Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

a volta de férias da lorena - a precisar de manutenção

 quem veio de férias foi a lorena que desaparecida à semanas resolveu dar noticias. como quase sempre o dar notícias foi mais ao estilo de um pedido de ajuda. ligou-me dizendo que tinha um problema, queria depilar-se (como eu e a “su”) em vez de rapar-se com lâmina como tinha feito recentemente por diversas vezes e queria saber onde podia ir. a hora já era alto tardia e assim de um minuto para o outro não dá para marcar depilação, tentei explicar-lhe mas ela insistia que queria naquele dia e a “su”, que estava comigo em casa diz – porque é que ela não vem até cá, podemos ajudá-la a fazer com cera fria.

ela aceitou de pronto e enquanto fomos ao supermercado comprar mais uma dose, não fosse a que tínhamos não chegar, a lorena chegou. então, que se passa? qual é a pressa? – perguntei eu – nenhuma, já devia ter feito e quanto maiores, pior! – respondeu ela simplesmente. sem mais explicações baixa rapidamente as calças de desporto que tinha vestidas e logo em seguida as cuequinhas e deitou-se no sofá onde já estava uma toalha como que a marcar o lugar. tens a certeza que queres fazer isto? – perguntei-lhe – porquê, vocês não fazem? qual é o mal? – perguntou ela. nenhum, anda lá, que a …… é um bocado chata, já devias saber disso – disse a “su” rindo.

primeira banda posta e a lorena aí sim perdeu um pouco a pose e perguntou – isso vai doer não vai? – humm, só um bocadinho – disse a “su”. pronta? – perguntou – sim, disse ela – e zás lá arrancou a “su” a primeira banda enquanto eu ajudava a segurar e a manter a pele esticada para doer menos possível. a lorena quase saltou do sofá gritando – isso dói davvero! calma – disse a “su”, as primeiras são sempre assim mas depois vais ver que passa logo - dizia-lhe enquanto punha a palma da mão sobre a virilha de onde tinha arrancado a banda – vês, saíram quase todos daqui – continuou – os teus pêlos até são fracos, vamos fazer isto num instante.

e se há coisa em que a “su” é boa é a transmitir confiança, talvez seja uma arte da profissão e a lorena lá se recostou novamente e se preparou para o outro lado. mais uns minutos e a chamada “linha do bikini” estava feita – e agora? – perguntou a “su” – agora o quê? – disse a lorena com cara de espanto – até onde vamos? – ah – disse ela – não, não quero assim, quero tudo feito! – tudo? – perguntei – sim, quero a fighetta toda. ok, tu é que mandas – diz a “su” ao mesmo tempo que mete “mãos à obra” preparando mais material. fui tentando ajudar como pude mas a tentação de ter as mãos literalmente em cima da “ratinha” da lorena estavam a perturbar-me embora estivéssemos a ser para lá de profissionais no procedimento, até que, ela resolve provocar a cena e respondendo à pergunta da “su” se estava a doer muito ela diz – se a …….. em vez de só carregar se massajar um bocadinho deve doer menos - e riu-se com aquele ar de safada dela. pensei para com os meus botões – ah é disso que queres, vais ver o que te espera! . na banda seguinte não segurei com tanta pressão como havia feito nas anteriores e o arrancar da mesma foi nitidamente mais doloroso, em vez disso e em vez de colocar a minha mão por cima acalmando a zona e sem mais perguntas enfiei-lhe o dedo indicador na vagina e comecei a fazer movimentos circulares no clítoris com o polegar ao mesmo tempo que lhe perguntava com alguma sacanice – é assim que está bom?sim, disse ela, está bom, mas podia melhorar! – queria perguntar de imediato “como” mas contive a pergunta e voltei a pensar para comigo o que lhe iria fazer a seguir. mais uma banda e desta vez foram dois dedos dentro dela até bem fundo fazendo-a abrir a boca seguidos do mesmo movimento do polegar e quando me preparava para parar e esperar por nova banda resolvi não parar e continuar, resolvi masturbá-la ao mesmo tempo que a “su” arrancava bandas e me lançava olhares de tesão ela gemia, gemia de dor e talvez também de prazer, a “su” já não se preocupava em ser tão “suave” com a depilação e percebia que naquele misto de gemidos havia muito prazer à mistura.

algumas dandas depois a depilação da fighetta estava completa, e bem vermelha, mas ela não parecia importar-se, nem sequer lembrar-se disso e empurrava-se contra os meus dedos tirando deles prazer. espera! – gritou a “su”, ainda não está completa, falta uma coisa! – olhei para ela com cara de espanto ao mesmo tempo que ela pegava nela e a fazia colocar-se de quatro, a lorena não ofereceu qualquer resistência nem sequer questionou qualquer procedimento. a “su” prepara mais material e pede-me ajuda – abre-a bem! – diz ela com uma banda na mão. afastei-lhe as nádegas o mais que pude e ela colocou-lhe a banda sobre o ânus fazendo-me sinal para continuar a masturbá-la o que fiz enquanto ela lhe arrancou aquele banda e mais uma outra em seguida. agora sim, serviço terminado! – diz a “su” com ar de glória – quase! - disse a lorena excitadíssima enquanto a puxava para junto dela e lhe punha as mãos sobre as mamas, a “su” foi em busca de um óleo para pôr para acalmar a pele e retirar os pequenos excessos de cera que ficaram enquanto eu continuava a masturbá-la enquanto lhe punha o óleo a “su” acabou por acariciá-la também “aqui” e “ali” e entre dar o trabalho por terminado e meter-lhe um dedo no rabinho mediou um segundo. eu já tinha a essa altura 3 dedos dentro dela e a “su” passou de 1 a 2 em duas pequenas estocadas, ela gemia que nem uma loba e acabou por se vir pouco depois.

ainda não refeita do orgasmo já a “su” perguntava – não queres ver como ficou? – quase que a arrastando até ao quarto mostrando-lhe o resultado final na porta do roupeiro, depois foi à carteira buscar um espelho de maquilhagem para que ela pudesse ver a totalidade da “obra”, a lorena sorriu, agradeceu e juntando as nossas cabeças demos um enorme beijo de língua a 3.

Antes de sair a “su” ainda lhe disse – olha lá, não te esqueças que nos fica a dever uma! – algo a que ela respondeu – eu sei, e tenciono pagar brevemente e com juros altos! ;)

sinto-me: bem
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:17

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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

sem tempo para muitas histórias

 

 

espero que ao mesmo se possam sentir menos "lesados(as)" pela introdução de novos "segredos".

