Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

formas femininas – sensuais ou “vulgares”?

há uns tempos atrás debatíamos as formas femininas e a forma como as mulheres se vestem de forma a realçar ou esconder as suas formas. a ideia era tentar perceber se é bonito ou “sensual” (continuo a achar que tem algo de “sexual”) uma mulher mostrar as suas formas ou se é “grotesco” ou de uma certa “vulgaridade” fazê-lo.

eu sou uma acérrima defensora das mulheres e da feminilidade, sou pouco apologista das plásticas e artifícios mas acho que uma mulher que o é assume ou deve assumir a sua feminilidade e não escondê-la. não me choca um decote mais “arrojado”, uma saia mais curta e até mesmo um certo apelo à “sensualidade/sexualidade” no uso de roupa sem soutien por dentro ou mesmo sem cuequinhas como acontece nalguns vestidos de “gala”. nada disso me choca, muito pelo contrário, ainda no outro dia via uma reportagem com criadores de moda onde se falava precisamente disso, dos vestidos de “gala” abertos dos lados ou com transparências cujo uso da vulgar cuequinha por dentro iria retirar todo o glamour à peça. inclusivamente havia já quem estivesse a fabricar cuequinhas com laterais em silicone (estilo alça de soutien do mesmo género para minimizar a coisa).

acontece que na conversa estavam diversas pessoas e de diversas idades e “credos” e nitidamente havia quem achasse uma “pouca-vergonha” (para não dizer pior) o uso de uma simples tanga fio-dental quanto mais esse tipo de coisas.

mas, o que surpreendeu verdadeiramente foi uma rapariga (da minha idade) que tinha essas mesmas opiniões, usava sempre roupa larga por achar que tinha o peito um pouco grande e que isso era “vergonhoso” e nem pensar vestir lycras, spandexs ou algo do género, estava totalmente fora de questão.

eu sou totalmente fã dos spandexs e das lycras modernas (não aquelas à “fame”) quem me tira as minhas calças justas, t-shirts e ténis ao fim-de-semana, em passeio ou em tudo que não seja trabalho ou em horário de trabalho, tira-me tudo. mas, pelos vistos, naquela “mesa redonda” o uso desses materiais sem a devida cobertura para não se verem “as vergonhas” era quase considerado crime de atentado ao pudor.

será que realmente em pleno século xxi ainda existe tanta gente assim?

em conversa posterior com a “su” a este respeito ela apresentou-me a outra moda (ela anda sempre em cima dos acontecimentos). a moda um pouco por todo o mundo mas principalmente no continente americano chama-se “camel toe” que significa “dedo de camelo” ao princípio faz-me confusão o nome mas uma rápida busca no google (que nestas coisas não há como errar) apresentou-me o porquê. trata-se apenas do realce das formas femininas (que todas nós temos), claro que esse realce é maior consoante cada uma de nós e contando claro com o que nos tocou nos genes ou na “generosidade divina”.

percebi até que há pessoas que foram rotuladas com esse “apelido” como uma “célebre” miss canadiana.

uma pergunta deixo no ar, será que as formas femininas são assim tão chocantes? ou por serem bonitas são por isso mesmo atractivas?

eu por mim confesso que pensava que as mentalidades já haviam mudado um pouco e que portugal, nalguns aspectos, já tinha saído da medievalidade, afinal, parece que nem tanto...

 

sinto-me: deprimida com tanto tabú
banda sonora: texas - say what you want
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:58

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Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

falando de sexo – a vegetariana

sexta-feira à noite, jantar em minha casa, a “su” tinha como sempre trazido uma das suas preciosidades culinárias para jantarmos, a sua famosa lasanha (do lidl) ;)

lasanha no forno a aquecer e a conversa também, olha lá qual foi a coisa mais estranha que já te propuseram fazer na cama? quê? qual foi a coisa mais estranha, mais bizarra, mais fora do comum que já te propuseram fazer? sei lá “su”, tanta coisa ;) rimos as duas. ok, há uma que na altura achei uma loucura total e ainda hoje acho ;) sexo num elevador. e chegaste a fazer? mais ou menos, chegar chegamos mas foi tudo muito rápido e eu detesto rapidinhas, a menos que a seguir haja mais no programa ;) mas porquê essa pergunta agora? por nada em especial, estava aqui a olhar para o teu frigorifico e lembrei-me de uma coisa. para o meu frigorífico? não me digas que já fizeste dentro de um frigorífico ou te propuseram isso?  ri. não, não foi nada disso! mas já fiz uma que nunca te contei ;) riu-se envergonhada (o que é coisa para além de rara, muito difícil de acontecer). então, desembucha, conta lá o que foi? propuseram-me umas brincadeiras com uns acessórios diferentes. sim, mas o que é que isso tem a ver com o meu frigorifico? tem, no sentido em parte desses acessórios estão dentro dele! o quê?

