembrava de alguma vez ter sentido algo assim a não ser na minha primeira vez, na minha primeira penetração. respirei fundo mais umas quantas vezes e senti que havia agora movimento, estava a sua penetrada num movimento pendular lento mais contínuo e a cada movimento sentia-me toda por dentro, sentia a minha ratinha a vibrar, a dilatar e contrair a cada passagem, sentia-me cheia, verdadeiramente cheia, sentia o fundo da minha ratinha a ser pressionada a cada penetração mais profunda num misto de dor mas prazer até que senti a lorena mexer-se e libertar-me um pouco mais a cabeça olhei de lado e vi o alberto, despido e de pé ao lado da cama e a lorena esticando-se para o alcançar e chupar, mas, se o alberto, estava ali de lado, quem me estava a penetrar e com o quê foi a duvida que rapidamente se acercou de mim, não resisti e olhei por entre as pernas por debaixo do corpo, vi um corpo de homem balançando-se nas minhas costas, e só nesse momento me lembrei do pasquale, era ele, só podia ser ele, tentei levantar a cabeça mas senti a mão da lorena rapidamente a baixar-ma contra a cama – ok – pensei – se não queres que veja eu faço-te a vontade. decidi então desfrutar apenas daquele momento e aproveitar. ao meu lado a lorena já estava de quatro, como eu, e atrás dela o alberto penetrava-a tal como o pasquale me fazia a mim, sincronizados, como se todos fossemos peças de uma mesma máquina, aguentei o mais que pude e vi-me umas três vezes antes dele puxar rapidamente o “monstro” para fora e, arrancando bruscamente o preservativo, fazê-lo jorrar abundantemente daquele néctar quente nas minhas costas, percebi que o alberto também estava no ponto e a lorena virou-se, inclinou a cabeça para trás e recebeu o néctar dele pelo queixo, peito, barriga, escorrendo abundantemente que nem uma cascata e juntando-se numa pequena poça no vale formado pelas suas coxas juntas e encostadas à barriga.

virei-me finalmente e vi o pasquale, estava suado e com um aspecto satisfeito, ainda algo firme olhei demoradamente o pénis dele, era de facto enorme, quase monstruoso mas tinha servido na perfeição para a minha satisfação. levantei-me da cama e senti vários pingos escorrerem pelas minhas costas e rabo e caírem no chão do quarto, dirigi-me a ele e peguei-lhe, ainda estava duro, não resisti a tocar-lhe e a acariciá-lo, parecia um brinquedo novo para mim, comecei a efectuar movimentos masturbatórios, levemente, a minha mão quase não conseguia envolvê-lo, senti que esta a tornar-se ainda mais firme e isso excitou-me, empurrei-o contra a parede e comecei a masturbá-lo com força e a um ritmo alucinante, cheguei mesmo a usar as duas mãos masturbando-o o mais rápido que pude, senti-o gemer, gemia cada vez mais alto e eu sentia a pele dele a ferver na minha mão mas eu queria mais, queria tudo, queria fazê-lo vir-se novamente com as minhas mãos, olhei para a lorena e para o alberto que trocavam olhares entre si ao mesmo tempo que nos olhavam, estiquei uma mão para ela à medida que o pasquale gemia mais e mais e eu sentia que se aproximava o momento desejado, ela, pegando-me na mão ao de leve, trocou um longo beijo de língua com o alberto e um ultimo olhar “cumplice” antes de se ajoelhar a meu lado e partilhar aquele membro juntando uma mão dela à minha. senti que ele se ia vir, senti o pulsar dele e colei a minha cara à da lorena em frente dele enquanto ele se vinha num novo jacto que nos invadiu as caras às duas, trocámos um beijo entre nós, de caras e bocas pingando daquele néctar. depois ela levantou-se e abraçou-se ao alberto que lhe abriu os braços e sorriu.