 

beijinhos

 

mm

 

sinto-me:
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:56

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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

o segundo dia – o grande teste

passei a noite a pensar naquela célebre frase da lorena e o que na verdade ela quereria dizer com aquilo, será que ela estaria verdadeiramente disposta a “tamanho altruísmo” ;). esta questão já vem de há muito, dos tempos de faculdade quando eu a “su” ficamos primeiro amigas e depois inseparáveis, chegamos a fazer reparos do mesmo género e a pensar em iguais coisas (partilhas) mas, na verdade, nunca o conseguimos verdadeiramente fazer e à luz da amizade especial e única que temos nunca o forçamos, simplesmente nunca nos sentimos verdadeiramente preparadas para partilhar dessa forma algo que era nosso, sem na verdade ser, um homem, um namorado.

 

por volta das 3 e meia da tarde dirigi-me a minha casa, a lorena tinha finalmente ligado a dizer que a “costa estava livre” ;) e dentro de minutos estaria tudo pronto para eu voltar ao meu espaço ;)

 

antes de entrar toquei à campainha e ela demorou um pouco até abrir a porta, será que estão realmente prontos? – pensei – pouco depois apareceu a lorena que veio entreabrir-me a porta. ao entrar percebi que estava ainda apenas em lingerie e de pronto lhe disse que só precisava de apanhar umas coisas e que voltava a sair para que eles se pudessem aprontar sem pressas. ela apressou-se a dizer que não e que estava assim apenas porque tinha acontecido um pequeno acidente com a roupa dela que se tinha molhado um pouco e que estava a secar mais uns minutos e já estava pronta, o alberto é que ainda estava no banho mas que também não devia demorar mais do que alguns minutos.

 

sentamo-nos então as duas no sofá um pouco à conversa, ela estava visivelmente “na lua” de excitação, pelos vistos a noite, e a manhã, tinham corrido mesmo muito bem. agradeceu-me a generosidade de lhes ter dado aquela oportunidade mais umas 100 vezes e garantiu que tinham cuidado bem da casa.

 

não resisti a perguntar se tinha sido bom, ela apenas disse – bom? foi maravilhoso! – rindo em seguida - só que pensar no bom que foi fico logo toda molhada! – rematou. demos as duas uma gargalhada.

 

e a vossa noite – perguntou ela – foi boa também? – sim, mas dormimos muito pouco, ficamos à conversa quase toda a noite. olha! - chegou-se a mim e dizendo-me ao ouvido – sabes o que o alberto adorou? – o quê? – perguntei eu já a 1000 de curiosidade como sempre – do meu novo estilo! – novo estilo? – perguntei sem perceber – sim, da minha como dizes “ratinia” radere – percebi rapidamente a que se estava a referir com o gesto que fez e ri com o “ratinia” dela, pisquei-lhe o olho e perguntei – mas ainda está boa? – sim, está! estão a começar a aparecer alguns pequeninos mas tudo bem, disse mostrando-me. espera!, eu ajudo-te! – que vais fazer? puxei da minha maravilhosa pinça milagrosa comprada em paris há séculos mas que é optima e perguntei, queres que te ajude a tirar só esses 2 ou 3 que já estão a ficar grandes? – se achas que podes fazer isso, por mim, tudo bem!

 

baixei-me junto dela e afastei-lhe um pouco as cuequinhas, puxei um primeiro pelito, não tendo reacção perguntei se tinha doído – não, nem senti! – puxei mais 2 ou 3 visivelmente maiores e perguntei, tens mais? – espera! retirou as cuequinhas e abriu um pouco os lábios e disse – podes ajudar-me a tirar esses mais dentro? engoli em seco - aquela visão rosada é sempre deslumbrante e é dificil ficar-lhe indiferente mas tentei manter o meu “profissionalismo” ao máximo até porque ao contrário de outros tempos, agora ela tinha o namorado ali mesmo ao lado no wc.

 

ok, terminei, vê se está bom! – sim, acho que está optimo! por dentro está bom? – perguntou ela? e eu sorrindo não me lembrei de outra coisa, num ápice dei-lhe uma lambidela bem dentro da ratinha e disse – está optima! rindo em seguida! -capricciosa – disse ela – não perdes uma possibilità! e não perco mesmo J

 

e agora? – disse ela - agora o quê? – perguntei eu – vês, assim deixaste-me excitada – excitada? – sim! – disse ela ao mesmo tempo que me pegava na minha mão e a levava até à ratinha dela – engoli em seco uma vez mais. olha o alberto que deve estar ai a chegar – disse-lhe eu algo constrangida, mas ela respondeu – deixa, ele já sabe! – mas percebendo a minha hesitação concluiu –não faz mal, não te preocupes, eu entendo que não te sintas à vontade. era mais do que evidente que ela já conhecia as minhas fraquezas e mais do que isso, já sabia explorá-las, antes que pudesse dizer mais alguma coisa já eu estava de lingua bem enfiada na  “ratinia” dela.

 

passados alguns segundo ouvi-mos a porta do wc abrir-se e senti-a nesse mesmo momento saltar de susto e querer “fugir-me” mas nesse momento fui eu que a segurei firme - “não havia problema não era, então agora daqui não sais” – pensei eu para comigo própria. senti-a de olhos colados na entrada da sala onde esperava ver no próximo segundo o alberto a aparecer, mas não apareceu, passados mais alguns segundos continuou sem aparecer e a adrenalina a mais de 1000 de ambas relaxou um pouquinho. ouvi-a dizer baixinho – foi-se vestir!

 

continuei vigorosamente a chupá-la a lambê-la, notei que ao contrários de outros momentos, estava totalmente silenciosa, mordia os lábios e engolia como podia os seus habituais gemidos, estava molhadissima e ainda mais excitada pela adrenalina daquele momento, senti-a prestes a atingir o orgasmo e a perder levemente o controlo sobre um ou outro gemido que mesmo que ligeiramente se tornava audivel e veio-se mesmo, cerrou os olhos, mordeu fortemente o lábio inferior e apertando-me a cabeça entre as coxas de tal forma até quase me asfixiar.

 

quando finalmente levantei a cabeça do meio das suas coxas, o susto! e a vergonha! o alberto estava ali mesmo, a 2 metros de nós, semi-nú, com uma toalha enrolada em volta da cintura, pasmado, congelado, trocamos olhares sucessivos entre todos sem dizermos uma única palavra durante vários minutos, ou se calhar foram apenas segundos mas que pareceram uma eternidade, a lorena estendeu o braço para ele e ele deu um passo de uns 2 centimetros em frente - venuto amore mio – disse ela, estendendo-lhe uma vez mais o braço, aproximou-se lenta e vagorosamente dela, reclinada no sofá e visivelmente ainda a disfrutar do orgasmo que lhe tinha proporcionado.