eu explico, digamos que usamos como “dildos” frutas e vegetais. uau! grande cena! e que tal? muito giro, mas acima de tudo muito diferente. mas conta lá isso melhor que eu quero pormenores. sim, mas a lasanha já está pronta, vamos para a mesa que já te conto o resto.

fomos jantando e conversando mais sobre esta experiência transcendente, frutas e vegetais, é verdade que já tinha visto vários mails sobre o assunto ;) e até ouvido falar sobre isso, mas nunca tinha conhecido alguém que tivesse experimentado e o admitisse.

sim, foi isso, experimentei diversas coisas e digo-te que as sensações são bem diferentes ;). mas experimentaste o quê? então olha, banana, cenoura e até pepino. pepino? bem, espero que não tenha sido dos grandes ;) gargalhada. não, foi um médio ;) mas há quem use mais coisas, tipo maçarocas de milho e tudo o que tenha uma forma adequada

bem, e que tal a sensação? é interessante, mas não tem nada a ver com a coisa real nem sequer com um vibrador, é muito mais frio e arrepiante, mas é um arrepio que também consegue dar um certo prazer e depois varia a banana é mais soft, a cenoura é gelada e o pepino como deves calcular “enche tudo” e tem aqueles pontinhos salientes como alguns vibradores que são o máximo ;)

acabamos de jantar e fomos para a cozinha lavar a loiça ao sair a “su” deitou o olho para as bananas na fruteira, apenas lhe disse – não te ponhas com ideias e rimos as duas.

 

sinto-me: curiosa e espantada
banda sonora: da weasel - toque toque
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:27

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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

caraíbas – sol, praia, e bikinis minúsculos

a páscoa aproximava-se a passos largos e este ano tinha conseguido (por um milagre) tirar férias nessa altura e não em agosto. tinha feito um pequeno “pé-de-meia” decidida a experimentar umas férias diferentes num local diferente. não era a primeira vez que fazia férias fora de portugal mas era a primeira vez que o fazia sozinha e sozinha mesmo, desta vez nem a “su” foi comigo pois, apesar de muito querer, não teve essa hipótese.

precisava mesmo de descansar, de relaxar e até mesmo de “fugir” um pouco das rotinas e dos stresses em que me encontrava. tinha sido um ano difícil, muitas tristezas e algumas desilusões e tinha decidido que iriam ser 5 noites de descanso com tudo incluído nas caraíbas.

após longas horas de avião lá cheguei, o local era verdadeiramente paradisíaco, melhor até que nas fotos e panfletos da agência de viagens. não tinha grandes luxos mas é assim mesmo que eu gosto. o hotel era também ele lindo, com um aspecto algo rústico fundindo-se com uma praia maravilhosa. o quarto era também ele desprovido de grandes luxos mas parecia muito limpo que é o que importa, o frigorífico do míni-bar (único luxo existente) não funcionava e nem sequer tinha televisão. pensei: óptimo, é isto mesmo que eu quero, estar longe de tudo e de todos, o mundo pode acabar que eu nem vou saber.

abri a mala e procurei pelo bikini, a praia estava à minha espera e não queria perder 1 minuto do que tinha direito. virei a mala do avesso, pus tudo em cima da cama, não era possível, só tinha o top, faltava o essencial, a parte de baixo, se fosse ao contrário sempre podia fazer topless – pensei e ri sozinha.

ok, decididamente a coisa não estava a começar bem, mas não era a falta de uma cueca que me ia vencer e muito menos estragar as férias. pus o top e sai com a cuequinha mesmo, tapada por uma “saída de praia” ao estilo caribenho, haveria de encontrar uma solução.

percorri as pouquíssimas lojas do hotel que pareciam vender tudo menos bikinis, não era possível, teria que haver por ali alguma loja onde pudesse encontrar o mais básico para a praia. finalmente entrei numa onde tinha roupa, muitas camisas às flores de todas as cores e muitos calções com iguais padrões para homem e mulher mas não necessariamente bikinis. até que num cantinho da loja vi um pequeno expositor com aquilo que procurava, corri em direcção a ele como se estivesse a ver um oásis no deserto mas, apanhei mais uma decepção, era tudo enorme, nada me parecia servir minimamente, agora sim estava a começar a entrar em pânico. perguntei à empregada da loja no meu “espanholês” mais que perfeito se não havia nada mais “pequeño” ele acenou que sim e mostrou-me um expositor ainda mais pequeno atrás do balcão com uma marca que dizia qualquer coisa parecida com “guilherme calafiori” e a rapariga da loja tinha razão, era mesmo mais “pequeño” mas muito mais pequeno, pelo que percebi pela etiqueta, “made in brasil” o que, por si só já quer dizer qualquer coisa.

