Terça-feira, 31 de Março de 2009

jogo do pepino

jogadoras: minimo 2 (quantos mais melhor)

 

nível de dificuldade: variável (mas proporcional ao nível de diversão)

 

material necessário:

- pepinos de diferentes tamanhos e/ou diâmetros;

- preservativos em boa quantidade.

 

duração: de 10 minutos a várias horas (o limite somos nós que o definimos)

 

juntem-se umas quantas amigas com o material acima descrito, junte-se uma conversa apimentada e talvez uns quantos copos de uma qualquer bebida espirituosa.

 

após preparação e aquecimento previo, dá-se início ao jogo que consiste em diversas variantes:

 

variante 1 - verificar quem consegue “esconder” a maior quantidade de um mesmo pepino, marcando-se o “record” no próprio pepino;

 

variante 2 - verificar quem consegue introduzir o pepino de maior diâmetro (neste jogo vão-se eliminando jogadoras até que reste apenas uma);

 

outras variantes – todas as possiveis e imaginárias (aceitam-se sugestões) ;)

 

 

nota importante: convém pensar previamente nos prémios para as vencedoras.

 

e mais não digo, ou talvez até diga, mas, seguramente, não será hoje ;)

sinto-me: divertida
banda sonora: banda sonora de um filme de acção
publicado por diariodeumamulhermadura às 13:07

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Quinta-feira, 26 de Março de 2009

medo e preconceito

hoje queria falar-vos acerca de um tema que penso que posso afirmar que é uma espécie de “fio de prumo” que orienta o rumo da minha vida e também, necessariamente, deste diário. esta abordagem do tema serve também como uma forma de resposta a questões que me foram levantadas recentemente por um dos leitores deste meu cantinho.

 

o leitor em questão abordava a situação do sexo “a mais de 2” e da forma como a sua companheira “anseia”, nas suas próprias palavras, por ter sexo com uma ou mais mulheres mas parece não conseguir arranjar companhia para tal.

 

eu acredito que a liberação ou libertação sexual tem muito a ver com dois aspectos principais: em primeiro lugar o medo; e em segundo lugar o preconceito.

 

quanto ao primeiro aspecto – o medo – incluo nesta categoria, por assim dizer, tudo o que consciente ou inconscientemente nos faz “vacilar”, hesitar e dizer não quando se calhar o que o nosso corpo queria era o oposto. o medo da sociedade e do seu olhar reprovador e crítico, o medo de ser falada, de ser exposta, o medo de não gostar ou de gostar em demasia ;) existem centenas de “medos” que precisam ser vencidos para que haja este tipo de libertação e de liberdade absoluta no aspecto sexual. o primeiro passo creio que parte de nós e não dos outros, sentirmo-nos bem e confiantes em relação a nós próprios, se tivermos medo em nos expormos aos outros iremos certamente passar esse receio sob a forma de uma certa “desconfiança” para os outros que, certamente, se irão retrair e aumentar eles próprios também o seu grau de medo, sim, porque não acredito que seja possivel eliminar de todo o medo, existem sim, diferentes graus, diferentes níveis.

quanto ao segundo – o preconceito – esse sim é um aspecto crítico e decisivo, uma pessoa pode dizer-se muito liberal e “open minded” mas na hora “h” revelar-se uma verdadeira enciclopédia de tabus e preconceitos e isso sim, pode ser verdadeiramente decepcionante para todos os envolvidos.

 

reportando-me às minhas experiências pessoais e às experiências de que tenho um conhecimento muito próximo devo dizer que o mais dificil nesses jogos de “partilha sexual” é a nossa (das mulheres) insegurança e noção de perca ou posse. sou da opinião de que é muito facil vencer, por exemplo, o tabu da homosexualidade feminina entre mulheres, mas muito dificil uma mulher “oferecer” a outra o seu par, o seu marido, o seu namorado, principalmente quando não existe uma segurança muito grande na sua relação, mas mesmo quando ela existe, o medo de perca, de ser trocada, dele gostar mais da outra que de mim existe e existirá sempre, agora cabe-nos a nós saber dirigir esses medos como desafios e oportunidades em vez de como ameaças.

