Sábado, 26 de Abril de 2008

homens mais novos, mais velhos ou assim-assim?

outra coisa que não gosto e que me esqueci de dizer no primeiro post é de cronologias, dizem que isso é um defeito mais ou menos grave mas para mim pouco importa, por mim todos os reis e rainhas de portugal podiam ter vivido na mesma dinastia todas em alegre “festarola” que para mim estava tudo óptimo. assim sendo, as historias que apresento são traços soltos, são folhas mais ou menos caídas de um diário em mau estado de conservação devido ao seu uso quase excessivo.

 

certo dia, convida-me a “su” para irmos a um barzito onde já não íamos há algum tempo, o local era engraçado, com um aspecto algo rústico, mas o ambiente costumava ser bom, media luz, musica qb para permitir uma conversa relaxada e sem gritos, aquilo que eu gosto.

 

a certa altura da noite vira-se a “su” e diz-me olha lá, já viste o “puto” que está ali no balcão a comer-te com os olhos? aviso já que a “su” é mesmo assim, e eu também, não temos “papas na língua” e tratamos os assuntos todos por tu. não me lixes – disse eu como quem despreza o comentário mas deitando como sempre o olho para verificar a situação ;) e não é que era mesmo verdade, lá estava o tal “puto” encostado ao balcão com um ar meio embasbacado a olhar-me fixamente como quem me está a tirar todas as medidas.

 

decidimos, como sempre, tirar partido da situação e apimentar a coisa, estávamos de frente para ele sentadas numa espécie de sofá corrido que faz uma forma de u para o centro e a “su” encosta-se logo ao meu ouvido e pergunta no tom dela que eu bem conheço – como estás hoje? ao qual eu respondo como quase sempre – para matar!

 

estas frases são uma espécie de código que desenvolvemos entre nós faz anos e que significam basicamente o mesmo que o aparecimento da luz verde num semáforo para uma dezenas de carros à espera há minutos. e dito isso ela dá-me um dos seus célebres encostos de anca empurrando-me para o lado o suficiente para que deixasse de estar atrás da mesa, nisto, a acção começa e a nossa conversa muda para um modo que só nos conhecemos e que não vou, pelo menos para já, revelar, mas que serve para os deixar “no ponto”.

 

alguns cruzamentos e descruzamentos de pernas mais tarde, toques de língua e colar e descolar de lábios nas bebidas num misto onde se junta a troca de olhares fulminantes ele finalmente aproxima-se da nossa mesa. com um ar educado cumprimenta-nos e pergunta se nos pode fazer companhia. aceitamos e começamos naquela troca de apresentações mais ou menos escusada mas que serve apenas para “quebrar o gelo” se bem que este gelo já estava bem derretido.

 

conversa puxa conversa e faço o sinal à “su”, o sinal significa wc agora e claro está, as duas ;)

 

chegadas lá digo de imediato para a “su”, olha lá, tu não estás boa da cabeça, ele é um “puto” mesmo, temos idade para ser tias dele ;) vais começar hoje a ter preconceitos desses é? – pergunta ela com aquele ar de “su” quando as coisas não funcionam bem como ela quer. não, decididamente não, não tenho, nunca tive e nem nunca irei ter preconceitos, muito menos desse tipo. então, vamos embora! – diz ela com aquele olhar que eu bem sei dando-me a palmadinha da ordem no rabo (coisas dela).

 

chegadas à mesa, o esquema é que eu estou um pouco tonta da bebida e a “su” não sabe conduzir, será que o miúdo nos vai dar uma boleia? de facto raramente levamos carro para a night, gostamos do nosso “copito” e já somos ligeiramente irresponsáveis com algumas coisas, essa não é o caso.

 

levou-nos a casa, primeiro à “su” que ficava mais a caminho ;) e depois a mim, na verdade moramos actualmente bem pertinho uma da outra mas nem sempre foi assim.

 

retribui a gentileza da boleia perguntando-lhe se queria subir, sabia que a viagem dele até casa ainda iria ser longa e queria oferecer-lhe ao menos um cafézito para ajudar à viagem. aceitou de pronto e subimos, disse-lhe para se colocar à vontade que ia fazer o café para ambos, que também estava a precisar.

 

após alguns minutos encontrei-me com ele na sala onde nos sentámos a beber o café e a continuar um pouco a conversa, os olhos dele não desgrudavam de mim, percorria-me num segundo dos pés à cabeça. pedi-lhe desculpa se o estava a atrasar para o seu retorno a casa ao que ele respondeu de pronto – não, tenho todo o tempo do mundo. confesso que aquela frase me excitou, gosto quando eles se dispõe assim, sem horas, sem compromissos, quando podemos esquecer o relógio.

 

encostei-me mais a ele senti melhor o seu cheiro, e que bom que era, gosto do teu perfume disse-lhe eu quase ao ouvido, senti-o arrepiar-se com a situação, trocamos olhar mais próximos, beijamo-nos (e que bem que o miúdo beijava). era tão “fresco”, os homens mais velhos têm na maioria das vezes um hálito tão mais pesado, talvez porque não fumava e tinha um aspecto cuidado este “puto” me soube tão bem.

 

amassamo-nos por algum tempo no sofá, trocamos algumas palavras ao ouvido, excitamo-nos mutuamente e, a grande surpresa, ao contrario da maioria dos homens que conheci antes, este presenteou-me com uma enorme surpresa, ao contrario do que normalmente acontece foi ele quem “ajoelhou” e que bem que “rezou”, nem sequer me tirou a cuequinha que disse num tom muito engraçado, é muito gira, apenas a afastou para o lado e, aqui me confesso, me deu o melhor “beijo de língua” na ratinha que já tive ;) antes que eu tivesse tempo de dizer alguma coisa já tinha experimentado 2 orgasmos de alto calibre ou, na linguagem da “su”, graus 6 e 7 na escala de richter (a “su” classifica os homens na escala de richter).

 

depois foi a minha vez de o provar e tanto que ele tinha para provar ;) foi uma noite longa, muito longa, tão longa que durou até cerca das 9 da manhã do dia seguinte ;) classificação final: grau 8 na escala de richter.

 

logo que saiu, e como sempre fazemos, liguei à “su” e disse apenas - amiga, vem cá ter agora, precisamos urgentemente de conversar.

 

 

comentário final: os homens deviam manter-se todos entre os 20 e os 25 anos de idade

sinto-me: a babar por mais
banda sonora: clã - vamos esta noite
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:30

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3 comentários:
De Diana a 27 de Abril de 2008 às 15:45
É mesmo de relatos como estes que precisamos para os incentivar.

Por acaso esse "puto" não tem numero de telefone, morada, qualquer coisa assim.

Beijito
De lfcf46thedocter a 30 de Abril de 2008 às 12:07
lol

eu tenho 23 se quiserem estou aqui lol

De Lala a 7 de Maio de 2008 às 16:33
olá.
Repito o que disse a outra visitante:
Esse menino não tem numero de tlm?
Que pena!!!
Bjocas.
Lala

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