entre os outros que tinham pano que dava para fazer 1 chapéu-de-sol (ou mesmo 2) e estes que eram digamos “minimalistas” claro que optei pela segunda escolha, assim como assim ninguém me conhecia mesmo de lado nenhum, portanto, cá vai disto! corri novamente ao quarto para vesti-lo (já que não era possível experimentar na loja) e pronto, realmente não me senti muito confortável, percebi rapidamente que a minha depilação apesar de eu achar que andava sempre mais ou menos bem precisava de uns arranjos extra e que arranjos por pouco não sobrava nada (de realçar que isto foi bem antes de descobrir as maravilhas de que vos falei logo na fundação deste blog, hoje em dia não teria qualquer problema ).

praia aqui vou eu, “saída de praia” novamente colocada para não andar de “rabiosque ao léu” pelo meio do hotel e cá vou eu. o bikini nem me ficava nada mal, mas ficava literalmente “fio dental” pois o pouco pano que tinha passados  poucos passos estava todo enfiadinho para dentro. chegada à praia passaram-me todas as preocupações e as “pudiquices” não só porque era realmente magnífica mas também porque devia ser a única pessoa na praia preocupada em tapar parte do rabo, todas as outras andavam mesmo de “fio-dentalão” à grande e nem só as mulheres, havia mesmo diversos homens de “fio-dental”. ok pensei, estou mesmo noutro mundo.

procurei uma espreguiçadeira à sombra de um “coqueiro amigo” e lá estava eu no céu, ou quase. as férias tinham apenas acabado de começar, e muito que elas haveriam ainda que “dar que falar”.

 

sinto-me: cool
banda sonora: alicia keys - like you'll never see me again
publicado por diariodeumamulhermadura às 10:51

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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

o dia “h”

estava apreensiva, era a primeira vez que fazia o teste e a consciência de que nem sempre tinha sido uma boa menina estava-me a pesar na consciência. à medida que a hora se aproximava as pernas começavam a tremer e não era de frio.

liguei à “su”, amiga, preciso de um favor teu, podes vir aqui ter comigo? mas porquê, que é que se passa? não é nada de grave mas preciso de companhia, podes? claro que sim, dá-me só alguns minutos que já aí vou ter...

passados alguns minutos vi a “su” entrar com uma cara de assustada. que foi amiga? que se passa? nem te digo, estou a tremer de medo! mas porquê? vou fazer o teste pela primeira vez. que teste? o do hiv. ah, ok, já percebi, estás com medo? não tenhas, não há razão porque ter medo, se algo de errado aconteceu, já aconteceu e nada podes fazer agora, mas estou certa que no meio de todas as nossas maluqueiras até somos mulheres de juízo, eu também já fiz no mês passado, tudo ok, estou limpinha e descontraída. a sério, não tenhas receio, vais ver que depois de fazeres e veres os resultados te vais sentir muito melhor.

chegou a minha vez, a enfermeira percebeu logo que estava nervosa e tentou acalmar-me, a conversa, se bem que curta, com a “su” também me tinha ajudado um pouco e acima de tudo o facto de a ter ali presente era sem duvida alguma uma grande ajuda.

os resultados saíram passada uma semana, levantei o envelope e levei-o para casa mas não tive coragem de o abrir. pedi a “su” que fosse ter comigo a casa para o abrirmos juntas, não queria estar sozinha caso as notícias não fossem boas. sentia-me uma verdadeira adolescente à espera da nota de um teste para o qual não tinha estudado, mas desta vez o resultado era bem mais do que ter má nota num teste. a minha vida presente e futura estava ali, naquele envelope.

a “su” tocou à campainha, abri-lhe a porta e percebi que trazia algo na mão. o que trazes aí? espera! já vais ver! vamos abrir o envelope? vamos. mas abre tu! ok medricas eu abro. voltou-me as costas abrindo o envelope demoradamente, aquela espera estava literalmente a matar-me do coração. negativo! gritou ela em euforia – eu sabia! estás limpa e fresca com uma alface ;) dá cá, deixa-me ver. era verdade, tudo negativo. nem sinais de nada “menos bom”. naquele momento senti que me saíram umas toneladas de cima e quando levantei os olhos do papel percebi o que trouxera a “su” - champanhe para festejarmos.

juntas partilhamos mais aquele momento da mais pura amizade partilhando aquela garrafa de champanhe mas acima de tudo aquele momento de enorme alegria.

e, a partir desse dia, combinamos que religiosamente iríamos ambas fazer o teste juntas, pelo menos uma vez por ano.

 

obrigada “su”, estás sempre no meu coração.