 

ainda respondendo ao leitor, não acredito que se possa perguntar a uma amiga – olha lá queres ir para a cama comigo e com o meu namorado? – a resposta será sempre negativa, mesmo que haja vontade, nem que seja por receio de estar apenas a ser testada pela amiga que suspeita que a outra anda a querer “atirar-se” ao namorado dela. é muito uma questão de tacto, de conhecimento, se ela achar que conhece realmente bem uma das amigas e achar que ela poderia gostar de participar em algo desse género e estiverem dispostos a arriscar, porque é sempre um risco, eu aconselharia um ambiente propício, um jantar, um convivio, algo muito intimo, próximo e familiar entre os 3 ou mais envolvidos, algo doméstico, não creio que se possa convidar um amigo/a para sexo e combinar num motel ou algo do género. e depois é levar as coisas com calma, talvez com alguma exposição vossa ao(s) possivel(is) parceiros até chegar ao momento do convite em jeito de “não te queres juntar a nós”.

 

será que ajudei a esclarecer o assunto?

 

seria interessante que quem tem outras opiniões ou vivências que as pudesse também partilhar já que é mesmo de partilha que se trata.

sinto-me: bem
banda sonora: lady gaga - poker face
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:52

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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

sexo, whisky e jogos de cartas

a noite prometia animação, o “trio maravilha” estava novamente junto numa noite chuvosa de sábado, o filme que pensamos ver estava chato e sem graça e todas nós olhavamos fastidiosas umas para as outras mas sem que ninguém dissesse nada, até que, a “su” decididad como sempre, levantou-se e disse – este filme está uma seca! o que é que há que se beba? – rimos todas pusemos o dvd no stop e fomos ao pequeno armário que uso como bar para ver o que por lá encontravamos, enquanto a “su” me revirava o armário fui à cozinha buscar copos e gelo.

 

ah ah! – ouvi ao fundo a voz da “su” – então tu tinhas aqui isto e não dizias nada?mas isto o quê? – perguntei eu sem fazer a menor ideia do que ela teria encontrado que tinha motivado tal reacção. ela levanta-se atrás do armário e mostra-me uma garrafa de rótulo preto que não consegui identificar – o que é isso? – perguntei eu – isto é um jack daniels – diz ela – jack daniels? não me lembrava de ter nada disso aí, como é que isso aí foi parar?isso agora é que eu já não sei, mas está fechadinha.

 

abriu a garrafa do whisky e deitou nos copos com gelo, fizemos um brinde “à nossa” e demos um golo – ...da-se qui’sto é forte!  - diz a “su” – se é!e se misturassemos isto com qualquer coisa? – sim, mas com o quê?com whisky acho que coca-cola, não?sim, mas isso eu não tenho cá em casa! – espera, eu resolvo!

 

saiu porta-fora como o vento ficando eu e a lorena a olhar uma para a outra com os copos na mão, a lorena lá foi dando pequenos golos e dizendo que “não era assim tão mau”. passados alguns bons minutos voltou a “su” com uma garrafa de 1,5l de coca-cola – onde foste tu buscar isso? – perguntei eu - esquece, o que importa é que já temos!.

 

fizemos a mistura e ficou divinal ;) tão divinal que agora escorregava sem parar pelas goelas ;)

 

já com alguns brindes feitos e comprovados ;) surgiu a questão, e agora? o que vamos fazer? o filme não presta, precisamos de arranjar alguma coisa que possamos fazer as 3 – cartas! – gritou a “su”. a lorena encolheu os ombros e eu fui buscar um baralho que anda sempre algures lá por casa. ao que vamos jogar? – perguntei – de cartas só sei “sette e mezzo”– respondeu de pronto a lorena. olhamos uma vez mais umas para as outras e dissemos – certo, pode ser então, esse nós também sabemos.

