Terça-feira, 26 de Maio de 2009

miúdos, temos que lhes dar um “desconto” porque não sabem o que fazem

há dias sem saber muito bem como nem porquê recebi uma chamada de uma antiga vizinha minha noutra casa onde morei. a senhora, dos seus cinquentas, divorciada e com um filho na casa dos 17 ou 18 anos, pedia-me ajuda por causa do filho – sabe, ele precisava de alguém com mais estudos que eu que lhe desse assim uma ajudinha agora por causa dos exames nacionais – dizia-me ela no meio de lamúrias.

lá tentei explicar à senhora que eu também não sou grande estudiosa daquelas matérias, mas ela não desistiu – ah mas não se preocupe que eu pago-lhe – dizia ela – não tenho muito para dar mas também não quero que trabalhe de borla.

depois pensei – eh pá, isto agora está mau de dinheiro para todos e mais uns euros dão sempre um certo jeito – e lá procurei saber realmente o que é que ela realmente queria de mim. não achei que fosse algo muito complicado e aceitei, o que ela estava disposta a pagar até nem era assim tão pouco e lembrei-me que noutros tempos ela também me fez alguns favores.

o problema desta questão está em que me esqueci que tinha combinado isso com ela e estava eu já pronta para me estender no sofá quando me tocam à campainha – estranho – pensei, a uma hora destas, quem será? – do outro lado uma voz dizia quem era e que vinha por causa da explicação – explicação? – perguntei eu – sim, a minha mãe falou consigo no outro dia – e só ai me lembrei do filho da ex-vizinha.

mandei-o subir enquanto me ajeitava e pensava onde iria dar a explicação, não tinha pensado em nada previamente mas agora não havia nada a fazer. ao abrir a porta dei com um miúdo já bem crescido, se não soubesse quem era nem o reconheceria.

instalamo-nos no sofá e começamos a conversar sobre que problemas tinha ele e como eu o poderia ajudar . ele respondeu-me logo que não tinha grandes problemas com os estudos mas que a mãe é que insistia para que ele tivesse explicações para melhorar as notas e preparar para os exames.

dei uma olhada nas coisas que trazia e não achei realmente nada de muito complicado, na minha altura de estudante a matéria era bem mais complicada que agora mas ainda bem, assim não correria o risco de passar vergonhas como “explicadora de improviso”. reparei que enquanto via as matérias e os livros que trouxe que ele não tirou os olhos de mim e isso estava de certa forma a incomodar-me e a pôr-me nervosa. olhava-me de cima a baixo como se me tivesse a tirar medidas para um fato e nem quero pensar no que iria naquela cabecinha de teenager mas o que é certo é que fiquei algo desconfortável com a situação.

pus mãos ao trabalho e comecei a “explicação” propriamente dita pois aquela situação estava a tirar-me do sério, coisa que eu detesto. durante a explicação notei que por várias vezes me olhou e me mirou de forma mais ou menos discreta e chegando mesmo numa das ocasiões e encostar-se a mim. levantei-me e fui buscar um copo de água, perguntei-lhe se queria algo e ele sorriu com um ar “malandreco” e disse que não, ao voltar a sentar-me foi notória a tentativa dele de me espreitar para dentro da saia, os olhos dele viajaram rapidamente na minha direcção como setas. cheguei a pensar em confrontá-lo com aquela situação desagradável mas após pensar 1 minuto decidi não o fazer.

finalmente chegou a hora de terminar, estava a ver que o tempo não passava e os minutos pareciam-me intermináveis. na hora da despedida disse-lhe – vê lá melhor com a tua mãe, se achas que não precisas da explicação é melhor dizeres-lhe isso para ela não gastar dinheiro e tu tempo à toa – ao que ele me respondeu com o mesmo sorriso malandro dizendo – não, ela é capaz de ter razão, a explicação é capaz de ser boa ideia e com uma explicadora tão boa aprende-se logo mais.

engoli em seco mas não quis dar “parte fraca”, fingi que não percebi a ênfase que deu ao “boa”. sorriu novamente e disse – txau, até para a semana.

fechei a porta e fiquei a pensar - estes miúdos de hoje em dia acham que uma mulher feito eu também é “peixe para o gato” deles. mas temos que lhes dar um “desconto”, coitados, ainda não sabem o que fazem.

sinto-me: que mais me faltará acontecer
banda sonora: duffy - mercy
publicado por diariodeumamulhermadura às 14:01