 

sinto-me: por ter uma amiga como a "su"
banda sonora: kt tunstall - suddendly i see
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:44

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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

“dirty talk” ou a excitação pela linguagem

todos sabemos que mais do que as coisas que são ditas, a forma como são ditas podem ter um carácter ora agressivo, ora cativante, repulsivo ou chamativo e saber dizer as coisas certas nos momentos certos é, sem dúvida alguma, uma arte que convém seriamente aprender.

este assunto veio “à berlinda” após um forward de um e-mail daqueles muito “manhosos” que me chegou já não sei de quem e que enviei de imediato à “su” (ela gosta sempre de estar a par das novidades) era um pequeno clip de vídeo totalmente porno que nem me dei ao trabalho de ver até ao final apesar de ter pouco mais de 1 minuto de duração. reply imediato da “su” – que treta ao menos podia ter som! voltei a abrir o ficheiro e realmente reparei que o clip de vídeo era mudo (o que ás vezes dá imenso jeito para não passar vergonhas no trabalho) mas pensei um pouco no que me tinha dito a “su” e no desinteresse imediato dela pelo facto de não ter som.

realmente uma cena de sexo “muda” perde muito da sua excitação mas porque é que o som é assim tão importante?

tínhamos combinado de almoçar juntas e mal chegamos lancei o assunto. olha lá, porque é que sem som as cenas de sexo perdem a piada? porque sim! – diz-me ela. o que dá “pica” é ouvir os gemidos, as palmadas e principalmente a conversa. a conversa? – perguntei eu. sim, eu adoro os filmes brasileiros por causa disso ;) riu-se. falam a nossa língua e tem muito mais impacto um “me fode” do que um “fuck me” apesar de em ambos os casos sabermos o que significa. pensei por alguns momentos no que me acabava de dizer a “su”. realmente ela tinha razão, recordei naquele momento um “ex-namorado” de tempos bem antigos com o qual tive uma experiencia a esse respeito e perguntei à “su”, e tu? falas muito? dizes o quê? ;) ri

ela na sua descontracção do costume diz-me – claro que falo! digo o quê? de tudo! mas depende daquilo que me dizem. acho que depende de como sou “puxada” para a conversa, quem me souber levar, vou aos extremos! e o que são os teus extremos? – perguntei eu curiosa como sempre. nem queiras saber! extremos mesmo, tudo amiga, digo tudo, digo coisas que nem sabia que sabia dizer – disse dando uma enorme gargalhada.

não estava satisfeita, queria saber mais – vá lá, dá-me exemplos! estás tímida hoje ou quê? tímida? eu? mas queres saber exactamente o quê? o que dizes é para ti, é a forma como o tratas, é o quê? é tudo! há coisas que digo sempre ou quase sempre, eles passam-se, do estilo: “fode-me a coninha toda” ou “dá-me com mais força” ou ainda “quero-te todo dentro de mim”, mas quando vou a extremos sou bem capaz de dizer bem pior, do estilo, deixa-me pensar: “rebenta-me com a cona toda” ou “mete-me esse caralhão todo no cú” ou ainda, a pior: “trata-me como uma puta” ou “vem-te na minha cara”.

bem, tu realmente “dás-lhe forte” na linguagem. e que tal? ficam doidos amiga, ficam alucinados, vão buscar forças não sei onde para me dar tudo o peço e ainda mais ;) mas porquê? não me digas que não falas? falar falo, mas talvez não tanto assim. se calhar sou mais soft, mas reconheço que quando “puxo pelo língua” eles também puxam por tudo. e que é dizes? sei lá, digo, coisas semelhantes às tuas: “mete-me mais fundo”, “quero-o todo”, “quero a tua língua na minha ratinha”, “quero chupar-to” e gosto de perguntar, do estilo “queres a minha coninha agora, queres? ou o meu cuzinho?” isso creio que é o meu extremo. ah, mas tens que experimentar mais amiga, abusa deles, eles gostam, ou melhor, adoram.

saí daquele almoço a pensar, realmente, ouvimos tanto “palavrão” que nos repulsa no dia-a-dia que por vezes nos esquecemos que no momento e local certo, podem fazer verdadeiras maravilhas pela nossa satisfação sexual.

 

sinto-me: tentada
banda sonora: ez special - chama por mim
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:49

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Sábado, 24 de Maio de 2008

uma banheira de espuma – para duas

 

aproveitei o feriado para fazer uma coisa que raramente faço, visitar a “su” em casa dela. normalmente é sempre ela que vem ter comigo a minha casa nem sei bem porquê, talvez porque tenho o vício de andar sempre ou quase sempre de pijama pela casa e ponho-o logo que chego o que me limita um pouco as saídas porque depois já se sabe, dá aquela preguiça.

 

tínhamos combinado um programinha “em casa”, ver um dvd ou coisa do género, que a noite não estava nada agradável para saídas e ambas trabalhávamos no dia seguinte (não temos direito a pontes).

