Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

perturbada, inquieta ou será que virei preconceituosa?

querido diário, hoje tenho uma coisa a contar-te, mas, curiosamente, nem sei bem por onde começar. já diria a minha mãezinha, quando isto acontece, é sempre pelo início que se começa e então cá vai.

há umas semanas atrás cruzei-me na porta do trabalho com um “miúdo” que deve ter uns 18 ou 19 anos, notei que me olhou de cima a baixo como se fosse um scanner, até me olhei para ver o que se passava comigo mas estava tudo normal. acontece que desde então que tenho “esbarrado” com ele quase diariamente, o “puto” persegue-me e sempre com aquele olhar de quem me “despe toda com os olhos” (no mínimo). mas há mais e pior, percebi após alguns dias que o “puto” afinal é filho da minha patroa e que agora “finge” que se passou a dar bem com ela para justificar estar sempre por lá no emprego.

ando louca, sempre a olhar em volta a ver se o encontro nas minhas redondezas, sinto-me observada onde quer que esteja, estou mesmo a “passar-me dos carretos”. no outro dia até achei estranho não o ver por lá, pensei, finalmente ganhou juízo e foi passear, qual quê mais uns segundos e voltou aquela sensação de estar a ser observada, olhei e lá estava ele, desta vez meio incógnito, dentro do carro estacionado a tirar-me as medidas ao rabo pelo espelho.

sei que nunca fui preconceituosa mas esta situação está a enervar-me, é que o “miúdo” para além da idade que tem, age como se tivesse ainda menos, pelo menos é assim que eu penso. começo a pensar que até seria bom (vejam só) se todos os homens que são assim fossem como os “das obras” que gritam de cima do andaime uma mão-cheia de piropos quando passamos e nós viramo-nos mandamo-los “apanhar naquele sítio” e pronto, está resolvido o assunto.

sinto que qualquer dia destes dou um “aperto” daqueles ao “pirralho” que ele se fica a lembrar bem de mim de outra forma, mas confesso que tenho um certo receio dos “efeitos secundários” desse “aperto”. por enquanto cá vou levando a minha vidinha tentando não pensar a toda a hora no “caso” e esperar que ele não abuse muito das fotos e dos vídeos que já o vi fazer com o telemóvel, é que realmente nunca pensei que algo assim me deixasse perturbada a este ponto, alguns, com toda a certeza, dirão que é a “divina factura” de tantas que já fiz ;)

 

 

sinto-me: danada
banda sonora: simon webbe - coming around again
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:07

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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

primeiras dúvidas existenciais – resultados

porque também chegou a horas delas se “irem” aqui deixo os resultados (para quem tiver interesse) desta espécie de sondagem de opinião levada a cabo por este diário. o meu muito obrigado a todos quantos participaram com o seu voto contribuindo para clarificar algumas coisas acerca da nossa sociedade e da forma como encaramos certos pormenores da nossa intimidade.

quanto às fotografias creio que já perceberam que se foram também, achei que estavam a desvirtuar um pouco a lógica do diário e “perdia” imenso tempo à procura de material adequado para contextualizar as situações. da ajuda que pedi aos leitores deste espaço nem uma contribuição tive.

próximas páginas do diário, por aí virão, a seu tempo. decidi não parar de o escrever até que haja alguém que me queira ler, até porque “desistir” é uma palavra que não encontro no meu dicionário.

beijinhos a todos.

mm

 

sinto-me: cansada
banda sonora: duffy - mercy
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:38

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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

um comboio rápido demais

o relógio marcava 7h50 de uma manhã de agosto que começava quente e se anunciava tórrida. a estação de s. apolónia estava quase deserta. o meu olhar vazio para a linha era apenas cortado por um ou outro turista com ar de nórdico de mochila às costas que passeavam de um lado para o outro parecendo não saber muito bem para onde ir. o comboio era às 8, ou, pelo menos era essa a hora para a qual estava previsto. estava desejosa que chegasse depressa e a espera e o calor estavam infernais (detesto esperar). ia visitar familiares ao norte numa daquelas visitas anuais e quase de cortesia encomendada pela minha mãe.

finalmente chegou e, curiosamente, na hora prevista, entrei e procurei o meu lugar. não sabendo bem porquê não era à janela (e eu quero sempre lugares à janela) como não estava quase ninguém resolvi mudar de lugar, o comboio ia quase vazio, não iria ter o usar de estar a usar um lugar comprado por outra pessoa. o alfa pendular iniciou o seu andamento, realmente este comboio nada tinha a ver com os que me lembrava da minha infância quando fazia esta viagem todos os anos, religiosamente.

primeira paragem, estação do oriente, nunca a tinha visto desta perspectiva, era realmente um local muito bonito para quem viaja dentro do comboio e pode apreciar as vistas sem um “mar de gente” como era o caso, mas também pouco passava das 8 da manhã. um homem de meia-idade de fato e gravata e carregando uma pasta preta entrou na carruagem onde eu seguia e olhando para o talão que tinha na mão procurava o seu lugar. chegou junto de mim e sentou-se na fila imediatamente à frente. pensei de imediato, “bolas, estava a ver que ele ia querer o meu lugar, era mesmo azar”. como não tinha nada para fazer decidi observa-lo. mal se sentou tirou um computador portátil da pasta e ligou-o. estava a trabalhar em qualquer coisa que não percebi muito bem o que era, mas parecia qualquer coisa de engenharia pois tinha uns desenhos e esquemas. fui tão “descarada” na minha “cusquice” que ele sentiu-se observado e olhou para trás. sentei-me envergonhada, que raio de ideia a minha andar a bisbilhotar no trabalho do homem. passados alguns minutos voltei a olhar e o documento de trabalho tinha dado lugar a um caixa de entrada de e-mails que ele estava a consultar. obviamente que não me ia meter nos assuntos dele mas as risadas que vinham do seu lugar chamam-me a atenção. percebi que estava a ver filmes enviados por e-mail, eram uma espécie de clips de vídeo com acidentes e outras situações mais ou menos cómicas. ouvi um bip-bip contínuo durante alguns segundos, ele fechou o ecrã do computador e olhou em volta. dirigiu-se a mim – desculpe, posso por ventura mudar-me para junto de si?é que tenho bilhete para esse lugar porque aí tem tomada para ligar o computador. ah, claro que sim, eu é que peço desculpa por estar a ocupar o seu lugar, é que gosto de ir à janela e não sei como comprei o lugar errado. não tem problema, só preciso mesmo de ligar o computador porque está sem bateria.

