Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

outros diários – partilha com partilha se paga

uma leitora dos arredores de lisboa resolveu partilhar comigo e, consequentemente, com todos vós, uma página do seu próprio diário. diz ela que “amor com amor se paga” ou neste caso “partilha com partilha se paga” e assim resolveu contar-nos um pormenor da sua vida pessoal e sentimental que aconteceu há cerca de 5 anos.

diz então no e-mail que me enviou: (…) eu já paguei por sexo é verdade e não tenho vergonha de admitir. foi numa altura difícil da minha vida, o meu marido foi trabalhar para fora do país por necessidades de dinheiro e eu fiquei cá sozinha, estou nos quarentas e nunca tive filhos e numa noite de vontades resolvi fazer o que nunca fiz antes, pus os palitos no meu marido. foi com um miúdo dos seus desasseis ou desassete anos vizinho lá do prédio e ao contrário da minha amiga esta minha experiencia com um pretito foi do melhor que já tive. fingi que a televisão estava desprogramada e toquei à minha vizinha à procura do filho dela eram umas nove da noite. o filho prestou-se a ajudar-me a sintonizar o canal que não estava bom. era o sexyhot aquele canal pornográfico da tv por cabo que o meu marido assinava e gostava de ver para se excitar antes de irmos para a cama nas noites em que havia festa. ele consertou aquilo em menos de 2 minutos e ficou a ver-se lindamente. assustou-se quando viu a imagem como se tivesse feito algo errado mas disse-lhe para ter calma que era mesmo esse canal que não estava a funcionar. perguntei-lhe se gostava de ver mas ele não respondeu, ficou calado e quase branco. puxei-o para o sofá e disse-lhe uma vez mais para ver um bocadinho comigo só para ver se estava tudo bem e não voltava a falhar o canal e depois disse que parecia estar tudo bem e perguntei mais uma vez se ele gostava daquilo ele num sorriso meio tímido disse que sim e eu abrindo as pernas na frente dele disse-lhe e disto gostas? ele ficou branco de novo mas disse-lhe para ele não ter medo, peguei na mão dele e meti-a na minha cona já molhada, sentia-o a ficar excitado e não o larguei mais, comecei a despir-lhe as calças e a sentir-lhe o pau duro dentro delas, puxei-as ate a baixo e sem dizer mais nada tirei-lhe o pau para fora das cuecas e comecei a chupá-lo com força, gostas? perguntava-lhe? queres mais? ele só dizia que sim com a cabeça e pouco depois tentou afastar-me a cabeça porque se ia vir, não deixei e como pude continuei até sentir a esporra quente na minha boca. enquanto ele recuperava as forças tirei a saia e as cuecas e comecei novamente a tocar-lhe até o sentir ficar rijo. tinha uma pauzão enorme e grosso o maior que já tinha visto na vida. quando já estava bem duro de novo sentei-me em cima dele e enfiei a muito custo aquele pau todo na cona, não estava mesmo habituada a barrotes daquele tamanho, senti-me cheia daquele chouriço preto e comecei a montá-lo com força, tava cheia de tesão e aquele broche só me deixou a cona ainda mais quente. montei-o um bom tempo até que me satisfiz, ele também estava quase lá e enfiando o pau dele no meio das minhas mamas fiz o resto até acabar. dei-lhe uma toalha para se limpar e antes dele sair peguei em duas notas de vinte dobradinhas e meti-as no bolso dele dizendo obrigada pelos serviços. foi a única vez que meti os palitos ao meu marido e depois dessa noite nunca mais tive nada com ele mas valeu pela primeira e única vez, foram os quarenta euros mais bem gastos que já tive (…)

e que dizer perante esta pérola da nossa amiga?

eu estou sem palavras, digam vocês de vossa justiça!

sinto-me: como já disse
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:43

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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

contribuições dos leitores

fiquei uma vez mais surpreendida com o carinho e amizade que alguns dos leitores do diário me transmitem via e-mail ou nos comentários que aqui deixam.

serve esta página para deixar os meus sinceros agradecimentos a todos eles e, muito especialmente, para vos revelar a todos mais uma contribuição via e-mail de uma leitora que se identifica como luana, cabo verdiana de ascendência e moradora algures na margem sul do tejo.

luana, tudo de bom para ti, e continuação desse espírito.