(to be continued)

sinto-me: maravilhada
banda sonora: jason mraz - i'm yours
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:28

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

nem só piano se toca a 4 mãos – parte 2

(a continuação)

curiosa como sempre não resisti a espreitar descaradamente enfiando a cabeça entre os bancos para ver o que se passava. a lorena tinha de facto a mão entre as pernas do alberto e acariciava-o por cima dos jeans – uau – pensei – esta mulher é louca mesmo, aqui, agora em frente de todos – mas logo a aparente loucura daquele momento deu lugar à luxúria quando a lorena desapertou todos os botões dos jeans e expôs o pénis semi-rijo do parceiro fazendo os meus olhos quase saltar da cara. vês! – disse ela sorrindo com um olhar lascivo – “masturbazioni”! – enquanto continuava a acariciar o pénis do alberto que, a cada toque, se tornava visivelmente mais rijo e teso.

está muito seco! – disse ela ao mesmo tempo que desapertava o cinto de segurança e alcançava o pénis do alberto com a boca dando-lhe duas valentes chupadelas. ele continuava quase impávido, de olhos fixos na estrada tentando não se desconcentrar da condução.

já mais lubrificado e, principalmente, bem mais teso, a sessão de “mão” continuou com ele a espaços a não conseguir conter um ou outro gemido, eu não queria acreditar no que estava ali a acontecer e uma vez mais com todo o descaramento próprio da curiosidade, enfiei novamente a cabeça por entre os bancos e espreitei-os. a lorena ao ver-me riu-se novamente e disse-me – queres alguma coisa?olha que há que chegue para as duas! – retraí-me e como que me escondi atrás do banco do alberto mas logo senti uma das mãos da lorena à minha procura atrás do banco – anda cá! não te faças de tímida que eu sei que não és! – e dizendo isto puxa-me uma das mãos para a frente e faz-me sentir o membro viril do alberto. confesso que toda aquela envolvência estava apetecivelmente perigosa e aquele gesto foi o culminar de uma tesão latente, a partir desse momento, esqueci tudo, esqueci principalmente o pasquale que permanecia quieto e calado no cantinho do seu lugar como se não estive ali, tentando permanecer incógnito em toda aquela confusão. creio que apesar de o ter “esquecido”, a sua presença ali estava a apimentar ainda mais a coisa, sentia-me observada na minha intimidade e por um estranho, por um ilustre desconhecido, senti-me como se estive num peepshow daquele de amsterdão onde nós pagamos para espreitar pessoas a praticar algo de sexual, só que desta vez eu era uma dessas pessoas que faz o show (e nem sequer tinha cobrado bilhete).

a sessão a duas e quatro mãos durou alguns minutos mais até que o alberto deu sinal que se ia vir e a lorena rapidamente abocanhou o seu membro recebendo todo o seu “néctar” o qual engoliu na totalidade permanecendo por algum tempo mais lambendo-o por inteiro até devorar todos os resquícios.

Fitei o olhar por breves momentos no pasquale. permanecia quieto, imóvel e com os olhos mais esbugalhados que nunca. não disse uma única palavra, não esboçou um único gesto mas uma coisa não conseguiu de forma alguma esconder, o volume entumecido que quase rompia as suas calças.

confesso que tive vontade de o “aproveitar” de o provar, de o devorar também mas, afinal de contas, ele era apenas, e ainda, um ilustre desconhecido.

sinto-me: uau uau
banda sonora: yves larock - by your side
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:43

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

nem só piano se toca a 4 mãos – parte 1

a páscoa é sempre uma época curiosa, é como que uma espécie de antecipação do verão e das férias e estão sempre todos desejosos de aproveitar esses dias para começar a preparar o verão. há até quem aproveite para estrear os bikinis novos e enfrentar a praia e ganhar um certo “bronze” antes do tempo, mesmo que a meteorologia ainda não seja a ideal para tais andanças.

depois há a “semana santa”, os almoços em família, os folares, as amêndoas e tudo o mais que é próprio da época.