sentou-me ao meu lado e voltou a ligar o computador e a ver os tais vídeos que eu ia espreitando aqui e ali. a certa altura ele abre um ficheiro completamente pornográfico ;) daqueles que recebo da “su” quase diariamente, era terrível aquele ficheiro porque abre uma imensidão de fotografias e quanto mais tentamos fechá-las mais imagens abrem em cascata. não me consegui conter e ri-me. ele percebendo que eu tinha visto o que era ainda ficou mais atrapalhado e envergonhado e fecham o ecrã. para quebrar aquele gelo que se instalou disse-lhe – é fácil, basta carregar na tecla “esc” que isso fecha tudo! ele riu-se ainda meio envergonhado, abriu de novo o computador e carregou na tecla fechando o programa. obrigado – disse ele. os meus amigos às vezes lembram-se de cada uma que só me fazem passar vergonhas. não faz mal, todos recebemos coisas dessas no e-mail, até achei engraçado foi ver a reacção dos outros imaginando a minha quando isso me aconteceu no trabalho ;)

aquele momento acabou por “quebrar o gelo” e dar início a uma conversa. fiquei a saber que ele ia a caminho do porto para uma reunião de negócios. passamos um bom tempo à conversa e quando dei pelo comboio parar novamente já estávamos em coimbra. disse-lhe que a minha viagem era só até espinho e ao chegarmos ao meu destino ele surpreendeu-me. perguntou-me se tinha um tempo ou se estava com muita pressa para o meu compromisso. disse-lhe a verdade, não estava com pressa nenhuma e ele acabou por sair comigo em espinho e convidou-me para um café. sentamo-nos numa esplanada à beira-mar. vinha um ventinho muito apetecível do mar que ajudava a refrescar um pouco. conversa puxa conversa e já era quase hora de almoço. perguntei-lhe se não tinha o compromisso e se estava a atrasar. disse que a reunião dele era só à tarde, mas que ia sempre com muita antecedência para o caso de acontecer alguma coisa pelo caminho ter tempo e não chegar atrasado. era um tipo interessante, bem-parecido, mas tinha aspecto e conversa de quem se dedicara ao trabalho a 100% e se tinha esquecido de viver “as coisas boas da vida”. sem querer (ou talvez não) toquei-lhe com o pé na perna ao cruzar as minhas e apercebi-me de como isso tinha mexido com ele. era realmente um tipo “estranho” parecia que qualquer troca de olhares normal na conversa era assumido quase como uma provocação. comecei a ter um certo receio do que dali poderia vir. queria ir-me embora mas já tinha dito que não estava com pressa e foi então que “magiquei” um plano arriscado mas que poderia ser a minha salvação.

comecei, por assim dizer, a ser mais insistente com as provocações, digamos que “a expor-me mais”, deitei-me para trás na cadeira como que procurando o céu por detrás daquele chapéu-de-sol amarelo que me protegia dele. percebi logo que a posição era o suficiente para que ele me pudesse “observar” mais descaradamente sem ser rapidamente apanhado. olhou directamente para as minhas pernas e fixou-se nas minhas coxas bastante expostas pela posição. passados alguns minutos debrucei-me para falar com ele dando-lhe a olhar toda a profundidade do meu “generoso” decote. notei que estava excitadíssimo e isso começava a notar-se, estava a ter uma erecção, ele estava a ficar “de pau feito” com aquelas coisas e o meu plano estava a resultar. resolvi abusar (e ver até onde é que aquilo ia) rodei e afastei ligeiramente a cadeira e fui, lentamente, entreabrindo as pernas para que ele pudesse observar directamente para dentro delas. felizmente estava com as cuequinhas nesse dia e deve ter sido só isso que ele viu, o que imaginou não faço ideia, mas é um facto que alguns segundos depois saiu a correr dizendo que tinha que ir ao wc e foi a chance que eu estava à espera para ir à minha vida.

nitidamente aquele homem estava a precisar de uma mulher mas não iria ser eu com toda a certeza, assim ficamos, acabei por faze-lo ejacular (ao que parece) nas calças e tudo isto sem sequer lhe tocar, o que apesar da nítida necessidade em que ele estava, me fez bem ao ego saber que ainda tenho qualidades que me permitem coisas destas ;)

 

sinto-me:
banda sonora: pedro khima - o gesto que é meu
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:07

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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

inesperada sedução – continuação

no dia seguinte olhei diversas vezes para o cartão dele pensando se deveria ou não ligar-lhe, mas também o que tinha eu para lhe dizer, nada! esse era um problema, não tinha qualquer assunto que justificasse a minha chamada. peguei no telemóvel e entrei na agenda quase sem saber porquê, olhei para a semana seguinte e tinha uma “nota” para me lembrar qualquer coisa. entrei a ver o que era. que estúpida, claro, era o aniversário da “su” e eu que ainda não me tinha lembrado dela.