 

olhando os 2, mantive-me calada o tempo todo, imóvel, sentada no chão. chegado junto dela, ela pega-lhe no braço e vai deslizando a mão dela até ao cotovelo dele sempre sem perderem o olhar fixo um no outro, e é então que ela passa a mão para a cintura dele e passando suavemente na parte da frente da toalha disse – amore mio, che è questo? – foi aí, e apenas nesse momento que notei que realmente algo de volumoso se passava dentro da toalha do alberto ;)

 

trocaram mais um olhar já mais expressivo e algo sorridente e é então que ela alcança dentro da toalha o membro erecto do namorado e o começa a acariciar em movimentos masturbatórios sem no entanto o mostrar e foi então que ela própria se admirou com algo que sentiu e enfiando rapidamente a cabeça dentro da toalha disse - wow, che bellezza - è buono? è per voi – respondeu o alberto.

 

o alberto tinha aproveitado o tempo no wc não só para fazer a barba mas para rapar de igual modo os seus próprios pêlos púbicos dedicando a “obra” à lorena. ela sorriu e agora sim puxando o belo membro do namorado para fora colocou-o na sua boca e começou a chupá-lo de ponta a ponta, eu ali fiquei, sem dizer nada, até parecia que não estava lá, eles pareciam ignorar a minha presença e a lorena depois do orgasmo que tinha recebido e do “presente” do namorado estava agora a retribuir-lhe a oferta.

 

ela realmente sabia o que fazia, confesso que me senti pela segunda vez principiante na “arte” ao vê-la deliciar-se com o pénis do alberto que ficava visivelmente cada vez mais duro e maior. e assim, bem duro e firme ela meteu-lhe a boca e foi descendo, lenta e progressivamente até praticamente lhe tocar com os lábios no tronco, ela, literalmente, engoliu-lhe todo o pénis até à garganta durante vários segundos, depois veio o meu susto, ela parecia que ia vomitar, ao retirar a boca um mar de líquidos mais ou menos gosmentos invadiu tudo mas ela não se preocupou, retirou os excessos e continuou a chupá-lo vigorosamente, ele parecia estar a adorar a coisa e começava a gemer e foi que então que ela parece ter-se lembrado da minha presença, olhou-me e sorriu com o pénis dele dentro da boca depois olhou para ele e fez sinal com a cabeça. esticou-me o braço e segurou-me na mão puxando-me para junto deles, deixou o pénis do namorado por uns breves segundos e disse-me ao ouvido – queres juntar-te a nós?

 

pensei por breves segundos e perguntei – posso? tens a certeza? – sim, claro! sorrindo-me e puxando-me mais para eles. em seguida retirou a boca novamente do pénis do alberto e continuando a masturbá-lo beijou-me, trocámos um longo beijo de língua enquanto ela o masturbava, fiquei excitadissima e aí realmente com vontade em participar mas não quis agir, tinha meda de ser mal interpretada ou recebida apesar da oferta mas a lorena agiu por mim e pegando no pénis do namorado encostou-mo à boca. acedi, abri a boca e deixei-o entrar, chupei-o levemente como que me habientando a ele mas logo ela me levou uma das mãos e me fez agarrá-lo com força como que me dizendo “estou a oferecer-to, agarra-o” e assim fiz, comecei a chupá-lo de uma forma mais relaxada e ritmada ela entretanto movimentou-se e foi para trás dele, olhei e percebi que estava a lamber-lhe toda a zona que vai dos testiculos ao anús e ele parecia adorar a sensação, senti-o “saltar” e percebi que ela lhe tinha introduzido a ponta de um dedo no rabinho e lhe lambia os testiculos ao mesmo tempo que movimentava o dedo em circularmente.

 

percebi-o a gemer mais vigorosamente e a forçar mais o pénis dentro da minha boca, a lorena também percebeu e juntou-se rapidamente a mim, ele estava para se vir, ela segurou-lhe no pénis e masturbava-o dentro da minha boca, perguntou-me ao ouvido se havia problema – disse de pronto que não. voltámos a beijarmo-nos numa troca frenética de línguas enquanto as nossas mãos juntas masturbavam o alberto que se veio naquele preciso momento num gemido profundo soltando vários jactos consecutivos do seu nectar que nos invadiram as caras e as bocas ao mesmo tempo que nos beijávamos.

 

cheias do seu néctar até ao cabelo trocámos ainda diversos beijos e a lorena lambeu-me toda a cara depois chupou ainda algum restante do pénis do alberto e ofereceu-mo de novo para eu chupar o que fiz sem hesitar.

 

fui uma experiência única, nunca antes realizada desta forma e fiquei altamente surpreendida com o altruísmo e a coragem da lorena em oferecer sem medos o namorado, foi uma prova de confiança na minha pessoa que poucas teriam a coragem de ter e isso ficou-me gravado desde esse dia. a lorena entrou numa nova esfera da minha caixa de pandora, a esfera que até este dia só tinha sido atingida pela “su”.

 

quanto ao alberto, confesso que gostei, que tinha até saudades de “um homem” e de um bom pénis, mas confesso igualmente que tudo o que fiz fi-lo sem conseguir dirigir-lhe o olhar uma só vez, dito assim soa um pouco a “objecto” mas é essa a verdade, ainda não atingi esse nível que considero supremo e quase inatingivel, mas, e para começar, foi, como dizem os brasileiros, “bom demais”.

 

depois de mais um banho para todos (invidualmente) ;) e de eles saírem não resisti a ligar à “su” a contar o que tinha acontecido, ela ficou verde de inveja mas, como lhe disse, era preciso ter calma, o natal ainda mal tinha começado.

 

 

p.s.: peço a todos desculpas pelos atrasos registados na actualização do diário, mas desta vez a culpa foi do sapo que, vá-se lá saber porquê, me tem impedido de inserir novos posts.

sinto-me: diabólica
banda sonora: bob sinclar - give a little love
publicado por diariodeumamulhermadura às 01:57

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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

ainda a colega italiana - os dias seguintes

o dia acordou e com ele também nós despertamos para a realidade, fui a primeira a levantar-me da cama e fui devagarinho até à sala ver como estava a lorena. não encontrei ninguém, no sofá apenas estava o cobertor enrolado com a cobrimos na noite anterior, ao voltar ao quarto dei de caras com ela no corredor, nua e com um enorme sorriso nos lábios soltando um alegre buon giorno olhei para ela com alguma surpresa, não sabia qual iria ser a reacção dela neste “dia seguinte”. não foi! não teve qualquer reacção, nem sequer tocou no assunto e simplesmente seguiu caminho para se vestir.

 

fui ao quarto chamar novamente a “su” e fui tomar banho, já as 3 bem acordadas e à mesa do pequeno-almoço disse a lorena sorrindo e piscando o olho questa notte ho fatto un sogno troppo bello, con voiçê duas foi esta a forma dela expressar o seu agrado pelo que se passou o que nos agradou a nós também, é que nestas coisas nunca se sabe com é o “dia seguinte”.

depois do pequeno-almoço, já algo tardio, fomos cada uma às nossas vidas até porque o sábado já ia a meio e há sempre muito o que fazer no fim-de-semana.