 

enquanto eu efectuava a tarefa de retirar as cartas que não pertencem ao jogo do “sete e meio” a “su” lembrou-se de uma ideia brilhante das dela, a ideia consistia em cada rodada do jogo, quem perdesse tinha um “castigo” que seria beber uma certa dose do jack (copo de shot) e nesse não havia direito a misturas com outras bebidas, tinha mesmo que ser puro. aceitamos as regras e o jogo começou logo comigo e a lorena a bebermos 3 vezes consecutivas o “malfadado” castigo, fiquei logo com as orelhas a arder. o jogo continuou e a distribuição dos copos de bebida foi sendo mais equilibrada por todas as 3, no entanto, a “su” continuava a mais “sortuda” da mesa até que, à lorena couberam beber 5 ou 6 vezes seguidas e na última ela recusou-se a fazê-lo dizendo não conseguir beber tanto de seguida. ah, então, se não bebes, temos que arranjar outro “pagamento” – disse logo a “su” – e num ápice fez-se luz na minha cabecinha e disse de pronto – despe! – o quê? - disse ela?despe! quem não quiser beber tem que tirar uma peça de roupanem mais – disse logo a “su” naquele seu ar de quando uma diz “mata” a outra diz “esfola”. ela sorriu a aceitou a “punição” dizendo inclusivamente que estava até com imenso calor e tirou a camisola. o jogo continuou e a partir desse episódio, à medida que ia avançando mais foram as vezes em que alguém se recusou a beber e a preferir despir e não demorou muito até que estivessemos as 3 semi-núas sentadas no chão da sala.

 

o whisky começava já a fazer também bastante efeito e a animação era mais que muita, a cada nova rodada do jogo havia uma emoção latente para se saber se havia alguém que bebia ou alguém que despia mais qualquer coisa do pouco que restava ;). a garrafa também já ia bem avançada e já não faltava muito para que se acabasse a bebida, a lorena chamou a atenção para o facto enquanto enchia mais um copo para beber de um só golo seguido do desapertar do soutien e atirá-lo pelo ar para o outro lado da sala. ficámos apenas a olhar para a reacção dela que não tardou a explicar-se dizendo – assim pago já a próxima! – rimos todas. a esta altura o jogo já era mais uma desculpa para beber e despir do que propriamente o interesse principal e já ninguém se importava muito com as cartas que lhe cabiam em sorte até que a lorena voltou a perguntar – o que acontece quando acabar a garrafa?ok, vamos definir isso – disse a “su” parando de baralhar as cartas – quando acabar a garrafa, quem perder... é engarrafada! – quê? – dissemos as duas quase em coro – quem perder tem que foder a garrafa – disse ela alto e bom som acompanhando a explicação com os gestos próprio da actividade.

 

gerou-se uma certa apreensão na sala, ninguém disse nada por alguns momentos até que a lorena batendo com a mão na mesa disse – estou dentro! – que é como quem diz, “aceito”. e se elas já estavam no jogo eu não iria por certo ficar também de fora – mas esperem lá, só ganha uma, certo?então se só ganha uma quem das que perde é que fica com a garrafa?tens razão, não tinha pensado nisso, então, fazemos o contrário, quem ganhar a ultima rodada depois da garrafa vazia é quem fica com a garrafa. mas enquanto discutiamos o assunto, deu-se o mais do que inesperado, a lorena pegou na garrafa, deu os 2 ou 3 golos que faltavam para a acabar e, sentada no chão, abriu as pernas, afastou as cuequinhas e começou a apontar o gargalo à ratinha dela.

 

ficámos as duas sem palavras, parvas, olhando uma para a outra e ao mesmo tempo para ela que nos tinha “comido” às duas no jogo e já se preparava para reclamar, e de que maneira, o prémio final. corremos as duas para junto dela e resolvemos esquecer o assunto e ajudá-la a reclamar o prémio.

 

e que noite que foi essa, acabamos todas por ficar com parte do prémio, ou, pelo menos experimentar a coisa e, sabem que mais, até houve direito a registo fotográfico dessa noite, a ver vamos se ou para quando a revelação de mais esse “segredo do diário”.

sinto-me: alcoolicamente alegre
banda sonora: pink - sober
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:45

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Quinta-feira, 12 de Março de 2009

o que não é afinal pornografia?

dada a actual “dúvida existêncial”, prestes a terminar, questionei-me acerca do que seria na verdade pornografia. procurei respostas e descobri que segundo os dicionários mais actuais, a palavra pornografia provem do grego pórne (que significa prostituta) + gráphein (que significa descrever). fiquei assim a saber que pornografia é o acto de descrever (ou representar graficamente) uma prostituta.