e foi então que se fez luz na minha cabecinha, claro, nem mais, o aniversário da “su” é uma desculpa mais do que perfeita para ligar para ele, vou tentar combinar com ele para tentar fazer uma festa-surpresa no bar. se o pensei melhor o fiz. liguei de imediato, era quase hora de almoço mas atendeu-me com uma voz de quem tinha acabado de ser acordado pelo telefonema (que estúpida pensei, ele deve deitar-se às tantas é normal que ainda esteja a dormir). pedi-lhe de imediato desculpas mas ele logo mudou de voz e disse que não havia problema, pelo contrário que era “até bom ser acordado pela minha voz” (um piropo atrevido mas com imensa classe) ;)

ainda meia atarantada lá lhe expliquei o motivo do meu telefonema e ele prontificou-se de imediato a ajudar-me a preparar a festa.

voltamos a falar mais uma ou duas vezes para combinarmos os detalhes durante essa semana e finalmente chegou o dia, o dia do aniversário da “su”.

há dias que via na cara dela alguma tristeza pelo facto de eu ainda não ter falado nada nem ter combinado coisa alguma com ela (pensava que tinha esquecido mesmo dela). liguei-lhe ao final da tarde perguntando-lhe se ela queria ir comigo ao tal bar novamente com a alegação de que queria ver o “rapagão” (o que em parte era verdade) ;) inicialmente quis recusar o convite mas após muita insistência minha lá aceitou, mal ela sabia o que a esperava...

mal chegamos dei, como combinado, um “bip” para o telemóvel dele, era esse o sinal que íamos entrar. sem suspeitar de nada ela entrou à frente e mal colocou os pés lá dentro rebentou o champanhe e a música começou a tocar. foram trazendo o bolo apenas com uma vela que ela apagou que enorme satisfação, foi impressionante a forma como a expressão dela mudou naquele momento, foi mesmo totalmente surpreendida pela festa. abraçou-se a mim e agradeceu-me imensas vezes ;)

entretanto o ritmo do bar, interrompido com a nossa entrada, “voltou ao normal” e lá nos sentamos num canto em “l” junto ao balcão. a “su” chamou o “rapagão” para se sentar connosco e comer uma fatia de bolo para lhe agradecer também a amabilidade em ter acedido a esta solicitação e lá ficamos os 3 entre dedos de conversa, o bolo, e algumas bebidas. já algumas horas passadas a “su” resolve pedir uma rodada de “shots” para nós, partilhada também pelos empregados do balcão do bar à qual se seguiu uma outra pedida por mim e, passados mais uns minutos, uma terceira pedida pela “rapagão”. já estávamos mais “para lá” do que “para cá” e os “shots” eram fortíssimos. mais dança para cá e para lá e já estávamos as duas bem bebidas e bem passadas, durante a noite tinha trocado alguns olhares e mesmo toques de coxas (sem querer) ;) no “rapagão” aos quais ele tinha respondido com sorrisos. nesse dia fechamos literalmente a casa, no final da noite éramos as únicas clientes que tinham restado. a “su” estava totalmente “apagada” do álcool e do cansaço e o “rapagão” ofereceu-se para nos levar a casa. fomos para minha casa, a “su” estava mesmo ko e não estava em condições de ficar sozinha. ele ajudou-me a “carregá-la” para cima e a deitá-la no sofá. ficamos um pouco mais à conversa na porta com ele já meio de saída e sem saber bem como trocamos um enorme beijo de língua daqueles bem molhados que arrepiam o corpo todo. agarrei-o pela cintura e puxei-o para dentro, olhei para a “su” que dormia profundamente no sofá. trocamos mais uns quantos beijos e “amassos”, estava excitadíssima por aquele desfecho, nem podia acreditar que aquilo estava a acontecer, mas se estava, era a hora de desfrutar do que a vida nos dá ;) e aproveitar o melhor que podia.

passei-lhe a mão e senti-o já excitado, isso aqueceu-me mais ainda, enquanto nos roçávamos um no outro ele abria-me os botões da camisa e apalpava-me as mamas com força mas sem magoar (ele sabia o que fazia) puxou-me a saia para cima tocando-me na ratinha por fora das cuequinhas. passou leve e demoradamente o dedo pelo meio da minha ratinha marcando ainda mais as suas formas (a depilação faz o resto). era impressionante como aquele “rapagão” sabia tocar uma mulher, com firmeza. sentiu-me inevitavelmente molhada e num jogo de dedos afastou a minha cuequinha metendo um dedo dentro de mim, mordi o lábio e soltei um gemido, que dedos grandes tinha ele, aliás como as mãos, eram enormes. fui descendo lentamente escorregando pelo corpo bem trabalhado do “rapagão” enquanto ele colocava as mãos dele no meu peito e deslizando-as também aninhava-as entre as minhas maminhas e o soutien sem o retirar, baixou-se e disse-me ao ouvido – dás-me tesão, sabias? arrepiei-me, mas nada disse, apenas sorri desapertando-lhe o botão das calças.

ao abrir o “zip”, a primeira grande surpresa, cai-me um enorme pénis logo no colo. uau, disse eu, cabriolet  ;) pois, não gosto de usar cuecas, apertam-me – disse ele sorrindo. e final pude apreciar o excelente trabalho depilatório da minha amiga brasileira, com o qual, me confesso, tanto já tinha sonhado ;) estava fenomenal, perfeito, nem um pelinho, nada! estava liso e sedoso, a depilação total dava-lhe um aspecto ainda mais pujante e “avantajado”.

