Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Cartas dos leitores - Um emprego de verão

Tenho acompanhado intensamente o teu blog e decidi fazer como outros já fizeram e dar-te a minha contribuição. A história que te conto passou-se há uns bons 5 ou 6 anos, na altura eu tinha acabado o 12º e estava à espera dos resultados da universidade e surgiu uma oportunidade de ir trabalhar, um daqueles empregos de verão que são sempre bons para angariar um guito extra. A proposta veio de um vizinho do meu prédio que me perguntou se eu não estava interessado em ir trabalhar com ele porque estavam a pedir pessoal para trabalhar nos CTT. Ao principio a coisa pareceu-me estranha até porque eu estava naquela cidade à pouco tempo e não conhecia nada de ruas e essas coisas mas ele disse logo que não era preciso, o trabalho era simples mas tinha um problema é que era tipo turnos e principalmente à noite. Os CTT da zona tinham muito correio de encomendas e coisas de SEM que era preciso despachar e separar e os funcionários não davam conta daquilo durante o dia e assim eles contratavam tipo pessoal da nossa idade para fazer isso à noite.

Como não tinha mesmo nada mais interessante para fazer aceitei, até porque assim sempre podia ir à praia durante o dia e trabalhar durante a noite para arranjar mais um guito. Na primeira semana éramos uns 5 ou 6, rapazes e raparigas todos mais ou menos da mesma idade mas depois da segunda ou terceira semana o pessoal foi desistindo da cena e ficáramos só 3, eu, o meu amigo e uma miúda. A noite normalmente durava até às 2,30 ou 3 da manhã e para ficarmos acordados tinham que manter a conversa com disparates e cenas assim que nos fizessem rir um bocado. Certo dia o meu colega gritou no meio do armazém qualquer coisa como qualquer dia agarramos-te aí atrás das caixas e estás tramada! Ela não deu a menor bola e aliás, não creio que ele tivesse algum interesse nisso, muito menos eu, a miúda não era mesmo nada o meu estilo, ela era baixinha e assim para o gorduxo e usava os olhos pintados assim de preto e andava sempre de umas Dr. Martens pink assim com um estilo um bocado a puxar para o gótico. Aquilo passou mas ele de vez em quando lá atirava um desses gritos e às tantas ela começou  primeiro a rir-se com isso e depois a responder coisas do estilo hoje não que não mudei o penso ou agora não dá que me esqueci da vaselina e coisas do estilo.

