Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

la vendetta (depilada para arrasar)

acordei e levantei-me ainda faltavam uns 20 minutos para o despertador tocar e freneticamente comecei a preparar o meu saco do ginásio. nunca antes me tinha levantado tão cedo para coisa alguma, muito menos para ir ao ginásio, mas hoje era o dia “d” e nada podia falhar.

preparei tudo de forma a encontrar-me com as cinquentonas esposas de senhores doutores no health club, como elas dizem quando falam umas com as outras. sai de casa com quase 30 minutos de avanço.

chegada ao ginásio olhei em volta à procura dos bm’s e mercedes que elas tanto gostam de ostentar, ao fundo do parque mesmo junto à porta vi 2, tudo estava a correr como previsto.

acho que nunca fiz o meu exercício com tanta genica acho mesmo que até fiz mais do que devia mas as “velhotas” são lentas e eu tinha que me entreter enquanto esperava por elas ;)

terminaram e lá foram elas a caminho do balneário, segui-as mas à distância, não queria que me topassem. estrategicamente acabei o banho turco mais cedo (coisa que muito me custou) e adiantei-me no chuveiro, preparei tudo ao segundo.

quando finalmente saíram do banho turco encontraram a mim já enroscada na toalha a limpar-me olharam-me pelo canto do olho e seguiram para os seus lugares, não fiquei satisfeita, afinal tanto esforço e dedicação para apenas um olhar desprezível. num daqueles meus acessos de fúria saquei da toalha e passeei-me por ali mesmo, nua e crua, quase como vim ao mundo ;) parei em frente ao espelho para admirar a “obra de arte”, realmente, o aspecto era muito interessante, através do espelho percebi agora sim que me olhavam de verdade – tomem lá disto! – pensei eu enquanto fingia pentear o cabelo, voltei a desfilar até ao meu lugar e desta vez cara-a-cara com elas rematando a cena vestindo as cuequinhas mais pequeninas que tenho, fio-dental, claro está, uma prenda de um “amigo” de outros tempos que era muito dado a essas coisas e que raramente visto no dia-a-dia, aliás, acho que era mesmo a segunda ou terceira vez apenas que as vestia.

vingança cumprida e com requintes de alguma malvadez, sou assim mesmo quando me “estala o verniz”.

sinto-me: diabólica
banda sonora: shakira - pure intuition
publicado por diariodeumamulhermadura às 09:12

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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

uma questão de “pêlos”

no outro dia fiz uma coisa rara, fui ao ginásio ;) sei que o devia fazer mais vezes mas ando sempre demasiado ocupada com outros assuntos para me ocupar comigo e com o estado do meu corpo que até considero que, no geral, está bastante aceitável ;) mas acontece que já não por lá passava há algum tempo mas o mais curioso foi que fui a uma hora também nada comum, de manhãzinha, muito cedo mesmo, talvez por isso as pessoas com que me cruzei eram-me totalmente desconhecidas, a maioria eram senhoras bem mais “maduras” que eu com um ar de esposas de senhor doutor, daquelas que nunca fizeram nada na vida. mas, tudo bem, também não fui lá para socializar, aproveitei um dia de folga que tirei, vulgo, “ponte” após um feriado para cuidar de mim e por aí comecei.

depois da sessão de “cardio” acompanhada de meia-dúzia de exercícios que fiz de forma sofrível apesar de explicados com a maior das paciências pelo instrutor de serviço passei à melhor parte, o “banho turco” (confesso que no meu intimo sei que é mesmo mais por isso que lá vou). para quem não sabe o “banho turco” é assim semelhante a uma sauna mas húmido, com imenso vapor e essências florais, a mim, rejuvenesce-me e acima de tudo ajuda-me a ver-me livre da poluição que vou acumulando no dia-a-dia, na pele e nas vias respiratórias (recomendo vivamente).

no meu ginásio o banho turco é colectivo mas separatista exclusivo para senhoras (haverá outro pelo que sei exclusivo para homens) a sensação é boa mas acaba por ficar desinteressante ;) de qualquer das formas e apesar de ser de uso exclusivo feminino não é autorizada a exposição das partes íntimas, devendo as utilizadoras utilizar lingerie, fato de banho ou quanto muito uma toalha para se cobrirem regra que em termos de higiene e segurança se aceita perfeitamente apesar de sentir que é algo “castradora” da minha liberdade ou da que gostaria de ter.