 

mal cheguei sentamo-nos as duas no sofá a decidir qual o dvd que iríamos ver, mas como sempre, a decisão não é nada fácil nem consensual, nesse aspecto nunca foi, eu sou mais acção e policiais, ela é mais comédias e romances. ficamos nisto algum tempo com as caixas em cima da mesinha da sala a ver se chegávamos a um acordo até que ela me diz, olha, vê lá o que queres ver que eu hoje não estou numa de grandes discussões, escolhe é uma coisa “light”, não quero um desses teus filmes complicados que se perco 2 segundos da trama já não percebo nada. eu vou aproveitar para tomar um banho e pôr-me mais à vontade.

 

enquanto ela foi tomar o banho eu lá continuei na minha buscar por algo que agradasse minimamente ás duas, mas como disse, não é tarefa fácil, é que a “su” compra tudo o que há de novidades no campo dos dvd, tem uma colecção infindável (vinda directamente da feira mais próxima). liguei a tv e fui remexendo nos dvd ao mesmo tempo que via qualquer coisa para me entreter.

 

o banho estava demorado, já tinha passados largos minutos e não havia maneira da “su” aparecer. estás bem? – gritei eu na esperança de ter alguma resposta dela. mas nada. será que lhe tinha acontecido alguma coisa. sei bem como as casas de banho podem ser perigosas, já fui parar ao hospital por causa de uma.

 

levantei-me e fui ver o que se passava com ela, estava mesmo preocupada. mais preocupada fiquei quando ao chegar ao corredor percebi que a porta não estava fechada razão pela qual ela deveria ter ouvido a minha pergunta e ter-me respondido. entrei num repente – “su”, estás bem?

 

ao contrário dos meus maiores medos, estava bem, aliás, estava muito bem. deitada na sua enorme banheira que quase lhe ocupa a totalidade da casa de banho ;) e quase de olhos fechados. mas após esta primeira imagem e do sorriso dela apercebi-me que algo mais se passava, via a água mexer ligeiramente, não estava a acreditar, ela estava a masturbar-se. “su” minha parva, eu aqui doida de preocupação contigo e tu está na banheira a “coçares a ratinha”? estava a ver que nunca mais vinhas, diz-me ela com “aquele olhar”, olha o que eu fiz? e dizendo isto levantou o rabo do fundo da banheira mostrando-me a sua ratinha lisinha e acabada de rapar. confesso que foi uma imagem com tanto de inesperado como de excitante.

 

não queres entrar? diz ela. anda, vem fazer-me companhia. pensei 2 segundos em tudo aquilo mas como quase sempre a libido foi mais forte e comecei a despir-me. a “su” olhava-me e à medida que me ia despindo tocava-se e excitava-se, senti-me uma “stripper” do momento e do improviso mas entrei no jogo. despi-me deixando apenas a lingerie que fui despindo de forma ainda mais lenta e com gestos sugestivos. já só de cuequinhas cheguei-me à banheira e disse-lhe ao ouvido, tira-as tu! ela como sempre não se fez rogada, meteu-me a mão no meio das pernas passado-me a palma da mão pela ratinha até alcançar com os dedos a parte de trás das minhas cuequinhas, puxando-as em seguida com alguma força de forma a que o seu indicador me roçasse desde o cuzinho até à entradinha da ratinha já bem húmida. percebi e antecipei em pensamentos nesse exacto momento o que ela iria fazer, procurou a minha entradinha e enfiou todo o dedo dentro de mim fazendo-me soltar um gemido profundo, voltou a retirar o dedo e a repetir o mesmo procedimento mais 2 ou 3 vezes. em seguida puxou-me as cuequinhas para baixo que caíram até aos tornozelos com ambas as mãos abriu-me mais e juntando desta vez 2 dedos voltou a penetrar-me com alguma força fazendo-me mais uma vez soltar um gemido de prazer.

 

anda cá! disse ela fazendo-me entrar na banheira com ela. a água estava quentinha e apetecível com imensa espuma e um aroma intenso e muito agradável a sais de banho. ficamos frente a frente acariciamos as maminhas uma da outra em simultâneo com água e espuma do banho, os meus mamilos já estavam rijos de tanta excitação e os dela também que eu bem os sentia. continuei a acaricia-la com uma das mãos no peito deslizando a outra mão para dentro da banheira e para o meio das suas pernas. apesar de feita a lâmina, a depilação dela estava muito bem feita, muito lisinha e escorregadia e por ali fiquei algum tempo apreciando a suavidade e passeando o meu dedo dentro dos seus lábios carnudos ora tocando no clitóris ora descendo até a penetrar na vagina.