A coisa foi ganhando forma e algum à vontade e às vezes lá saia a boca do não te ponhas assim de rabo para mim senão é que é ao que ela respondia com um abanar do mesmo, etc. e já na ultima semana de trabalho aconteceu o inesperado ao comentário de ai Lisa que é hoje que não sais daqui inteira ela respondeu detrás de uma prateleira cheia de caixas e pacotes com a frase não são homens não são nada! Claro que a primeira coisa que fizemos foi engolir em seco, a gaja estava a ficar espertinha, estaria a gozar-nos ou estaria a falar a provocar-nos? Depois de uma troca de palavras entre mim e ele voltou a provocação, olha, já estou de calças em baixo à tua espera ao que ela respondeu não vejo nada! Queres que vá buscar uma lupa? Aquilo claro que nos começou a atingir a masculinidade e fomos atrás dela e quando viramos a esquina do corredor das prateleiras tivemos o que merecemos era ela que estava mesmo sem calças debruçada numa pilha de caixotes enormes de rabo viradinho para nós com umas cuecas de um prateado brilhante. Ficamos na expectativa a tentar perceber se aquilo se tratava de uma gozação muito séria ou se ela queria mesmo algo a sério mas logo ela deu a entender o que queria enfiando uma mão entre as pernas e tocando-se de forma a nós vermos por trás. Aproximamo-nos dela e ela voltou-se dizendo eu logo vi que era tudo treta estão os 2 de calças vestidas e aposto que até estão murchos ao mesmo tempo que nos apalpava aos 2 ao mesmo tempo. Ele não sei, mas eu garanto que não estava nada murcho, aliás já estava bem ligado com aquela cena inesperada ela não hesitou um segundo agachou-se e abriu as calças do meu colega sacando-lhe o pico para fora e começando a lambe-lo em volta, depois abriu as minhas calças e sacou o meu e começou a punhetá-lo ao mesmo tempo que chupava o meu colega, senti a coisa a avançar depressa demais e ela apercebeu-se que me estava quase a vir e apertou-me o pico com força dizendo já menino da mamã, nem penses nisso! Senti mesmo umas dores do caralho com aquele apertão e não só passou a sensação de me estar quase a vir como até me murchou um pouco. No intervalo da mamada que estava a fazer perguntou se alguém tinha preservativos e o pior é ninguém tinha então não há camisinha não há coninha para ninguém nisto o meu colega começa a vir-se para a cara dela, ela mete a boca para aparar a esporra mas vai cuspindo tudo fora. Sacana que nem avisa, agora que estás aviado de castigo vais comprar preservativos a qualquer lado e bem rápido enquanto eu trato aqui do excitadinho, o excitadinho era eu mas na altura não me importei nada com o nome e enquanto o meu colega corria a algum lugar a buscar a encomenda ela limpava bem a boca e cuspia para um lenço de papel e preparava-se para tratar de mim. mal me começou a chupar comecei a sentir de novo aquela sensação mas aguentei o mais que pude e ainda lhe tentei dizer olha mas ela disse eu sei, vais-te vir, então vem-te. Voltou a fazer o mesmo que ao meu colega guardando o mais que pode na boca e depois cuspindo tudo fora e nisto chega ele. Á lindo menino, espera só 1 minutinho e foi à bolsa dela buscar um toalhete ou algo sim para se limpar. Sacou as cuecas e deitou-se numa pilha de caixotes mais baixos enquanto perguntava anda, quem é o primeiro? O meu colega já estava de preservativo enfiado e saltou-lhe logo para cima enquanto eu assistia aquilo enquanto metia o meu. Tinha uma cona bués de peluda quase só se via um monte de pelos preto e a coisa não demorou muito até ele se vir e ela me chamar, apontei o canhão e cá vai ele apesar de ela não ser nada atraente estava a ser óptimo, ela era quente e apertada e gemia bués sentia vir-se e o apertão que me deu dentro dela fez-me vir a mim a seguir. Já estás pronto? Disse ela olhando o meu colega e ele muito parvo a dizer que não, então porquê? Só tens garganta não é?  Ele à pressa lá meteu mais um e ela voltou à pilha inicial debruçada e ele burro tentou meter-lhe o piço no cu e levou logo um coice ó anormal não querias mais nada, achas que é isso é assim e para todos não? e esclarecido o mal-entendido lá a começou a comer à canzana. Antes que ele se viesse chamou-me e mandou-o esperar depois de algum tempo foi trocando uns minutos a cada um e quando já se tinha vindo mais 2 ou 3 vezes mandou-nos tirar os preservativos e batermos uma ao mesmo tempo para nos virmos para o cu dela mas só em cima! Nada de meter dentro!

Foi espectacular e mesmo uma coisa de sonho, é que não dizendo nada a ninguém até hoje, esta foi a minha primeira vez.

 

Beijinhos

Rui P.

 

sinto-me:
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:22

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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

ainda há coisas boas na vida

a frase parece um pouco depressiva mas, na verdade, o sentimento é o oposto, é mesmo verdade, há dias em que pensamos e chegamos à brilhante conclusão de que ainda há coisas boas na vida e melhor que isso, a maioria dessas coisas são do mais simples e básico que existe.

 

mas começando do início deste pensamento, cheguei a casa após uma semana terrível de trabalho atirei com as coisas para o chão mesmo ao lado da porta, sacudi os sapatos dos pés e fui descalça até ao quarto. despi-me lentamente em frente ao espelho, a certa altura apercebi-me de que estava quase que como a fazer um strip-tease de mim para mim e sorri. já despida entrei na banheira e tomei um duche bem quente e algo demorado para o costume, senti a água quente a percorrer-me o corpo e que boa que era aquela sensação.

 

limpei-me e ainda enrolada na toalha e com o frasco da loção do corpo sentei-me no sofá. pus musica, uma espécie de chillout misturada com sons da natureza, lentamente comecei a espalhar a loção no corpo e a sentir arrepios, fechei os olhos e continuei a espalhar a loção só pelo tacto. passei pelos seios e os mamilos como que insuflaram de um só fôlego. demorei-me neles um pouco mais e fui descendo pela barriga até às coxas até que, ainda com os olhos fechados, passei pela minha ratinha e lembrei-me que me havia depilado há poucos dias, estava ainda lisa e sedosa como a pele de um bebé, depois foi mais loção e mais mão, mais dedos, mais emoção e o ritmo da musica embalando os toques até ao rogamos profundo, daqueles que sobem até à nuca nos dão espasmos e nos deixam perfeitamente k.o. depois.

 

e sabem que mais, querem que vos conte um segredo, foi uma maravilha.

 

sinto-me: no céu
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:39

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