após o “relax” chegou a hora do banho dito normal e de avançar pois a manhã já não era uma criança e a hora dos restantes compromissos aproximava-se a passos largos.

depois do banho, o “choque”, tal como eu, havia várias senhoras esposas de senhores doutores que se vestiam para sair e o que vi deixou-me num misto de surpresa e vergonha, é que olhando para as ditas cinquentonas percebi que estavam todas bem mais “arranjadas” e “arejadas” que eu no que respeita às suas pilosidades mais íntimas, sinceramente aquela visão fez-me sentir uma “bota da tropa” e só quis sair dali o mais rapidamente possível. arrumei as minhas coisas o mais depressa que pude e dirigi-me à saída não sem antes apanhar um “choque” ainda maior, a mais cinquentona de todas, diria mais sessentona acabava de sair do banho exibindo uma ratinha de lábios um pouco caídos é certo ;) mas plenamente depilada, lisinha e sem sombra de qualquer pêlo mais atrevido. fiquei deveras furiosa, saí que nem uma rajada de vento, entrei no carro e fechei violentamente a porta. pensei para comigo, velhotas atrevidas, vocês vão-me pagar por esta, e bem caro.

arranquei a caminho da próxima paragem, manicure. pelo caminho liguei à “su” e perguntei-lhe se tinha algum compromisso na hora do almoço.

a hora da vingança estava cada vez mais próxima.

encontrei-me com a “su” à saída do emprego dela e ela pergunta-me, então, que se passa? onde vamos almoçar? não vamos, respondi eu de forma abrupta! então, que se passa? preciso que me indiques um salão de estética onde possa ir à depilação. isso é fácil, diz ela. todos. não, não me entendeste, quero depilar-me à seria. ah, queres uma depilação brasileira é isso? depilação brasileira? confesso que não me cuido como deveria mas nunca tinha ouvido esse nome ou se tinha nunca o tinha interpretado dessa forma. mas olha lá, isso da depilação brasileira é como? então é uma depilação bem cavada, chama-se brasileira porque só retirando bastante junto das virilhas se pode usar aqueles bikinis brasileiros sem passar vergonha. mas tu não me estás a entender, eu não quero esconder mais os pêlos, eu quero uma depilação como a da sessentona! queres tudo? sim, quero voltar à infância no que à minha ratinha diz respeito ;)

ok, pronto, se é isso que queres, sei onde podemos ir, mas aviso-te já que vai doer. não quero saber, quero e pronto!

lá fomos nós a uma estética onde, curiosamente, trabalha uma amiga da “su” que é brasileira ;) confesso que quando entramos e me dei conta daquilo que ia fazer as pernas começaram a tremer um pouco mas como sempre não dei parte fraca. a moça era simpática e pôs-me logo à vontade como so os brasileiros sabem fazem, conversa para cá e para lá foi-me preparando para a “carnificina”. é a primeira vez que você faz desse jeito? – perguntou ela rindo. é! - disse eu com má cara e já a sentir-me insultada pela pergunta. ah menina mas você tem que se cuidar, vai ver só, depois que você experimentar não vai querer outra coisa.

confesso que a simpatia da moça e a forma cuidadosa e muito profissional com que lidava com a situação me acalmou um pouco os nervos e me fez pensar apenas e só no tão ambicionado resultado final.

passado um bom tempo ela diz as palavras mágicas: ok, está pronta menina, quer ver? claro! está um pouco machucada a pele mas você vai passar esse óleo aqui hoje e amanha e vai ver que vai ficar maravilha. uau, realmente, no primeiro impacto a diferença era notória, até descobri 2 sinaiszinhos que nem me lembrava que tinha, estava realmente bastante irritada da depilação e lá levei o óleo hidratante de não sei o quê da amazónia para pôr, ao menos cheirava bem.

a hora da vingança estava cada vez mais próxima, dali a 2 dias (quando a vermelhitude passasse) voltaria ao ginásio.

sinto-me: enraivecida
banda sonora: black eyed peas - where is the love
publicado por diariodeumamulhermadura às 03:41

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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

será que todas as mulheres têm uma lésbica dentro de si?