não hesitei nem mais um segundo e cai de língua nele lambendo-o desde a base até à ponta e vice-versa, ele gemeu de prazer e senti-o a ficar ainda mais excitado e rijo. lambi-lhe lenta, demoradamente a “cabecinha” em movimentos circulares com a ponta da língua que o fizeram delirar o que, modéstia à parte, fazem sempre ;)

a dada altura agarrou-me, levantou-me e deu-me novo beijo de língua daqueles de arrepiar, deitou-me na cama e enfiando os braços dentro da minha saia puxou-me as cuequinhas até meio das coxas, tirando o resto puxando com os dentes num misto de sensualidade e algum “instinto animal”. tirou-me os sapatos e beijou-me começando pelos pés e subindo pelas pernas, coxas e virilhas. ao perceber que também eu estava toda lisinha como ele riu-se e disse – que maravilha ;) passou a língua toda em volta da minha ratinha tocando levemente de quando em vez nos lábios arrepiando-me toda, depois, num repente, caiu de boca no meu clítoris dando-lhe uma chupadela vigorosa que me fez estremecer toda, quase tive um orgasmo naquele momento (ou se calhar até tive mesmo) foi uma espécie de pré-orgasmo de boa intensidade mais muito curto seguindo-se um vaguear de língua por toda a minha ratinha, abrindo-me e tocando apenas com ela enquanto as suas mãos me puxavam o soutien totalmente para baixo e me acariciavam os mamilos entumecidos. o misto de sensações era incrível era como se me tivesse a tocar no corpo todo e houvesse um estímulo contínuo que subia e descia pela minha coluna como um elevador num shopping movimentado. agarrei-o com força pelos cabelos, apertei a cabeça dele ainda mais contra mim e vim-me num orgasmo brutal tanto em duração como em intensidade. aquele “rapagão” estava realmente a “dar conta” de mim como eu gosto. virei-me na cama, tirei a saia, a camisa e o soutien, ficando completamente nua. ele fez o mesmo retirando a camisa aberta e as calças que andavam já há algum tempo pelos tornozelos. coloquei-me de gatas em cima da cama, alcancei a minha ratinha com a mão por entre as pernas e abrindo-a com os dedos disse-lhe – anda, mete-mo todo, mostra-me como é esse “pauzão” dentro de mim!

percebi que a conversa e a provocação tinha plena aceitação e foi isso que ele fez quase de imediato. antes, surpreendeu-me novamente, abrindo-me afastando-me as nádegas e dando-me um enorme beijo de língua no rabinho. não era a primeira vez que mo faziam, mas desta forma foi realmente inesperado, ele percebeu a minha surpresa e disse – desculpa, mas teve que ser, tens um rabinho muito apetitoso ;) sorrimos os 2.

o se seguiu foi uma sensação de sexo do puro e do duro (e do bom) com estocadas fortes, profundas e ritmadas que me fizeram vir mais 3 vezes sem que ele parasse 1 só segundo. variava o ritmo e a profundidade, ficava períodos de tempo só na entradinha num vaivém dentro e fora da minha ratinha fazendo-me sentir aquela “cabecinha” de boas dimensões a entrar e sair tocando-me no clítoris e alargando-me, ao que se seguia novo período em que me fazia sentir todo o seu comprimento e volume dentro de mim até me tocar no fundo. mudamos de posição mais 2 ou 3 vezes terminando (como eu tanto gosto) eu em cima dele a “cavalgar a toda a sela” ao meu ritmo e com toda a profundidade sentindo tudo e vendo a reacção e as expressões dele a cada “cavalgada”. senti-o estremecer e percebi que ia vir-se, ele também mo disse e foi então que saltei de cima dele, agarrei-lhe no “pau duro” e fi-lo vir-se para a minha boca e cara, os jactos pareciam não parar, inundou-me toda a cara e até o cabelo com o seu “leitinho quente”, dei-lhe algumas chupadelas puxando o restante e deixando-o escorrer pela minha cara caindo-me pelo queixo e pingando para cima dele. estávamos ambos bem cobertos pelo leitinho dele e foi então que ele levantando-se da cama me surpreendeu novamente dando-me novo beijo de língua apesar de eu ter a cara naquele “belo estado” ;) nunca ninguém o tinha feito e ele percebeu mais uma vez a minha surpresa e perguntou – o que foi? algum problema? não, nada, só não estava à espera desta ;) não há nenhum problema – disse ele, continuando – não tenho nojo de mim!

parei 1 segundo para pensar naquela frase que fazia todo o sentido, não é lógico alguém adorar vir-se para a nossa cara e depois ter nojo de nos tocar se o motivo do “nojo” é dele próprio. mas ele não se ficou por aí e continuando disse – até te digo mais – e dizendo isso retirou com o dedo uma parte do leitinho que eu tinha a escorrer-me para os olhos e bebeu-o.

realmente aquele homem era muito diferente de todos os que conheci antes em termos de mentalidade, era total e verdadeiramente open minded no verdadeiro sentido, nada parecia ser motivo de vergonha ou tabu e isso estava a cativar-me verdadeiramente. precisava de me lavar, o leitinho na cara é giro mas já estava a secar e essa sensação não é muito agradável pois dá imensa vontade de coçar ;) e também já tinha tido a minha máscara de beleza tempo suficiente ;)

voltava eu da casa de banho e de “deitar o olho” para ver se a “su” ainda respirava ;) quando fui novamente agarrada no corredor e puxada para dentro do quarto. o “rapagão” ainda não estava satisfeito, queria mais e eu estava perfeitamente na disposição de lho dar ;)