mas, este ano, foi diferente, muito diferente mesmo. começando pela “su” que tirou férias e foi para maiorca curtir o namorado e ainda, o facto mais relevante, o alberto estava de volta e, desta vez, trazia consigo um amigo, o pasquale (ai o pasquale!) se o alberto não era nada de deitar fora, o pasquale era um verdadeiro “pão”, bonito, elegante e com aquele ar de “maldini” (ai o maldini, que tantos jogos de futebol equipa da italia me fez ver!). como diz a “su” é de “molhar a cuequinha” só de olhar!

tocaram-me à campainha estava eu refastelada no sofá quase a dormir – vamos fazer uma “road trip”, queres vir? – diz-me a lorena no intercomunicador – vão o quê? – perguntei eu ainda meia a dormir – fazer uma “road trip”! uma viagem de carro para mostrar aos “homens” o teu país e eu também conhecer um pouco mais, precisamos de uma “guia”, queres vir? – mas eu não tenho nada preparado! – não importa, mete alguma roupa numa mala e vem, estamos à tua espera!

e agora?! pensei por 2 segundos – “que se lixe, vou!” – enfiei à pressa meia-dúzia (talvez mais J) de peças de roupa sortida numa mala pois nem sequer sabia para onde íamos e se estava frio ou calor e desci o mais depressa que pude. ao descer é que pensei - e o carro? ela não tem carro! – mas mal pus um pé fora da porta percebi que essa situação estava resolvida – onde foste tu buscar esse carro? é teu? – perguntei eu – não! o alberto e o pasquale alugaram-no no aeroporto à chegada e por isso temos que o aproveitar! – pus a mala na bagageira e entrei no carro e já sentada perguntei – onde vamos? – ao que a lorena me respondeu – não sei, decides tu!eu?!

não estava nada à espera de ter que decidir num minuto o roteiro da viagem e a negociação demorou algum tempo. ok, não dá para irmos a todo o lado! – disse eu decidida - com os poucos dias que temos ou vamos para norte ou vamos para sul!qual é melhor? – perguntou a lorena – são diferentes, não posso dizer qual é melhor! – decidimos optar por um critério “distância vs locais para visita” e nesse capítulo ganhou o norte porque andando a mesma distância creio que há mais variedade e, acima de tudo, as coisas são mais próximas umas das outras e logo, dá para visitar mais locais.

apontei a direcção a seguir e lá fomos, a caminho da aventura, há muito que não me metia numa destas e aquela sensação de ter outra vez 20 anos estava a dar-me imenso gozo.

a certa altura na viagem e já em plena auto-estrada chamei a atenção do alberto para a velocidade pois achei que ele estava a andar a uma velocidade um pouco acima das nossas velocidades aproximando-se perigosamente daqueles valores que a polícia adora. ele respondeu-me o melhor que pôde que a culpa era da lorena que lhe estava a pôr a mão na virilha e que isso o estava a fazer carregar no acelerador. rimos todos dentro do carro mas pior que isso foi a resposta pronta da lorena que lhe disse que então se lhe fizesse um “pompini” o carro voava. para bom (italianês) entendedor o tal “pompini” era obviamente aquilo que designamos por “broche”. mas talvez nem tenha sido o facto de ela ter dito isso que me chamou mais à atenção, mas sim o facto de ela ter tido o à vontade para fazer tal comentário nem digo na minha presença mas mais na presença do pasquale. fiquei um pouco calada e ela, olhando para mim pelo retrovisor percebeu o que me ia no pensamento e disse – “amica” não te preocupes que o pasquale é da família – percebi que ali havia uma grande intimidade o que, afinal de contas, era bom para quebrar o gelo.

a viagem lá foi continuando e eu, como boa “guia” lá fui indicando o melhor que podia os locais e a sua importância histórica ou cultural. mas a dado momento fui interrompida por um gesto mais brusco do alberto – é ela novamente – disse ele. ai “ragazza, o que estás tu a fazer ao homem? – perguntei eu na brincadeira com ela – ao que ela me respondeu lacónica – “masturbazioni”

(to be continued)

sinto-me: uau
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:09

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