 

aproximou-se de mim, tocamo-nos peito com peito e ela disse-me ao ouvido, quero mais, quero muito mais! sei que já não fazemos isto faz muito tempo mas quero que me fodas como nunca o fizemos antes! aquela linguagem ao meu ouvido e a forma inesperada como ela o fez foi a gota que fez transbordar o copo, os meus mamilos explodiram mesmo e os poucos e curtos pelinhos que tenho na minha ratinha iriçaram-se como um ouriço antecipando o que estava para vir. guiou a minha mão por entre as pernas dela e pedindo-me – penetra-me! assim o fiz e recordando o evento anterior ainda fora da banheira enfiei-lhe um dedo com alguma força – soltou um “ah” profundo de prazer o que assumi como carta branca para mais do mesmo, repetindo o que me havia feito juntei 2 dedos e dei uma estocada dentro dela – retorceu-se e gemeu – foi demais? perguntei? não, aliás, não senti nada, só tens isso para mim?

 

os leitores mais fidelizados com este meu diário já sabem que não posso que me façam estas coisas e ela sabe-o bem, bem demais até. assim sendo, ela queria festa, e eu ia dar-lha. continuei a empurrar-lhe os dedos juntos dentro dela até ao fundo fazendo-a gemer levemente – mais! – dizia ela – quero mais! e eu, sem pensar, juntei mais 1 e passei a penetrá-la com 3 dedos mas a reacção dela parecia sempre a mesma, gemia profundamente à primeira estocada mas depois de algumas penetrações pedia mais e eu deixei de perguntar e fui metendo até meter os 5 dedos dentro dela. ao fazê-lo disse – “su” tu tens noção? eu tenho os dedos todos dentro de ti! – cala-te e enfia! ainda falta a mão! – disse-me ela de uma forma quase assustadora mas como a ratinha ela dela foi forçando guiada por ela até que senti os meus dedos desaparecerem dentro dela bem como a parte mais grossa da minha mão, a minha mão estava literalmente dentro da ratinha dela e ela dizia apenas  - não pares! continua a mexer, quero-me vir assim! e foi o que aconteceu após alguns segundo, num urro enorme de prazer ele veio-se retorcendo-se toda.

 

após alguns minutos de recuperação daquele estado ela vira-se a diz – agora és tu! “su”, és louca, eu não aguento uma mão dentro da minha ratinha, nem penses nisso vais-me rasgar toda! calma, relaxa, e desfruta, só vou até onde tu quiseres! trocamos um olhar de cumplicidade e deitei-me no lugar dela na banheira. começou a penetrar-me como o havia feito no inicio e, como eu, foi juntando aos poucos mais um dedo, aos 4 tive receio e pedi-lhe que não metesse mais, estava óptimo assim, sentia-me cheia e as estocadas que me dava com os 4 dedos acompanhadas dos toques e movimentos circulares que me fazia no clitóris com o polegar, o único que estava de fora estavam-me a deixar louca de prazer. não demorou muito até que atingisse talvez o maior orgasmo da minha vida, valor para lá de máximo na escala da “su”.

 

que noite! lavamo-nos trocando caricias, ela emprestou-me uma roupa e acabamos por dormir as duas, exaustas e satisfeitas. quantos aos dvd lá ficaram, na mesa da sala, esperando por “piores” dias ;)

 

sinto-me: deliciada
banda sonora: timbaland - the way i are
publicado por diariodeumamulhermadura às 06:02

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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

calores imensos

verão, férias, praia, calor, míni-saias e muita festa. estava eu no quarto a brigar com as gavetas da roupa quando entra a “su” – olha lá, tu não te despachas hoje? está tudo à tua espera! não consigo encontrar umas cuecas de jeito – respondi eu já para lá de danada. ela riu-se a bom rir (o que me enervou ainda mais) e, em seguida, soltou umas das suas brilhantes pérolas do “desenrascanço” – então, grande problema, nada mais fácil, vais sem elas! estas mas é parva, vou agora sem cuecas para a rua e ainda por cima com uma míni-saia destas, havia de ser bonito. então porque não, vais com um look paris hilton ;) e riu novamente a bom rir. pois, mas eu não sou a paris hilton para andar por ai numa boa a mostrar a ratinha ao pessoal.

cafona! arcaica! medieval! – retorquiu ela rápida e até algo agressivamente. olha vai com as cuecas da minha avó, se quiseres peço-lhe umas daquelas até ao pescoço! se nervosa estava fiquei em ponto de ebulição, detesto que me falem assim! ai é? eu é que sou a “velha” aqui, então vais ver, já me estou a vestir e não levo nem cuecas nem soutien, hoje vai tudo ao léu. e tu minha paleolítica? vais de cuequinhas não é? (confesso que depois pensei que não fazia grande sentido aquilo que acabara de dizer até porque se fosse paleolítica com certeza não deveria usar cuecas ).

desafio lançado e desta vez, por mim. a estes desafios a “su” nem pensa, age. e antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa já ela estava de cuecas na mão e a atirar-mas para cima. soutien não tiro porque já não tenho, fica mal com este top. por acaso era verdade, o top dela era muito giro e totalmente despropositado para um soutien manhoso a aparecer, tal como o cai-cai que eu decidi vestir.