voltei a chupa-lo até ele ficar bem rijo, o que não demorou quase nada, deitei-o na cama e disse-lhe com firmeza – agora mando eu! ele apenas sorriu e disse – quero ver isso então! ele coitado não me conhecia, pois, caso contrário, saberia que não deveria lançar-me esse tipo de desafios sob pena de ter que “arcar com as consequências” e assim sendo não me fiz rogada, saltei para cima dele e dei-lhe com força, realmente a sensação da depilação total de ambos era fenomenal deslizávamos um no outro como seda e a pele em contacto directo proporcionava sensações ainda mais alucinantes. decidi surpreende-lo, aquele beijo de língua no meu rabinho ainda me estava bem presente na memória e queria dizer qualquer coisa, não hesitei, coloquei a mão atrás e espalhei os líquidos que saiam de mim e se iam acumulando para a zona do rabinho, peguei-lhe no “pau rijo” e coloquei-o na entrada no meu cuzinho, não era nada fácil “devorar” aquele pau enorme e o meu cuzinho estava um pouco desabituado dessas andanças, mas quando a vontade é muita, não há nada que não se consiga e lentamente lá foi furando e aninhando-se dentro de mim. via a cara de satisfação dele o que me dava alguma confiança extra, ficamos assim mexendo devagarinho até me habituar às dimensões xl do “rapagão” e lentamente lá fui começando a cavalgar com ele no cuzinho. sentia-me cheia, literalmente, o pau dele preenchia-me por completo fazendo-me sentir um misto de dor e prazer sendo que a dose de prazer era manifestamente muito maior que a pequena dor que sentia. alguns minutos depois a dor passou por completo e a cavalgada começou a ganhar outro ritmo. entretanto ele já decidira acrescentar a sua mão ao jogo tocando-me e estimulando-me o clítoris de forma a aumentar o meu prazer. mete-me mais – pedi-lhe eu – mete-me os dedos na cona, agora! quero sentir-te todo! quero-me vir assim! e ele assim fez, estimulando-me mais uma vez com imensa técnica e qualidade, pouco minutos depois senti o momento do orgasmo a aproximar-se, isso fez-me contrair-me mais o que o fez explodir a ele também. viemo-nos quase ao mesmo tempo tendo um bom orgasmo ao sentir aquele leitinho mais uma vez a escorrer em mim e desta vez por dentro.

ficamos alguns minutos deitados lado a lado na cama sem dizer nada, era já quase manhã, e os primeiros raios de sol já rompiam pelas janelas. já mais retemperados fomos ao merecido banho. mas as surpresas ainda não tinham acabado. ao sairmos do banho e ainda enrolados nas toalhas fomos surpreendidos pela “su” que tinha acordado e com uma cara de poucos amigos perguntava – o que é que se passa aqui? Então eu é que faço anos e vocês é que têm festa?

olhámos ambos para ela e apenas rimos.

 

sinto-me: sem mais comentários
banda sonora: perfume/rui veloso - intervalo
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:40

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Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

inesperada sedução – na depilação

a caminho de mais uma visita à minha amiga das “depilações arrasadoras” pensava em como a minha vida andava chata e sem graça ultimamente, estava literalmente como o tempo que fazia, cinzento, chuvoso e sem a menor vontade de melhorar.

mal entrei na sala de espera o meu dia melhorou a “olhos vistos”  um “homenzão daqueles” aguardava sentado junto à entrada. que faria ele ali - pensei eu para comigo mesma – devia estar à espera da namorada ou mulher - pensei eu uma vez mais.

não passaram mais do que alguns minutos para que ela aparecesse por detrás da sua porta soltando um dos seus “ois” que enchem a casa. dirigiu-se a mim e olhando para o “rapagão” disse: “menina você num tem nenhum lugar onde ir? é que aqui vai demorar um pouco!” percebi de imediato pelo olhar dela que quem estava à minha frente na sessão de “arranca pêlos” era o “rapagão” mas como não tinha mesmo o que fazer nem onde ir decidi esperar ali mesmo.

a sessão estava mesmo demorada, ouvia alguns “gemidos” do interior do gabinete dela realmente se para nós não é nada fácil expormo-nos às ceras imagino para eles. depois de mais de 1 hora lá se abriu a porta e ele saiu, troquei com ele um olhar “matador” na saída como que cobiçando aquele pedaço de homem, coisa que não costumo fazer mas, como disse, a minha vida anda mesmo sem graça nos últimos dias

depois de ela preparar a sala chegou a minha vez e lá entrei. enquanto me preparava para o “massacre” a conversa não podia ser outra – o rapagão que acabara de sair. a minha curiosidade era muita, mas tinha vergonha de perguntar fosse o que fosse, sabia como ela era profissional no seu trabalho e por certo não iria fazer muita conversa acerca do cliente anterior (como eu não iria gostar que fizesse com o seguinte a meu respeito, certo?). mas não resisti a lançar uma “farpa” dizendo – não sei como aguentas aqui dentro com um homem daqueles  é o meu trabalho menina – respondeu ela. mas vêm aqui muitos homens? perguntei eu admirada. muito não, mas alguns sim, nos últimos 2 anos têm vindo mais. os homens também estão querendo se por bonitos num sabia não?

mas vem tirar os pêlos?! eu gosto de ver os homens com pêlos ;) claro, não macacos, mas com pêlos, acho muito masculino. ah, é uma opção né? tem quem não goste. muitos não gostam ou pela sua profissão preferem não ter pêlos e tudo mais. a conversa parou rapidinho quando a primeira placa de cera foi arrancada da minha virilha direita que foi menina – disse ela? ainda não está habituada não? já fizemos algumas vezes, não vai se amedrontar agora vai? tá sabendo, até homem que nessas coisas de sofrer é bem mais fraco que nós faz isso! faz? não consegui conter-me e perguntei. ele também  fez as virilhas? ah menina, tava pensando o quê, tem homem que faz tudo, igual a você! ;) achei que ela estava a gozar comigo, não era capaz de imaginar um homem com cera em volta do seu “mais que tudo” e arrancar mas ela explicou-me que há muitos que o fazem, alguns cortam primeiro outros colocam uma loção que amacia o pêlo e abre os poros de forma a não magoar tanto pois os pêlos deles são bem mais grossos e fortes mas fazem.

fiquei em choque, percebi pela conversa dela que o “rapagão” além de bonito “como tudo” ainda partilhava comigo o facto de andar limpo e liso que nem um bebé ;) ri sozinha imaginando a cena. imaginação interrompida por mais umas quantas placas de cera a serem violentamente arrancadas (estou obviamente a brincar ela é um amor).

quase de saída ela pergunta-me, mas porque tanta pergunta com o homem? ficou mesmo vidrada nele! ;) não, mas achei interessante. é, né? um pedaço de mau caminho! disse-me ela com uma cara bem safadinha que nunca lhe tinha conhecido ;) ah pode ser dar uma espreitadela ali no bar, sabe onde é? sei, porquê? acho que ele é sócio lá agora. por dentro os meus olhos queriam saltar das orbitas mas não queria dar “parte fraca” em frente dela e disse apenas – ah é, ok! com um ar desinteressado! despedi-me dela e sai. ainda não tinha posto os 2 pés fora do salão já estava com o telemóvel na mão para ligar à “su”.