 

então, mas se assim é, o que afinal uma prostituta?

 

os mesmos dicionários revelam que uma prostituta é um meretriz; uma mulher que pratica a prostituição; uma rameira.

 

certo, mas então se prostituta é a mulher que pratica a prostituição, o que é afinal considerado prostituição?

 

e prostituição é nada mais nada menos do que uma palavra de origem latina que se refere ao acto ou efeito de prostituir ou seja, praticar a libertinagem.

 

libertinagem?

 

então mas libertinagem não é o mesmo que devassidão, que significa ter uma vida de libertino e já agora, o que é um libertino?

 

do lat.  libertinu, filho de liberto, devasso; dissoluto; desregrado; lascivo; ímpio.

 

assim sendo, fiquei não só a saber que prostituição é um acto praticado por alguém que é desregrado mas que esse alguém é filho de liberto, ou seja, masculino, além de que é um acto ou efeito de desmoralizar, ou seja, tornar imoral, isto é,

violar os princípios da moral vigente; impuro. mas uma coisa impura é uma coisa que não é pura, isto é que tem mistura ou que não é virginal. e não ser virginal quer dizer somente que não é virgem.

 

então, tudo isto que dizer que prostituição é um acto praticado por alguém que não é virgem ou seja, que não é integro nem inocente e se não é inocente quer dizer que tem malícia ou seja, alguém que tem mau carácter ou mau temperamento.

 

resumindo tudo isto, temos que: pornografia é a descrição de um acto praticado por alguém que tem mau carácter ou mau temperamento.

 

mas calma, é que pornografia também é a representação (por escritos, desenhos, pinturas, filmes ou fotografias) de cenas ou objectos obscenos destinados a serem apresentados a um público e, do latim obscenu é alguém contrário à decência ou ao pudor, por assim dizer é alguém impuro e isso já sabemos onde nos leva.

 

afinal, pergunto-me, o que é que não é pornografia?

 

alguém me saberá responder?

 

 

sinto-me: confusa
banda sonora: joão pedro pais - um "volto já"
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:33

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Terça-feira, 10 de Março de 2009

a prenda da “madura 50”

como mulher que sou tenho aquele gene que faz com que não resistamos a uma boa surpresa e ainda mais quando essa surpresa nos aparece sob a forma de prenda.

 

a leitora “madura 50” resolveu presentear-me e como ela bem disse, (...não é apenas uma prenda para si mas para o seu diário...) e, como tal, e com a devida autorização, vou partilhá-la como todos vós, leitores assíduos ou pontuais desde diário que sendo meu, é sempre um pouco de todos vós.

 

assim sendo, cá fica a prenda da “madura 50” que deu azo até a uma nova secção, se assim lhe posso chamar - os segredos dos leitores.

 

espero que gostem e, já agora, que tal o novo look do diário?

 

fico à espera de comentários vossos e, se estiverem afim de entrar no jogo, dos vossos próprios segredos.

 

obrigado “madura 50”, és sem dúvida uma mulher com “m” maiúsculo.

 

sinto-me: maravilhada
banda sonora: amy macdonald - this is the life
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:43

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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

uma massagem muito reconfortante

 
a conversa com a “su” acerca das últimas novidades dela não estava a dar em grande coisa, ela, ao contrário de sempre, estava pouco faladora e menos interessada ainda em abordar o assunto, entre desvios e curvas longas lá ia dando alguns “lamirés” do que se passava. e tu amiga, que se passa contigo? – pergunta ela – se era difícil disfarçar o meu estado para muita gente, para ela então era impossivel – estou cansada – disse eu da forma mais natural que pude – só cansada? – sim, cansada, muito cansada mesmo – queres uma massagem? – massagem? – sim, se queres uma massagem? já te esqueceste das minhas massagens quando chegavas a casa exausta? – sim, era verdade, quando em tempos morámos juntas e eu andava à procura de emprego a “su” sempre me sabia reconfortar com as suas massagens.