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Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

no que toca a sms, há respostas e… respostas

estava em casa numa noite chatérrima sem fazer nada, simplesmente a olhar para a tv e a ver o tempo passar, peguei no telemóvel e mandei um sms à “su” dizendo apenas – olá amiga que andas a fazer? – passados uns minutos, poucos, ouvi o telefone vibrar continuamente, não era uma sms mas sim uma chamada dela, atendi, mas não ouvi nada, do outro lado ouvi algum barulho mas ninguém parecia responder-me, desliguei, a chamada devia estar com problemas – pensei.

alguns segundos depois recebo uma sms dela a dizer – não desligues, ouve, põe em “mãos-livres”. o quê? – pensei – esta mulher está doida – mas antes que pudesse pensar em algo mais recebo nova chamada e fiz o que ela disse, atenti simplesmente e coloquei em “alta-voz”, que é assim que se chama.

do outro lado comecei a aperceber-me de uns ruídos e a espaços algum barulho – eu não acreditonão pode ser – pensei para comigo. mas rapidamente percebi que podia e estava a ser, ela estava a ser “comida” pelo namorado, presumo, e eu estava a ouvir a cena “ao vivo”. fiquei algo estarrecida mas não pude deixar de continuar a ouvir os gemidos deles entre outros barulhos associados.

pouco depois ouvi-a gemer bem alto num som que conheço bem demais para saber perfeitamente do que se tratava, ao que se seguiu pouco depois um sussurro plenamente audível em que dizia – vem-te, vem-te agora para as minhas mamas! e, alguns ruídos depois um – isso, lindo, vá, esporra-me toda! mmmmmm, muito bom, que delicia!

Depois disso não consegui ficar a ouvir mais e desliguei, fiquei quieta, muito quieta no sofá a pensar no que tinha acabado de acontecer – estaria a ficar louca, a sonhar, ou seria mesmo verdade – alguns minutos depois recebo mais uma sms com o texto – boa noite linda, viste o que eu estava a fazer? vou agora dormir. boa noite e bons sonhos para ti. amanhã ligo-te.

sinto-me: what?
banda sonora: ingrid michaelson - be ok
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:00

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

de fora cá dentro

olá uma vez mais caros(as) leitores(as). pois parece que os e-mails agora não param (e ainda bem) e as actualizações nesse capitulo são quase diarias o que também  muito me satisfaz.

 

desta vez recebi um e-mail que vem de duas senhoras nos quarentas (segundo dizem), portuguesas de gema mas a morar há longos anos em nürnberg, na alemanha. estas leitoras do estrangeiro dizem que o seu coração está sempre em portugal e que apesar de há já alguns anos não estarem pelas nossas paragens continuam a acompanhar o que por cá se vai passando via internet. assim mesmo tomaram conhecimento deste espaço que foram acompanhando periodicamente.

 

dados os últimos desenvolvimentos, resolveram contribuir também elas com uma pequena participação nos "segredos dos leitores", uma pequena contribuição das muitas que dizem ter em arquivo pessoal das longas festas que juntos (vários casais portugueses e alemães) vão tendo para os lados de nürnberg, que confesso, nem sei bem onde fica, mas não faz mal.

 

então assim sendo, aqui fica o contributo das senhoras emigrantes de nürnberg.

 

beijinhos

 

mm

sinto-me: cansada
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:45

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

uma resposta à altura (no masculino)

olá a todos, periodicamente tenho-vos dado conta dos e-mails que recebo dos leitores(as) e que muito me têm surpreendido.

na passada quinta-feira feira dei-vos conta de mais um desses e-mail “deliciosos” e profundamente sugestivos, mas falando em sugestivo, o nosso (amigo) alberto (luso) que tantas contribuições tem feito através dos seus comentários, desta vez decidiu ir mais longe, bem mais longe, muito muito mais longe mesmo ;). naquilo que considero uma resposta totalmente à altura das contribuições femininas (confesso que já tinha pensado onde andarão os homens deste país) resolveu enviar um e-mail com umas pequenas (muito grandes surpresas).

deixou-me literalmente sem palavras ou até mais que isso, sem reacção, mas se querem mesmo saber o que ele mandou, vejam os “segredos dos leitores” e, digo, deliciem-se J

digo mais, finalmente uma resposta à altura e no masculino, aguardam-se por mais, homens e mulheres deste país – libertem-se!

sinto-me: embasbacada
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:31

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Quinta-feira, 14 de Maio de 2009

só leitoras maravilhosas

uma vez mais recebi um e-mail de mais uma leitora que resolveu presentear-me a mim e a todos os outro(as) leitores(as) do diário.

 

assim, aqui vos deixo o e-mail dela e nos "segredos dos leitores" a respectiva fotografia.