tudo pronto, e bem arejado, lá saímos nós para jantar totalmente cabriolet, ou como disse a “su” com um look paris hilton.

confesso que no início me fez alguma confusão saber que estava sem nada por baixo e que à mínima coisa poderia ficar numa posição algo desconfortável, mas à medida que as horas foram passando e a animação ganhando terreno esqueci-me até desse pormenor.

a noite foi óptima e era já perto de 6 da manhã quando saímos da discoteca já bem alegremente alcoolizadas e sem a menor noção de como tínhamos saído de casa. entre sair da discoteca e voltar a casa a “su” lembrou-se que queria porque queria ir ver o nascer do sol na praia e lá fomos, sentamo-nos na areia fria e algo húmida da praia e ali ficamos por alguns minutos meio anestesiadas a olhar o mar na esperança de ver o sol nascer. pela praia passeavam alguns turistas que pareciam ter o mesmo programa e foi já com o sol à vista que nos lembramos, olha lá, a gente estamos sem cuecas! pois é! e agora? estamos aqui sentadas à quase uma hora, já passou tanta gente, nunca mais me lembrei disso.

não faz mal – diz a “su” descansadamente, se alguém nos viu nestas figuras por certo irá recordar para sempre este lindo nascer do sol ;)

 

sinto-me: descapotável
banda sonora: colbie caillat - realize
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:59

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Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

fetiches por cuequinhas

estava eu a beber o meu cafezinho do final de tarde de verão na esplanada, desfrutando do sol já baixo e do som do mar quando sou interpelada pela “su”. olha lá, já viste aquele ali? que é que tem? não pára de olhar para as tuas pernas, está a ver se dás uma hipótese e ele te topa as cuequinhas. quê? se me vê as cuecas? para quê? queres ver que não sabes que os gajos são viciados em ver as nossas cuequinhas. há gente mesmo louca, faz tudo por um bom “upskirt”. há mais isso tem nome técnico e tudo? claro que tem, chama-se “upskirt” ou, traduzindo, “saia-acima”, é uma verdadeira religião.

ok, confesso que uma lingerie bonita pode ser muito interessante, mas daí a haver viciados em cuequinhas, são viciados em quê? não vêem nada mesmo, a menos que estejamos sem elas ;) rimos as duas lembrando um outro assunto que fica para outro dia ;)

sim, mas isso é isso que lhes dá “pica”, imaginarem que podem ver ou o que podem ver a qualquer momento, bem como imaginar o que está por detrás do tecido muitas vezes transparente, como tu gostas ;)

mas se ele quer ver cuequinhas, então cuequinhas vai ter? que é que vais fazer? não sejas louca? chiuuu, abre lá as perninhas! és mais é louca, vou agora abrir as pernas ao gajo que nem conheço e além do mais é feio que se farta ;) nada disso, abre as pernas mas não directamente para ele, desvia-te um pouco para o lado só para vermos o que ele faz. assim fiz e, realmente, não demorou mais do que alguns segundos para que o homem mudasse de mesa de forma a tentar “ver a cena”. o homem é louco, não abro mais as pernas coisa nenhuma, ainda me ataca. não ataca nada, vamos lá as duas, ao mesmo tempo, estás preparada? (ela sabe que detesto estes desafios) estou! se é assim, cá vai disto! e dizendo isto abrimos ambas as pernas de forma quase a escancarar as ratinhas aos olhos de um individuo de bigode, com cara de louco e que não conhecíamos de lado nenhum. o homem mudou literalmente de cor, ficou boquiaberto e quase a babar olhando directa e prolongadamente para o interior das nossas saias. a “su” ria-se que nem uma perdida, quase descaradamente. cala-te! ele ainda nos “topa” a cena. quero que ele se lixe! – diz ela rapidamente, não queria ver cuecas, aqui tem! e são bem bonitas! ;) rimos as duas.

passados alguns minutos nisto o homem sai apressadamente da mesa onde estava e vai embora. a “su” grita – olha olha o gajo, vai-se embora, aposto que vai “bater uma” à nossa custa! vai o quê? claro que vai, aposto que se vai tocar pensando naquilo que viu e que não viu mas imaginou.

está bem, mas vamos embora, está a ficar tarde e essa ideia agora deixou-me pouco confortável, ainda está por aí nalguma esquina à nossa espera para nos agarrar. isso é que era bonito. levava logo e não eram poucas.

confesso que mais tarde fiz uma busca no google pelo tal “upskirt” e percebi que realmente, e como a “su” dizia, parece quase uma religião. ao que parece, sem querer, hoje tínhamos “dado missa” ;)

 

sinto-me: curiosa acerca do assunto
banda sonora: entre aspas - uma pequena flor
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:49

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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

inovações anais – o “twix”

diz-me a “su” num dos seus devaneios do costume, olha sabes que mais, nem sabes o que me aconteceu, estava no outro dia a ver um mail daqueles porquíssimos que me mandam (e ela adora) que deu uma certa melancolia. quê? tu melancólica? porquê? que é que tinha esse malfadado mail? então olha tinha um vídeo com 2 gajos a aviarem forte e feio uma loira...

