Terça-feira, 6 de Maio de 2008

noites quentes da queima

o aproximar da data fez-me recordar um episódio que se passou há já uns bons aninhos, éramos nós (eu e a “su”) duas estudantes a tempo inteiro a lutar para terminarmos os nossos cursos entre outras coisas ;)

estávamos na penúltima noite da “queima” e ambas retidas em casa a estudar para um exame, que porcaria de noite. da janela aberta para “arejar” os pensamentos ouvíamos ao longe a festa lá fora e o pessoal alegremente alcoolizado aos gritos, uma animação ;)

vira-se a “su” no seu jeito peculiar: foda-se! sempre a mesma merda, o pessoal a curtir e a gente com os cornos enfiados nestas fotocópias mal-cheirosas, sim, a “su” tem uma mania que desenvolveu durante a faculdade que é a de achar que as fotocópias cheiram pior que um esgoto a céu-aberto. realmente, é uma treta mesmo, também estou farta disto. bora sair! – diz ela com os olhos a brilhar. achas mesmo? a estas horas? vamos fazer o quê? apanhar o pessoal bêbado do chão? a estas horas já ninguém nos conhece sequer e daqui a meia-hora fecha a “barraca” (que é como chamávamos ao recinto das festas estudantis). ah, mas não pode ser, hoje apetece-me apanhar uma “cabra” – diz ela mais uma vez. mas espera aí que eu já te atendo. e dizendo estas palavras saiu porta-fora voltando passados alguns minutos com uma garrafa de vodka de uma marca que nunca tinha visto ou ouvido falar e até hoje nunca mais voltei a ver. que é isso, perguntei-lhe. isto é do melhor, diz ela.

passado uns segundos vejo-a caminhar da cozinha para o quarto com 2 copos cheios de gelo, a garrafa debaixo do braço e um compal “fresh” de laranja que estava aberto no frigorífico há dias e que ninguém acabava. isto é um bocado “puxado” mas com o “fresquinho” marcha tudo.

pusemos clara e imediatamente as fotocopias de lado e fizemos um brinde às noites de porcaria que passamos a estudar enquanto os outros se afogam em álcool ;)

alguns brindes depois e com a cabeça já meio anestesiada começamos com as nossas conversas do costume que vão sempre ou quase sempre parar no mesmo assunto: sexo.

e dizia a “su”, o que apetecia agora era um belo “minete” para relaxar. ao que eu respondo de pronto e já com o álcool a falar, vê lá se queres que tu faça ;) desafio lançado começou a “peixeirada” respondendo ela com um sonoro: importava-me pouco!

palavra puxa palavra e o assunto vai parar aí mesmo, às experiencias sexuais e mais propriamente às homossexuais, e passados alguns minutos ambas chegamos à mesma conclusão, nenhuma de nós tinha realmente experimentado mas ambas tínhamos muita curiosidade acerca do assunto. a “su” dizia, é pá, uma mulher deve ser óptimo, sabemos onde é que sabe bem e como escusamos de andar a “guiar” os gajos ;) e ria-se.

às tantas dou por ela a ouvir as minhas aventuras com a mão dentro dos shorts que ela sempre usava como pijama e a tocar-se. olha lá, mas tu estás a tocar-te minha parva? disse eu de imediato mas sentindo uma certa emotividade pelo sucedido e por ela se estar a masturbar com algo que era muito íntimo e muito meu. porquê? importas-te? eu não, a ratinha é tua e a mão também ;) ri-me por um bom bocado.  a verdade é que aquela vodka tinha ajudado a retirar as poucas inibições que nós tínhamos uma com a outra e agora contávamos histórias e vivencias ao ritmo que as mãozinhas marotas passeavam dentro das cuequinhas. sim, já não era só a “su” também eu me tocava e me excitava ao ver a minha amiga tocando-se e gemendo de prazer ao ritmo da conversa.