“tou” “su”, olha, temos programa para hoje à noite! temos? – disse ela com uma voz nada interessada. temos, depois conto-te!

convidei a “su” para jantar e contei-lhe a cena toda. ela também ficou surpreendida mas nem tanto, pois conhece alguns “amigos” que fazem depilação total só não o fazem com cera. mas conversa adiante, vamos ver o “rapagão”? – pergunto eu. ver?  - diz ela. sim, sei onde ele trabalha e podíamos lá ir “passar o olho”. já estou a ver tudo – diz a “su”. não estás, mas vais ver, anda!

saímos de casa e passados alguns minutos estávamos na porta do tal bar. mas entramos demos logo de caras com ele ao fundo da sala. procuramos uma mesa bem “colocada” e sentamo-nos. apresentei o indivíduo à “su” sem ele saber ;) e ali começamos as duas entre drinks a apreciar o “pão” e a dizer disparates, como é habitual

a certa altura da noite ele vê-nos e dirige-se à nossa mesa. cumprimenta-nos e apresenta-nos o estabelecimento. confesso que fiquei desapontada. não deu o mínimo sinal de se lembrar de mim de à umas horas atrás. estava esta nesta luta interna sem saber se me ia embora e nunca mais lá voltava a por os pés ou se por outro lado “mudava de frequência” e “curtia” o resto da noite quando nisto ele volta à nossa mesa oferecendo-nos 2 bebidas e dizendo com “voz de cama”  – não esperava voltar a vê-la tão cedo. confesso que me arrepiei toda, se tivesse pêlos “lá no sítio” também eles se teriam arrepiado ;) o homem além de ser lindo, transpirava charme e classe.

acabamos por trocar contactos na saída, que já era tarde e no dia seguinte era dia de trabalho mas, como nesta história, ficou apenas o cheiro, faltou o sabor...

 

sinto-me: alucinada, deslumbrada, etc.
banda sonora: lenny kravitz - we want peace
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:29

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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

sexo em locais públicos – fim-de-semana alentejano

 

um dos muitos “fetiches” que coloquei em prática com o meu “ex” da altura foi o chamado “sexo em locais públicos”, outro dia contei-vos acerca da experiencia no provador de uma loja. hoje quero contar-vos acerca de outra experiencia, mas desta vez, literalmente, ao ar-livre.

era um fim-de-semana prolongado tinha à muito decidido meter um dia de férias e aproveitar a “ponte” para fazermos um fim-de-semana a 2. o meu “ex” tinha um emprego por conta própria que lhe permitia certos “luxos” como estes sem ter que dar explicações a ninguém.

estava um belíssimo dia de sol e rumamos para o alentejo, ele tinha alugado um quarto numa quinta de turismo rural e iam ser uns dias para total descanso longe do mundo e das correrias do dia-a-dia.

ainda não tínhamos chegado ao destino, passeávamos a uma velocidade moderada por uma estrada secundária ladeada por campos de girassóis. estavam abertos, com umas cores fabulosas contrastando com um céu azul apenas salpicado aqui e ali por pequenas nuvens brancas. podemos parar um bocadinho? – disse eu. sim, claro! quero ir ali ver os girassóis de perto. saí do carro e pulando, literalmente, a cerca entrei pelo campo de girassóis dentro. era magnífico, os girassóis estavam altíssimos, com uns 2 metros de altura ou mais cobriam-nos e escondiam-nos por completo. olha que ainda aí aparece o dono disso! – gritou ele lá do fundo. e foi aí que tive uma ideia brilhante, estava disposta a surpreende-lo por completo e era simplesmente o momento e o local perfeito para isso. chamei-o. o que foi? - disse ele. anda cá ver uma coisa!

à medida que o sentia avançando por entre os girassóis e o ia guiando com a minha voz decidi despir-me com alguma rapidez. deixei de o ouvir. perguntou – para onde agora? por aqui, não vês o sítio por onde passei? avançou novamente e passou quase na minha frente mas sem me ver. os girassóis naquela zona estavam mesmo bastante densos e noutras zonas apareciam algumas clareiras.

coloquei-me atrás dele e aproximei-me. ele sentindo o movimento voltou-se e foi aí que teve a visão do que tinha feito. estava completamente nua, tinha ficado apenas com os sapatos. uau! – disse ele. que é que estás a fazer assim? porquê? não gostas? anda cá! quero-te! aqui e agora!