 

a meio da tarde, estava eu às compras, toca o meu telefone, era a “su”, perguntava-me pelo número da lorena pois queria perguntar-lhe uma coisa humm, estranhei o que lhe queres? perguntei, curiosa como sempre! queria saber onde ela comprou aquela lingerie, é o máximo, queria uma para mim! sim, mas olha, ela deve ter trazido de italia sei lá! respondi eu. mas pelo sim, pelo não, liguei-lhe.


tinha razão, aquele conjunto tinha vindo de italia mas ela garantia que já tinha visto cá em portugal e indicou-nos uma loja/marca que ela sabia que tinha um modelo em tudo igual. liguei à “su” a dizer que já sabia onde havia, ela veio ter comigo e fomos às compras juntas.

encontramos realmente um modelo semelhante, era um pouquinho diferente, mas assentava tal e qual, fiquei fã, é de uma suavidade e leveza que parece que não temos nada vestido (e olhem que eu sei o que isso é) ;) e como neste diário os segredos são mesmo para partilhar digo-vos que em portugal a marca que vende o dito é a intimissimi (para a próxima compra quero um bom desconto) que podem encontrar em muitos ou quase todos os shoppings.


o fim-de-semana não teve mais motivos de interesse mas a volta ao trabalho na segunda-feira voltou a surpreender, ainda mal tinha chegado ao trabalho recebo um e-mail da lorena dizendo apenas –
almoso hoggi? (para quem não entende esta nossa linguagem mista isto quer dizer “se almoçamos hoje”).


ao almoço conversamos um pouco mais e abordamos “ao de leve” a nossa noite a 3 mulheres, percebi que era uma fantasia nunca antes realizada por ela mas, percebi também que ela ainda não estava totalmente satisfeita, ou melhor, que tanto ela como nós, sentíamos que faltava algo, claro que sim, faltava uma parte importante, só ela nos tinha experimentado e não tinha havido a reciprocidade que convém sempre nestas coisas, dar e receber, é assim que funciona, certo? ;) percebi que havia muita vontade da parte dela de estar “connosco” outra vez. sabia que a “su”, por motivos profissionais, estava pelo menos por uns tempos “de fora” dessa possibilidade e por isso não avancei muito no assunto e dei-lhe a entender que teria que se quisesse mais “brincadeira” tinha que esperar algum tempo pois sentia que ela estava “mortinha” para mais.

voltamos ambas ao trabalho com aquela sensação estranha no ar, para mim era um elogio enorme ter aquela mulher de quem todos falam e muitos “babam” cheia de desejos, por nós, 2 mulheres. há coisas curiosas nesta vida, não há? ;)


a meio da tarde recebo uma sms no telefone, apenas senti o vibrar mas não pude ver logo naquele momento pois estava a meio de uma coisa importante de trabalho, passado alguns minutos senti novamente o vibrar sinal de nova sms, fingi precisar de ir ao wc para ver quem era e o que se tratava, as sms eram da lorena, a primeira dizia “preciso di vedere te. havere tempo pera me hoggi?” rematada pela segunda “solo o no. respondi-lhe de imediato, não podia demorar-me demasiado no wc e porque aquelas sms me deixaram logo excitada, respondi no meu melhor italianês que ela já entende e bem spero te a casa mia a 9 pm, ok?”.


sai do wc, passei a cara por água fria, estava a ferver, compus-me o melhor que pude e sai para voltar ao trabalho. cruzei-me logo com a minha chefe no corredor que é que passa? a menina sente-se bem? (é nestes mesmos termos que ela me trata) sim, sim, foi só uma ligeira indisposição disse eu à pressa veja lá, se precisa ir ao médico diga que eu não gosto de gente aqui doente e a fingir que trabalha! não, está tudo óptimo! já estou bem! obrigada! :p (estúpida da velha).


fiz questão de sair à hora mesmo que me desse jeito sair mais cedo, detesto que aquela víbora me fale assim, parece que lhe devo sempre favores!


corri até casa e preparei-me para a chegada da minha convidada.

 

20h49 estava eu a relaxar um pouco em frente à tv quando toca a campainha, era a lorena, estava 10 minutos adiantada. se eu estava excitada com aquela situação ela devia estar mais ainda, subiu num segundo e entrou, vinha cheirosíssima, dava para sentir o cheiro do perfume dela logo ao sair do elevador, vinha também com um look diferente, com o cabelo todo apanhado e para cima. convidei-a a entrar e a sentar-se, ofereci-lhe um pouco da bebida que estava a beber. estava um ambiente algo estranho, como que se de repente se tivesse criado um novo gelo entre nós. começamos a conversar e ela perguntou-me se encontramos a lingerie onde ela tinha dito, disse que sim mas que achava que não era exactamente igual ao modelo que ela usava e fui buscar para ela ver. ela explicou que igual era mas a dela era de uma edição diferente, algo especial que tinham lançado na altura do dia dos namorados. disse-me que também tinha uma coisa para me mostrar, fiquei à espera para ver o que era, disse-me que tinha que fechar os olhos por uns momentos, fechei.


ao abrir os olhos deparo-me com uma visão impressionante, ela tinha puxado a saia para cima e estava sentada no sofá à minha frente, de pernas abertas e sem cuequinhas =0 mas não era essa a “coisa” que ela me queria mostrar, o que ela me queria mostrar era que se apresentava agora dentro da “nossa moda”, como ela disse, ou seja, com a ratinha totalmente depilada (e com um aspecto delicioso) perguntei, mas como? como é que tu sabes? (relembro que na noite de sexta para sábado apenas ela ficou nua na nossa presença) e então ela contou-me que, ao acordar, foi à nossa procura pela casa e nos descobriu a dormir juntas e nuas e que reparou nessa altura que ambas tínhamos as ratinhas totalmente depiladas e resolveu entrar no “clube”.


no meio de risadas cheguei-me junto dela e beijei-a, ela retribuiu calorosamente e começamos nos “amassos” com os nossos corpos a tocarem-se por cima da roupa ainda vestida, abri-lhe a camisa e percebi que além de não ter trazido cuequinhas o soutien tamb]em tinha ficado em casa ;) e de dentro da camisa aberta saiam 2 voluptuosos seios, acariciei-os e chupei-os mas não por muito tempo, ela não deixou, afastou-me deitando-me no sofá dizendo no no, oggi è il mio tempo, ricordi? que é como quem diz “hoje quem manda aqui sou eu”. ;)