“todas as mulheres têm um pouco de lésbica” essa é uma frase-feita que nos habituamos a ouvir deste há muito tempo, mas será que isso é mesmo verdade? e se é verdade, porque será que isso acontece? se as mulheres têm um pouco de lésbicas isso quer dizer que todos os homens também têm um pouco de gay?

estas são algumas das perguntas que me invadem quando penso acerca do tema, mas o que é que isso tem a ver com o meu diário? tudo, tem absolutamente tudo a ver.

a história que vos conto hoje passou-se há já alguns anos, mas como disse este diário respeita pouco ou nada a cronologia dos eventos.

estou eu nos meus afazeres domésticos e toca o telemóvel, pelo som do toque já sei que é a “su”, olá, então, que se passa? a ligares-me a esta hora da noite? (cerca das 23 horas). do outro lado ela diz-me: cala-te, não digas nada, estás em casa não estás? – sim, claro – respondi. então liga a televisão no canal 18. no canal 18? perguntei eu com alguma surpresa, mas tu sabes muito bem que eu não tenho esse serviço activado. é pá não discutas comigo, liga e pronto, já está?

lá acedi ao pedido, liguei a tv que por acaso nem estava ligada e pus no canal que ela me pediu. com alguma surpresa vi que, ao contrário do que era normal, estava descodificado e via-se perfeita e claramente. eh lá – disse eu! estás a ver, eu não disse para ligares. sim, mas era só por isso que me querias falar? por causa do canal dar para ver sem pagar?

claro que não, estou aqui a ver também e olha que o programa está bem interessante. mas tu agora vês filmes porno? oh pá, cala-te lá e vê lá o que se está a passar. sim, estou a ver, estão 2 moças a fazer um 69 disse eu rindo-me em seguida. sim, estou a ver há uns 15 minutos, parece que hoje é um dia só dedicado às mulheres. então, não me digas que é só disto? sim sim, tem sido e está o máximo – diz ela naquele tom de excitação que tão bem conheço. a “su” é assim, quando se empolga com uma coisa parece uma criança com um brinquedo novo e o pior é que quase sempre me consegue contagiar ;)

pusemo-nos as duas a ver o filme ou melhor, a série de pequenos filmes de lésbicas, acompanhando a sessão com comentários ao telefone, contado ninguém acredita.

a certa altura diz ela – bolas, nunca pensei. o quê? que existissem lésbicas? ;) não tola, que ver esse tipo de coisas me pudesse excitar tanto, estou com as cuecas todas molhadinhas – diz ela em mais uma das suas conhecidas “pérolas” de espontaneidade.

fez-se um momento de silêncio, “tou”, estás aí? estou estou, só fiquei de boca aberta com o que acabaste de dizer. então porquê? não sei, mas não estava nada à espera. e tu? não ficaste? não fiquei o quê? húmida, excitada com o filme sei lá. espera! o que foi? nada, vou ver ;)

e nisto literalmente coloquei a mão por dentro do pijama até chegar lá em baixo. opss - digo eu. que foi? parece-me que esta sessão também me está a afectar. ah, também estas molhadinha não é? eu sabia!

rimos a duas por um bom bocado sem dizer mais nada. entretanto o canal volta ao “normal” e codifica. oh, diz a “su” do outro lado, já se foi! pois, aqui também. já devem ter topado que o pessoal estava a ver sem pagar.

olha lá – diz a “su”. o que é que isto significa? isto o quê? – digo eu. isto, de estarmos assim excitadas a ponto de molharmos as cuequinhas todas? humm, não sei, acho que nunca me aconteceu antes. será que é verdade? verdade o quê? – pergunto eu. aquilo de que todas temos um pouco de lésbicas.