abraçamo-nos e beijamo-nos longamente enquanto ele se ia despindo também com a minha ajuda. baixei-me puxando-lhe os boxers para baixo e abocanhando-lhe logo o zezinho que já estava algo excitado. chupei-o com força e alguma profundidade ficando imediatamente duro, muito duro mesmo. senti que ele, como eu, estava excitadíssimo com toda a situação. chupei-o por mais uns minutos, colocando-me em seguida “de gatas” no chão e dizendo-lhe – anda, quero-me que fodas por trás! ele ficou louco! ele adorava comer-me naquela posição. enfiou-me o pau duríssimo na ratinha que já pingava de tesão e deu-me uma estocada até ao fundo fazendo-me abrir a boca e gemer de prazer. e por ali continuou dando-me com força, com muita força mesmo, senti que ele estava realmente excitado e pedi-lhe que me fodesse mais e mais – quero com mais força! fode-me! mais! – disse-lhe por diversas vezes. largou-me a cintura e pegou-me nas maminhas continuando a dar-me estocadas fortíssimas até ao fundo. sentia-o todo dentro de mim e que duro que estava, já me tinha feito vir duas vezes quando ouvi - ai, vou-me vir! vem-te, vem-te! – disse-lhe eu. quero que te venhas para as minhas costas! quero sentir o teu leitinho quente em cima de mim! e passados segundos foi isso mesmo que senti, um enorme jacto de leitinho que me invadiu as costas por inteiro ao qual se seguiram outros cobrindo-me as costas de leitinho quente. nunca o tinha visto a ter um orgasmo tão longo e com tanta quantidade de leitinho, tal como nunca o tinha sentido tão duro e tão grande. beijamo-nos. ele correu ao carro para buscar algo onde me pudesse limpar para me voltar a vestir.

assim que saímos do campo de girassóis e entramos no carro ouvimos um barulho de motor. olhamos em volta e vimos um agricultor no seu tractor que acabava de chegar junto a nós, olhou-nos mas não disse nada. arrancamos com o carro e olhamos um para o outro – foi por pouco – pensamos, mas estávamos ambos tão saciados que nem nos preocupamos com isso. o hotel esperava-nos e o fim-de-semana prolongado acabara de começar.

sinto-me: maravilhada
banda sonora: alicia keys - no one
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:01

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Terça-feira, 10 de Junho de 2008

os casais (liberais)

numa reflexão que tenho feito acerca do meu diário e do rumo a seguir por ele debrucei-me sobre o assunto “casais”. pois é, creio que nos últimos tempos (ao que me apercebo) temos assistido a um certo boom de casais que fazem da internet um meio de comunicarem sobre a sua sexualidade. liberais, “swing” ou “apenas” exibicionistas, há os para todos os gostos e credos e sei que alguns deles também me visitam.

questiono-me, porquê? qual o motivo desta revolução nos (nalguns) casais portugueses? será que finalmente estamos a assistir à verdadeira revolução sexual em portugal?

as perguntas são muitas mas as respostas escasseiam, a verdade é que não deixo de me sentir bem em saber que por esse país fora, de norte a sul e de este a oeste vão aparecendo pessoas que ao falarem sobre si, sobre a sua sexualidade e sobre como a vivem se sentem mais felizes com isso. acho que vocês sim encontraram o vosso “par ideal” para partilharem uma vida cheia de emoções.

da minha parte digo apenas obrigada, por partilharem essas vivências também comigo, fazendo (ou tentando fazer) um portugal mais interessante e menos ignorante. tabus todos temos uns mais outros menos, mas com dedicação e coração chegaremos lá.

beijinhos para todos, estão de parabéns!

continuo à espera das vossas sugestões e participações no blog que decidi desde há algum tempo tornar um pouco mais interactivo.

 

sinto-me:
banda sonora: pearl jam - last kiss
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:00

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Sábado, 7 de Junho de 2008

Sexo, Futebol ou Ambos?

não podia ficar indiferente ao facto do país inteiro andar com novamente com a "panca" do euro e do futebol. confesso que a selecção não me excita muito, nem sequer o cristiano ronaldo ou outros tais. nem sempre a carne "nova" é tenra e há muita que apesar de nova já está bem "amassada" ;)

 

mas em que pensam mais os portugueses, futebol ou sexo? no me caso digo apenas que passo bem sem futebol, já sem sexo ;)

 

uma colega minha dizia acerca do assunto em jeito de brincadeira, o marido dela era um louco por futebol e pelo sporting que parecia que era a única coisa neste momento capaz do o excitar, como achei que o verde não lhe iria ficar muito bem, sugeri que ligasse o rádio durante um jogo do sporting e lhe saltasse para cima, podia ser que a coisa assim melhorasse ;)

 

mas, como não sou muito apreciadora, a ver vamos o que arranjo hoje como programa já que a vontade de ver homens a correr atrás de coisas redondas (sendo que nenhuma delas me pertence) não me está a fascinar muito, além de que, os turcos são, digamos, feínhos demais para o meu gosto.

 

mas pronto, que ganhe portugal e que possamos comemorar bem no final ;)

 

sinto-me: patriota acima de tudo
banda sonora: hino nacional
publicado por diariodeumamulhermadura às 18:53

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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

engolir ou não, eis a questão

conversa com a “su” ao telefone (em hora de expediente)  olha amiga, sabes que mais, estou chocada com um mail que tenho aqui. chocada, tu? que é que se passa, deve ser grave? não me digas que te mandaram pedofilia ou algo do género, olha que ainda vais presa. não, não foi nada disso! mas eu mando-te para tu veres e mais logo falamos que agora não posso. está bem, fico à espera então. o assunto diz: “contra a osteoporose”, tchau!

contra a osteoporose? fiquei curiosa, que é que a osteoporose tem para a deixar chocada, bem sei que é uma doença complexa e que afecta muito as mulheres mas daí a ser motivo de choque. esperei pelo mail dela e passados alguns minutos lá estava ela a aparecer. realmente era verdade, o assunto dizia “contra a osteoporose xxx” o que já acrescenta um pouco sobre o tipo de conteúdo. assim sendo espreitei com o maior dos cuidados para o mail e vi que tinha um anexo de clip de vídeo. percebi logo que seria mais uma das pornografias típicas da “su” mas o que seria para a deixar (até a ela) chocada.