 

relaxei e deixei-me ir, ela tinha razão, hoje era a vez dela de mostrar o que vale. despiu-me delicadamente e foi-me acariciando com pequenos toque aqui e ali, sentia o queixo dela a deslizar pelo meu peito e barriga, senti-a a abrir-me os lábios da ratinha e a meter-me a língua bem dentro deles arrepiando-me todinha, voltou a fazê-lo vezes sem conta, como uma onda a rebentar na praia, enfiava-me a língua bem fundo na entrada da vagina e depois fazia-a deslizar suave e constante até ao clítoris. arrepiava-me a cada um destes movimentos, e foram tantos, dezenas, talvez centenas de vezes que o fez sem perder nem a localização nem o ritmo, uma coisa impressionante, escusado será dizer que fui aguentando o mais que pude até não dar mais e lhe apertar a cabeça entre as minhas coxas num orgasmo brutal, daqueles a bater no máximo da escala como diria a “su”.


após este orgasmo ficamos um bom tempo em carícias mútuas após o qual ela lá me deixou tratar da ratinha dela “`a minha maneira”, foi bem diferente da outra noite, desta vez explorei-a mais, meto-lhe os dedos dentro como eu gosto apesar de ela ter atingido o limite do confortável com 3, foi muito bom. após ela atingir também um belo orgasmo fizemos uma pausa, relaxamos e ela guiou-me até ao quarto onde ela ainda tinha ainda mais uma surpresa para mim.

 
deitou-me de lado e encaixou-se em mim, ao principio aquilo estava um pouco complicado até porque eu não sabia o que ela queria fazer mas depois com alguma entreajuda a coisa ficou perfeita, ficamos encaixadas uma na outra numa espécie de tesoura ou de “x” com as cabeças para lados opostos e as ratinhas encostadas e deslizando uma na outra, e que molhadas que estávamos ambas.

 

ao principio confesso que pensei que iria ser mais uma desilusão, não estava a perceber a excitação que poderia dar as ratinhas a tocarem-se e deslizarem uma sobre a outra, mutuamente, mas a verdade é que a conjugação de factores com o facto de estarmos totalmente depiladas e muito molhadas resultou em pleno e não demorou para que começasse a sentir bastante prazer com aqueles movimentos ora vaivém ora circulares que ela fazia sobre mim, decidi participar um pouco nesse trabalho e passamos a movimentarmo-nos as duas alternadamente ou em simultâneo e a coisa começou a aquecer e bem, percebi que à medida que os nossos fluidos iam secando as sensações eram menores e alcancei rapidamente o meu óleo favorito e deitei um pouco sobre nós, ela sorriu e acenou que sim, antevíamos o prazer, ela movimentava-se mais freneticamente e senti que estava prestes a atingir o orgasmo, olhou para mim e eu disse-lhe “vamos” passado segundos ela atinge um enorme orgasmo e como um choque eléctrico esse orgasmo propagou-se fazendo atingir um também. estamos exaustas e bem esfoliadas nas nossas ratinhas mas valeu a pena a experiencia e as sensações únicas que ela me transmitiu, nunca tinha pensado neste tipo de movimentos entre mulheres mas agora sabia que podiam funcionar e que bem que eles funcionavam.


a noite estava ganha e agora era preciso descansar, no dia seguinte havia trabalho e não queria correr o risco de aparecer com cara de “doente” em frente da estúpida da minha patroa.

sinto-me: duplamente maravilhada
banda sonora: tiago bettencourt - pó de arroz
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:44

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Sábado, 13 de Setembro de 2008

depilação ou sadomasoquismo caseiro?

aproveitando a oportunidade, cada vez mais rara, de nos encontrarmos resolvi aceitar o convite da “su” para sairmos, não fomos para nenhuma saída nocturna que essas andam ainda mais escassas mas ela foi visitar uma amiga e eu aproveitei a boleia para sair de casa e fui com ela. não fomos muito longe, apenas alguns quilometros e pouco mais de 45 minutos nos separaram do destino. durante a viagem o tema de conversa só podia ser um, a recente aventura em que nos metemos no diário.

 

nos últimos dias não tinha tido muito tempo para lhe dedicar uma vez que o trabalho tem sido muito mas sempre foi dando para responder a uma ou outra solicitação, ela estava “em pulgas”, queria saber quantas vezes já mandei a foto dela e quais as reacções, mas, acima de tudo, qual tem sido a reacção dos leitores/as ao desafio e a conversa por aí foi durante a viagem.

 

tinha marcado encontro com a amiga num pequeno shopping da cidade, o w (passe-se a publicidade mas os leitores às vezes pedem-me para contextualizar mais as coisas) e facilmente demos com ela. era uma miúda que aparentava ser uns anitos mais nova que nós e tinha a particularidade de apesar de ser visivelmente de origem africana tinha uns enormes e lindos olhos verdes, apresentamo-nos e fomos conversando, pelo que percebi ela deve ser gerente de alguma loja no tal shopping mas confesso que estava a prestar mais atenção aos olhos dela do que à conversa ;)

 

a certa altura a “su” começou a ficar irrequieta e a amiga perguntou-lhe – então, que é que passa, estás com comichões? não consegui conter-me e ri, a “su” entre coçadelas discretas lá se riu também e disse, por acaso estou, sabes lá, pus-me a brincar às depilações agora nas férias e agora aguento as consequências! – dizia ela. rimos todas a bom rir, tentei animá-la dizendo-lhe – é só agora, se te habituares, isso com o tempo nem sentes mais! – pois, e é por tua culpa, só me dás ideias destas! rimos novamente as 3. e foi então que a amiga da “su” se revelou – mas olha lá, tu fazes isso com o quê? não me digas que usaste lâmina? – não, não, esta tonta convenceu-me a fazer com cera! – apontando para mim. ah, menos mal, mas olha, porque é que não experimentas com a depiladora.

 

:x deu-se um enorme compasso de espera quebrado pela “su” – com o quê? com a depiladora? que depiladora? a das pernas? – sim, disse ela com a maior das naturalidades – tu só podes estar louca! como é que é possivel? eu até nas pernas dou saltos quando uso aquilo imagino aqui, acho que tu não percebeste bem, eu não me estou a quiexar das virilhas ou algo assim, eu desta vez fiz a ratinha toda! – sim, eu sei! eu percebi perfeitamente, eu também faço! – fazes? – sim, faço, porquê, achas que és única, não? eu sempre detestei pêlos e desde muito nova que sempre fiz de há uns anos para cá comecei a usar a depiladora, as primeiras vezes doeu um bocadinho, mas depois tens a vantagem que não precisas deixar que eles cresçam muito para fazer com a cera, fazes logo e vais fazendo à medida que eles vão crescendo, e como eles não crescem todos ao mesmo tempo assim nunca são tantos para fazer!