 

beijinhos a todos

 

mm

 

Olá Mulher Madura chamo-me ******** e tenho 25 anos. Tenho seguido o teu diário com toda a atenção e quase diariamente não perco um episódio. Escrevo-te para agradecer as dicas e ideias que me vais dando, tenho tentado seguir algumas delas e a minha vida sexual com o meu namorado melhorou bastante. No outro dia enchi-me de coragem e resolvi entrar para o clube das rapadinhas. Ainda não cheguei ao ponto de experimentar a cera, já nas axilas e pernas acho doloroso demais por isso nem me imagino experimentar noutro lado mas pronto o que importa é que resultou e de que maneira o meu namorado ficou louco quando viu e agora não perde uma oportunidade de me fazer a vontade. Acho que já tive mais sexo oral com ele este mês do que no resto dos quatro anos que nos conhece-mos. Fiquei tão contente que resolvi desavergonhar-me por completo e tirar uma foto para te mandar não está muito boa porque foi com telemóvel mas dá para ver mais ou menos. Se quiseres podes por na parte dos leitores mas por favor sem nome ok.
Bjokas grandes
PS: Continua, nunca pares de escrever pois acho que nem imaginas o que as tuas histórias e ideias nos inspiram.

 

sinto-me: agradecida com tanto carinho
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:05

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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

os ares do campo

(a continuação)

foi uma cena impressionante, o alberto ria agora e soltava um audível - uuuuuuh! – como quem diz que foi algo alucinante até para ele, o pasquale estava visivelmente excitado e eu, bem, eu tinha os mamilos quase a romper-me o soutien de tão duros e as cuequinhas se não ensopadas pelo menos bem molhadinhas mas, na verdade, não sabia sequer o que fazer ou como agir perante tudo aquilo.

o alberto pegou entretanto na camera fotográfica para visualiazar as suas “obras de arte” e não resisti a espreitar também – uau!que maravilha de visões! – estavam um pouco claras demais mas davam perfeitamente para perceber todo aquele momento de grande sexualidade. enquanto passava as fotos uma a uma para as ver a todas senti uma mão tocando-me por baixo, virei-me rápida e abruptamente, era o alberto que me tinha tocado por baixo e se ria com o pasquale dizendo para mim em tom de riso – estás bem molhada!

não iria aceitar aquela provocação, como nunca aceito, pelo menos sem ripostar e sem demorar mais que uns 2 ou 3 segundos respondi de pronto – sim, estou e agora? qual de vocês é homem o suficiente para me tirar esta “fome”?  a principio ficaram algo embasbacados com tamanha resposta mas logo se acercaram de mim e olhando um para o outro disseram – somos os 2, tens coragem?

sem sequer pensar 2 vezes peguei no membro ainda semi-rijo do alberto e baixando-me abocanhei-o de uma vez só, sabia a sexo, sabia à ratinha da lorena e tudo isso me deixava ainda com mais tesão, chupei-o sem pedir permissão e enquanto isso o pasquale tirava a saia pelos pés, baixava-me as cuequinhas  e enfiava-me a língua entre os lábios da minha ratinha, lambeu-me toda por baixo incluindo o rabinho e começou-me a enfiar dedos dentro como se não fosse nada com ele, 1, 2 até 3. não aguentei um gemido profundo, parou um pouco e precebi que estava a colocar um preservativo, deitou-se de costas no tapete verde de erva e puxou-me para que me sentasse nele, assim fiz, montando aquele mastro duro e cavalgando-o enquanto continuava a chupar o alberto de pé ligeiramente encostado ao carro. carro onde permanecia a lorena, olhei para ela pelo canto do olho e estava sentada, mais acima e de novo de pernas abertas tocando-se à medida que nos olhava, desapareceu por uns segundos, percebi que fora à mala do carro buscar qualquer coisa - uma escova do cabelo?! para quê? – pensei eu enquanto continuava a minha cavalgada no pasquale e o sentia cada vez mais duro dentro de mim.

a escova, não era para pentear nada, até porque nada havia a pentear por ali mesmo ;) mas a lorena passou a usar o seu cabo redondo como masturbador, enfiando-a na ratinha até onde podia. senti que o alberto ia vir-se tirei a língua para fora e toquei-lhe levemente e apenas com a ponta por baixo do pénis dele até sentir um jacto de néctar quente sobre a minha boca, cara e queixo. não parei de cavalgar o pasquale, pelo contrário, agarrei-me às pernas dele e inclinando-me um pouco para a frente comecei a cavalgá-lo ainda com mais força e velocidade, senti-o gemer, senti que estava quase na hora, saltei de cima dele, arranquei-lhe o preservativo e masturbei-o, masturbei-o com força até ver um enorme jacto jorrar do membro dele e cair-me por cima das mãos escorrendo para a barriga dele.