2? e então? yup, estava com 1 em cada buraco, não digo buraquinho porque aquilo já eram mais duas crateras vulcânicas ;) risos. e isso fez-te ficar melancólica? sim, há muito tempo que não tenho nada de “novo” sabes e isso é algo com que sempre sonhei mas nunca tive coragem nem oportunidade para o fazer. fazer o quê? com 2 homens? ao mesmo tempo? nos 2 lados? isso é capaz de ser violento. sim, eu sei, por isso que me cativa, tenho “medo” e esse receio do que pode acontecer é que dá a adrenalina para experimentar ;)

olha, isso eu também nunca fiz, mas posso contar-te acerca do “twix”. “twix”? quem é esse?  não é quem, é o quê? o twix foi uma coisa que o “boss” se saiu uma vez (atenção que o “boss” é alcunha e não significa exactamente “patrão”, muito longe disso até porque o meu “patrão” é uma “patroa”). mas conta lá isso!

então, estávamos nós no “bem-bom” e, como eu gosto, saltei para cima dele, a certa altura senti que a mão dele se deslocava procurando o meu cuzinho e senti a ponta de um dedo a pressionar no buraquinho, olhei para ele e sorri, ele percebeu de imediato que a resposta era afirmativa e procurei relaxar um pouco mais para que ele me pudesse penetrar com o dedo sem dor. assim fez e, curiosamente, comecei a desfrutar bastante com a sensação, movia-me penetrando o zezinho dele bem fundo na minha ratinha como eu gosto e o movimento impelia o dedo dele a fazer o mesmo, a coisa começou a aquecer bastante, estava mesmo muito excitada e “perdi as estribeiras” meti o dedo indicador na boca molhando-o com a saliva, procurei a mão dele, e enfiei o meu dedo junto do dele no meu cuzinho e amiga, vou-te contar, foi demais! nesta posição eu controlava tudo, todos os ritmos, todas as sensações e tive um daqueles orgasmos brutais, mas não me perguntes a escala outra vez ;) risos. sim, mas e daí, de onde vem o “twix”?

após terminarmos, estávamos enroscadinhos um no outro e eu pergunto-lhe ao ouvido se ele gostou da ideia que eu tive, ao que ele respondeu, claro que sim, adorei o “twix”! e rimos os 2 às gargalhadas.

já diria o anúncio – “twix” satisfaz duas vezes ;)

 

sinto-me: muito bom que foi este "twix"
banda sonora: hands on approach - let's be in love
publicado por diariodeumamulhermadura às 08:33

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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

ser sensual ou sexual – o dilema

discutíamos no outro dia num grupo de amigos alargado as definições do que é ser “sensual” e/ou “sexual” e quais as diferenças.

a maioria de nós não conseguiu chegar claramente a uma linha de separação, afinal o que separa o “sensual” do “sexual”? até que ponto a sensualidade não é apenas um apelo à sexualidade? podemos separar as duas coisas? ou estarão eles sempre juntas caminhando paralelamente?

muitas questões para poucas respostas, a verdade é que horas de debate revelaram-se verdadeiramente inconclusivas havendo claro opiniões divergentes sobre o assunto. mas o interessante é que no que toca à divisão das águas, os homens claramente definiam-se como mais “sexuais”, preferindo as mulheres serem mais “sensuais”, será apenas uma questão de terminologia ou de géneros?

achei que o tema tinha tudo a ver com o post de ontem onde falei sobre a forma como a sociedade e nós próprias reprimimos a nossa sexualidade, não será a terminologia “sensual” uma palavras mais “soft” para definir o carácter sexual das mulheres que não se querem definir como tal?

uma das amigas que mais “luta” deu ao termo “sexual” chegou mesmo a definir ser “sensual” como ter “sex appeal”, não será uma contradição? ou será apenas mais uma constatação de que ser “sensual” é irremediavelmente ser “sexual”.

eu, acho que sim, acredito que sim e assim penso e me considero, sou “sensual” quando faço apelo ao “sexual”, quando compro lingerie “sexy” compro para mim, para me sentir bem comigo e na minha sexualidade, mas talvez as mulheres ainda tenham mesmo dificuldades em assumir esse ponto, a sua própria sexualidade, pelo menos é esta a minha opinião...

 

sinto-me: baralhada
banda sonora: tara perdida - sentimento ingénuo
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:16

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