 

ficamos as duas boquiabertas de espanto com aquela lição de depilação dada por aquela miúda numa fase em que ambas nos julgavamos já doutoradas no assunto. mas ela ainda rematou o assunto – assim andas sempre limpa e lisa e não tens essas comições dos pêlos quando começam a nascer, acredita, eu já não mudo!

voltamos de lá já tarde, acabamos por levá-la a casa e na viagem de volta a conversa tinha mudado, esquecemos, por momentos, o diário e apenas pensavamos “será possivel?”.

 

confesso que apesar da explicação ter sido muito pormenorizada a vontade de experimentar é mínima, diria mais, ínfima, já a “su”, passou-lhe logo a coceira.

sinto-me: com sono
banda sonora: classificados - um segredo fechado
publicado por diariodeumamulhermadura às 02:55

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Terça-feira, 1 de Julho de 2008

masturbação – poderosa terapia anti-stress

tenho andado stressada, já o saberão pois já dei disso conta, bem como dos motivos desse mesmo stress no meu último post. e para quando o stress aperta e não dá sequer vontade de estar com outras pessoas há uma terapia “a solo” que descobri há já muito tempo atrás mas que parece não ter perdido eficácia com o passar do tempo, antes pelo contrário, parece cada vez mais apurada, isso mesmo – a masturbação, mas não uma masturbação qualquer, mas não uma masturbação à pressa, “a correr” ou com tempo contado, nem sequer uma masturbação espontânea, do momento ou por impulso. antes aquilo a que chamo “vim” ou “masturbação vip”. e como é que é essa “masturbação vip”? é fácil, eu explico.

em primeiro lugar, e como já disse, não é “espontânea”, tem hora e local marcado ou, melhor dizendo, é necessário “reservar” espaço e tempo para que ela ocorra sem perturbações de qualquer espécie.

em seguida devemos tratar de nós como se nos estivéssemos a preparar para o “encontro das nossas vidas” e não como algo que como é para nós não precisamos “caprichar”, precisamos sim, aliás, exactamente por ser de nós para nós é que devemos cuidar ainda mais todos os detalhes. um banho demorado de espuma ou sais pode ser uma importante parte dos “preliminares”.

devemos também pensar no que queremos ou nos apetece fazer e preparar antecipadamente o que precisamos ou podemos vir a precisar, se gostamos de usar acessórios, lubrificantes ou seja lá o que for devemos ter “tudo à mão” e não interromper o processo a meio só porque nos lembramos de fazer “isto” ou “aquilo”.

como disse antes, nesse “período reservado” não há espaço para telefones, campainhas ou outros motivos de interrupção ou distracção, o rádio ou a tv são acessórios que poderão ser usados mas convém que não seja quando estão a dar as noticias ou algo do género.

eu é assim que faço, um belo banho seguido de uma auto-massagem com óleo para ficar macia, hidratada e sedosa. coloco uma lingerie “sexy” (tal e qual como se fosse para alguém), preparo o que preciso e coloco junto do local escolhido (isto se decidi usar algo mais que as mãos  ), desligo o telemóvel e começo a sessão vagarosa e suavemente como se tivesse todo o tempo do mundo, toco-me nos seios em movimentos circulares da base para o centro em direcção aos mamilos pondo-os duros, depois desço vagarosamente e massajo as pernas e as coxas em direcção às virilhas.

quando chego à ratinha gosto de passar um bom tempo tocando-me suavemente por cima das cuequinhas sentindo-me a ficar molhada e as cuequinhas a ficarem húmidas. depois de bem húmida gosto de passar um dedo pelo centro, abrindo os lábios e provando o meu sabor, depois coloco a mão dentro das cuequinhas (sem as tirar) e vou-me tocando mais em baixo, mais em cima, brincando bastante com os lábios, o clítoris, a entrada da vagina e até mesmo o buraquinho do rabinho, uso diferentes dedos e diferentes partes do dedo, por vezes a unha (com cuidado) e vou metendo também a ponta dos dedos na vagina. gosto também de dar pequenas palmadinhas junto ao clítoris, são como pequenos choques eléctricos, muito estimulantes

quando por fim tiro as cuequinhas e me abro toda, é a hora de mudar também bastante de ritmo, vou introduzindo e retirando 1, 2 ou mais dedos na vagina com algum ritmo num movimento deslizando a palma da mão, acompanhando a forma de concha da minha ratinha tocando a palma da mão no restante. por vezes volto às palmadinhas mas desta vez com a mão mais em concha fazendo um movimento de uma certa “sucção” (que só resulta plenamente quando bem depilada).

depois é a fase mais hard com, ou sem acessórios (na maioria das vezes sem), trato da minha ratinha pelo menos com 2 dedos em movimentos vaivém frenéticos misturados com toques circulares no clítoris com a outra mão até me vir por completo num orgasmo daqueles de saltar e ficar a tremer por dentro durante uns bons minutos.

qual é o meu “segredo” para esses orgasmos brutais, já me têm perguntado algumas pessoas, inclusivamente pelo e-mail aqui do blog. o segredo, se assim se pode dizer, é tocarmo-nos onde gostamos, é explorarmo-nos sem medos nem tabus e, no meu caso, resulta muito bem “pausar” quando sentimos que estamos prestes a atingir o orgasmo, e ir “pausando”, moderando a intensidade e ir tendo “micro-orgasmos” ou “quase orgasmos” culminando com um último daqueles que vêm mesmo das profundezas e o qual somos incapazes de parar.

comigo, resulta! e o stress, vai-se todo

caso o stress seja mesmo grande, é apenas uma questão de repetir a dose as vezes necessárias até o eliminar por completo  ;) diz quem sabe que é uma das melhores terapias para evitar a depressão ou para curar quem sofre de uma.

 

sinto-me: curada
banda sonora: keane - is it any wonder
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:21

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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

inesperada sedução – continuação

no dia seguinte olhei diversas vezes para o cartão dele pensando se deveria ou não ligar-lhe, mas também o que tinha eu para lhe dizer, nada! esse era um problema, não tinha qualquer assunto que justificasse a minha chamada. peguei no telemóvel e entrei na agenda quase sem saber porquê, olhei para a semana seguinte e tinha uma “nota” para me lembrar qualquer coisa. entrei a ver o que era. que estúpida, claro, era o aniversário da “su” e eu que ainda não me tinha lembrado dela.

e foi então que se fez luz na minha cabecinha, claro, nem mais, o aniversário da “su” é uma desculpa mais do que perfeita para ligar para ele, vou tentar combinar com ele para tentar fazer uma festa-surpresa no bar. se o pensei melhor o fiz. liguei de imediato, era quase hora de almoço mas atendeu-me com uma voz de quem tinha acabado de ser acordado pelo telefonema (que estúpida pensei, ele deve deitar-se às tantas é normal que ainda esteja a dormir). pedi-lhe de imediato desculpas mas ele logo mudou de voz e disse que não havia problema, pelo contrário que era “até bom ser acordado pela minha voz” (um piropo atrevido mas com imensa classe) ;)

ainda meia atarantada lá lhe expliquei o motivo do meu telefonema e ele prontificou-se de imediato a ajudar-me a preparar a festa.