esperei mais uns bons minutos até à hora do lanche, quando o pessoal vai ao café para minimizar os riscos de ser “apanhada”. abri o vídeo e confesso que me deixou um pouco confusa. o clip tinha apenas alguns segundos (menos de 1 minuto) e confesso que o tive que voltar a passar para raciocinar o que ali se passava. o vídeo retratava uma jovem (ao que parece) japonesa ou chinesa (oriental era de certeza) que bebia “leitinho” por um enorme copo. acontece é que as “vacas” dadoras desse “leitinho” eram várias e, ao que parece, estava um grupo de homens continuamente a masturbar-se e a virem-se para dentro destes copos. aí percebi o “trocadilho” derivado do slogan que não sei quem inventou acerca dos “copos de leite contra a osteoporose”.

não foi assim uma coisa muito agradável de ver, até porque as meninas estavam nitidamente a fazer um enorme “frete” e engasgavam-se e tudo o mais mas também não sei porque ficou estava tão chocada a “su” que é toda “prá frentex” com essas coisas e está sempre tão bem informada acerca do assunto. aguardei pela hora de saída para falar melhor com ela.

acabei por ir buscá-la ao emprego e viemos a conversar pelo caminho. então mas diz lá que é que te chocou assim tanto? bolas, tu não viste? a gaja estava a beber 1 litro de esporra de uma vez que até se vomitava  e ainda por cima aquilo já devia estar mais do que azedo, que nojo!

ok, esta imagem mental que a “su” me estava a dar, esta sim era realmente nojenta mas havia ali qualquer coisa que me estava a ultrapassar. azedo ou doce? disse-lhe eu. doce? sim, queres ver que nunca engoliste leitinho doce? eu não! “su” minha parva, tu não me digas que nunca engoliste o leitinho. engolir já engoli um bocadito mas não tudo e mete-me um bocado de nojo que é que queres. bem, ok, são opções, eu, quando posso e confio claro, não perco uma oportunidade de encher a boca dele e engolir para ele ver. ficam loucos! mas porquê? é assim tão bom? não é mau, mas o sabor muda, umas vezes mais ácido outras até bem docinho, parece mel

bem amiga, as coisas que eu descubro, tu gostas mesmo disso! sim, gosto, é bom! há quem goste de se “sujar” com ele, eu gosto de sentir aquele jacto quente dentro de mim ou então de o engolir todinho. são opções! cada uma escolhe a sua, certo?

 

sinto-me: deleitada
banda sonora: m.a.u. - cum sexy cum
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:52

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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

sexo e virgindade – até que idade?

li no outro dia um post num blog de uma “amiga” (que não conheço) que falava sobre sexo, sobre virgindade e sobre o facto de a ter “perdido” aos 14 anos e de como isso influenciou a vida dela. o assunto tocou-me bastante pois para quem me lê deve imaginar que devo ter sido uma das miúdas “assanhadas” que aos 12 anos já andam atrás dos rapazes (mais velhos) em busca de algo que nem sequer sabem muito bem o que é. pois não podiam estar mais errados. a verdade é que tive a minha primeira relação sexual cerca dos 20 anos de idade não porque não tenha tido oportunidades antes e muito menos porque tivesse alguma meta ou reserva mental a esse respeito. fi-lo quando achei que era o momento certo, quanto tive vontade de o fazer, quando o meu corpo mo pediu e quando assim é podemos afirmar com alguma certeza que era o “momento certo”.

tinha muitas colegas de escola que já uns bons anos antes saltavam em cima dos namorados e tremiam cada vez que a menstruação atrasava e que suspeitavam que poderiam estar grávidas. acho que foi esse o meu grande ensinamento, aprendi convivendo com quem fazia muitas asneiras, com quem convivia com o sexo como algo que se tem que fazer porque assim os rapazes não nos trocam por outras. convivi com pessoas que faziam broches a metade da escola porque sim mas faziam-nos com preservativo pois tinham nojo de tocar com a boca no pénis. tudo isso me parecia tão errado, tão estúpido, tão ignorante e, talvez por isso, nunca o fiz.

o sexo tem cheiro, tem sabor, é assim que é a realidade para quem sabe dela desfrutar plenamente. quem tiver nojo de chupar um pénis pois que não o chupe, tal como quem tiver nojo de lamber uma ratinha que o não faça. há alguma sensação melhor que a de nos sentirmos livres, realmente livres, de fazermos o que nos sabe bem sem sermos forçados a nada? para mim não há! e é esse pensamento e essa sensação que quero sempre transportar para o sexo.

se a “virgindade” é um estado que devemos abandonar quando sentimos que é o momento certo o mesmo se aplica na hora de parar. qual é a idade de parar de ter relações sexuais, alguém sabe? 40? 50? 70? 90? para mim é quando deixar de me sentir bem fazendo-o, quando deixar de ter prazer com o sexo, aí é a hora certa para parar. tal como quando deixar de ter prazer em viver é a hora certa para morrer! sei que é polémico, eu sei, eu sou assim!

vi igualmente num programa de televisão uma “avozinha” alemã que do alto dos seus 80 e tal anos dizia que adorava ter relações sexuais, que ainda sentia prazer nisso, não como quando tinha 20 anos mas que sentia. o marido, um senhor da mesma idade, já não ia lá nem com vigaras mas adorava que ela o tocasse e acariciasse. ambos há uns anos atrás tinham decidido comprar um “dildo” para que a esposa continuasse a ter prazer vaginal e ambos viviam felizes com a situação. é assim que eu quero ser! pois se tive alguns anos de atraso em relação às minhas colegas de escola, hoje, acredito que estou quilómetros à frente delas, em prazer e em satisfação pessoal.

eu, sou assim, e sou feliz!

 

sinto-me: pensativa
banda sonora: hands on approach - let's be in love
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:00

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