“su”, pára com isso, olha já passa da meia-noite e pelos vistos estamos as duas a precisar de uma belo banho (frio) antes de ir dormir. amanhã falamos melhor ok?

ok amiga, até amanhã então e vê lá se te vais só lavar ok ;)

estúpida!!

até amanhã.

sinto-me: pensativa
banda sonora: fort minor - where'd you go
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:36

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Sábado, 26 de Abril de 2008

homens mais novos, mais velhos ou assim-assim?

outra coisa que não gosto e que me esqueci de dizer no primeiro post é de cronologias, dizem que isso é um defeito mais ou menos grave mas para mim pouco importa, por mim todos os reis e rainhas de portugal podiam ter vivido na mesma dinastia todas em alegre “festarola” que para mim estava tudo óptimo. assim sendo, as historias que apresento são traços soltos, são folhas mais ou menos caídas de um diário em mau estado de conservação devido ao seu uso quase excessivo.

 

certo dia, convida-me a “su” para irmos a um barzito onde já não íamos há algum tempo, o local era engraçado, com um aspecto algo rústico, mas o ambiente costumava ser bom, media luz, musica qb para permitir uma conversa relaxada e sem gritos, aquilo que eu gosto.

 

a certa altura da noite vira-se a “su” e diz-me olha lá, já viste o “puto” que está ali no balcão a comer-te com os olhos? aviso já que a “su” é mesmo assim, e eu também, não temos “papas na língua” e tratamos os assuntos todos por tu. não me lixes – disse eu como quem despreza o comentário mas deitando como sempre o olho para verificar a situação ;) e não é que era mesmo verdade, lá estava o tal “puto” encostado ao balcão com um ar meio embasbacado a olhar-me fixamente como quem me está a tirar todas as medidas.

 

decidimos, como sempre, tirar partido da situação e apimentar a coisa, estávamos de frente para ele sentadas numa espécie de sofá corrido que faz uma forma de u para o centro e a “su” encosta-se logo ao meu ouvido e pergunta no tom dela que eu bem conheço – como estás hoje? ao qual eu respondo como quase sempre – para matar!

 

estas frases são uma espécie de código que desenvolvemos entre nós faz anos e que significam basicamente o mesmo que o aparecimento da luz verde num semáforo para uma dezenas de carros à espera há minutos. e dito isso ela dá-me um dos seus célebres encostos de anca empurrando-me para o lado o suficiente para que deixasse de estar atrás da mesa, nisto, a acção começa e a nossa conversa muda para um modo que só nos conhecemos e que não vou, pelo menos para já, revelar, mas que serve para os deixar “no ponto”.

 

alguns cruzamentos e descruzamentos de pernas mais tarde, toques de língua e colar e descolar de lábios nas bebidas num misto onde se junta a troca de olhares fulminantes ele finalmente aproxima-se da nossa mesa. com um ar educado cumprimenta-nos e pergunta se nos pode fazer companhia. aceitamos e começamos naquela troca de apresentações mais ou menos escusada mas que serve apenas para “quebrar o gelo” se bem que este gelo já estava bem derretido.

 

conversa puxa conversa e faço o sinal à “su”, o sinal significa wc agora e claro está, as duas ;)

 

chegadas lá digo de imediato para a “su”, olha lá, tu não estás boa da cabeça, ele é um “puto” mesmo, temos idade para ser tias dele ;) vais começar hoje a ter preconceitos desses é? – pergunta ela com aquele ar de “su” quando as coisas não funcionam bem como ela quer. não, decididamente não, não tenho, nunca tive e nem nunca irei ter preconceitos, muito menos desse tipo. então, vamos embora! – diz ela com aquele olhar que eu bem sei dando-me a palmadinha da ordem no rabo (coisas dela).

 

chegadas à mesa, o esquema é que eu estou um pouco tonta da bebida e a “su” não sabe conduzir, será que o miúdo nos vai dar uma boleia? de facto raramente levamos carro para a night, gostamos do nosso “copito” e já somos ligeiramente irresponsáveis com algumas coisas, essa não é o caso.

 

levou-nos a casa, primeiro à “su” que ficava mais a caminho ;) e depois a mim, na verdade moramos actualmente bem pertinho uma da outra mas nem sempre foi assim.