estávamos todos satisfeitos, pelo menos assim me deu a entender, e sujos, limpamo-nos o melhor que pudemos com toalhetes húmidos, ajeitámo-nos e seguimos viagem, queríamos arranjar rapidamente um local onde ficar essa noite e estávamos todos a precisar de um banho e de descanso, mais do que qualquer outra coisa.

sinto-me:
banda sonora: pedro khima - dá-me sede
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:50

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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

o dia seguinte

o dia que se seguiu a esta noite e madrugada não passou, arrastou-se lenta e vagarosamente, a viagem continuamente para norte era agora feita mais de paragens e cafés do que outra coisa qualquer.

numa dessas paragens recordo-me que tínhamos almoçado em braga e estávamos a caminho do gerês algures numa terrinha chamada prado ou algo no género. parámos para esticar as pernas e a lorena dirigiu-se a um pequeno café, voltou pouco depois com 2 chupas, isso mesmo, já não me lembrava de comer ou, melhor dizendo, chupar, algo no género há largos anos e achei piada. os  rapazes saíram também com ela para beber mais um espresso para aguentarem a viagem mas demoravam a voltar. a lorena sentou-se ao meu lado no banco de trás e disse – gostas disso?sei lá, já não como nada disto há séculos! – disse-lhe eu. eu adoro! – disse ela com aquele olhar de quem está a querer dizer mais do que simplesmente isso.

esta mulher é “danada” mesmo – pensei eu para comigo mas nisto ela resolve sem aviso abrir as pernas, levantar a saia curta de pregas (estilo colegial) que tinha vestida e começar a tocar-se ao mesmo tempo que chupava lascivamente o “chupa”. tu és louca! – disse-lhe 2 ou 3 vezes seguidas – sim, sou! – respondeu ela no intervalo de mais umas “chupadelas”. não demorou muito até que os rapazes estivessem de volta e ela moderando a postura continuou de volta do seu chupa. arrancamos com destino final gerês e poucos minutos volvidos ela começa a trocar olhares com o alberto pelo espelho retrovisor, em seguida sentou-se ao centro do banco e abriu novamente as pernas de par em par colocando uma das pernas por cima das minhas, o pasquale virou-se e riu entusiasticamente, ela puxou a saia para cima e afastou as cuequinhas para o lado e assim, exposta, começou a esfregar o que restava do chupa pelo clítoris e entre os lábios da ratinha. lembro-me apenas de pensar – lá vamos nós outra vez – e, na verdade, fomos ;) não demorou muito até que o alberto tivesse que parar o carro, havia um espaço verde, uma espécie de terreno que, pelo aspecto, deveria servir de pasto para animais ou algo assim, tinha um pequeno caminho de terra por onde descemos e andamos uns metros para ficarmos mais longe da estrada. o alberto saiu do lugar do condutor de imediato e rapidamente dirigiu-se atrás, abriu a porta e puxando a lorena pelas pernas colocou-a de lado, deitada no banco traseiro e, sem pestanejar, começou a chupar e a lamber a ratinha “doce” dela. e nós, ali, eu, quase a servir de cabeceira para ela e o pasquale no banco da frente voltando para trás a apreciar o espectáculo e que espectáculo, ela gemia como nunca, eu olhava em volta que nem uma louca a pensar que alguém nos estaria a espreitar, um qualquer agricultor, dono daquelas terras ou algo no género.

ela veio-se dando um sonoro urro de prazer e eu pensei – uff, felizmente não apareceu ninguém – mas afinal a coisa não se ficou por ali mesmo e o alberto, pegando nela ao colo, trouxe-a para fora para a frente do carro, colocou-a curvada para a frente com as mãos sobre o capot do motor, e abriu as calças de onde saltou um membro rijo o qual enfiou sem mais na ratinha dela começando a penetra-la num vai-vem contínuo, rápido e fervoroso, ela gemia, e ele cavalgava-a com as mãos na cintura puxando-a para ele e empurrando-a para a frente com o impacto, gritou pelo pasquale pedindo-lhe a camera fotográfica e assim mesmo, enquanto a cavalgava foi tirando fotografias daquele momento até se vir, alguns segundos depois.

a lorena estava vermelha de esforço e ambos pingavam gotas de suor mas também de satisfação, ela sentou-se com cuidado sobre o capot quente e respirava fundo.  acabei por sair do carro junto com o pasquale quando ele foi entregar a máquina e via que por debaixo da saia pingava o néctar do alberto para o chão verde daquele prado.

(to be continued)

sinto-me: ainda uau
publicado por diariodeumamulhermadura às 12:04

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