voltamos a falar mais uma ou duas vezes para combinarmos os detalhes durante essa semana e finalmente chegou o dia, o dia do aniversário da “su”.

há dias que via na cara dela alguma tristeza pelo facto de eu ainda não ter falado nada nem ter combinado coisa alguma com ela (pensava que tinha esquecido mesmo dela). liguei-lhe ao final da tarde perguntando-lhe se ela queria ir comigo ao tal bar novamente com a alegação de que queria ver o “rapagão” (o que em parte era verdade) ;) inicialmente quis recusar o convite mas após muita insistência minha lá aceitou, mal ela sabia o que a esperava...

mal chegamos dei, como combinado, um “bip” para o telemóvel dele, era esse o sinal que íamos entrar. sem suspeitar de nada ela entrou à frente e mal colocou os pés lá dentro rebentou o champanhe e a música começou a tocar. foram trazendo o bolo apenas com uma vela que ela apagou que enorme satisfação, foi impressionante a forma como a expressão dela mudou naquele momento, foi mesmo totalmente surpreendida pela festa. abraçou-se a mim e agradeceu-me imensas vezes ;)

entretanto o ritmo do bar, interrompido com a nossa entrada, “voltou ao normal” e lá nos sentamos num canto em “l” junto ao balcão. a “su” chamou o “rapagão” para se sentar connosco e comer uma fatia de bolo para lhe agradecer também a amabilidade em ter acedido a esta solicitação e lá ficamos os 3 entre dedos de conversa, o bolo, e algumas bebidas. já algumas horas passadas a “su” resolve pedir uma rodada de “shots” para nós, partilhada também pelos empregados do balcão do bar à qual se seguiu uma outra pedida por mim e, passados mais uns minutos, uma terceira pedida pela “rapagão”. já estávamos mais “para lá” do que “para cá” e os “shots” eram fortíssimos. mais dança para cá e para lá e já estávamos as duas bem bebidas e bem passadas, durante a noite tinha trocado alguns olhares e mesmo toques de coxas (sem querer) ;) no “rapagão” aos quais ele tinha respondido com sorrisos. nesse dia fechamos literalmente a casa, no final da noite éramos as únicas clientes que tinham restado. a “su” estava totalmente “apagada” do álcool e do cansaço e o “rapagão” ofereceu-se para nos levar a casa. fomos para minha casa, a “su” estava mesmo ko e não estava em condições de ficar sozinha. ele ajudou-me a “carregá-la” para cima e a deitá-la no sofá. ficamos um pouco mais à conversa na porta com ele já meio de saída e sem saber bem como trocamos um enorme beijo de língua daqueles bem molhados que arrepiam o corpo todo. agarrei-o pela cintura e puxei-o para dentro, olhei para a “su” que dormia profundamente no sofá. trocamos mais uns quantos beijos e “amassos”, estava excitadíssima por aquele desfecho, nem podia acreditar que aquilo estava a acontecer, mas se estava, era a hora de desfrutar do que a vida nos dá ;) e aproveitar o melhor que podia.

passei-lhe a mão e senti-o já excitado, isso aqueceu-me mais ainda, enquanto nos roçávamos um no outro ele abria-me os botões da camisa e apalpava-me as mamas com força mas sem magoar (ele sabia o que fazia) puxou-me a saia para cima tocando-me na ratinha por fora das cuequinhas. passou leve e demoradamente o dedo pelo meio da minha ratinha marcando ainda mais as suas formas (a depilação faz o resto). era impressionante como aquele “rapagão” sabia tocar uma mulher, com firmeza. sentiu-me inevitavelmente molhada e num jogo de dedos afastou a minha cuequinha metendo um dedo dentro de mim, mordi o lábio e soltei um gemido, que dedos grandes tinha ele, aliás como as mãos, eram enormes. fui descendo lentamente escorregando pelo corpo bem trabalhado do “rapagão” enquanto ele colocava as mãos dele no meu peito e deslizando-as também aninhava-as entre as minhas maminhas e o soutien sem o retirar, baixou-se e disse-me ao ouvido – dás-me tesão, sabias? arrepiei-me, mas nada disse, apenas sorri desapertando-lhe o botão das calças.

ao abrir o “zip”, a primeira grande surpresa, cai-me um enorme pénis logo no colo. uau, disse eu, cabriolet  ;) pois, não gosto de usar cuecas, apertam-me – disse ele sorrindo. e final pude apreciar o excelente trabalho depilatório da minha amiga brasileira, com o qual, me confesso, tanto já tinha sonhado ;) estava fenomenal, perfeito, nem um pelinho, nada! estava liso e sedoso, a depilação total dava-lhe um aspecto ainda mais pujante e “avantajado”.

não hesitei nem mais um segundo e cai de língua nele lambendo-o desde a base até à ponta e vice-versa, ele gemeu de prazer e senti-o a ficar ainda mais excitado e rijo. lambi-lhe lenta, demoradamente a “cabecinha” em movimentos circulares com a ponta da língua que o fizeram delirar o que, modéstia à parte, fazem sempre ;)

a dada altura agarrou-me, levantou-me e deu-me novo beijo de língua daqueles de arrepiar, deitou-me na cama e enfiando os braços dentro da minha saia puxou-me as cuequinhas até meio das coxas, tirando o resto puxando com os dentes num misto de sensualidade e algum “instinto animal”. tirou-me os sapatos e beijou-me começando pelos pés e subindo pelas pernas, coxas e virilhas. ao perceber que também eu estava toda lisinha como ele riu-se e disse – que maravilha ;) passou a língua toda em volta da minha ratinha tocando levemente de quando em vez nos lábios arrepiando-me toda, depois, num repente, caiu de boca no meu clítoris dando-lhe uma chupadela vigorosa que me fez estremecer toda, quase tive um orgasmo naquele momento (ou se calhar até tive mesmo) foi uma espécie de pré-orgasmo de boa intensidade mais muito curto seguindo-se um vaguear de língua por toda a minha ratinha, abrindo-me e tocando apenas com ela enquanto as suas mãos me puxavam o soutien totalmente para baixo e me acariciavam os mamilos entumecidos. o misto de sensações era incrível era como se me tivesse a tocar no corpo todo e houvesse um estímulo contínuo que subia e descia pela minha coluna como um elevador num shopping movimentado. agarrei-o com força pelos cabelos, apertei a cabeça dele ainda mais contra mim e vim-me num orgasmo brutal tanto em duração como em intensidade. aquele “rapagão” estava realmente a “dar conta” de mim como eu gosto. virei-me na cama, tirei a saia, a camisa e o soutien, ficando completamente nua. ele fez o mesmo retirando a camisa aberta e as calças que andavam já há algum tempo pelos tornozelos. coloquei-me de gatas em cima da cama, alcancei a minha ratinha com a mão por entre as pernas e abrindo-a com os dedos disse-lhe – anda, mete-mo todo, mostra-me como é esse “pauzão” dentro de mim!