 

aceitei a massagem, mas antes um banho bem quente e o aquecimento do quarto ligado no máximo. saida do banho já ela tinha o quarto preparado, em cima da minha cama tinha estendidos uns enormes toalhões de banho que quase nunca uso por serem tão grandes, algumas velas e um pauzinho de incenso queimava também dando uma certa atmosfera de “relax”.

 

deitei-me totalmente nua por cima dos toalhões e percebi que também eles estavam aquecidos, a sensação foi óptima e melhorou ainda mais quando ela me começou a espalhar o óleo pelas costas e ombros – estás dura que nem uma pedra! – disse ela enquanto me tentava massajar junto ao pescoço e ombros – tenho andando muito tensa – pois, nota-se! mas agora relaxa, fecha os olhos e esquece tudo o que está à tua volta. senti-a parar um pouco e mexer em algo, era a música, estava num volume tão baixo que nem tinha dado por ela, agora sim eram audiveis uns sons da natureza, totalmente relax mesmo.

 

as suas mãos quentes e escorregadias deslizavam-me pelo corpo massajando-me a relaxando-me por inteiro, estava a saber-me mesmo bem, por momentos desliguei-me completamente da terra e apenas sentia o calor, o cheiro, a música e o toque. à medida que me foi massajando o corpo passou a usar mais as pontas dos dedos, massajando mais profundamente, completamente fora de mim soltei um gemido, ela sorriu, olhei para ela assustada como que acordando e pedindo desculpas sem saber exactamente do quê – chiuuu – disse ela – fecha os olhos e relaxa.

 

sentia descer-me pelas pernas até aos pés massajou-me os pés dando-me “choques electricos” pelo corpo todo, depois passou para as pernas e foi subindo pelas coxas. nunca me tocou perto da ratinha, descoberta e nua, mas nem precisou pois todo aquele relax e libertação estava a acordá-la sem que para isso fosse sequer preciso passar junto dela e ela sabia disso, afastou-se, mudou de perna massajando-me novamente junto aos pés e, lentamente, voltando a subir e subir até junto dela, mas, novamente, sem me tocar.

 

com jeito ajudou-me a voltar-me de barriga para cima, os meus mamilos acusavam claramente a excitação mas ela fingiu que nem percebeu, que nem notou. colocou mais óleo na mão e espalhou-o na minha barriga em movimentos circulares subindo depois com ambas as mãos em direcção as maminhas, mas, mais uma vez, desviou o caminho para os lados terminando junto das axilas, não continve mais um gemido naquela subida, massajou-me os braços e as mãos e em seguida voltou novamente às pernas de baixo para cima, como anteriormente tinha feito, ao subir pelas coxas senti arrepios enormes, quase orgasmos, sem que estive empenhada nisso a minha vagina pulsava por dentro e eu contraía-me e descontraía-me ao ritmo das massagens, tentava não pensar no assunto, relaxar apenas e libertar-me como ela me tinha dito, mas era difícil, se era difícil.

 

parou a massagem e entre-abri os olhos – já está perguntei? – chiuuu – disse ela de novo – relaxa, fecha os olhos, quando estiver pronta eu digo. reparei enquanto deitava novamente a cabeça que estava a pôr uma boa quantidade de óleo na mão, estava mesmo a encher a mão como se fosse uma concha. mal fechei os olhos sentia aquele óleo a escorrer-me pela ratinha e a mão dela a tocar-me como se fosse a mesma concha, sentia apenas a palma da mão dela lisa a espalhar o óleo que me escorria coxas abaixo, contraí-me imenso e cheguei a agarrar com força os toalhões, mas logo ela me massajou de novo os braços e me voltou a dizer – relaxa, esquece tudo, sente apenas a massagem.