Uma vez mais reafirmo que o diário, na sua categoria - “segredos dos leitores” - está aberto à participação de todos quantos, como a luana e a madura 50 nos queiram dessa forma presentear.

beijinhos e obrigada,

mm

 

sinto-me:
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:36

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Sábado, 18 de Outubro de 2008

quem é a "mulher madura"? – sobre mim

decidi aceder a um pedido/desafio que me foi colocado vir e-mail por uma leitora/amiga do diário. achei giro o desafio porque é um jogo que costumo fazer entre amigos(as) e que também vem a propósito de um tema que será página do diário muito em breve.

 

o pedido/desafio tinha a ver com uma séria de perguntas à qual deveria dar respostas rápidas (e sinceras) de forma a que me pudessem conhecer melhor em poucos segundos, desafio lançado, desafio aceite cara patrícia ;)

 

nome: -------------------------

 

idade: trinta e poucos anos

 

sexo: feminino

 

orientação sexual: não me considero uma verdadeira bisexual, creio antes que sou uma heterosexual com um certo fascinio por uma ou outra mulher e que de vez em quando prefere uma boa mulher a um mau homem.

 

idade com que teve a primeira experiência sexual: a 2 com quase 19 anos, sozinha com 16.

 

melhor experiencia sexual: ainda está para vir ;) mas já tive muitas e muito boas.

 

pior experiencia sexual: dificil escolher apenas 1, creio que 2, por motivos bem diferentes e das quais já falei aqui no diário (o africano) e a (praia), a pior no sentido da insatisfação foi mesmo a do africano.

 

melhor “piropo” que já recebi: “só de sentir o teu cheiro fico logo com tesão”

 

pior “piropo”que já recebi: “quanto é que queres para me fazeres um broche?”

 

parte que mais gosto do meu corpo: o meu rabo :)

 

parte que menos gosto do meu corpo: as orelhas, são um pouco grandes :)

 

já fizeste fotos/videos nua ou a fazer sexo?: já, mas nunca os mostrei a ninguém ;)

 

pior embaraço sexual: aos 16/17 anos quando fui apanhada pela minha mãe a masturbar-me.

 

gostas mais de provocar ou ser provocada?: ambos, sou uma provocadora, admito-o, mas adoro quando sou eu a provocada.

 

momento sexual que mais te marcou: a primeira vez com a “su”, mudou a minha vida ou pelo menos a forma de ver a vida.

 

melhor posição sexual: não ficar só numa ;) mas gosto muito de ficar de 4 (na minha vertente submissa) e por cima (na minha vertente dominadora).

 

 

e pronto, aqui estão as respostas ao inquérito/jogo, o original que me foi enviado era bem mais extenso mas creio que algumas das perguntas não fazem muito sentido para aqui e portanto as respostas a essas perguntas ficam no segredo dos deuses, pode ser patrícia?

 

quem quiser entrar no jogo sinta-se à vontade para o fazer.

 

sinto-me: divertida
banda sonora: ez special - my explanation
publicado por diariodeumamulhermadura às 03:19

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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

o “mito” dos africanos

alguns anos passaram (não gosto de dizer muitos, faz-me parecer velha) desde que trabalhei em part-time num bar, num daqueles empregos de estudante universitária para ganhar uns trocos que me ajudassem a pagar os estudos, nada mais comum nos tempos que corriam. servia bebidas, apanhava copos e até fazia parte do “show” do bar, que acontecia lá para altas-horas da noite antes do fecho e em noites de casa cheia.

o show consistia em pouco ou nada de significativo, apenas o “staff” subia para cima dos balcões e dançava ao ritmo do dj de serviço (que era sempre o mesmo) enquanto brindava com um copito com o resto dos clientes, ao que se seguia o “esvaziamento das garrafas”. as garrafas que usávamos para os chamados “shots” e outras bebidas que estavam quase no fim eram esvaziadas de cima do balcão para cima da multidão de jovens mais do que bêbados que abriam as suas bocarras aos céus (neste caso ao tecto) para apanharem mais umas gotas de qualquer coisa alcoólica à borla. e assim fechava a casa.

isso para dizer que um dos meus colegas de “staff” nessa altura era um jovem de descendência cabo-verdiana que tinha a mania que sabia dançar ;) era um dos barmen mais procurados pelas meninas pois tinha sempre um truque novo na manga e usava sempre trajes “alternativos” como camisas abertas, chapéus de coco, calças justas, etc.