percebi que a conversa e a provocação tinha plena aceitação e foi isso que ele fez quase de imediato. antes, surpreendeu-me novamente, abrindo-me afastando-me as nádegas e dando-me um enorme beijo de língua no rabinho. não era a primeira vez que mo faziam, mas desta forma foi realmente inesperado, ele percebeu a minha surpresa e disse – desculpa, mas teve que ser, tens um rabinho muito apetitoso ;) sorrimos os 2.

o se seguiu foi uma sensação de sexo do puro e do duro (e do bom) com estocadas fortes, profundas e ritmadas que me fizeram vir mais 3 vezes sem que ele parasse 1 só segundo. variava o ritmo e a profundidade, ficava períodos de tempo só na entradinha num vaivém dentro e fora da minha ratinha fazendo-me sentir aquela “cabecinha” de boas dimensões a entrar e sair tocando-me no clítoris e alargando-me, ao que se seguia novo período em que me fazia sentir todo o seu comprimento e volume dentro de mim até me tocar no fundo. mudamos de posição mais 2 ou 3 vezes terminando (como eu tanto gosto) eu em cima dele a “cavalgar a toda a sela” ao meu ritmo e com toda a profundidade sentindo tudo e vendo a reacção e as expressões dele a cada “cavalgada”. senti-o estremecer e percebi que ia vir-se, ele também mo disse e foi então que saltei de cima dele, agarrei-lhe no “pau duro” e fi-lo vir-se para a minha boca e cara, os jactos pareciam não parar, inundou-me toda a cara e até o cabelo com o seu “leitinho quente”, dei-lhe algumas chupadelas puxando o restante e deixando-o escorrer pela minha cara caindo-me pelo queixo e pingando para cima dele. estávamos ambos bem cobertos pelo leitinho dele e foi então que ele levantando-se da cama me surpreendeu novamente dando-me novo beijo de língua apesar de eu ter a cara naquele “belo estado” ;) nunca ninguém o tinha feito e ele percebeu mais uma vez a minha surpresa e perguntou – o que foi? algum problema? não, nada, só não estava à espera desta ;) não há nenhum problema – disse ele, continuando – não tenho nojo de mim!

parei 1 segundo para pensar naquela frase que fazia todo o sentido, não é lógico alguém adorar vir-se para a nossa cara e depois ter nojo de nos tocar se o motivo do “nojo” é dele próprio. mas ele não se ficou por aí e continuando disse – até te digo mais – e dizendo isso retirou com o dedo uma parte do leitinho que eu tinha a escorrer-me para os olhos e bebeu-o.

realmente aquele homem era muito diferente de todos os que conheci antes em termos de mentalidade, era total e verdadeiramente open minded no verdadeiro sentido, nada parecia ser motivo de vergonha ou tabu e isso estava a cativar-me verdadeiramente. precisava de me lavar, o leitinho na cara é giro mas já estava a secar e essa sensação não é muito agradável pois dá imensa vontade de coçar ;) e também já tinha tido a minha máscara de beleza tempo suficiente ;)

voltava eu da casa de banho e de “deitar o olho” para ver se a “su” ainda respirava ;) quando fui novamente agarrada no corredor e puxada para dentro do quarto. o “rapagão” ainda não estava satisfeito, queria mais e eu estava perfeitamente na disposição de lho dar ;)

voltei a chupa-lo até ele ficar bem rijo, o que não demorou quase nada, deitei-o na cama e disse-lhe com firmeza – agora mando eu! ele apenas sorriu e disse – quero ver isso então! ele coitado não me conhecia, pois, caso contrário, saberia que não deveria lançar-me esse tipo de desafios sob pena de ter que “arcar com as consequências” e assim sendo não me fiz rogada, saltei para cima dele e dei-lhe com força, realmente a sensação da depilação total de ambos era fenomenal deslizávamos um no outro como seda e a pele em contacto directo proporcionava sensações ainda mais alucinantes. decidi surpreende-lo, aquele beijo de língua no meu rabinho ainda me estava bem presente na memória e queria dizer qualquer coisa, não hesitei, coloquei a mão atrás e espalhei os líquidos que saiam de mim e se iam acumulando para a zona do rabinho, peguei-lhe no “pau rijo” e coloquei-o na entrada no meu cuzinho, não era nada fácil “devorar” aquele pau enorme e o meu cuzinho estava um pouco desabituado dessas andanças, mas quando a vontade é muita, não há nada que não se consiga e lentamente lá foi furando e aninhando-se dentro de mim. via a cara de satisfação dele o que me dava alguma confiança extra, ficamos assim mexendo devagarinho até me habituar às dimensões xl do “rapagão” e lentamente lá fui começando a cavalgar com ele no cuzinho. sentia-me cheia, literalmente, o pau dele preenchia-me por completo fazendo-me sentir um misto de dor e prazer sendo que a dose de prazer era manifestamente muito maior que a pequena dor que sentia. alguns minutos depois a dor passou por completo e a cavalgada começou a ganhar outro ritmo. entretanto ele já decidira acrescentar a sua mão ao jogo tocando-me e estimulando-me o clítoris de forma a aumentar o meu prazer. mete-me mais – pedi-lhe eu – mete-me os dedos na cona, agora! quero sentir-te todo! quero-me vir assim! e ele assim fez, estimulando-me mais uma vez com imensa técnica e qualidade, pouco minutos depois senti o momento do orgasmo a aproximar-se, isso fez-me contrair-me mais o que o fez explodir a ele também. viemo-nos quase ao mesmo tempo tendo um bom orgasmo ao sentir aquele leitinho mais uma vez a escorrer em mim e desta vez por dentro.

ficamos alguns minutos deitados lado a lado na cama sem dizer nada, era já quase manhã, e os primeiros raios de sol já rompiam pelas janelas. já mais retemperados fomos ao merecido banho. mas as surpresas ainda não tinham acabado. ao sairmos do banho e ainda enrolados nas toalhas fomos surpreendidos pela “su” que tinha acordado e com uma cara de poucos amigos perguntava – o que é que se passa aqui? Então eu é que faço anos e vocês é que têm festa?

olhámos ambos para ela e apenas rimos.

 

sinto-me: sem mais comentários
banda sonora: perfume/rui veloso - intervalo
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:40

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