sentadas no chão de alcatifa e encostadas à cama partilhávamos momentos de grande intimidade que nunca pensei a vir a partilhar, muito menos com uma mulher. ela estava frenética e pedia-me que lhe alcançasse a garrafa, queria um golo directamente dela pois o “fresh” também já se tinha ido.

toma, bebe um golo também, à nossa amizade e ao momento, dizia ela. ao levar a garrafa à boca apercebi-me que dela emanavam já os cheiros e os líquidos dela e bebi, brindando e brincando com ela dizendo, agora é vodka com sabor à tua “ratinha”. ela riu-se com olhar lascivo, como que se tivesse acendido alguma luzinha naquela cabecinha. vira-se e diz: ah, isso não vale, agora quero eu beber um golo com sabor à tua ;) rimos as duas. pouso a garrafa no chão, levanto com dificuldade o meu rabo do chão e dispo as calças do meu pijama junto com as cuecas já ensopadas, pego na garrafa de novo e levo o gargalo à minha ratinha esfregando-o bem no líquido que escorria abundantemente, passei-a à “su” dizendo: é assim que queres?

excitada com a imagem mental de a ver beber pela garrafa que acabara de esfregar em mim nem reparei que ela não bebeu logo, fez um compasso de espera e disse: não, não é assim que quero, é assim. e dizendo isso virou a garrafa vertendo a vodka por cima do meu clítoris e rapidamente colocou lá a boca e bebeu dali mesmo. não podia acreditar, a “su” estava literalmente a fazer-me o tal “minete” que ela queria, a mim. não tive reacção e apenas ali fiquei, desfrutando daquele misto de arrepios provocados ora pela vodka ora pela língua dela. após alguns segundos atingi o orgasmo e que orgasmo, toda eu estremeci e não consegui conter um gemido bem alto. ela levantou-se, alcançou a minha boca, beijou-me e disse: é assim que sabe a tua ;) rindo-se em seguida.

depois disso não tinha como “dar parte fraca” era ali e agora que ia ter aquela experiencia memorável, a “su” já estava bem passada do álcool mas ainda bem consciente, deitei-a no chão e tirei-lhe os shorts e as cuecas também elas igualmente ensopadas, tinha uns lábios carnudos, bem mais carnudos que os meus e foi num segundo que cai de boca naquela “ratinha” e lambi cada centímetro dela, queria muito prova-la e retribuir à “su” a experiencia de orgasmo que ela me tinha dado, aproveitei para explorar um pouco mais fundo enfiando a língua na vagina dela e percebi que ela gostou, após poucos minutos senti-a retorcer-se e puxar a minha cabeça de encontro à “ratinha” dela com alguma força e dizendo: ai vou-me virrrr!

após este momento não falamos mais nada, deitamo-nos as duas na cama e abraçadas trocamos 2 ou 3 beijinhos carinhosos e adormecemos.

 

sinto-me: feliz por estas memórias
banda sonora: shania twain - man, i feel like a woman
publicado por diariodeumamulhermadura às 05:39

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4 comentários:
De momentos a 6 de Maio de 2008 às 10:39
Sem querer ser repetitivo: lindo...

E coragem para assumir as memórias.

Boa.
De lfcf46thedocter a 6 de Maio de 2008 às 13:46
como disse anteriormente ten geito para escrever...
parabens por essa vossa descoberta lol

beijos e continua

De Lala a 7 de Maio de 2008 às 16:19
Meu Deus.
E ando eu a receber criticas pelas minhas histórias poicantes.
Se as pessoas em causa lêssem esta, morriam.
Grande coragem, sim senhor.
Parabéns.
Bjocas.
lala
De Miguel a 8 de Maio de 2008 às 13:58
Assim é que é.
Devemos experimentar tudo uma vez.
Se gostámos, continuamos. Se não gostámos, paciência.
E, ainda por cima, revelas essa experiência desta forma, uma história muito bem contada.
Sem dúvida virei mais vezes beber a esta fonte.

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