 

à medida que a mão dela esfregava a minha ratinha sentia-a aumentar a temperatura, estava a ferver e sentia novamente uma espécie de “micro-choques electricos” que me faziam pulsar por dentro, senti uma das mãos a massajar-me a barriga e a subir para uma das maminhas e pela outra, os meus mamilos duros de excitação tentavam furar por entre os dedos dela, mas ela não deixava apertando-os ao máximo, também as minhas coxas começavam a afastar-se cada vez mais, levando com elas as “pontas da cortina” e expondo a minha “janela”. ela continuou, de mão em concha e dedos juntos apenas a massajar-me, mas assim mesmo o deslizar pelo meu clitoris também ele duro e excitado já era inevitável e mais que isso, constante, o calor aumentava ainda mais, o óleo parecia ferver e eu, quase sem querer comecei a ter orgasmos, pequenos orgasmos, ritmados, e progressivamente mais intensos e a meio de um deles ela enfia-me os dedos oleados ratinha a dentro, nem tive noção de quantos, mas percebi pela dilatação que foram muitos, mais até do que eu conseguiria aguentar mas a dilatação algo violenta fez-me vir novamente e os movimentos que se seguiram senti-os como nunca, senti-os bem dentro, mesmo dentro de mim, senti-a forçar um pouco mais e percebi que tinha metido mais um, tive uma reacção de querer levantar a cabeça mas ela logo me empurrou e disse-me no ouvido – relaxa e esquece tudo, lembras-te? assim fiz, sentia-me cheia como nunca o óleo fervia-me na pele e tornava toleravel algo que por certo seria noutra situação algo doloroso, relaxei, fechei os olhos e tentei esquecer-me de tudo enquanto ela continuava a penetrar-me com os dedos à medida que ia juntando mais e mais óleo, quase sem aviso tive um orgasmo sem comparação, intenso, quase violento, fazendo-me enroscar-me toda e ficar por uns belos minutos a pulsar por dentro.

 

quando finalmente conseguir voltar a mim a “su” olhou para mim e disse – agora sim, está terminada a massagem! – eu apenas sorri de olhos ainda meio fechados pois nem força tinha para os abrir, estava dormente, todo o corpo tremia. em seguida, aproximou-se de mim, deu-me um beijo e disse-me ao ouvido – independentemente do que venha ou não a acontecer nada nos separará, nada pode quebrar a união que há entre nós, serás sempre minha como eu sempre serei tua.

 

 

 

sinto-me: reconfortada
banda sonora: santos & pecadores - caixa dos segredos
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:21

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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

posições

há posições e posições, há posições que excitam, há posições que transmitem sensações. a nossa postura, a nossa maneira de ser, tudo isto, dizem, pode ser visto pela forma como nos posicionamos. mas porque será que há posições que nos transportam, que nos fazem sonhar, que nos deixam fora de nós?

 

daquilo que conheço dos homens, e também de algumas mulheres, há as posições e a senhora das posições, a “de quatro”, “de gatas”, porque será minha gente, porque será? será que afinal não passamos mesmo de animais e no sexo perdemos a casca da racionalidade e mostramos quão irracionais ainda somos?

 

muitas perguntas, nenhuma resposta.

sinto-me: interrogativa
banda sonora: jennifer lopez - waiting for tonight
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:51

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Terça-feira, 3 de Março de 2009

é oficial, a “su” tem namorado novo

eu bem que estranhei algumas das reacções dela nos últimos tempos, mas, como ela não disse nada, pensei que fosse apenas as contingências do dia-a-dia, mas agora não, agora ela não pode fugir mais, pois apanhei-a no shopping com ele e pelos vistos a coisa parece ser séria, muito séria mesmo pois parece que não se conhecem desde “ontem” e ela nunca me falou dele nem me ligou a dizer “é pá, comi um gajo altamente” e quando ela nada diz sobre o assunto é porque o caso é mesmo sério.

de qualquer das formas já a intimei a comparecer em minha casa esta noite para ser “interrogada” a esse respeito.


de resto ando meio desapontada, um pouco em baixo, nem sei bem porquê, mas, acredito que melhores dias virão. o diário também anda “chato”, sem graça, preciso de mudar algo, perdeu toda a “adrenalina” de outros tempos e eu a vontade de contar nele as minhas histórias e os “segredos” que pareciam, ao início, uma boa ideia também não me estão a satisfazer minimamente, sinto-me como se me despisse e me expusesse em frente a alguém e esse alguém virasse a cara para o lado para a tv ou outra coisa qualquer.

sinto-me: em baixo
banda sonora: clã - o sopro do coração
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:53

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