 

retribui a gentileza da boleia perguntando-lhe se queria subir, sabia que a viagem dele até casa ainda iria ser longa e queria oferecer-lhe ao menos um cafézito para ajudar à viagem. aceitou de pronto e subimos, disse-lhe para se colocar à vontade que ia fazer o café para ambos, que também estava a precisar.

 

após alguns minutos encontrei-me com ele na sala onde nos sentámos a beber o café e a continuar um pouco a conversa, os olhos dele não desgrudavam de mim, percorria-me num segundo dos pés à cabeça. pedi-lhe desculpa se o estava a atrasar para o seu retorno a casa ao que ele respondeu de pronto – não, tenho todo o tempo do mundo. confesso que aquela frase me excitou, gosto quando eles se dispõe assim, sem horas, sem compromissos, quando podemos esquecer o relógio.

 

encostei-me mais a ele senti melhor o seu cheiro, e que bom que era, gosto do teu perfume disse-lhe eu quase ao ouvido, senti-o arrepiar-se com a situação, trocamos olhar mais próximos, beijamo-nos (e que bem que o miúdo beijava). era tão “fresco”, os homens mais velhos têm na maioria das vezes um hálito tão mais pesado, talvez porque não fumava e tinha um aspecto cuidado este “puto” me soube tão bem.

 

amassamo-nos por algum tempo no sofá, trocamos algumas palavras ao ouvido, excitamo-nos mutuamente e, a grande surpresa, ao contrario da maioria dos homens que conheci antes, este presenteou-me com uma enorme surpresa, ao contrario do que normalmente acontece foi ele quem “ajoelhou” e que bem que “rezou”, nem sequer me tirou a cuequinha que disse num tom muito engraçado, é muito gira, apenas a afastou para o lado e, aqui me confesso, me deu o melhor “beijo de língua” na ratinha que já tive ;) antes que eu tivesse tempo de dizer alguma coisa já tinha experimentado 2 orgasmos de alto calibre ou, na linguagem da “su”, graus 6 e 7 na escala de richter (a “su” classifica os homens na escala de richter).

 

depois foi a minha vez de o provar e tanto que ele tinha para provar ;) foi uma noite longa, muito longa, tão longa que durou até cerca das 9 da manhã do dia seguinte ;) classificação final: grau 8 na escala de richter.

 

logo que saiu, e como sempre fazemos, liguei à “su” e disse apenas - amiga, vem cá ter agora, precisamos urgentemente de conversar.

 

 

comentário final: os homens deviam manter-se todos entre os 20 e os 25 anos de idade

sinto-me: a babar por mais
banda sonora: clã - vamos esta noite
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:30

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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

diário de uma mulher madura

primeiro post desta minha aventura. não decidi escrever um diário mas fui levada a fazê-lo por uma grande amiga/irmã/conselheira/companheira/tudo o mais que possam acrescentar. as aventuras e desventuras que aqui venho contar são apenas histórias, privadas, intimas e que até a este momento só tinham sido partilhadas por mim e por ela.

por tudo isso e por muito mais que verão aqueles que tiverem a paciência necessária para me ler devagarinho este primeiro post é a ela dedicado.

mas afinal quem sou eu?

sou apenas alguém, uma mulher, madura como me considero e que já viveu o suficiente para saber o que quer e não ter vergonha para o dizer, pedir ou fazer.

sou uma trintona, como me chamam os meus amigos que não sente que a idade lhe pese mais do que devia.

não gosto de maiúsculas, já devem ter reparado, é uma marca minha, acho que todas as letras valem o mesmo e que como tal devem ser todas do mesmo tamanho.

não sou poetisa nem prosaica, não sou sequer escritora, sou apenas alguém que descarrega agora no papel digital o que descarregou aos ouvidos de quem lhe é muito próximo e em especial claro à minha tudo que muito me incentivou e convenceu para que fizesse um blog.

como disse, os meus posts são para ser lidos como se contados fossem ao ouvido, são segredos, são intimidades, revelações, ilusões e desilusões.

e por hoje já chega, não me vou alongar, queria apenas deixar e dedicar este meu diário à “su” a pessoa que guarda a cópia da chave deste meu pequeno livro.

sinto-me: de parabéns
banda sonora: lamb - gabriel
publicado por diariodeumamulhermadura às 11:12

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