uma certa noite de casa-cheia, durante o “show” da praxe ele puxou-me para ele durante a dança final e dançamos juntos com ele roçando-se todo em mim, como aliás era hábito dele fazer pelo bar, inclusivamente com as clientes que pareciam gostar da cena pois voltavam. creio que só por isso essas coisas eram toleradas pelo dono, manifestamente o estilo e provocações dele atraiam clientela feminina o que é sempre uma “mais valia” para uma casa.

a noite terminou, a porta fechou e passamos às arrumações durante as quais ele continuou de certa forma a dança e a provocar-me aqui e ali roçando-se em mim cada vez que passava. cheguei mesmo a perguntar-lhe se estava com o “cio”. respondeu que estava sempre.

no final da noite e já depois de sairmos do bar acompanhou-me durante uma parte do curto percurso até casa. no ponto de separação, despediu-se de mim e disse-me ao ouvido – não queres ir continuar a dança? confesso que não estava à espera de tanta provocação e a forma como ele me disse aquilo ao ouvido deixou-me arrepiada. a verdade é que o “roça-roça” que fez durante parte da noite já me tinha deixado algo “desperta” para a coisa. beijou-me. senti-me totalmente arrepiada e o álcool de tínhamos bebido em mais 2 ou 3 brindes “internos” depois da porta fechar também me deixara “quentinha”. decidi quase sem pensar ir com ele, subimos as escadas do velho prédio onde morava até ao 1º andar e entramos, era uma casa muito antiga que o senhorio alugava os quartos a estudantes e pessoas sozinhas mais ou menos de passagem como era o caso dele.

não estava ninguém, os dois colegas com quem partilhava a casa estavam fora temporariamente pois eram estudantes universitários e estavam em estágio.

num impulso quase animalesco despimo-nos a alta velocidade quase arrancando a roupa um ao outro. disse-lhe – só com protecção! ele colocou de pronto o preservativo e agarrando-me ao colo atirou-me para cima da cama e apontou-me o “zezinho” dele à entrada da minha ratinha já para lá de molhada. era na verdade grande, bastante grande mesmo, muito maior que qualquer outro que tinha conhecido ou que conheci até hoje e cheguei a temer pelo resultado. penetrou-me e percebi que aguentava bem aquele “pau preto”, aliás, aguentava bem demais. estranhei o facto de não me estar a custar nada e de ele estar com algumas dificuldades para mo meter todo. agarrei-o com a minha mão e percebi de imediato o que se passava, era bastante maior é verdade, mas também bastante mais mole, não estava rijo como era comum sentir e tive que o forçar para o meter dentro de mim.

depois de algum tempo a penetrar-me num vai-vem pendular e bem ritmado tirou-o para fora, virou-me ao contrário, ficando de 4, percebi que se masturbou algumas vezes e voltou a tentar penetrar-me. abri-me toda, o mais que pude, guiando o pau dele para a entrada da minha ratinha agora totalmente sedenta por uma boa foda. desta vez entrou melhor e mais fundo, a posição parecia excita-lo mais e agarrando-me os cabelos com uma das mãos deu-me várias estocadas bem mais fundas e mais apetecíveis, gemi pela primeira vez e comecei a ter verdadeiro prazer mas após curtos minutos ele veio-se ficando totalmente “off” em seguida. percebeu claramente que eu não tinha atingido o orgasmo ainda e meteu boca ao trabalho para me fazer vir com a língua. aí sim, aqueles lábios carnudos fizeram um óptimo efeito chupando-me prolongadamente o clítoris e os lábios da ratinha, finalmente atingi o orgasmo.

ainda não me tinha levantado já ele dormia, satisfeito. confesso que não me senti nada bem nesse momento, senti-me usada, mas pouco, tão pouco que nem sequer me senti “abusada”. foi realmente como diz o velho ditado: “muito rastilho para uma bomba tão fraquinha”. vesti-me e saí, e ele nem deu por nada. não voltamos a falar sobre essa noite, aliás, ainda bem, porque realmente a falar, fala-se sobre coisas que realmente valham a pena, certo?

 

sinto-me: que treta
banda sonora: the fray - how to save a life
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:50

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